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sindique este site
Domingo, Março 29, 2009
Waldomiro Manfroi disse...
Bem, pessoal, estamos apenas começando a Disciplina Prática Educativa, mas já deu para perceber que teremos um grupo de garra. Tenho certeza que vamos ter bons momentos juntos. Mesmo que bastante ocupado, hoje tirei uma folga para pôr em dia vinha vida literária. Como a editora que publicou em segunda edição meu primeiro romance, Tempo de viver, e o disponibilizou blog, toma a liberdade de mandar para vocês a apresenação do livro.Mesmo que publicado em 1992, contem todas as questões de mudança de paradigma do ensino, da assistência e da pesquisa na Área da Saúde. Se alguém tiver interesse em conhecer melhor:www.temposdeviver24x7blogspot.com
Apresentação
Uma obra literária pode ser analisada sob diferentes aspectos - seu estilo, sua forma, seu conteúdo ou sua mensagem, entre muitos outros. O estilo e a forma caracterizam de tal forma o autor que não é fácil modificá-los. O conteúdo e a mensagem variam de obra para obra e todos esses fatores, em conjunto ou isoladamente, agradam a uns, desagradam a outros e dificilmente contentam a todos.
Essa característica fundamental do trabalho criativo e o risco ao qual se expõe todo aquele que se expressa através das mais variadas formas de comunicação, implicitamente, submetendo à apreciação de outros suas idéias, seu trabalho, em resumo, aquilo que criou. ( Veja, set. 1987).
Tempo de viver é um convite à ?parada? e à ?reflexão?. A natureza da temática faz supor que seu autor fala de um personagem que tenha chegado aos ?50?, e sua mensagem parece ser dirigida em especial aos quarentões. Todos concordam que essa seria a hora obrigatória da ?parada?, mas sabem também que é principalmente a hora da ?fuga?, pois pensar, refletir, reavaliar, reexaminar e modificar não é fácil e na maioria das vezes penoso.
Possivelmente baseado em suas vivências, o autor escolheu com muita propriedade um momento em que todos são obrigados a parar e pensar - a doença e a dor, em especial o infarto do miocárdio e as dores típicas que o precedem e o acompanham.
Não tendo identidade definida, o personagem central ajusta-se - com as necessárias adaptações - a todos os que lerem o livro.
Para dar vida a esse personagem polivalente e quase onipresente, sem precisar épocas, o autor idealiza uma tela de projeção, na qual, a comando próprio ou por determinação de terceiros, são projetadas cenas da infância, adolescência e vida adulta do personagem, figura central de todo o enredo, e através de cujas vivências reais ou imaginárias é analisado o sentido e os valores de uma vida.
Muitos fatos, situações, pessoas, grupos, críticos, juizes... não são perfeitamente definidos ou caracterizados, sendo provável que na imaginação do autor se tenham todos fundido em um único personagem. Seriam, talvez, projeções de uma experiência psicanalítica vivida pelo personagem-paciente, na qual obrigatoriamente existe um juiz, um grupo... a própria família... uma Corte de Justiça, bem como poderia ser uma alusão à existência de seres superiores, espíritos evoluídos e purificados por outras encarnações... extraterrenos vindos de naves espaciais. A natureza específica deles parece, entretanto, ser deixada à conveniência e ao critério dos leitores.
O primeiro enfoque é dado á infância e á pré-adolescência do personagem. Época triste, marcada por tragédias, perdas, solidão, incomunicabilidade, medo, culpa, fantasias marcantes e inaceitação de fatos e situações que nem ele consegue definir.
O registro de fatos traduz os moldes da educação típica de uma época em que a criança não tinha vez, e a maldição e o castigo de Deus a ninguém poupava, como prova o fato da excomunhão aplicada pelo diretor de um colégio religioso a uma criança de onze anos, sanção que pela permanente ameaça de acarretar desgraças e castigos tinha a capacidade de marcar suas vítimas por toda uma vida. Obviamente, a pré-adolescência e adolescência - tão difíceis em condições de normalidade - só poderiam ter sido também difíceis, confusas e transcorridas à base de medos e culpas trazidos de uma infância tão conturbada. O simples registro desses fatos dirige o leitor a temas atuais de educação, como a influência e a participação de fatores genéticos e ambientais no desenvolvimento, formação e atuação do indivíduo na sociedade.
Se o detalhamento da vida universitária não é tão especifico, indiretamente deixa supor um jovem buscando desesperadamente ?respostas nos livros? - possivelmente sem as encontrar - e criando mecanismos de projeção para encobrir e disfarçar o medo e as culpas que sob as mais variadas formas certamente não teriam deixado de acompanhá-lo.
A análise das razoes que o teriam levado o autor a continuar inconformado com o sistema, tanto em sua condição de universitário como de médico, professor universitário; suas andanças por outros países e continentes observando, ouvindo, perguntando, comparando, certamente terão seu embasamento na inaceitação da tristeza e o sofrimento direta ou indiretamente a ele propostos como substitutos obrigatórios da alegria e do prazer, e da imposição de culpas e responsabilização por fatos alheios à sua vontade, dos quais progressivamente consegue libertar-se. Não esconde o valor que atribui à liberdade em seu sentido mais amplo, passa a gostar mais de si próprio, a valorizar seu corpo, encontra formas de fazer seu reencontro com a natureza e a vida, não escondendo seu repúdio pela violência e pela repressão. A capacidade de aceitar - mesmo sem entender - a impossibilidade da existência de grupos consensuais torna possível um convívio social e familiar menos tenso e sofrido.
Dos poucos personagens que especifica e identifica, inclui Antônio e sua vida obstinada de ?executivo?, paradigma de uma sociedade louca, registrando as dificuldades paralelas que enfrenta um paciente necessitando de internação hospitalar e cuidados médicos; constata a forma pela qual muitos médicos e serviços, confundidos com a enormidade de recursos terapêuticos que a tecnologia atual colocou a seu serviço, tornam-se incapazes de entender que um paciente é capaz de chegar à loucura como resultado do que pretendido ser o que lhe é mais adequado como tratamento. Enfatiza a necessidade e a inviabilidade de um tratamento médico individualizado, mostrando os efeitos, sempre eficientes, do devotamento, da persistência e da simplicidade terapêutica quando tudo parece estar perdido.
Ao ?vestir-se? de Dr. Alfredo e atender ocasionalmente o casal Alberto Schimith, retrata a negação habitual e obstinada do homem em face à realidade da doença; espelha a simplificação com a qual são tratados os problemas médicos, sem deixar de chamar atenção para os fatores sociais que contribuíram para o inferno de Alberto. Na pessoa do ?senhor Schimith pai?, retrata o ridículo e as desgraças provocadas por um pai castrador, acoitado pela figura típica do burro ilustre, representada pelo ignorante e incapaz Dr. Joaquim, profissional de sucesso e elevado conceito nas mais significativas camadas sociais da comunidade.
Ao descrever ?seu Fritz e sua mulher?, veranistas tradicionais de uma praia qualquer, parece admitir a influência da chatice, da mediocridade, da alienação e da integração no ?sistema? sem questionamentos, como formas coadjuvantes de evitar o enfarto do miocárdio em si próprio, bem como a grande possibilidade de causá-los ou precipitá-los em outros, caso ?não os interrompam? como fez o personagem.
Mas onde pretendeu chegar o autor?
Entendo que cada um chegará até o ponto de suas possibilidades de captação e de entendimento, mas principalmente de sua vontade de entender.
Se o tema central de todo o texto é a morte, o personagem a enfrenta com dignidade e coragem... e de tal forma o faz que sua angústia, revolta e inconformismo desaparecem progressivamente à medida que se esgotam suas cinco horas de espera. Habilidades em torná-las mais amenas não lhe faltaram; pois em um grande percentual desse tempo, mesmo enfrentando uma situação indesejável, encontrou forças para deixar claro que no futuro sempre foi um poeta, uma mente boa e simples, que as circunstâncias e as pessoas complicaram e tornaram temporariamente infeliz.
Terá ele morrido no sentido estrito da palavra? O fato não é afirmado explicitamente. O que há de concreto é que, ao término do texto, faz uma profissão de fé em tudo o que acredita, deseja e valoriza.
Terá recebido ?alta? de um tratamento psicanalítico? Terá sido resgatado por seres extraterrenos? Terá iniciado a vida eterna como preconizam os cristãos? Terá temporariamente desencarnado, como acreditam os espíritas, para num futuro remoto retornar e dar início a nova etapa de purificação? Ou será que algum médico recém-formado, inspirado nos resultados obtidos pelo colega que tratou o executivo Antônio, obstinadamente tenha resolvido tratá-lo até sua recuperação?
Romance-ficção, autobiografia?
Não creio que seja importante descobrir. Se o leitor entendeu a mensagem e decidiu que deverá reavaliar sua forma de vida e seus valores, o tempo que dispendeu na leitura terá sido válido.
4:53 PM
Apresentação
Uma obra literária pode ser analisada sob diferentes aspectos - seu estilo, sua forma, seu conteúdo ou sua mensagem, entre muitos outros. O estilo e a forma caracterizam de tal forma o autor que não é fácil modificá-los. O conteúdo e a mensagem variam de obra para obra e todos esses fatores, em conjunto ou isoladamente, agradam a uns, desagradam a outros e dificilmente contentam a todos.
Essa característica fundamental do trabalho criativo e o risco ao qual se expõe todo aquele que se expressa através das mais variadas formas de comunicação, implicitamente, submetendo à apreciação de outros suas idéias, seu trabalho, em resumo, aquilo que criou. ( Veja, set. 1987).
Tempo de viver é um convite à ?parada? e à ?reflexão?. A natureza da temática faz supor que seu autor fala de um personagem que tenha chegado aos ?50?, e sua mensagem parece ser dirigida em especial aos quarentões. Todos concordam que essa seria a hora obrigatória da ?parada?, mas sabem também que é principalmente a hora da ?fuga?, pois pensar, refletir, reavaliar, reexaminar e modificar não é fácil e na maioria das vezes penoso.
Possivelmente baseado em suas vivências, o autor escolheu com muita propriedade um momento em que todos são obrigados a parar e pensar - a doença e a dor, em especial o infarto do miocárdio e as dores típicas que o precedem e o acompanham.
Não tendo identidade definida, o personagem central ajusta-se - com as necessárias adaptações - a todos os que lerem o livro.
Para dar vida a esse personagem polivalente e quase onipresente, sem precisar épocas, o autor idealiza uma tela de projeção, na qual, a comando próprio ou por determinação de terceiros, são projetadas cenas da infância, adolescência e vida adulta do personagem, figura central de todo o enredo, e através de cujas vivências reais ou imaginárias é analisado o sentido e os valores de uma vida.
Muitos fatos, situações, pessoas, grupos, críticos, juizes... não são perfeitamente definidos ou caracterizados, sendo provável que na imaginação do autor se tenham todos fundido em um único personagem. Seriam, talvez, projeções de uma experiência psicanalítica vivida pelo personagem-paciente, na qual obrigatoriamente existe um juiz, um grupo... a própria família... uma Corte de Justiça, bem como poderia ser uma alusão à existência de seres superiores, espíritos evoluídos e purificados por outras encarnações... extraterrenos vindos de naves espaciais. A natureza específica deles parece, entretanto, ser deixada à conveniência e ao critério dos leitores.
O primeiro enfoque é dado á infância e á pré-adolescência do personagem. Época triste, marcada por tragédias, perdas, solidão, incomunicabilidade, medo, culpa, fantasias marcantes e inaceitação de fatos e situações que nem ele consegue definir.
O registro de fatos traduz os moldes da educação típica de uma época em que a criança não tinha vez, e a maldição e o castigo de Deus a ninguém poupava, como prova o fato da excomunhão aplicada pelo diretor de um colégio religioso a uma criança de onze anos, sanção que pela permanente ameaça de acarretar desgraças e castigos tinha a capacidade de marcar suas vítimas por toda uma vida. Obviamente, a pré-adolescência e adolescência - tão difíceis em condições de normalidade - só poderiam ter sido também difíceis, confusas e transcorridas à base de medos e culpas trazidos de uma infância tão conturbada. O simples registro desses fatos dirige o leitor a temas atuais de educação, como a influência e a participação de fatores genéticos e ambientais no desenvolvimento, formação e atuação do indivíduo na sociedade.
Se o detalhamento da vida universitária não é tão especifico, indiretamente deixa supor um jovem buscando desesperadamente ?respostas nos livros? - possivelmente sem as encontrar - e criando mecanismos de projeção para encobrir e disfarçar o medo e as culpas que sob as mais variadas formas certamente não teriam deixado de acompanhá-lo.
A análise das razoes que o teriam levado o autor a continuar inconformado com o sistema, tanto em sua condição de universitário como de médico, professor universitário; suas andanças por outros países e continentes observando, ouvindo, perguntando, comparando, certamente terão seu embasamento na inaceitação da tristeza e o sofrimento direta ou indiretamente a ele propostos como substitutos obrigatórios da alegria e do prazer, e da imposição de culpas e responsabilização por fatos alheios à sua vontade, dos quais progressivamente consegue libertar-se. Não esconde o valor que atribui à liberdade em seu sentido mais amplo, passa a gostar mais de si próprio, a valorizar seu corpo, encontra formas de fazer seu reencontro com a natureza e a vida, não escondendo seu repúdio pela violência e pela repressão. A capacidade de aceitar - mesmo sem entender - a impossibilidade da existência de grupos consensuais torna possível um convívio social e familiar menos tenso e sofrido.
Dos poucos personagens que especifica e identifica, inclui Antônio e sua vida obstinada de ?executivo?, paradigma de uma sociedade louca, registrando as dificuldades paralelas que enfrenta um paciente necessitando de internação hospitalar e cuidados médicos; constata a forma pela qual muitos médicos e serviços, confundidos com a enormidade de recursos terapêuticos que a tecnologia atual colocou a seu serviço, tornam-se incapazes de entender que um paciente é capaz de chegar à loucura como resultado do que pretendido ser o que lhe é mais adequado como tratamento. Enfatiza a necessidade e a inviabilidade de um tratamento médico individualizado, mostrando os efeitos, sempre eficientes, do devotamento, da persistência e da simplicidade terapêutica quando tudo parece estar perdido.
Ao ?vestir-se? de Dr. Alfredo e atender ocasionalmente o casal Alberto Schimith, retrata a negação habitual e obstinada do homem em face à realidade da doença; espelha a simplificação com a qual são tratados os problemas médicos, sem deixar de chamar atenção para os fatores sociais que contribuíram para o inferno de Alberto. Na pessoa do ?senhor Schimith pai?, retrata o ridículo e as desgraças provocadas por um pai castrador, acoitado pela figura típica do burro ilustre, representada pelo ignorante e incapaz Dr. Joaquim, profissional de sucesso e elevado conceito nas mais significativas camadas sociais da comunidade.
Ao descrever ?seu Fritz e sua mulher?, veranistas tradicionais de uma praia qualquer, parece admitir a influência da chatice, da mediocridade, da alienação e da integração no ?sistema? sem questionamentos, como formas coadjuvantes de evitar o enfarto do miocárdio em si próprio, bem como a grande possibilidade de causá-los ou precipitá-los em outros, caso ?não os interrompam? como fez o personagem.
Mas onde pretendeu chegar o autor?
Entendo que cada um chegará até o ponto de suas possibilidades de captação e de entendimento, mas principalmente de sua vontade de entender.
Se o tema central de todo o texto é a morte, o personagem a enfrenta com dignidade e coragem... e de tal forma o faz que sua angústia, revolta e inconformismo desaparecem progressivamente à medida que se esgotam suas cinco horas de espera. Habilidades em torná-las mais amenas não lhe faltaram; pois em um grande percentual desse tempo, mesmo enfrentando uma situação indesejável, encontrou forças para deixar claro que no futuro sempre foi um poeta, uma mente boa e simples, que as circunstâncias e as pessoas complicaram e tornaram temporariamente infeliz.
Terá ele morrido no sentido estrito da palavra? O fato não é afirmado explicitamente. O que há de concreto é que, ao término do texto, faz uma profissão de fé em tudo o que acredita, deseja e valoriza.
Terá recebido ?alta? de um tratamento psicanalítico? Terá sido resgatado por seres extraterrenos? Terá iniciado a vida eterna como preconizam os cristãos? Terá temporariamente desencarnado, como acreditam os espíritas, para num futuro remoto retornar e dar início a nova etapa de purificação? Ou será que algum médico recém-formado, inspirado nos resultados obtidos pelo colega que tratou o executivo Antônio, obstinadamente tenha resolvido tratá-lo até sua recuperação?
Romance-ficção, autobiografia?
Não creio que seja importante descobrir. Se o leitor entendeu a mensagem e decidiu que deverá reavaliar sua forma de vida e seus valores, o tempo que dispendeu na leitura terá sido válido.
4:53 PM
Terça-feira, Março 24, 2009
Dois grupos encaminharam . . .
as suas produções:
"Não consegui postar pelo blog as reflexões da aula passada.
Nossas palavras escolhidas foram:
Troca de conhecimento
Humildade
Disciplina
Criatividade
Auto crítica
Empatia
Bom senso
Paciência
Interação
Respeito
Abraço e até quarta-feira
Matheus Michalczuk
O que é necessário saber para ensinar e aprender para o fazer na área da saúde?
- conhecimento técnico
- saber trabalhar em equipe
- reconhecer emoções e sentimentos
- habilidade da comunicação
- ter paciência
- didática/método
- saber ouvir
- criatividade
- curiosidade
- interesse
- comprometimento
- atitude pró-ativa/colocar-se no lugar do outro
- flexibilidade/capacidade adaptativa
- ética
Grupo:
- Cristiane Cassol
- Fernanda Rodrigues
- Elisa Justo
- Maria Letícia Rodrigues Ikeda
- Fabrizia"
"Não consegui postar pelo blog as reflexões da aula passada.
Nossas palavras escolhidas foram:
Troca de conhecimento
Humildade
Disciplina
Criatividade
Auto crítica
Empatia
Bom senso
Paciência
Interação
Respeito
Abraço e até quarta-feira
Matheus Michalczuk
O que é necessário saber para ensinar e aprender para o fazer na área da saúde?
- conhecimento técnico
- saber trabalhar em equipe
- reconhecer emoções e sentimentos
- habilidade da comunicação
- ter paciência
- didática/método
- saber ouvir
- criatividade
- curiosidade
- interesse
- comprometimento
- atitude pró-ativa/colocar-se no lugar do outro
- flexibilidade/capacidade adaptativa
- ética
Grupo:
- Cristiane Cassol
- Fernanda Rodrigues
- Elisa Justo
- Maria Letícia Rodrigues Ikeda
- Fabrizia"
Segunda-feira, Março 23, 2009
Programa
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE MEDICINA COMISSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO DA FAMED
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃOEM EDUCAÇÃO
Professor Dr.: WALDOMIRO CARLOS MANFROI
Professora Drª.: CARMEN LUCIA BEZERRA MACHADO
Monitora (Professora): SÔNIA REGINA SILVA PEDROSO
Plano de Trabalho Prática Educativa em Saúde - 2009/01
A disciplina visa a qualificar o ensino de Pós-Graduação em Medicina, atender as necessidades dos pós-graduandos em saúde nesta Universidade, quanto:
# ao seu conhecimento e aperfeiçoamento sobre as práticas educativas;
# à criação de espaços de reflexão e debate interdisciplinar a respeito das questões educativas atinentes ao papel social do professor de profissionais da saúde, na sociedade brasileira;
# aos vínculos entre ensino, extensão e pesquisa.
JUSTIFICATIVA
A disciplina atende às solicitações dos pós-graduandos da FAMED/UFRGS, oriundos dos diferentes cursos de graduação da área da saúde, manifestas pelos alunos e ratificadas pelos professores. O caráter de adesão voluntária a esta disciplina busca atender à formação pedagógica necessária à formação dos profissionais da área da saúde e constituir um espaço de discussão das práticas educativas cotidianas que permitem compreendê-las, conhecer as relações entre professores e alunos, presentes nas relações entre professores e alunos, profissionais da saúde e pacientes bem como seus pressupostos teórico-práticos, nos nexos entre princípio educativo e prática pedagógica. A inter/transdisciplinaridade encontra na confluência entre ensino-pesquisa e extensão uma possibilidade concreta de convívio e troca de experiências para possibilitar o produzir novos conhecimentos para a área da educação universitária no Brasil.
OBJETIVOS
Para atender as solicitações dos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS, quanto ao aperfeiçoamento e qualificação pedagógicos (domínio das formas do fazer pedagógicos) no espírito da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e das Diretrizes Curriculares dos cursos da área da saúde, para o trabalho educativo, o presente plano propõe:
# Propiciar aos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS um espaço de discussão, análise e comunicação das questões relacionadas à Universidade em sua interface com a sociedade brasileira, em perspectiva interdisciplinar, considerada a diversidade de classe social, raça, etnias e culturas;
# Conhecer e compreender a prática educativa e os pressupostos teórico-metodológicos dos educadores universitários quanto aos diferentes conhecimentos envolvidos: em nível institucional, profissional, cotidiano, pessoal, filosófico, científico e de cidadania, ou da razão e do afeto.# Discutir a relação pesquisa / ensino-aprendizagem na prática educativa, considerando as tecnologias disponíveis.
PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES
1. Disciplina de Pós-Graduação: Prática Educativa em Saúde
2. Consultoria às diferentes áreas educativas, conforme solicitações dos pós-graduandos.
3. Discussões através do Blogg da disciplina Prática Educativa no endereço: http://www.ufrgs.br/tramse/med
4. Reuniões de estudo, planejamento e avaliação do Projeto de cada um dos pequenos grupos temáticos que se formarem, sob a coordenação de um dos colegas.
OBS: Marcar hora para reuniões de estudo e/ou planejamento de trabalho, na seguinte disponibilidade: 4ª feira - 14h às 16h ou outro horário a combinar.
CONTATOS por E-mail:carmen.machado@ufrgs.br ou soniapedroso@yahoo.com.br ou wmanfroi@hcpa.ufrgs.br
Local: A combinar
Fone: 99820786 ou 81777290 PRÁTICA EDUCATIVA EM MEDICINA
Período: 2009/01 -
Horário: 4° feiras, 8h às 10h - aula.
Local: Laboratório de Ensino - 4º andar - Prédio Ciclo Básico/Saúde/ UFRGS
Carga Horária Total (CHT): 60 horas/aula ORGANIZAÇÃO DA DISCIPLINA
A disciplina será oferecida aos alunos dos cursos de Pós-Graduação em Medicina obedecendo às seguintes características:
* Turmas constituídas heterogeneamente por alunos dos diferentes cursos dos Programas de Pós-Graduação em Medicina, procurando incluir o maior número possível de alunos;
* Ênfase na relação ensino - pesquisa, onde cada aluno individualmente realiza pesquisa sobre temática específica na área da educação, em níveis diversificados e troca com os colegas ensinando e aprendendo;
* Atendimento aos temas propostos, a partir das sugestões apresentadas em aula, conforme os interesses da turma, e selecionados em planejamento participativo, neste semestre será discutido na primeira semana de aula. (Sugestões de outros semestres: Ética como eixo articulador dos temas: comunicação e interdisciplinaridade, organização das pessoas e das coisas, Reconhecimento de si, do outro e do coletivo; Formação de professor@s entre a ensinagem e a aprendizagem, além das derivações possíveis. OU, como constituir grupos de trabalho, metodologias ativas e Avaliação formativa; Memória e aprendizagens; Usos de tecnologias informatizadas)
* Registro e discussão por meio eletrônico no acesso ao endereço do "blog", em atividades semanais complementares às realizadas em aula presencial.
AVALIAÇÃO
* Critérios de avaliação:
VF - Veracidade e fidedignidade presente nos trabalhos realizados;
OCC - Objetividade e clareza de linguagem na construção dos textos;
CTA - Consistência teórica e articulação com a prática educativa;
ORTM- Observância nas referências teórico-metodológicas propostas.
* Instrumentos de avaliação:
* Leitura, fichamento e discussão da bibliografia indicada semanalmente por rede,ou presencialmente, bem como de outras referências a serem combinadas com os grupos, relacionadas aos seus interesses de pesquisa;
* Pequenos textos elaborados individualmente em aula e/ou no "blog";
* Planejamento, organização em grupo de vivência de aula com os colegas;
* Artigo com vistas à publicação sobre temas debatidos/trabalhados durante os dois primeiros meses do semestre letivo;
* A presença e participação nas aulas dos colegas como pelo menos 90% de frequência.
REFERÊNCIAS: Estão já disponibilzadas nas demais páginas, ver por exemplo o Programa dos semestres anteriores no link do mês de março e do mês de agosto. Qualquer outra fonte desde que corretamente citada e passível de localização pública pode ser utilizado. Cronograma: 15 semanas consecutivas de encontros presenciais de 18 de março à 24 de junho e mais as atividades neste endereço eletrônico, as de escrita fora da sala e as de planejamento das aulas práticas para os colegas!
FACULDADE DE MEDICINA COMISSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO DA FAMED
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃOEM EDUCAÇÃO
Professor Dr.: WALDOMIRO CARLOS MANFROI
Professora Drª.: CARMEN LUCIA BEZERRA MACHADO
Monitora (Professora): SÔNIA REGINA SILVA PEDROSO
Plano de Trabalho Prática Educativa em Saúde - 2009/01
A disciplina visa a qualificar o ensino de Pós-Graduação em Medicina, atender as necessidades dos pós-graduandos em saúde nesta Universidade, quanto:
# ao seu conhecimento e aperfeiçoamento sobre as práticas educativas;
# à criação de espaços de reflexão e debate interdisciplinar a respeito das questões educativas atinentes ao papel social do professor de profissionais da saúde, na sociedade brasileira;
# aos vínculos entre ensino, extensão e pesquisa.
JUSTIFICATIVA
A disciplina atende às solicitações dos pós-graduandos da FAMED/UFRGS, oriundos dos diferentes cursos de graduação da área da saúde, manifestas pelos alunos e ratificadas pelos professores. O caráter de adesão voluntária a esta disciplina busca atender à formação pedagógica necessária à formação dos profissionais da área da saúde e constituir um espaço de discussão das práticas educativas cotidianas que permitem compreendê-las, conhecer as relações entre professores e alunos, presentes nas relações entre professores e alunos, profissionais da saúde e pacientes bem como seus pressupostos teórico-práticos, nos nexos entre princípio educativo e prática pedagógica. A inter/transdisciplinaridade encontra na confluência entre ensino-pesquisa e extensão uma possibilidade concreta de convívio e troca de experiências para possibilitar o produzir novos conhecimentos para a área da educação universitária no Brasil.
OBJETIVOS
Para atender as solicitações dos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS, quanto ao aperfeiçoamento e qualificação pedagógicos (domínio das formas do fazer pedagógicos) no espírito da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e das Diretrizes Curriculares dos cursos da área da saúde, para o trabalho educativo, o presente plano propõe:
# Propiciar aos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS um espaço de discussão, análise e comunicação das questões relacionadas à Universidade em sua interface com a sociedade brasileira, em perspectiva interdisciplinar, considerada a diversidade de classe social, raça, etnias e culturas;
# Conhecer e compreender a prática educativa e os pressupostos teórico-metodológicos dos educadores universitários quanto aos diferentes conhecimentos envolvidos: em nível institucional, profissional, cotidiano, pessoal, filosófico, científico e de cidadania, ou da razão e do afeto.# Discutir a relação pesquisa / ensino-aprendizagem na prática educativa, considerando as tecnologias disponíveis.
PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES
1. Disciplina de Pós-Graduação: Prática Educativa em Saúde
2. Consultoria às diferentes áreas educativas, conforme solicitações dos pós-graduandos.
3. Discussões através do Blogg da disciplina Prática Educativa no endereço: http://www.ufrgs.br/tramse/med
4. Reuniões de estudo, planejamento e avaliação do Projeto de cada um dos pequenos grupos temáticos que se formarem, sob a coordenação de um dos colegas.
OBS: Marcar hora para reuniões de estudo e/ou planejamento de trabalho, na seguinte disponibilidade: 4ª feira - 14h às 16h ou outro horário a combinar.
CONTATOS por E-mail:carmen.machado@ufrgs.br ou soniapedroso@yahoo.com.br ou wmanfroi@hcpa.ufrgs.br
Local: A combinar
Fone: 99820786 ou 81777290 PRÁTICA EDUCATIVA EM MEDICINA
Período: 2009/01 -
Horário: 4° feiras, 8h às 10h - aula.
Local: Laboratório de Ensino - 4º andar - Prédio Ciclo Básico/Saúde/ UFRGS
Carga Horária Total (CHT): 60 horas/aula ORGANIZAÇÃO DA DISCIPLINA
A disciplina será oferecida aos alunos dos cursos de Pós-Graduação em Medicina obedecendo às seguintes características:
* Turmas constituídas heterogeneamente por alunos dos diferentes cursos dos Programas de Pós-Graduação em Medicina, procurando incluir o maior número possível de alunos;
* Ênfase na relação ensino - pesquisa, onde cada aluno individualmente realiza pesquisa sobre temática específica na área da educação, em níveis diversificados e troca com os colegas ensinando e aprendendo;
* Atendimento aos temas propostos, a partir das sugestões apresentadas em aula, conforme os interesses da turma, e selecionados em planejamento participativo, neste semestre será discutido na primeira semana de aula. (Sugestões de outros semestres: Ética como eixo articulador dos temas: comunicação e interdisciplinaridade, organização das pessoas e das coisas, Reconhecimento de si, do outro e do coletivo; Formação de professor@s entre a ensinagem e a aprendizagem, além das derivações possíveis. OU, como constituir grupos de trabalho, metodologias ativas e Avaliação formativa; Memória e aprendizagens; Usos de tecnologias informatizadas)
* Registro e discussão por meio eletrônico no acesso ao endereço do "blog", em atividades semanais complementares às realizadas em aula presencial.
AVALIAÇÃO
* Critérios de avaliação:
VF - Veracidade e fidedignidade presente nos trabalhos realizados;
OCC - Objetividade e clareza de linguagem na construção dos textos;
CTA - Consistência teórica e articulação com a prática educativa;
ORTM- Observância nas referências teórico-metodológicas propostas.
* Instrumentos de avaliação:
* Leitura, fichamento e discussão da bibliografia indicada semanalmente por rede,ou presencialmente, bem como de outras referências a serem combinadas com os grupos, relacionadas aos seus interesses de pesquisa;
* Pequenos textos elaborados individualmente em aula e/ou no "blog";
* Planejamento, organização em grupo de vivência de aula com os colegas;
* Artigo com vistas à publicação sobre temas debatidos/trabalhados durante os dois primeiros meses do semestre letivo;
* A presença e participação nas aulas dos colegas como pelo menos 90% de frequência.
REFERÊNCIAS: Estão já disponibilzadas nas demais páginas, ver por exemplo o Programa dos semestres anteriores no link do mês de março e do mês de agosto. Qualquer outra fonte desde que corretamente citada e passível de localização pública pode ser utilizado. Cronograma: 15 semanas consecutivas de encontros presenciais de 18 de março à 24 de junho e mais as atividades neste endereço eletrônico, as de escrita fora da sala e as de planejamento das aulas práticas para os colegas!
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE MEDICINA COMISSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO DA FAMED
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃOEM EDUCAÇÃO
Professor Dr.: WALDOMIRO CARLOS MANFROI
Professora Drª.: CARMEN LUCIA BEZERRA MACHADO
Monitora (Professora): SÔNIA REGINA SILVA PEDROSO
Plano de Trabalho Prática Educativa em Saúde - 2009/01
A disciplina visa a qualificar o ensino de Pós-Graduação em Medicina, atender as necessidades dos pós-graduandos em saúde nesta Universidade, quanto:
# ao seu conhecimento e aperfeiçoamento sobre as práticas educativas;
# à criação de espaços de reflexão e debate interdisciplinar a respeito das questões educativas atinentes ao papel social do professor de profissionais da saúde, na sociedade brasileira;
# aos vínculos entre ensino, extensão e pesquisa.
JUSTIFICATIVA
A disciplina atende às solicitações dos pós-graduandos da FAMED/UFRGS, oriundos dos diferentes cursos de graduação da área da saúde, manifestas pelos alunos e ratificadas pelos professores. O caráter de adesão voluntária a esta disciplina busca atender à formação pedagógica necessária à formação dos profissionais da área da saúde e constituir um espaço de discussão das práticas educativas cotidianas que permitem compreendê-las, conhecer as relações entre professores e alunos, presentes nas relações entre professores e alunos, profissionais da saúde e pacientes bem como seus pressupostos teórico-práticos, nos nexos entre princípio educativo e prática pedagógica. A inter/transdisciplinaridade encontra na confluência entre ensino-pesquisa e extensão uma possibilidade concreta de convívio e troca de experiências para possibilitar o produzir novos conhecimentos para a área da educação universitária no Brasil.
OBJETIVOS
Para atender as solicitações dos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS, quanto ao aperfeiçoamento e qualificação pedagógicos (domínio das formas do fazer pedagógicos) no espírito da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e das Diretrizes Curriculares dos cursos da área da saúde, para o trabalho educativo, o presente plano propõe:
# Propiciar aos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS um espaço de discussão, análise e comunicação das questões relacionadas à Universidade em sua interface com a sociedade brasileira, em perspectiva interdisciplinar, considerada a diversidade de classe social, raça, etnias e culturas;
# Conhecer e compreender a prática educativa e os pressupostos teórico-metodológicos dos educadores universitários quanto aos diferentes conhecimentos envolvidos: em nível institucional, profissional, cotidiano, pessoal, filosófico, científico e de cidadania, ou da razão e do afeto.# Discutir a relação pesquisa / ensino-aprendizagem na prática educativa, considerando as tecnologias disponíveis.
PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES
1. Disciplina de Pós-Graduação: Prática Educativa em Saúde
2. Consultoria às diferentes áreas educativas, conforme solicitações dos pós-graduandos.
3. Discussões através do Blogg da disciplina Prática Educativa no endereço: http://www.ufrgs.br/tramse/med
4. Reuniões de estudo, planejamento e avaliação do Projeto de cada um dos pequenos grupos temáticos que se formarem, sob a coordenação de um dos colegas.
OBS: Marcar hora para reuniões de estudo e/ou planejamento de trabalho, na seguinte disponibilidade: 4ª feira - 14h às 16h ou outro horário a combinar.
CONTATOS por E-mail:carmen.machado@ufrgs.br ou soniapedroso@yahoo.com.br ou wmanfroi@hcpa.ufrgs.br
Local: A combinar
Fone: 99820786 ou 81777290 PRÁTICA EDUCATIVA EM MEDICINA
Período: 2009/01 -
Horário: 4° feiras, 8h às 10h - aula.
Local: Laboratório de Ensino - 4º andar - Prédio Ciclo Básico/Saúde/ UFRGS
Carga Horária Total (CHT): 60 horas/aula ORGANIZAÇÃO DA DISCIPLINA
A disciplina será oferecida aos alunos dos cursos de Pós-Graduação em Medicina obedecendo às seguintes características:
* Turmas constituídas heterogeneamente por alunos dos diferentes cursos dos Programas de Pós-Graduação em Medicina, procurando incluir o maior número possível de alunos;
* Ênfase na relação ensino - pesquisa, onde cada aluno individualmente realiza pesquisa sobre temática específica na área da educação, em níveis diversificados e troca com os colegas ensinando e aprendendo;
* Atendimento aos temas propostos, a partir das sugestões apresentadas em aula, conforme os interesses da turma, e selecionados em planejamento participativo, neste semestre será discutido na primeira semana de aula. (Sugestões de outros semestres: Ética como eixo articulador dos temas: comunicação e interdisciplinaridade, organização das pessoas e das coisas, Reconhecimento de si, do outro e do coletivo; Formação de professor@s entre a ensinagem e a aprendizagem, além das derivações possíveis. OU, como constituir grupos de trabalho, metodologias ativas e Avaliação formativa; Memória e aprendizagens; Usos de tecnologias informatizadas)
* Registro e discussão por meio eletrônico no acesso ao endereço do "blog", em atividades semanais complementares às realizadas em aula presencial.
AVALIAÇÃO
* Critérios de avaliação:
VF - Veracidade e fidedignidade presente nos trabalhos realizados;
OCC - Objetividade e clareza de linguagem na construção dos textos;
CTA - Consistência teórica e articulação com a prática educativa;
ORTM- Observância nas referências teórico-metodológicas propostas.
* Instrumentos de avaliação:
* Leitura, fichamento e discussão da bibliografia indicada semanalmente por rede,ou presencialmente, bem como de outras referências a serem combinadas com os grupos, relacionadas aos seus interesses de pesquisa;
* Pequenos textos elaborados individualmente em aula e/ou no "blog";
* Planejamento, organização em grupo de vivência de aula com os colegas;
* Artigo com vistas à publicação sobre temas debatidos/trabalhados durante os dois primeiros meses do semestre letivo;
* A presença e participação nas aulas dos colegas como pelo menos 90% de frequência.
REFERÊNCIAS: Estão já disponibilzadas nas demais páginas, ver por exemplo o Programa dos semestres anteriores no link do mês de março e do mês de agosto. Qualquer outra fonte desde que corretamente citada e passível de localização pública pode ser utilizado. Cronograma: 15 semanas consecutivas de encontros presenciais de 18 de março à 24 de junho e mais as atividades neste endereço eletrônico, as de escrita fora da sala e as de planejamento das aulas práticas para os colegas!
FACULDADE DE MEDICINA COMISSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO DA FAMED
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃOEM EDUCAÇÃO
Professor Dr.: WALDOMIRO CARLOS MANFROI
Professora Drª.: CARMEN LUCIA BEZERRA MACHADO
Monitora (Professora): SÔNIA REGINA SILVA PEDROSO
Plano de Trabalho Prática Educativa em Saúde - 2009/01
A disciplina visa a qualificar o ensino de Pós-Graduação em Medicina, atender as necessidades dos pós-graduandos em saúde nesta Universidade, quanto:
# ao seu conhecimento e aperfeiçoamento sobre as práticas educativas;
# à criação de espaços de reflexão e debate interdisciplinar a respeito das questões educativas atinentes ao papel social do professor de profissionais da saúde, na sociedade brasileira;
# aos vínculos entre ensino, extensão e pesquisa.
JUSTIFICATIVA
A disciplina atende às solicitações dos pós-graduandos da FAMED/UFRGS, oriundos dos diferentes cursos de graduação da área da saúde, manifestas pelos alunos e ratificadas pelos professores. O caráter de adesão voluntária a esta disciplina busca atender à formação pedagógica necessária à formação dos profissionais da área da saúde e constituir um espaço de discussão das práticas educativas cotidianas que permitem compreendê-las, conhecer as relações entre professores e alunos, presentes nas relações entre professores e alunos, profissionais da saúde e pacientes bem como seus pressupostos teórico-práticos, nos nexos entre princípio educativo e prática pedagógica. A inter/transdisciplinaridade encontra na confluência entre ensino-pesquisa e extensão uma possibilidade concreta de convívio e troca de experiências para possibilitar o produzir novos conhecimentos para a área da educação universitária no Brasil.
OBJETIVOS
Para atender as solicitações dos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS, quanto ao aperfeiçoamento e qualificação pedagógicos (domínio das formas do fazer pedagógicos) no espírito da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e das Diretrizes Curriculares dos cursos da área da saúde, para o trabalho educativo, o presente plano propõe:
# Propiciar aos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS um espaço de discussão, análise e comunicação das questões relacionadas à Universidade em sua interface com a sociedade brasileira, em perspectiva interdisciplinar, considerada a diversidade de classe social, raça, etnias e culturas;
# Conhecer e compreender a prática educativa e os pressupostos teórico-metodológicos dos educadores universitários quanto aos diferentes conhecimentos envolvidos: em nível institucional, profissional, cotidiano, pessoal, filosófico, científico e de cidadania, ou da razão e do afeto.# Discutir a relação pesquisa / ensino-aprendizagem na prática educativa, considerando as tecnologias disponíveis.
PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES
1. Disciplina de Pós-Graduação: Prática Educativa em Saúde
2. Consultoria às diferentes áreas educativas, conforme solicitações dos pós-graduandos.
3. Discussões através do Blogg da disciplina Prática Educativa no endereço: http://www.ufrgs.br/tramse/med
4. Reuniões de estudo, planejamento e avaliação do Projeto de cada um dos pequenos grupos temáticos que se formarem, sob a coordenação de um dos colegas.
OBS: Marcar hora para reuniões de estudo e/ou planejamento de trabalho, na seguinte disponibilidade: 4ª feira - 14h às 16h ou outro horário a combinar.
CONTATOS por E-mail:carmen.machado@ufrgs.br ou soniapedroso@yahoo.com.br ou wmanfroi@hcpa.ufrgs.br
Local: A combinar
Fone: 99820786 ou 81777290 PRÁTICA EDUCATIVA EM MEDICINA
Período: 2009/01 -
Horário: 4° feiras, 8h às 10h - aula.
Local: Laboratório de Ensino - 4º andar - Prédio Ciclo Básico/Saúde/ UFRGS
Carga Horária Total (CHT): 60 horas/aula ORGANIZAÇÃO DA DISCIPLINA
A disciplina será oferecida aos alunos dos cursos de Pós-Graduação em Medicina obedecendo às seguintes características:
* Turmas constituídas heterogeneamente por alunos dos diferentes cursos dos Programas de Pós-Graduação em Medicina, procurando incluir o maior número possível de alunos;
* Ênfase na relação ensino - pesquisa, onde cada aluno individualmente realiza pesquisa sobre temática específica na área da educação, em níveis diversificados e troca com os colegas ensinando e aprendendo;
* Atendimento aos temas propostos, a partir das sugestões apresentadas em aula, conforme os interesses da turma, e selecionados em planejamento participativo, neste semestre será discutido na primeira semana de aula. (Sugestões de outros semestres: Ética como eixo articulador dos temas: comunicação e interdisciplinaridade, organização das pessoas e das coisas, Reconhecimento de si, do outro e do coletivo; Formação de professor@s entre a ensinagem e a aprendizagem, além das derivações possíveis. OU, como constituir grupos de trabalho, metodologias ativas e Avaliação formativa; Memória e aprendizagens; Usos de tecnologias informatizadas)
* Registro e discussão por meio eletrônico no acesso ao endereço do "blog", em atividades semanais complementares às realizadas em aula presencial.
AVALIAÇÃO
* Critérios de avaliação:
VF - Veracidade e fidedignidade presente nos trabalhos realizados;
OCC - Objetividade e clareza de linguagem na construção dos textos;
CTA - Consistência teórica e articulação com a prática educativa;
ORTM- Observância nas referências teórico-metodológicas propostas.
* Instrumentos de avaliação:
* Leitura, fichamento e discussão da bibliografia indicada semanalmente por rede,ou presencialmente, bem como de outras referências a serem combinadas com os grupos, relacionadas aos seus interesses de pesquisa;
* Pequenos textos elaborados individualmente em aula e/ou no "blog";
* Planejamento, organização em grupo de vivência de aula com os colegas;
* Artigo com vistas à publicação sobre temas debatidos/trabalhados durante os dois primeiros meses do semestre letivo;
* A presença e participação nas aulas dos colegas como pelo menos 90% de frequência.
REFERÊNCIAS: Estão já disponibilzadas nas demais páginas, ver por exemplo o Programa dos semestres anteriores no link do mês de março e do mês de agosto. Qualquer outra fonte desde que corretamente citada e passível de localização pública pode ser utilizado. Cronograma: 15 semanas consecutivas de encontros presenciais de 18 de março à 24 de junho e mais as atividades neste endereço eletrônico, as de escrita fora da sala e as de planejamento das aulas práticas para os colegas!
Quarta-feira, Março 18, 2009
Buscar na rede qualquer endereço/material e ler sobre "INTEGRALIDADE".
Analisar o conceito de Integralidade nas Diretrizes Curriculares da Área da Saúde e particularmente na de tua atuação.
Pensar sobre qual será nosso eixo articulador do semestre
Sites para pesquisa:
Ministério da Educação - http://portal.mec.gov.br/
Ministério da Saúde - http://portal.saude.gov.br/
Associação Brasileira de Educação Médica - http://www.abem-educmed.org.br/
Rede Unida - http://www.redeunida.org.br/
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira http://www.inep.gov.br/
Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva - http://www.abrasco.org.br/
Analisar o conceito de Integralidade nas Diretrizes Curriculares da Área da Saúde e particularmente na de tua atuação.
Pensar sobre qual será nosso eixo articulador do semestre
Sites para pesquisa:
Ministério da Educação - http://portal.mec.gov.br/
Ministério da Saúde - http://portal.saude.gov.br/
Associação Brasileira de Educação Médica - http://www.abem-educmed.org.br/
Rede Unida - http://www.redeunida.org.br/
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira http://www.inep.gov.br/
Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva - http://www.abrasco.org.br/
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)