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sindique este site
Segunda-feira, Maio 31, 2004
Cara Carmen
Estou escrevendo apenas para lembrá-la sobre o livro do Promed de que me falaste. Se puderes levar na próxima aula para eu dar uma olhada fico agradecida.
Abraços Patrícia Picon
Estou escrevendo apenas para lembrá-la sobre o livro do Promed de que me falaste. Se puderes levar na próxima aula para eu dar uma olhada fico agradecida.
Abraços Patrícia Picon
Quinta-feira, Maio 27, 2004
Olá pessoal!
Faz duas semanas que não nos encontramos. Estou com muita saudade dos nossos encontros das 4ª feiras. Espero que o andamento de seus trabalhos estejam indo muito bem. Por motivos de saúde tive que ficar um pouco afastada, mas agora esta tudo bem. Dúvidas sobre materiais para o trabalho perguntem através do Blog ou liguem para o núcleo TRAMSE, f: 33164144.
Abraço e até 4ª feira,
Sônia
Faz duas semanas que não nos encontramos. Estou com muita saudade dos nossos encontros das 4ª feiras. Espero que o andamento de seus trabalhos estejam indo muito bem. Por motivos de saúde tive que ficar um pouco afastada, mas agora esta tudo bem. Dúvidas sobre materiais para o trabalho perguntem através do Blog ou liguem para o núcleo TRAMSE, f: 33164144.
Abraço e até 4ª feira,
Sônia
Quarta-feira, Maio 26, 2004
Estava passando sobre o elevado da Borges de Medeiros, no início da tarde, e vi uma imagem linda, aquela relva verde que tem dos lados do elevado estava toda florida de minúsculas flores amarelas sendo banhadas por um sol brilhante. Fiquei maravilhada e percebi o quanto preciso de poucas coisas para me sentir feliz. Quando tive este pensamento, lembrei de manhã discussão hoje pela manhã, cheguei a conclusão de que estas pequenas coisas me deixam feliz por que eu estou em um perfil mediano, por que tenho uma família feliz, duas filhas lindas, as quais têm acesso à saúde, educação, alimentação, vestuário, habitação,e isto me basta para ser feliz.
Mas existem dois extremos apostos, um que não tem acesso a nada disto e, portanto, não consegue se sentir feliz ao ver florezinhas amarelas sob o sol e o outro, aquele que tem tanto, que isto é tão pouco que nunca o deixará feliz.
Ainda tenho sonhos, muitos aliás, e um deles é de que pudessémos ser todos medianos, ter tudo o que é necessário para a constituição de uma vida digna, mas que não almejace ter tudo, mesmo o que está além das suas necessidades.
Cristina
Caras colegas de grupo
Tentei sem sucesso mandar por e-mail o resumo do artigo que lí, pois pelo menos 3 voltaram . Então pensei em mandar pelo Blog para vocês. Abraços Patrícia Picon
Linguagem e Globalização- questões linguísticas, culturais e éticas
Jorge Campos da Costa. Revista da ADPUCRS, 2000, n 1, p 43-53, Porto Alegre, Edipucrs.
A polêmica atual: interferência de uma língua sobre outras, no mundo globalizado, mais especificamente os efeitos do inglês sobre o português. O artigo pretende entre outras coisas os principais argumentos em confronto.
O problema dos estrangeirismos, embora antigo na tradição pedagógica , chega agora, com o mundo globalizado, à sua máxima complexidade. Há duas posturas possíveis:
1. A postura de condenação aos estrangeirismos, com os seguintes argumentos. Se a cultura de um povo se expressa em sua tradição lingüística , e é desejável assumir esta como forma adequada de preservar aquela, então cabe normatizar para que se evitem estrangeirismos, nocivos à tal tradição , ou para que ela possam ser organicamente incorporados por ela. Assim é desejável normatizar -se o uso de estrangeirismos.
2. Se a língua, em sua evolução histórico-social, expressa a cultura do povo que a pratica, e é desejável preservar tal patrimônio, então cabe respeitar, democraticamente, esse momento histórico de intensas trocas culturais e interpenetrações lingüísticas, ou, ainda, assumir que o espírito da língua se sustenta e enriquece com a tendência à globalização. Então a língua não é ameaçada em seu espírito , ela incorpora o momento cultural.
As línguas vivas atuais interagem intensamente, dentro do contexto da realidade globalizadora e os estrangeirismos não são apenas rótulos soltos e isolados mas verdadeiros "icebergs" com camadas espessas de realidades extrapedagógicas por baixo.
Assumindo-se o princípio da arbitrariedade do signo (aquilo que se compreende ) em qualquer língua, torna , a realidade, do ponto- de-vista puramente lingüístico, inexpressiva a troca de um significante por outro. Isso quer dizer, ao nível do léxico, em termos teóricos, a substituição do português 'apagar' pelo americanismo de 'deletar' é equivalente à substituição cultural, no interior do próprio português de 'parir' por 'dar a luz'. Todas as expressões continuam arbitrariamente conectadas em termos de significantes-significado (sinal-signo) , linguagem-objetos do mundo. Isso aponta, em última análise, para uma cerat trivialização na atitude de se reagir com tanta radicalidade a alguns significantes em nome de outros. Em sua forma espontânea de compreender o uso da lígua, opvo sabe intuitivamente o pricípio da arbitrariedade. Não convém, por isso, em nome de qualquer pedagogia, trata-lo como ignorante em questões de linguagem.
Resumo: Patrícia Picon
Mas existem dois extremos apostos, um que não tem acesso a nada disto e, portanto, não consegue se sentir feliz ao ver florezinhas amarelas sob o sol e o outro, aquele que tem tanto, que isto é tão pouco que nunca o deixará feliz.
Ainda tenho sonhos, muitos aliás, e um deles é de que pudessémos ser todos medianos, ter tudo o que é necessário para a constituição de uma vida digna, mas que não almejace ter tudo, mesmo o que está além das suas necessidades.
Cristina
Segunda-feira, Maio 24, 2004
Caras colegas de grupo
Tentei sem sucesso mandar por e-mail o resumo do artigo que lí, pois pelo menos 3 voltaram . Então pensei em mandar pelo Blog para vocês. Abraços Patrícia Picon
Linguagem e Globalização- questões linguísticas, culturais e éticas
Jorge Campos da Costa. Revista da ADPUCRS, 2000, n 1, p 43-53, Porto Alegre, Edipucrs.
A polêmica atual: interferência de uma língua sobre outras, no mundo globalizado, mais especificamente os efeitos do inglês sobre o português. O artigo pretende entre outras coisas os principais argumentos em confronto.
O problema dos estrangeirismos, embora antigo na tradição pedagógica , chega agora, com o mundo globalizado, à sua máxima complexidade. Há duas posturas possíveis:
1. A postura de condenação aos estrangeirismos, com os seguintes argumentos. Se a cultura de um povo se expressa em sua tradição lingüística , e é desejável assumir esta como forma adequada de preservar aquela, então cabe normatizar para que se evitem estrangeirismos, nocivos à tal tradição , ou para que ela possam ser organicamente incorporados por ela. Assim é desejável normatizar -se o uso de estrangeirismos.
2. Se a língua, em sua evolução histórico-social, expressa a cultura do povo que a pratica, e é desejável preservar tal patrimônio, então cabe respeitar, democraticamente, esse momento histórico de intensas trocas culturais e interpenetrações lingüísticas, ou, ainda, assumir que o espírito da língua se sustenta e enriquece com a tendência à globalização. Então a língua não é ameaçada em seu espírito , ela incorpora o momento cultural.
As línguas vivas atuais interagem intensamente, dentro do contexto da realidade globalizadora e os estrangeirismos não são apenas rótulos soltos e isolados mas verdadeiros "icebergs" com camadas espessas de realidades extrapedagógicas por baixo.
Assumindo-se o princípio da arbitrariedade do signo (aquilo que se compreende ) em qualquer língua, torna , a realidade, do ponto- de-vista puramente lingüístico, inexpressiva a troca de um significante por outro. Isso quer dizer, ao nível do léxico, em termos teóricos, a substituição do português 'apagar' pelo americanismo de 'deletar' é equivalente à substituição cultural, no interior do próprio português de 'parir' por 'dar a luz'. Todas as expressões continuam arbitrariamente conectadas em termos de significantes-significado (sinal-signo) , linguagem-objetos do mundo. Isso aponta, em última análise, para uma cerat trivialização na atitude de se reagir com tanta radicalidade a alguns significantes em nome de outros. Em sua forma espontânea de compreender o uso da lígua, opvo sabe intuitivamente o pricípio da arbitrariedade. Não convém, por isso, em nome de qualquer pedagogia, trata-lo como ignorante em questões de linguagem.
Resumo: Patrícia Picon
Domingo, Maio 23, 2004
[postagem e outras coisinhas :)]
Pessoal, o wbloggar já voltou ao normal. É possível deletar e corrigir posts por ele novamente. Por outro lado, atendendo a algumas solicitações, informo que é possível a todos terem a sua própria assinatura para postar neste blog. Como? Me passando seu e-mail.
Acontece da seguinte forma:
- Mandarei um email convite para o seu endereço por meio do blogger. Neste email vai um link para aceitação do convite. Antes de aceitar o convite, saia da página de edição do blogger (a www.blogger.com), usando o botão 'sair' ou 'logoff' e feche a página.
- Cliquem no link do convite e abrirá uma página que pergunta se vocês aceitam o convite. Marquem sim.
- Na página é perguntado, também, se vocês são usuários do blogger. Escolham a opção NÃO e preencham o cadastro.
- Não usem nem a senha nem o nome de usuário deste blog. Criem o seu.
- Usem prefencialmente nomes de usuários diferentes. Por exemplo: é bem provável que já exista alguém usando dudu, então usem dudufrgs. Importante: não usem acentos, espaço entre palavras, símbolos, ç ou letras maiúsculas.
- Feito o cadastro aparecerá uma página onde tem um link para o blog. Nesta página, além de nosso blog, vocês poderão criar o seu próprio se assim o desejarem.
- Depois disso basta configurar uma nova conta no wbloggar, exatamente como fizeram a que já tem. Abram o aplicativo, selecionem 'nova conta', e preencham com os dados que criaram (nome do usuário e senha) e criem a 'nova conta'. Na janela que abrir, escolham 'blogger' e coloquem novamente seu nome de usuário recém criado.
Tá feito! De agora em diante seus posts vão sair com sua assinatura, como este meu (olha o Su lá embaixo!).
<--- clique na bonequinha para me mandar um e-mail. abraço a todos :)
Acontece da seguinte forma:
- Mandarei um email convite para o seu endereço por meio do blogger. Neste email vai um link para aceitação do convite. Antes de aceitar o convite, saia da página de edição do blogger (a www.blogger.com), usando o botão 'sair' ou 'logoff' e feche a página.
- Cliquem no link do convite e abrirá uma página que pergunta se vocês aceitam o convite. Marquem sim.
- Na página é perguntado, também, se vocês são usuários do blogger. Escolham a opção NÃO e preencham o cadastro.
- Não usem nem a senha nem o nome de usuário deste blog. Criem o seu.
- Usem prefencialmente nomes de usuários diferentes. Por exemplo: é bem provável que já exista alguém usando dudu, então usem dudufrgs. Importante: não usem acentos, espaço entre palavras, símbolos, ç ou letras maiúsculas.
- Feito o cadastro aparecerá uma página onde tem um link para o blog. Nesta página, além de nosso blog, vocês poderão criar o seu próprio se assim o desejarem.
- Depois disso basta configurar uma nova conta no wbloggar, exatamente como fizeram a que já tem. Abram o aplicativo, selecionem 'nova conta', e preencham com os dados que criaram (nome do usuário e senha) e criem a 'nova conta'. Na janela que abrir, escolham 'blogger' e coloquem novamente seu nome de usuário recém criado.
Tá feito! De agora em diante seus posts vão sair com sua assinatura, como este meu (olha o Su lá embaixo!).
Sábado, Maio 22, 2004
Cara Prof. Carmen
Tentei sem sucesso achar na Biblioteca da Pedadgogia o Livro da Marta Kohl que me recomendaste. Achei com a ajuda da Sônia que lá estava, por acaso, 2 referências, as quais verei se algo para me ajudar Grata ainda assim . Se lembrar do meu tema "linguagem e aprendizado de atitudes" em estudantes de medicina e tiver alguma outra sugestão será bem vinda. Abraços Patrícia Picon
Tentei sem sucesso achar na Biblioteca da Pedadgogia o Livro da Marta Kohl que me recomendaste. Achei com a ajuda da Sônia que lá estava, por acaso, 2 referências, as quais verei se algo para me ajudar Grata ainda assim . Se lembrar do meu tema "linguagem e aprendizado de atitudes" em estudantes de medicina e tiver alguma outra sugestão será bem vinda. Abraços Patrícia Picon
Quinta-feira, Maio 20, 2004
Quanto à "imagem", parece-me que ninguém sentaria neste banco, ou seja, ele sempre estará vazio, pois os critérios para ocupá-lo são tão rigorosos que ninguém conseguirá.
Alguém brilhante, erudito, muito inteligente, mesmo disposto a multiplicar seu conhecimento com outras pessoas o conseguirá se não diminuir seu nível de exigência, se não "falar a língua" de quem o escuta, se não utilizar mecanismos dinâmicos e criativos.
Penso que não!
Ele será um escalador sem corda de segurança e sem companheiros, não que isto não deixe-o chegar até o topo, mas será muito mais difícil, penoso e solitário.
Cristina Dornelles
Alguém brilhante, erudito, muito inteligente, mesmo disposto a multiplicar seu conhecimento com outras pessoas o conseguirá se não diminuir seu nível de exigência, se não "falar a língua" de quem o escuta, se não utilizar mecanismos dinâmicos e criativos.
Penso que não!
Ele será um escalador sem corda de segurança e sem companheiros, não que isto não deixe-o chegar até o topo, mas será muito mais difícil, penoso e solitário.
Cristina Dornelles
Carmen:
Sinto-me muito sintonizada contigo, penso que sejam nossas visões de mundo e de educação, que, mesmo não explicitando em conversas particularres, deixamos claras em todas as nossas atitudes e discursos.
Esta rebeldia, vontade de mudança e não estagnação são características que nos aproximam.
Sou muito emotiva, penso que até demais, pois isto faz-me sofrer em exagero por várias vezes, mas em horas como esta, quando li teu comentário sobre minha mensagem, acredito que é bom ter tanta emoção. Levaste-me às lágrimas, por pura certeza do carinho que veio nas entrelinhas do que escrevestes.
Amo nossa profissão e, muito deste amor, deve-se a eu ter encontrado as pessoas certas na construção da minha aprendizagem.
Obrigada,
Cristina Dornelles
Sinto-me muito sintonizada contigo, penso que sejam nossas visões de mundo e de educação, que, mesmo não explicitando em conversas particularres, deixamos claras em todas as nossas atitudes e discursos.
Esta rebeldia, vontade de mudança e não estagnação são características que nos aproximam.
Sou muito emotiva, penso que até demais, pois isto faz-me sofrer em exagero por várias vezes, mas em horas como esta, quando li teu comentário sobre minha mensagem, acredito que é bom ter tanta emoção. Levaste-me às lágrimas, por pura certeza do carinho que veio nas entrelinhas do que escrevestes.
Amo nossa profissão e, muito deste amor, deve-se a eu ter encontrado as pessoas certas na construção da minha aprendizagem.
Obrigada,
Cristina Dornelles
Suzana em particular e todos nós, os demais!
Acessando o Prática Educativa e buscando uma informação que sabia que estava no [zaptlogs] medei conta que para quem quer entrar por dentro do projeto e não apenas na sua descrição, o acesso se dá pelo link que está no meio do texto do projeto! Por isto, talvez, algumas pessoas não tenham localizado as informações que procuravam!
Acessando o Prática Educativa e buscando uma informação que sabia que estava no [zaptlogs] medei conta que para quem quer entrar por dentro do projeto e não apenas na sua descrição, o acesso se dá pelo link que está no meio do texto do projeto! Por isto, talvez, algumas pessoas não tenham localizado as informações que procuravam!
Quarta-feira, Maio 19, 2004
Blogueiras Blogueiros!
Como podem comprovar professor erra! Aprende! Tenta! Refaz! Afinal, também é gente. E, gente grande aprende pelos mesmos mecanismos que usou enquanto é gente pequena! As informações se ampliam mas as nossas histórias e as nossas memórias continuam conosco! Esta é a nossa/minha vida!
Não consegui até agora construir um endereço que preserve a imagem que dá origem ao texto abaixo:
A foto anexa mostra o vidro de um trem do metrô de Tókio.
Apenas diz que o banco é para:
* pessoas de braço quebrado;
* com crianças no colo;
* grávidas;
* e com perna quebrada!
Você entenderia o mesmo ???

--------------------------------------------------------------------------------
Quem quizer refletir, faça-o! Esta imagem é bem interessante para quem anda a procura de possibilidades de diálogos entre professores e alunos, nas diversas linguagens, entre o conhecido e o desconhecido!
Como podem comprovar professor erra! Aprende! Tenta! Refaz! Afinal, também é gente. E, gente grande aprende pelos mesmos mecanismos que usou enquanto é gente pequena! As informações se ampliam mas as nossas histórias e as nossas memórias continuam conosco! Esta é a nossa/minha vida!
Não consegui até agora construir um endereço que preserve a imagem que dá origem ao texto abaixo:
A foto anexa mostra o vidro de um trem do metrô de Tókio.
Apenas diz que o banco é para:
* pessoas de braço quebrado;
* com crianças no colo;
* grávidas;
* e com perna quebrada!
Você entenderia o mesmo ???

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Quem quizer refletir, faça-o! Esta imagem é bem interessante para quem anda a procura de possibilidades de diálogos entre professores e alunos, nas diversas linguagens, entre o conhecido e o desconhecido!
Estava lendo sobre avaliação e encontrei esta citação de Gayle Fields. Pensei que não tinha o direito de não compartilhar esta paixão pelo ensino como todos. Cristina
<i>"Os escaladores, tal como os professores e os estudantes, estão constantemente a receber ajudas para atingirem os seus objetivos; tal como a corda de segurança liga os vários escaladores, os laços de aceitação e compreensão unem o professor e seus alunos. O excitante, o divertido é que a aventura nunca para; mudando, insistindo, desafiando à medida que cada passo é dado, tal qual como acontece na sala de aula. Cada etapa da escalada é uma mini aventura e um desafio, requerendo diferentes técnicas, diferentes competências e interajudas."

<i>"Os escaladores, tal como os professores e os estudantes, estão constantemente a receber ajudas para atingirem os seus objetivos; tal como a corda de segurança liga os vários escaladores, os laços de aceitação e compreensão unem o professor e seus alunos. O excitante, o divertido é que a aventura nunca para; mudando, insistindo, desafiando à medida que cada passo é dado, tal qual como acontece na sala de aula. Cada etapa da escalada é uma mini aventura e um desafio, requerendo diferentes técnicas, diferentes competências e interajudas."
Segunda-feira, Maio 17, 2004
Estou testando o Blogger no HCPA
Algumas referências para auxiliar na preparação da apresentação dos trabalhos
GRUPO: AVALIAÇÃO - Apresentação: 09/06/2004
HOFFMANN, Jussara Maria. Avaliar para promover: as setas do caminho.
____. Pontos e contrapontos: do pensar ao agir em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 1998.
____. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Educação & Realidade, 1998.
____. Avaliação: mito & desafio: uma perspectiva construtivista> Porto Alegre. Educação & Realidade, 1995.
____. Avaliação no ensino superior: o desafio de uma perspectiva mediadora na avaliação do aluno e do professor. In: Roteiro, vol.13, nº28 (jul/dez,1992), p. 19-30.
____. SAUL, Ana Maria. Avaliação da pós-graduação: superamos os limites?. In: Educação brasileira (Brasília). Brasília, DF, vol. 19, nº 38 (1º semestre 1997), p.111-119.
____. Avaliação emancipatória: uma abordagem crítico-transformadora. In: Tecnologia Educacional. Rio de Janeiro, vol. 21, nº 104 (jan/fev. 1992), p.24-31.
____. Avaliação: É PRECISO DEMOCRATIZAR. In: Educação Municipal, v.1, nº 1(jun1988), p. 37-40
GRUPO: MECANISMOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM - Apresentação: 02/06/2004
BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e epistemológicos. In: Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 2001, p.15-32.
____. O ato pedagógico de ensinar e a produção do conhecimento. In: Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 2001, p. 2001, p. 33-44.
FORTUNA, Tânia, Ramos. Jogo em aula: recurso permite repensar as relações de ensino-aprendizagem. In: Revista do professor. (POA). Porto Alegre, v.19, n° 75 (jul/set. 2003), p. 15-19.
GRUPO: VIOLÊNCIA E DROGAS - Apresentação: ?
VALLA, Victor Vicent (org.). Saúde e Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
GRUPO: LINGUAGEM - Apresentação:02/06/2004
BAKTHIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo, Editora Hucitec, 1992.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky : aprendizagem e desenvolvimento : um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 1997.
Vygotsky, Lev Semynovich. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
FREIRE, Paulo.Medo e ousadia : o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
As mudanças no blogger estão fazendo com que o wbloggar não funcione para a edição (corregir/deletar) de posts. Para estes movimentos é necessário acessar diretamente o site do blogger. Acredito que em breve haverá correção para esta limitação.
GRUPO: AVALIAÇÃO - Apresentação: 09/06/2004
HOFFMANN, Jussara Maria. Avaliar para promover: as setas do caminho.
____. Pontos e contrapontos: do pensar ao agir em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 1998.
____. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Educação & Realidade, 1998.
____. Avaliação: mito & desafio: uma perspectiva construtivista> Porto Alegre. Educação & Realidade, 1995.
____. Avaliação no ensino superior: o desafio de uma perspectiva mediadora na avaliação do aluno e do professor. In: Roteiro, vol.13, nº28 (jul/dez,1992), p. 19-30.
____. SAUL, Ana Maria. Avaliação da pós-graduação: superamos os limites?. In: Educação brasileira (Brasília). Brasília, DF, vol. 19, nº 38 (1º semestre 1997), p.111-119.
____. Avaliação emancipatória: uma abordagem crítico-transformadora. In: Tecnologia Educacional. Rio de Janeiro, vol. 21, nº 104 (jan/fev. 1992), p.24-31.
____. Avaliação: É PRECISO DEMOCRATIZAR. In: Educação Municipal, v.1, nº 1(jun1988), p. 37-40
GRUPO: MECANISMOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM - Apresentação: 02/06/2004
BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e epistemológicos. In: Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 2001, p.15-32.
____. O ato pedagógico de ensinar e a produção do conhecimento. In: Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 2001, p. 2001, p. 33-44.
FORTUNA, Tânia, Ramos. Jogo em aula: recurso permite repensar as relações de ensino-aprendizagem. In: Revista do professor. (POA). Porto Alegre, v.19, n° 75 (jul/set. 2003), p. 15-19.
GRUPO: VIOLÊNCIA E DROGAS - Apresentação: ?
VALLA, Victor Vicent (org.). Saúde e Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
GRUPO: LINGUAGEM - Apresentação:02/06/2004
BAKTHIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo, Editora Hucitec, 1992.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky : aprendizagem e desenvolvimento : um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 1997.
Vygotsky, Lev Semynovich. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
FREIRE, Paulo.Medo e ousadia : o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
[como usar o wbloggar]
Pessoal, corrigi o link para baixar o programa wbloggar, pois mudou. Clique AQUI para baixar o programa e aprenda como usar neste post. Talvez tenha sido por isso que alguns não conseguiram instalar.
[mudanças no blogger]
As mudanças no blogger estão fazendo com que o wbloggar não funcione para a edição (corregir/deletar) de posts. Para estes movimentos é necessário acessar diretamente o site do blogger. Acredito que em breve haverá correção para esta limitação.
Terça-feira, Maio 11, 2004
RELEMBRANDO
Olá Turma!
Não esqueçam de levar para a aula de amanhã todo o material que conseguiram reunir sobre a temática que desejam estudar.
Abraço,
Sônia
Não esqueçam de levar para a aula de amanhã todo o material que conseguiram reunir sobre a temática que desejam estudar.
Abraço,
Sônia
Curso de Extensão
EDUCAÇÃO CONTINUADA PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE VINCULADOS AO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
Conferência
Religando Saberes
com o Professor Dr. Edgard de Assis Carvalho
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Local: Faculdade de Educação/UFRGS - sala 601
Data: 12 DE MAIO DE 2004
Horário: 14h às 18h
Evento Aberto ao Público
Conferência
Religando Saberes
com o Professor Dr. Edgard de Assis Carvalho
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Local: Faculdade de Educação/UFRGS - sala 601
Data: 12 DE MAIO DE 2004
Horário: 14h às 18h
Evento Aberto ao Público
Sexta-feira, Maio 07, 2004
Sonia.
Na aula do dia 05/05 ouvi alguns colegas comentar que não conseguem trabalhar com o bloggar. Também constatei que na página da Prática Educativa são poucos os que se manifestam postando mensagens. Talvez seria interessante em uma das próximas aulas esclarecer mais sobre o uso deste recurso.
Aldo

Na aula do dia 05/05 ouvi alguns colegas comentar que não conseguem trabalhar com o bloggar. Também constatei que na página da Prática Educativa são poucos os que se manifestam postando mensagens. Talvez seria interessante em uma das próximas aulas esclarecer mais sobre o uso deste recurso.
Aldo
Quinta-feira, Maio 06, 2004

Para os que não puderam participar da aula do dia 05/05/2004
Cristina porque tu desejas estudar a temática Avaliação. Estou pesquisando sobre as temáticas que mais aparecem na disciplina, ou seja, quero saber porque certos temas repetem-se com frequência.
Os grupos elencaram algumas palavras/temas:
1) Mecanismos de ensino-aprendizagem
2) Pensamento crítico, conhecimento do assunto e linguagem
3) Guerra do tráfico: enfoque saúde/educação/dinheiro/autonomia/poder/violência
A professora Carmen solicitou que todos os grupos coletem materiais/informações (na biblioteca, na Internet) sobre os temas que pensam pesquisar e levem para a próxima aula para discutirmos e esclarecermos definitivamente os temas. No próximo encontro faremos o levantamento definitivo dos temas, a formação dos grupos com a identificação dos devidos componentes, marcaremos as datas de apresentação e de orientação para os grupos.
Abraço,
Sônia
Cristina porque tu desejas estudar a temática Avaliação. Estou pesquisando sobre as temáticas que mais aparecem na disciplina, ou seja, quero saber porque certos temas repetem-se com frequência.
Os grupos elencaram algumas palavras/temas:
1) Mecanismos de ensino-aprendizagem
2) Pensamento crítico, conhecimento do assunto e linguagem
3) Guerra do tráfico: enfoque saúde/educação/dinheiro/autonomia/poder/violência
A professora Carmen solicitou que todos os grupos coletem materiais/informações (na biblioteca, na Internet) sobre os temas que pensam pesquisar e levem para a próxima aula para discutirmos e esclarecermos definitivamente os temas. No próximo encontro faremos o levantamento definitivo dos temas, a formação dos grupos com a identificação dos devidos componentes, marcaremos as datas de apresentação e de orientação para os grupos.
Abraço,
Sônia
Parece que temos uma "epidemia" na disciplina, também não pude ir à aula por motivo de "falta" de saúde. Gostaria de saber se tem algum material a preparar para a próxima aula. Pela mensagem da Patrícia soube que se formaram os grupos, eu gostaria de participar do grupo que discutirá avaliação. Existe este tema? Há possibilidade de eu fazê-lo.
Cristina Dornelles
Cristina Dornelles
Quarta-feira, Maio 05, 2004
Cara Sônia
Por motivos de saúde não pude comparecer a aula de hoje de Pedagogia médica. Gostaría de saber que material devo preparar para a próxima aula. Conversei por telefone com um colega que me disse terem se formado grupos para estudar diferentes assuntos. terias como me dizer quais os assuntos para eu poder me encaixar em algum grupo? Aguardo tua resposta. Abraços Patricia
Por motivos de saúde não pude comparecer a aula de hoje de Pedagogia médica. Gostaría de saber que material devo preparar para a próxima aula. Conversei por telefone com um colega que me disse terem se formado grupos para estudar diferentes assuntos. terias como me dizer quais os assuntos para eu poder me encaixar em algum grupo? Aguardo tua resposta. Abraços Patricia
Terça-feira, Maio 04, 2004
Caras Sônia e Carmen
Estou tendo dificuldades em delimitar um tema para o trabalho de conclusão que teremos de entregar no final da disciplina. Tenho uma sugestão a fazer. Vocês poderíam conversar sobre o assunto conosco no próximo seminário para ajudar a clarear as idéias, quais temas seríam relevantes e quais os objetivos a serem alcançados com o trabalho teórico que temos de desenvolver?
Abraços Patrícia Picon
Estou tendo dificuldades em delimitar um tema para o trabalho de conclusão que teremos de entregar no final da disciplina. Tenho uma sugestão a fazer. Vocês poderíam conversar sobre o assunto conosco no próximo seminário para ajudar a clarear as idéias, quais temas seríam relevantes e quais os objetivos a serem alcançados com o trabalho teórico que temos de desenvolver?
Abraços Patrícia Picon
Cara Sônia
Com algum atraso estou enviando minha apreciação com um breve resumo sobre o artigo que lí para os seminários de Pedagogia Médica.
Tive a oportunidade de ler o texto " Teses sobre o construtivismo" de Juan Delval, da Universidade Autônoma de Madri.
Gostei muito do artigo pois trata-se de um texto escrito de forma clara, objetiva e pedagógica, no sentido de ensinar conteúdos novos de forma eficaz, transformando conhecimentos antigos em algo novo.
Minha compreensão deste texto foi a de que o construtivismo como base teórica dentro do campo pedagógico baseia-se nas concepções de Vico, Kant, Marx e Darwin e se pretente uma teoria genética do conhecimento de cunho interacionista, com uma posição ontológica diferenciada.
Dentro da visão construtivista do processo de ensino-aprendizagem conceitos de interacionismo; de estados internos do sujeito que estabelece representações atribuídas à realidade, em que o sujeito tem um papel ativo na construção do seu conhecimento em que busca, provoca e interpreta as resistências da realidade externa estabelecendo esquemas, que são unidades psicológicas do funcionamento do sujeito, são idéias centrais.
Os esquemas tem uma organização , uma estrutura que não é percebida exteriormente mas que entra em funcionamento sempre que o esquema é aplicado. , proporcionando enorme economia cognitiva quando automatizados, liberando capacidade para realizar atividades conscientes. A tomada de consciência do esquema só ocorre quando a aplicação do esquema não produz o resultado esperado, então é preciso modificá-lo para resolver uma dada situação.
Diante de um problema o sujeito tem de elaborar um plano, valendo-se de esquemas anterioires ou a elaboração de novos esquemas modificados. Assim uma das características do repertório de esquemas de um sujeito é estar em contínua modificação para gerar novos esquemas cada vez mais mais especializados e complexos, relacionados entre sí e com uma estrutura hierárquica.
Os esquemas constituem uma parte essencial das representações que também são compostas por outros elementos , como os conceitos e as relações entre eles. Os conceitos , propriedades comuns de um tipo de objeto ou situação, são gerados a partir da aplicação dos esquemas, sendo elementos para organizar a realidade, sendo produtos da atividade do sujeito para dar conta das resistências que encontra na realidade externa. As resistências da realidade facilitam ou dificultam determinadas categorizações , ou seja facilitam ou dificultam ao sujeito organizar ou dar uma ordem a realidade.
Os conceitos teóricos são conceitos abstratos e a utilização de conceitos abstratos seria impossível sem o apoio da linguagem, sistema muito complexo. A linguagem e os sistemas simbólicos também são manifestações de economia cognitiva.
As teorias constituem um tipo de representações mais explícitas e elaboradas, com características especiais , estudadas pela teoria da ciência. A introdução de um novo conceito exige remodelações em uma dada teoria ou em parte dela.
A teoria cognitiva é parcial e incompleta e não pode ser considerada construtivista. O conhecimento se origina da resistência que o sujeito encontra ao efetuar suas ações, esta resistência deve ser atribuída à realidade. O sujeito percebe a realidade de uma forma única determinada por suas características biológicas. Assim as capacidades inatas do sujeito devem ser consideradas disposições que se atualizam em contato com determinado ambiente, ao invés de serem vistas como respostas fixas. Quanto maior a capacidade biológica de adaptação do sujeito maior seu sucesso na resolução de problemas ou na criação de novos esquemas.
O que se denomina de estágios do desenvolvimento é determinado pelas melhores formas de abordar os novos problemas que o sujeito é capaz de elaborar em um dado momento do seu desenvolvimento. A teoria de Piaget é o ponto de partida do construtivismo comteporâneo, é uma teoria do próprio desenvolvimento , que preconiza que as mudanças cognoscivas só ocorrem no interior do sujeito e constituem um processo psicológico. Encontrando paralelo na afirmação de Marx de que o sujeito ao transformar a natureza transforma a sí mesmo. A teoria piagetiana não exclui de forma alguma os contextos sociais, isto é , os ambientes em que o desenvolvimento se produz.
Abraços Patrícia Picon

Com algum atraso estou enviando minha apreciação com um breve resumo sobre o artigo que lí para os seminários de Pedagogia Médica.
Tive a oportunidade de ler o texto " Teses sobre o construtivismo" de Juan Delval, da Universidade Autônoma de Madri.
Gostei muito do artigo pois trata-se de um texto escrito de forma clara, objetiva e pedagógica, no sentido de ensinar conteúdos novos de forma eficaz, transformando conhecimentos antigos em algo novo.
Minha compreensão deste texto foi a de que o construtivismo como base teórica dentro do campo pedagógico baseia-se nas concepções de Vico, Kant, Marx e Darwin e se pretente uma teoria genética do conhecimento de cunho interacionista, com uma posição ontológica diferenciada.
Dentro da visão construtivista do processo de ensino-aprendizagem conceitos de interacionismo; de estados internos do sujeito que estabelece representações atribuídas à realidade, em que o sujeito tem um papel ativo na construção do seu conhecimento em que busca, provoca e interpreta as resistências da realidade externa estabelecendo esquemas, que são unidades psicológicas do funcionamento do sujeito, são idéias centrais.
Os esquemas tem uma organização , uma estrutura que não é percebida exteriormente mas que entra em funcionamento sempre que o esquema é aplicado. , proporcionando enorme economia cognitiva quando automatizados, liberando capacidade para realizar atividades conscientes. A tomada de consciência do esquema só ocorre quando a aplicação do esquema não produz o resultado esperado, então é preciso modificá-lo para resolver uma dada situação.
Diante de um problema o sujeito tem de elaborar um plano, valendo-se de esquemas anterioires ou a elaboração de novos esquemas modificados. Assim uma das características do repertório de esquemas de um sujeito é estar em contínua modificação para gerar novos esquemas cada vez mais mais especializados e complexos, relacionados entre sí e com uma estrutura hierárquica.
Os esquemas constituem uma parte essencial das representações que também são compostas por outros elementos , como os conceitos e as relações entre eles. Os conceitos , propriedades comuns de um tipo de objeto ou situação, são gerados a partir da aplicação dos esquemas, sendo elementos para organizar a realidade, sendo produtos da atividade do sujeito para dar conta das resistências que encontra na realidade externa. As resistências da realidade facilitam ou dificultam determinadas categorizações , ou seja facilitam ou dificultam ao sujeito organizar ou dar uma ordem a realidade.
Os conceitos teóricos são conceitos abstratos e a utilização de conceitos abstratos seria impossível sem o apoio da linguagem, sistema muito complexo. A linguagem e os sistemas simbólicos também são manifestações de economia cognitiva.
As teorias constituem um tipo de representações mais explícitas e elaboradas, com características especiais , estudadas pela teoria da ciência. A introdução de um novo conceito exige remodelações em uma dada teoria ou em parte dela.
A teoria cognitiva é parcial e incompleta e não pode ser considerada construtivista. O conhecimento se origina da resistência que o sujeito encontra ao efetuar suas ações, esta resistência deve ser atribuída à realidade. O sujeito percebe a realidade de uma forma única determinada por suas características biológicas. Assim as capacidades inatas do sujeito devem ser consideradas disposições que se atualizam em contato com determinado ambiente, ao invés de serem vistas como respostas fixas. Quanto maior a capacidade biológica de adaptação do sujeito maior seu sucesso na resolução de problemas ou na criação de novos esquemas.
O que se denomina de estágios do desenvolvimento é determinado pelas melhores formas de abordar os novos problemas que o sujeito é capaz de elaborar em um dado momento do seu desenvolvimento. A teoria de Piaget é o ponto de partida do construtivismo comteporâneo, é uma teoria do próprio desenvolvimento , que preconiza que as mudanças cognoscivas só ocorrem no interior do sujeito e constituem um processo psicológico. Encontrando paralelo na afirmação de Marx de que o sujeito ao transformar a natureza transforma a sí mesmo. A teoria piagetiana não exclui de forma alguma os contextos sociais, isto é , os ambientes em que o desenvolvimento se produz.
Abraços Patrícia Picon
Segunda-feira, Maio 03, 2004
Olá turma!
Como estão passando, estamos sentindo a falta de vocês, já que este blog foi criado para manter as discussões realizadas em aula e tentar principalmente resolver o problema do pouco tempo para dialogar, relatado com freqüência por várias turmas desta disciplina. A construção deste blog deu-se a partir da constatação feita pelos alunos da importância da disciplina na e para a sua formação e o pouco tempo disponível para as discussões/reflexões/trocas/questionamentos, etc. Percebo que este espaço precioso de discussão disponibilizado por mim e pela professora Carmen e tanto almejado pelos colegas de vocês para possibilitar trocas e constituição de saberes e conhecimentos, esta sendo muito pouco utilizado. Sendo assim e para começarmos bem a semana estou mandando-lhes uma posia de Luis Fernando Verissimo para pensarmos sobre o significado das coisas e principalmente o significado deste espaço para vocês.
Como estão passando, estamos sentindo a falta de vocês, já que este blog foi criado para manter as discussões realizadas em aula e tentar principalmente resolver o problema do pouco tempo para dialogar, relatado com freqüência por várias turmas desta disciplina. A construção deste blog deu-se a partir da constatação feita pelos alunos da importância da disciplina na e para a sua formação e o pouco tempo disponível para as discussões/reflexões/trocas/questionamentos, etc. Percebo que este espaço precioso de discussão disponibilizado por mim e pela professora Carmen e tanto almejado pelos colegas de vocês para possibilitar trocas e constituição de saberes e conhecimentos, esta sendo muito pouco utilizado. Sendo assim e para começarmos bem a semana estou mandando-lhes uma posia de Luis Fernando Verissimo para pensarmos sobre o significado das coisas e principalmente o significado deste espaço para vocês.

Quem sabe?
Diz a mecânica quântica
que as partículas atômicas
se comportam de um jeito
quando são observadas
e de outro quando estão sós
(como, aliás, todos nós).
E quem nos assegura
que o Universo que está aí
não é como aí esta
quando ninguém está olhando?
E que quando os astrônomos
se viram do telescópio
para a prancha
o Universo não faz
uma careta?
Diz a mecânica quântica
que as partículas atômicas
se comportam de um jeito
quando são observadas
e de outro quando estão sós
(como, aliás, todos nós).
E quem nos assegura
que o Universo que está aí
não é como aí esta
quando ninguém está olhando?
E que quando os astrônomos
se viram do telescópio
para a prancha
o Universo não faz
uma careta?
Abraço, Sônia
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)