Links
Arquivos
- Março 2004
- Abril 2004
- Maio 2004
- Junho 2004
- Julho 2004
- Agosto 2004
- Setembro 2004
- Outubro 2004
- Novembro 2004
- Dezembro 2004
- Janeiro 2005
- Março 2005
- Abril 2005
- Maio 2005
- Junho 2005
- Julho 2005
- Agosto 2005
- Setembro 2005
- Outubro 2005
- Dezembro 2005
- Abril 2006
- Maio 2006
- Junho 2006
- Julho 2006
- Setembro 2006
- Outubro 2006
- Novembro 2006
- Dezembro 2006
- Janeiro 2007
- Março 2007
- Abril 2007
- Maio 2007
- Junho 2007
- Julho 2007
- Agosto 2007
- Setembro 2007
- Outubro 2007
- Novembro 2007
- Dezembro 2007
- Março 2008
- Abril 2008
- Maio 2008
- Junho 2008
- Agosto 2008
- Setembro 2008
- Outubro 2008
sindique este site
Terça-feira, Agosto 31, 2004
Resolvemos (Letícia Weiss e a Cristiane Leitão) relatar uma experiência em comum porque, conversando sobre o tema desta aula,acabamos nos recordando de um episódio que vivenciamos no início da faculdade. Pertencíamos ao mesmo grupo de alunos da disciplina de semiologia (quarto semestre), formado por 6 alunos e um professor, responsável por nos orientar sobre a entrevista médica e exame físico. Após lermos a bibliografia recomendada e o "formato padrão" de uma anamnese ficamos "descontentes", para não dizer indignadas, pelo professor não ter seguido exatamente aquele "formato de bolo" descrito no livro. Não satisfeitas com a nossa intransigência e caretice fomos nos queixar para o coordenador da cadeira, ao invés de conversarmos com o próprio orientador, que se mostrava aberto à críticas...
No fim da história o professor não só nos mostrou que a "vida real" é bem diferente dos livros convencionais de medicina, e que a experiência e a vivência do médico sempre seriam o diferencial na nossa formação. Aliás, por causa da sua experiência e tato ele não só nos ensinou muito sobre a matéria em questão como nos deu uma lição sobre a relação aluno/professor e como saber lidar com as críticas e a arrogância das pessoas.
E ainda nos levou para uma festa de fim de estágio numa ótima pizzaria..... e pagou tudo!!!!
Um abraço
Letícia e Cristiane.
No fim da história o professor não só nos mostrou que a "vida real" é bem diferente dos livros convencionais de medicina, e que a experiência e a vivência do médico sempre seriam o diferencial na nossa formação. Aliás, por causa da sua experiência e tato ele não só nos ensinou muito sobre a matéria em questão como nos deu uma lição sobre a relação aluno/professor e como saber lidar com as críticas e a arrogância das pessoas.
E ainda nos levou para uma festa de fim de estágio numa ótima pizzaria..... e pagou tudo!!!!
Um abraço
Letícia e Cristiane.
Tarefa do dia 25/8/04
A experiência mais interessante e gratificante que eu tive foi quando assumi o ensino da disciplina de anatomia de um curso técnico em radiologia. Havia pego uma turma no meio, e que já tinha passado por muitos professores da disciplina em um único semestre. Foi minha primeira experiência concreta de ensino, com uma turma de quase 50 alunos! Não obstante, o resultado foi surpreendente (principalmente para mim). Acabei desenvolvendo um forte vínculo com eles e tormei-me seu paraninfo. Não pode haver maior reconhecimento ao trabalho de educador como esse que recebi e que está imortalizado em uma placa de metal. Descobri-me numa profissão diferente da de médico e cirurgião, e isso me abriu novos e instigantes horizontes.
Um abraço a todos
Emanuel Burck dos Santos
A experiência mais interessante e gratificante que eu tive foi quando assumi o ensino da disciplina de anatomia de um curso técnico em radiologia. Havia pego uma turma no meio, e que já tinha passado por muitos professores da disciplina em um único semestre. Foi minha primeira experiência concreta de ensino, com uma turma de quase 50 alunos! Não obstante, o resultado foi surpreendente (principalmente para mim). Acabei desenvolvendo um forte vínculo com eles e tormei-me seu paraninfo. Não pode haver maior reconhecimento ao trabalho de educador como esse que recebi e que está imortalizado em uma placa de metal. Descobri-me numa profissão diferente da de médico e cirurgião, e isso me abriu novos e instigantes horizontes.
Um abraço a todos
Emanuel Burck dos Santos
A experiência pedagógica que me ocorre colocar é bastante recente. Me refiro ao contato com determinados mestres que, no transcorrer de nossa formação, adimiramos e, até mesmo, idolatramos. Todavia, quando entramos em contato com ele,s no curso de pós-graduação, a imagem formada se torna decepção. Muitos entram em sala de aula com o único intuito de "comprir tabela", delegam responsabilidades a outros profissionais e ao final do curso não tem a menor idéia de quem somos, como nos portamos ou o que se passou neste período.
Ana Paula
Ana Paula
>Tema da aula de 25/08/04
Experiencia pedagogica significativa
Me recordo agora de um período precoce de valor isoladamente significativo no meu aprendizado. Portanto narrarei sumariamente como foi :
Participei do maternal e jardim de infância como qualquer criança normal. Quando mudei para o primário, principalmente na 1 e 2 séries, me tornei um pestinha endiabrado. Tenho memórias de fatos incríveis, de deixar qualquer pai de cabelo em pé. Apesar de tudo eu sentia que estava entrosado e gostava do colégio, mas era muito bagunceiro. Várias vezes fui a sala da diretora (com 6 e 7 anos), e certa feita fui obrigado a trocar de turma sob a ameaça de ser expulso da escola. Não me lembro bem o que aconteceu depois, o certo é que minha postura mudou radicalmente. Me tornei um CDF já na terceira série e, a partir daí me mantive sempre na linha.
Mário Meine
Experiencia pedagogica significativa
Me recordo agora de um período precoce de valor isoladamente significativo no meu aprendizado. Portanto narrarei sumariamente como foi :
Participei do maternal e jardim de infância como qualquer criança normal. Quando mudei para o primário, principalmente na 1 e 2 séries, me tornei um pestinha endiabrado. Tenho memórias de fatos incríveis, de deixar qualquer pai de cabelo em pé. Apesar de tudo eu sentia que estava entrosado e gostava do colégio, mas era muito bagunceiro. Várias vezes fui a sala da diretora (com 6 e 7 anos), e certa feita fui obrigado a trocar de turma sob a ameaça de ser expulso da escola. Não me lembro bem o que aconteceu depois, o certo é que minha postura mudou radicalmente. Me tornei um CDF já na terceira série e, a partir daí me mantive sempre na linha.
Mário Meine
Segunda-feira, Agosto 30, 2004
Durante toda minha infância e adolescência estudei no mesmo colégio. Tenho ótimas lembranças de alguns professores cujo entusiasmo era capaz de me contagiar.
Os maus professores, graças a Deus, foram poucos. Lembro-me especialmente de um, que fazia o gênero politizado, de esquerda, jeitão descolado, discurso liberal com os alunos, até uma vez eu expor uma opinião bem diferente da sua. Minha opinião foi ridicularizada e rechaçada com tal ímpeto que me assustou. Percebi então que os alunos que não entravam "na sua" eram colocados na "geladeira" e me dei conta que ele era tão retrógrado, repressor e obtuso quanto aqueles que ele criticava em seus discursos.
Foi uma lição para a vida. Percebi que todo discurso que não tolera a diferença, a contraposição e a discussão é vazio em si mesmo e não é confiável.
Ana Cláudia
Os maus professores, graças a Deus, foram poucos. Lembro-me especialmente de um, que fazia o gênero politizado, de esquerda, jeitão descolado, discurso liberal com os alunos, até uma vez eu expor uma opinião bem diferente da sua. Minha opinião foi ridicularizada e rechaçada com tal ímpeto que me assustou. Percebi então que os alunos que não entravam "na sua" eram colocados na "geladeira" e me dei conta que ele era tão retrógrado, repressor e obtuso quanto aqueles que ele criticava em seus discursos.
Foi uma lição para a vida. Percebi que todo discurso que não tolera a diferença, a contraposição e a discussão é vazio em si mesmo e não é confiável.
Ana Cláudia
Sábado, Agosto 28, 2004
# Tarefa do dia 25 de agosto
Desde a 7ª série eu e mais duas amigas estávamos sempre juntas, erámos aplicadas porém "um pouco tagarelas". Havia uma professora de geografia que era um horror, além dela gostar somente dos meninos (sempre reclamava da bagunça das meninas, e os meninos ela deixava passar) ela utilizava o mesmo caderno desde os 1500 anos atrás chegava ser amarelo, ou seja, a matéria dela ficou estática no tempo, era uma professora que não se atualizava nunca: mesmos exercícios, mesmo conteúdo, mesmas provas...
Bom, fomos para o 2º grau em outra escola, as três juntas. Quem foi nossa professora de geografia??? A própria do caderno amarelado.
Nós tínhamos um colega que era todo bonitão que ela vivia paparicando, ele colava nas provas descaradamente e ela nunca fez nada. Um belo dia de prova nós três tentamos colar e ela não perdoou, tirou a prova de nós três e falou: finalmente consegui pegar o Trio Maravilha!
Resumo: além de ser uma professora que ficou estagnada no tempo, não tratava os alunos de uma mesma forma, principalmente as meninas.
Magda
Desde a 7ª série eu e mais duas amigas estávamos sempre juntas, erámos aplicadas porém "um pouco tagarelas". Havia uma professora de geografia que era um horror, além dela gostar somente dos meninos (sempre reclamava da bagunça das meninas, e os meninos ela deixava passar) ela utilizava o mesmo caderno desde os 1500 anos atrás chegava ser amarelo, ou seja, a matéria dela ficou estática no tempo, era uma professora que não se atualizava nunca: mesmos exercícios, mesmo conteúdo, mesmas provas...
Bom, fomos para o 2º grau em outra escola, as três juntas. Quem foi nossa professora de geografia??? A própria do caderno amarelado.
Nós tínhamos um colega que era todo bonitão que ela vivia paparicando, ele colava nas provas descaradamente e ela nunca fez nada. Um belo dia de prova nós três tentamos colar e ela não perdoou, tirou a prova de nós três e falou: finalmente consegui pegar o Trio Maravilha!
Resumo: além de ser uma professora que ficou estagnada no tempo, não tratava os alunos de uma mesma forma, principalmente as meninas.
Magda
Sexta-feira, Agosto 27, 2004
Experiência Didática (Tema da aula do dia 25/08)
Em primeiro lugar gostaria de elogiar a professora Carmem pela brilhante aula ministrada nesta última quarta-feira. Tenho certeza que aprenderei muito com esta disciplina.
Bem, vou relatar o que foi para mim uma experiência marcante na minha infância.
Eu estava na primeira série do ensino fundamental, quando tudo aconteceu. Sempre fui uma aluna comportada e muito dedicada, especialmente porque meus pais eram professores e eu achava que tinha que dar o exemplo como aluna.
Na minha turma tinham duas meninas que se destacavam muito, porque além de serem filhas de pessoas conhecidas em Caxias (uma era neta do Bispo!) elas também entraram na primeira série já sabendo ler e escrever. Isto me encomodava um pouco, porém na época eu não sabia explicar muito bem. Acho que o problema era que eu queria ser notada pela professora e ter o mesmo tipo de tratamento.
Um dia a professora resolveu fazer uma espécie de teatrinho com as vogais A e O - ela chamava o A de rainha e o O de rei. Estávamos tendo os primeiros contatos com as letras e eu achava tudo maravilhoso! Ela chamou o menino mais cobiçado da turma pelas meninas para fazer o papel de Rei e, para minha surpresa chamou a mim para ser a Rainha. Vestimos roupas apropriadas e tivemos que desfilar de mãos juntas pela sala de aula para fazer o papel de Rei e Rainha. Naquele dia voltei para casa muito feliz e, com a certeza de que a professora não fazia distinção entre os alunos e que eu também era querida por ela.
Abraços,
Ângela
Em primeiro lugar gostaria de elogiar a professora Carmem pela brilhante aula ministrada nesta última quarta-feira. Tenho certeza que aprenderei muito com esta disciplina.
Bem, vou relatar o que foi para mim uma experiência marcante na minha infância.
Eu estava na primeira série do ensino fundamental, quando tudo aconteceu. Sempre fui uma aluna comportada e muito dedicada, especialmente porque meus pais eram professores e eu achava que tinha que dar o exemplo como aluna.
Na minha turma tinham duas meninas que se destacavam muito, porque além de serem filhas de pessoas conhecidas em Caxias (uma era neta do Bispo!) elas também entraram na primeira série já sabendo ler e escrever. Isto me encomodava um pouco, porém na época eu não sabia explicar muito bem. Acho que o problema era que eu queria ser notada pela professora e ter o mesmo tipo de tratamento.
Um dia a professora resolveu fazer uma espécie de teatrinho com as vogais A e O - ela chamava o A de rainha e o O de rei. Estávamos tendo os primeiros contatos com as letras e eu achava tudo maravilhoso! Ela chamou o menino mais cobiçado da turma pelas meninas para fazer o papel de Rei e, para minha surpresa chamou a mim para ser a Rainha. Vestimos roupas apropriadas e tivemos que desfilar de mãos juntas pela sala de aula para fazer o papel de Rei e Rainha. Naquele dia voltei para casa muito feliz e, com a certeza de que a professora não fazia distinção entre os alunos e que eu também era querida por ela.
Abraços,
Ângela
Quarta-feira, Agosto 25, 2004
Estas são as temáticas listadas , pelos grupos, para serem trabalhadas durante o semestre:
# O professor deve ser um agente de mudanças, inovador em seus métodos de ensino e provocar o pensamento crítico do aluno.
# "Presença" ou Ausência de análise e discussão em âmbito nacional.
- Aluno "cliente" x ensino "comercial"
# Currículo:
- Teoria de currículo e a discussão do currículo médico.
- Documento
- "Oculto"
- Propostas de discussão e de reformulação curricular:
- Humanização
- Ética
- Melhor capacitação.
# Conhecer modelos pedagógicos e estratégias de ensino.
# Como se tornar um "bom" professor?
- Técnicas de ensino
- Planos de aula
- Avaliação, processo e procedimento
- Interação professor/aluno
# Como:
- desenvolver práticas pedagógicas visando a formação humanística sem deixar de lado a qualificação técnico-científica;
- integrar conteúdos (Básicos e aplicados). Como ligar teoria e prática;
- permitir que o aluno conduza o aprendizado sem "sair do foco";
# Relação professor- aluno: integrar conhecimento com arte e técnica.
Ficam os lembretes:
* ler o programa;
* postar uma história/caso/situação que tenha sido significatica para a "minha" vida de educador ou educadora;
* ler o capítulo 3 do livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire antes da próxima aula.
Preciso deixar registrado que entre a vida e a morte que compartilhamos hoje, o prazer do convívio me permite antever, o sucesso que nossa atenção, persistência e cooperação nos permitirá construir.
Bom trabalho para todos nós.
Carmen e Sônia
Professor Dr.: WALDOMIRO CARLOS MANFROI
Professora Drª.: CARMEN LUCIA BEZERRA MACHADO
Monitora: SÔNIA REGINA SILVA PEDROSO (Bolsista PROMED)
Plano de trabalho
Prática Educativa em Medicina - 2004/02
# O professor deve ser um agente de mudanças, inovador em seus métodos de ensino e provocar o pensamento crítico do aluno.
# "Presença" ou Ausência de análise e discussão em âmbito nacional.
- Aluno "cliente" x ensino "comercial"
# Currículo:
- Teoria de currículo e a discussão do currículo médico.
- Documento
- "Oculto"
- Propostas de discussão e de reformulação curricular:
- Humanização
- Ética
- Melhor capacitação.
# Conhecer modelos pedagógicos e estratégias de ensino.
# Como se tornar um "bom" professor?
- Técnicas de ensino
- Planos de aula
- Avaliação, processo e procedimento
- Interação professor/aluno
# Como:
- desenvolver práticas pedagógicas visando a formação humanística sem deixar de lado a qualificação técnico-científica;
- integrar conteúdos (Básicos e aplicados). Como ligar teoria e prática;
- permitir que o aluno conduza o aprendizado sem "sair do foco";
# Relação professor- aluno: integrar conhecimento com arte e técnica.
Ficam os lembretes:
* ler o programa;
* postar uma história/caso/situação que tenha sido significatica para a "minha" vida de educador ou educadora;
* ler o capítulo 3 do livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire antes da próxima aula.
Preciso deixar registrado que entre a vida e a morte que compartilhamos hoje, o prazer do convívio me permite antever, o sucesso que nossa atenção, persistência e cooperação nos permitirá construir.
Bom trabalho para todos nós.
Carmen e Sônia
Terça-feira, Agosto 24, 2004
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE MEDICINA - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO
FACULDADE DE MEDICINA - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO
Professor Dr.: WALDOMIRO CARLOS MANFROI
Professora Drª.: CARMEN LUCIA BEZERRA MACHADO
Monitora: SÔNIA REGINA SILVA PEDROSO (Bolsista PROMED)
Plano de trabalho
Prática Educativa em Medicina - 2004/02
A disciplina visa a qualificar o ensino de Pós-Graduação em Medicina, atender as necessidades dos pós-graduandos em saúde nesta Universidade, quanto:
# ao seu conhecimento e aperfeiçoamento sobre as práticas educativas;
# à criação de espaços de reflexão e debate interdisciplinar a respeito das questões educativas atinentes ao papel social do professor de profissionais da saúde, na sociedade brasileira;
# aos vínculos entre ensino, extensão e pesquisa.
JUSTIFICATIVA
A disciplina atende às solicitações dos pós-graduandos da FAMED/UFRGS, oriundos dos diferentes cursos de graduação da área da saúde, manifestas pelos alunos e ratificadas pelos professores. O caráter de adesão voluntária busca atender à formação pedagógica necessária à formação médica e constituir um espaço de discussão das práticas educativas cotidianas dos profissionais da saúde que permitem compreendê-las, conhecer as relações entre professores e alunos, presentes nas relações entre médicos e pacientes e seus pressupostos teórico-práticos, nos nexos entre princípio educativo e prática pedagógica.
A inter/transdisciplinaridade encontra na confluência entre ensino-pesquisa e extensão uma possibilidade concreta de convívio e troca de experiências neste tipo de grupo, e possibilita produzir novos conhecimentos para a área da educação universitária no Brasil.
OBJETIVOS
Para atender as solicitações dos pós-graduandos em Medicina da UFRGS, quanto ao aperfeiçoamento e qualificação pedagógicos ( domínio das formas do fazer pedagógicos) no espírito da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para o exercício da docência, o presente plano propõe:
# Propiciar aos pós-graduandos em Medicina da UFRGS um espaço de discussão, análise e comunicação das questões relacionadas à Universidade em sua interface com a educação médica em perspectiva interdisciplinar;
# Conhecer e compreender a prática educativa e os pressupostos teórico-metodológicos dos educadores universitários quanto aos diferentes conhecimentos envolvidos: em nível institucional, profissional, cotidiano, pessoal, filosófico, científico e de cidadania.
# Discutir a relação pesquisa / ensino-aprendizagem na prática educativa, considerando as tecnologias disponíveis.
PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES
1. Disciplina de Pós-Graduação: Prática Educativa em Medicina
2. Consultoria às diferentes áreas educativas, conforme solicitações dos pós-graduandos.
3. Discussões através do Blogg da disciplina Prática Educativa no endereço: http://www.ufrgs.br/tramse/med
4. Reuniões de estudo, planejamento e avaliação do Projeto de cada um dos pequenos grupos temáticos que se formarem.
OBS: Marcar hora para reuniões de estudo e/ou planejamento de trabalho, na seguinte disponibilidade: 4ª feira - 10h às 12h ou 6ª feiras - das 14 as 16 h.
CONTATOS
E-mail: carmen@edu.ufrgs.br ou soniapedroso@yahoo.com.br
Local: Faculdade de Educação - sala: 810
Fone: 3316.4144 e/ou 92440262
PRÁTICA EDUCATIVA EM MEDICINA
Período: 2004/01 - Horário: 4° feiras, 8h às 10h - aula.
Local: Laboratório de Ensino - 4º andar - Prédio Ciclo Básico/Saúde/ UFRGS
Carga Horária Total (CHT): 60 horas/aula
ORGANIZAÇÃO DA DISCIPLINA
A disciplina será oferecida aos alunos dos cursos de Pós-Graduação em Medicina obedecendo às seguintes características:
* Turmas constituídas heterogeneamente por alunos dos diferentes cursos dos Programas de Pós-Graduação em Medicina;
* Ênfase na relação ensino - pesquisa, onde cada aluno individualmente realiza pesquisa sobre temática específica, em níveis diversificados;
* Atendimento aos temas propostos, a partir das sugestões apresentadas em aula, conforme os interesses da turma, e selecionados em planejamento participativo;
* Registro e discussão por meio eletrônico no acesso ao endereço do "blog", em atividades semanais complementares às realizadas em aula presencial.
AVALIAÇÃO
* Critérios de avaliação:
VF - Veracidade e fidedignidade presente nos trabalhos realizados;
OCC - Objetividade e clareza de linguagem na construção dos textos;
CTA - Consistência teórica e articulação com a prática educativa;
ORTM- Observância nas referências teórico-metodológicas propostas.
* Instrumentos de avaliação:
- Leitura, fichamento e discussão da bibliografia indicada semanalmente por rede, bem como de outras referências a serem combinadas com o grupo, relacionadas aos seus interesses de pesquisa;
- Pequenos textos elaborados individualmente em aula e/ou no "blog";
- Planejamento, organização em grupo de vivência de aula para os colegas;
- Relatório da pesquisa realizada ao longo do semestre, sob forma de artigo científico, utilizando as aulas ministradas pelos grupos como fonte empírica;
REFERÊNCIAS:
ABRAMOVICH, Fanny (org). Meu professor inesquecível: ensinamentos e aprendizados contados por alguns dos nossos melhores escritores. São Paulo: Gente, 1997.
BIREAUD, Annie. Os métodos pedagógicos no ensino superior. Porto: Porto Editora, 1995. (Coleção Ciências da Educação, n. 14)
CATANI, Denice Bárbara et al. Docência, Memória e gênero: estudos sobre formação. São Paulo: Escrituras, 1997, p. 63-74.
________________. Práticas de formação e ofício docente, In : A vida e o ofício dos professores. São Paulo: Escrituras, 1998.
CHARLOT, Bernard. Da relação com o saber: elementos para uma teoria. Porto Alegre, Artes Médicas, 2000.
CUNHA, Maria Isabel da. Inovação como perspectiva emancipatória no ensino superior: mito ou possibilidade In: Ensinar e aprender: sujeitos, saberes e pesquisa / Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino (ENDIPE). Rio de Janeiro, DP&A, 2000 - p.133 - 148.
DELORS, Jaques. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, Brasília, DF:MEC-Unesco, 1999.
FREIRE, Paulo e SHOR, Ira. Medo e Ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia:saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1998. *
____________. Pedagogia da Indignação . São Paulo: Editora UNESP, 2000.
GIROUX, Henry. Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997.
GRAMSCI, Antonio. Os intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
INTERFACE - Comunicação, saúde, educação. Fundação UNI Botucatu/Unesp.
LARROSA, Jorge. Pedagogia Profana: danças, piruetas e mascaradas. Belo Horizonte, Autêntica, 1999.
LEITE, Denise e MOROSINI, Marília (org). Pedagogia Universitária: conhecimento, ética e política no ensino superior. Porto Alegre, Editora da Universidade/UFRGS, 1999.
LUCARELLI, Elisa. Enseñar y aprender en la Universidad: la articulacion teorica-practica como eje de la innovación en la aula universitaria; In : Ensinar e aprender: sujeitos, saberes e pesquisa /Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino (ENDIPE). Rio de Janeiro, DP&A, 2000 - p. 149-162.
MACHADO, Carmen e MANFROI, Waldomiro (orgs) ."Necessidades de Referências Pedagógicas para o Ensino de Cardiologia no Curso de Graduação, 2001".
MORAIS, Regis de(org). Sala de aula: que espaço é este? Campinas: Papirus, 1986.
MORIN, Edgar. Ciência com consciência. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.
NÓVOA, Antônio (org). Profissão Professor. Portugal, Porto Editora, 1999.
PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens entre duas lógicas. Porto Alegre, Artes Médicas, 1999.
Revista Brasileira de Educação Médica - ABEM. Rio de janeiro.
SACRISTÃN, J. Gimeno, PEREZ Gomez, A I. Compreender e transformar o ensino. 4ª edição, Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
SANTOS, Boaventura de Souza. Para uma pedagogia do conflito, In: SILVA, Luis Heron da. alli; Novos Mapas Culturais, Novas Perspectivas Educacionais. Porto Alegre, Sulina.
SAUL, Ana Maria. Avaliação Emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e reformulação de currículo. São Paulo, Cortez / Autores Associados, 1998.
STEBAN, Maria Teresa (org) . Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Rio de Janeiro, DP&A, 1999.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem: prática de mudança - por uma práxis transformadora. São Paulo, Libertad, 1998.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre, ArtMed, 1998.
* Leitura obrigatória comum.
# ao seu conhecimento e aperfeiçoamento sobre as práticas educativas;
# à criação de espaços de reflexão e debate interdisciplinar a respeito das questões educativas atinentes ao papel social do professor de profissionais da saúde, na sociedade brasileira;
# aos vínculos entre ensino, extensão e pesquisa.
JUSTIFICATIVA
A disciplina atende às solicitações dos pós-graduandos da FAMED/UFRGS, oriundos dos diferentes cursos de graduação da área da saúde, manifestas pelos alunos e ratificadas pelos professores. O caráter de adesão voluntária busca atender à formação pedagógica necessária à formação médica e constituir um espaço de discussão das práticas educativas cotidianas dos profissionais da saúde que permitem compreendê-las, conhecer as relações entre professores e alunos, presentes nas relações entre médicos e pacientes e seus pressupostos teórico-práticos, nos nexos entre princípio educativo e prática pedagógica.
A inter/transdisciplinaridade encontra na confluência entre ensino-pesquisa e extensão uma possibilidade concreta de convívio e troca de experiências neste tipo de grupo, e possibilita produzir novos conhecimentos para a área da educação universitária no Brasil.
OBJETIVOS
Para atender as solicitações dos pós-graduandos em Medicina da UFRGS, quanto ao aperfeiçoamento e qualificação pedagógicos ( domínio das formas do fazer pedagógicos) no espírito da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para o exercício da docência, o presente plano propõe:
# Propiciar aos pós-graduandos em Medicina da UFRGS um espaço de discussão, análise e comunicação das questões relacionadas à Universidade em sua interface com a educação médica em perspectiva interdisciplinar;
# Conhecer e compreender a prática educativa e os pressupostos teórico-metodológicos dos educadores universitários quanto aos diferentes conhecimentos envolvidos: em nível institucional, profissional, cotidiano, pessoal, filosófico, científico e de cidadania.
# Discutir a relação pesquisa / ensino-aprendizagem na prática educativa, considerando as tecnologias disponíveis.
PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES
1. Disciplina de Pós-Graduação: Prática Educativa em Medicina
2. Consultoria às diferentes áreas educativas, conforme solicitações dos pós-graduandos.
3. Discussões através do Blogg da disciplina Prática Educativa no endereço: http://www.ufrgs.br/tramse/med
4. Reuniões de estudo, planejamento e avaliação do Projeto de cada um dos pequenos grupos temáticos que se formarem.
OBS: Marcar hora para reuniões de estudo e/ou planejamento de trabalho, na seguinte disponibilidade: 4ª feira - 10h às 12h ou 6ª feiras - das 14 as 16 h.
CONTATOS
E-mail: carmen@edu.ufrgs.br ou soniapedroso@yahoo.com.br
Local: Faculdade de Educação - sala: 810
Fone: 3316.4144 e/ou 92440262
PRÁTICA EDUCATIVA EM MEDICINA
Período: 2004/01 - Horário: 4° feiras, 8h às 10h - aula.
Local: Laboratório de Ensino - 4º andar - Prédio Ciclo Básico/Saúde/ UFRGS
Carga Horária Total (CHT): 60 horas/aula
ORGANIZAÇÃO DA DISCIPLINA
A disciplina será oferecida aos alunos dos cursos de Pós-Graduação em Medicina obedecendo às seguintes características:
* Turmas constituídas heterogeneamente por alunos dos diferentes cursos dos Programas de Pós-Graduação em Medicina;
* Ênfase na relação ensino - pesquisa, onde cada aluno individualmente realiza pesquisa sobre temática específica, em níveis diversificados;
* Atendimento aos temas propostos, a partir das sugestões apresentadas em aula, conforme os interesses da turma, e selecionados em planejamento participativo;
* Registro e discussão por meio eletrônico no acesso ao endereço do "blog", em atividades semanais complementares às realizadas em aula presencial.
AVALIAÇÃO
* Critérios de avaliação:
VF - Veracidade e fidedignidade presente nos trabalhos realizados;
OCC - Objetividade e clareza de linguagem na construção dos textos;
CTA - Consistência teórica e articulação com a prática educativa;
ORTM- Observância nas referências teórico-metodológicas propostas.
* Instrumentos de avaliação:
- Leitura, fichamento e discussão da bibliografia indicada semanalmente por rede, bem como de outras referências a serem combinadas com o grupo, relacionadas aos seus interesses de pesquisa;
- Pequenos textos elaborados individualmente em aula e/ou no "blog";
- Planejamento, organização em grupo de vivência de aula para os colegas;
- Relatório da pesquisa realizada ao longo do semestre, sob forma de artigo científico, utilizando as aulas ministradas pelos grupos como fonte empírica;
REFERÊNCIAS:
ABRAMOVICH, Fanny (org). Meu professor inesquecível: ensinamentos e aprendizados contados por alguns dos nossos melhores escritores. São Paulo: Gente, 1997.
BIREAUD, Annie. Os métodos pedagógicos no ensino superior. Porto: Porto Editora, 1995. (Coleção Ciências da Educação, n. 14)
CATANI, Denice Bárbara et al. Docência, Memória e gênero: estudos sobre formação. São Paulo: Escrituras, 1997, p. 63-74.
________________. Práticas de formação e ofício docente, In : A vida e o ofício dos professores. São Paulo: Escrituras, 1998.
CHARLOT, Bernard. Da relação com o saber: elementos para uma teoria. Porto Alegre, Artes Médicas, 2000.
CUNHA, Maria Isabel da. Inovação como perspectiva emancipatória no ensino superior: mito ou possibilidade In: Ensinar e aprender: sujeitos, saberes e pesquisa / Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino (ENDIPE). Rio de Janeiro, DP&A, 2000 - p.133 - 148.
DELORS, Jaques. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, Brasília, DF:MEC-Unesco, 1999.
FREIRE, Paulo e SHOR, Ira. Medo e Ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia:saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1998. *
____________. Pedagogia da Indignação . São Paulo: Editora UNESP, 2000.
GIROUX, Henry. Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997.
GRAMSCI, Antonio. Os intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
INTERFACE - Comunicação, saúde, educação. Fundação UNI Botucatu/Unesp.
LARROSA, Jorge. Pedagogia Profana: danças, piruetas e mascaradas. Belo Horizonte, Autêntica, 1999.
LEITE, Denise e MOROSINI, Marília (org). Pedagogia Universitária: conhecimento, ética e política no ensino superior. Porto Alegre, Editora da Universidade/UFRGS, 1999.
LUCARELLI, Elisa. Enseñar y aprender en la Universidad: la articulacion teorica-practica como eje de la innovación en la aula universitaria; In : Ensinar e aprender: sujeitos, saberes e pesquisa /Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino (ENDIPE). Rio de Janeiro, DP&A, 2000 - p. 149-162.
MACHADO, Carmen e MANFROI, Waldomiro (orgs) ."Necessidades de Referências Pedagógicas para o Ensino de Cardiologia no Curso de Graduação, 2001".
MORAIS, Regis de(org). Sala de aula: que espaço é este? Campinas: Papirus, 1986.
MORIN, Edgar. Ciência com consciência. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.
NÓVOA, Antônio (org). Profissão Professor. Portugal, Porto Editora, 1999.
PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens entre duas lógicas. Porto Alegre, Artes Médicas, 1999.
Revista Brasileira de Educação Médica - ABEM. Rio de janeiro.
SACRISTÃN, J. Gimeno, PEREZ Gomez, A I. Compreender e transformar o ensino. 4ª edição, Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
SANTOS, Boaventura de Souza. Para uma pedagogia do conflito, In: SILVA, Luis Heron da. alli; Novos Mapas Culturais, Novas Perspectivas Educacionais. Porto Alegre, Sulina.
SAUL, Ana Maria. Avaliação Emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e reformulação de currículo. São Paulo, Cortez / Autores Associados, 1998.
STEBAN, Maria Teresa (org) . Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Rio de Janeiro, DP&A, 1999.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem: prática de mudança - por uma práxis transformadora. São Paulo, Libertad, 1998.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre, ArtMed, 1998.
* Leitura obrigatória comum.
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)