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Terça-feira, Maio 02, 2006
Comunicação
COMUNICAÇÃO
Foi bastante criativa a idéia da projeção de filmes após nossas discussões em aula a respeito da formação docente, da construção do currículo na área da saúde e do erro médico relatado no jornal Zero Hora, já que de maneira caricata, os filmes exemplificaram as diferentes formas de interação pessoal e os resultados decorrentes deste intercâmbio.
Em cada um dos filmes, podemos criar uma analogia com as possíveis formas de comunicação e com a construção de um processo efetivo de troca de experiências que deve ocorrer entre professor e aluno.
Um dos filmes mostrou uma passageira praticamente alheia à taxista que a estava conduzindo, a ponto da comunicação ocorrida ter sido minimalista, quase insuficiente até mesmo para a definição do destino da corrida. Analogamente, podemos associar com a total falta de comunicação que muitas vezes ocorre na sala de aula, ou em um hospital (reportagem da ZH), onde cada personagem assume seu papel quase como um autômato.
Outro, mostrou a troca de papéis ocorrida entre passageiro e taxista, fazendo com que o primeiro conduzisse o automóvel. Podemos relacionar com uma forma de comunicação em sala de aula, onde o professor consegue se colocar no lugar do aluno, entendendo suas necessidades, e vice-versa.
Já o filme onde o taxista conduz ?irmãos?, esta aparente proximidade entre histórias de vida não foi suficiente para construir uma comunicação efetiva.
Finalmente, o filme na qual o taxista conduz uma passageira cega é bastante interessante, já que parte de um princípio onde a diferença seria um limitador (analogamente à diferença de construção de conhecimentos entre o professor e aluno), mas que acabou mostrando que existem outros níveis de percepções possíveis.
Aluna: ANDRÉA LITVIN RAFFIN
Turma: Quartas-feiras ? 10:30h
Foi bastante criativa a idéia da projeção de filmes após nossas discussões em aula a respeito da formação docente, da construção do currículo na área da saúde e do erro médico relatado no jornal Zero Hora, já que de maneira caricata, os filmes exemplificaram as diferentes formas de interação pessoal e os resultados decorrentes deste intercâmbio.
Em cada um dos filmes, podemos criar uma analogia com as possíveis formas de comunicação e com a construção de um processo efetivo de troca de experiências que deve ocorrer entre professor e aluno.
Um dos filmes mostrou uma passageira praticamente alheia à taxista que a estava conduzindo, a ponto da comunicação ocorrida ter sido minimalista, quase insuficiente até mesmo para a definição do destino da corrida. Analogamente, podemos associar com a total falta de comunicação que muitas vezes ocorre na sala de aula, ou em um hospital (reportagem da ZH), onde cada personagem assume seu papel quase como um autômato.
Outro, mostrou a troca de papéis ocorrida entre passageiro e taxista, fazendo com que o primeiro conduzisse o automóvel. Podemos relacionar com uma forma de comunicação em sala de aula, onde o professor consegue se colocar no lugar do aluno, entendendo suas necessidades, e vice-versa.
Já o filme onde o taxista conduz ?irmãos?, esta aparente proximidade entre histórias de vida não foi suficiente para construir uma comunicação efetiva.
Finalmente, o filme na qual o taxista conduz uma passageira cega é bastante interessante, já que parte de um princípio onde a diferença seria um limitador (analogamente à diferença de construção de conhecimentos entre o professor e aluno), mas que acabou mostrando que existem outros níveis de percepções possíveis.
Aluna: ANDRÉA LITVIN RAFFIN
Turma: Quartas-feiras ? 10:30h
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)