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Quarta-feira, Abril 29, 2009
Prezados Professores,
Desculpem o atraso no envio deste material.Segue abaixo um resumo do material que li.
Att,
Andréa Kramer
Aluna: Andréa Sebben Kramer
Texto: Análise de uma Prática Educativa em Saúde
Autora: Sônia Regina Silva Pedroso
?Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.? Paulo Freire
Esta foi a frase que chamou a atenção para este artigo do livro Prática Educativa em Saúde. Nos primeiros parágrafos, a autora comenta sobre a dificuldade dos alunos em compreender a importância da disciplina para a sua formação profissional e sobre o desconhecimento e desvalorização da educação. Acredito que estas indagações provêm do modo como somos educados desde crianças, onde desde então, o professor está na frente e os alunos sentados em suas classes para receber o saber daquele docente. No seu texto, a autora enfatiza (sempre referenciando Paulo Freire) que a ação educativa não deve ser considerada como simples técnica, mas sim como formadora de conhecimentos, atitudes e valores e exige respeito à autonomia e à dignidade de cada pessoa. Também mostra a importância deste tipo de discussão em qualquer campo profissional, pois todos somos aprendizes e educadores ao mesmo tempo, constituindo assim o nosso saber. Acredito que o papel de aprendizes e educadores não está restrito ao espaço físico de uma escola ou universidade, mas ocorre nos mais variados ambientes que proporcionem a troca de saberes.
Att,
Andréa Kramer
Aluna: Andréa Sebben Kramer
Texto: Análise de uma Prática Educativa em Saúde
Autora: Sônia Regina Silva Pedroso
?Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.? Paulo Freire
Esta foi a frase que chamou a atenção para este artigo do livro Prática Educativa em Saúde. Nos primeiros parágrafos, a autora comenta sobre a dificuldade dos alunos em compreender a importância da disciplina para a sua formação profissional e sobre o desconhecimento e desvalorização da educação. Acredito que estas indagações provêm do modo como somos educados desde crianças, onde desde então, o professor está na frente e os alunos sentados em suas classes para receber o saber daquele docente. No seu texto, a autora enfatiza (sempre referenciando Paulo Freire) que a ação educativa não deve ser considerada como simples técnica, mas sim como formadora de conhecimentos, atitudes e valores e exige respeito à autonomia e à dignidade de cada pessoa. Também mostra a importância deste tipo de discussão em qualquer campo profissional, pois todos somos aprendizes e educadores ao mesmo tempo, constituindo assim o nosso saber. Acredito que o papel de aprendizes e educadores não está restrito ao espaço físico de uma escola ou universidade, mas ocorre nos mais variados ambientes que proporcionem a troca de saberes.
Terça-feira, Abril 28, 2009
Metodologia de ensino
Lenita Simões Krebs
Metodologia. [do gr. metodos, 'metodo', + -log (o) + ia.] S. f.. 1. A arte de dirigir o espírito na investigação da verdade. 2. Filos. Estudo dos métodos e especialmente dos métodos da ciência.
Método. [do gr. metodos, 'caminho para chegar a um fim'.] S. m. 1. Caminho pelo qual se atinge um objetivo. 2. Programa que regula previamente uma série de operações que se devem realizar, apontando erros evitáveis em vista de um resultado determinado (esperado). 3. Processo ou técnica de ensino: método direto. 4. Modo de proceder; maneira de agir; meio.
Novo Dicionário Aurélio
A metodologia de ensino consiste no estudo dos métodos, no conjunto de técnicas e teorias que são utilizadas para colaborar na formação do aluno. Estuda a melhor maneira de abordar determinados conteúdos e pressupõe o estabelecimento de relações vivas entre quem apresenta o conteúdo e aqueles que o estão recebendo. O método é o processo utilizado para a resolução de um determinado problema, no caso, chegar ao ?saber?.
De forma direta é possível classificar os métodos empregados pelos professores da seguinte forma:
? Método prático, ou "aprender fazendo": nesse método o aluno é levado a aprender realizando tarefas idênticas às que serão encontradas na vida real a fim de que este possa repetir tal tarefa, em seu exercício profissional, de modo satisfatório e sem grandes supervisões.
? Método conceitual, ou "aprender a teoria": aqui, o professor transmite um conceito teórico, obrigando o aluno a pensar para adaptar essa teoria na resolução de problemas relacionados com a mesma. Através de exercícios teóricos e práticos, em sala de aula, o professor consolida os conhecimentos dos alunos e as aplicações concretas a serem defrontadas pelos alunos.
? Método simulado, ou "aprender na realidade imitada": método no qual o professor cria um ambiente o mais próximo possível da realidade, para que o aluno resolva os problemas propostos. Este é um dos métodos mais utilizados para ensinar assuntos relacionados com riscos, principalmente de vida.
? Método comportamental, ou "aprender por crescimento psicológico": método no qual o professor orienta o aluno a assumir determinado papel, em uma situação hipotética, mas possível de ocorrer na vida profissional. Ao representar esse papel, o aluno expõe o seu comportamento frente a ela, o que permite que ele mesmo constate como reage e, na maioria das vezes com o auxílio do professor, conclua sobre a adequação do seu comportamento ou com as mudanças necessárias.
Paulo Freire, grande pedagogo da atualidade e respeitado mundialmente, expõe sua opinião sobre método de ensino em uma entrevista: ?Eu preferia dizer que não tenho método. O que eu tinha, quando muito jovem, há 30 anos ou 40 anos, não importa o tempo, era a curiosidade de um lado e o compromisso político do outro, em face dos renegados, dos negados, dos proibidos de ler a palavra, relendo o mundo. O que eu tentei fazer, e continuo hoje, foi ter uma compreensão que eu chamaria de crítica ou de dialética da prática educativa, dentro da qual, necessariamente, há certa metodologia, certo método, que eu prefiro dizer que é método de conhecer e não um método de ensinar?.
As idéias de Paulo Freire surgiram no contexto do Nordeste brasileiro, a partir da década de 1950, onde metade dos 30 milhões de habitantes da região era analfabeta e todas as vivências eram impostas por uma realidade de opressão, imposição, limitações e muitas necessidades. Segundo alguns estudiosos, o fio condutor das idéias pedagógicas de Paulo Freire é a alfabetização visando à libertação integrando o campo cognitivo, o social e o político. Paulo Freire estimula a inserção do educando no seu contexto social e político, na sua realidade, promovendo o despertar para a cidadania plena e a transformação social. É a leitura da palavra, proporcionando a leitura do mundo. A seguinte frase de Paulo Freire ilustra bem seu pensamento: ?Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho?.
Para concluir, o método de ensino eficaz, seja ele qual for, deve ser motivador, estimular a curiosidade, ensinar como utilizar as informações transmitidas, mas situando sempre o aluno no seu contexto, formando cidadãos conscientes e com senso crítico.
Bibliografia consultada:
Rocha LAG. Jogos de empresa: desenvolvimento de um modelo para aplicação no ensino de custos individuais. http://www.eps.ufsc.br/disserta97/giordano/
Teixeira GJW. Common teaching methods.
http://www.serprofessoruniversitario.pro.br/ler.php?modulo=14&texto=868
Paulo Freire: educar para transformar. [homepage on the internet]. http://www.projetomemoria.art.br/PauloFreire/pensamento/01_pensamento_o%20metodo_paulo_freire.html
Feitosa SCS. Método Paulo Freire: princípios e práticas de uma concepção popular de educação. Dissertação de mestrado defendida na FE-USP (1999).
Metodologia. [do gr. metodos, 'metodo', + -log (o) + ia.] S. f.. 1. A arte de dirigir o espírito na investigação da verdade. 2. Filos. Estudo dos métodos e especialmente dos métodos da ciência.
Método. [do gr. metodos, 'caminho para chegar a um fim'.] S. m. 1. Caminho pelo qual se atinge um objetivo. 2. Programa que regula previamente uma série de operações que se devem realizar, apontando erros evitáveis em vista de um resultado determinado (esperado). 3. Processo ou técnica de ensino: método direto. 4. Modo de proceder; maneira de agir; meio.
Novo Dicionário Aurélio
A metodologia de ensino consiste no estudo dos métodos, no conjunto de técnicas e teorias que são utilizadas para colaborar na formação do aluno. Estuda a melhor maneira de abordar determinados conteúdos e pressupõe o estabelecimento de relações vivas entre quem apresenta o conteúdo e aqueles que o estão recebendo. O método é o processo utilizado para a resolução de um determinado problema, no caso, chegar ao ?saber?.
De forma direta é possível classificar os métodos empregados pelos professores da seguinte forma:
? Método prático, ou "aprender fazendo": nesse método o aluno é levado a aprender realizando tarefas idênticas às que serão encontradas na vida real a fim de que este possa repetir tal tarefa, em seu exercício profissional, de modo satisfatório e sem grandes supervisões.
? Método conceitual, ou "aprender a teoria": aqui, o professor transmite um conceito teórico, obrigando o aluno a pensar para adaptar essa teoria na resolução de problemas relacionados com a mesma. Através de exercícios teóricos e práticos, em sala de aula, o professor consolida os conhecimentos dos alunos e as aplicações concretas a serem defrontadas pelos alunos.
? Método simulado, ou "aprender na realidade imitada": método no qual o professor cria um ambiente o mais próximo possível da realidade, para que o aluno resolva os problemas propostos. Este é um dos métodos mais utilizados para ensinar assuntos relacionados com riscos, principalmente de vida.
? Método comportamental, ou "aprender por crescimento psicológico": método no qual o professor orienta o aluno a assumir determinado papel, em uma situação hipotética, mas possível de ocorrer na vida profissional. Ao representar esse papel, o aluno expõe o seu comportamento frente a ela, o que permite que ele mesmo constate como reage e, na maioria das vezes com o auxílio do professor, conclua sobre a adequação do seu comportamento ou com as mudanças necessárias.
Paulo Freire, grande pedagogo da atualidade e respeitado mundialmente, expõe sua opinião sobre método de ensino em uma entrevista: ?Eu preferia dizer que não tenho método. O que eu tinha, quando muito jovem, há 30 anos ou 40 anos, não importa o tempo, era a curiosidade de um lado e o compromisso político do outro, em face dos renegados, dos negados, dos proibidos de ler a palavra, relendo o mundo. O que eu tentei fazer, e continuo hoje, foi ter uma compreensão que eu chamaria de crítica ou de dialética da prática educativa, dentro da qual, necessariamente, há certa metodologia, certo método, que eu prefiro dizer que é método de conhecer e não um método de ensinar?.
As idéias de Paulo Freire surgiram no contexto do Nordeste brasileiro, a partir da década de 1950, onde metade dos 30 milhões de habitantes da região era analfabeta e todas as vivências eram impostas por uma realidade de opressão, imposição, limitações e muitas necessidades. Segundo alguns estudiosos, o fio condutor das idéias pedagógicas de Paulo Freire é a alfabetização visando à libertação integrando o campo cognitivo, o social e o político. Paulo Freire estimula a inserção do educando no seu contexto social e político, na sua realidade, promovendo o despertar para a cidadania plena e a transformação social. É a leitura da palavra, proporcionando a leitura do mundo. A seguinte frase de Paulo Freire ilustra bem seu pensamento: ?Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho?.
Para concluir, o método de ensino eficaz, seja ele qual for, deve ser motivador, estimular a curiosidade, ensinar como utilizar as informações transmitidas, mas situando sempre o aluno no seu contexto, formando cidadãos conscientes e com senso crítico.
Bibliografia consultada:
Rocha LAG. Jogos de empresa: desenvolvimento de um modelo para aplicação no ensino de custos individuais. http://www.eps.ufsc.br/disserta97/giordano/
Teixeira GJW. Common teaching methods.
http://www.serprofessoruniversitario.pro.br/ler.php?modulo=14&texto=868
Paulo Freire: educar para transformar. [homepage on the internet]. http://www.projetomemoria.art.br/PauloFreire/pensamento/01_pensamento_o%20metodo_paulo_freire.html
Feitosa SCS. Método Paulo Freire: princípios e práticas de uma concepção popular de educação. Dissertação de mestrado defendida na FE-USP (1999).
Segunda-feira, Abril 27, 2009
Prezados Professores,
Primeiramente gostaria de me desculpar por não ter comparecido na aula semana passada, mas surgiram uns imprevistos que felizmente foram todos resolvidos.
Com o intuíto de colocar minha opinião sobre o livro de Prática Educativa em Medicina li alguns capítulos e tirei algumas reflexões:
"Ser um bom professor é algo difícil e acredito que deva ser considerada uma missão. O idealismo de Paulo Freire no livro Pedagogia da Autonomia deve ser o espírito da docência. O professor deve, acima de tudo, ter o espírito limpo de pensamentos e objetivos egoístas. Deve ter a troca de conhecimentos como ideal de vida e estar isento de interesses secundários em relação aos alunos. Como o ser humano dificilmente se comporta assim, cabe um trabalho desde a infância para transformar as pessoas mais altruístas. Sendo professor ou não, todos nós, devemos estar imbuídos desse espírito na vida em sociedade. Porém, esperamos de nossos mestres nada menos do que isso. O interessante é que todos os conceitos de um professor ideal está presente naqueles mestres que ao longo da nossa vida nos marcaram."
Um abraço,
Rodrigo Lindenmeyer
Com o intuíto de colocar minha opinião sobre o livro de Prática Educativa em Medicina li alguns capítulos e tirei algumas reflexões:
"Ser um bom professor é algo difícil e acredito que deva ser considerada uma missão. O idealismo de Paulo Freire no livro Pedagogia da Autonomia deve ser o espírito da docência. O professor deve, acima de tudo, ter o espírito limpo de pensamentos e objetivos egoístas. Deve ter a troca de conhecimentos como ideal de vida e estar isento de interesses secundários em relação aos alunos. Como o ser humano dificilmente se comporta assim, cabe um trabalho desde a infância para transformar as pessoas mais altruístas. Sendo professor ou não, todos nós, devemos estar imbuídos desse espírito na vida em sociedade. Porém, esperamos de nossos mestres nada menos do que isso. O interessante é que todos os conceitos de um professor ideal está presente naqueles mestres que ao longo da nossa vida nos marcaram."
Um abraço,
Rodrigo Lindenmeyer
Quarta-feira, Abril 22, 2009
Seguem outras
5) Fernanda d' Athayde Rodrigues
Texto: Aprendizagem Baseada em Problemas: uma nova visão do processo de aprender.
O texto ressalta a transformação dos currículos das faculdades de Medicina saindo de um Modelo Pedagógico centrado no professor, baseado na transmissão unidirecional do conhecimento. O aluno apenas recebe passivamente o conhecimento sendo o aprendizado avaliado pela memorização do conteúdo. O programa curricular dos cursos da área da saúde estão em algumas Universidades saindo de uma estrutura estática, pré- estabelecida para um processo de aprendizagem onde é priorizado o ato de aprender em relação ao ato de ensinar, onde o aluno passa a ser o agente ativo.
A aprendizagem baseada em problemas (ABP) baseia-se em princípios construtivistas, através de grupos operativos.O aluno desenvolve sua autonomia buscando sua solução para a resolução do problema, desenvolvendo um raciocínio crítico que facilitará as futuras tomadas de decisões.Esse modelo exige mais do professor que deve ser capacitado para agir como treinador, servindo como modelo, pensando junto com os estudantes.
Lendo o artigo, fico pensando como fomos condicionados desde pequenos , ao primeiro contato com o professor, a ficar calado, apenas ouvindo o que é ensinado , sem questionamentos, aceitando tudo o que nos é dito como se o professor fosse o único dono do conhecimento. Criticar para quê? Acreditem e pronto!
Hoje a maioria das escolas mantém o mesmo sistema de ensino fundamentado na figura suprema do professor.
Como então instituir no currículo a ABP e fazer com que os estudantes consigam compreender essa metodologia e aproveitá-la? Como esquecer toda uma vida escolar onde o estudante era o ser passivo e começar a ser um questionador, buscando soluções para os problemas,trabalhando interdisciplinarmente e em grupos? Eos professores que passaram sua vida dando aulas estruturadas da mesma forma terão que estar dispostos a mudar, a buscar novas formas de ensinar, de comunicar-se com seus alunos aprendendo junto com eles.
Mudar, quebrar paradigmas, modificar uma estrutura pré ?estabelecida , expor-se. Tudo isso torna-se assustador quando não fomos doutrinados para fazer . Todo esse contexto vem trazendo na prática dificuldades na implantação da ABP. Em algumas faculdades de Medicina onde foram adotadas, os cursos tiveram avaliações muito baixas. Talvez a melhor maneira seja utilizar uma estrutura mista de metodologias, para que o aluno acostume-se a pensar , trabalhar em grupo e assim aos poucos vai deixando para trás suas dificuldades de interagir e defender suas opiniões frente a vida e a profissão.
Fernanda d? Athayde Rodrigues
6) COMENTÁRIO SOBRE O CAPÍTULO: A AVALIAÇÃO DO ALUNO DA ÁREA DA SAÚDE
A avaliação deve ser um processo contínuo e diversificado, de acordo com os objetivos de cada área, porém sempre incentivando o aluno a não se ater apenas a conhecimentos específicos, buscando experiências e trocas de vivências com profissionais de outras áreas da saúde, para que este possa no futuro poder atuar em ambientes multidisciplinares.
Deve ser contínuo e diversificado, pois o aluno deve ser avaliado sobre todos os aspectos teóricos e práticos, não apenas de maneira tradicional, como provas, mas também através de seu amadurecimento na aquisição de novos conhecimentos. Assim, o aluno precisa ser incentivado constantemente para que não apenas escute as informações que lhes são passadas, mas que discuta, que questione, e que através destes questionamentos consiga maturar suas próprias idéias e novas dúvidas, fazendo com que este processo seja uma constante.
Acredito que no Brasil já estejam sendo aplicadas novas maneiras de avaliação nas áreas da saúde, porém a velha e antiga prova ainda reina, limitando os profissionais àquele velho clichê de que o ser humano só funciona sobre pressão. Mas devemos enxergar além do clichê, temos que quebrar paradigmas e saber que com processos avaliativos diferenciados, estaremos exigindo dos profissionais da saúde um conhecimento específico porém com uma visão de vários ?ângulos? (diversificada) de sua profissão e de sua atuação, ou seja, futuramente será um profissional capacitado a trabalhar em um meio multidisciplinar.
Aluna: Grace Guindani Vidal
7) De Giovanni Nardin Alves
Comentário sobre o artigo: ?PREPARANDO-ME PARA SER MESTRE? pg. 125
Em um primeiro momento a autora aborda o tema AVALIAÇÃO e toda a complexidade que consiste essa ação. Avaliar acredito eu, seja uma das tarefas mais difíceis de um professor. Como abordado no artigo: ?Quais critérios? Quando avaliar? Qual padrão de comparação????????????
Penso que a avaliação não seja um ato estagnado e unidirecional: Aluno executa........ professor avalia. Acredito na avaliação como um sistema dinâmico, um processo contínuo onde tanto o aluno quanto o professor possam se utilizar do fruto dessa ação.
Chamou-me atenção o trecho onde ela cita que, ao longo do tempo, a avaliação tem assumido um caráter de cobrança e punição. Lembro de toda minha trajetória como estudante e identifico esse sentimento. Realmente a avaliação sempre é vista com medo e angustia, e nunca como uma possibilidade de poder exercer o conhecimento.
?O erro é bastante significativo para auxiliar à compreensão do processo avaliativo como construção e não como punição?. O erro encarado como parte do processo avaliativo também oferece tanto para o professor como ao aluno a reciprocidade intelectual.
Quando falamos em avaliar alunos de cursos da área da saúde devemos lembrar-nos de abordar não somente aspectos técnicos, mas também aspectos relacionais e humanos.
O segundo tema abordado no artigo fala sobre a PAIXÃO DE FORMAR! Na leitura desse trecho fica muito claro que o sucesso desse processo, agora falo do processo de ensinar, depende muito do envolvimento profundo e verdadeira dedicação do professor. Não por ele ser detentor do conhecimento absoluto e ?ponto definitivo de chegada quando se trata de aprendizagem?, mas por ser uma pessoa assim como aluno capaz de trocar conhecimento facilitando e interagindo no processo ensino-aprendizagem.
8) Reflexões sobre ?Análise de uma prática educativa em saúde? de Sônia Regina Silva Pedroso
Lenita Simões Krebs
No texto, a professora Sônia faz um relato sobre as modificações observadas nos alunos da disciplina de Prática Educativa ao longo das aulas, através das observações e registros feitos na sala de aula e também das discussões realizadas no blog. Inicialmente, os alunos demonstraram desconhecer a importância da disciplina de Prática Educativa, já que tinham uma concepção limitada da educação e a idéia de que dar aulas é fácil bastando possuir o conhecimento técnico sobre o assunto a ser ministrado. Com o decorrer das atividades, a professora percebeu que a disciplina provocou os alunos, levando-os a refletir sobre as suas práticas educativas e a repensar os preconceitos referentes à educação. Percebeu, também, que alguns alunos procuraram se aprofundar nessas questões após o término da disciplina, buscando uma formação mais específica na área da educação.
Com o apoio de alguns autores pesquisados, salienta que as qualidades necessárias para sermos educadores podem ser desenvolvidas através de treinamento. Essas qualidades podem ser resumidas como:
* Saber ouvir;
* Competência e habilidade para transmitir os conhecimentos;
* Capacidade de reconhecer que cada aluno e cada turma são diferentes;
* Capacidade de estabelecer uma relação de troca com os alunos;
* Percepção das peculiaridades da atividade que se propõe realizar;
* Estar preparado para as eventualidades de não dispor dos meios necessários para desenvolver o trabalho conforme planejado, entre outras.
A idéia que guardei do texto, é que a relação professor-aluno deve ser uma relação dinâmica e de provocação. O aluno deve ter curiosidade ou esta deve ser estimulada pelo professor através da demonstração da importância e da utilização prática do que está sendo discutido. O professor deve ter um bom conhecimento sobre si mesmo, das suas qualidades e limitações para poder explorar ou contornar ou superar as suas características e, assim, poder transmitir os conhecimentos, ouvir e entender as dúvidas dos alunos. Mas, não há o que ensinar se não houver o conteúdo e a formação necessária para poder transmiti-lo.
Extrapolando, o professor não é apenas aquele que está em sala de aula, na frente de uma turma de alunos. É também o profissional que está atendendo em consultório ou hospital, conversando com familiares ou pacientes, fornecendo informações sobre a doença em questão ou sobre as formas de prevenção. Aqui ele também está desenvolvendo a prática educativa, informando, conscientizando, estimulando a curiosidade das pessoas envolvidas. E também na sua vida particular, no convívio com a família, ele está observando e transmitindo informações técnicas e exercendo a função de professor.
9) Comentário sobre o ?Ciclos de Formação Proposta Político-Pedagógica da Escola Cidadã?
O texto descreve como definição de currículo, uma forma de organização para criação do ?sujeito social?. Essa formação é influenciada por todo contexto social onde ela é criada, agrupando todo legado cultural até interesses na esfera econômica, para criação do ?ser? necessário para manutenção do modelo requerido. Então o educador tem além de tudo um papel social .
A escola cidadã defendida no texto engloba conceitos que são excluídos do modelo atual de ensino, que tenta respeitar uma perspectiva ?progressista e tranformadora? na transmissão do conhecimento. A forma tradicional de ensino se resume em um algoritmo onde o professor detêm o conhecimento que deve ser impresso em agentes com papel exclusivo passivo. É então defendido, uma estruturação de ensino baseada em ?ciclos de aprendizado?, onde as individualidades seriam respeitadas. O aprendizado seria um contínuo evolutivo, onde a cada etapa concluída, a partir da necessidade de novo enriquecimento, haveria uma progressão, não mais baseada em limites de tempo, mas em resultados alcançados. Com isso, estabelece-se a flexibilidade do aprendizado e retira-se da escola a ?face opressiva?, tentando superar a alta taxa de abandono escolar nas classes populares e a defasagem idade-série, expressa pelo ?fracasso crônico? desses alunos. Haveriam três ciclos previstos de acordo com as necessidades a serem atingidas em cada fase do desenvolvimento humano (6 aos 10 anos, 10 aos 12 anos e 12 aos 15 anos).
Na minha opinião, essa elaboração do currículo baseada na criação do ser ?pensante e questionador? esbarra em questões de controle social, abrindo horizontes para reorganização da sociedade. A definição de ciclos de aprendizado, baseado em metas atingidas, é antes de tudo, uma forma de inclusão social. O contexto de cada indivíduo, seria levado em conta e trabalhado, para atingir com maior ou menor tempo uma homogeneidade de conhecimento, não como uma corrida temporal . Mas isso não é interesse da classe pensante e detentora do poder econômico.
Ângela Barreto Santiago Santos
10) Da mesma autora:
Comentário sobre o capítulo ?Aprendizado baseado em problemas?
Essa nova forma de aprendizado que tem o aluno como peça fundamental e ativa na elaboração do conhecimento é muito atrativa. Com esse modelo, a informação passa a ser buscada e não apenas entregue a um ouvinte que muitas vezes não quer nem ser o receptor.
Problemas criados a partir de dados reais, são apresentados a um grupo. Inicialmente há uma interpretação conforme a vivência e experiências pessoais na procura da solução mais adequada.Então, lança-se o desafio, da busca da melhor solução possível, conforme a literatura vigente, procurando chegar o mais próximo da verdade que?desvendaria? aquele problema. O professor aqui, tem um papel importante, na organização dos grupos de discussão e na orientação desta busca do apresentado. Uma segunda discussão, agora com o resultado desta busca individual estabele-se, e o maior enriquecimento de conhecimentos virá. Com isso, ocorre uma grande integração entre todos, com troca de informações e vivências e o professor acaba também sendo desafiado a sempre se manter atualizado e com domínio quase total do problema, já que os ouvintes agora buscarão o seu conhecimento e a discussão no segundo momento virá de uma grupo conhecedor da temática e não de ouvintes passivos, que poderão aceitar tudo que lhe é passado, sem questionamentos. Essa técnica, acaba caindo no do dito popular de que o mais importante é ?dar uma vara de pescar e não o peixe já pescado?.
Esse modelo iniciado na Holanda,está se difundindo em algumas faculdades brasileiras como a Universidade de Londrina e UNIFESP. A minha vivência com modelos semelhantes ocorreu em estágios mais avançados da medicina, principalmente no último ano de faculdade, numa fase onde as soluções já aparecem mais fácil pela bagagem já adquirida. Foi uma forma de aprendizado marcante para mim, mas acho que ficaria difícil se aplicar a todo um curso, essencialmente as fases iniciais.
Ângela B.S.Santos
08.04.2009
Texto: Aprendizagem Baseada em Problemas: uma nova visão do processo de aprender.
O texto ressalta a transformação dos currículos das faculdades de Medicina saindo de um Modelo Pedagógico centrado no professor, baseado na transmissão unidirecional do conhecimento. O aluno apenas recebe passivamente o conhecimento sendo o aprendizado avaliado pela memorização do conteúdo. O programa curricular dos cursos da área da saúde estão em algumas Universidades saindo de uma estrutura estática, pré- estabelecida para um processo de aprendizagem onde é priorizado o ato de aprender em relação ao ato de ensinar, onde o aluno passa a ser o agente ativo.
A aprendizagem baseada em problemas (ABP) baseia-se em princípios construtivistas, através de grupos operativos.O aluno desenvolve sua autonomia buscando sua solução para a resolução do problema, desenvolvendo um raciocínio crítico que facilitará as futuras tomadas de decisões.Esse modelo exige mais do professor que deve ser capacitado para agir como treinador, servindo como modelo, pensando junto com os estudantes.
Lendo o artigo, fico pensando como fomos condicionados desde pequenos , ao primeiro contato com o professor, a ficar calado, apenas ouvindo o que é ensinado , sem questionamentos, aceitando tudo o que nos é dito como se o professor fosse o único dono do conhecimento. Criticar para quê? Acreditem e pronto!
Hoje a maioria das escolas mantém o mesmo sistema de ensino fundamentado na figura suprema do professor.
Como então instituir no currículo a ABP e fazer com que os estudantes consigam compreender essa metodologia e aproveitá-la? Como esquecer toda uma vida escolar onde o estudante era o ser passivo e começar a ser um questionador, buscando soluções para os problemas,trabalhando interdisciplinarmente e em grupos? Eos professores que passaram sua vida dando aulas estruturadas da mesma forma terão que estar dispostos a mudar, a buscar novas formas de ensinar, de comunicar-se com seus alunos aprendendo junto com eles.
Mudar, quebrar paradigmas, modificar uma estrutura pré ?estabelecida , expor-se. Tudo isso torna-se assustador quando não fomos doutrinados para fazer . Todo esse contexto vem trazendo na prática dificuldades na implantação da ABP. Em algumas faculdades de Medicina onde foram adotadas, os cursos tiveram avaliações muito baixas. Talvez a melhor maneira seja utilizar uma estrutura mista de metodologias, para que o aluno acostume-se a pensar , trabalhar em grupo e assim aos poucos vai deixando para trás suas dificuldades de interagir e defender suas opiniões frente a vida e a profissão.
Fernanda d? Athayde Rodrigues
6) COMENTÁRIO SOBRE O CAPÍTULO: A AVALIAÇÃO DO ALUNO DA ÁREA DA SAÚDE
A avaliação deve ser um processo contínuo e diversificado, de acordo com os objetivos de cada área, porém sempre incentivando o aluno a não se ater apenas a conhecimentos específicos, buscando experiências e trocas de vivências com profissionais de outras áreas da saúde, para que este possa no futuro poder atuar em ambientes multidisciplinares.
Deve ser contínuo e diversificado, pois o aluno deve ser avaliado sobre todos os aspectos teóricos e práticos, não apenas de maneira tradicional, como provas, mas também através de seu amadurecimento na aquisição de novos conhecimentos. Assim, o aluno precisa ser incentivado constantemente para que não apenas escute as informações que lhes são passadas, mas que discuta, que questione, e que através destes questionamentos consiga maturar suas próprias idéias e novas dúvidas, fazendo com que este processo seja uma constante.
Acredito que no Brasil já estejam sendo aplicadas novas maneiras de avaliação nas áreas da saúde, porém a velha e antiga prova ainda reina, limitando os profissionais àquele velho clichê de que o ser humano só funciona sobre pressão. Mas devemos enxergar além do clichê, temos que quebrar paradigmas e saber que com processos avaliativos diferenciados, estaremos exigindo dos profissionais da saúde um conhecimento específico porém com uma visão de vários ?ângulos? (diversificada) de sua profissão e de sua atuação, ou seja, futuramente será um profissional capacitado a trabalhar em um meio multidisciplinar.
Aluna: Grace Guindani Vidal
7) De Giovanni Nardin Alves
Comentário sobre o artigo: ?PREPARANDO-ME PARA SER MESTRE? pg. 125
Em um primeiro momento a autora aborda o tema AVALIAÇÃO e toda a complexidade que consiste essa ação. Avaliar acredito eu, seja uma das tarefas mais difíceis de um professor. Como abordado no artigo: ?Quais critérios? Quando avaliar? Qual padrão de comparação????????????
Penso que a avaliação não seja um ato estagnado e unidirecional: Aluno executa........ professor avalia. Acredito na avaliação como um sistema dinâmico, um processo contínuo onde tanto o aluno quanto o professor possam se utilizar do fruto dessa ação.
Chamou-me atenção o trecho onde ela cita que, ao longo do tempo, a avaliação tem assumido um caráter de cobrança e punição. Lembro de toda minha trajetória como estudante e identifico esse sentimento. Realmente a avaliação sempre é vista com medo e angustia, e nunca como uma possibilidade de poder exercer o conhecimento.
?O erro é bastante significativo para auxiliar à compreensão do processo avaliativo como construção e não como punição?. O erro encarado como parte do processo avaliativo também oferece tanto para o professor como ao aluno a reciprocidade intelectual.
Quando falamos em avaliar alunos de cursos da área da saúde devemos lembrar-nos de abordar não somente aspectos técnicos, mas também aspectos relacionais e humanos.
O segundo tema abordado no artigo fala sobre a PAIXÃO DE FORMAR! Na leitura desse trecho fica muito claro que o sucesso desse processo, agora falo do processo de ensinar, depende muito do envolvimento profundo e verdadeira dedicação do professor. Não por ele ser detentor do conhecimento absoluto e ?ponto definitivo de chegada quando se trata de aprendizagem?, mas por ser uma pessoa assim como aluno capaz de trocar conhecimento facilitando e interagindo no processo ensino-aprendizagem.
8) Reflexões sobre ?Análise de uma prática educativa em saúde? de Sônia Regina Silva Pedroso
Lenita Simões Krebs
No texto, a professora Sônia faz um relato sobre as modificações observadas nos alunos da disciplina de Prática Educativa ao longo das aulas, através das observações e registros feitos na sala de aula e também das discussões realizadas no blog. Inicialmente, os alunos demonstraram desconhecer a importância da disciplina de Prática Educativa, já que tinham uma concepção limitada da educação e a idéia de que dar aulas é fácil bastando possuir o conhecimento técnico sobre o assunto a ser ministrado. Com o decorrer das atividades, a professora percebeu que a disciplina provocou os alunos, levando-os a refletir sobre as suas práticas educativas e a repensar os preconceitos referentes à educação. Percebeu, também, que alguns alunos procuraram se aprofundar nessas questões após o término da disciplina, buscando uma formação mais específica na área da educação.
Com o apoio de alguns autores pesquisados, salienta que as qualidades necessárias para sermos educadores podem ser desenvolvidas através de treinamento. Essas qualidades podem ser resumidas como:
* Saber ouvir;
* Competência e habilidade para transmitir os conhecimentos;
* Capacidade de reconhecer que cada aluno e cada turma são diferentes;
* Capacidade de estabelecer uma relação de troca com os alunos;
* Percepção das peculiaridades da atividade que se propõe realizar;
* Estar preparado para as eventualidades de não dispor dos meios necessários para desenvolver o trabalho conforme planejado, entre outras.
A idéia que guardei do texto, é que a relação professor-aluno deve ser uma relação dinâmica e de provocação. O aluno deve ter curiosidade ou esta deve ser estimulada pelo professor através da demonstração da importância e da utilização prática do que está sendo discutido. O professor deve ter um bom conhecimento sobre si mesmo, das suas qualidades e limitações para poder explorar ou contornar ou superar as suas características e, assim, poder transmitir os conhecimentos, ouvir e entender as dúvidas dos alunos. Mas, não há o que ensinar se não houver o conteúdo e a formação necessária para poder transmiti-lo.
Extrapolando, o professor não é apenas aquele que está em sala de aula, na frente de uma turma de alunos. É também o profissional que está atendendo em consultório ou hospital, conversando com familiares ou pacientes, fornecendo informações sobre a doença em questão ou sobre as formas de prevenção. Aqui ele também está desenvolvendo a prática educativa, informando, conscientizando, estimulando a curiosidade das pessoas envolvidas. E também na sua vida particular, no convívio com a família, ele está observando e transmitindo informações técnicas e exercendo a função de professor.
9) Comentário sobre o ?Ciclos de Formação Proposta Político-Pedagógica da Escola Cidadã?
O texto descreve como definição de currículo, uma forma de organização para criação do ?sujeito social?. Essa formação é influenciada por todo contexto social onde ela é criada, agrupando todo legado cultural até interesses na esfera econômica, para criação do ?ser? necessário para manutenção do modelo requerido. Então o educador tem além de tudo um papel social .
A escola cidadã defendida no texto engloba conceitos que são excluídos do modelo atual de ensino, que tenta respeitar uma perspectiva ?progressista e tranformadora? na transmissão do conhecimento. A forma tradicional de ensino se resume em um algoritmo onde o professor detêm o conhecimento que deve ser impresso em agentes com papel exclusivo passivo. É então defendido, uma estruturação de ensino baseada em ?ciclos de aprendizado?, onde as individualidades seriam respeitadas. O aprendizado seria um contínuo evolutivo, onde a cada etapa concluída, a partir da necessidade de novo enriquecimento, haveria uma progressão, não mais baseada em limites de tempo, mas em resultados alcançados. Com isso, estabelece-se a flexibilidade do aprendizado e retira-se da escola a ?face opressiva?, tentando superar a alta taxa de abandono escolar nas classes populares e a defasagem idade-série, expressa pelo ?fracasso crônico? desses alunos. Haveriam três ciclos previstos de acordo com as necessidades a serem atingidas em cada fase do desenvolvimento humano (6 aos 10 anos, 10 aos 12 anos e 12 aos 15 anos).
Na minha opinião, essa elaboração do currículo baseada na criação do ser ?pensante e questionador? esbarra em questões de controle social, abrindo horizontes para reorganização da sociedade. A definição de ciclos de aprendizado, baseado em metas atingidas, é antes de tudo, uma forma de inclusão social. O contexto de cada indivíduo, seria levado em conta e trabalhado, para atingir com maior ou menor tempo uma homogeneidade de conhecimento, não como uma corrida temporal . Mas isso não é interesse da classe pensante e detentora do poder econômico.
Ângela Barreto Santiago Santos
10) Da mesma autora:
Comentário sobre o capítulo ?Aprendizado baseado em problemas?
Essa nova forma de aprendizado que tem o aluno como peça fundamental e ativa na elaboração do conhecimento é muito atrativa. Com esse modelo, a informação passa a ser buscada e não apenas entregue a um ouvinte que muitas vezes não quer nem ser o receptor.
Problemas criados a partir de dados reais, são apresentados a um grupo. Inicialmente há uma interpretação conforme a vivência e experiências pessoais na procura da solução mais adequada.Então, lança-se o desafio, da busca da melhor solução possível, conforme a literatura vigente, procurando chegar o mais próximo da verdade que?desvendaria? aquele problema. O professor aqui, tem um papel importante, na organização dos grupos de discussão e na orientação desta busca do apresentado. Uma segunda discussão, agora com o resultado desta busca individual estabele-se, e o maior enriquecimento de conhecimentos virá. Com isso, ocorre uma grande integração entre todos, com troca de informações e vivências e o professor acaba também sendo desafiado a sempre se manter atualizado e com domínio quase total do problema, já que os ouvintes agora buscarão o seu conhecimento e a discussão no segundo momento virá de uma grupo conhecedor da temática e não de ouvintes passivos, que poderão aceitar tudo que lhe é passado, sem questionamentos. Essa técnica, acaba caindo no do dito popular de que o mais importante é ?dar uma vara de pescar e não o peixe já pescado?.
Esse modelo iniciado na Holanda,está se difundindo em algumas faculdades brasileiras como a Universidade de Londrina e UNIFESP. A minha vivência com modelos semelhantes ocorreu em estágios mais avançados da medicina, principalmente no último ano de faculdade, numa fase onde as soluções já aparecem mais fácil pela bagagem já adquirida. Foi uma forma de aprendizado marcante para mim, mas acho que ficaria difícil se aplicar a todo um curso, essencialmente as fases iniciais.
Ângela B.S.Santos
08.04.2009
Finalmente sairam os convites e
seguem os textos que recebi!!!
!) Texto 1 de Cláudia da Costa Silva comenta:
Mirror (Jair Segal)
O autor discorre sobre sua experiência enquanto docente, onde se percebe ao mesmo tempo ?imagem?, para os alunos, e ?reflexo?, dos mestres que por ele próprio já haviam passado.
Recorre à literatura da área na tentativa de abrandar suas inquietações quanto aos saberes necessários para desenvolver a tarefa proposta: ser ele próprio um ?mestre?. Cita Freire, que coloca ?da importância que os estudantes percebam as diferenças de compreensão dos fatos, as posições às vezes antagônicas entre os professores na apreciação dos problemas e no equacionamento de soluções?. E se pergunta se esta compreensão é real e possível e, se existe, vem dos próprios alunos ou deve ser instigada pelos professores?
O autor sente-se desafiado pelo convite ?impositivo? de dar sua 1ª aula na companhia da regente da disciplina de Prática Educativa, e se questiona sobre seguir as regras de sua mestra (ser um reflexo fiel) ou criar seu próprio método (tornar-se a sua própria imagem).
Diante da responsabilidade de servir como ?instrumento de transmissão de saberes? surgem-lhe diversos questionamentos, sobre as experiências prévias dos alunos, os seus interesses e estilos de aprendizagem, o q seriam eles capazes de aprender?
Reflete também acerca do método de avaliação, tradicionalmente centrado exclusivamente nos resultados obtidos pelo aluno, método onde o autor não se sente avontade, apesar de reconhecer que a avaliação feita deste modo torna as coisas mais fáceis para o professor. Prefere, por outro lado, a avaliação feita sobre os ?resultados da aprendizagem?, método mais raro, que exige que o docente se fixe mais na aprendizagem e desenvolvimento do educando, colocando-os como o centro de todas as atividades de educador.
Cita Luckesi, que orienta que o sistema avaliativo deve ser contínuo, considerando não só o desempenho do aluno em trabalhos acadêmicos ou provas, mas aspectos como presença e grau de participação nas aulas. Sugere ainda a abolição de provas com base em perguntas e respostas, e provas finais. Ao invés disso sugere trabalhos escritos, como resultado de pesquisas bibliográficas e de trabalhos de campo e laboratório.
A avaliação centrada nos resultados é vista pelo autor como um instrumento de poder, muitas vezes usado como um ato penalizador e com a função restrita de estabelecer uma classificação do educando, expressa em termos de aprovação ou reprovação.
Concordo com o ponto de vista do autor quando ele defende que para a realização de um adequado processo de aprendizagem é preciso compartilhar com o educando os objetivos do processo de ensino, e que a avaliação formativa tem um valor superior ao da avaliação verificadora. Através de um clima de respeito e colaboração, mantendo um compromisso com o objetivo comum, é possível uma atuação docente mais adequada às necessidades de formação do educando.
Entretanto, não acredito em extremismos, e não vejo como ganho a total abolição de técnicas mais tradicionais como ?aulas expositivas? e ?provas baseadas em erros e acertos?.
A cultura, sabedoria e experiência de grandes mestres muitas vezes são bem representadas e aproveitadas através de aulas expositivas. Entretanto, por mais brilhante que seja a aula, quem a está ministrando levou muito tempo além dos 45min de aula pra acumular aquelas informações, e se o aluno não se der conta disso pode criar a fantasia de que ?aquela aula? vai ou não ser responsável pela sua aquisição de conhecimentos, e a partir daí achar que pode empregar seu tempo em qualquer outra atividade, que não estudar, através de outros artigos e livros, o mesmo assunto desenvolvido em aula.
Quanto ao tópico ?avaliação?, também não acredito na total abolição de métodos como ?provas baseadas em erros e acertos? ou ?provas finais?. Creio que uma avaliação mais formativa tem muito a contribuir com o crescimento do processo de aprendizagem, e por conseguinte, com a formação do aluno, mas em alguns momentos ainda será necessário nos certificarmos de que o aluno é capaz de desenvolver cálculos que serão uma constante na sua prática profissional diária; ou que ele consegue chegar a determinado diagnóstico; ou que tem capacidade para decidir entre procedimentos distintos qual é o mais adequado ou priorizá-los caso devam ser ambos utilizados. Enfim, acredito que é melhor somarmos métodos, na medida do possível e do mais indicado a cada situação, ao invés de optarmos por uma ideologia mais progressista, em detrimento de métodos que julgamos ultrapassados, mas que ainda podem ter muito a contribuir, se bem empregados.
Adriana Silveira de Almeida
2) Envio, anexo, o comentário sobre um texto sobre "currículo", conforme solicitado na última aula. O texto selecionado foi: "A construção do currículo em sala de aula: desafios e possibilidades", dos autores Helena Maria dos Santos Felício (Mestre em Educação, professora da Universidade do Vale do Paraíba) e Ronaldo Alexandre de Oliveira (Doutor em Educação, professor da Universidade do Vale do Paraíba), publicado no periódico "Olhar de professor", Ponta Grossa, 9(2): 327-339, 2006. Obs.: Não consegui enviar ao bolg.
Abraços,
Adriana S. de Almeida
A construção do currículo em sala de aula: desafios e possibilidades
Helena Maria dos Santos Felício
Ronaldo Alexandre de Oliveira
No artigo ?A construção do currículo em sala de aula: desafios e possibilidades?, os autores discutem os resultados de uma pesquisa que objetiva analisar o processo de construção do currículo em sala de aula, num modelo em que professor e aluno são envolvidos na arquitetura das ações curriculares, favorecendo, continuamente, o exercício da auto-formação, rompendo com a hierarquização do conhecimento e com as relações autoritárias de poder. Desta forma, constatam que existe essa possibilidade com indícios de autonomia e emancipação, uma vez que possibilita a democratização da relação professor-aluno.
O objetivo de um currículo bem planejado é uma oferta cultural que o sistema educacional possa apresentar aos alunos, dando prioridade às necessidades existentes, favorecendo, continuamente, o exercício da auto-formação com responsabilidade, em que os professores e alunos participam no processo de ensino e aprendizagem.
3) Enviado por Camila Beltrame Becker
CURRÍCULO
Rita de Cassia Cavalcanti Porto
Idéia do Autor:
Para Freire, o currículo é entendido no sentido amplo que passa necessariamente por uma leitura do mundo. A esse respeito, ele é categórico quando afirma que: ?a leitura do mundo precede a leitura da palavra, da mesma maneira que o ato de ler palavras implica, necessariamente, uma contínua releitura do mundo?. Com isso, ele critica o currículo tradicional centrado em disciplinas.
Segundo Freire, o currículo padrão, o currículo de transferência é uma forma mecânica e autoritária de pensar sobre como organizar um programa, que implica, acima de tudo, numa tremenda falta de confiança na criatividade dos estudantes e na capacidade dos professores! Porque, em última análise, quando certos centros de poder estabelecem o que deve ser feito em classe, sua maneira autoritária nega o exercício da criatividade entre professores e estudantes. O centro, acima de tudo, está comandando e manipulando, à distância, as atividades dos educadores e dos educandos.
Em oposição, ele mostra, com a sua primeira obra Educação como prática da
liberdade, a importância de construirmos o currículo a partir do levantamento do universo vocabular, dentro de um contexto cultural situado. Desse modo, ele diferencia a cultura popular da erudita e assim o fazendo, opta pela cultura das classes populares. O currículo, nesta perspectiva, passa a ser organizado a partir da seleção de temas geradores em função da relevância social que estes venham a assumir para um determinado grupo de pessoas.
Comentário:
Embora não se encontre explicitamente em Freire definição mais elaborada a respeito do currículo, sua obra se acha impregnada do caráter político, histórico e cultural do currículo, assim como faz ressaltar permanentemente a importância de desocultar a ideologia subjacente ao currículo oficial e propõe que se busquem formas de resistência às imposições autoritárias.
4) De outra autora:
Artigo lido:
Considerações reflexivas de um programa de aleitamento materno aplicado na escola.
O artigo relata sobre um programa desenvolvido em escolas,sobre aleitamento
materno,que atingiu 311 escolares da quinta série do ensino fundamental. O objetivo do
programa foi desenvolver uma postura favorável ao aleitamento materno em crianças
em fase escolar.
Ao ler esse artigo, convenci-me da importância desse tema abordado para
jovens escolares e principalmente por ter sido trabalhado em cima de suas próprias
experiências.Ministério da Saúde e Ministério da Educação deveriam trabalhar juntos
questões de relevância para a saúde da população através da educação nas escolas.
Penso que todas as ações voltadas para a promoção da saúde são de extrema impor-
tância. Alguns programas isolados são desenvolvidos, como o do artigo lido, porém o
ideal seria que esse e outros assuntos fizessem parte do currículo ogrigatório das es-
colas.
Um abraço.
Elisa Justo Martins
!) Texto 1 de Cláudia da Costa Silva comenta:
Mirror (Jair Segal)
O autor discorre sobre sua experiência enquanto docente, onde se percebe ao mesmo tempo ?imagem?, para os alunos, e ?reflexo?, dos mestres que por ele próprio já haviam passado.
Recorre à literatura da área na tentativa de abrandar suas inquietações quanto aos saberes necessários para desenvolver a tarefa proposta: ser ele próprio um ?mestre?. Cita Freire, que coloca ?da importância que os estudantes percebam as diferenças de compreensão dos fatos, as posições às vezes antagônicas entre os professores na apreciação dos problemas e no equacionamento de soluções?. E se pergunta se esta compreensão é real e possível e, se existe, vem dos próprios alunos ou deve ser instigada pelos professores?
O autor sente-se desafiado pelo convite ?impositivo? de dar sua 1ª aula na companhia da regente da disciplina de Prática Educativa, e se questiona sobre seguir as regras de sua mestra (ser um reflexo fiel) ou criar seu próprio método (tornar-se a sua própria imagem).
Diante da responsabilidade de servir como ?instrumento de transmissão de saberes? surgem-lhe diversos questionamentos, sobre as experiências prévias dos alunos, os seus interesses e estilos de aprendizagem, o q seriam eles capazes de aprender?
Reflete também acerca do método de avaliação, tradicionalmente centrado exclusivamente nos resultados obtidos pelo aluno, método onde o autor não se sente avontade, apesar de reconhecer que a avaliação feita deste modo torna as coisas mais fáceis para o professor. Prefere, por outro lado, a avaliação feita sobre os ?resultados da aprendizagem?, método mais raro, que exige que o docente se fixe mais na aprendizagem e desenvolvimento do educando, colocando-os como o centro de todas as atividades de educador.
Cita Luckesi, que orienta que o sistema avaliativo deve ser contínuo, considerando não só o desempenho do aluno em trabalhos acadêmicos ou provas, mas aspectos como presença e grau de participação nas aulas. Sugere ainda a abolição de provas com base em perguntas e respostas, e provas finais. Ao invés disso sugere trabalhos escritos, como resultado de pesquisas bibliográficas e de trabalhos de campo e laboratório.
A avaliação centrada nos resultados é vista pelo autor como um instrumento de poder, muitas vezes usado como um ato penalizador e com a função restrita de estabelecer uma classificação do educando, expressa em termos de aprovação ou reprovação.
Concordo com o ponto de vista do autor quando ele defende que para a realização de um adequado processo de aprendizagem é preciso compartilhar com o educando os objetivos do processo de ensino, e que a avaliação formativa tem um valor superior ao da avaliação verificadora. Através de um clima de respeito e colaboração, mantendo um compromisso com o objetivo comum, é possível uma atuação docente mais adequada às necessidades de formação do educando.
Entretanto, não acredito em extremismos, e não vejo como ganho a total abolição de técnicas mais tradicionais como ?aulas expositivas? e ?provas baseadas em erros e acertos?.
A cultura, sabedoria e experiência de grandes mestres muitas vezes são bem representadas e aproveitadas através de aulas expositivas. Entretanto, por mais brilhante que seja a aula, quem a está ministrando levou muito tempo além dos 45min de aula pra acumular aquelas informações, e se o aluno não se der conta disso pode criar a fantasia de que ?aquela aula? vai ou não ser responsável pela sua aquisição de conhecimentos, e a partir daí achar que pode empregar seu tempo em qualquer outra atividade, que não estudar, através de outros artigos e livros, o mesmo assunto desenvolvido em aula.
Quanto ao tópico ?avaliação?, também não acredito na total abolição de métodos como ?provas baseadas em erros e acertos? ou ?provas finais?. Creio que uma avaliação mais formativa tem muito a contribuir com o crescimento do processo de aprendizagem, e por conseguinte, com a formação do aluno, mas em alguns momentos ainda será necessário nos certificarmos de que o aluno é capaz de desenvolver cálculos que serão uma constante na sua prática profissional diária; ou que ele consegue chegar a determinado diagnóstico; ou que tem capacidade para decidir entre procedimentos distintos qual é o mais adequado ou priorizá-los caso devam ser ambos utilizados. Enfim, acredito que é melhor somarmos métodos, na medida do possível e do mais indicado a cada situação, ao invés de optarmos por uma ideologia mais progressista, em detrimento de métodos que julgamos ultrapassados, mas que ainda podem ter muito a contribuir, se bem empregados.
Adriana Silveira de Almeida
2) Envio, anexo, o comentário sobre um texto sobre "currículo", conforme solicitado na última aula. O texto selecionado foi: "A construção do currículo em sala de aula: desafios e possibilidades", dos autores Helena Maria dos Santos Felício (Mestre em Educação, professora da Universidade do Vale do Paraíba) e Ronaldo Alexandre de Oliveira (Doutor em Educação, professor da Universidade do Vale do Paraíba), publicado no periódico "Olhar de professor", Ponta Grossa, 9(2): 327-339, 2006. Obs.: Não consegui enviar ao bolg.
Abraços,
Adriana S. de Almeida
A construção do currículo em sala de aula: desafios e possibilidades
Helena Maria dos Santos Felício
Ronaldo Alexandre de Oliveira
No artigo ?A construção do currículo em sala de aula: desafios e possibilidades?, os autores discutem os resultados de uma pesquisa que objetiva analisar o processo de construção do currículo em sala de aula, num modelo em que professor e aluno são envolvidos na arquitetura das ações curriculares, favorecendo, continuamente, o exercício da auto-formação, rompendo com a hierarquização do conhecimento e com as relações autoritárias de poder. Desta forma, constatam que existe essa possibilidade com indícios de autonomia e emancipação, uma vez que possibilita a democratização da relação professor-aluno.
O objetivo de um currículo bem planejado é uma oferta cultural que o sistema educacional possa apresentar aos alunos, dando prioridade às necessidades existentes, favorecendo, continuamente, o exercício da auto-formação com responsabilidade, em que os professores e alunos participam no processo de ensino e aprendizagem.
3) Enviado por Camila Beltrame Becker
CURRÍCULO
Rita de Cassia Cavalcanti Porto
Idéia do Autor:
Para Freire, o currículo é entendido no sentido amplo que passa necessariamente por uma leitura do mundo. A esse respeito, ele é categórico quando afirma que: ?a leitura do mundo precede a leitura da palavra, da mesma maneira que o ato de ler palavras implica, necessariamente, uma contínua releitura do mundo?. Com isso, ele critica o currículo tradicional centrado em disciplinas.
Segundo Freire, o currículo padrão, o currículo de transferência é uma forma mecânica e autoritária de pensar sobre como organizar um programa, que implica, acima de tudo, numa tremenda falta de confiança na criatividade dos estudantes e na capacidade dos professores! Porque, em última análise, quando certos centros de poder estabelecem o que deve ser feito em classe, sua maneira autoritária nega o exercício da criatividade entre professores e estudantes. O centro, acima de tudo, está comandando e manipulando, à distância, as atividades dos educadores e dos educandos.
Em oposição, ele mostra, com a sua primeira obra Educação como prática da
liberdade, a importância de construirmos o currículo a partir do levantamento do universo vocabular, dentro de um contexto cultural situado. Desse modo, ele diferencia a cultura popular da erudita e assim o fazendo, opta pela cultura das classes populares. O currículo, nesta perspectiva, passa a ser organizado a partir da seleção de temas geradores em função da relevância social que estes venham a assumir para um determinado grupo de pessoas.
Comentário:
Embora não se encontre explicitamente em Freire definição mais elaborada a respeito do currículo, sua obra se acha impregnada do caráter político, histórico e cultural do currículo, assim como faz ressaltar permanentemente a importância de desocultar a ideologia subjacente ao currículo oficial e propõe que se busquem formas de resistência às imposições autoritárias.
4) De outra autora:
Artigo lido:
Considerações reflexivas de um programa de aleitamento materno aplicado na escola.
O artigo relata sobre um programa desenvolvido em escolas,sobre aleitamento
materno,que atingiu 311 escolares da quinta série do ensino fundamental. O objetivo do
programa foi desenvolver uma postura favorável ao aleitamento materno em crianças
em fase escolar.
Ao ler esse artigo, convenci-me da importância desse tema abordado para
jovens escolares e principalmente por ter sido trabalhado em cima de suas próprias
experiências.Ministério da Saúde e Ministério da Educação deveriam trabalhar juntos
questões de relevância para a saúde da população através da educação nas escolas.
Penso que todas as ações voltadas para a promoção da saúde são de extrema impor-
tância. Alguns programas isolados são desenvolvidos, como o do artigo lido, porém o
ideal seria que esse e outros assuntos fizessem parte do currículo ogrigatório das es-
colas.
Um abraço.
Elisa Justo Martins
Prática Educativa em Medicina: comentários sobre o texto ?Uso de técnicas de dinâmica de grupo como recurso didático?
Lenita Simões Krebs
Marilene Zimmer, autora do texto em questão, apresenta uma revisão sobre dinâmica de grupo e levanta aspectos muito interessantes sobre essa prática. O homem é um ser que vive em grupo, e essa convivência favorece o aprendizado através da troca de experiências. Cada participante enriquece o grupo com as suas qualidades pessoais, mas também oferece alguns limites indesejáveis, por conta de dificuldades como insegurança, egocentrismo, entre outras. Várias das premissas comentadas pela autora têm como idéia central o ?fazer?, como um meio construir o saber e de internalizar o que foi aprendido.
Partindo dessas duas idéias, ?grupo? e ?fazer?, a dinâmica de grupo se destaca como um método que pode atingir vários objetivos dentro do grupo: integração, autoconhecimento, reflexão, criatividade, melhora da comunicação, recreação, afetividade, treinamento de enfrentamento de situações, etc.
Marilene Zimmer, autora do texto em questão, apresenta uma revisão sobre dinâmica de grupo e levanta aspectos muito interessantes sobre essa prática. O homem é um ser que vive em grupo, e essa convivência favorece o aprendizado através da troca de experiências. Cada participante enriquece o grupo com as suas qualidades pessoais, mas também oferece alguns limites indesejáveis, por conta de dificuldades como insegurança, egocentrismo, entre outras. Várias das premissas comentadas pela autora têm como idéia central o ?fazer?, como um meio construir o saber e de internalizar o que foi aprendido.
Partindo dessas duas idéias, ?grupo? e ?fazer?, a dinâmica de grupo se destaca como um método que pode atingir vários objetivos dentro do grupo: integração, autoconhecimento, reflexão, criatividade, melhora da comunicação, recreação, afetividade, treinamento de enfrentamento de situações, etc.
Terça-feira, Abril 21, 2009
Reflexões sobre ?Análise de uma prática educativa em saúde? de Sônia Regina Silva Pedroso
Lenita Simões Krebs
No texto, a professora Sônia faz um relato sobre as modificações observadas nos alunos da disciplina de Prática Educativa ao longo das aulas, através das observações e registros feitos na sala de aula e também das discussões realizadas no blog. Inicialmente, os alunos demonstraram desconhecer a importância da disciplina de Prática Educativa, já que tinham uma concepção limitada da educação e a idéia de que dar aulas é fácil bastando possuir o conhecimento técnico sobre o assunto a ser ministrado. Com o decorrer das atividades, a professora percebeu que a disciplina provocou os alunos, levando-os a refletir sobre as suas práticas educativas e a repensar os preconceitos referentes à educação. Percebeu, também, que alguns alunos procuraram se aprofundar nessas questões após o término da disciplina, buscando uma formação mais específica na área da educação.
Com o apoio de alguns autores pesquisados, salienta que as qualidades necessárias para sermos educadores podem ser desenvolvidas através de treinamento. Essas qualidades podem ser resumidas como:
? Saber ouvir;
? Competência e habilidade para transmitir os conhecimentos;
? Capacidade de reconhecer que cada aluno e cada turma são diferentes;
? Capacidade de estabelecer uma relação de troca com os alunos;
? Percepção das peculiaridades da atividade que se propõe realizar;
? Estar preparado para as eventualidades de não dispor dos meios necessários para desenvolver o trabalho conforme planejado, entre outras.
A idéia que guardei do texto, é que a relação professor-aluno deve ser uma relação dinâmica e de provocação. O aluno deve ter curiosidade ou esta deve ser estimulada pelo professor através da demonstração da importância e da utilização prática do que está sendo discutido. O professor deve ter um bom conhecimento sobre si mesmo, das suas qualidades e limitações para poder explorar ou contornar ou superar as suas características e, assim, poder transmitir os conhecimentos, ouvir e entender as dúvidas dos alunos. Mas, não há o que ensinar se não houver o conteúdo e a formação necessária para poder transmiti-lo.
Extrapolando, o professor não é apenas aquele que está em sala de aula, na frente de uma turma de alunos. É também o profissional que está atendendo em consultório ou hospital, conversando com familiares ou pacientes, fornecendo informações sobre a doença em questão ou sobre as formas de prevenção. Aqui ele também está desenvolvendo a prática educativa, informando, conscientizando, estimulando a curiosidade das pessoas envolvidas. E também na sua vida particular, no convívio com a família, ele está observando e transmitindo informações técnicas e exercendo a função de professor.
No texto, a professora Sônia faz um relato sobre as modificações observadas nos alunos da disciplina de Prática Educativa ao longo das aulas, através das observações e registros feitos na sala de aula e também das discussões realizadas no blog. Inicialmente, os alunos demonstraram desconhecer a importância da disciplina de Prática Educativa, já que tinham uma concepção limitada da educação e a idéia de que dar aulas é fácil bastando possuir o conhecimento técnico sobre o assunto a ser ministrado. Com o decorrer das atividades, a professora percebeu que a disciplina provocou os alunos, levando-os a refletir sobre as suas práticas educativas e a repensar os preconceitos referentes à educação. Percebeu, também, que alguns alunos procuraram se aprofundar nessas questões após o término da disciplina, buscando uma formação mais específica na área da educação.
Com o apoio de alguns autores pesquisados, salienta que as qualidades necessárias para sermos educadores podem ser desenvolvidas através de treinamento. Essas qualidades podem ser resumidas como:
? Saber ouvir;
? Competência e habilidade para transmitir os conhecimentos;
? Capacidade de reconhecer que cada aluno e cada turma são diferentes;
? Capacidade de estabelecer uma relação de troca com os alunos;
? Percepção das peculiaridades da atividade que se propõe realizar;
? Estar preparado para as eventualidades de não dispor dos meios necessários para desenvolver o trabalho conforme planejado, entre outras.
A idéia que guardei do texto, é que a relação professor-aluno deve ser uma relação dinâmica e de provocação. O aluno deve ter curiosidade ou esta deve ser estimulada pelo professor através da demonstração da importância e da utilização prática do que está sendo discutido. O professor deve ter um bom conhecimento sobre si mesmo, das suas qualidades e limitações para poder explorar ou contornar ou superar as suas características e, assim, poder transmitir os conhecimentos, ouvir e entender as dúvidas dos alunos. Mas, não há o que ensinar se não houver o conteúdo e a formação necessária para poder transmiti-lo.
Extrapolando, o professor não é apenas aquele que está em sala de aula, na frente de uma turma de alunos. É também o profissional que está atendendo em consultório ou hospital, conversando com familiares ou pacientes, fornecendo informações sobre a doença em questão ou sobre as formas de prevenção. Aqui ele também está desenvolvendo a prática educativa, informando, conscientizando, estimulando a curiosidade das pessoas envolvidas. E também na sua vida particular, no convívio com a família, ele está observando e transmitindo informações técnicas e exercendo a função de professor.
Segunda-feira, Abril 20, 2009
Scaner Convite 1.jpg - Gmail
Destaque para o colega que muito me honra com sua disponibilidade em conviver, ensinar e ousar junto. Parab?ns pela merecido pr?mio.
Disciplina de Prática Educativa em Medicina
Aluna: Maria Letícia Rodrigues Ikeda
Professores: Dra. Carmem, Dr. Manfroi e Profª Sônia
Textos lidos: Aprendizado Baseado em Problemas- Marcelo Basso de Souza e
Aprendizagem Baseada em Problemas: Uma Nova visão do Processo de Aprender- Jacó Zaslavsky
Comentário:
Fiquei interessada nestes textos pois eles tem importante relação com o meu trabalho tendo em vista que o Hospital onde trabalho tem um Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva. Certamente os programas de residência são aprendizado baseado em problemas só que com problemas reais e com pessoas já com uma ?bagagem teórica? prévia. Chama atenção a preocupação e a tendência do aprendizado como uma via de mão dupla e não unidirecional, o estímulo ao protagonismo do aluno e o respeito a posição do mesmo não mais passivo e ?receptáculo? de saberes e sim ativo e proporcionando trocas. Quem trabalha em saúde deve, a meu ver, desde sua fase de profissionalização reconhecer no outro sempre uma possibilidade de aprendizado, seja no colega de mesma profissão, um membro da equipe de outra categoria profissional, um paciente/usuário, os familiares ou uma comunidade. A formação dos profissionais com a lógica da aprendizagem baseada em problemas é provocadora, instigante e ?problematizadora?. Também é interessante nos textos observar que esta técnica não invalida a presença e a importância do professor e não destitui o mesmo do seu papel. Trata-se de uma técnica de ensino, de um modelo que redimensiona o papel do professor e desenvolve a autonomia do aluno. Ao tirar tanto aluno quanto professor da zona de conforto que é o tradicional ?dar e receber uma informação? constitui uma excelente estratégia para formação de profissionais realmente capazes de constituirem um sistema de saúde humanizado, resolutivo, solidário e voltado para a sociedade.
Professores: Dra. Carmem, Dr. Manfroi e Profª Sônia
Textos lidos: Aprendizado Baseado em Problemas- Marcelo Basso de Souza e
Aprendizagem Baseada em Problemas: Uma Nova visão do Processo de Aprender- Jacó Zaslavsky
Comentário:
Fiquei interessada nestes textos pois eles tem importante relação com o meu trabalho tendo em vista que o Hospital onde trabalho tem um Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva. Certamente os programas de residência são aprendizado baseado em problemas só que com problemas reais e com pessoas já com uma ?bagagem teórica? prévia. Chama atenção a preocupação e a tendência do aprendizado como uma via de mão dupla e não unidirecional, o estímulo ao protagonismo do aluno e o respeito a posição do mesmo não mais passivo e ?receptáculo? de saberes e sim ativo e proporcionando trocas. Quem trabalha em saúde deve, a meu ver, desde sua fase de profissionalização reconhecer no outro sempre uma possibilidade de aprendizado, seja no colega de mesma profissão, um membro da equipe de outra categoria profissional, um paciente/usuário, os familiares ou uma comunidade. A formação dos profissionais com a lógica da aprendizagem baseada em problemas é provocadora, instigante e ?problematizadora?. Também é interessante nos textos observar que esta técnica não invalida a presença e a importância do professor e não destitui o mesmo do seu papel. Trata-se de uma técnica de ensino, de um modelo que redimensiona o papel do professor e desenvolve a autonomia do aluno. Ao tirar tanto aluno quanto professor da zona de conforto que é o tradicional ?dar e receber uma informação? constitui uma excelente estratégia para formação de profissionais realmente capazes de constituirem um sistema de saúde humanizado, resolutivo, solidário e voltado para a sociedade.
Elite paulistana migra dos convênios médicos para o SUS
A cada cinco atendimentos na rede pública da capital de São Paulo, um paciente é das classes A e B. Os dados são de pesquisa realizada pela Secretaria de Estado da Saúde em 34 unidades estaduais do SUS, no mês de janeiro deste ano, e reportados pelo jornal ?Estado de São Paulo?.
em 13-abr-2009
A elite paulistana migrou dos planos de saúde para os hospitais públicos, em busca da alta complexidade muitas vezes disponível só na medicina gratuita, como transplantes. Pesquisa Ibope feita durante o mês de janeiro - encomendada pela Secretaria de Estado da Saúde - avaliou 1.600 pacientes (usuários de 34 unidades estaduais) e identificou que um em cada cinco deles é de famílias classes A e B, ou seja, tem renda mensal superior a R$ 7 mil.
?O levantamento mostrou que o Sistema Único de Saúde (SUS) está atraindo um novo perfil de pacientes, um público extremamente exigente. Provável reflexo da crise econômica, que tem levado as pessoas a reduzirem os gastos com planos de saúde, o fenômeno pode ser extremamente positivo para o sistema, já que nos leva a aprimora mais os serviços?, avalia Nilson Paschoa, secretário interino de Estado da Saúde.
Para José Luiz Gomes do Amaral, presidente da Associação Médica Brasileira, a classe média atual perdeu o status de conseguir financiar questões fundamentais como saúde e educação. ?Isso faz com que o SUS precise estar preparado para um público que pressiona e exige qualidade?, diz.
Gargalo
Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 40 milhões de pessoas no País são clientes de operadoras privadas de saúde. Mas as mensalidades cobradas pelos planos costumam deixar de fora procedimentos de ponta, e caros, como hemodiálise (em que a máquina substitui o funcionamento dos rins), tratamentos de câncer, cirurgias no cérebro e no coração.
Para Osmar Terra, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, o fato de o SUS acolher a população mais favorecida economicamente, em especial em casos de urgência, faz com que esta parcela tenha acesso ao filão e não ao calcanhar de Aquiles do sistema público. ?Hoje, o grande gargalo de qualidade do sistema é a medicina de média complexidade (a consulta com neurologista e ortopedista, entre outras especialidades) etapas cobertas pelos planos e as que concentraram os maiores problemas - como filas e deficiências de profissionais - na esfera pública?.
Além da medicina de alta complexidade que fica à margem dos convênios médicos, David Uip, atual diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas - unidade que oferece tratamento anti-Aids para todas as classes sociais, diz que os nomes de ?grife? dos médicos que operam no SUS também são atrativos dessa clientela. ?Os grandes baluartes da saúde estão nesses locais?, explica.
Vantagens e Desvantagens
As classes A e B têm perfil de pacientes extremamente exigentes, informados e esclarecidos que cobram do serviço público de saúde mais qualidade do atendimento, menos tempo de espera e tratamento humanizado.
Por outro lado, os planos de saúde já causaram um rombo de R$ 384 milhões nos cofres do Sistema Único de Saúde (SUS). O prejuízo é feito com base nas 347 mil pessoas que, nos últimos oito anos, precisaram recorrer a um hospital público, mesmo tendo convênio particular.
Os serviços mais procurados são: tratamento de câncer e AIDS; cirurgias na cabeça, pescoço e traumas (após acidentes automobilísticos); cirurgias cardíacas e cerebrais; vacinas e transplante.
HOSPITAIS PESQUISADOS
Hospital Geral de Guarulhos
Hospital Geral de Pedreira
Hospital Mandaqui
Hospital Ferraz de Vasconcelos
Hospital Geral do Grajaú
Hospital Luzia de Pinho Melo (Mogi das Cruzes)
Hospital Vila Nova Cachoeirinha
Hospital Regional Sul
Hospital Heliópolis
Hospital Geral Itaim Paulista
Hospital de Taipas
Hospital Ipiranga
Hospital Geral de Guaianases
Hospital de Sapopemba (maternidade)
Hospital São Matheus
Instituto Dante Pazzanese
Hospital da Vila Alpina
Hospital Pérola Byington (CRSM)
Hospital de Carapicuíba
Hospital Geral Pirajuçara
Hospital Padre Bento (Guarulhos)
Hospital Vila Penteado
Mário Covas (Santo André)
Hospital Infantil Cândido Fontoura
Hospital de Diadema
Hospital de Itaquaquecetuba
Hospital Brigadeiro
Hospital de Itapecerica da Serra
Hospital Infantil Darcy Vargas
Hospital Geral de Osasco
Instituto de Infectologia Emílio Ribas
Hospital Geral de Itapevi
Hospital Geral Sapopemba
Hospital Geral de Francisco Morato
Fontes: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e matéria de Fernanda Aranda para o jornal ?Estado de São Paulo?
em 13-abr-2009
A elite paulistana migrou dos planos de saúde para os hospitais públicos, em busca da alta complexidade muitas vezes disponível só na medicina gratuita, como transplantes. Pesquisa Ibope feita durante o mês de janeiro - encomendada pela Secretaria de Estado da Saúde - avaliou 1.600 pacientes (usuários de 34 unidades estaduais) e identificou que um em cada cinco deles é de famílias classes A e B, ou seja, tem renda mensal superior a R$ 7 mil.
?O levantamento mostrou que o Sistema Único de Saúde (SUS) está atraindo um novo perfil de pacientes, um público extremamente exigente. Provável reflexo da crise econômica, que tem levado as pessoas a reduzirem os gastos com planos de saúde, o fenômeno pode ser extremamente positivo para o sistema, já que nos leva a aprimora mais os serviços?, avalia Nilson Paschoa, secretário interino de Estado da Saúde.
Para José Luiz Gomes do Amaral, presidente da Associação Médica Brasileira, a classe média atual perdeu o status de conseguir financiar questões fundamentais como saúde e educação. ?Isso faz com que o SUS precise estar preparado para um público que pressiona e exige qualidade?, diz.
Gargalo
Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 40 milhões de pessoas no País são clientes de operadoras privadas de saúde. Mas as mensalidades cobradas pelos planos costumam deixar de fora procedimentos de ponta, e caros, como hemodiálise (em que a máquina substitui o funcionamento dos rins), tratamentos de câncer, cirurgias no cérebro e no coração.
Para Osmar Terra, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, o fato de o SUS acolher a população mais favorecida economicamente, em especial em casos de urgência, faz com que esta parcela tenha acesso ao filão e não ao calcanhar de Aquiles do sistema público. ?Hoje, o grande gargalo de qualidade do sistema é a medicina de média complexidade (a consulta com neurologista e ortopedista, entre outras especialidades) etapas cobertas pelos planos e as que concentraram os maiores problemas - como filas e deficiências de profissionais - na esfera pública?.
Além da medicina de alta complexidade que fica à margem dos convênios médicos, David Uip, atual diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas - unidade que oferece tratamento anti-Aids para todas as classes sociais, diz que os nomes de ?grife? dos médicos que operam no SUS também são atrativos dessa clientela. ?Os grandes baluartes da saúde estão nesses locais?, explica.
Vantagens e Desvantagens
As classes A e B têm perfil de pacientes extremamente exigentes, informados e esclarecidos que cobram do serviço público de saúde mais qualidade do atendimento, menos tempo de espera e tratamento humanizado.
Por outro lado, os planos de saúde já causaram um rombo de R$ 384 milhões nos cofres do Sistema Único de Saúde (SUS). O prejuízo é feito com base nas 347 mil pessoas que, nos últimos oito anos, precisaram recorrer a um hospital público, mesmo tendo convênio particular.
Os serviços mais procurados são: tratamento de câncer e AIDS; cirurgias na cabeça, pescoço e traumas (após acidentes automobilísticos); cirurgias cardíacas e cerebrais; vacinas e transplante.
HOSPITAIS PESQUISADOS
Hospital Geral de Guarulhos
Hospital Geral de Pedreira
Hospital Mandaqui
Hospital Ferraz de Vasconcelos
Hospital Geral do Grajaú
Hospital Luzia de Pinho Melo (Mogi das Cruzes)
Hospital Vila Nova Cachoeirinha
Hospital Regional Sul
Hospital Heliópolis
Hospital Geral Itaim Paulista
Hospital de Taipas
Hospital Ipiranga
Hospital Geral de Guaianases
Hospital de Sapopemba (maternidade)
Hospital São Matheus
Instituto Dante Pazzanese
Hospital da Vila Alpina
Hospital Pérola Byington (CRSM)
Hospital de Carapicuíba
Hospital Geral Pirajuçara
Hospital Padre Bento (Guarulhos)
Hospital Vila Penteado
Mário Covas (Santo André)
Hospital Infantil Cândido Fontoura
Hospital de Diadema
Hospital de Itaquaquecetuba
Hospital Brigadeiro
Hospital de Itapecerica da Serra
Hospital Infantil Darcy Vargas
Hospital Geral de Osasco
Instituto de Infectologia Emílio Ribas
Hospital Geral de Itapevi
Hospital Geral Sapopemba
Hospital Geral de Francisco Morato
Fontes: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e matéria de Fernanda Aranda para o jornal ?Estado de São Paulo?
Quarta-feira, Abril 15, 2009
O que é e para que serve currículo?
Na aula de hoje os grupos continuaram as discussões sobre a temática Currículo. Foi solicitado que escrevessem O que é Currículo e para que serve?
Os registro dos grupos são:
Grupo 1: Raquel Fernandes, Alessandra Rocha, Adriana Almeida, Cláudia Costa Silva e Rodrigo Meyer.
Currículo
Definição: conhecimento selecionado e organizado para ser transmitido-aprendido nas unidades de aprendizagem. Instrumento de racionalização da atividade educativa e seu desenvolvimento depende da qualidade, racionalidade e controle do planejamento.
Função: o objetivo de um currículo bem planejado é no sentido de que se decida a melhor oferta cultural que o sistema educacional possa apresentar aos alunos priorizando as necessidades existentes.
Grupo 2: Maria Letícia, Cristiane, Daniela, Alessandra e Huander.
O que é grade curricular?
Conjunto de conteúdos/atividades que compõem uma fase específica do aprendizado. Ordenado de forma ascendente para formar um saber de maneira gradativa.
Para que serve uma grade curricular?
Serve para nivelar os indivíduos dentro de uma mesma etapa do processo formativo, sendo um dispositivo facilitador para que se possa estabelecer comparações entre as instituições. Permite a mobilidade acadêmica sem prejuízo dos conteúdos aprendidos.
Grupo 3:
O que é a elaboração de currículo?
Organização do ser social (carga cultural de interesse social).
Para que serve?
Para formar pessoas;
Progressão de conhecimento;
Representação do conhecimento de que a pessoa tem para desenvolver um trabalho.
Grupo 4: Leonardo, Matheus, Daniela Koppe e Grace Vidal
O que é currículo?
Organização da formação de conhecimento e princípios dos profissionais da área da saúde.
Determinação dos conteúdos básicos;
Forma de exposição dos conteúdos;
Prover uma formação humanista, filosófica e científica;
Qualificar o aluno para análise crítica da realidade social (intervenção acadêmica/profissional);
Uniformizar conhecimentos.
Grupo 5: Fernanda Rodrigues, Rosane de Nery, Elisa Justo, Marlene Coelho da Costa e Fabrizia Faulhaber.
O que é currículo
É o planejamento e estratégias de ensino dentro de normas pré estabelecidas. Daí contemplar o conteúdo específico de cada disciplina dentro de cada curso. Organiza o conhecimento que o profissional deve seguir. Define o perfil do profissional a ser formado, as habilidades e competências necessárias para que possa atuar na sua área.
Para que serve?
Para nortear professores, alunos e funcionários em relação ao ensino e aprendizado. Serve para determinar o que é fundamental em cada área de ensino. Serve para a compreensão, interpretação, preservação, reforço, fomento e difusão das culturas nacionais e regionais, internacionais e históricas, em um contexto de pluralismo e diversidade cultural.
Caros/as Alunos/as
Para a próxima aula a temática é Avaliação.Quem tiver algum material sobre o tema pode levar ou postar no Blog.
Abraço, Sônia
Os registro dos grupos são:
Grupo 1: Raquel Fernandes, Alessandra Rocha, Adriana Almeida, Cláudia Costa Silva e Rodrigo Meyer.
Currículo
Definição: conhecimento selecionado e organizado para ser transmitido-aprendido nas unidades de aprendizagem. Instrumento de racionalização da atividade educativa e seu desenvolvimento depende da qualidade, racionalidade e controle do planejamento.
Função: o objetivo de um currículo bem planejado é no sentido de que se decida a melhor oferta cultural que o sistema educacional possa apresentar aos alunos priorizando as necessidades existentes.
Grupo 2: Maria Letícia, Cristiane, Daniela, Alessandra e Huander.
O que é grade curricular?
Conjunto de conteúdos/atividades que compõem uma fase específica do aprendizado. Ordenado de forma ascendente para formar um saber de maneira gradativa.
Para que serve uma grade curricular?
Serve para nivelar os indivíduos dentro de uma mesma etapa do processo formativo, sendo um dispositivo facilitador para que se possa estabelecer comparações entre as instituições. Permite a mobilidade acadêmica sem prejuízo dos conteúdos aprendidos.
Grupo 3:
O que é a elaboração de currículo?
Organização do ser social (carga cultural de interesse social).
Para que serve?
Para formar pessoas;
Progressão de conhecimento;
Representação do conhecimento de que a pessoa tem para desenvolver um trabalho.
Grupo 4: Leonardo, Matheus, Daniela Koppe e Grace Vidal
O que é currículo?
Organização da formação de conhecimento e princípios dos profissionais da área da saúde.
Determinação dos conteúdos básicos;
Forma de exposição dos conteúdos;
Prover uma formação humanista, filosófica e científica;
Qualificar o aluno para análise crítica da realidade social (intervenção acadêmica/profissional);
Uniformizar conhecimentos.
Grupo 5: Fernanda Rodrigues, Rosane de Nery, Elisa Justo, Marlene Coelho da Costa e Fabrizia Faulhaber.
O que é currículo
É o planejamento e estratégias de ensino dentro de normas pré estabelecidas. Daí contemplar o conteúdo específico de cada disciplina dentro de cada curso. Organiza o conhecimento que o profissional deve seguir. Define o perfil do profissional a ser formado, as habilidades e competências necessárias para que possa atuar na sua área.
Para que serve?
Para nortear professores, alunos e funcionários em relação ao ensino e aprendizado. Serve para determinar o que é fundamental em cada área de ensino. Serve para a compreensão, interpretação, preservação, reforço, fomento e difusão das culturas nacionais e regionais, internacionais e históricas, em um contexto de pluralismo e diversidade cultural.
Avaliar é...
Caros/as Alunos/as
Para a próxima aula a temática é Avaliação.Quem tiver algum material sobre o tema pode levar ou postar no Blog.
Abraço, Sônia
Na area de curriculum, muito impresionante, como em muitos paises o trabaho do professor nao é valorado como deviese ser, o qual afeta ate o desemvolvimento de um país. O professor para poder estar tranquilo emosionalmente, no momento de dar aulas, preciza ter resolto e organizada os assuntos familiares da sua casa, uns fato para resolver, esta na area economica, um pagamento digno, para que posa ser acesso adequado das coisas mais precisas.
Revisando no internete, google procurei um tema al azaar: vida do professor, e encontrei um relato impresionante, o tema::Randy Pausch: como perder a batalha da vida mas ganhar a de a posteriodidade.
Autor:Souto Atualizado 27-7- 2008
A idea principal, e a possitividade que um proffesor transmite muitas veces, ainda ele tenha difildades que enfrentar.
O professor Randy Pauch, da universidade de Carnegie Mellon Pittsburg,depois de conhecer que tinha cancer terminar de pancreas, e morreria em 3-6 meses deu um discurso, onde nem falou da doença, só falou de seas aspiraçoes, anhelos, e utilizando piadas, risas, e dando conselho para acresentar a possitividade na audiencia.
¨Uma vez que sabes morrer, ja sabes como vivir¨
Ums das palavras dele:¨TENED PACIENCIA A AS PESSOAS TE SURPREENDERAO¨
¨AJUDAR AOS DEMAIS A LEVAR A CABO SEU SONOS E INCLUSO MAIS DIVERTIDO QUE ALCAZAR OS PROPRIOS,
¨¨ ESTOU ME DIVIRTENDO E VOU SEGUIR ME DIVIRTINDO.
no ultimo momento da sua vida, ainda sabendo sua morte, ele concerbou e transmitiu positividade, o que acontece en muitos casos dos professores, ajudando e transmitindo seu conhecimentos, sendo positivos, ainda das dificuldades e mal reconhecimenso sobre sua importancia no desenvolvimento da sociedade, por alguns, mas para quem temos recebido orientaçao, o profesor sempre vai ser importante en nossas vidas, quando pomos aprender e desemvolvermos na sociedade
Silveria
Autor:Odalci Jose Pustai
Ideia principal:"Nada do cenario tem caráter decorativo, nem ol elementos e, muito menos, os virtuais":
Comentário:
No processo da aprendisagem, nada esta estabelecido, as informacoes estao em constante transformacoe, O professor debe mostrar conoceminto sobre o que vai informar para desencaear seguridade e interese pelo aluno.
Algo importande na ensenhanzo, e establelecer una boa relacao entre o professor e o educando, utilizando leguagem adequado, sabendo educar e estar aceitos a receber informacao de ambos.
O alumno debe ser também participe na transmicao de informacao, para ello o professor debe ser estimulo e orientador para que o aluno ,participe no proceso de busca da informacao, o aula debe ser dinámica, creativa, participativa, animadora, que permita o interesse do aluno de receber a informacao e permanecer nela e o professor de segui no proceso, e um intercambio, sujeto a transformacao continua e cooperacao mutia. o esforco e forte por ambos lados, com uma coordinacao adequada, tendo em conta a individualidade de cada um e a do prefessor, quem tamben tem sua subjetividade.
O ensenhanca a traves duma boa relacao baseada no respeto e comunicacao, pode ajudar no proceso de aprendesaje,
Obrigada Professora.
Atenciosamente. Silveria
Revisando no internete, google procurei um tema al azaar: vida do professor, e encontrei um relato impresionante, o tema::Randy Pausch: como perder a batalha da vida mas ganhar a de a posteriodidade.
Autor:Souto Atualizado 27-7- 2008
A idea principal, e a possitividade que um proffesor transmite muitas veces, ainda ele tenha difildades que enfrentar.
O professor Randy Pauch, da universidade de Carnegie Mellon Pittsburg,depois de conhecer que tinha cancer terminar de pancreas, e morreria em 3-6 meses deu um discurso, onde nem falou da doença, só falou de seas aspiraçoes, anhelos, e utilizando piadas, risas, e dando conselho para acresentar a possitividade na audiencia.
¨Uma vez que sabes morrer, ja sabes como vivir¨
Ums das palavras dele:¨TENED PACIENCIA A AS PESSOAS TE SURPREENDERAO¨
¨AJUDAR AOS DEMAIS A LEVAR A CABO SEU SONOS E INCLUSO MAIS DIVERTIDO QUE ALCAZAR OS PROPRIOS,
¨¨ ESTOU ME DIVIRTENDO E VOU SEGUIR ME DIVIRTINDO.
no ultimo momento da sua vida, ainda sabendo sua morte, ele concerbou e transmitiu positividade, o que acontece en muitos casos dos professores, ajudando e transmitindo seu conhecimentos, sendo positivos, ainda das dificuldades e mal reconhecimenso sobre sua importancia no desenvolvimento da sociedade, por alguns, mas para quem temos recebido orientaçao, o profesor sempre vai ser importante en nossas vidas, quando pomos aprender e desemvolvermos na sociedade
Silveria
Autor:Odalci Jose Pustai
Ideia principal:"Nada do cenario tem caráter decorativo, nem ol elementos e, muito menos, os virtuais":
Comentário:
No processo da aprendisagem, nada esta estabelecido, as informacoes estao em constante transformacoe, O professor debe mostrar conoceminto sobre o que vai informar para desencaear seguridade e interese pelo aluno.
Algo importande na ensenhanzo, e establelecer una boa relacao entre o professor e o educando, utilizando leguagem adequado, sabendo educar e estar aceitos a receber informacao de ambos.
O alumno debe ser também participe na transmicao de informacao, para ello o professor debe ser estimulo e orientador para que o aluno ,participe no proceso de busca da informacao, o aula debe ser dinámica, creativa, participativa, animadora, que permita o interesse do aluno de receber a informacao e permanecer nela e o professor de segui no proceso, e um intercambio, sujeto a transformacao continua e cooperacao mutia. o esforco e forte por ambos lados, com uma coordinacao adequada, tendo em conta a individualidade de cada um e a do prefessor, quem tamben tem sua subjetividade.
O ensenhanca a traves duma boa relacao baseada no respeto e comunicacao, pode ajudar no proceso de aprendesaje,
Obrigada Professora.
Atenciosamente. Silveria
COMENTÁRIO SOBRE O CAPÍTULO: A AVALIAÇÃO DO ALUNO DA ÁREA DA SAÚDE
A avaliação deve ser um processo contínuo e diversificado, de acordo com os objetivos de cada área, porém sempre incentivando o aluno a não se ater apenas a conhecimentos específicos, buscando experiências e trocas de vivências com profissionais de outras áreas da saúde, para que este possa no futuro poder atuar em ambientes multidisciplinares.
Deve ser contínuo e diversificado, pois o aluno deve ser avaliado sobre todos os aspectos teóricos e práticos, não apenas de maneira tradicional, como provas, mas também através de seu amadurecimento na aquisição de novos conhecimentos. Assim, o aluno precisa ser incentivado constantemente para que não apenas escute as informações que lhes são passadas, mas que discuta, que questione, e que através destes questionamentos consiga maturar suas próprias idéias e novas dúvidas, fazendo com que este processo seja uma constante.
Acredito que no Brasil já estejam sendo aplicadas novas maneiras de avaliação nas áreas da saúde, porém a velha e antiga prova ainda reina, limitando os profissionais àquele velho clichê de que o ser humano só funciona sobre pressão. Mas devemos enxergar além do clichê, temos que quebrar paradigmas e saber que com processos avaliativos diferenciados, estaremos exigindo dos profissionais da saúde um conhecimento específico porém com uma visão de vários ?ângulos? (diversificada) de sua profissão e de sua atuação, ou seja, futuramente será um profissional capacitado a trabalhar em um meio multidisciplinar.
Grace Guindani Vidal
Deve ser contínuo e diversificado, pois o aluno deve ser avaliado sobre todos os aspectos teóricos e práticos, não apenas de maneira tradicional, como provas, mas também através de seu amadurecimento na aquisição de novos conhecimentos. Assim, o aluno precisa ser incentivado constantemente para que não apenas escute as informações que lhes são passadas, mas que discuta, que questione, e que através destes questionamentos consiga maturar suas próprias idéias e novas dúvidas, fazendo com que este processo seja uma constante.
Acredito que no Brasil já estejam sendo aplicadas novas maneiras de avaliação nas áreas da saúde, porém a velha e antiga prova ainda reina, limitando os profissionais àquele velho clichê de que o ser humano só funciona sobre pressão. Mas devemos enxergar além do clichê, temos que quebrar paradigmas e saber que com processos avaliativos diferenciados, estaremos exigindo dos profissionais da saúde um conhecimento específico porém com uma visão de vários ?ângulos? (diversificada) de sua profissão e de sua atuação, ou seja, futuramente será um profissional capacitado a trabalhar em um meio multidisciplinar.
Grace Guindani Vidal
Quinta-feira, Abril 09, 2009
O CURRÍCULO E SUAS IMPLICAÇÕES NO FAZER PEDAGÓGICO DO PROFESSOR.
O CURRÍCULO E SUAS IMPLICAÇÕES NO FAZER PEDAGÓGICO DO PROFESSOR.
Professor Ruy Coelho
Para uma melhor compreensão do tema em questão, iremos a priori tecer uma breve consideração sobre o currículo dentro da perspectiva tradicional, critica e pós-critica de educação. O currículo tradicional de educação tem seu alicerce sedimentado dentro da filosofia positivista de Augusto Comte, através da teoria de currículo de Tyler, buscou introduzir no âmbito escolar as dinâmicas estabelecidas por Taylor na linha de montagem de carros. A teoria linear de currículo de Tyler tem o ensino como instrução, o pensamento voltado para o tecnicismo, que visa preparar indivíduos para desempenhar situações definidas. A ação educativa fundamentada neste paradigma implica em uma dicotomia entre ensino e aprendizagem, onde o professor é o que ensina e o aluno o que aprende, o professor é o detentor do saber e o transfere para o aluno para que este o receba sem questionar. No Currículo tradicional o aluno é um mero receptor e a pedagogia(professor) se preocupa em o que ensinar.Paulo Freire denominou essa pedagogia tradicional de educação bancária, onde as informações são depositadas nos alunos, pois os alunos são considerados um papel em branco a ser preenchido pelo professor através de sua pratica pedagógica onde ensinar é transferir conhecimentos. Essa teoria de currículo permeou e ou permeia o fazer pedagógico de muitos professores que apesar de todas as evoluções no âmbito das teorias educacionais ainda se prende a ela para a efetivação de sua pratica de ensino.Diante de todas as implicações causadas pela teoria tradicional de currículo, muitos estudiosos dentre eles podemos destacar Paulo Freire , Louis Altusser começaram a esboçar o paradigma critico de currículo em ?oposição? as práticas educacionais baseadas na teoria tradicional de currículo de Tyler que estava voltado para atender as necessidades do mercado de trabalho, o tecnicismo .As teorias criticas de currículo são teorias que põem em discussão o status quo daqueles que detêm o poder, através da problematização e do questionamento entre professor- conhecimento - aluno. A prática pedagógica do professor dentro dessa perspectiva está voltada para a ação-reflexão-ação do ato pedagógico onde o professor reflexivo busca interagir com os alunos numa dialética que envolve o saber ser, o saber fazer... de alunos e professores de forma dinâmica e recíproca.Na ação pedagógica baseada nas teorias critica de currículo, a atenção está voltada não para o que ensinar, delineada pela teoria tradicional, mas sim como ensinar, é a busca de procedimentos metodológicos que garantam uma maior apreensão e domínio do conteúdo de ensino por parte dos alunos e que garantam um espaço democrático participativo no âmbito da sala de aula. Apesar das grandes contribuições no âmbito educacional dos teóricos críticos, emergiu um movimento intelectual que fez nascer o mundo pós-moderno ( metade do século XX), esse movimento questiona as dinâmicas do mundo moderno nos âmbitos social, político... com esse movimento surgiu as teorias pós-critica de currículo que vai alem da teoria tradicional que se preocupa em o que ensinar e a critica no como ensinar, essa teoria está voltada para o porque ensinar ele diz o que deve ser ensinado.A teoria pós-critica busca identificar, analisar o significado, ou seja, o que é considerado verdadeiro em termos de conhecimento e o porquê de sua prática? Porque o conhecimento se tornou verdadeiro? Que homem se pretende formar? Para que tipo de sociedade?
Comentário: O novo modelo de educação além de estar preocupado com o domínio do conteúdo pelo aluno, busca uma visão mais crítica do que é ensinado e um diálogo mais aberto entre professor e aluno.
Professor Ruy Coelho
Para uma melhor compreensão do tema em questão, iremos a priori tecer uma breve consideração sobre o currículo dentro da perspectiva tradicional, critica e pós-critica de educação. O currículo tradicional de educação tem seu alicerce sedimentado dentro da filosofia positivista de Augusto Comte, através da teoria de currículo de Tyler, buscou introduzir no âmbito escolar as dinâmicas estabelecidas por Taylor na linha de montagem de carros. A teoria linear de currículo de Tyler tem o ensino como instrução, o pensamento voltado para o tecnicismo, que visa preparar indivíduos para desempenhar situações definidas. A ação educativa fundamentada neste paradigma implica em uma dicotomia entre ensino e aprendizagem, onde o professor é o que ensina e o aluno o que aprende, o professor é o detentor do saber e o transfere para o aluno para que este o receba sem questionar. No Currículo tradicional o aluno é um mero receptor e a pedagogia(professor) se preocupa em o que ensinar.Paulo Freire denominou essa pedagogia tradicional de educação bancária, onde as informações são depositadas nos alunos, pois os alunos são considerados um papel em branco a ser preenchido pelo professor através de sua pratica pedagógica onde ensinar é transferir conhecimentos. Essa teoria de currículo permeou e ou permeia o fazer pedagógico de muitos professores que apesar de todas as evoluções no âmbito das teorias educacionais ainda se prende a ela para a efetivação de sua pratica de ensino.Diante de todas as implicações causadas pela teoria tradicional de currículo, muitos estudiosos dentre eles podemos destacar Paulo Freire , Louis Altusser começaram a esboçar o paradigma critico de currículo em ?oposição? as práticas educacionais baseadas na teoria tradicional de currículo de Tyler que estava voltado para atender as necessidades do mercado de trabalho, o tecnicismo .As teorias criticas de currículo são teorias que põem em discussão o status quo daqueles que detêm o poder, através da problematização e do questionamento entre professor- conhecimento - aluno. A prática pedagógica do professor dentro dessa perspectiva está voltada para a ação-reflexão-ação do ato pedagógico onde o professor reflexivo busca interagir com os alunos numa dialética que envolve o saber ser, o saber fazer... de alunos e professores de forma dinâmica e recíproca.Na ação pedagógica baseada nas teorias critica de currículo, a atenção está voltada não para o que ensinar, delineada pela teoria tradicional, mas sim como ensinar, é a busca de procedimentos metodológicos que garantam uma maior apreensão e domínio do conteúdo de ensino por parte dos alunos e que garantam um espaço democrático participativo no âmbito da sala de aula. Apesar das grandes contribuições no âmbito educacional dos teóricos críticos, emergiu um movimento intelectual que fez nascer o mundo pós-moderno ( metade do século XX), esse movimento questiona as dinâmicas do mundo moderno nos âmbitos social, político... com esse movimento surgiu as teorias pós-critica de currículo que vai alem da teoria tradicional que se preocupa em o que ensinar e a critica no como ensinar, essa teoria está voltada para o porque ensinar ele diz o que deve ser ensinado.A teoria pós-critica busca identificar, analisar o significado, ou seja, o que é considerado verdadeiro em termos de conhecimento e o porquê de sua prática? Porque o conhecimento se tornou verdadeiro? Que homem se pretende formar? Para que tipo de sociedade?
Comentário: O novo modelo de educação além de estar preocupado com o domínio do conteúdo pelo aluno, busca uma visão mais crítica do que é ensinado e um diálogo mais aberto entre professor e aluno.
Quarta-feira, Abril 08, 2009
Lembrete!!!
Por amor, não esqueçam de postar as produções realizadas na aula de hoje!!!!
Pode ainda ser usado o e-mail.
Pode ainda ser usado o e-mail.
Links para consultas...
Texto sobre currículo da PMPA
Vale a pena ler as p. 8-21 pela amplitude de abordagem da relação entre currículo, PPP, grade curricular ...
Diretrizes Curriculares Nacionais
Nesta página você pode encontrar os seguintes dados quanto cursos abaixo:
Biomedicina
Psicologia
Vale a pena ler as p. 8-21 pela amplitude de abordagem da relação entre currículo, PPP, grade curricular ...
Diretrizes Curriculares Nacionais
Nesta página você pode encontrar os seguintes dados quanto cursos abaixo:
Biomedicina
- Parecer CNE/CES nº 104, de 13 de março de 2002
Aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina. - Resolução CNE/CES n° 2, de 18 de fevereiro de 2003
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina.
Ciências Biológicas
- Parecer CNE/CES nº 1.301, de 6 de novembro de 2001
Aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Ciências Biológicas (Bacharelado e Licenciatura) - Resolução CNE/CES nº 7, de 11 de março de 2002
Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Ciências Biológicas (Bacharelado e Licenciatura)
- Parecer CNE/CES nº 138, de 3 de abril de 2002
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Educação Física. - Parecer CNE/CES nº 58, de 18 de fevereiro de 2004
Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física. - Resolução CNE/CES nº 7, de 31 de março de 2004
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física, em nível superior de graduação plena. - Parecer CNE/CES nº 400, aprovado em 24 de novembro de 2005
Consulta sobre a aplicação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica e das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física ao curso de Educação Física (licenciatura), tendo em vista a Resolução CONFEF nº 94/2005. - Parecer CNE/CES nº 142/2007, aprovado em 14 de junho de 2007
Alteração do § 3º do art. 10 da Resolução CNE/CES nº 7/2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física, em nível superior de graduação plena. - Resolução CNE/CES nº 7, de 4 de outubro de 2007
Altera o § 3º do art. 10 da Resolução CNE/CES nº 7/2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física, em nível superior de graduação plena.
Enfermagem
- Parecer CNE/CES nº 1.133, de 7 de agosto de 2001
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Enfermagem, Medicina e Nutrição. - Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. - Parecer CNE/CES nº 33/2007, aprovado em 1º de fevereiro de 2007
Consulta sobre a carga horária do curso de graduação em Enfermagem e sobre a inclusão do percentual destinado ao Estágio Supervisionado na mesma carga horária.
Farmácia
- Parecer CNE/CES nº 1.300, de 6 de novembro de 2001
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Farmácia e Odontologia. - Resolução CNE/CES nº 2, de 19 de fevereiro de 2002
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Farmácia. - Parecer CNE/CES nº 223, de 4 de agosto de 2004
Consulta sobre o prazo legal para implementação das Diretrizes Curriculares do Curso de Farmácia, com base na Resolução CNE/CES 2/2002. - Parecer CNE/CES nº 221, de 7 de julho de 2005
Solicita esclarecimentos quanto à utilização dos termos "modalidade" ou "habilitação" nos diplomas dos concluintes do curso de Ciências Farmacêuticas, ministrado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas.
- Parecer CNE/CES nº 1210, de 12 de setembro de 2001
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. - Resolução CNE/CES nº 4, de 19 de fevereiro de 2002
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fisioterapia.
Fonoaudiologia
- Parecer CNE/CES nº 1210, de 12 de setembro de 2001
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. - Resolução CNE/CES nº 5, de 19 de fevereiro de 2002
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fonoaudiologia.
Medicina
- Parecer CNE/CES nº 1.133, de 7 de agosto de 2001
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Enfermagem, Medicina e Nutrição. - Resolução CNE/CES nº 4, de 7 de novembro de 2001
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina. - Parecer CNE/CES nº 189/2002, aprovado em 4 de junho de 2002
Consulta sobre a realização do Internato do curso de Medicina fora da instituição ou do Distrito Geoeducacional. - Parecer CNE/CES nº 50/2007, aprovado em 1º de março de 2007
Solicita transferência de seu internato do Hospital Servidores do Estado do Rio de Janeiro (HSE) para o município de Goiânia (GO), por motivos financeiros. - Parecer CNE/CES nº 135/2007, aprovado em 14 de junho de 2007
Consulta sobre a realização de internato na cidade de São Paulo/SP, referente a curso de Medicina ministrado pela Universidade Gama Filho/RJ, tendo em vista problema de saúde. - Parecer CNE/CES nº 156/2007, aprovado em 8 de agosto de 2007
Solicitam extensão do regime de internato referente ao curso de Medicina na Santa Casa de Misericórdia de Goiânia, tendo em vista problemas de saúde. - Parecer CNE/CES nº 173/2007, aprovado em 9 de agosto de 2007
Retificação do Parecer CNE/CES nº 135/2007, que trata de consulta sobre a realização de internato na cidade de São Paulo/SP, referente a curso de Medicina ministrado pela Universidade Gama Filho/RJ, tendo em vista problema de saúde. - Parecer CNE/CES nº 206/2007, aprovado em 17 de outubro de 2007
Autorização para concluir o regime de internato do curso de Medicina no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia, localizado na cidade de Goiânia, no Estado de Goiás. - Parecer CNE/CES nº 224/2007, aprovado em 7 de novembro de 2007
Autorização para cursar os períodos do internato do curso de Medicina, ministrado pela Universidade Severino Sombra/RJ, na rede conveniada FHEMIG ? Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, em Belo Horizonte/MG. - Parecer CNE/CES nº 236/2007, aprovado em 8 de novembro de 2007
Alteração do § 2º do art. 7º da Resolução CNE/CES nº 4/2001, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina. - Parecer CNE/CES nº 242/2007, aprovado em 8 de novembro de 2007
Solicita a transferência do internato do curso de Medicina da Universidade de Marília (UNIMAR) para o Município de Goiânia-GO. - Parecer CNE/CES nº 252/2007, aprovado em 5 de dezembro de 2007
Autorização para conclusão, na cidade de Maceió, Estado de Alagoas, de Regime de Internato do curso de Medicina, ministrado pela Universidade Luterana do Brasil ? ULBRA ? RS. - Parecer CNE/CES nº 257/2007, aprovado em 5 de dezembro de 2007
Autorização, em caráter extraordinário, para realização integral do estágio em Regime de Internato do curso de Medicina ministrado pela Faculdade de Medicina do Planalto Central ? FAMEPLAC, com sede em Brasília-DF, na Santa Casa de Misericórdia em Goiânia-GO. - Parecer CNE/CES nº 4/2008, aprovado em 30 de janeiro de 2008
Solicita autorização para cursar o período do internato do curso de Medicina, ministrado na Faculdade de Medicina de Barbacena ? FAME, na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde ? FEPECS, em Brasília/DF. - Parecer CNE/CES nº 122/2008, aprovado em 6 de agosto de 2008
Autorização para realização, na cidade de Mirandópolis/SP, do Regime de Internato do curso de Medicina, ministrado pela Universidade de Marília ? UNIMAR. - Parecer CNE/CES nº 233/2008, aprovado em 6 de novembro de 2008
Solicitação de autorização para realizar o período de internato do curso de Medicina, ministrado pela Faculdade de Medicina de Valença/RJ, no Hospital Santo Antônio, em Salvador/BA. - Parecer CNE/CES nº 241/2008, aprovado em 6 de novembro de 2008
Alteração da expressão ?unidade federativa? utilizada no § 2º do art. 7º da Resolução CNE/CES nº 4/2001, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina. - Parecer CNE/CES nº 257/2008, aprovado em 4 de dezembro de 2008
Autorização para cursar o internato de Medicina fora da unidade federativa. - Parecer CNE/CES nº 258/2008, aprovado em 4 de dezembro de 2008
Autorização para cursar o período do internato do curso de Medicina, ministrado na Faculdade de Medicina de Valença ? FMV, de Valença/RJ, no Hospital Ana Costa S.A., em Santos/SP. - Parecer CNE/CES nº 282/2008, aprovado em 5 de dezembro de 2008
Autorização para concluir o regime de internato do curso de Medicina no Hospital Santa Marcelina, Beneficência Portuguesa, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo. - Parecer CNE/CES nº 286/2008, aprovado em 5 de dezembro de 2008
Autorização para realizar o internato do curso de Medicina, ministrado pela Universidade Severino Sombra de Vassouras/RJ, em hospitais na cidade de São Paulo/SP conveniados com esta IES.
Medicina Veterinária
- Parecer CNE/CES nº 105, de 13 de março de 2002
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina Veterinária. - Resolução CNE/CES nº 1, de 18 de fevereiro de 2003
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Medicina Veterinária.
- Parecer CNE/CES nº 1.133, de 7 de agosto de 2001
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Enfermagem, Medicina e Nutrição. - Resolução CNE/CES nº 5, de 7 de novembro de 2001
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição.
Odontologia
- Parecer CNE/CES nº 1.300, de 6 de novembro de 2001
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Farmácia e Odontologia. - Resolução CNE/CES nº 3, de 19 de fevereiro de 2002
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Odontologia.
Psicologia
- Parecer CNE/CES n.º 1.314, de 7 de novembro de 2001
Diretrizes Curriculares para o Curso de Graduação em Psicologia. - Parecer CNE/CES n.º 72, de 20 de fevereiro de 2002
Retificação do Parecer CNE/CES de 1.314/2001 relativo às Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. - Parecer CNE/CES n° 62, de 19 de fevereiro de 2004
Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. - Resolução CNE/CES Nº 8, de 7 de maio de 2004
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Psicologia - Parecer CNE/CES nº 153/2007, aprovado em 8 de agosto de 2007
Consulta referente à Resolução CNE/CES nº 8/2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia.
Terapia Ocupacional
- Parecer CNE/CES n.º 1.210, de 12 de setembro de 2001
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional - Resolução CNE/CES Nº 6, de 19 de fevereiro de 2002
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional
Postagens por e-mail que aparecem coletivamente
O trecho escolhido é do texto: O silência na sala de aula - Neusa Sica da Rocha
São poucas palavras, mas dizem muito!!
"O professor não é dono do conhecimento e sim tem um papel diretivo no processo. A aquisição do conhecimento tem uma influência do afeto. Sabemos que somente aprendemos realmente bem aquilo que nos cativa, que nos tem afinidade".
Abraço
Fernanda
dottafer@yahoo.com.br
Artigo: Análise de uma prática Educativa em Saúde
Sônia Regina Silva Pedroso
O Artigo foi feito baseado nas experiências relatadas em sala de aula a respeito das Práticas Educativas em Medicina, vivenciados pelos alunos. Relata ainda os medos e anseios dos alunos em relação a esta disciplina e a opinião da maioria dos alunos no inicio das aulas que não entendem a importância desta disciplina, já que muitos dizem não querer ser professores.
O relato de um colega sobre a sua primeira experiência como docente ajuda a visualizar a desvalorização da educação e serve como ponto de partida para o inicio das discussões realizadas neste artigo. O ensino visto como algo que pode ser feito por qualquer pessoa com domínio sobre o tema que será abordado, barra justamente na complexidade da prática pedagógica que necessita de constante formação. Fala também da educação vista como educação bancária, em que a prática serve apenas para ?depositar? conteúdo nos alunos e como esta prática ainda é muito presente nas instituições.
O artigo termina falando dos novos caminhos na formação dos profissionais de saúde, da importância da disciplina de prática educativa em medicina e da falta de formação pedagógica de muitos profissionais e ainda da mudança de pensamento dos alunos em relação à disciplina.
Comentário:
Achei muito interessante o artigo assim como as experiências que estamos passando em sala de aula. Durante a graduação o que mais visualizei foi à educação relatada pelo Paulo Freire como educação bancária e poucas vezes os professores se preocuparam em modificar esse sistema. A primeira citação do artigo resume bem esta idéia ? Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender?, penso que esta frase deve ser sempre o ponto de partida da educação.
Alessandra Rocha
Artigo: " Análise de uma prática educativa em saúde"
Autora: Sônia Regina Silva Pedroso
Comentário:
O vínculo professor-aluno é de suma importância para que se estabeleça qualquer prática pedagógica. Quando aprendemos que a docência não é simplesmente a transmissão unilateral de conhecimento específico sobre determinado assunto, começamos a entender a complexidade que envolve a prática educativa.
Alessandra Preisig
alepreisig@gmail.com
Atividade da disciplina de ?Pratica educativa em medicina?, comentários sobre o texto: Relação professor-aluno no ensino médico? ? Maurício Pimentel.
A idéia do autor neste texto foi mostrar que há um reconhecimento internacional da necessidade de mudança na educação de profissionais de saúde frente à inadequação do aparelho formador em responder às demandas sociais. As instituições têm sido estimuladas a transformarem-se na direção de um ensino que, dentre outros atributos, valorize a eqüidade e a qualidade da assistência e a eficiência e relevância do trabalho em saúde. O processo de mudança da educação traz inúmeros desafios, entre os quais romper com estruturas cristalizadas e modelos de ensino tradicional e formar profissionais de saúde com competências que lhes permitam recuperar a dimensão essencial do cuidado: a relação entre humanos.1 Há uma necessidade cada vez maior de um verdadeiro vínculo de cooperação entre professor e aluno. No momento em que as escolas médicas encontram-se estimuladas a rever seus projetos pedagógicos, quer pela divulgação das diretrizes curriculares, quer pelos estímulos que os ministérios da Educação e da Saúde estão oferecendo, é fundamental que se reflita sobre a construção da subjetividade desse profissional. As reformas curriculares e a busca de novas técnicas pedagógicas são fundamentais, contudo podem ser insuficientes para auxiliar os alunos a elaborar a diversidade de embates afetivos com os quais irão lidar. Desse modo, além de rever as estruturas acadêmicas como número de alunos por sala e outros índices quantitativos, talvez se pudesse também rever, no contato cotidiano com os estudantes, os modelos de relação professor-aluno oferecidos, componentes essenciais na formação da identidade dos futuros médicos.2
1- Cyrino EG, Toralles-Pereira ML. Trabalhando com estratégias de ensino-aprendizado por descoberta na área da saúde: a problematização e a aprendizagem baseada em problemas. Cad. Saúde Pública 2004, 20(3):780-788.
2- Kaufman A. Reflexões sobre educação médica: uma abordagem socioeconômica. São Paulo, 1998. Tese (Doutorado) Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Comentário: O maior desafio no âmbito professor-aluno é a relação de diálogo entre educador e educando, que possibilita a ambos aprenderem juntos. Quanto mais o professor possibilitar aos estudantes perceberem-se como seres inseridos no mundo, tanto mais se sentirão desafiados a responder aos novos desafios. Isso
requer do professor uma mudança de postura para o exercício de um trabalho reflexivo com o aluno, exigindo a disponibilidade do professor de pesquisar, de acompanhar e colaborar no aprendizado crítico do estudante, o que freqüentemente coloca o professor diante de situações imprevistas, novas e desconhecidas, exigindo que professores e alunos compartilhem de fato o processo de construção do conhecimento, tornando a prática da Medicina mais humana.
Rosane Nery
rosane.nery@gmail.com
Nome: Camila Beltrame Becker
Relação Professor-Aluno no Ensino Médico
Maurício Pimentel
Idéia do Autor:
O modelo mais freqüentemente encontrado no ensino médico é uma relação professor-aluno desigual. De um lado, conhecimento, experiência e, conseqüentemente, poder, de outro, desconhecimento e ansiedade. Tal situação pode levar o professor a uma atitude de dominação, visualizando o aluno como um ser, de certa forma ignorante, bem como considerando, equivocadamente, estar a passagem do conhecimento totalmente em seu poder. O aluno, nessa percepção, nada sabe, enquanto o professor sabe tudo,, constituindo-se a relação professor-aluno simplesmente uma relação casual de transmissão de conhecimento e avaliação de sua aplicação, em que alunos e professores não se conhecem ou mal e reconhecem.
A relação professor-aluno pode ser aperfeiçoada pelo reconhecimento, por parte do professor, de que o aluno, mesmo no início de aprendizado, sempre tem algo a acrescentar a relação, não se tratando de um sujeito ?vazio?. Reconhecendo tal situação, o professor poderá estabelecer com seu aluno, não uma relação unilateral, mas um verdadeiro vínculo de cooperação.
Comentário:
Cada vez mais os mestres e os que ainda estão em formação devem tentar desfazer a relação professor-aluno desigual existente já muito conhecida. Deve-se fazer desta relação uma relação de cooperação onde os dois lados sempre têm ensinamentos a acrescentar.
Camila Becker
Comentário sobre o texto ?A Experiência Criativa?, do livro Prática Educativa em Medicina, dos autores Cyro Castro Júnior e Flávia Ciane Assmann Castro:
O autor refere que vários aspectos mostraram-se essenciais numa relação de aprendizagem ao presenciar as aulas da disciplina Prática Educativa em Medicina. Ainda, que a principal forma de educação está na criatividade em inovar e suscitar a curiosidade os alunos. Isso pode ser baseado, também em suas experiências de vida. Desta forma, conforme os autores, o professor deve criar problemas para seus alunos, seduzi-los com questões e atraí-los para as divergências, incentivando-os ao pensamento e à curiosidade.
O autor narra um texto sobre ?A Experiência Criativa?, o que propicia o pensamento sobre os reais aspectos que se mostram essenciais em uma relação professor-aluno. Num mundo moderno, onde há tanta tecnologia e concorrência, há muita dificuldade na busca pela criatividade e as pessoas acabam cumprindo padrões pré-estabelecidos ao invés de inovar. O professor necessita, além de tudo, ensinar o aluno a pensar e, assim, prepará-lo para ter curiosidades e sentir a necessidade em desvendar coisas desconhecidas.
Adriana Silveira de Almeida - Aluna da Disciplina de Prática Educativa em Medicina do Programa de Pós-graduação em Cardiologia e Ciências Cardiovasculares.
Adriana Silveira de Almeida
ALUNA: Daniela Massierer
danielamassierer@yahoo.com.br
TEXTO ESCOLHIDO: ?A avaliação do aluno da área de saúde?- Maria Luiza Chollopetz da Cunha
O texto enfoca o método de avaliação dos alunos adotado pelos professores de cursos da área da saúde.
A autora critica o método tradicional adotado pela maioria dos professores de nível superior, que é através de provas escritas. Ressalta que desta forma os professores continuam avaliando prioritariamente a aquisição de conteúdo teório-prático, centralizando na nota e sendo predominantemente subjetiva. Não oportuniza a ação-reflexão do aluno, sem diálogo e troca entre professor-aluno, tornando-se mais importante do que o processo ensino-aprendizagem.
Ela enfatiza que a avaliação deva ser contínua, tornando-se um processo de acompanhamento durante cada etapa do ensino, avaliando o educando como um ser social. A boa prática de avaliação ocorre quando o aluno é avaliado como indivíduo único, exposto as influências do meio e isto é possível quando a avaliação é realizada de maneira contínua.
Concordo plenamente com as críticas da autora ao modelo didático tradicional, que pelo meu ponto de vista é um método que somente centraliza na nota, torna-se um processo classificatório, seletivo e excludente. Excluindo aqueles que são rotulados de ?menos capazes?, ou com problemas de aprendizagem, etc.
Na maioria das vezes os educadores esquecem ou não se dão conta que o processo de ensino-aprendizagem não possui apenas um sujeito, mas que eles também fazem parte de todo o processo e que a interação entre ambos é vital e de extrema importância para a construção do conhecimento. Este sistema denominado por Zabala (1998) de avaliação formativa é maravilhoso e deveria ser adotado por todos os educadores.
Acho que ainda falta um pouco de sensibilização e comprometimento de alguns professores na formação dos alunos e no complexo processo ensino-aprendizagem.
São poucas palavras, mas dizem muito!!
"O professor não é dono do conhecimento e sim tem um papel diretivo no processo. A aquisição do conhecimento tem uma influência do afeto. Sabemos que somente aprendemos realmente bem aquilo que nos cativa, que nos tem afinidade".
Abraço
Fernanda
dottafer@yahoo.com.br
Artigo: Análise de uma prática Educativa em Saúde
Sônia Regina Silva Pedroso
O Artigo foi feito baseado nas experiências relatadas em sala de aula a respeito das Práticas Educativas em Medicina, vivenciados pelos alunos. Relata ainda os medos e anseios dos alunos em relação a esta disciplina e a opinião da maioria dos alunos no inicio das aulas que não entendem a importância desta disciplina, já que muitos dizem não querer ser professores.
O relato de um colega sobre a sua primeira experiência como docente ajuda a visualizar a desvalorização da educação e serve como ponto de partida para o inicio das discussões realizadas neste artigo. O ensino visto como algo que pode ser feito por qualquer pessoa com domínio sobre o tema que será abordado, barra justamente na complexidade da prática pedagógica que necessita de constante formação. Fala também da educação vista como educação bancária, em que a prática serve apenas para ?depositar? conteúdo nos alunos e como esta prática ainda é muito presente nas instituições.
O artigo termina falando dos novos caminhos na formação dos profissionais de saúde, da importância da disciplina de prática educativa em medicina e da falta de formação pedagógica de muitos profissionais e ainda da mudança de pensamento dos alunos em relação à disciplina.
Comentário:
Achei muito interessante o artigo assim como as experiências que estamos passando em sala de aula. Durante a graduação o que mais visualizei foi à educação relatada pelo Paulo Freire como educação bancária e poucas vezes os professores se preocuparam em modificar esse sistema. A primeira citação do artigo resume bem esta idéia ? Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender?, penso que esta frase deve ser sempre o ponto de partida da educação.
Alessandra Rocha
Artigo: " Análise de uma prática educativa em saúde"
Autora: Sônia Regina Silva Pedroso
Comentário:
O vínculo professor-aluno é de suma importância para que se estabeleça qualquer prática pedagógica. Quando aprendemos que a docência não é simplesmente a transmissão unilateral de conhecimento específico sobre determinado assunto, começamos a entender a complexidade que envolve a prática educativa.
Alessandra Preisig
alepreisig@gmail.com
Atividade da disciplina de ?Pratica educativa em medicina?, comentários sobre o texto: Relação professor-aluno no ensino médico? ? Maurício Pimentel.
A idéia do autor neste texto foi mostrar que há um reconhecimento internacional da necessidade de mudança na educação de profissionais de saúde frente à inadequação do aparelho formador em responder às demandas sociais. As instituições têm sido estimuladas a transformarem-se na direção de um ensino que, dentre outros atributos, valorize a eqüidade e a qualidade da assistência e a eficiência e relevância do trabalho em saúde. O processo de mudança da educação traz inúmeros desafios, entre os quais romper com estruturas cristalizadas e modelos de ensino tradicional e formar profissionais de saúde com competências que lhes permitam recuperar a dimensão essencial do cuidado: a relação entre humanos.1 Há uma necessidade cada vez maior de um verdadeiro vínculo de cooperação entre professor e aluno. No momento em que as escolas médicas encontram-se estimuladas a rever seus projetos pedagógicos, quer pela divulgação das diretrizes curriculares, quer pelos estímulos que os ministérios da Educação e da Saúde estão oferecendo, é fundamental que se reflita sobre a construção da subjetividade desse profissional. As reformas curriculares e a busca de novas técnicas pedagógicas são fundamentais, contudo podem ser insuficientes para auxiliar os alunos a elaborar a diversidade de embates afetivos com os quais irão lidar. Desse modo, além de rever as estruturas acadêmicas como número de alunos por sala e outros índices quantitativos, talvez se pudesse também rever, no contato cotidiano com os estudantes, os modelos de relação professor-aluno oferecidos, componentes essenciais na formação da identidade dos futuros médicos.2
1- Cyrino EG, Toralles-Pereira ML. Trabalhando com estratégias de ensino-aprendizado por descoberta na área da saúde: a problematização e a aprendizagem baseada em problemas. Cad. Saúde Pública 2004, 20(3):780-788.
2- Kaufman A. Reflexões sobre educação médica: uma abordagem socioeconômica. São Paulo, 1998. Tese (Doutorado) Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Comentário: O maior desafio no âmbito professor-aluno é a relação de diálogo entre educador e educando, que possibilita a ambos aprenderem juntos. Quanto mais o professor possibilitar aos estudantes perceberem-se como seres inseridos no mundo, tanto mais se sentirão desafiados a responder aos novos desafios. Isso
requer do professor uma mudança de postura para o exercício de um trabalho reflexivo com o aluno, exigindo a disponibilidade do professor de pesquisar, de acompanhar e colaborar no aprendizado crítico do estudante, o que freqüentemente coloca o professor diante de situações imprevistas, novas e desconhecidas, exigindo que professores e alunos compartilhem de fato o processo de construção do conhecimento, tornando a prática da Medicina mais humana.
Rosane Nery
rosane.nery@gmail.com
Nome: Camila Beltrame Becker
Relação Professor-Aluno no Ensino Médico
Maurício Pimentel
Idéia do Autor:
O modelo mais freqüentemente encontrado no ensino médico é uma relação professor-aluno desigual. De um lado, conhecimento, experiência e, conseqüentemente, poder, de outro, desconhecimento e ansiedade. Tal situação pode levar o professor a uma atitude de dominação, visualizando o aluno como um ser, de certa forma ignorante, bem como considerando, equivocadamente, estar a passagem do conhecimento totalmente em seu poder. O aluno, nessa percepção, nada sabe, enquanto o professor sabe tudo,, constituindo-se a relação professor-aluno simplesmente uma relação casual de transmissão de conhecimento e avaliação de sua aplicação, em que alunos e professores não se conhecem ou mal e reconhecem.
A relação professor-aluno pode ser aperfeiçoada pelo reconhecimento, por parte do professor, de que o aluno, mesmo no início de aprendizado, sempre tem algo a acrescentar a relação, não se tratando de um sujeito ?vazio?. Reconhecendo tal situação, o professor poderá estabelecer com seu aluno, não uma relação unilateral, mas um verdadeiro vínculo de cooperação.
Comentário:
Cada vez mais os mestres e os que ainda estão em formação devem tentar desfazer a relação professor-aluno desigual existente já muito conhecida. Deve-se fazer desta relação uma relação de cooperação onde os dois lados sempre têm ensinamentos a acrescentar.
Camila Becker
Comentário sobre o texto ?A Experiência Criativa?, do livro Prática Educativa em Medicina, dos autores Cyro Castro Júnior e Flávia Ciane Assmann Castro:
O autor refere que vários aspectos mostraram-se essenciais numa relação de aprendizagem ao presenciar as aulas da disciplina Prática Educativa em Medicina. Ainda, que a principal forma de educação está na criatividade em inovar e suscitar a curiosidade os alunos. Isso pode ser baseado, também em suas experiências de vida. Desta forma, conforme os autores, o professor deve criar problemas para seus alunos, seduzi-los com questões e atraí-los para as divergências, incentivando-os ao pensamento e à curiosidade.
O autor narra um texto sobre ?A Experiência Criativa?, o que propicia o pensamento sobre os reais aspectos que se mostram essenciais em uma relação professor-aluno. Num mundo moderno, onde há tanta tecnologia e concorrência, há muita dificuldade na busca pela criatividade e as pessoas acabam cumprindo padrões pré-estabelecidos ao invés de inovar. O professor necessita, além de tudo, ensinar o aluno a pensar e, assim, prepará-lo para ter curiosidades e sentir a necessidade em desvendar coisas desconhecidas.
Adriana Silveira de Almeida - Aluna da Disciplina de Prática Educativa em Medicina do Programa de Pós-graduação em Cardiologia e Ciências Cardiovasculares.
Adriana Silveira de Almeida
ALUNA: Daniela Massierer
danielamassierer@yahoo.com.br
TEXTO ESCOLHIDO: ?A avaliação do aluno da área de saúde?- Maria Luiza Chollopetz da Cunha
O texto enfoca o método de avaliação dos alunos adotado pelos professores de cursos da área da saúde.
A autora critica o método tradicional adotado pela maioria dos professores de nível superior, que é através de provas escritas. Ressalta que desta forma os professores continuam avaliando prioritariamente a aquisição de conteúdo teório-prático, centralizando na nota e sendo predominantemente subjetiva. Não oportuniza a ação-reflexão do aluno, sem diálogo e troca entre professor-aluno, tornando-se mais importante do que o processo ensino-aprendizagem.
Ela enfatiza que a avaliação deva ser contínua, tornando-se um processo de acompanhamento durante cada etapa do ensino, avaliando o educando como um ser social. A boa prática de avaliação ocorre quando o aluno é avaliado como indivíduo único, exposto as influências do meio e isto é possível quando a avaliação é realizada de maneira contínua.
Concordo plenamente com as críticas da autora ao modelo didático tradicional, que pelo meu ponto de vista é um método que somente centraliza na nota, torna-se um processo classificatório, seletivo e excludente. Excluindo aqueles que são rotulados de ?menos capazes?, ou com problemas de aprendizagem, etc.
Na maioria das vezes os educadores esquecem ou não se dão conta que o processo de ensino-aprendizagem não possui apenas um sujeito, mas que eles também fazem parte de todo o processo e que a interação entre ambos é vital e de extrema importância para a construção do conhecimento. Este sistema denominado por Zabala (1998) de avaliação formativa é maravilhoso e deveria ser adotado por todos os educadores.
Acho que ainda falta um pouco de sensibilização e comprometimento de alguns professores na formação dos alunos e no complexo processo ensino-aprendizagem.
Resenha A Avaliação do Aluno da Área de Saúde.
Resenha do Texto: A Avaliação do Aluno da Área de Saúde.
Aluna: Fabrízia Rennó Sodero Faulhaber
rennosodero@ig.com.br
O texto aborda a problemática da avaliação do aluno da área de saúde, discutindo a necessidade da avaliação contínua baseada na construção do conhecimento através do desenvolvimento de uma relação com maior interação entre o aluno e o professor.
Na maioria das escolas brasileiras de ensino superior da área de saúde é utilizado o processo tradicional objetivo de avaliação do aprendizado do aluno: provas escritas. O texto discute a avaliação subjetiva do aprendizado do aluno da área de saúde, baseada na construção do conhecimento através do acompanhamento contínuo do aluno pelo professor.
A construção do conhecimento abrangeria 3 etapas, com a participação ativa do professor e do aluno no processo de aprendizagem, sendo observado e avaliado pelo professor:
1) O que o aluno sabe.
2) O que o aluno aprende.
3) A análise do processo e da progressão de cada aluno.
Assim o professor deixaria o seu papel tradicional de estar em frente a sala apresentando aulas expositivas tradicionais e os seus alunos deixariam seu papel tradicional de ouvinte passivo de informações, iniciando um processo de conhecimento em dupla via, onde o professor assumiria um papel de tutor do aluno, através do acompanhamento contínuo do aluno, como é proposto por uma nova metodologia de ensino denominada Aprendizagem Baseada em Problemas (APB).
Em conclusão, após a leitura deste texto, concluo que não havia me questionado de como a avaliação do aluno na área da saúde é objetiva, igualando-se a avaliação realizada ao longo do ensino fundamental, através de provas, onde o aluno assiste aulas tradicionais, estuda o assunto proposto e demonstra seu conhecimento e estudo de meses em uma ou duas horas de prova objetiva. Há uma necessidade de desenvolvimento de uma maior interação entre professor e aluno, valorizando o processo de aprendizagem, baseado na construção do conhecimento. O professor e o aluno deixariam seus papéis tradicionais para iniciar um processo de ensino mais abrangente, através da tutoria, onde o aluno e professor são um binômio, interagem numa via de conhecimento de ?mão dupla?.
Aluna: Fabrízia Rennó Sodero Faulhaber
rennosodero@ig.com.br
O texto aborda a problemática da avaliação do aluno da área de saúde, discutindo a necessidade da avaliação contínua baseada na construção do conhecimento através do desenvolvimento de uma relação com maior interação entre o aluno e o professor.
Na maioria das escolas brasileiras de ensino superior da área de saúde é utilizado o processo tradicional objetivo de avaliação do aprendizado do aluno: provas escritas. O texto discute a avaliação subjetiva do aprendizado do aluno da área de saúde, baseada na construção do conhecimento através do acompanhamento contínuo do aluno pelo professor.
A construção do conhecimento abrangeria 3 etapas, com a participação ativa do professor e do aluno no processo de aprendizagem, sendo observado e avaliado pelo professor:
1) O que o aluno sabe.
2) O que o aluno aprende.
3) A análise do processo e da progressão de cada aluno.
Assim o professor deixaria o seu papel tradicional de estar em frente a sala apresentando aulas expositivas tradicionais e os seus alunos deixariam seu papel tradicional de ouvinte passivo de informações, iniciando um processo de conhecimento em dupla via, onde o professor assumiria um papel de tutor do aluno, através do acompanhamento contínuo do aluno, como é proposto por uma nova metodologia de ensino denominada Aprendizagem Baseada em Problemas (APB).
Em conclusão, após a leitura deste texto, concluo que não havia me questionado de como a avaliação do aluno na área da saúde é objetiva, igualando-se a avaliação realizada ao longo do ensino fundamental, através de provas, onde o aluno assiste aulas tradicionais, estuda o assunto proposto e demonstra seu conhecimento e estudo de meses em uma ou duas horas de prova objetiva. Há uma necessidade de desenvolvimento de uma maior interação entre professor e aluno, valorizando o processo de aprendizagem, baseado na construção do conhecimento. O professor e o aluno deixariam seus papéis tradicionais para iniciar um processo de ensino mais abrangente, através da tutoria, onde o aluno e professor são um binômio, interagem numa via de conhecimento de ?mão dupla?.
Domingo, Abril 05, 2009
Caras/os Alunas/os
Estamos divulgando e convidando a todos e a todas para participar do XI Fórum de Estudos Paulo Freire de 21 a 23 de maio de 2009, na FACED, sob a coordenação do Prof.Dr. Jaime Zitkoski.
Para se inscrever vocês precisam elaborar um texto de 6 a 8 páginas, incluindo as referências ou um pôster, cujas instruções estão na página http://www.ufrgs.br/faced/xiforumestudos/index.html
A inscrição no evento só pode ser feita mediante a apresentação de trabalho e precisa pagar R$ 50,00 (cinquenta reais).
O tema especifico aos profissionais da saúde é :
13. Educação, trabalho e saúde: diálogos sobre as experiências dos trabalhadores na área da saúde que se inspiram na pedagogia freriana, principalmente na relação com os pacientes atendidos nos programas de saúde.
O prazo é até 10 de abril, podendo ser estendido por mais uns dias.
Abraços, Sônia
Para se inscrever vocês precisam elaborar um texto de 6 a 8 páginas, incluindo as referências ou um pôster, cujas instruções estão na página http://www.ufrgs.br/faced/xiforumestudos/index.html
A inscrição no evento só pode ser feita mediante a apresentação de trabalho e precisa pagar R$ 50,00 (cinquenta reais).
O tema especifico aos profissionais da saúde é :
13. Educação, trabalho e saúde: diálogos sobre as experiências dos trabalhadores na área da saúde que se inspiram na pedagogia freriana, principalmente na relação com os pacientes atendidos nos programas de saúde.
O prazo é até 10 de abril, podendo ser estendido por mais uns dias.
Abraços, Sônia
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)