.:: Esse blog visa dar continuidade as discussões e reflexões sobre educação em saúde realizadas na disciplina Prática Educativa em Medicina do Programa de Pós-Graduação da FAMED/UFRGS.

Quarta-feira, Julho 04, 2007


Texto
Prof. Carmen.
Preciso saber se a senhora leu meu texto.
Resposta para o email drelesbao@yahoo.com.br
Grato
João Luiz Elesbão.


Texto
Professora Carmen, preciso saber se a senhora leu meu texto ou não. Favor enviar resposta para o email drelesbao@yahoo.com.br.
Grato.
João Luiz Elesbão


Avaliação
Penso que todos os colegas estão de parabéns: nós passamos por um tipo de educação completamente diferente desta apresentada na disciplina, mas conseguimos mostrar de forma não convencional, os assuntos propostos.
Observei que todos foram criativos, saindo do modelo de "educação formal", onde quem detém o conhecimento é somente o professor. Alguns grupos foram mais instigantes que outros, mas todos mostraram conhecimento sobre o assunto e elaboração prévia de método de ensino. Ou seja, os colegas se organizaram para que o processo ensino-aprendizagem ocorresse de forma natural, tranquila e interessante.
Dos grupos apresentados, os que mais chamaram a atenção foram aqueles que mecheram com minha "emoção", como por exemplo:
Internar ou não a médica (30/05)?Esconder a decisão da mãe em não doar seu órgão ao filho (30/05)? Puxa, terei que tentar pegar o palitinho de fósforo daquela caixa preta, na frente de todos?
Todos esses sentimentos/pensamentos que eu tive e que outros tiveram, determinam o quanto é importante "vivenciar o assunto" abordado. Vivenciando conseguimos relacionar os sentimentos com a matéria. E claro, será assim com todos os alunos de todas as idades.


Avaliação
Penso que todos os colegas estão de parabéns: nós passamos por um tipo de educação completamente diferente desta apresentada na disciplina, mas conseguimos mostrar de forma não convencional, os assuntos propostos.
Observei que todos foram criativos, saindo do modelo de "educação formal", onde quem detém o conhecimento é somente o professor. Alguns grupos foram mais instigantes que outros, mas todos mostraram conhecimento sobre o assunto e elaboração prévia de método de ensino. Ou seja, os colegas se organizaram para que o processo ensino-aprendizagem ocorresse de forma natural, tranquila e interessante.
Dos grupos apresentados, os que mais chamaram a atenção foram aqueles que mecheram com minha "emoção", como por exemplo:
Internar ou não a médica (30/05)?Esconder a decisão da mãe em não doar seu órgão ao filho (30/05)? Puxa, terei que tentar pegar o palitinho de fósforo daquela caixa preta, na frente de todos?
Todos esses sentimentos/pensamentos que eu tive e que outros tiveram, determinam o quanto é importante "vivenciar o assunto" abordado. Vivenciando conseguimos relacionar os sentimentos com a matéria. E claro, será assim com todos os alunos de todas as idades.

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