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Terça-feira, Abril 21, 2009
Reflexões sobre ?Análise de uma prática educativa em saúde? de Sônia Regina Silva Pedroso
Lenita Simões Krebs
No texto, a professora Sônia faz um relato sobre as modificações observadas nos alunos da disciplina de Prática Educativa ao longo das aulas, através das observações e registros feitos na sala de aula e também das discussões realizadas no blog. Inicialmente, os alunos demonstraram desconhecer a importância da disciplina de Prática Educativa, já que tinham uma concepção limitada da educação e a idéia de que dar aulas é fácil bastando possuir o conhecimento técnico sobre o assunto a ser ministrado. Com o decorrer das atividades, a professora percebeu que a disciplina provocou os alunos, levando-os a refletir sobre as suas práticas educativas e a repensar os preconceitos referentes à educação. Percebeu, também, que alguns alunos procuraram se aprofundar nessas questões após o término da disciplina, buscando uma formação mais específica na área da educação.
Com o apoio de alguns autores pesquisados, salienta que as qualidades necessárias para sermos educadores podem ser desenvolvidas através de treinamento. Essas qualidades podem ser resumidas como:
? Saber ouvir;
? Competência e habilidade para transmitir os conhecimentos;
? Capacidade de reconhecer que cada aluno e cada turma são diferentes;
? Capacidade de estabelecer uma relação de troca com os alunos;
? Percepção das peculiaridades da atividade que se propõe realizar;
? Estar preparado para as eventualidades de não dispor dos meios necessários para desenvolver o trabalho conforme planejado, entre outras.
A idéia que guardei do texto, é que a relação professor-aluno deve ser uma relação dinâmica e de provocação. O aluno deve ter curiosidade ou esta deve ser estimulada pelo professor através da demonstração da importância e da utilização prática do que está sendo discutido. O professor deve ter um bom conhecimento sobre si mesmo, das suas qualidades e limitações para poder explorar ou contornar ou superar as suas características e, assim, poder transmitir os conhecimentos, ouvir e entender as dúvidas dos alunos. Mas, não há o que ensinar se não houver o conteúdo e a formação necessária para poder transmiti-lo.
Extrapolando, o professor não é apenas aquele que está em sala de aula, na frente de uma turma de alunos. É também o profissional que está atendendo em consultório ou hospital, conversando com familiares ou pacientes, fornecendo informações sobre a doença em questão ou sobre as formas de prevenção. Aqui ele também está desenvolvendo a prática educativa, informando, conscientizando, estimulando a curiosidade das pessoas envolvidas. E também na sua vida particular, no convívio com a família, ele está observando e transmitindo informações técnicas e exercendo a função de professor.
No texto, a professora Sônia faz um relato sobre as modificações observadas nos alunos da disciplina de Prática Educativa ao longo das aulas, através das observações e registros feitos na sala de aula e também das discussões realizadas no blog. Inicialmente, os alunos demonstraram desconhecer a importância da disciplina de Prática Educativa, já que tinham uma concepção limitada da educação e a idéia de que dar aulas é fácil bastando possuir o conhecimento técnico sobre o assunto a ser ministrado. Com o decorrer das atividades, a professora percebeu que a disciplina provocou os alunos, levando-os a refletir sobre as suas práticas educativas e a repensar os preconceitos referentes à educação. Percebeu, também, que alguns alunos procuraram se aprofundar nessas questões após o término da disciplina, buscando uma formação mais específica na área da educação.
Com o apoio de alguns autores pesquisados, salienta que as qualidades necessárias para sermos educadores podem ser desenvolvidas através de treinamento. Essas qualidades podem ser resumidas como:
? Saber ouvir;
? Competência e habilidade para transmitir os conhecimentos;
? Capacidade de reconhecer que cada aluno e cada turma são diferentes;
? Capacidade de estabelecer uma relação de troca com os alunos;
? Percepção das peculiaridades da atividade que se propõe realizar;
? Estar preparado para as eventualidades de não dispor dos meios necessários para desenvolver o trabalho conforme planejado, entre outras.
A idéia que guardei do texto, é que a relação professor-aluno deve ser uma relação dinâmica e de provocação. O aluno deve ter curiosidade ou esta deve ser estimulada pelo professor através da demonstração da importância e da utilização prática do que está sendo discutido. O professor deve ter um bom conhecimento sobre si mesmo, das suas qualidades e limitações para poder explorar ou contornar ou superar as suas características e, assim, poder transmitir os conhecimentos, ouvir e entender as dúvidas dos alunos. Mas, não há o que ensinar se não houver o conteúdo e a formação necessária para poder transmiti-lo.
Extrapolando, o professor não é apenas aquele que está em sala de aula, na frente de uma turma de alunos. É também o profissional que está atendendo em consultório ou hospital, conversando com familiares ou pacientes, fornecendo informações sobre a doença em questão ou sobre as formas de prevenção. Aqui ele também está desenvolvendo a prática educativa, informando, conscientizando, estimulando a curiosidade das pessoas envolvidas. E também na sua vida particular, no convívio com a família, ele está observando e transmitindo informações técnicas e exercendo a função de professor.
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)