Links
Arquivos
- Março 2004
- Abril 2004
- Maio 2004
- Junho 2004
- Julho 2004
- Agosto 2004
- Setembro 2004
- Outubro 2004
- Novembro 2004
- Dezembro 2004
- Janeiro 2005
- Março 2005
- Abril 2005
- Maio 2005
- Junho 2005
- Julho 2005
- Agosto 2005
- Setembro 2005
- Outubro 2005
- Dezembro 2005
- Abril 2006
- Maio 2006
- Junho 2006
- Julho 2006
- Setembro 2006
- Outubro 2006
- Novembro 2006
- Dezembro 2006
- Janeiro 2007
- Março 2007
- Abril 2007
- Maio 2007
- Junho 2007
- Julho 2007
- Agosto 2007
- Setembro 2007
- Outubro 2007
- Novembro 2007
- Dezembro 2007
- Março 2008
- Abril 2008
- Maio 2008
- Junho 2008
- Agosto 2008
- Setembro 2008
- Outubro 2008
sindique este site
Quinta-feira, Agosto 21, 2008
Caro/a Eduardo e Luciana
Concordo com a observação de vocês. As leituras da área das humanas não são comuns para quem é da área da saúde, mas Paulo Freire e outros autores da educação são muito lidos nos últimos 30 anos por profissionais da saúde que participam de eventos como Cobem (Congresso Brasileiro de Educação Médica) e Rede Unida (que participam todos os profissionais da saúde) e escrevem e publicam sobre a educação e saúde. Se olharem na Scielo e na Revista Brasileira de Educação Médica e Revista Olho Mágico entre outras iram encontrar material rico produzido sobre essa temática. Vários profissionais pesquisam e publicam as suas práticas em educação médica e educação em saúde. Sei que não é fácil discutir sobre o desconhecido, mas temos que ter um ponto para começarmos a "sulear" essa construção. Acredito que para isso vocês necessitam começar a pensar sobre as práticas educativas que vocês vivenciaram, enquanto alunos na graduação, e o que os instigava. Como eram as práticas educativas dos docentes; as aulas em diferentes ambientes; a relação dos professores com os alunos e os pacientes, pois essa formação é construída a partir da aproximação desses três sujeitos. Depois de pensar sobre essas questões, ler os autores e tentar aproximar educação e saúde. Não esqueçam que toda prática em saúde tem implícita uma prática educativa. Abraços e até 4ºf, Sônia Pedroso
Concordo com a observação de vocês. As leituras da área das humanas não são comuns para quem é da área da saúde, mas Paulo Freire e outros autores da educação são muito lidos nos últimos 30 anos por profissionais da saúde que participam de eventos como Cobem (Congresso Brasileiro de Educação Médica) e Rede Unida (que participam todos os profissionais da saúde) e escrevem e publicam sobre a educação e saúde. Se olharem na Scielo e na Revista Brasileira de Educação Médica e Revista Olho Mágico entre outras iram encontrar material rico produzido sobre essa temática. Vários profissionais pesquisam e publicam as suas práticas em educação médica e educação em saúde. Sei que não é fácil discutir sobre o desconhecido, mas temos que ter um ponto para começarmos a "sulear" essa construção. Acredito que para isso vocês necessitam começar a pensar sobre as práticas educativas que vocês vivenciaram, enquanto alunos na graduação, e o que os instigava. Como eram as práticas educativas dos docentes; as aulas em diferentes ambientes; a relação dos professores com os alunos e os pacientes, pois essa formação é construída a partir da aproximação desses três sujeitos. Depois de pensar sobre essas questões, ler os autores e tentar aproximar educação e saúde. Não esqueçam que toda prática em saúde tem implícita uma prática educativa. Abraços e até 4ºf, Sônia Pedroso
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)
