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sindique este site
Quarta-feira, Março 31, 2004
Cara Sônia finalmente entendi como funciona. Grat pela dica. Patrícia
Cara Sônia estou mais uma vez testando o blog . Patricia
O WBloggar é um aplicativo que facilita a edição e publicação do weblog. Com ele você pode formatar seus textos, configurar fonte, cores, tabelas. Inserir imagens e links e postar. No site do wbloggar, em http://wbloggar.com/brasil/, podem ser lidas as especificações, descrições, notícias, etc. relativas ao aplicativo.
Adiantando: destina-se a plataforma Windows, Explorer 5 ou superior e é freeware. Funciona para blogs do Blogger.com, Movabletype e The Blog, entre os mais conhecidos no Brasil.
.:: clique na imagem para ampliar e veja a aparência do software.
.:: desafio:
. Baixar o programa Bloggar. Clique no link anterior e salve o programa numa pasta. Para instalar basta clicar em abrir no final do download.
. Depois de feita a instalação, rode o programa. Coloque seu nome de usuário e senha e clique sim para abrir uma "nova conta". Na caixa que aparecer, escolha blogger.com (ou o servidor de seu blog) e torne a colocar seu nome de usuário.
Feito isso o programa já pode ser usado.
. Se tiver dúvidas ou quiser mais informações consulte o link Ajuda no Menu e visualize as perguntas mais freqüentes.
. Selecione o blog para o qual deseja postar no espaço onde aparece os 'nomes dos blogs', na barra de ferramentas. Escreva seu post na área de edição, formate-o e clique na aba visualizar para acompanhar como está ficando a edição. Ao terminar, clique em postar & piblicar
. Visualize seu blog, clicando no ícone à direita do nome do blog (uma folha de papel com uma esfera no centro) na barra de ferramentas do wbloggar.
. Para corrigir ou excluir um post, clique na seta ao lado do ícone Posts, solicite apresentar o número de posts suficiente para incluir o seu. Na caixa que aparecer, localize seu post e clique em selecionar (para corrigir o post) ou em deletar (para excluir o post). Se optar por corrigir, o post irá para a janela do wbloggar onde poderá ser editado. Feito isso, basta clicar em Postar & Publicar. Tome cuidado ao usar a função deletar, para não deletar algum post indevidamente.
[postar usando o wbloggar]
O WBloggar é um aplicativo que facilita a edição e publicação do weblog. Com ele você pode formatar seus textos, configurar fonte, cores, tabelas. Inserir imagens e links e postar. No site do wbloggar, em http://wbloggar.com/brasil/, podem ser lidas as especificações, descrições, notícias, etc. relativas ao aplicativo.
Adiantando: destina-se a plataforma Windows, Explorer 5 ou superior e é freeware. Funciona para blogs do Blogger.com, Movabletype e The Blog, entre os mais conhecidos no Brasil.
.:: clique na imagem para ampliar e veja a aparência do software.
.:: desafio:
. Baixar o programa Bloggar. Clique no link anterior e salve o programa numa pasta. Para instalar basta clicar em abrir no final do download.
. Depois de feita a instalação, rode o programa. Coloque seu nome de usuário e senha e clique sim para abrir uma "nova conta". Na caixa que aparecer, escolha blogger.com (ou o servidor de seu blog) e torne a colocar seu nome de usuário.
Feito isso o programa já pode ser usado.
. Se tiver dúvidas ou quiser mais informações consulte o link Ajuda no Menu e visualize as perguntas mais freqüentes.
. Selecione o blog para o qual deseja postar no espaço onde aparece os 'nomes dos blogs', na barra de ferramentas. Escreva seu post na área de edição, formate-o e clique na aba visualizar para acompanhar como está ficando a edição. Ao terminar, clique em postar & piblicar
. Visualize seu blog, clicando no ícone à direita do nome do blog (uma folha de papel com uma esfera no centro) na barra de ferramentas do wbloggar.
. Para corrigir ou excluir um post, clique na seta ao lado do ícone Posts, solicite apresentar o número de posts suficiente para incluir o seu. Na caixa que aparecer, localize seu post e clique em selecionar (para corrigir o post) ou em deletar (para excluir o post). Se optar por corrigir, o post irá para a janela do wbloggar onde poderá ser editado. Feito isso, basta clicar em Postar & Publicar. Tome cuidado ao usar a função deletar, para não deletar algum post indevidamente.
Terça-feira, Março 30, 2004
caros colegas estou novamente apenas testando pois até agora não ficou claro para mim como isto funciona e não cheguei a etapa em que é solocitado o login e a senha. Patricia
Cara Sônia estou mais uma vez tentando fazer comunicação com o grupo através do Blogg. Patrícia
Presados Colegas, estou somente realizando um teste
Segunda-feira, Março 29, 2004
Não esqueçam de comentar as postagens e ler os comentários postados para vocês.
Abraço, Sônia
Abraço, Sônia
Domingo, Março 28, 2004
Pessoal:
Quis mudar (transformar) o layout da minha mensagem utilizando outra letra e outr cor, mas ainda não domino os recursos e ficou IMENSO, desculpem-me.
Cristina Dornelles
Quis mudar (transformar) o layout da minha mensagem utilizando outra letra e outr cor, mas ainda não domino os recursos e ficou IMENSO, desculpem-me.
Cristina Dornelles
Pessoal:
Transformação lembra-nos modificação, metamorfe, mudança, comportar em seu bojo uma complexidade imensa, não existem marcos temporais como início, meio e fim, ela é constante e nunca estática. Para obtê-la é necessário participação, interação construção, destruição e reconstrução, todos "substantivos" necessários ao ato de mudar. Agora pergunto: qual o sentido da transformação se não baseada em uma ideologia? Penso que tudo é, necessariamente, fundamentado e estrutura em ideologias. Este é o ponto fundamental, para mim, pois a Participação, Transformação, Interação, e Construção, são processos dinâmicos, que podem ser estruturados por técnicas, que contenham mais ou menos Complexidade, já a Ideologia não é um processo é, sim, um fundamento.
Cristina Dornelles
Transformação lembra-nos modificação, metamorfe, mudança, comportar em seu bojo uma complexidade imensa, não existem marcos temporais como início, meio e fim, ela é constante e nunca estática. Para obtê-la é necessário participação, interação construção, destruição e reconstrução, todos "substantivos" necessários ao ato de mudar. Agora pergunto: qual o sentido da transformação se não baseada em uma ideologia? Penso que tudo é, necessariamente, fundamentado e estrutura em ideologias. Este é o ponto fundamental, para mim, pois a Participação, Transformação, Interação, e Construção, são processos dinâmicos, que podem ser estruturados por técnicas, que contenham mais ou menos Complexidade, já a Ideologia não é um processo é, sim, um fundamento.
Cristina Dornelles
Olá pessoal.
Eu vou comentar a palavra chave do trabalho que apresentamos na aula passada. Complexidade tem tudo a ver com Universidade. Universidade seria a universalização do conhecimento que por sua característica universal é bastante amplo e diversificado. A simplificação das conhecimentos significa um empobrecimento em termos de cultura e educação. A propria prática educativa é bastante complexa nos momentos em que nos deparamos com individuos diferentes e também complexos em seu nível de formação. A complexidade dos conhecimentos obtidos na Universidade nos obrigam a aperfeiçoamentos constantes. A simplificação dos conhecimentos resultaria em uma superficialidade deplorável na Educação. Em termos estamos apreendendo coisas novas todos os dias. As outras palavras apresentadas na aula passada especialmente os terminados em AÇÃO, são termos muito conhecidos de todos por estarem em evidência nos dias atuais. No entanto eles passam a significar apenas palavras se ficarem restritos aos seus conteúdos, por significarem uma atitude um tanto limitada de atuação. A complexidade exige de cada um de nós mais empenho em estudar cada vez mais.
Aldo
Eu vou comentar a palavra chave do trabalho que apresentamos na aula passada. Complexidade tem tudo a ver com Universidade. Universidade seria a universalização do conhecimento que por sua característica universal é bastante amplo e diversificado. A simplificação das conhecimentos significa um empobrecimento em termos de cultura e educação. A propria prática educativa é bastante complexa nos momentos em que nos deparamos com individuos diferentes e também complexos em seu nível de formação. A complexidade dos conhecimentos obtidos na Universidade nos obrigam a aperfeiçoamentos constantes. A simplificação dos conhecimentos resultaria em uma superficialidade deplorável na Educação. Em termos estamos apreendendo coisas novas todos os dias. As outras palavras apresentadas na aula passada especialmente os terminados em AÇÃO, são termos muito conhecidos de todos por estarem em evidência nos dias atuais. No entanto eles passam a significar apenas palavras se ficarem restritos aos seus conteúdos, por significarem uma atitude um tanto limitada de atuação. A complexidade exige de cada um de nós mais empenho em estudar cada vez mais.
Aldo
Teste. Teste. Testando blog. Patricia

Sexta-feira, Março 26, 2004
">Bom pessoal, fomos convidados a refletir sobre as palavras Participação, Transformação, Interação, Ideologia, Construção e Complexidade.
Penso que este conjunto de palavras formam a base do ensino e do aprendizado dos indivíduos.
Além de ser uma forma de comunicação e expressão, a participação faz com que o indivíduo tome parte de um determinado pensamento ou idéia. O mesmo ocorre com a interação onde, através de trocas de vivências e experiências, o indivíduo age de forma recíproca.
As palavras construção e transformação expressam o ato de elaborar e de alterar determinada coisa. É desta forma que imagino que os princípios do aprendizado e do ensino devam ocorrer; de forma complexa, multifacetada, porém aberto a transformações e com a participação dos envolvidos.
Um bom final de semana a todos.
Ana Staub
Penso que este conjunto de palavras formam a base do ensino e do aprendizado dos indivíduos.
Além de ser uma forma de comunicação e expressão, a participação faz com que o indivíduo tome parte de um determinado pensamento ou idéia. O mesmo ocorre com a interação onde, através de trocas de vivências e experiências, o indivíduo age de forma recíproca.
As palavras construção e transformação expressam o ato de elaborar e de alterar determinada coisa. É desta forma que imagino que os princípios do aprendizado e do ensino devam ocorrer; de forma complexa, multifacetada, porém aberto a transformações e com a participação dos envolvidos.
Um bom final de semana a todos.
Ana Staub

Um abraço e até o próximo encontro.
Quinta-feira, Março 25, 2004
As viagens do nosso grupo da quarta feira de manhã nos conduziram para as seguintes palavras:
Participação, transformação, interação, ideologia, construção e complexidade.
Sugeri que a participação fosse considerada um eixo prático de nosso trabalho e vivenciada em nosso cotidiano.
Precisamos ainda ordenar os demais pontos, sabendo que correspondem a conceitos que são recriados nas diferentes teorias existentes.
Sugestões serão bem-vindas! Convido a todos e todas a registrarem o que pensam acerca destas palavras para irmos construindo um coletivo.
Ficou combinada a leitura do segundo capítulo do "Zabala" para a próxima semana. Quem tiver questionamnetos, dúvidas ou discordâncias pode compartilhar por este espaço.
Participação, transformação, interação, ideologia, construção e complexidade.
Sugeri que a participação fosse considerada um eixo prático de nosso trabalho e vivenciada em nosso cotidiano.
Precisamos ainda ordenar os demais pontos, sabendo que correspondem a conceitos que são recriados nas diferentes teorias existentes.
Sugestões serão bem-vindas! Convido a todos e todas a registrarem o que pensam acerca destas palavras para irmos construindo um coletivo.
Ficou combinada a leitura do segundo capítulo do "Zabala" para a próxima semana. Quem tiver questionamnetos, dúvidas ou discordâncias pode compartilhar por este espaço.
Quarta-feira, Março 24, 2004
Olá!
Abaixo de cada post vem um ítem "comentário" que indica, com números, quantos deixaram escrito algo sobre o post. Clicando ali abre uma nova janela que mostrará o que e quem comentou. Caso desejem responder, podem fazê-lo ali mesmo ou postar pelo blogar a resposta.
Um abraço, J
Abaixo de cada post vem um ítem "comentário" que indica, com números, quantos deixaram escrito algo sobre o post. Clicando ali abre uma nova janela que mostrará o que e quem comentou. Caso desejem responder, podem fazê-lo ali mesmo ou postar pelo blogar a resposta.
Um abraço, J
Terça-feira, Março 23, 2004
1. Descreve tua melhor experiência educativa vivida.
Eu cursei magistério em 1987 e em 1989 eu fiz o estágio curricular com uma turma de 2ª série com 25 alunos, durante 6 meses. A escola estava localizada em uma vila de classe média baixa. As crianças eram adoráveis, meio humildes, mas com uma bagagem de vida muito grande e com muitas coisas a ensinar. Trabalhávamos a respeito de profissões, e um dia, surpreendeu-me um menino que, muito orgulhoso disse que queria ser caminhoneiro, igual ao seu pai. Ainda hoje lembro muito bem dele. As profissões almejadas por eles eram suas experiências vividas e isso me chamou muita atenção. Foi uma bela experiência.
2. E, qual tua experiência educativa vivida consideras negativa?
Recordo-me muito bem da minha 8ª série onde eu tive uma professora de Biologia que não gostava muito de dar aula. Eu sempre gostei muito da matéria e era o meu primeiro ano em escola particular. Eu estava esperando muito da escola. Qual não foi minha surpresa, um belo dia esta professora levou seus álbuns de casamento para olharmos durante o período de aula. Neste dia, ainda com espírito de jovem que quer "matar aula", achamos bom e no meio do período, deixamos a sala de aula para o pátio. Depois veio a prova, eu até me saí razoável, mas vários colegas se deram muito mal. Até hoje não sei porque não reclamamos com a direção da escola, foi muito ruim.
3. Como sintetizas estas vivências?
Todas foram muito boas, tanto as boas quanto as ruins. Fui criada no interior e sempre gostei muito de escola, aulas, professores. Fiz magistério, mas nunca pensei em seguir carreira. Sempre quis trabalhar na área da saúde, mas não como médica. Acho que estas e outras experiências foram essenciais como norteadoras da minha profissão e da minha vida pessoal.
4.O que podes dizer sobre o diferente em educação médica?
Acho que um grande diferencial na área médica é a mistura da prática clínica com a teoria, desde o início. Muitas vezes isso não se dá somente em sala de aula, mas nos corredores de hospital. Acho isto muito interessante e incentiva os alunos a se dedicarem às pessoas e não somente às doenças.
5.Conta uma situação em que consideres ter educado alguém?
Na minha profissão, faço isso quase todos os dias, ou melhor, penso que faço. O meu trabalho é orientar a alimentação das pessoas, sejam elas doentes ou saudáveis. Desde uma simples dieta para emagrecer, como uma complexa dieta cheia de restrições para indivíduos muito doentes, é uma forma de educação. E é muito gratificante ver as pessoas te procurando novamente para dizer que emagreceram ou que os sintomas melhoraram. Significa, pelo menos no meu entendimento, que elas assimilaram e seguiram as orientações recebidas. Acho que isto é uma boa experiência de educar alguém.
6. Que pergunta orienta a tua vida e queres compartilhar?
Para que e por que estamos aqui neste mundo?
7.Imaginando que possas enviar uma mensagem para o mundo, hoje, em uma única palavra, registra-a.
"VIVER"
Luciane Beitler da Cruz
Eu cursei magistério em 1987 e em 1989 eu fiz o estágio curricular com uma turma de 2ª série com 25 alunos, durante 6 meses. A escola estava localizada em uma vila de classe média baixa. As crianças eram adoráveis, meio humildes, mas com uma bagagem de vida muito grande e com muitas coisas a ensinar. Trabalhávamos a respeito de profissões, e um dia, surpreendeu-me um menino que, muito orgulhoso disse que queria ser caminhoneiro, igual ao seu pai. Ainda hoje lembro muito bem dele. As profissões almejadas por eles eram suas experiências vividas e isso me chamou muita atenção. Foi uma bela experiência.
2. E, qual tua experiência educativa vivida consideras negativa?
Recordo-me muito bem da minha 8ª série onde eu tive uma professora de Biologia que não gostava muito de dar aula. Eu sempre gostei muito da matéria e era o meu primeiro ano em escola particular. Eu estava esperando muito da escola. Qual não foi minha surpresa, um belo dia esta professora levou seus álbuns de casamento para olharmos durante o período de aula. Neste dia, ainda com espírito de jovem que quer "matar aula", achamos bom e no meio do período, deixamos a sala de aula para o pátio. Depois veio a prova, eu até me saí razoável, mas vários colegas se deram muito mal. Até hoje não sei porque não reclamamos com a direção da escola, foi muito ruim.
3. Como sintetizas estas vivências?
Todas foram muito boas, tanto as boas quanto as ruins. Fui criada no interior e sempre gostei muito de escola, aulas, professores. Fiz magistério, mas nunca pensei em seguir carreira. Sempre quis trabalhar na área da saúde, mas não como médica. Acho que estas e outras experiências foram essenciais como norteadoras da minha profissão e da minha vida pessoal.
4.O que podes dizer sobre o diferente em educação médica?
Acho que um grande diferencial na área médica é a mistura da prática clínica com a teoria, desde o início. Muitas vezes isso não se dá somente em sala de aula, mas nos corredores de hospital. Acho isto muito interessante e incentiva os alunos a se dedicarem às pessoas e não somente às doenças.
5.Conta uma situação em que consideres ter educado alguém?
Na minha profissão, faço isso quase todos os dias, ou melhor, penso que faço. O meu trabalho é orientar a alimentação das pessoas, sejam elas doentes ou saudáveis. Desde uma simples dieta para emagrecer, como uma complexa dieta cheia de restrições para indivíduos muito doentes, é uma forma de educação. E é muito gratificante ver as pessoas te procurando novamente para dizer que emagreceram ou que os sintomas melhoraram. Significa, pelo menos no meu entendimento, que elas assimilaram e seguiram as orientações recebidas. Acho que isto é uma boa experiência de educar alguém.
6. Que pergunta orienta a tua vida e queres compartilhar?
Para que e por que estamos aqui neste mundo?
7.Imaginando que possas enviar uma mensagem para o mundo, hoje, em uma única palavra, registra-a.
"VIVER"
Luciane Beitler da Cruz
Sonia....
Consegui postar finalmente. Vou contar um pouco sobre minhas vivências. Já tinha postado porém esqueci-me de assinar.
Após ser aprovado em concurso para professor de Semiologia, a preparação da minha primeira aula foi um pouco angustiante. Como era a primeira vez que lecionava para alunos do 3º ano de Medicina eu tinha como certo que os alunos iriam perceber a minha insegurança. No entanto, ao terminar a aula fiquei muito gratificado ao receber vários alunos que vieram me comprimentar pelo desempenho na aula. A experiência negativa foi que, como professor de Semiologia Prática eu não tinha pacientes em um hospital escola para mostrar aos alunos, fazendo que as aulas ficassem vazias em conteúdo. Percebi que educação não depende só de alunos e professor, mas também de outros recursos. Acredito que o diferente em educação médica é que as consequências de uma má educação nesta área determinam, as vezes, consequências irreparáveis. Minha pergunta: como posso fazer melhor meu trabalho? A minha palavra é DEDICAÇÃO.
Abraços
Aldo
Consegui postar finalmente. Vou contar um pouco sobre minhas vivências. Já tinha postado porém esqueci-me de assinar.
Após ser aprovado em concurso para professor de Semiologia, a preparação da minha primeira aula foi um pouco angustiante. Como era a primeira vez que lecionava para alunos do 3º ano de Medicina eu tinha como certo que os alunos iriam perceber a minha insegurança. No entanto, ao terminar a aula fiquei muito gratificado ao receber vários alunos que vieram me comprimentar pelo desempenho na aula. A experiência negativa foi que, como professor de Semiologia Prática eu não tinha pacientes em um hospital escola para mostrar aos alunos, fazendo que as aulas ficassem vazias em conteúdo. Percebi que educação não depende só de alunos e professor, mas também de outros recursos. Acredito que o diferente em educação médica é que as consequências de uma má educação nesta área determinam, as vezes, consequências irreparáveis. Minha pergunta: como posso fazer melhor meu trabalho? A minha palavra é DEDICAÇÃO.
Abraços
Aldo
Oi pessoal. Só passei pra testar o programa. Não tenho certeza se essa mensagem chegará ao blogger. De qualquer maneira é uma experiência válida.
Abraços
Aldo
Abraços
Aldo
Oi pessoal. Só estou testando o wbloggar. Quero ver se consigo mandar algo para o blog.
Abraço
Aldo
DESCOBERTA!!
Abraço
Aldo
Segunda-feira, Março 22, 2004
Caros alunos, vocês irão verificar que ao final do texto de alguns de vocês ( onde deve aparecer o seu nome e depois comentários) aparece o meu nome, isso ocorreu porque me enviaram o trabalho para publicar e eu entrei com o meu login e senha. A vida é uma constante aprendizagem, a cada dia aprendemos algo novo.
Mãos a obra. Compartilhem suas dúvidas, anseios e descobertas.
Abraço e até o nosso próximo encontro,
Sônia
Ps.: Não esqueçam de assinar as suas postagens, pois como todos vocês tem o mesmo login, aparecerá a palavra "pratica" no final e o post ficará sem identificação.
Mãos a obra. Compartilhem suas dúvidas, anseios e descobertas.
Abraço e até o nosso próximo encontro,
Sônia
Ps.: Não esqueçam de assinar as suas postagens, pois como todos vocês tem o mesmo login, aparecerá a palavra "pratica" no final e o post ficará sem identificação.
Sonia
1. Descreve tua melhor experiência educativa vivida?
Talvez não saiba dizer qual minha melhor experiência educativa vivida, mas uma das melhores do curso de medicina foi na disciplina de Semiologia, uma das mais importantes na faculdade de Medicina e meus dois professores eram excelentes. Não basta dizer nem mostrar como fazer o importante é fazer com que o aluno descubra isso, e acho que eles foram sensacionais.
2. E, qual tua experiência educativa vivida consideras negativa?
Também não existe uma experiência negativa, foram várias, mas uma que marcou foi na disciplina de neuroanatomia, no primeiro ano da faculdade. O professor era um carrasco, gostava de deixar os alunos com medo e intimidar, com certeza isso não me ajudou a aprender e tornou a disciplina odiada.
3. Como sintetizas estas vivências?
4. O que podes dizer sobre o diferente em educação médica?
Muitas coisas são diferentes em educação médica, primeiro nosso principal objeto de estudo é o paciente, que é na verdade um ser humano como nós. Também as doenças não vem isoladas como nos livros, separadas por capítulos, nada impede que o mesmo paciente tenha 2 ou mais doenças diferentes. E um erro pode significar a vida de alguém.
5. Conta uma situação em que consideres ter educado alguém?
Durante o curso de medicina fui monitora de 3 disciplinas e acho que durante esse período fui capaz de ensinar. Principalmente na monitoria de Semiologia, que a função do monitor é importante, pois o professor não pode dar atenção para todos os alunos, e eles são subdivididos em grupos para as aulas práticas, durante esse semestre acho que consegui fazer bem o meu papel de educadora.
6. Que pergunta orienta a tua vida e queres compartilhar?
Por que? Estou sempre buscando o porque das coisas.
7. Imaginando que possas enviar uma mensagem para o mundo, hoje, em uma única palavra, registra-a.
Paz
Patrícia Blaya
Consegui baixar o programa do blog, mas não consegui entrar nele. Além das informações sobre o usuário e a senha, o q mais eu devo digitar?
Bom, mesmo assim vou encaminhar o meu tema por e-mail.
Minha melhor experiência educativa vivida na verdade não foi com nenhum professor, foi com uma paciente minha. No meu primeiro ano de residência tive uma paciente na internação psiquiátrica que pode me ensinar coisas que jamais pude aprender com algum outro professor. A experiência foi muito intensa. Tive que aprender a manejar com a loucura de uma forma q nunca havia lido nos livros. Já uma experiência educativa negativa que me marcou foi com um professor que havia se proposto a fazer seminários nas aulas. No entanto, ao invés de abrir a oportunidade p os alunos falarem, ele aproveitava aquele público para falar de um assunto completamente diverso (político). Acho isso um desrespeito, pois o mínimo q um professor deve fazer é cumprir com aquilo q ele se propôs. Acho q a síntes da primeira vivências pode ser: podemos aprender em quase todas as situações. Já da segunda, a síntese é q o aluno não é burro!!! O diferente da educação médica para mim é q nós dispomos de muitos pacientes (e consequentemente muitos professores) q podem nos ensinar na prática aquilo q o professor ficou devendo. Agora uma experiência q eu tenha educado alguém... isso seria mais fácil perguntar p quem eu já dei aula. Mas acho q educar mesmo eu eduquei poucas pessoas: dois cursistas q eu supervisiono numa clínica psiquiatra. Acho q eles eu eduquei um pouquinho: discuti teoria, discuti a prática, e sempre q necessário, atendi os pacientes com eles. Essa última etapa minha parece fundamental para educação na especialidade q eu atuo. A minha palavra continua sendo dedicação. Já a pergunta é: será q a dedicação de todos seria sufiente para suplantar os problemas sociais do nosso país?
Acho q é isso.
Um abraço,
Carolina
Bom, mesmo assim vou encaminhar o meu tema por e-mail.
Minha melhor experiência educativa vivida na verdade não foi com nenhum professor, foi com uma paciente minha. No meu primeiro ano de residência tive uma paciente na internação psiquiátrica que pode me ensinar coisas que jamais pude aprender com algum outro professor. A experiência foi muito intensa. Tive que aprender a manejar com a loucura de uma forma q nunca havia lido nos livros. Já uma experiência educativa negativa que me marcou foi com um professor que havia se proposto a fazer seminários nas aulas. No entanto, ao invés de abrir a oportunidade p os alunos falarem, ele aproveitava aquele público para falar de um assunto completamente diverso (político). Acho isso um desrespeito, pois o mínimo q um professor deve fazer é cumprir com aquilo q ele se propôs. Acho q a síntes da primeira vivências pode ser: podemos aprender em quase todas as situações. Já da segunda, a síntese é q o aluno não é burro!!! O diferente da educação médica para mim é q nós dispomos de muitos pacientes (e consequentemente muitos professores) q podem nos ensinar na prática aquilo q o professor ficou devendo. Agora uma experiência q eu tenha educado alguém... isso seria mais fácil perguntar p quem eu já dei aula. Mas acho q educar mesmo eu eduquei poucas pessoas: dois cursistas q eu supervisiono numa clínica psiquiatra. Acho q eles eu eduquei um pouquinho: discuti teoria, discuti a prática, e sempre q necessário, atendi os pacientes com eles. Essa última etapa minha parece fundamental para educação na especialidade q eu atuo. A minha palavra continua sendo dedicação. Já a pergunta é: será q a dedicação de todos seria sufiente para suplantar os problemas sociais do nosso país?
Acho q é isso.
Um abraço,
Carolina
1. Descreve tua melhor experiência educativa vivida?
Talvez não saiba dizer qual minha melhor experiência educativa vivida, mas uma das melhores do curso de medicina foi na disciplina de Semiologia, uma das mais importantes na faculdade de Medicina e meus dois professores eram excelentes. Não basta dizer nem mostrar como fazer o importante é fazer com que o aluno descubra isso, e acho que eles foram sensacionais.
2. E, qual tua experiência educativa vivida consideras negativa?
Também não existe uma experiência negativa, foram várias, mas uma que marcou foi na disciplina de neuroanatomia, no primeiro ano da faculdade. O professor era um carrasco, gostava de deixar os alunos com medo e intimidar, com certeza isso não me ajudou a aprender e tornou a disciplina odiada.
3. Como sintetizas estas vivências?
4. O que podes dizer sobre o diferente em educação médica?
Muitas coisas são diferentes em educação médica, primeiro nosso principal objeto de estudo é o paciente, que é na verdade um ser humano como nós. Também as doenças não vem isoladas como nos livros, separadas por capítulos, nada impede que o mesmo paciente tenha 2 ou mais doenças diferentes. E um erro pode significar a vida de alguém.
5. Conta uma situação em que consideres ter educado alguém?
Durante o curso de medicina fui monitora de 3 disciplinas e acho que durante esse período fui capaz de ensinar. Principalmente na monitoria de Semiologia, que a função do monitor é importante, pois o professor não pode dar atenção para todos os alunos, e eles são subdivididos em grupos para as aulas práticas, durante esse semestre acho que consegui fazer bem o meu papel de educadora.
6. Que pergunta orienta a tua vida e queres compartilhar?
Por que? Estou sempre buscando o porque das coisas.
7. Imaginando que possas enviar uma mensagem para o mundo, hoje, em uma única palavra, registra-a.
Paz
Patrícia Blaya
Sexta-feira, Março 19, 2004
Oi Sônia,
Penso que finalmente consegui instalar o programa. Queria agradecer tua ajuda e testá-lo também. Aproveito para desejara todos um bom final de semana.
Abraços,
Ana
Penso que finalmente consegui instalar o programa. Queria agradecer tua ajuda e testá-lo também. Aproveito para desejara todos um bom final de semana.
Abraços,
Ana
Oi Sônia,
Penso que finalmente consegui instalar o programa. Queria agradecer tua ajuda e testá-lo também. Aproveito para desejara todos um bom final de semana.
Abraços,
Ana
Penso que finalmente consegui instalar o programa. Queria agradecer tua ajuda e testá-lo também. Aproveito para desejara todos um bom final de semana.
Abraços,
Ana
xvcxvxv
Sonia
Após ser aprovado em concurso para professor de Semiologia, a preparação da minha primeira aula foi um pouco angustiante. Como era a primeira vez que lecionava para alunos do 3º ano de Medicina eu tinha como certo que os alunos iriam perceber a minha insegurança. No entanto, ao terminar a aula fiquei muito gratificado ao receber vários alunos que vieram me comprimentar pelo desempenho na aula. A experiência negativa foi que, como professor de Semiologia Prática eu não tinha pacientes em um hospital escola para mostrar aos alunos, fazendo que as aulas ficassem vazias em conteúdo. Percebi que educação não depende só de alunos e professor, mas também de outros recursos. Acredito que o diferente em educação médica é que as consequências de uma má educação nesta área determinam, as vezes, consequências irreparáveis. Minha pergunta: como posso fazer melhor meu trabalho? A minha palavra é DEDICAÇÃO.
Outras leituras: usando o wbloggar
Após ser aprovado em concurso para professor de Semiologia, a preparação da minha primeira aula foi um pouco angustiante. Como era a primeira vez que lecionava para alunos do 3º ano de Medicina eu tinha como certo que os alunos iriam perceber a minha insegurança. No entanto, ao terminar a aula fiquei muito gratificado ao receber vários alunos que vieram me comprimentar pelo desempenho na aula. A experiência negativa foi que, como professor de Semiologia Prática eu não tinha pacientes em um hospital escola para mostrar aos alunos, fazendo que as aulas ficassem vazias em conteúdo. Percebi que educação não depende só de alunos e professor, mas também de outros recursos. Acredito que o diferente em educação médica é que as consequências de uma má educação nesta área determinam, as vezes, consequências irreparáveis. Minha pergunta: como posso fazer melhor meu trabalho? A minha palavra é DEDICAÇÃO.
[instalação do wbloggar e postagem]
Pessoal J
A Cristina tem razão. Algumas redes, por razões de segurança, impedem que aplicativos sejam instalados sem autorização. Meu conselho é para que Sônia ou Carmen procurem o administrador da rede do HCPA e solicitem a liberação do aplicativo.
Em relação à acentuação:
De modo geral a postagem por meio do wbloggar aceita que se copie e cole de qualquer editor de texto. Porém, não é necessário fazer o texto no Word ou outro editor. Pode ser direto no wbloggar. Os acentos devem sair normalmente.
Para baixar o wbloggar clique aqui
A Cristina tem razão. Algumas redes, por razões de segurança, impedem que aplicativos sejam instalados sem autorização. Meu conselho é para que Sônia ou Carmen procurem o administrador da rede do HCPA e solicitem a liberação do aplicativo.
Em relação à acentuação:
De modo geral a postagem por meio do wbloggar aceita que se copie e cole de qualquer editor de texto. Porém, não é necessário fazer o texto no Word ou outro editor. Pode ser direto no wbloggar. Os acentos devem sair normalmente.
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Outras leituras: usando o wbloggar
Quinta-feira, Março 18, 2004
Oi, de novo, pessoal:
Vocês notaram que meus textois aparecem com acentos e cedilhas?
Sei que não é a solução do problema, mas uma remediação, porém tenho escrito os textos no word e depois copio e colo na tela de postagem. Poderia ser usada esta maneira até a solução final, pois é muito chato ler as mensagens com aqueles sinais (geralmente ?) no meio das palavras.
Beijos,
Cristina Dornelles
Vocês notaram que meus textois aparecem com acentos e cedilhas?
Sei que não é a solução do problema, mas uma remediação, porém tenho escrito os textos no word e depois copio e colo na tela de postagem. Poderia ser usada esta maneira até a solução final, pois é muito chato ler as mensagens com aqueles sinais (geralmente ?) no meio das palavras.
Beijos,
Cristina Dornelles
Oi pessoal:
Ontem eu tentei várias vezes colocar o blogger no meu computador do HCPA, mas não consegui, penso que seja por configuração de segurança da rede.
Hoje instalei em minha casa e aqui estou.
Tudo Ok.
Beijos,
Cristina Dornelles
Ontem eu tentei várias vezes colocar o blogger no meu computador do HCPA, mas não consegui, penso que seja por configuração de segurança da rede.
Hoje instalei em minha casa e aqui estou.
Tudo Ok.
Beijos,
Cristina Dornelles
De: "Ana Staub"
Para: soniapedroso
Assunto: Pratica Educativa
Data: Wed, 17 Mar 2004 22:25:26 -0300
Oi Sônia,
Assim como a Cristina, também não consegui abrir o blog. Ficarei aguardando instruções.
A respeito das minhas vivências educativas penso que pela maneira como guio o meu trabalho, coloco diariamente isto em prática. Explicando melhor: Sou fisioterapeuta e trabalho apenas com crianças com seqüelas motoras. Como acredito que somente a continuidade daquilo que é realizado em terapia é o que resultará em aperfeiçoamento de um determinado movimento, ou mesmo a correção de posturas e padrões de movimentos anormais, sinto-me na obrigação de orientar as mães e cuidadores com os manuseios a serem realizados em casa. Esta é minha vivência educativa, pois tenho que, através de uma linguagem simples e compreensível, transmitir conhecimento prático e segurança àquelas mães que estarão "trabalhando" com seu filho em casa.
Minha melhor experiência foi justamente com uma mãe muito humilde e com pouca instrução, que, conseguindo entender as minhas dificuldades de manuseio e de adequação de posturas para seu filho, trouxe soluções simples de posicionamneto utilizando os poucos recursos que dispunha em sua casa. Esta família eu realmente instrui, eduquei, pois ela seguramente realizará as atividades propostas.
Minha experiência negativa foi a de aceitar o desafio de dar uma aula sobre manuseio de crianças com paralisia cerebral para professores de uma APAE, e perceber que a linguagem que estava utilizando não os atingia.
O que posso dizer sobre o diferente em educação médica (e entendo isto por educação em saúde), é que em algumas situações, tendemos a utilizar "termos médicos" ao discutirmos com o paciente. Isto muitas vezes dificulta a compreensão de informações e sua aproximação.
A pergunta que orienta minha vida ?: haverá um tempo em que os recursos de saúde serão realmente disponibilizados para todos?
Minha palavra de mensagem ?: PERSEVERANÇA!
Um abraço,
Ana Staub
Para: soniapedroso
Assunto: Pratica Educativa
Data: Wed, 17 Mar 2004 22:25:26 -0300
Oi Sônia,
Assim como a Cristina, também não consegui abrir o blog. Ficarei aguardando instruções.
A respeito das minhas vivências educativas penso que pela maneira como guio o meu trabalho, coloco diariamente isto em prática. Explicando melhor: Sou fisioterapeuta e trabalho apenas com crianças com seqüelas motoras. Como acredito que somente a continuidade daquilo que é realizado em terapia é o que resultará em aperfeiçoamento de um determinado movimento, ou mesmo a correção de posturas e padrões de movimentos anormais, sinto-me na obrigação de orientar as mães e cuidadores com os manuseios a serem realizados em casa. Esta é minha vivência educativa, pois tenho que, através de uma linguagem simples e compreensível, transmitir conhecimento prático e segurança àquelas mães que estarão "trabalhando" com seu filho em casa.
Minha melhor experiência foi justamente com uma mãe muito humilde e com pouca instrução, que, conseguindo entender as minhas dificuldades de manuseio e de adequação de posturas para seu filho, trouxe soluções simples de posicionamneto utilizando os poucos recursos que dispunha em sua casa. Esta família eu realmente instrui, eduquei, pois ela seguramente realizará as atividades propostas.
Minha experiência negativa foi a de aceitar o desafio de dar uma aula sobre manuseio de crianças com paralisia cerebral para professores de uma APAE, e perceber que a linguagem que estava utilizando não os atingia.
O que posso dizer sobre o diferente em educação médica (e entendo isto por educação em saúde), é que em algumas situações, tendemos a utilizar "termos médicos" ao discutirmos com o paciente. Isto muitas vezes dificulta a compreensão de informações e sua aproximação.
A pergunta que orienta minha vida ?: haverá um tempo em que os recursos de saúde serão realmente disponibilizados para todos?
Minha palavra de mensagem ?: PERSEVERANÇA!
Um abraço,
Ana Staub
Quarta-feira, Março 17, 2004
Data: Wed, 17 Mar 2004 15:20:43 -0300 (ART)
De: "Cristina Dornelles"
Assunto: Tarefa da PEM
Para: soniapedroso
Sônia:
Como não consegui conexão com o blog, estou mandando para o teu e-mail. Poderias me fazer a gentileza de colocar o texto no blog, para todos.
Obrigada,
Cris
Talvez por ter sido a primeira foi tão marcante. Formei-me em 1991, na UFRGS, fiz duas práticas educativas (1º e 2º graus), a primeira delas foi na 6ª
série de uma escola municipal de POA. Quando comecei a estudar classificação dos seres vivos tentei fazê-lo de uma forma lúdica, pois, para mim, taxonomia sempre foi muito maçante, e eu estava trabalhando com crianças, sendo assim criei um jogo com peças coloridas, em cartolina, com formas variadas e propus aos alunos que construíssem chaves de classificação para aquelas peças, dividi a turma em grupos. Havia feito uma espécie de gabarito com as alternativas que eu supunha possíveis de serem criadas. Qual não foi a minha surpresa ao ver muitas outras combinações que eu não havia percebido que eram possíveis. Penso que foi assim que eu, realmente, aprendi que a prática educativa é um processo, sobretudo, dinâmico e interativo, que não há conhecimento completo e, muito menos, fechado e exato. Agradeço até hoje àquelas crianças por terem me ensinado esta lição. Como na vida, nem tudo é lindo em prática educativa e, talvez por ser a mais recente, minha pior experiência foi no semestre passado, numa turma de graduação da UFRGS. Numa tarde de verão, na qual observei, um a um, o rosto dos meus alunos e não consegui manter contato, suas mentes não estavam ali, comigo, por uma fração de segundo pensei: "vale a pena estar aqui, passando por todo este calor, e não ver ao menos um par de olhos brilhar por causa das minhas palavras?"
Não consigo perceber diferenças em educação médica, pois considero que a prática educativa acontece constantemente, em todos os níveis. Educar é muito mais amplo do que transmitir conhecimento, nós temos responsabilidade sobre a construção da personalidade de seres humanos, além de auxiliá-los na construção da sua carreira futura.
Conforme esta minha visão de educação, penso que educamos várias pessoas todo o dia, todos os dias, com nossas atitudes. Resumir isto em um exemplo é difícil, mas o mais importante para mim é saber que eu consegui transmitir as de que todas as pessoas são iguais e, por isto, todas merecem respeito e carinho.
Uma pergunta que orienta a minha vida ?: "a igualdade de condições é uma utopia?"
Minha mensagem "monovocábula" ?: "Solidariedade"
De: "Cristina Dornelles"
Assunto: Tarefa da PEM
Para: soniapedroso
Sônia:
Como não consegui conexão com o blog, estou mandando para o teu e-mail. Poderias me fazer a gentileza de colocar o texto no blog, para todos.
Obrigada,
Cris
Talvez por ter sido a primeira foi tão marcante. Formei-me em 1991, na UFRGS, fiz duas práticas educativas (1º e 2º graus), a primeira delas foi na 6ª
série de uma escola municipal de POA. Quando comecei a estudar classificação dos seres vivos tentei fazê-lo de uma forma lúdica, pois, para mim, taxonomia sempre foi muito maçante, e eu estava trabalhando com crianças, sendo assim criei um jogo com peças coloridas, em cartolina, com formas variadas e propus aos alunos que construíssem chaves de classificação para aquelas peças, dividi a turma em grupos. Havia feito uma espécie de gabarito com as alternativas que eu supunha possíveis de serem criadas. Qual não foi a minha surpresa ao ver muitas outras combinações que eu não havia percebido que eram possíveis. Penso que foi assim que eu, realmente, aprendi que a prática educativa é um processo, sobretudo, dinâmico e interativo, que não há conhecimento completo e, muito menos, fechado e exato. Agradeço até hoje àquelas crianças por terem me ensinado esta lição. Como na vida, nem tudo é lindo em prática educativa e, talvez por ser a mais recente, minha pior experiência foi no semestre passado, numa turma de graduação da UFRGS. Numa tarde de verão, na qual observei, um a um, o rosto dos meus alunos e não consegui manter contato, suas mentes não estavam ali, comigo, por uma fração de segundo pensei: "vale a pena estar aqui, passando por todo este calor, e não ver ao menos um par de olhos brilhar por causa das minhas palavras?"
Não consigo perceber diferenças em educação médica, pois considero que a prática educativa acontece constantemente, em todos os níveis. Educar é muito mais amplo do que transmitir conhecimento, nós temos responsabilidade sobre a construção da personalidade de seres humanos, além de auxiliá-los na construção da sua carreira futura.
Conforme esta minha visão de educação, penso que educamos várias pessoas todo o dia, todos os dias, com nossas atitudes. Resumir isto em um exemplo é difícil, mas o mais importante para mim é saber que eu consegui transmitir as de que todas as pessoas são iguais e, por isto, todas merecem respeito e carinho.
Uma pergunta que orienta a minha vida ?: "a igualdade de condições é uma utopia?"
Minha mensagem "monovocábula" ?: "Solidariedade"
Olá alunos da disciplina Prática Educativa!
Como foi explicado em aula, muitas das atividades serão realizadas no nosso Blog. Para trocarmos informações e possibilidades de convívio, convido a pensar, promovendo um "passeio da alma" como diziam os gregos, peço que respondam:
1. Descreve tua melhor experiência educativa vivida?
2. E, qual tua experiência educativa vivida consideras negativa?
3. Como sintetizas estas vivências?
4. O que podes dizer sobre o diferente em educação médica?
5. Conta uma situação em que consideres ter educado alguém?
6. Que pergunta orienta a tua vida e queres compartilhar?
7. Imaginando que possas enviar uma mensagem para o mundo, hoje, em uma única palavra, registra-a.
Abraço e até a próxima aula,
Sônia
Ps.: Sempre que forem postar não esquecer de assinar o post.
Como foi explicado em aula, muitas das atividades serão realizadas no nosso Blog. Para trocarmos informações e possibilidades de convívio, convido a pensar, promovendo um "passeio da alma" como diziam os gregos, peço que respondam:
1. Descreve tua melhor experiência educativa vivida?
2. E, qual tua experiência educativa vivida consideras negativa?
3. Como sintetizas estas vivências?
4. O que podes dizer sobre o diferente em educação médica?
5. Conta uma situação em que consideres ter educado alguém?
6. Que pergunta orienta a tua vida e queres compartilhar?
7. Imaginando que possas enviar uma mensagem para o mundo, hoje, em uma única palavra, registra-a.
Abraço e até a próxima aula,
Sônia
Ps.: Sempre que forem postar não esquecer de assinar o post.
Terça-feira, Março 16, 2004
Oi Su!
Achei o Blog muito bonito.
Abraço, Sônia
Achei o Blog muito bonito.
Abraço, Sônia
SU!
Tens razão. Nossos filhos tem vida própria. Fazem suas escolhas e nós precisamos aceita-los como seres inacabados que somos! Estou contigo!
Beijos!
Carmen

Tens razão. Nossos filhos tem vida própria. Fazem suas escolhas e nós precisamos aceita-los como seres inacabados que somos! Estou contigo!
Beijos!
Carmen
[plugada e desplugada]
Acabo de chegar da minha apresentação no III Ciclo de Palestras sobre Novas Tecnologias na Educação do CINTED - UFRGS. Para variar cheguei plugada em 220V. Estas apresentações e a possibilidade de compartilhar o que ando estudando e, também, de ouvir os colegas sempre me deixa assim. Foi como um sair um pouquinho do túnel no qual eu estou entocada desde sexta passada.
Minha nenê está no hospital desde sábado e eu não penso outra coisa sem ser estar com ela. Eu lembro que, quando ela nasceu, eu fiquei assim plugada em 220 V. A coisa mais legal que eu tinha feito desde que nasci foi aquela menina e só fui tão competente de novo dois anos depois, quando fiz o mano dela. E, hoje, se eu pudesse colocava ela dentro de mim de novo, para que ela não tivesse que passar as coisas que está passando, para, de algum modo, poder protegê-la. Mas não dá. E eu tenho que aprender que não controlo nada, que o máximo que posso fazer é tentar. Tentar do melhor jeito e entender que, queira eu ou não, ela não é mais eu.
Minha nenê está no hospital desde sábado e eu não penso outra coisa sem ser estar com ela. Eu lembro que, quando ela nasceu, eu fiquei assim plugada em 220 V. A coisa mais legal que eu tinha feito desde que nasci foi aquela menina e só fui tão competente de novo dois anos depois, quando fiz o mano dela. E, hoje, se eu pudesse colocava ela dentro de mim de novo, para que ela não tivesse que passar as coisas que está passando, para, de algum modo, poder protegê-la. Mas não dá. E eu tenho que aprender que não controlo nada, que o máximo que posso fazer é tentar. Tentar do melhor jeito e entender que, queira eu ou não, ela não é mais eu.
Segunda-feira, Março 15, 2004

[Prática Educativa 2004]
Iniciando ano novo de casa nova!
Nosso novo endereço é http:/www.ufrgs.br/tramse/med/
A necessidade de disponibilizar um espaço que proporcionasse a continuidade das discussões realizadas em aula e que suscitasse o florescimento de outras questões sobre educação e formação de professores encorajou e inspirou a construção do blog Prática Educativa. É um espaço que promove a interação e a troca de saberes entre diferentes sujeitos de modo não presencial, possibilitando a aprendizagem de conteúdos pré-estabelecidos pela disciplina e nos conduz, também, a uma constante procura de conhecimentos que não estão pré-estabelecidos no currículo e a busca da compreensão das ferramentas da web.
O Prática Educativa é um projeto ligado ao [zaptlogs] e acontece dentro do Projeto Integrado de Pesquisa ZAPT - TRAMSE / UFRGS.
Visite, também, o Prática Educativa 2003.
Nosso novo endereço é http:/www.ufrgs.br/tramse/med/
A necessidade de disponibilizar um espaço que proporcionasse a continuidade das discussões realizadas em aula e que suscitasse o florescimento de outras questões sobre educação e formação de professores encorajou e inspirou a construção do blog Prática Educativa. É um espaço que promove a interação e a troca de saberes entre diferentes sujeitos de modo não presencial, possibilitando a aprendizagem de conteúdos pré-estabelecidos pela disciplina e nos conduz, também, a uma constante procura de conhecimentos que não estão pré-estabelecidos no currículo e a busca da compreensão das ferramentas da web.
O Prática Educativa é um projeto ligado ao [zaptlogs] e acontece dentro do Projeto Integrado de Pesquisa ZAPT - TRAMSE / UFRGS.
Visite, também, o Prática Educativa 2003.