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sindique este site
Quinta-feira, Abril 27, 2006
Oi pessoal. As turmas deste ano têm algumas peculiaridades que as tornam algo peculiar. Vejamos:
1. Há uma predominância nunca vista do gênero feminino sobre o masculino. Surgem, então: O que? Por que? Nada mal . Não é assim que alimentamos nossa curiosidade? Oportuna curiosidade!
2. É uma turma de muita fibra e de riquíssimos pré-requisitos sobre muitos saberes e sobre a vida. De muito boa convivência, entre outras características.
No último encontro, depois de uma belíssima discussão e de ótima convivência(aliás, a Carmen é mestra em proporcionar essas oportunidades ímpares), encerramos com uma série de dúvidas sobre o tipo de profissional da saúde necessário para atender à comunidade no futuro.
Respostas, não temos. Para algumas coisas temos certeza. Para outras, nem tanto.
Certeza, temos, por exemplo, no seguinte: a tecnologia avançará cada vez mais e estará à disposição da humanidade. Temos certeza que haverá pessoas que precisarão de atenção à saúde. Por isso, para errarmos menos, podemos dizer que: o melhor a fazer é ensinarmos nossos alunos a aprender a cuidar de pessoas e aprender a aprender.
Como se faz isso?
Para responder a esta pergunta, vamos construir algum saber que já existe por aí.
Que tal uma viagem para os textos que tratam das seguintes questões:
1. Planejamento do ensino
2. Metodologias e suporte técnico.
3. Avaliação.
4. Que são Metodologias ativas? Como se caracterizam as metodologias do ensino centradas no professor, no aluno, no paciente, na comunidade?
5. Como distinguir a metodologia PBL com seminário de participação ativa do aluno?
6. Que é avaliação formativa e somativa?
Bom feriado e até o próximo encontro.Prof. Manfroi
1. Há uma predominância nunca vista do gênero feminino sobre o masculino. Surgem, então: O que? Por que? Nada mal . Não é assim que alimentamos nossa curiosidade? Oportuna curiosidade!
2. É uma turma de muita fibra e de riquíssimos pré-requisitos sobre muitos saberes e sobre a vida. De muito boa convivência, entre outras características.
No último encontro, depois de uma belíssima discussão e de ótima convivência(aliás, a Carmen é mestra em proporcionar essas oportunidades ímpares), encerramos com uma série de dúvidas sobre o tipo de profissional da saúde necessário para atender à comunidade no futuro.
Respostas, não temos. Para algumas coisas temos certeza. Para outras, nem tanto.
Certeza, temos, por exemplo, no seguinte: a tecnologia avançará cada vez mais e estará à disposição da humanidade. Temos certeza que haverá pessoas que precisarão de atenção à saúde. Por isso, para errarmos menos, podemos dizer que: o melhor a fazer é ensinarmos nossos alunos a aprender a cuidar de pessoas e aprender a aprender.
Como se faz isso?
Para responder a esta pergunta, vamos construir algum saber que já existe por aí.
Que tal uma viagem para os textos que tratam das seguintes questões:
1. Planejamento do ensino
2. Metodologias e suporte técnico.
3. Avaliação.
4. Que são Metodologias ativas? Como se caracterizam as metodologias do ensino centradas no professor, no aluno, no paciente, na comunidade?
5. Como distinguir a metodologia PBL com seminário de participação ativa do aluno?
6. Que é avaliação formativa e somativa?
Bom feriado e até o próximo encontro.Prof. Manfroi
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)
