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Quarta-feira, Abril 08, 2009
Postagens por e-mail que aparecem coletivamente
O trecho escolhido é do texto: O silência na sala de aula - Neusa Sica da Rocha
São poucas palavras, mas dizem muito!!
"O professor não é dono do conhecimento e sim tem um papel diretivo no processo. A aquisição do conhecimento tem uma influência do afeto. Sabemos que somente aprendemos realmente bem aquilo que nos cativa, que nos tem afinidade".
Abraço
Fernanda
dottafer@yahoo.com.br
Artigo: Análise de uma prática Educativa em Saúde
Sônia Regina Silva Pedroso
O Artigo foi feito baseado nas experiências relatadas em sala de aula a respeito das Práticas Educativas em Medicina, vivenciados pelos alunos. Relata ainda os medos e anseios dos alunos em relação a esta disciplina e a opinião da maioria dos alunos no inicio das aulas que não entendem a importância desta disciplina, já que muitos dizem não querer ser professores.
O relato de um colega sobre a sua primeira experiência como docente ajuda a visualizar a desvalorização da educação e serve como ponto de partida para o inicio das discussões realizadas neste artigo. O ensino visto como algo que pode ser feito por qualquer pessoa com domínio sobre o tema que será abordado, barra justamente na complexidade da prática pedagógica que necessita de constante formação. Fala também da educação vista como educação bancária, em que a prática serve apenas para ?depositar? conteúdo nos alunos e como esta prática ainda é muito presente nas instituições.
O artigo termina falando dos novos caminhos na formação dos profissionais de saúde, da importância da disciplina de prática educativa em medicina e da falta de formação pedagógica de muitos profissionais e ainda da mudança de pensamento dos alunos em relação à disciplina.
Comentário:
Achei muito interessante o artigo assim como as experiências que estamos passando em sala de aula. Durante a graduação o que mais visualizei foi à educação relatada pelo Paulo Freire como educação bancária e poucas vezes os professores se preocuparam em modificar esse sistema. A primeira citação do artigo resume bem esta idéia ? Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender?, penso que esta frase deve ser sempre o ponto de partida da educação.
Alessandra Rocha
Artigo: " Análise de uma prática educativa em saúde"
Autora: Sônia Regina Silva Pedroso
Comentário:
O vínculo professor-aluno é de suma importância para que se estabeleça qualquer prática pedagógica. Quando aprendemos que a docência não é simplesmente a transmissão unilateral de conhecimento específico sobre determinado assunto, começamos a entender a complexidade que envolve a prática educativa.
Alessandra Preisig
alepreisig@gmail.com
Atividade da disciplina de ?Pratica educativa em medicina?, comentários sobre o texto: Relação professor-aluno no ensino médico? ? Maurício Pimentel.
A idéia do autor neste texto foi mostrar que há um reconhecimento internacional da necessidade de mudança na educação de profissionais de saúde frente à inadequação do aparelho formador em responder às demandas sociais. As instituições têm sido estimuladas a transformarem-se na direção de um ensino que, dentre outros atributos, valorize a eqüidade e a qualidade da assistência e a eficiência e relevância do trabalho em saúde. O processo de mudança da educação traz inúmeros desafios, entre os quais romper com estruturas cristalizadas e modelos de ensino tradicional e formar profissionais de saúde com competências que lhes permitam recuperar a dimensão essencial do cuidado: a relação entre humanos.1 Há uma necessidade cada vez maior de um verdadeiro vínculo de cooperação entre professor e aluno. No momento em que as escolas médicas encontram-se estimuladas a rever seus projetos pedagógicos, quer pela divulgação das diretrizes curriculares, quer pelos estímulos que os ministérios da Educação e da Saúde estão oferecendo, é fundamental que se reflita sobre a construção da subjetividade desse profissional. As reformas curriculares e a busca de novas técnicas pedagógicas são fundamentais, contudo podem ser insuficientes para auxiliar os alunos a elaborar a diversidade de embates afetivos com os quais irão lidar. Desse modo, além de rever as estruturas acadêmicas como número de alunos por sala e outros índices quantitativos, talvez se pudesse também rever, no contato cotidiano com os estudantes, os modelos de relação professor-aluno oferecidos, componentes essenciais na formação da identidade dos futuros médicos.2
1- Cyrino EG, Toralles-Pereira ML. Trabalhando com estratégias de ensino-aprendizado por descoberta na área da saúde: a problematização e a aprendizagem baseada em problemas. Cad. Saúde Pública 2004, 20(3):780-788.
2- Kaufman A. Reflexões sobre educação médica: uma abordagem socioeconômica. São Paulo, 1998. Tese (Doutorado) Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Comentário: O maior desafio no âmbito professor-aluno é a relação de diálogo entre educador e educando, que possibilita a ambos aprenderem juntos. Quanto mais o professor possibilitar aos estudantes perceberem-se como seres inseridos no mundo, tanto mais se sentirão desafiados a responder aos novos desafios. Isso
requer do professor uma mudança de postura para o exercício de um trabalho reflexivo com o aluno, exigindo a disponibilidade do professor de pesquisar, de acompanhar e colaborar no aprendizado crítico do estudante, o que freqüentemente coloca o professor diante de situações imprevistas, novas e desconhecidas, exigindo que professores e alunos compartilhem de fato o processo de construção do conhecimento, tornando a prática da Medicina mais humana.
Rosane Nery
rosane.nery@gmail.com
Nome: Camila Beltrame Becker
Relação Professor-Aluno no Ensino Médico
Maurício Pimentel
Idéia do Autor:
O modelo mais freqüentemente encontrado no ensino médico é uma relação professor-aluno desigual. De um lado, conhecimento, experiência e, conseqüentemente, poder, de outro, desconhecimento e ansiedade. Tal situação pode levar o professor a uma atitude de dominação, visualizando o aluno como um ser, de certa forma ignorante, bem como considerando, equivocadamente, estar a passagem do conhecimento totalmente em seu poder. O aluno, nessa percepção, nada sabe, enquanto o professor sabe tudo,, constituindo-se a relação professor-aluno simplesmente uma relação casual de transmissão de conhecimento e avaliação de sua aplicação, em que alunos e professores não se conhecem ou mal e reconhecem.
A relação professor-aluno pode ser aperfeiçoada pelo reconhecimento, por parte do professor, de que o aluno, mesmo no início de aprendizado, sempre tem algo a acrescentar a relação, não se tratando de um sujeito ?vazio?. Reconhecendo tal situação, o professor poderá estabelecer com seu aluno, não uma relação unilateral, mas um verdadeiro vínculo de cooperação.
Comentário:
Cada vez mais os mestres e os que ainda estão em formação devem tentar desfazer a relação professor-aluno desigual existente já muito conhecida. Deve-se fazer desta relação uma relação de cooperação onde os dois lados sempre têm ensinamentos a acrescentar.
Camila Becker
Comentário sobre o texto ?A Experiência Criativa?, do livro Prática Educativa em Medicina, dos autores Cyro Castro Júnior e Flávia Ciane Assmann Castro:
O autor refere que vários aspectos mostraram-se essenciais numa relação de aprendizagem ao presenciar as aulas da disciplina Prática Educativa em Medicina. Ainda, que a principal forma de educação está na criatividade em inovar e suscitar a curiosidade os alunos. Isso pode ser baseado, também em suas experiências de vida. Desta forma, conforme os autores, o professor deve criar problemas para seus alunos, seduzi-los com questões e atraí-los para as divergências, incentivando-os ao pensamento e à curiosidade.
O autor narra um texto sobre ?A Experiência Criativa?, o que propicia o pensamento sobre os reais aspectos que se mostram essenciais em uma relação professor-aluno. Num mundo moderno, onde há tanta tecnologia e concorrência, há muita dificuldade na busca pela criatividade e as pessoas acabam cumprindo padrões pré-estabelecidos ao invés de inovar. O professor necessita, além de tudo, ensinar o aluno a pensar e, assim, prepará-lo para ter curiosidades e sentir a necessidade em desvendar coisas desconhecidas.
Adriana Silveira de Almeida - Aluna da Disciplina de Prática Educativa em Medicina do Programa de Pós-graduação em Cardiologia e Ciências Cardiovasculares.
Adriana Silveira de Almeida
ALUNA: Daniela Massierer
danielamassierer@yahoo.com.br
TEXTO ESCOLHIDO: ?A avaliação do aluno da área de saúde?- Maria Luiza Chollopetz da Cunha
O texto enfoca o método de avaliação dos alunos adotado pelos professores de cursos da área da saúde.
A autora critica o método tradicional adotado pela maioria dos professores de nível superior, que é através de provas escritas. Ressalta que desta forma os professores continuam avaliando prioritariamente a aquisição de conteúdo teório-prático, centralizando na nota e sendo predominantemente subjetiva. Não oportuniza a ação-reflexão do aluno, sem diálogo e troca entre professor-aluno, tornando-se mais importante do que o processo ensino-aprendizagem.
Ela enfatiza que a avaliação deva ser contínua, tornando-se um processo de acompanhamento durante cada etapa do ensino, avaliando o educando como um ser social. A boa prática de avaliação ocorre quando o aluno é avaliado como indivíduo único, exposto as influências do meio e isto é possível quando a avaliação é realizada de maneira contínua.
Concordo plenamente com as críticas da autora ao modelo didático tradicional, que pelo meu ponto de vista é um método que somente centraliza na nota, torna-se um processo classificatório, seletivo e excludente. Excluindo aqueles que são rotulados de ?menos capazes?, ou com problemas de aprendizagem, etc.
Na maioria das vezes os educadores esquecem ou não se dão conta que o processo de ensino-aprendizagem não possui apenas um sujeito, mas que eles também fazem parte de todo o processo e que a interação entre ambos é vital e de extrema importância para a construção do conhecimento. Este sistema denominado por Zabala (1998) de avaliação formativa é maravilhoso e deveria ser adotado por todos os educadores.
Acho que ainda falta um pouco de sensibilização e comprometimento de alguns professores na formação dos alunos e no complexo processo ensino-aprendizagem.
São poucas palavras, mas dizem muito!!
"O professor não é dono do conhecimento e sim tem um papel diretivo no processo. A aquisição do conhecimento tem uma influência do afeto. Sabemos que somente aprendemos realmente bem aquilo que nos cativa, que nos tem afinidade".
Abraço
Fernanda
dottafer@yahoo.com.br
Artigo: Análise de uma prática Educativa em Saúde
Sônia Regina Silva Pedroso
O Artigo foi feito baseado nas experiências relatadas em sala de aula a respeito das Práticas Educativas em Medicina, vivenciados pelos alunos. Relata ainda os medos e anseios dos alunos em relação a esta disciplina e a opinião da maioria dos alunos no inicio das aulas que não entendem a importância desta disciplina, já que muitos dizem não querer ser professores.
O relato de um colega sobre a sua primeira experiência como docente ajuda a visualizar a desvalorização da educação e serve como ponto de partida para o inicio das discussões realizadas neste artigo. O ensino visto como algo que pode ser feito por qualquer pessoa com domínio sobre o tema que será abordado, barra justamente na complexidade da prática pedagógica que necessita de constante formação. Fala também da educação vista como educação bancária, em que a prática serve apenas para ?depositar? conteúdo nos alunos e como esta prática ainda é muito presente nas instituições.
O artigo termina falando dos novos caminhos na formação dos profissionais de saúde, da importância da disciplina de prática educativa em medicina e da falta de formação pedagógica de muitos profissionais e ainda da mudança de pensamento dos alunos em relação à disciplina.
Comentário:
Achei muito interessante o artigo assim como as experiências que estamos passando em sala de aula. Durante a graduação o que mais visualizei foi à educação relatada pelo Paulo Freire como educação bancária e poucas vezes os professores se preocuparam em modificar esse sistema. A primeira citação do artigo resume bem esta idéia ? Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender?, penso que esta frase deve ser sempre o ponto de partida da educação.
Alessandra Rocha
Artigo: " Análise de uma prática educativa em saúde"
Autora: Sônia Regina Silva Pedroso
Comentário:
O vínculo professor-aluno é de suma importância para que se estabeleça qualquer prática pedagógica. Quando aprendemos que a docência não é simplesmente a transmissão unilateral de conhecimento específico sobre determinado assunto, começamos a entender a complexidade que envolve a prática educativa.
Alessandra Preisig
alepreisig@gmail.com
Atividade da disciplina de ?Pratica educativa em medicina?, comentários sobre o texto: Relação professor-aluno no ensino médico? ? Maurício Pimentel.
A idéia do autor neste texto foi mostrar que há um reconhecimento internacional da necessidade de mudança na educação de profissionais de saúde frente à inadequação do aparelho formador em responder às demandas sociais. As instituições têm sido estimuladas a transformarem-se na direção de um ensino que, dentre outros atributos, valorize a eqüidade e a qualidade da assistência e a eficiência e relevância do trabalho em saúde. O processo de mudança da educação traz inúmeros desafios, entre os quais romper com estruturas cristalizadas e modelos de ensino tradicional e formar profissionais de saúde com competências que lhes permitam recuperar a dimensão essencial do cuidado: a relação entre humanos.1 Há uma necessidade cada vez maior de um verdadeiro vínculo de cooperação entre professor e aluno. No momento em que as escolas médicas encontram-se estimuladas a rever seus projetos pedagógicos, quer pela divulgação das diretrizes curriculares, quer pelos estímulos que os ministérios da Educação e da Saúde estão oferecendo, é fundamental que se reflita sobre a construção da subjetividade desse profissional. As reformas curriculares e a busca de novas técnicas pedagógicas são fundamentais, contudo podem ser insuficientes para auxiliar os alunos a elaborar a diversidade de embates afetivos com os quais irão lidar. Desse modo, além de rever as estruturas acadêmicas como número de alunos por sala e outros índices quantitativos, talvez se pudesse também rever, no contato cotidiano com os estudantes, os modelos de relação professor-aluno oferecidos, componentes essenciais na formação da identidade dos futuros médicos.2
1- Cyrino EG, Toralles-Pereira ML. Trabalhando com estratégias de ensino-aprendizado por descoberta na área da saúde: a problematização e a aprendizagem baseada em problemas. Cad. Saúde Pública 2004, 20(3):780-788.
2- Kaufman A. Reflexões sobre educação médica: uma abordagem socioeconômica. São Paulo, 1998. Tese (Doutorado) Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Comentário: O maior desafio no âmbito professor-aluno é a relação de diálogo entre educador e educando, que possibilita a ambos aprenderem juntos. Quanto mais o professor possibilitar aos estudantes perceberem-se como seres inseridos no mundo, tanto mais se sentirão desafiados a responder aos novos desafios. Isso
requer do professor uma mudança de postura para o exercício de um trabalho reflexivo com o aluno, exigindo a disponibilidade do professor de pesquisar, de acompanhar e colaborar no aprendizado crítico do estudante, o que freqüentemente coloca o professor diante de situações imprevistas, novas e desconhecidas, exigindo que professores e alunos compartilhem de fato o processo de construção do conhecimento, tornando a prática da Medicina mais humana.
Rosane Nery
rosane.nery@gmail.com
Nome: Camila Beltrame Becker
Relação Professor-Aluno no Ensino Médico
Maurício Pimentel
Idéia do Autor:
O modelo mais freqüentemente encontrado no ensino médico é uma relação professor-aluno desigual. De um lado, conhecimento, experiência e, conseqüentemente, poder, de outro, desconhecimento e ansiedade. Tal situação pode levar o professor a uma atitude de dominação, visualizando o aluno como um ser, de certa forma ignorante, bem como considerando, equivocadamente, estar a passagem do conhecimento totalmente em seu poder. O aluno, nessa percepção, nada sabe, enquanto o professor sabe tudo,, constituindo-se a relação professor-aluno simplesmente uma relação casual de transmissão de conhecimento e avaliação de sua aplicação, em que alunos e professores não se conhecem ou mal e reconhecem.
A relação professor-aluno pode ser aperfeiçoada pelo reconhecimento, por parte do professor, de que o aluno, mesmo no início de aprendizado, sempre tem algo a acrescentar a relação, não se tratando de um sujeito ?vazio?. Reconhecendo tal situação, o professor poderá estabelecer com seu aluno, não uma relação unilateral, mas um verdadeiro vínculo de cooperação.
Comentário:
Cada vez mais os mestres e os que ainda estão em formação devem tentar desfazer a relação professor-aluno desigual existente já muito conhecida. Deve-se fazer desta relação uma relação de cooperação onde os dois lados sempre têm ensinamentos a acrescentar.
Camila Becker
Comentário sobre o texto ?A Experiência Criativa?, do livro Prática Educativa em Medicina, dos autores Cyro Castro Júnior e Flávia Ciane Assmann Castro:
O autor refere que vários aspectos mostraram-se essenciais numa relação de aprendizagem ao presenciar as aulas da disciplina Prática Educativa em Medicina. Ainda, que a principal forma de educação está na criatividade em inovar e suscitar a curiosidade os alunos. Isso pode ser baseado, também em suas experiências de vida. Desta forma, conforme os autores, o professor deve criar problemas para seus alunos, seduzi-los com questões e atraí-los para as divergências, incentivando-os ao pensamento e à curiosidade.
O autor narra um texto sobre ?A Experiência Criativa?, o que propicia o pensamento sobre os reais aspectos que se mostram essenciais em uma relação professor-aluno. Num mundo moderno, onde há tanta tecnologia e concorrência, há muita dificuldade na busca pela criatividade e as pessoas acabam cumprindo padrões pré-estabelecidos ao invés de inovar. O professor necessita, além de tudo, ensinar o aluno a pensar e, assim, prepará-lo para ter curiosidades e sentir a necessidade em desvendar coisas desconhecidas.
Adriana Silveira de Almeida - Aluna da Disciplina de Prática Educativa em Medicina do Programa de Pós-graduação em Cardiologia e Ciências Cardiovasculares.
Adriana Silveira de Almeida
ALUNA: Daniela Massierer
danielamassierer@yahoo.com.br
TEXTO ESCOLHIDO: ?A avaliação do aluno da área de saúde?- Maria Luiza Chollopetz da Cunha
O texto enfoca o método de avaliação dos alunos adotado pelos professores de cursos da área da saúde.
A autora critica o método tradicional adotado pela maioria dos professores de nível superior, que é através de provas escritas. Ressalta que desta forma os professores continuam avaliando prioritariamente a aquisição de conteúdo teório-prático, centralizando na nota e sendo predominantemente subjetiva. Não oportuniza a ação-reflexão do aluno, sem diálogo e troca entre professor-aluno, tornando-se mais importante do que o processo ensino-aprendizagem.
Ela enfatiza que a avaliação deva ser contínua, tornando-se um processo de acompanhamento durante cada etapa do ensino, avaliando o educando como um ser social. A boa prática de avaliação ocorre quando o aluno é avaliado como indivíduo único, exposto as influências do meio e isto é possível quando a avaliação é realizada de maneira contínua.
Concordo plenamente com as críticas da autora ao modelo didático tradicional, que pelo meu ponto de vista é um método que somente centraliza na nota, torna-se um processo classificatório, seletivo e excludente. Excluindo aqueles que são rotulados de ?menos capazes?, ou com problemas de aprendizagem, etc.
Na maioria das vezes os educadores esquecem ou não se dão conta que o processo de ensino-aprendizagem não possui apenas um sujeito, mas que eles também fazem parte de todo o processo e que a interação entre ambos é vital e de extrema importância para a construção do conhecimento. Este sistema denominado por Zabala (1998) de avaliação formativa é maravilhoso e deveria ser adotado por todos os educadores.
Acho que ainda falta um pouco de sensibilização e comprometimento de alguns professores na formação dos alunos e no complexo processo ensino-aprendizagem.
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)