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Sexta-feira, Abril 15, 2005
Melhor caminho da (e para) a educação
Existe um melhor caminho para a educação? Existem vários? Quais são os melhores? É preciso um computador, internet, projetor? Basta um quadro negro?
Muitas dúvidas, poucas respostas, minímas ações. Falar da via-crucis da educação brasileira e, conseqüentemente do educador, não é difícil, na verdade é assunto conhecido e discutidopor todos. Desde o saber restrito aos jesuítas do séc. XV até as reformas obscuras a partir de 68, se deslumbra , talvez, uma nova possibilidade de educar: sem tirania, sem demagogia, mas com consciência e compromisso, depois que tantos pensadores, incluindo brasileiros, decidiram considerar o educando e o ato de educar como eixo-base da possibilidade de mudança de um mundo que até agora poucos acreditam que possa se tornar real. Aquele mundo com mais respeito à vida, à tolerância, não por indiferença, mas por sabedoria, enfim, o mundo que todos esperam dar aos filhos.
Talvez com todas essas novas possibilidades de educar, mais importante que a ferramenta é quem a utiliza. Faz parte do educador ser criativo: fazer da horta um laboratório, guerreiro: viver um mês com seu salário, persistente: despertar o melhor do pior aluno, criar suas próprias ferramentas a partir de sua realidade e do meio que o cerca.
Muitas dúvidas, poucas respostas, minímas ações. Falar da via-crucis da educação brasileira e, conseqüentemente do educador, não é difícil, na verdade é assunto conhecido e discutidopor todos. Desde o saber restrito aos jesuítas do séc. XV até as reformas obscuras a partir de 68, se deslumbra , talvez, uma nova possibilidade de educar: sem tirania, sem demagogia, mas com consciência e compromisso, depois que tantos pensadores, incluindo brasileiros, decidiram considerar o educando e o ato de educar como eixo-base da possibilidade de mudança de um mundo que até agora poucos acreditam que possa se tornar real. Aquele mundo com mais respeito à vida, à tolerância, não por indiferença, mas por sabedoria, enfim, o mundo que todos esperam dar aos filhos.
Talvez com todas essas novas possibilidades de educar, mais importante que a ferramenta é quem a utiliza. Faz parte do educador ser criativo: fazer da horta um laboratório, guerreiro: viver um mês com seu salário, persistente: despertar o melhor do pior aluno, criar suas próprias ferramentas a partir de sua realidade e do meio que o cerca.
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)