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sindique este site
Domingo, Abril 30, 2006
Ajuda
Oi pessoal, é a minha primeira vez em um blogger. Não estou entendendo nada. Qual é a tarefa para a próxima aula? Achei que o blogger era só da nossa turma, mas pelo visto não é.
Help me!!!
Abraços
Fernanda ( turma das quartas as10:30)
Help me!!!
Abraços
Fernanda ( turma das quartas as10:30)
Sábado, Abril 29, 2006
As atuais diretrizes curriculares apontam para a integração das áreas, para o conhecimento em formar de rede, que o conhecimento compartilhando contribui para a evolução de todos: alunos, professores e sociedade. Percebemos que ocorreu um grande avanço nas diretrizes curriculares, as quais hoje contemplam o profissional de forma ampla, no qual não só o conhecimento é pontuado, mas também as questões de habilidade, atitude, ética, de comportamento, de relações interpessoais visando assim assegurar a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento.
Mas, na prática, o nosso currículo ainda é todo fragmentado, onde cada profissional pensa e age como sendo dono do seu saber, transmitindo ou ensinando o que lhe é conveniente não conseguindo ainda fazer as sinapses necessárias para a formação ideal dos profissionais. Nessa perspectiva é importante ressaltar que nenhum currículo esgota toda a área de conhecimento e por isso a busca deve ser incessante.
É necessárias uma discussão e construção coletiva de idéias por parte dos alunos, professores e sociedade de como colocar em prática as diretrizes hoje aprovadas que descrevem no meu modo de ver um profissional praticamente ideal.
Entendemos que as leis são necessárias, mas, para elas se efetivarem há necessidade de podermos contar com condições de trabalho, professores e alunos preparados, apoio das Instituições de Ensino para tornar as diretrizes curriculares viáveis na pratica pedagógica.
Isabel Echer
Isabella
Claudia
Mas, na prática, o nosso currículo ainda é todo fragmentado, onde cada profissional pensa e age como sendo dono do seu saber, transmitindo ou ensinando o que lhe é conveniente não conseguindo ainda fazer as sinapses necessárias para a formação ideal dos profissionais. Nessa perspectiva é importante ressaltar que nenhum currículo esgota toda a área de conhecimento e por isso a busca deve ser incessante.
É necessárias uma discussão e construção coletiva de idéias por parte dos alunos, professores e sociedade de como colocar em prática as diretrizes hoje aprovadas que descrevem no meu modo de ver um profissional praticamente ideal.
Entendemos que as leis são necessárias, mas, para elas se efetivarem há necessidade de podermos contar com condições de trabalho, professores e alunos preparados, apoio das Instituições de Ensino para tornar as diretrizes curriculares viáveis na pratica pedagógica.
Isabel Echer
Isabella
Claudia
teste
estou testando
Andrea Litvin Raffin
Andrea Litvin Raffin
Útero de mulher é retirado por engano
Comentário do grupo com relação à comunicação em saúde com base na reportagem do jornal ? Útero de mulher é retirado por engano
É consenso do grupo que houve neste caso uma série de erros, na qual não só a auxiliar de enfermagem e cirurgião, mas toda a equipe errou e são responsáveis pelo dano causado a paciente e família.
Quando falamos em toda a equipe, nos referimos à administração do hospital, ao cirurgião, ao anestesista, ao enfermeiro, os auxiliares de sala, enfim todos que se envolveram com o caso. Pensamos que a Instituição deve possuir uma rotina que garanta a segurança para o procedimento cirúrgico dos pacientes. Pelo descrito na reportagem, não foi conversado com a paciente na sua admissão no bloco cirúrgico, os dados da mesma não foram checados por nenhum membro da equipe e os dados do prontuário não foram conferidos? Esses procedimentos na nossa experiência são necessários e preveniriam o erro. É inconcebível que não se proceda desta forma antes de uma cirurgia.
Ressaltamos ainda, o fato de ser uma paciente jovem que iria se submeter a uma cirurgia de esterilização (histerectomia) que provavelmente necessitaria por parte da equipe multidisciplinar uma maior atenção e acolhimento.
Nenhum dos profissionais envolvidos na cirurgia parou para ouvir a paciente quando ela relatou minutos antes da cirurgia que não havia feito a ultrassonagrafia. Isso nos faz refletir sobre a dificuldade que temos de realmente nos comunicarmos com as pessoas. Pois, muitas vezes, elas nos contam fatos importantes e nós profissionais seguimos nossa rotina, independente do que o paciente, nosso cliente, está nos informando. Isto é justificado pela quantidade de atividades dos mesmos e em outros casos pela convicção de que ?sei fazer meu trabalho e não aceito interferências?. O ouvir é necessário, é humano, é ser profissional e ser gente.
Acreditamos que de todos os erros ocorridos, neste caso, o menor tenha sido o nome errado da cirurgia, se é que os erros podem ser quantificados. Pois este profissional normalmente não tem contato prévio com o paciente, na realidade na maior parte das vezes não o conhece. É interessante destacar, que o profissional (auxiliar de enfermagem) que se encontra num patamar inferior numa escala hierárquica, e que, portanto detém menor poder, já foi punido. É importante, também registrar que não estamos eximindo a culpa de quem escreveu errado.
Com relação ao fato do cirurgião dizer que foi induzido ao erro isso é lamentável, talvez seja uma desculpa na ausência de uma real desculpa, pois isso não justifica e nem minimiza o erro.
Um abraço
Grupo da frente (favor colocar seus nomes e fazer as devidas correções)
Isabel Cristina Echer
Isabella
É consenso do grupo que houve neste caso uma série de erros, na qual não só a auxiliar de enfermagem e cirurgião, mas toda a equipe errou e são responsáveis pelo dano causado a paciente e família.
Quando falamos em toda a equipe, nos referimos à administração do hospital, ao cirurgião, ao anestesista, ao enfermeiro, os auxiliares de sala, enfim todos que se envolveram com o caso. Pensamos que a Instituição deve possuir uma rotina que garanta a segurança para o procedimento cirúrgico dos pacientes. Pelo descrito na reportagem, não foi conversado com a paciente na sua admissão no bloco cirúrgico, os dados da mesma não foram checados por nenhum membro da equipe e os dados do prontuário não foram conferidos? Esses procedimentos na nossa experiência são necessários e preveniriam o erro. É inconcebível que não se proceda desta forma antes de uma cirurgia.
Ressaltamos ainda, o fato de ser uma paciente jovem que iria se submeter a uma cirurgia de esterilização (histerectomia) que provavelmente necessitaria por parte da equipe multidisciplinar uma maior atenção e acolhimento.
Nenhum dos profissionais envolvidos na cirurgia parou para ouvir a paciente quando ela relatou minutos antes da cirurgia que não havia feito a ultrassonagrafia. Isso nos faz refletir sobre a dificuldade que temos de realmente nos comunicarmos com as pessoas. Pois, muitas vezes, elas nos contam fatos importantes e nós profissionais seguimos nossa rotina, independente do que o paciente, nosso cliente, está nos informando. Isto é justificado pela quantidade de atividades dos mesmos e em outros casos pela convicção de que ?sei fazer meu trabalho e não aceito interferências?. O ouvir é necessário, é humano, é ser profissional e ser gente.
Acreditamos que de todos os erros ocorridos, neste caso, o menor tenha sido o nome errado da cirurgia, se é que os erros podem ser quantificados. Pois este profissional normalmente não tem contato prévio com o paciente, na realidade na maior parte das vezes não o conhece. É interessante destacar, que o profissional (auxiliar de enfermagem) que se encontra num patamar inferior numa escala hierárquica, e que, portanto detém menor poder, já foi punido. É importante, também registrar que não estamos eximindo a culpa de quem escreveu errado.
Com relação ao fato do cirurgião dizer que foi induzido ao erro isso é lamentável, talvez seja uma desculpa na ausência de uma real desculpa, pois isso não justifica e nem minimiza o erro.
Um abraço
Grupo da frente (favor colocar seus nomes e fazer as devidas correções)
Isabel Cristina Echer
Isabella
Sexta-feira, Abril 28, 2006
Educação Profissional
Um dos pontos que acredito ser importante dentro das diretrizes curriculares está a educação profissional, ou seja, a contextualiazação do conteúdo. Acho que a contextualização tem a ver com a motivação. Motivar o aluno depende de fazê-lo entender, dar sentido àquilo que aprende. Quando um professor ensina, está transferindo a ele conhecimentos gerados em outro âmbito que, quando foram produzidos, com certeza despertaram um encantamento muito difícil de repetir para o aluno. Quando se ensina a transposição didática desse conhecimento deve despertar na sala de aula o mesmo encantamento de quem fez a descoberta original. Por essa razão, na transposição didática o processo de invenção precisa ser reproduzido quase artificialmente para que o aluno possa aprender significativamente. Por essa razão acreito que um dos recursos para fazer isso é a contextualização: relacionar o que está sendo ensinado com sua experiência imediata ou cotidiana.
Thais Steemburgo.
Thais Steemburgo.
Quinta-feira, Abril 27, 2006
Mais um texto vi e-mail
Aline Lopes Bueno
PPG Endocrinologia
19/04/2006 AVALIAÇÃO
No meu ponto de vista, a avaliaçãotradicional, aquela representada pela prova, seja ela cumulativa ou não, é o pior modo de avaliar o conhecimento e rendimento do aluno. Está certo que e o modo mais fácil de avaliar, mas não leva em consideração vários fatores que são muito mais importantes. São elasa criatividade, o empenho, a disposição e a experiência, seja ela do tipo que for. Para isso acontecer, ou seja, para elaborarmos uma avaliação interessante, tanto para o aluno como para o professor, também precisamos de criatividade, empenho, disposição e da experiência de classe e de vida.
26/04/2006 CURRICULO
A aula de currículo, apesar de não ter sido uma aula teórica, aquelas com projeçãoe quadro negro, foi extremamente produtiva. Ao desenvolver a minha estatua sobre o que eu achava importante em um currículo e enquanto eu observava a construção da estatua do grupo, fui construindo o meu currículo, características e adjetivos que deveriam ser contempladas no currículo das minhas aulas. A discussão final tomou tanto a minha atençãoque eu nem senti o tempo passar. A mensagem principal desta aula que eu vou levar comigo e que devemos dar mais importância para a formulação dos currículos das disciplinas e cursos dos quais iremos participar e que este é um processo que envolve troca entre os alunos e os professores.
PPG Endocrinologia
19/04/2006 AVALIAÇÃO
No meu ponto de vista, a avaliaçãotradicional, aquela representada pela prova, seja ela cumulativa ou não, é o pior modo de avaliar o conhecimento e rendimento do aluno. Está certo que e o modo mais fácil de avaliar, mas não leva em consideração vários fatores que são muito mais importantes. São elasa criatividade, o empenho, a disposição e a experiência, seja ela do tipo que for. Para isso acontecer, ou seja, para elaborarmos uma avaliação interessante, tanto para o aluno como para o professor, também precisamos de criatividade, empenho, disposição e da experiência de classe e de vida.
26/04/2006 CURRICULO
A aula de currículo, apesar de não ter sido uma aula teórica, aquelas com projeçãoe quadro negro, foi extremamente produtiva. Ao desenvolver a minha estatua sobre o que eu achava importante em um currículo e enquanto eu observava a construção da estatua do grupo, fui construindo o meu currículo, características e adjetivos que deveriam ser contempladas no currículo das minhas aulas. A discussão final tomou tanto a minha atençãoque eu nem senti o tempo passar. A mensagem principal desta aula que eu vou levar comigo e que devemos dar mais importância para a formulação dos currículos das disciplinas e cursos dos quais iremos participar e que este é um processo que envolve troca entre os alunos e os professores.
Oi pessoal. As turmas deste ano têm algumas peculiaridades que as tornam algo peculiar. Vejamos:
1. Há uma predominância nunca vista do gênero feminino sobre o masculino. Surgem, então: O que? Por que? Nada mal . Não é assim que alimentamos nossa curiosidade? Oportuna curiosidade!
2. É uma turma de muita fibra e de riquíssimos pré-requisitos sobre muitos saberes e sobre a vida. De muito boa convivência, entre outras características.
No último encontro, depois de uma belíssima discussão e de ótima convivência(aliás, a Carmen é mestra em proporcionar essas oportunidades ímpares), encerramos com uma série de dúvidas sobre o tipo de profissional da saúde necessário para atender à comunidade no futuro.
Respostas, não temos. Para algumas coisas temos certeza. Para outras, nem tanto.
Certeza, temos, por exemplo, no seguinte: a tecnologia avançará cada vez mais e estará à disposição da humanidade. Temos certeza que haverá pessoas que precisarão de atenção à saúde. Por isso, para errarmos menos, podemos dizer que: o melhor a fazer é ensinarmos nossos alunos a aprender a cuidar de pessoas e aprender a aprender.
Como se faz isso?
Para responder a esta pergunta, vamos construir algum saber que já existe por aí.
Que tal uma viagem para os textos que tratam das seguintes questões:
1. Planejamento do ensino
2. Metodologias e suporte técnico.
3. Avaliação.
4. Que são Metodologias ativas? Como se caracterizam as metodologias do ensino centradas no professor, no aluno, no paciente, na comunidade?
5. Como distinguir a metodologia PBL com seminário de participação ativa do aluno?
6. Que é avaliação formativa e somativa?
Bom feriado e até o próximo encontro.Prof. Manfroi
1. Há uma predominância nunca vista do gênero feminino sobre o masculino. Surgem, então: O que? Por que? Nada mal . Não é assim que alimentamos nossa curiosidade? Oportuna curiosidade!
2. É uma turma de muita fibra e de riquíssimos pré-requisitos sobre muitos saberes e sobre a vida. De muito boa convivência, entre outras características.
No último encontro, depois de uma belíssima discussão e de ótima convivência(aliás, a Carmen é mestra em proporcionar essas oportunidades ímpares), encerramos com uma série de dúvidas sobre o tipo de profissional da saúde necessário para atender à comunidade no futuro.
Respostas, não temos. Para algumas coisas temos certeza. Para outras, nem tanto.
Certeza, temos, por exemplo, no seguinte: a tecnologia avançará cada vez mais e estará à disposição da humanidade. Temos certeza que haverá pessoas que precisarão de atenção à saúde. Por isso, para errarmos menos, podemos dizer que: o melhor a fazer é ensinarmos nossos alunos a aprender a cuidar de pessoas e aprender a aprender.
Como se faz isso?
Para responder a esta pergunta, vamos construir algum saber que já existe por aí.
Que tal uma viagem para os textos que tratam das seguintes questões:
1. Planejamento do ensino
2. Metodologias e suporte técnico.
3. Avaliação.
4. Que são Metodologias ativas? Como se caracterizam as metodologias do ensino centradas no professor, no aluno, no paciente, na comunidade?
5. Como distinguir a metodologia PBL com seminário de participação ativa do aluno?
6. Que é avaliação formativa e somativa?
Bom feriado e até o próximo encontro.Prof. Manfroi
Existem muitos aspectos interessantes a serem ressaltados sobre as interrelações entre a reportagem que lemos e o filme. A primeira delas sem dúvida é a comunicação interpessoal, a forma como ela é feita, a comunicação não verbal implícita e a capacidade de cada pessoa de se comunicar e se fazer entender. Partindo-se do episósio narrado na reportagem, o médico que não falou com a enfermeira que não confirmou os dados da paciente com a auxiliar e por aí vai, uma ausência total de comunicação, onde cada um simplismente desempenha suas tarefas como pequenos robôs, sem necessidade de interação, no segundo episódio do filme observamos o contrário, ou seja, mesmo o imigrante com dificuldade na linguagem falada consegue de alguma forma se comunicar e se fazer entender pelas outras pessoas presentes. Já no último episódio, entre o taxista da Costa do Marfim e seus "irmãos", como eles mesmo se tratam, não houve a menor possibilidade de comunicação mesmo falando a mesma lingua, faltavam os outros aspectos da comunicação entre essas pessoas. De forma muito interessante, uma terceira possibilidade de comunicação se revelou agora entre o mesmo taxista e a moça cega, ele impressionado pela capacidade dela de fazer suas atividade e até mesmo conhecer e sentir muitas coisas que para o taxista só seriam possiveis com o uso da visão ou até mesmo eram desconhecidas por ele. Estas histórias e a leitura delas fazemos nos remetem para a importância da interação no nosso dia a dia, dentro da rotina de trabalho e dentro de nossas casas, interação esta que não diz respeito somente a falar o que desejamos ou responder o que nos é perguntado, mas também em deixar claro às outras pessoas aquilo que queremos e o que realmente estamos expressando com nossas atitudes, o que é um vasto caminho para a ocorrência dos famosos mal-entendidos. Quero também salientar a imensa importância que a comunicação e o fazer-se entender deve entremear a relação professor-aluno, não somente para que um entenda o outro mas também para que os dois consigam comunicar suas visões de mundo/realidade.
Outro aspecto importante que deve ser comentado é a relação de poder/submissão que está presente de alguma forma em todos os relacionamentos sejam pessoais, sejam de trabalho. Especificamente, a interação professor-aluno é um tipo de relação historicamente marcada pela relação de poder, onde o professor é dono do saber e o aluno mero receptor. Acredito que nos tempos modernos esta realidade deve ser modificada, até porque estes mesmos padrões serão transportados para as relações de trabalho como o exemplo acima, o que já está mais do que estabelecido que não funciona.
De modo geral, acredito que um dos pontos mais importantes que devem ser trabalhados no currículo é a relação/aproximação da interação professor/aluno, de forma a "humanizar" o aprendizado técnico e o aprefeiçoamento das relações humanas com as quais o aluno irá se deparar em toda a sua vida.
Simone Wajner
Outro aspecto importante que deve ser comentado é a relação de poder/submissão que está presente de alguma forma em todos os relacionamentos sejam pessoais, sejam de trabalho. Especificamente, a interação professor-aluno é um tipo de relação historicamente marcada pela relação de poder, onde o professor é dono do saber e o aluno mero receptor. Acredito que nos tempos modernos esta realidade deve ser modificada, até porque estes mesmos padrões serão transportados para as relações de trabalho como o exemplo acima, o que já está mais do que estabelecido que não funciona.
De modo geral, acredito que um dos pontos mais importantes que devem ser trabalhados no currículo é a relação/aproximação da interação professor/aluno, de forma a "humanizar" o aprendizado técnico e o aprefeiçoamento das relações humanas com as quais o aluno irá se deparar em toda a sua vida.
Simone Wajner
Quarta-feira, Abril 26, 2006
Comunicação e a Profusão de Idéias e Percepções
A aula de hoje verdadeiramente me fez refletir sobre a dificuldade que temos ao difundir nossas idéias e viabilizar uma comunicação fidedigna (se é que ela existe).
Os diálogos e episódios do filme demonstraram esta perplexidade, como uma caricatura, o que de fato se concretiza nas relações e no nosso cotidiano. Não podemos negar! Uma máxima antiga do Direito diz: contra fatos não há argumentos. É fato! Desaprendemos a nos relacionar.
Por outro lado, o ser humano contém todo um universo dentro de si, trata-se de uma verdadeira profusão de idéias e percepções de uma riqueza sem tamanho ou limites. E isso é demonstrado em debates como este que ocorreu hoje, em que meus pares me trazem o enfoque da mídia e de recursos tecnológicos, fazendo-me voar longe, rumo ao futuro, trazendo à tona novos questionamentos que sequer eu já havia me feito. E aí? Nos moldamos ou não a essa nova realidade tecnológica? Todo cuidado é pouco, pois o saber nos traz uma falsa onipotência. Basta ver o que acontece nos nossos meios de trabalho quando ocorre uma ?pane? no sistema. E o quanto à questões de sobrevivência, como aquela do naufrágio? Do que adianta todo o conhecimento? Será que podemos dispensar a empirismo? Qual o papel da Epistemologia? Será que o estamos esquecendo?
O caso proposto, e que eu li rapidamente, sobre o erro médico e a enfermeira, demonstra bem isso: ligamos o piloto automático e nos esquecemos de pensar e sentir a nossa realidade. Confiamos por deveras na forma e nos procedimentos de nosso cotidiano e esquecemos de por atenção no agora e em toda a riqueza de que o momento presente nos presenteia (desculpem a repetição, mas me faltou palavra melhor. O presente é um presente, pois nos desafia.). Foi o que aconteceu: o médico confiou no que havia sido escrito pela enfermeira e esqueceu de olhar o rosto da paciente que ele havia atendido há dez dias. E a enfermeira também errou por ter automatizado por deveras o seu procedimento. Também podemos julgá-los? De um lado, todos sabemos dos grandes problemas que enfrentam os profissionais que atuam no Sistema SUS, por outro prisma, quem não cometeu erros em seu trabalho que jogue a primeira pedra (desculpem a paródia). Deixo registrado de que não estou fazendo apologia ao erro médico.
Ocorre que, para quem trabalha com Saúde, todas as questões são viscerais e um erro aqui, importa numa vida ali. Isso eu pude verificar na minha profissão, em que pese não lidar diretamente com os pacientes, tenho o panorama de quem bate às portas do Judiciário: normalmente é alguém que está fora de si, pois a sua vida e o seu direito de acesso à saúde está em jogo. E tudo toma outra dimensão, sendo que não há espaço para erros. E a Ciência, sem dúvida, nos dá a segurança de que precisamos e de que as pessoas precisam, e, ainda, parafraseando a Professora Carmen, de que o aluno precisa. Tal postura nos é exigida pela sociedade. Isto tudo faz emperrar o Sistema, pois enquanto cada um não pensar no seu papel, em como está funcionando e atuando, não é possível haver o intercâmbio e a comunicação. O "pensar" é vital! O repensar mais ainda!
Para que a comunicação possa ocorrer, no meu entendimento, é preciso que estejamos dispostos a mudar o olhar, ver com outros olhos, os olhos de quem conosco interage. É preciso que nos despojemos do nosso ponto de vista, que estejamos abertos a ouvir, dispor a escuta, sendo que nos dias atuais, parece não haver muito espaço para que isso ocorra. No entanto, aulas como a de hoje me fazem vislumbrar uma outra maneira de compor os novos desafios, ou seja, com criatividade podemos avançar no sentido de repensar a nossa maneira de nos relacionar e ?ver? os fatos que nos cercam.
Gostaria, para finalizar, de registrar que o elemento surpresa com que a as aulas têm acontecido, me estimulam a não querer perder uma aula sequer. De outra banda, porém ainda oportunamente, o empenho demonstrado pelos colegas em não se furtarem ao diálogo, torna tudo ainda muito mais interessante e dá um todo um colorido às nossas aulas.
A todos, um abraço,
Renata dos Anjos.
Os diálogos e episódios do filme demonstraram esta perplexidade, como uma caricatura, o que de fato se concretiza nas relações e no nosso cotidiano. Não podemos negar! Uma máxima antiga do Direito diz: contra fatos não há argumentos. É fato! Desaprendemos a nos relacionar.
Por outro lado, o ser humano contém todo um universo dentro de si, trata-se de uma verdadeira profusão de idéias e percepções de uma riqueza sem tamanho ou limites. E isso é demonstrado em debates como este que ocorreu hoje, em que meus pares me trazem o enfoque da mídia e de recursos tecnológicos, fazendo-me voar longe, rumo ao futuro, trazendo à tona novos questionamentos que sequer eu já havia me feito. E aí? Nos moldamos ou não a essa nova realidade tecnológica? Todo cuidado é pouco, pois o saber nos traz uma falsa onipotência. Basta ver o que acontece nos nossos meios de trabalho quando ocorre uma ?pane? no sistema. E o quanto à questões de sobrevivência, como aquela do naufrágio? Do que adianta todo o conhecimento? Será que podemos dispensar a empirismo? Qual o papel da Epistemologia? Será que o estamos esquecendo?
O caso proposto, e que eu li rapidamente, sobre o erro médico e a enfermeira, demonstra bem isso: ligamos o piloto automático e nos esquecemos de pensar e sentir a nossa realidade. Confiamos por deveras na forma e nos procedimentos de nosso cotidiano e esquecemos de por atenção no agora e em toda a riqueza de que o momento presente nos presenteia (desculpem a repetição, mas me faltou palavra melhor. O presente é um presente, pois nos desafia.). Foi o que aconteceu: o médico confiou no que havia sido escrito pela enfermeira e esqueceu de olhar o rosto da paciente que ele havia atendido há dez dias. E a enfermeira também errou por ter automatizado por deveras o seu procedimento. Também podemos julgá-los? De um lado, todos sabemos dos grandes problemas que enfrentam os profissionais que atuam no Sistema SUS, por outro prisma, quem não cometeu erros em seu trabalho que jogue a primeira pedra (desculpem a paródia). Deixo registrado de que não estou fazendo apologia ao erro médico.
Ocorre que, para quem trabalha com Saúde, todas as questões são viscerais e um erro aqui, importa numa vida ali. Isso eu pude verificar na minha profissão, em que pese não lidar diretamente com os pacientes, tenho o panorama de quem bate às portas do Judiciário: normalmente é alguém que está fora de si, pois a sua vida e o seu direito de acesso à saúde está em jogo. E tudo toma outra dimensão, sendo que não há espaço para erros. E a Ciência, sem dúvida, nos dá a segurança de que precisamos e de que as pessoas precisam, e, ainda, parafraseando a Professora Carmen, de que o aluno precisa. Tal postura nos é exigida pela sociedade. Isto tudo faz emperrar o Sistema, pois enquanto cada um não pensar no seu papel, em como está funcionando e atuando, não é possível haver o intercâmbio e a comunicação. O "pensar" é vital! O repensar mais ainda!
Para que a comunicação possa ocorrer, no meu entendimento, é preciso que estejamos dispostos a mudar o olhar, ver com outros olhos, os olhos de quem conosco interage. É preciso que nos despojemos do nosso ponto de vista, que estejamos abertos a ouvir, dispor a escuta, sendo que nos dias atuais, parece não haver muito espaço para que isso ocorra. No entanto, aulas como a de hoje me fazem vislumbrar uma outra maneira de compor os novos desafios, ou seja, com criatividade podemos avançar no sentido de repensar a nossa maneira de nos relacionar e ?ver? os fatos que nos cercam.
Gostaria, para finalizar, de registrar que o elemento surpresa com que a as aulas têm acontecido, me estimulam a não querer perder uma aula sequer. De outra banda, porém ainda oportunamente, o empenho demonstrado pelos colegas em não se furtarem ao diálogo, torna tudo ainda muito mais interessante e dá um todo um colorido às nossas aulas.
A todos, um abraço,
Renata dos Anjos.
Notícias sobre blogs
Su está divulgando novidades que de certo modo foram antevistas por ela ao propor seu estudo de mestrado sobre este tema:
"Em meio à tragédia provocada pelo furacão Katrina, o jornal Times Picayune de Nova Orleans parou de circular porque as rotativas foram danificadas e não havia como distribuir. Mas como informação sobre a cidade era de todo urgente para seus moradores, os repórteres do Times transformaram o site do jornal em blog.
A cobertura valeu-lhes o primeiro Prêmio Pulitzer a um blog. É o maior prêmio para texto dos EUA. "
Para os aficionados internautas esta sempre pode parecer uma interessante notícia...
"Em meio à tragédia provocada pelo furacão Katrina, o jornal Times Picayune de Nova Orleans parou de circular porque as rotativas foram danificadas e não havia como distribuir. Mas como informação sobre a cidade era de todo urgente para seus moradores, os repórteres do Times transformaram o site do jornal em blog.
A cobertura valeu-lhes o primeiro Prêmio Pulitzer a um blog. É o maior prêmio para texto dos EUA. "
Para os aficionados internautas esta sempre pode parecer uma interessante notícia...
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| O texto recebido é este: ALUNA: ANDRÉA LITVIN RAFFIN DISCIPLINA: PRÁTICA EDUCATIVA ATIVIDADE: Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de saúde relacionadas com a construção de um currículo da saúde, com a formação docente e com a reportagem do ZH (17/04/2006). As Diretrizes Curriculares, ou normas de procedimentos que traçam a linha reguladora dos cursos de graduação, estabelecem princípios, objetivos e metas. Os princípios versam basicamente acerca da doutrina das Diretrizes, assegurando às Instituições de Ensino Superior maior liberdade na elaboração da carga horária dos cursos, evitando prolongar a graduação desnecessariamente. Outrossim, incentivam uma formação geral, inclusive com a condução de avaliações periódicas das atividades didáticas. Os objetivos e metas determinam claramente qual é o alvo das alterações propostas: a graduação passa a constituir-se numa etapa de formação inicial no processo de educação permanente. A possibilidade da construção do conhecimento dando ênfase a uma formação mais abrangente permitiria, em tese, a minimização do problema de baixa qualidade do nosso ensino médio, já que as lacunas seriam preenchidas pelo curso superior. Entretanto, tal enfoque redundaria em uma formação menos profissionalizante, com as pessoas terminando seus cursos provavelmente com ainda menos conhecimentos específicos, do que hoje em dia, acerca de suas profissões. Em princípio, este problema não existiria se a meta da educação permanente fosse realmente aplicada, de tal forma que o profissional continuaria sua especialização após o término da graduação abrangente. É justamente neste ponto que vislumbro uma fragilidade nas Diretrizes Curriculares. Acredito que a nossa realidade social ainda está distante de conseguirmos atingir este estágio se olharmos para todos os cursos que compõem os cursos da saúde. Apenas a Medicina está mais estruturada, já que a residência é praticamente institucionalizada. As Diretrizes também permitem importantes variações na execução do currículo de um curso. É importante que cada curso defina a explicação das competências e das habilidades que se deseja desenvolver, entretanto podem ocorrer distorções, novamente em função da realidade sócio-econômica de nosso país, com ampla gama de variação nos índices de desenvolvimento regionais, e até mesmo culturais. Desta forma, seria importante a regulamentação de um currículo mínimo comum a todas as Instituições de Ensino. A reportagem veiculada no jornal Zero Hora do dia 17/04/2006, relatando o erro médico sofrido por uma paciente que foi operar uma fístula anal e acabou tendo seu útero retirado, tem relação, em parte, com o que foi discutido em aula e com o que discorri anteriormente. O médico que realizou a operação atribui o erro a uma enfermeira (ou técnica em enfermagem) que transcreveu a cirurgia necessária de forma equivocada no prontuário da paciente. Aqui estamos diante aparentemente de uma falha de formação em ambos profissionais. A enfermeira, talvez pela impossibilidade de educação continuada, e/ou pela qualidade curricular de sua formação, parece não ter sabido identificar a diferença entre 2 procedimentos. O médico, embora com bastante experiência profissional, não levou em conta, talvez por problemas estruturais do sistema, o histórico da paciente que tinha justamente sido atendida anteriormente por ele. Entretanto, acredito que a explicação mais provável do ocorrido possa ser encontrada em relações mais em nível macro, já que parece refletir o estado caótico que se encontra a saúde pública do Brasil ? profissionais mal remunerados, falta de aparelhamento e de condições adequadas de trabalho. Neste mesmo sentido pode ser vista a nossa formação docente, que requer intensa dedicação com retornos, ao menos materialmente, desproporcionais. Evidentemente que neste caso, há pressuposição de educação continuada, tal qual preconizam as novas Diretrizes, já que além da formação geral básica, a carreira requer permanentes especializações. Diante do exposto, acredito que em tese as Diretrizes Curriculares vêm ao encontro das novas necessidades impostas por uma sociedade dinâmica, mas para que sejam implementadas com sucesso é necessário minimizar as distorções regionais, além de se promover um amplo debate com os profissionais da saúde, de ensino e representantes dos conselhos reguladores das profissões envolvidas, para a formatação de um currículo mínimo comum e com qualidade. Finalmente, acredito que a relação do que foi exposto com o erro médico relatado no ZH tem uma vinculação muito mais "macro-sócio-econômica" do que propriamente com as Diretrizes Curriculares ou com a formação docente. |
Baseando-se na reportagem escolhida, alguns pontos merecem discussão com relação à construção de um currículo de saúde e formação docente qualificada. O primeiro ponto a ser destacado é o fato que a maior parte do período de formação de qualquer curso superior da saúde contempla quase que exclusivamente a parte técnica da profissão e conhecimentos a cerca do exercício profissional na vida real muitas vezes não são contemplados pelos currículos. Neste ponto se encaixa a formação docente que também teve, em seu período de formação, uns currículos técnicos, que não contempla outros aspectos práticos tais como o cuidado com questões burocráticas, por exemplo. No caso apresentado, talvez caberia ao médico não somente exercer a parte técnica (cirurgia), mas também revisar os dados do paciente e certificar-se de que aquele procedimento seria o correto. Casos como este ocorrem freqüentemente e reflete também uma compartimentalização das profissões, a inexistência de relações de interdisciplinariedade (cada um faz o seu papel pré-determinado dentro da equipe, sem se comunicar com os demais profissionais que estão envolvidos no processo). Uma formação docente mais voltada para a realidade do dia a dia de cada profissão, mais preocupada em transmitir e discutir com os alunos questões práticas e não apenas técnicas, e, principalmente para questões de comunicação entre profissionais e não apenas o exercer o saber técnico (ministrei minha aula, transmiti o conteúdo que estava determinado e pronto) parecem que agora necessitam urgentemente fazer parte da formação docente e a aparecer de forma mais clara e intensa nos currículos.
Simone Wajner
Simone Wajner
Sônia,
aí vai o q eu entendo por currículo...
Currículo
É uma programação prévia do conteúdo que deve ser transmitido. Esta programação deve ser flexível, aberta a críticas e sugestões. O currículo é a base da disciplina, os alicerces em q ela será construída.
Um abraço,
Daiana Benck Porsch.
aí vai o q eu entendo por currículo...
Currículo
É uma programação prévia do conteúdo que deve ser transmitido. Esta programação deve ser flexível, aberta a críticas e sugestões. O currículo é a base da disciplina, os alicerces em q ela será construída.
Um abraço,
Daiana Benck Porsch.
Da construção das Diretrizes Curriculares à formação de um profissional da área da saúde
A reportagem de ZH (17/04/06) serviu como base para a construção do meu pensamento sobre as diretrizes curriculares e sua relação com a formação docente.
Vimos na última aula que a construção das Diretrizes Curriculares está longe de ser um processo fácil de ser realizado e que a distância entre o pensamento teórico e a prática é muito maior que podíamos imaginar.
Estou convicta que a construção das Diretrizes Curriculares deve estar apoiada em pilares como a observação, a concentração, o olhar crítico e a preocupação com o saber e o conhecimento.
No entanto, após ler a reportagem e refletir sobre o assunto, vi a importância de outros alicerces para a construção das Diretrizes Curriculares: o humanismo, o amor ao próximo e o respeito. Conceitos que não estão explícitos ao ler as Diretrizes, mas que são fundamentais à formação de profissionais voltados à área da saúde.
A preocupação em formar profissionais cada vez mais capacitados a desenvolver suas habilidades faz com que professores deixem de lado ensinamentos a respeito da integridade do homem e se voltem para questões mais técnicas referentes à suas profissões.
Acredito que as Diretrizes Curriculares cumprem o papel de esclarecer as competências , habilidades e o objeto de estudo do profissional. Quanto a esses aspectos, penso que a prática não se afasta tanto do modelo teórico.
A formação do profissional da área da saúde requer uma maior reflexão quanto aos aspectos humanista, crítico e reflexivo.
O professor deve ter um papel de facilitador e mediador do processo de formação profissional e esse processo deve estar baseado em pilares concretos e humanistas.
Diretrizes Curriculares voltadas à formação de um profissional ?completo? poderá evitar situações como a relatada na reportagem do jornal Zero Hora.
Vanessa R. Mássia
A reportagem de ZH (17/04/06) serviu como base para a construção do meu pensamento sobre as diretrizes curriculares e sua relação com a formação docente.
Vimos na última aula que a construção das Diretrizes Curriculares está longe de ser um processo fácil de ser realizado e que a distância entre o pensamento teórico e a prática é muito maior que podíamos imaginar.
Estou convicta que a construção das Diretrizes Curriculares deve estar apoiada em pilares como a observação, a concentração, o olhar crítico e a preocupação com o saber e o conhecimento.
No entanto, após ler a reportagem e refletir sobre o assunto, vi a importância de outros alicerces para a construção das Diretrizes Curriculares: o humanismo, o amor ao próximo e o respeito. Conceitos que não estão explícitos ao ler as Diretrizes, mas que são fundamentais à formação de profissionais voltados à área da saúde.
A preocupação em formar profissionais cada vez mais capacitados a desenvolver suas habilidades faz com que professores deixem de lado ensinamentos a respeito da integridade do homem e se voltem para questões mais técnicas referentes à suas profissões.
Acredito que as Diretrizes Curriculares cumprem o papel de esclarecer as competências , habilidades e o objeto de estudo do profissional. Quanto a esses aspectos, penso que a prática não se afasta tanto do modelo teórico.
A formação do profissional da área da saúde requer uma maior reflexão quanto aos aspectos humanista, crítico e reflexivo.
O professor deve ter um papel de facilitador e mediador do processo de formação profissional e esse processo deve estar baseado em pilares concretos e humanistas.
Diretrizes Curriculares voltadas à formação de um profissional ?completo? poderá evitar situações como a relatada na reportagem do jornal Zero Hora.
Vanessa R. Mássia
DÚVIDAS E INQUIETAÇÕES SOBRE CURRÍCULO
A minha maior inquietação acerca do currículo é quanto à especificidade com que a Academia nos prepara. De certa forma, realizamos a nossa formação técnica e de nada entendemos sobre outras áreas.
Na última aula, no dia 19/04/06, presenciei um colega médico dizendo que há uma falha no Currículo da Medicina, pois forma profissionais que nada entendem de Ciências Qualitativas. Como advenho do Direito, também temos uma grande falha que é a falta de objetividade que as Ciências Exatas, por exemplo, conferem aos profissionais deste ramo do saber. É comum lermos textos, petições e artigos em que não temos uma visão clara de onde o autor, ou profissional, quer chegar. Parece não haver uma lógica, mas sim um mero devaneio, sem início, meio e fim.
Ao me deparar com o estudo para preparação das provas de Bioestatística e Epidemiologia, recordei uma Renata que há muito eu não via, ou seja, há uma parte de mim que necessita de concretude, que necessita da objetividade, tendo em vista que no Direito lidamos muito com a subjetividade e nos tornamos muito pouco práticos.
Ao ler sobre as Diretrizes Curriculares, no site do Ministério da Educação, percebi que também há esta preocupação, pois dentre os Princípios das Diretrizes, encontrei:
Incentivar uma sólida formação geral (...)
Como comentei em aula, e, verdadeiramente acredito, que um Currículo adaptado e flexível, com enfoque na diversidade, de forma multidisciplinar (como lembrou a colega) formará profissionais mais preparados a responder às demandas existentes em nossa sociedade.
Por isso pretendo retornar à Academia e estimular, de alguma forma, seja por meio de aulas como a que tivemos no dia 12/04, em que foi convidada uma professora de outra área, ou, por meio de pesquisas e/ou outras formas (que ainda desejo descobrir) a formação de meus alunos para torná-los aptos a responder as demandas existentes em nossa sociedade, que se tornou por deveras complexa.
Por derradeiro, gostaria de registrar que a maneira com que são ministradas as aulas de Prática Educativa tem me trazido muito estímulo, pois nunca sei qual será a proposta da aula seguinte e a curiosidade faz com que eu fique ávida por nossos encontros. A dedicação com que vocês preparam a aula tem me feito questionar sobre o que o professor Monfroi ponderou na aula passada sobre a profissionalização do professor.
Atenciosamente,
Renata Sacco dos Anjos.
A minha maior inquietação acerca do currículo é quanto à especificidade com que a Academia nos prepara. De certa forma, realizamos a nossa formação técnica e de nada entendemos sobre outras áreas.
Na última aula, no dia 19/04/06, presenciei um colega médico dizendo que há uma falha no Currículo da Medicina, pois forma profissionais que nada entendem de Ciências Qualitativas. Como advenho do Direito, também temos uma grande falha que é a falta de objetividade que as Ciências Exatas, por exemplo, conferem aos profissionais deste ramo do saber. É comum lermos textos, petições e artigos em que não temos uma visão clara de onde o autor, ou profissional, quer chegar. Parece não haver uma lógica, mas sim um mero devaneio, sem início, meio e fim.
Ao me deparar com o estudo para preparação das provas de Bioestatística e Epidemiologia, recordei uma Renata que há muito eu não via, ou seja, há uma parte de mim que necessita de concretude, que necessita da objetividade, tendo em vista que no Direito lidamos muito com a subjetividade e nos tornamos muito pouco práticos.
Ao ler sobre as Diretrizes Curriculares, no site do Ministério da Educação, percebi que também há esta preocupação, pois dentre os Princípios das Diretrizes, encontrei:
Incentivar uma sólida formação geral (...)
Como comentei em aula, e, verdadeiramente acredito, que um Currículo adaptado e flexível, com enfoque na diversidade, de forma multidisciplinar (como lembrou a colega) formará profissionais mais preparados a responder às demandas existentes em nossa sociedade.
Por isso pretendo retornar à Academia e estimular, de alguma forma, seja por meio de aulas como a que tivemos no dia 12/04, em que foi convidada uma professora de outra área, ou, por meio de pesquisas e/ou outras formas (que ainda desejo descobrir) a formação de meus alunos para torná-los aptos a responder as demandas existentes em nossa sociedade, que se tornou por deveras complexa.
Por derradeiro, gostaria de registrar que a maneira com que são ministradas as aulas de Prática Educativa tem me trazido muito estímulo, pois nunca sei qual será a proposta da aula seguinte e a curiosidade faz com que eu fique ávida por nossos encontros. A dedicação com que vocês preparam a aula tem me feito questionar sobre o que o professor Monfroi ponderou na aula passada sobre a profissionalização do professor.
Atenciosamente,
Renata Sacco dos Anjos.
Comentário do grupo com relação à comunicação em saúde com base na reportagem do jornal ? Útero de mulher é retirado por engano
É consenso do grupo que houve neste caso uma série de erros, na qual não só a auxiliar de enfermagem e cirurgião, mas toda a equipe errou e são responsáveis pelo dano causado a paciente e família.
Quando falamos em toda a equipe, nos referimos à administração do hospital, ao cirurgião ao anestesista, ao enfermeiro, os auxiliares de sala, enfim todos que se envolveram com o caso. Pois a Instituição deve possuir uma rotina que garanta a segurança para o procedimento cirúrgico dos pacientes. Pelo descrito na reportagem, não foi conversado com a pacientes na sua admissão no bloco cirúrgico, os dados da pacientes não foram checados por nenhum membro da equipe e os dados do prontuário não foram conferidos? Esses procedimentos na nossa experiência são necessários e preveniriam o erro. É inconcebível que não se proceda desta forma antes de uma cirurgia.
Ressaltamos ainda, o fato de ser uma paciente jovem que iria se submeter a uma cirurgia de esterilização que provavelmente necessitaria por parte da equipe interdisciplinar uma maior atenção e acolhimento.
Nenhum dos profissionais envolvidos na cirurgia parou para ouvir a paciente quando ela relatou minutos antes da cirurgia que a não havia feito a ultrassonagrafia. Isso nos faz refletir sobre a dificuldade que temos de realmente nos comunicarmos com as pessoas. Pois, muitas vezes, elas nos dizem coisas importantes e nós profissionais seguimos nossa rotina, independente do que o paciente, nosso cliente, esta nos informando. E isto é justificado pela quantidade de atividades dos mesmos e em outros casos pela convicção de que ?sei fazer meu trabalho e não aceito interferências?. O ouvir é necessário, é humano, é ser profissional e ser gente.
Acreditamos que de todos os erros ocorridos, neste caso, o menor tenha sido o nome errado da cirurgia, se é que os erros podem ser quantificados. Pois este profissional normalmente não tem contato prévio com o paciente, na realidade na maior parte das vezes não o conhece. É interessante destacar, que o profissional (auxiliar de enfermagem) que se encontra num patamar inferior numa escala hierárquica, e que, portanto detém menor poder, já foi punido.
Grupo da frente (favor colocar seus nomes e fazer as devidas correções)
Um abraço
Isabel Cristina Echer
Olha os comunicadores e seus tempos O laissez-faire de nossa aula (turma das 10h30min) implicou em que nossa postagem seja feita individualmente, enquanto que a das 8h pode escolher entre o registro individual e o do pequeno grupo, desde que seja feito.
Os tempos também dizem respeito ao poder que acreditamos ter sobre nosso modo de vivê-lo, aproveitá-lo. Assim, estamos aguardando as postagens que dizem respeito ao proposto no dia 20 de abril (os que já postaram estáo dispensados) bem como o que foi solicitado hoje em aula presencial. A análise do "caso" e os elementos trazidos pelo filme Uma noite sobre a terra.
Lembro a todos e todas que a leitura dos livros de José Saramago, Ensaio sobre a cegueira, e o Prática Educativa é obrigatória. Este último já está disponível na Livraria da UFRGS, ao lado da Reitoria.
Boas leituras, bom trabalho e fim de semana.
Carmen
Colocar o texto produzido durantre a aula de hoje para que todos possam ler e comentar!
Nossa próxima aula começa com esta atividade e mais a postagem a ser feita pelo Prof. Manfroi durante esta semana.
Até mais,
Carmen
É consenso do grupo que houve neste caso uma série de erros, na qual não só a auxiliar de enfermagem e cirurgião, mas toda a equipe errou e são responsáveis pelo dano causado a paciente e família.
Quando falamos em toda a equipe, nos referimos à administração do hospital, ao cirurgião ao anestesista, ao enfermeiro, os auxiliares de sala, enfim todos que se envolveram com o caso. Pois a Instituição deve possuir uma rotina que garanta a segurança para o procedimento cirúrgico dos pacientes. Pelo descrito na reportagem, não foi conversado com a pacientes na sua admissão no bloco cirúrgico, os dados da pacientes não foram checados por nenhum membro da equipe e os dados do prontuário não foram conferidos? Esses procedimentos na nossa experiência são necessários e preveniriam o erro. É inconcebível que não se proceda desta forma antes de uma cirurgia.
Ressaltamos ainda, o fato de ser uma paciente jovem que iria se submeter a uma cirurgia de esterilização que provavelmente necessitaria por parte da equipe interdisciplinar uma maior atenção e acolhimento.
Nenhum dos profissionais envolvidos na cirurgia parou para ouvir a paciente quando ela relatou minutos antes da cirurgia que a não havia feito a ultrassonagrafia. Isso nos faz refletir sobre a dificuldade que temos de realmente nos comunicarmos com as pessoas. Pois, muitas vezes, elas nos dizem coisas importantes e nós profissionais seguimos nossa rotina, independente do que o paciente, nosso cliente, esta nos informando. E isto é justificado pela quantidade de atividades dos mesmos e em outros casos pela convicção de que ?sei fazer meu trabalho e não aceito interferências?. O ouvir é necessário, é humano, é ser profissional e ser gente.
Acreditamos que de todos os erros ocorridos, neste caso, o menor tenha sido o nome errado da cirurgia, se é que os erros podem ser quantificados. Pois este profissional normalmente não tem contato prévio com o paciente, na realidade na maior parte das vezes não o conhece. É interessante destacar, que o profissional (auxiliar de enfermagem) que se encontra num patamar inferior numa escala hierárquica, e que, portanto detém menor poder, já foi punido.
Grupo da frente (favor colocar seus nomes e fazer as devidas correções)
Um abraço
Isabel Cristina Echer
Olha os comunicadores e seus tempos
Os tempos também dizem respeito ao poder que acreditamos ter sobre nosso modo de vivê-lo, aproveitá-lo. Assim, estamos aguardando as postagens que dizem respeito ao proposto no dia 20 de abril (os que já postaram estáo dispensados) bem como o que foi solicitado hoje em aula presencial. A análise do "caso" e os elementos trazidos pelo filme Uma noite sobre a terra.
Lembro a todos e todas que a leitura dos livros de José Saramago, Ensaio sobre a cegueira, e o Prática Educativa é obrigatória. Este último já está disponível na Livraria da UFRGS, ao lado da Reitoria.
Boas leituras, bom trabalho e fim de semana.
Carmen
Comunicação
Nossa próxima aula começa com esta atividade e mais a postagem a ser feita pelo Prof. Manfroi durante esta semana.
Até mais,
Carmen
Terça-feira, Abril 25, 2006
Entre o romantismo e o ceticismo
Durante a última aula de Pedagogia Médica, ou Prática Didática, como queiram, foi feita uma calorosa discussão sobre os caminhos do professor. Na verdade a discussão foi sobre currículos, mas caímos nas diretrizes de ensino, ossos do oficio, interesses políticos, política enfim. Foi um belo debate do qual sai convencido de muitas coisas e sem dúvida, uma delas foi que tudo acaba na política.
Deu para ver os dois lados da mesma moeda, que analogias à parte, mais pareciam o mesmo lado, visto por óticas diferentes. Um dos lados é bonitinho, cheio de honras e heroísmo, o lado do qual de certa forma todos ficamos um dia. Cento e oitenta passos sobre uma linha circular e conseguimos enxergar o outro lado. Este já é mais estreito, cheio de restrições e maracutaias.
No lado romântico as pessoas sonham em ser bons professores, fazer pesquisas de grande quilate social e serem apoiados e reconhecidos nesta feita. É bom ficar aqui até termos que exercer nossa profissão na pratica. Nessa ocasião temos que tomar outra postura e botar os pés no chão. A vida de professor não é um moranguinho. Depois de algum tempo de adaptação perdemos o sonho, mas não a esperança. Isso o ser humano não pode nunca perder, jádiziam sabiamente os filósofos.
A experiência que adquirimos ao longo do tempo nos torna gatos escaldados. Felizmente ou infelizmente, essa mesma experiência nos abre os olhos e fortalece. Depois disso, mesmo que aja relutância por parte dos românticos, eles inevitavelmente se transformam em céticos. A vida nos endurece. Quando menos percebemos estamos fazendo menos planos e mais projetos concretos, menos emoção e mais razão, faz parte da estrada.
Nesta nossa discussão da ultima aula, existiam todos os tipos, céticos, românticos e os que estão em transição. Cada um defendia seu ponto de vista enquanto outros ficavam em cima do muro, procurando cair para o lado menos perigoso. Não estou dizendo que houve uma conversão em massa e que sou o ultimo dos românticos, pelo contrario, provavelmente fui o único que me tornei cético, enquanto todos ficaram desfrutando do romantismo. Não costumo apresentar muita resistência a transformações.
Já posicionados, recordamos em meio a tantos argumentos, que existem alguns detalhes na vida do professor e que eles se chamam diretrizes curriculares. Futuros Professores Diretrizes Curriculares, Diretrizes Curriculares Futuros professores Depois de apresentados é importante salientar que as diretrizes curriculares têm um grande paralelo entre a teoria e a prática e que consolida-las é umas das grandes missões do professor. Mas isso vai ficar para próxima aula porque ficamos boquiabertos ao ver o tamanho do buraco entre a teoria e a pratica. Já esta ficando difícil de pular de um para outro.
Paulo Jobim
Deu para ver os dois lados da mesma moeda, que analogias à parte, mais pareciam o mesmo lado, visto por óticas diferentes. Um dos lados é bonitinho, cheio de honras e heroísmo, o lado do qual de certa forma todos ficamos um dia. Cento e oitenta passos sobre uma linha circular e conseguimos enxergar o outro lado. Este já é mais estreito, cheio de restrições e maracutaias.
No lado romântico as pessoas sonham em ser bons professores, fazer pesquisas de grande quilate social e serem apoiados e reconhecidos nesta feita. É bom ficar aqui até termos que exercer nossa profissão na pratica. Nessa ocasião temos que tomar outra postura e botar os pés no chão. A vida de professor não é um moranguinho. Depois de algum tempo de adaptação perdemos o sonho, mas não a esperança. Isso o ser humano não pode nunca perder, jádiziam sabiamente os filósofos.
A experiência que adquirimos ao longo do tempo nos torna gatos escaldados. Felizmente ou infelizmente, essa mesma experiência nos abre os olhos e fortalece. Depois disso, mesmo que aja relutância por parte dos românticos, eles inevitavelmente se transformam em céticos. A vida nos endurece. Quando menos percebemos estamos fazendo menos planos e mais projetos concretos, menos emoção e mais razão, faz parte da estrada.
Nesta nossa discussão da ultima aula, existiam todos os tipos, céticos, românticos e os que estão em transição. Cada um defendia seu ponto de vista enquanto outros ficavam em cima do muro, procurando cair para o lado menos perigoso. Não estou dizendo que houve uma conversão em massa e que sou o ultimo dos românticos, pelo contrario, provavelmente fui o único que me tornei cético, enquanto todos ficaram desfrutando do romantismo. Não costumo apresentar muita resistência a transformações.
Já posicionados, recordamos em meio a tantos argumentos, que existem alguns detalhes na vida do professor e que eles se chamam diretrizes curriculares. Futuros Professores Diretrizes Curriculares, Diretrizes Curriculares Futuros professores Depois de apresentados é importante salientar que as diretrizes curriculares têm um grande paralelo entre a teoria e a prática e que consolida-las é umas das grandes missões do professor. Mas isso vai ficar para próxima aula porque ficamos boquiabertos ao ver o tamanho do buraco entre a teoria e a pratica. Já esta ficando difícil de pular de um para outro.
Paulo Jobim
Quinta-feira, Abril 20, 2006
Para nossa próxima aula
Sônia e eu planejamos o que segue:
Atividade:
1) Leia a reportagem abaixo e reflita relacionando as discussões realizadas na aula do dia 19 de abril de 2006 sobre Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos da saúde.
2) Organize e registre num único texto relações entre:
a) Construção de um currículo da saúde
b) Formação docente
c) A Reportagem ZH - 17/04/2006
Este é o material que servirá de senha para a nossa aula do dia 26 de abril.
Bom feriadão, com ou sem trabalho!
Reportagem ZH - 17/04/2006
"Mulher tem útero retirado por engano
Um erro médico acabou com o sonho da lavradora Maria Helena Zibell, 29 anos, de ter mais um filho. Maria Helena, que mora em Santa Maria de Jetibá (região serrana do Espírito Santo), entrou no Hospital Beneficente Concórdia para operar uma fístula (espécie de furúnculo ou infecção) na região anal mas, ao acordar, notou ao lado da cama um pote de vidro com o próprio útero. A lavradora afirma ter percebido que, na sala de cirurgia, os profissionais do hospital falavam sobre outro procedimento e sobre uma ultra-sonografia. Ela chegou a dizer que não tinha feito esse exame, antes de ser anestesiada. - Quando acordei no quarto, vi uma sonda e achei estranho. Na mesa, tinha um vidro com alguma coisa dentro. Perguntei o que era, e a enfermeira disse que era Meu útero. Entrei em desespero ? contou Maria Helena.
Enfermeira teria preenchido errado o nome da cirurgia
O médico que fez a cirurgia, Lourival Berger, afirmou que foi induzido ao erro. Segundo ele, que é cirurgião há 31 anos, uma técnica em enfermagem preencheu o nome da cirurgia de maneira incorreta. Escreveu histerectomia (operação para retirada do útero), em vez de fistulectomia (retirada de fístula). - Foi uma sucessão de erros por causa de um sistema interno que não funciona de forma adequada - disse Berger.
Há 10 dias, Maria Helena havia feito uma consulta pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com o médico que a operou, mas ele não a reconheceu. A lavradora tem um filho de sete anos de outro relacionamento e está noiva. Tinha planos de casar no final do ano e ter outro filho, mas o médico afirma que o problema é irreversível. - Acabaram com a vida de duas pessoas - desabafou o noivo, Mauro Laurett. A administração da unidade admitiu a falha e informou que foi aberto processo administrativo para apurar o caso. A enfermeira responsável pelos
avisos no quadro de cirurgias foi suspensa, segundo o hospital.
De acordo com o Conselho Regional de Medicina, se houver denúncia formal contra o médico, uma sindicância será aberta para apurar se houve infração ao código de ética médica. O médico pode ter o diploma cassado se a denúncia for confirmada."
Atividade:
1) Leia a reportagem abaixo e reflita relacionando as discussões realizadas na aula do dia 19 de abril de 2006 sobre Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos da saúde.
2) Organize e registre num único texto relações entre:
a) Construção de um currículo da saúde
b) Formação docente
c) A Reportagem ZH - 17/04/2006
Este é o material que servirá de senha para a nossa aula do dia 26 de abril.
Bom feriadão, com ou sem trabalho!
Reportagem ZH - 17/04/2006
"Mulher tem útero retirado por engano
Um erro médico acabou com o sonho da lavradora Maria Helena Zibell, 29 anos, de ter mais um filho. Maria Helena, que mora em Santa Maria de Jetibá (região serrana do Espírito Santo), entrou no Hospital Beneficente Concórdia para operar uma fístula (espécie de furúnculo ou infecção) na região anal mas, ao acordar, notou ao lado da cama um pote de vidro com o próprio útero. A lavradora afirma ter percebido que, na sala de cirurgia, os profissionais do hospital falavam sobre outro procedimento e sobre uma ultra-sonografia. Ela chegou a dizer que não tinha feito esse exame, antes de ser anestesiada. - Quando acordei no quarto, vi uma sonda e achei estranho. Na mesa, tinha um vidro com alguma coisa dentro. Perguntei o que era, e a enfermeira disse que era Meu útero. Entrei em desespero ? contou Maria Helena.
Enfermeira teria preenchido errado o nome da cirurgia
O médico que fez a cirurgia, Lourival Berger, afirmou que foi induzido ao erro. Segundo ele, que é cirurgião há 31 anos, uma técnica em enfermagem preencheu o nome da cirurgia de maneira incorreta. Escreveu histerectomia (operação para retirada do útero), em vez de fistulectomia (retirada de fístula). - Foi uma sucessão de erros por causa de um sistema interno que não funciona de forma adequada - disse Berger.
Há 10 dias, Maria Helena havia feito uma consulta pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com o médico que a operou, mas ele não a reconheceu. A lavradora tem um filho de sete anos de outro relacionamento e está noiva. Tinha planos de casar no final do ano e ter outro filho, mas o médico afirma que o problema é irreversível. - Acabaram com a vida de duas pessoas - desabafou o noivo, Mauro Laurett. A administração da unidade admitiu a falha e informou que foi aberto processo administrativo para apurar o caso. A enfermeira responsável pelos
avisos no quadro de cirurgias foi suspensa, segundo o hospital.
De acordo com o Conselho Regional de Medicina, se houver denúncia formal contra o médico, uma sindicância será aberta para apurar se houve infração ao código de ética médica. O médico pode ter o diploma cassado se a denúncia for confirmada."
Apresentações de trabalhos e posters em Congresso
Caros alunos e colegas!
Até o dia 12 de maio a Medicina UPF estará recebendo trabalhos para serem apresentados no 9º Congresso Gaucho de Ensino Médico.
Maiores informações no endereço de email: medicina@saude.upf.br ou na rede em : www.upf.br/cgem
Saliento que este é um espaço privilegiado para a divulgação dos trabalho que vimos fazendo, especialmente na disciplina de Prática Educativa.
Abraços a todos e todas
Até o dia 12 de maio a Medicina UPF estará recebendo trabalhos para serem apresentados no 9º Congresso Gaucho de Ensino Médico.
Maiores informações no endereço de email: medicina@saude.upf.br ou na rede em : www.upf.br/cgem
Saliento que este é um espaço privilegiado para a divulgação dos trabalho que vimos fazendo, especialmente na disciplina de Prática Educativa.
Abraços a todos e todas
Convite para estar junto e divulgar
Os Núcleos:
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Trabalho e Movimentos Sociais-TRAMSE
Núcleo de Estudos de Política e Gestão da Educação-NEPGE, ambos do PPGEDU/FACED/UFRGS e o
Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre o Trabalho do PPS/IFCH/UFRGS
convidam para a palestra e o lançamento do livro:
Desemprego: Trajetórias, Biografias, Mobilização
Palestrante Drª Nadya Araújo Guimarães
Professora livre-docente do Departamento de Sociologia da Universidade Estadual de São Paulo-USP
Dia 02 de maio de 2006, as 15h
na sala 101 da FACED/UFRGS
Av. Paulo Gama, 110, Campus Central
FOLDER para divulgação encontra-se disponível em rede.
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Trabalho e Movimentos Sociais-TRAMSE
Núcleo de Estudos de Política e Gestão da Educação-NEPGE, ambos do PPGEDU/FACED/UFRGS e o
Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre o Trabalho do PPS/IFCH/UFRGS
convidam para a palestra e o lançamento do livro:
Desemprego: Trajetórias, Biografias, Mobilização
Palestrante Drª Nadya Araújo Guimarães
Professora livre-docente do Departamento de Sociologia da Universidade Estadual de São Paulo-USP
Dia 02 de maio de 2006, as 15h
na sala 101 da FACED/UFRGS
Av. Paulo Gama, 110, Campus Central
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Terça-feira, Abril 18, 2006
Bibiografia para a disciplina
Esta é uma listagem geral...
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Sábado, Abril 01, 2006
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