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sindique este site
Terça-feira, Setembro 14, 2004
Lendo os textos que contam as experiências que cada um compartilha me percebo pensando porque ficou tão "forte e impositivo" o nosso "dever ser" fixado nos conteúdos propostos? Sou eu que, enquanto professora, penso asim? Ou o vocabulário está internalizado em "nós" e repetimos aleatoriamente as palavras? Que cuidados éticos necessito para não impor aos meus alunos um saber que para mim faz sentido? Usando o pensar de Gramsci (autor italiano do século passado) que afirma a educação como o "conhecer a si mesmo, o auto-disciplinar-se, o pensamento crítico e o conhecer o outro", como me reconhecer, ou não, usando tais termos? Entre a ética dos discursos e dos códigos repetidos e a que vivenciamos em nosso cotidiano, retomar-me e perceber este "dever ser" como algo que me faz pensar e repensar e ao mesmo tempo trocar com o grupo este pensar. Deixo então a minha problematização para que possamos juntos e, por vezes também individualmente, nos indagarmos sobre isto!
Até amanhã, ao vivo!
Até amanhã, ao vivo!
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)