.:: Esse blog visa dar continuidade as discussões e reflexões sobre educação em saúde realizadas na disciplina Prática Educativa em Medicina do Programa de Pós-Graduação da FAMED/UFRGS.

Segunda-feira, Maio 01, 2006


discussões aulas
Avaliação
Existem diversas maneiras de se avaliar o aluno a fim de acompanhar seu desempenho e aquisição dos conhecimentos necessários. O método mais tradicional consiste na realização de prova ao final de cada bimestre/trimestre, sendo esta a principal nota do aluno. Com certeza este método não é o melhor, algumas pessoas não são "proveiras" devido a divesos motivos (nervosismo, bloqueio, dificuldade de memorização -"decoreba"etc) mas claramente se avaliadas ao longo das aulas demostram interesse e conhecimento e conseguem utilizar este saber em seu dia a dia.Métodos que avaliam o progresso do aluno, com interação frequente e discussões em grupos são com certeza mais adequados. Tentar trazer um sentido ou utilidade para aquele saber específico também me parecem úteis. Exemplo: em uma aula de matemática colocar questões de ordem prática do dia a dia- utilidade de porcentagem (participação emum empresa, por exemplo), juros (se você for comprar alguma coisa- quanto acabaria o valor final) e assim por diante.
Entretanto, vale lembrar que uma educação sem avaliação forma (prova, especificamente) não prepara o aluno para a vida real. Somos constantemente avaliados- para entrar no vestibular, passar num concurso, etc, se o aluna não for treinado para enfrentar tais situações, controlar o estresse, com certeza estará em desvantagem com aqueles que receberam orietação neste sentido.
A solução parece ser um meio termo, a não valorização excessiva e exclusiva da "prova" como nota única mas a inclusão desta num contexto mais amplo de avaliação com trabalhos, discussões diárias e a prova como um meio do aluno ver seu aprendizado e não somente um fim- um conceito. A discussão das respostas dadas nas provas o porquê de uma estar certa e outra errada parece uma ferramenta muito útil, mas pouco utilizada. Em geral quando erramos algo, e entedemos o porquê de ter errado os riscos de repetir tal erro diminuem consideravelmente
Vanessa Zen (turma 8:30)