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Segunda-feira, Outubro 02, 2006
27.09.2006
O autor foi muito feliz em tratar de um assunto inerente a todas as relações humanas, e muito importante neste momento brasileiro, em que o país vive uma crise de valores, onde o professor tem papel fundamental na formação das novas gerações.
Penso que o texto poderia ter termos mais simples eliminando palavras como ?prosódia e sintaxe?.
O texto enfatiza o respeito que deve existir em qualquer relação humana, como fundamental na relação professor-aluno. O respeito, segundo o autor, se inicia pelo conhecimento de quem ensina, de que embora saiba mais que o aluno, o seu conhecimento
tem limites, os da capacidade humana. Sempre há o que aprender, o que de certa forma iguala professor e aluno. O que há de diferente no aluno precisa ser respeitado e usado em seu favor para o aprender. Um aluno diminuído, discriminado, desvalorizado, certamente reduz sua capacidade de aproveitar o que o professor pode ensinar. O professor que tenta mostrar sua superioridade através de seu autoritarismo está também ensinando a sua atitude negativa para os seus alunos.
A atitude ética se relaciona com o auto-conhecimento e o respeito ao outro. O respeito ao aluno não pode se confundir com omissão em relação às funções do professor. Isto inclui organizar e colocar limites à liberdade dos alunos, para que se mantenha a função principal deste relacionamento:O ensinar e o aprender.
Em relação a tecnologia, penso que ela pode ser usada em favor do conhecimento. Ela facilita o acesso a maior número de informações. Mas me parece que jamais poderia substituir o papel do professor e a riqueza que existe na relação professor-aluno. Desde que nascemos aprendemos com ?alguém que ensina?, em muitas fazes da vida, se não em todas, nos esforçamos para crescermos como pessoas, porque amamos alguém, e queremos agradar esta pessoa. O professor representa, substitui ou se torna objeto de amor e daí o desejo de aprender para agradar o ser amado. O texto mostra a importância do que não está explícito, formalizado no ato de ensinar: Precisa haver respeito e uma atitude ética em relação ao educando, caso contrário, todas as teorias que podem ser aprendidas nesta relação podem ter sua importância diminuída ou depreciada.
A autonomia precisa estar vinculada ao respeito e a ética. As diferenças entre as pessoas, as habilidades e as limitações de cada um, também aparecem na forma de ser professor. Penso que dentro disto está a autonomia. Os gostos e interesses pessoais também podem dar um modo diferente a cada um , mas a aula e o ensinar são para o aluno e este foco não pode ser perdido e penso que delimita até onde vai a autonomia do professor.
Suzi Roseli Kerber
O autor foi muito feliz em tratar de um assunto inerente a todas as relações humanas, e muito importante neste momento brasileiro, em que o país vive uma crise de valores, onde o professor tem papel fundamental na formação das novas gerações.
Penso que o texto poderia ter termos mais simples eliminando palavras como ?prosódia e sintaxe?.
O texto enfatiza o respeito que deve existir em qualquer relação humana, como fundamental na relação professor-aluno. O respeito, segundo o autor, se inicia pelo conhecimento de quem ensina, de que embora saiba mais que o aluno, o seu conhecimento
tem limites, os da capacidade humana. Sempre há o que aprender, o que de certa forma iguala professor e aluno. O que há de diferente no aluno precisa ser respeitado e usado em seu favor para o aprender. Um aluno diminuído, discriminado, desvalorizado, certamente reduz sua capacidade de aproveitar o que o professor pode ensinar. O professor que tenta mostrar sua superioridade através de seu autoritarismo está também ensinando a sua atitude negativa para os seus alunos.
A atitude ética se relaciona com o auto-conhecimento e o respeito ao outro. O respeito ao aluno não pode se confundir com omissão em relação às funções do professor. Isto inclui organizar e colocar limites à liberdade dos alunos, para que se mantenha a função principal deste relacionamento:O ensinar e o aprender.
Em relação a tecnologia, penso que ela pode ser usada em favor do conhecimento. Ela facilita o acesso a maior número de informações. Mas me parece que jamais poderia substituir o papel do professor e a riqueza que existe na relação professor-aluno. Desde que nascemos aprendemos com ?alguém que ensina?, em muitas fazes da vida, se não em todas, nos esforçamos para crescermos como pessoas, porque amamos alguém, e queremos agradar esta pessoa. O professor representa, substitui ou se torna objeto de amor e daí o desejo de aprender para agradar o ser amado. O texto mostra a importância do que não está explícito, formalizado no ato de ensinar: Precisa haver respeito e uma atitude ética em relação ao educando, caso contrário, todas as teorias que podem ser aprendidas nesta relação podem ter sua importância diminuída ou depreciada.
A autonomia precisa estar vinculada ao respeito e a ética. As diferenças entre as pessoas, as habilidades e as limitações de cada um, também aparecem na forma de ser professor. Penso que dentro disto está a autonomia. Os gostos e interesses pessoais também podem dar um modo diferente a cada um , mas a aula e o ensinar são para o aluno e este foco não pode ser perdido e penso que delimita até onde vai a autonomia do professor.
Suzi Roseli Kerber
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)