.:: Esse blog visa dar continuidade as discussões e reflexões sobre educação em saúde realizadas na disciplina Prática Educativa em Medicina do Programa de Pós-Graduação da FAMED/UFRGS.

Quarta-feira, Setembro 19, 2007


MANIFESTO DOS PROFESSORES (AS) DA FACED/UFRGS
Nós Professores e Professoras da Faculdade de Educação, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que historicamente formamos outras/os professores e professoras, manifestamos nossa preocupação com os rumos anunciados para a Educação Básica em nosso Estado. Especificamente com o critério ?custo aluno?, que parece orientar a organização do trabalho pedagógico, informação que está contida na Página http://www.estado.rs.gov.br/index/php, na qual consta: ?A determinação de reorganizar o quadro das turmas visa utilizar melhor os recursos públicos da União e do Estado para a manutenção das escolas?. Esta determinação de reorganizar as turmas, popularizada com o nome de ?enturmação?, se concretiza na fusão de turmas, o que ?estabelece um novo padrão de gestão de recursos humanos, com vistas à melhoria dos desempenhos de aprendizagem nas escolas gaúchas? (Na mesma página citada). Nossa ocupação, enquanto professoras/es, está direcionada à formação de nossos alunos e alunas, e tem privilegiado as temáticas do desenvolvimento da inteligência, do ?saber pensar?, da construção da linguagem, do processo de socialização, da inclusão social, digital, e das pessoas com necessidades especiais, das diferenças de gênero, cultura, raça, etnia, dos processos de subjetivação, dos ritmos de aprendizagem, das técnicas de ensino, entre outras.Sabemos que as escolas públicas deste Estado acolhem crianças, adolescentes e adultos, na sua maioria, das camadas populares que tem, nessas escolas, talvez a única oportunidade de acesso à escolarização. Esses alunos e alunas, em geral moradores de bairros periféricos, têm pouco ou quase nenhum acesso ao manuseio de livros, jornais, computadores e outros recursos pedagógicos. Assim, uma de nossas preocupações é com a oferta de uma escolarização de qualidade para essas crianças, que poderá ficar prejudicada com a estratégia da ?enturmação?. Nesse sentido, perguntamos: como acompanhar individualmente os alunos com dificuldades de aprendizagem ou mesmo dar uma orientação pedagógica efetiva a pequenos grupos? Ou ainda: não seria um retrocesso quando os professores, pais e comunidades rurais, em todo o país, começam a deixar para trás a antiga escola ?multisseriada?, que as escolas rurais e urbanas, em nosso Estado, venham a adotar tal estratégia, a da ?enturmação??O direito universal dos cidadãos e cidadãs à educação pública é uma conquista do Estado moderno, como temos ensinado aos nossos alunos e alunas. Em pleno século XXI, com tantas descobertas científicas e tecnológicas, não haveria, no caso de aumentar o número de alunos em sala de aula, o risco de estarmos prejudicando o acesso a esse direito?Também temos valorizado a Educação Básica como o alicerce da produção do conhecimento, produção esta que, em última instância, está relacionada à conquista da soberania do nosso país quanto à produção científica e tecnológica, da qual hoje somos dependentes. A sobreposição da economia de custos, ou dos meios, no que tange à organização das turmas e à contratação de novos professores, sobre os resultados, ou fins, que, na educação, são de mais longo alcance, não poderia ser, no final, uma inversão de valores? Ou melhor, não poderia tornar-se uma falsa economia uma vez que a dependência científico- tecnológica custa mais ao país do que a educação dos cidadãos e cidadãs, hoje? No estado do Estado do Rio Grande do Sul, por este ter acolhido migrantes de culturas que já traziam a experiência e a concepção de escola moderna, mesclando-se com outras culturas que aqui já se encontravam ou que vieram para este Estado, foi gerada e consolidada uma cultura muito forte de valorização da educação escolar. Isso fez com que o nosso Estado fosse líder em processos de avaliação de desempenho, em índices de alfabetização e na produção prático-teórica sobre questões relacionadas à educação, desde a infantil à de nível superior. A estratégia do Estado do Rio Grande do Sul, fundamentada apenas em uma justificativa econômica, acaba por anular os nossos esforços, enquanto educadoras/es, de oferecer uma formação integral aos nossos educandas/os, esperando que as/os mesmas/os, em seu futuro trabalho, mantenham esse princípio orientador. Tememos pelos resultados do que, em curto prazo, poderá significar um retrocesso nas conquistas históricas da educação pública gaúcha. Por isso, e dentro dos princípios democráticos que sustentam a formação oferecida nesta Faculdade de Educação, expressamos nossa expectativa de que, com esse Manifesto, possamos estar contribuindo para repensar as estratégias adotadas para a formulação da política educacional para todos os gaúchos e gaúchas.
Carmen Machado


Turma
Não esqueçam de ler os textos distribuídos na aula de hoje (19/09): "A experiência do trabalho e a educação básica" de Gaudêncio Frigotto e Maria Ciavatta e "Da visão de ciência à organização curricular" de Léa das Graças Camargos Anastasiou, para a próxima aula. Destaquem os pontos relevantes e tragam registrado para fazermos a discussão nos pequenos grupos.
Abraço e bom feriado, Sônia

Terça-feira, Setembro 18, 2007




Registro sobre Reconhecimento
Grupo 5: Jamile, Fabiana, Lorena, Melissa, Fernanda, Maurício, Maíra, Ana e Sônia
O grupo discute comos os profissionais de saúde reconhecem os pacientes. Reconhecem uma mudança no esteriótipo paciente, inclusive a forma de denominar, como cliente ou usuário. Acreditam na importância da relação entre as partes, no sentido de valorizar o paciente como ser humano que precisa ser ouvido, entendido e respeitado. A Criação do vínculo se baseia na profundidade desta relação. O reconhecimento também deve acontecer de uma forma individual, o profissional precisa reconhecer o tipo de paciente que está tratando.É fundamental saber que há diferença entre pessoas, como necessidades, preferências e até culturas e hábitos. Da mesma forma ocorre na prática educativa, visto que o educador precisa reconhecer sob esta ótica os seus alunos. Além disso, o reconhecimento é o primeiro passo para a prática profissional. Mas, a partir desta etapa, é preciso partir para a aplicação deste reconhecimento nas atitudes de mudança. O grupo acredita que não basta reconhecer os sujeitos envolvidos no trabalho, mas preparar uma aula ou atividade de saúde que seja a ideal. Pode ser mais fácil ou cômodo para o profissional apenas reconhecer e não seguir para o próximo passo. Quando o profissional se coloca no lado do paciente ou aluno, também quer ser reconhecido. Esta é uma relação bidirecional, onde as duas partes desejam este reconhecimento. A personalidade das pessoas automaticamente acaba diferenciando um indivíduo do outro. O profissional que souber reconhecer estas diferenças e souber aproveitá-las, pode otimizar seu trabalho e sua relação com o grupo. No processo de educação, o grupo acredita em dois aspectos fundamentais. O primeiro é o reconhecimento de um professor pela sua dedicação, sua experiência na pesquisa e na prática educativa. O segundo é o que ele demonstra ao aluno, ou seja, a atitude de valorizar as atividades realizadas pelo aluno, como, por exemplos, trabalho entregue e lido pelo professor. Este precisa estimular o aluno a estudar e fazer trabalhos bem feitos.
Reconhecimento
Grupo 2:Fernanda, Paulo, Vera, Betina, Giovanna, Jaqueline e Luís Fernando
No estudo o reconhecimento deve ser mútuo, tanto o professor deve conhecer os alunos para os quais vai ensinar, como os alunos devem procurar conhecer quem é o professor como fonte de aprendizado. Eles não devem só idealizar o professor, sem questionar o que está sendo ensinado, bem como não deveriam apenas contactá-lo por este representar uma figura de autoridade. Reconhecimento também é o descobrimento de uma nova realidade, a partir das primeiras experiências, desenvolve-se o interesse em buscar ou aprofundar outras experiências. Reconhecimento também é a valorização de um trabalho desempenhado. Este reconhecimento pode vir de várias formas tanto de um aluno que gostou de uma aula bem dada, como de uma entidade ou um grupo de colegas. E isto servirá de estímulo para a pessoa continuar se desenvolvendo. Para o reconhecimento adequado é necessário saber se colocar no lugar de educando e tentar descobrir as suas expectativas e as suas potencialidades.
O que você pensa da imagem acima?
Como você se organizaria para atender a turma que aparece na imagem?
Como você ensinaria uma determinada matéria e/ou conteúdo para um grupo desses?
Como você avaliaria a aprendizagem da turma que aparece na imagem acima sem a possibilidades da realização de provas e testes?
Como fazer o reconhecimento do aluno na imagem?
Abraço, Sônia

Domingo, Setembro 09, 2007


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SULFACULDADE DE MEDICINA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINAFACULDADE DE EDUCAÇÃO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃOEM EDUCAÇÃO
Professor Dr.: WALDOMIRO CARLOS MANFROI
Professora Drª.: CARMEN LUCIA BEZERRA MACHADO
Monitora (Professora): SÔNIA REGINA SILVA PEDROSO
Plano de Trabalho Prática Educativa em Medicina - 2007/02

A disciplina visa a qualificar o ensino de Pós-Graduação em Medicina, atender as necessidades dos pós-graduandos em saúde nesta Universidade, quanto:
# ao seu conhecimento e aperfeiçoamento sobre as práticas educativas;
# à criação de espaços de reflexão e debate interdisciplinar a respeito das questões educativas atinentes ao papel social do professor de profissionais da saúde, na sociedade brasileira;
#aos vínculos entre ensino, extensão e pesquisa.
JUSTIFICATIVA
A disciplina atende às solicitações dos pós-graduandos da FAMED/UFRGS, oriundos dos diferentes cursos de graduação da área da saúde, manifestas pelos alunos e ratificadas pelos professores. O caráter de adesão voluntária busca atender à formação pedagógica necessária à formação médica e constituir um espaço de discussão das práticas educativas cotidianas dos profissionais da saúde que permitem compreendê-las, conhecer as relações entre professores e alunos, presentes nas relações entre médicos e pacientes e seus pressupostos teórico-práticos, nos nexos entre princípio educativo e prática pedagógica. A inter/transdisciplinaridade encontra na confluência entre ensino-pesquisa e extensão uma possibilidade concreta de convívio e troca de experiências neste semestre utilizando-se do modelo lancasteriano para possibilitar o produzir novos conhecimentos para a área da educação universitária no Brasil.
OBJETIVOS
Para atender as solicitações dos pós-graduandos em Medicina da UFRGS, quanto ao aperfeiçoamento e qualificação pedagógicos ( domínio das formas do fazer pedagógicos) no espírito da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e das Diretrizes Curriculares dos cursos da área da saúde, para o trabalho educativo, o presente plano propõe:
# Propiciar aos pós-graduandos em Medicina da UFRGS um espaço de discussão, análise e comunicação das questões relacionadas à Universidade em sua interface com a sociedade brasileira, em perspectiva interdisciplinar, considerada a diversidade de classe social, raça, etnias e culturas;
# Conhecer e compreender a prática educativa e os pressupostos teórico-metodológicos dos educadores universitários quanto aos diferentes conhecimentos envolvidos: em nível institucional, profissional, cotidiano, pessoal, filosófico, científico e de cidadania, ou da razão e do afeto.
# Discutir a relação pesquisa / ensino-aprendizagem na prática educativa, considerando as tecnologias disponíveis.PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES
1. Disciplina de Pós-Graduação: Prática Educativa em Medicina
2. Consultoria às diferentes áreas educativas, conforme solicitações dos pós-graduandos.
3. Discussões através do Blogg da disciplina Prática Educativa no endereço: http://www.ufrgs.br/tramse/med
4. Reuniões de estudo, planejamento e avaliação do Projeto de cada um dos pequenos grupos temáticos que se formarem, sob a coordenação de um tutor ou uma tutora.
OBS: Marcar hora para reuniões de estudo e/ou planejamento de trabalho, na seguinte disponibilidade: 4ª feira - 14h às 16h ou outro horário a combinar.
CONTATOS por E-mail:
Local: Faculdade de Educação - sala: 810 - Fone: 3308.4144
PRÁTICA EDUCATIVA EM MEDICINA
Período: 2007/02 - Horário: 4° feiras, 8h às 10h - aula.
Local: Laboratório de Ensino - 4º andar - Sala: 401 - Prédio Ciclo Básico/Saúde/ UFRGS
Carga Horária Total (CHT): 60 horas/aula
ORGANIZAÇÃO DA DISCIPLINA
A disciplina será oferecida aos alunos dos cursos de Pós-Graduação em Medicina obedecendo às seguintes características:
* Turmas constituídas heterogeneamente por alunos dos diferentes cursos dos Programas de Pós-Graduação em Medicina, procurando incluir o maior número possível de alunos;
* Ênfase na relação ensino - pesquisa, onde cada aluno individualmente realiza pesquisa sobre temática específica, em níveis diversificados e troca com os colegas ensinando e aprendendo;
* Atendimento aos temas propostos, a partir das sugestões apresentadas em aula, conforme os interesses da turma, e selecionados em planejamento participativo, neste semestre: Ética como eixo articulador dos temas: comunicação e interdisciplinaridade, organização das pessoas e das coisas, Reconhecimento de si, do outro e do coletivo; Formação do professor@ entre a ensinagem e a aprendizagem, além das derivações possíveis.* Registro e discussão por meio eletrônico no acesso ao endereço do "blog", em atividades semanais complementares às realizadas em aula presencial.
AVALIAÇÃO
* Critérios de avaliação:
VF - Veracidade e fidedignidade presente nos trabalhos realizados;
OCC - Objetividade e clareza de linguagem na construção dos textos;
CTA - Consistência teórica e articulação com a prática educativa;
ORTM- Observância nas referências teórico-metodológicas propostas.
* Instrumentos de avaliação:
- Leitura, fichamento e discussão da bibliografia indicada semanalmente por rede, bem como de outras referências a serem combinadas com o grupo, relacionadas aos seus interesses de pesquisa;
- Pequenos textos elaborados individualmente em aula e/ou no "blog";
- Planejamento, organização em grupo de vivência de aula para os colegas;
- Relatório da pesquisa realizado ao longo do semestre, sob forma de artigo científico, utilizando as aulas ministradas pelos grupos como fonte empírica;
REFERÊNCIAS:
Estão já disponibilizadas nas demais páginas, ver por exemplo o Programa do semestre passado no link do mês de março 2007.
Qualquer outra fonte desde que corretamente citada e passível de localização pública.
Para nossa próxima aula:
Buscar informações em rede sobre um dos temas abaixo:
Paulo Freire e Comunicação
Teoria do Agir Comunicativo de Jürgen Habermas
Linguagem e as contribuições de Vigotsky
Teorias da Comunicação
Inter ou trans disciplinaridade
Educação e comunicação
Cronograma
15 semanas consecutivas de encontros e mais uma como medida de segurança!

Sábado, Setembro 08, 2007


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

FACULDADE DE MEDICINA
COMISSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO DA FAMED

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃOEM EDUCAÇÃO


Professor Dr.: WALDOMIRO CARLOS MANFROI


Professora Drª.: CARMEN LUCIA BEZERRA MACHADO


Monitora (Professora): SÔNIA REGINA SILVA PEDROSO




Plano de Trabalho Prática Educativa em Saúde - 2009/01




A disciplina visa a qualificar o ensino de Pós-Graduação em Medicina, atender as necessidades dos pós-graduandos em saúde nesta Universidade, quanto:

# ao seu conhecimento e aperfeiçoamento sobre as práticas educativas;


# à criação de espaços de reflexão e debate interdisciplinar a respeito das questões educativas atinentes ao papel social do professor de profissionais da saúde, na sociedade brasileira;


# aos vínculos entre ensino, extensão e pesquisa.


JUSTIFICATIVA


A disciplina atende às solicitações dos pós-graduandos da FAMED/UFRGS, oriundos dos diferentes cursos de graduação da área da saúde, manifestas pelos alunos e ratificadas pelos professores. O caráter de adesão voluntária a esta disciplina busca atender à formação pedagógica necessária à formação dos profissionais da área da saúde e constituir um espaço de discussão das práticas educativas cotidianas que permitem compreendê-las, conhecer as relações entre professores e alunos, presentes nas relações entre professores e alunos, profissionais da saúde e pacientes bem como seus pressupostos teórico-práticos, nos nexos entre princípio educativo e prática pedagógica. A inter/transdisciplinaridade encontra na confluência entre ensino-pesquisa e extensão uma possibilidade concreta de convívio e troca de experiências para possibilitar o produzir novos conhecimentos para a área da educação universitária no Brasil.


OBJETIVOS

Para atender as solicitações dos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS, quanto ao aperfeiçoamento e qualificação pedagógicos (domínio das formas do fazer pedagógicos) no espírito da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e das Diretrizes Curriculares dos cursos da área da saúde, para o trabalho educativo, o presente plano propõe:

# Propiciar aos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS um espaço de discussão, análise e comunicação das questões relacionadas à Universidade em sua interface com a sociedade brasileira, em perspectiva interdisciplinar, considerada a diversidade de classe social, raça, etnias e culturas;

# Conhecer e compreender a prática educativa e os pressupostos teórico-metodológicos dos educadores universitários quanto aos diferentes conhecimentos envolvidos: em nível institucional, profissional, cotidiano, pessoal, filosófico, científico e de cidadania, ou da razão e do afeto.# Discutir a relação pesquisa / ensino-aprendizagem na prática educativa, considerando as tecnologias disponíveis.

PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES

1. Disciplina de Pós-Graduação: Prática Educativa em Saúde

2. Consultoria às diferentes áreas educativas, conforme solicitações dos pós-graduandos.

3. Discussões através do Blogg da disciplina Prática Educativa no endereço: http://www.ufrgs.br/tramse/med

4. Reuniões de estudo, planejamento e avaliação do Projeto de cada um dos pequenos grupos temáticos que se formarem, sob a coordenação de um dos colegas.

OBS: Marcar hora para reuniões de estudo e/ou planejamento de trabalho, na seguinte disponibilidade: 4ª feira - 14h às 16h ou outro horário a combinar.


Local: A combinar

Fone: 99820786 ou 81777290
PRÁTICA EDUCATIVA EM MEDICINA

Período: 2009/01 -

Horário: 4° feiras, 8h às 10h - aula.

Local: Laboratório de Ensino - 4º andar - Prédio Ciclo Básico/Saúde/ UFRGS

Carga Horária Total (CHT): 60 horas/aula
ORGANIZAÇÃO DA DISCIPLINA

A disciplina será oferecida aos alunos dos cursos de Pós-Graduação em Medicina obedecendo às seguintes características:

* Turmas constituídas heterogeneamente por alunos dos diferentes cursos dos Programas de Pós-Graduação em Medicina, procurando incluir o maior número possível de alunos;

* Ênfase na relação ensino - pesquisa, onde cada aluno individualmente realiza pesquisa sobre temática específica na área da educação, em níveis diversificados e troca com os colegas ensinando e aprendendo;

* Atendimento aos temas propostos, a partir das sugestões apresentadas em aula, conforme os interesses da turma, e selecionados em planejamento participativo, neste semestre será discutido na primeira semana de aula. (Sugestões de outros semestres: Ética como eixo articulador dos temas: comunicação e interdisciplinaridade, organização das pessoas e das coisas, Reconhecimento de si, do outro e do coletivo; Formação de professor@ entre a ensinagem e a aprendizagem, além das derivações possíveis. OU, como constituir grupos de trabalho, metodologias ativas e Avaliação formativa; Memória e aprendizagens; Usos de tecnologias informatizadas)

* Registro e discussão por meio eletrônico no acesso ao endereço do "blog", em atividades semanais complementares às realizadas em aula presencial.


AVALIAÇÃO

* Critérios de avaliação:

VF - Veracidade e fidedignidade presente nos trabalhos realizados;

OCC - Objetividade e clareza de linguagem na construção dos textos;

CTA - Consistência teórica e articulação com a prática educativa;

ORTM- Observância nas referências teórico-metodológicas propostas.

* Instrumentos de avaliação:

* Leitura, fichamento e discussão da bibliografia indicada semanalmente por rede,ou presencialmente, bem como de outras referências a serem combinadas com os grupos, relacionadas aos seus interesses de pesquisa;

* Pequenos textos elaborados individualmente em aula e/ou no "blog";

* Planejamento, organização em grupo de vivência de aula com os colegas;

* Artigo com vistas à publicação sobre temas debatidos/trabalhados durante os dois primeiros meses do semestre letivo;

* A presença e participação nas aulas dos colegas como pelo menos 90% de frequência.

REFERÊNCIAS:
Estão já disponibilzadas nas demais páginas, ver por exemplo o Programa dos semestres anteriores no link do mês de março e do mês de agosto. Qualquer outra fonte desde que corretamente citada e passível de localização pública pode ser utilizado.
Cronograma:
15 semanas consecutivas de encontros presenciais de 18 de março à 24 de junho e mais as atividades neste endereço eletrônico, as de escrita fora da sala e as de planejamento das aulas práticas para os colegas!

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