.:: Esse blog visa dar continuidade as discussões e reflexões sobre educação em saúde realizadas na disciplina Prática Educativa em Medicina do Programa de Pós-Graduação da FAMED/UFRGS.

Sexta-feira, Outubro 29, 2004




Caros alunos

Comentem aqui no blogg com foi a aula do dia 20/10, pois como participei da seleção de mestrado da Faculdade de Educação, não pude assistir esta aula. Estou bastante curiosa para saber o que vocês fizeram.
Abraço e bom feriado.


Caros alunos
Na aula do dia 13/10, foram organizados os grupos, escolhidos as temáticas e as datas das apresentações ficando assim:
Ø Grupo: Técnica de resumo
Componentes: Ana Cláudia, Ana Paula, Ângela e Clarissa
Data de apresentação: 03/11/2004
Ø Grupo: Pensamento Sistêmico
Componentes: Euler, Verônica, Adaiane e Claus
Data de apresentação: 24/11/2004
Ø Grupo: Desenvolvimento de habilidades técnicas
Componentes: Cristiane, Letícia, Andréia Biolo e Andréia Rocha
Data de apresentação: 24/11/2004
Ø Grupo: O paralelo entre magia e ciência
Ø Componentes: João Carlos, Lisiane, Emanuel, Mário e Magda
Data de apresentação: 10/11/2004
Ø Grupo: Interdisciplinariedade
Componentes: Fernanda, Nêmora, Jocimar, Maria Salete e Andréia Bulhões
Data de apresentação: 10/11/2004
* As referências abaixo contém bibliográfia para todos os grupos



Referências bibliográficas

BARBIER, Renê. A escuta sensível em educação. In: Cadernos ANPED. Niteroi nº 5 (set. 1993), p. 187-216.
BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. In: Educação e construção do conhecimento. - Porto Alegre: Artmed, 2001. p.15-32
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Indignação; cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Ed. UNESP, 2000.
BIANCHETTI, Lucídio; JANTSCH, Ari Paulo. Interdisciplinaridade: para além da filosofia do sujeito. - Petrópolis; Vozes, 1997.
JAPIASSU, Hilton. A questão da interdisciplinaridade. Paixão de Aprender II. Rio de Janeiro: Vozes, c1995
IRA, Shor; FREIRE, Paulo. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. - Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
MACHADO, Carmen L. B.; BERGAMASCHI,Maria Aparecida; RIBEIRO, Marlene; PARDO, Elieane. Interdisciplinaridade como solidariedade: desafio à formação de professores. In Educação & Realidade. - Porto Alegre vol. 26, nº 2 (jul/dez 2001), p. 127-156
MATURANA, Humberto Romecin. A árvore do conhecimento : as bases biológicas do entendimento humano. Campinas: Editorial Psy II, 1995.
MATURANA, Humberto Romecin. Emoções e linguagem na educação e na política. - Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998.
MATURANA, Humberto Romecin; GARCÍA, Francisco J. Varela. De máquinas e seres vivos: autopoiese - a organização do vivo. -Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
MATURANA, Humberto Romecin; Rezepka,Sima Nisis de. Formação e capacitação. - Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.
MORIN, Edgar. X da questão: o sujeito à flor da pele. - Porto Alegre: Artmed, 2003.
MORIN, Edgar.Os sete saberes necessários à educação do futuro. - São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2000.

MORIN, Edgar. Ciência com consciência. - Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.






Quinta-feira, Outubro 28, 2004


Caros alunos
O professor Manfroi comunica que estará autografando na Ferira do Livro, o seu romance "Os Demônios do Lago" no dia 02/11/2004, às 20h






Terça-feira, Outubro 19, 2004


Prof. Carmen, só agora consegui acessar corretamente o blogg. Gostaria de trabalhar com o tema da dimensão ética no currículo na área da saúde a partir da noção de que não existe competência técnica sem competência ética. Na última aula nosso grupo discutia a questão de que a ética não pode ser uma disciplina na grade curricular (plano horizontal), mas deve se constituir uma temática recorrente ao longo da formação profissional (plano vertical). Fernanda Serralta



Prof: Carmem

Acredito que a principal preocupação do currículo deve ser com o desenvolvimento de cidadãos éticos.

Nêmora

Sexta-feira, Outubro 15, 2004


Prof Carmem:


Nosso grupo irá abordar um tema muito interessante, baseado no texto do autor Bertrand Russel do livro Ensaios Céticos. Aborda a questão das diferenças entre classes sociais e a necessidade, cada vez maior, de projeção social que a sociedade impõe como princípio básico para que a pessoa possa ser valorizada.
Nosso grupo é formado por mim, Ângela Rech, a Ana Paula Manzoni e a Clarissa Miura.


Quinta-feira, Outubro 14, 2004


Temática para as próximas aulas de prática educativa:
Alternativas para modificação do currículo médico com o objetivo de formar um profissional de saúde preocupado com os problemas sociais da população, sem deixar de lado a individualidade do paciente (isto é, evitar a massificação do atendimento).
Cristiane Leitão


Caros alunos
Estas são as frases que foram produzidas na nossa aula de ontem sobre a temática currículo:

1) Objetivar o currículo é uma postura que o avalia de forma insuficiente, uma vez que põe fatores sociais, economicos, culturais, políticos e ideológicos em segundo plano.
2) O currículo médico deve ser moldado conforme as necessidades da população: se a população não recebe atendimento 1º (de prevenção de doença) o "superespecialista" que está sendo formado não vai suprir as necessidades...
3) Combinar formações técnicas de qualidade como desenvolver o lado mais humano do médico (sensibilidade).
4) Currículo um roteiro necessário.
5) Há uma necessidade de reformulação do currículo na formação médica, na tentativa de integrá-lo a realidade social, econômica, cultural e política de uma população.
6) Integração: movimento contínuo de transformação que acompanha a modificação da comunidade onde está inserida afim de contribuir com profissionais adequados as realidades (necessidades) deta comunidade. Formação Ética
7)O currículo deve ser dinâmico e generalista, constituído por um grupo de pessoas através de muitos debates e também atualizado periodicamente para possíveis alterações quando necessários.
8) Um bom currículo: o que forma e desenvolve competências, de maneira integral e ética.
9) O currículo deve ser amplo e sem preconceito, sem, no entanto, perder o sentido prático.
10) O currículo é um documento descritivo com um conteúdo programático, não integra questões como:
1) Dinâmica
2) Prática
3) Ética
4) Social
5) Política
11) O currículo médico, como todos os outros, deve estar em um constante movimenbto de produção e construção. Depende de cada cultura e do tempo que se insere.
12) Mai importante do que uma organização curricular sequencial lógica, a eleboração de um currículo de ensino fundamental, médio ou superior, deve estar adequado e inserido no contexto da realidade sócio-econômica do país e da escola.
13) O currículo deveria ser mais humanista.
14) - Estrutura lógica masi flexível.
- Formação do indìviduo (profissional) técnica e eticamente.
- Relação médico-paciente.
- Estrutura e cronograma.
- Estratégicas.
150 Objetivar o currículo deve contemplar as necessidades socio-econômicas de uma região/população: se a população: não recebe atendimento primário, o provavel "superespecialista" que será formado não suprirá suas necessidades. Esse profissional da saúde deve ter tido a oportunidade na sua formação de desenvolver em uma medida equilibrada suas habilidaes técnicas e humanas. As mudanças necessárias para adequar esse currículo devem ser discutidos e realmente colocadas em prática.

Quarta-feira, Outubro 13, 2004


O impulso eletroquímico...
O currículo médico...uma imagem...o currículo médico...uma imagem (fiquei algum tempo pensando no que escrever no blogger). Mas então, numa fração de segundos, pensei: cérebro, giros e sulcos, fascículos, neurônios, sinapses, neurotrasmissores, moléculas. Quase uma loucura!!! Mas eu acho que é isso...mudar o currículo médico depende de mudar todos que estão envolvidos. O professor estabelece "sinapses" com seus colegas e alunos. "Libera" novas idéias. Uns 20 alunos (de 30) e 1/2 dúzia de colegas (de 100) irão captá-las. Finalmente, tranformam essas idéias, conforme suas "funções" e "facilitadores" previamente estabelecidos, . O efeito final não vai ser o mesmo para todos. Mas é possível que a soma deles leve a um movimento sinérgico, que nas proporções adequadas, seja aquele que professor inicialmente almejava. UM PASSO.
Andreia Possatti
P.S.: como não consigo trasformar palavra em imagem, talvez consiga transformar imagem em palavras.

Terça-feira, Outubro 12, 2004


Olá Pessoal!

A expressão escolhida foi "promoção do bem" e a imagem foi de uma "orelha" simbolizando a capacidade de ouvir.
Acredito que devemos voltar nossas forças no sentido de promover o bem, seja através da medicina, da educação, do ciência, do trabalho (remunerado ou voluntário). Quando a intenção é a de se fazer ao outro o que gostaríamos que a nós fosse feito, o resultado quase sempre é bom. Quando estamos construindo um currículo devemos ouvir as necessidades da sociedade, a opinião dos colegas, o feedback dos alunos. Ouvindo e buscando o bem comum, construiremos um currículo voltado para todos: alunos, sociedade, professores.

Um abraço a todos

Emanuel Burck dos Santos


Caros colegas,

Refletindo um pouco sobre o tema Currículo, podemos pensar, simplesmente, que currículo é aquilo que todos nós corremos atrás durante grande parte da nossa vida acadêmica e profissional a fim de obtermos melhores colocações e salários. Currículo, entretanto, não é apenas isto, mas é um tema muito mais profundo e abrangedor. É preciso re-pensar o currílo de nossas universidades atuais, repensar maneiras e conceitos de adequação da formação de novos profissionais. Ensinar não é apenas passar os conteúdos e cada um que se vire, ensinar vai muito mais além. Ensinar é dar a oportunidade para que o aluno comece a pensar e pensando mais ele possa decidir com maioe convicção aquilo em que acredita. Neste contexto está o currículo, que deve ser pensado e repensado todos os dias. o planejamento pedagógico deve ser uma realidade a ser conquistada, porque o que nós vemos hoje é uma preocupação excessiva com o conteúdo, método e procedimentos de avaliação. Onde fica a concepção crítica do currículo?
São questões a serem discutidas e que irão nos ajudar a enxergar a construção do currículo de forma mais clara e menos tendenciosa.

Ângela Rech


Experiência Pedagógica - Tema da Aula de 25/08/04
Uma experiência pedagógica desagradável me remete aos tempos iniciais da vida escolar. Quando se é criança as coisas parecem muito piores, principalmente, porque somos colocadas no convívio de estranhos pela primeira vez, separadas de nossos pais por um tempo interminável de horas e longe do ambiente aconchegante do lar. Mas isso parece não importar para muitas professoras, pois logo nas primeiras semanas de aula, a minha mãe foi chamada à escola. Dizia a professora que eu estava com problemas. Disse que eu só pintava as figuras com lápis na cor preta, não gostava de colorir, que minha mãe deveria tomar alguma providência. Não acredito que isso fosse um problema. Minha mãe ficou triste e pediu que eu utilizasse mais os lápis colorido. Comecei então a colorir bastante os animais. Não compreendi então quando minha mãe foi chamada novamente à escola. Por colorir demais!!! Dizia a professora que agora eu pintava o coelho de laranja e o burro de azul, como podia eu não compreendia que o coelho ERA branco e o burro ERA cinza. Neste momento interrompi a conversa e expliquei claramente que meu burro era GREMISTA. Mas a resposta não foi suficiênte e tive minha criatividade tolhida, acabei pintando igual a todas as outras crianças na turma.
Andreia Possatti

Segunda-feira, Outubro 11, 2004


   Palavra "empenho"; imagem "arregaçar as mangas".
   O "empenho" em prol do que se quer faz com que pessoas de capacidades e oportunidades diferentes possam chegar a um objetivo comum. Ele é o diferencial entre as pessoas, pois quem não admira alguém que "arregaça as mangas" e se põem em busca de um objetivo através de estudo, trabalho, determinação, etc.
Ana Paula

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