<?xml version='1.0' encoding='ISO-8859-1'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6626026</atom:id><lastBuildDate>Sun, 28 Feb 2010 19:08:20 +0000</lastBuildDate><title>Prática Educativa em Medicina</title><description>.:: Esse blog visa dar continuidade as discussões e reflexões sobre educação em saúde realizadas na disciplina "Prática Educativa em Medicina do Programa de Pós-Graduação da FAMED/UFRGS" envolvendo aos trabalhadores da área da saúde que "transdisciplinam" teórica e praticamente nos seus fazeres.</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/index.htm</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>597</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-8138883880804529868</guid><pubDate>Tue, 23 Feb 2010 13:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-23T10:52:22.762-03:00</atom:updated><title>Novo site do Terra Madre Brasil está no ar</title><description>&lt;a href="http://www.slowfoodbrasil.com/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=335&amp;amp;Itemid=95"&gt;Novo site do Terra Madre Brasil está no ar&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-8138883880804529868?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2010/02/novo-site-do-terra-madre-brasil-esta-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Adriana)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-5114365684127228111</guid><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-13T08:56:11.865-02:00</atom:updated><title>Material para estudo da aula do dia 18/11</title><description>Desejamos uma boas leitura a todos/as. Abraço e até quarta, Sonia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1)Abordagem Comportamentalista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características gerais: esta abordagem se caracteriza pelo primado do objeto (empirismo). O conhecimento é uma ?descoberta? e é nova para o sujeito que a faz. O que foi descoberto, porém, já se encontrava presente na realidade exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homem: é uma conseqüência das influências ou forças existentes no meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo: o mundo já é construído, e o homem é produto do meio. O meio pode ser manipulado. O comportamento, por sua vez, pode ser mudado modificando-se as condições das quais ele é uma função, ou seja, alterando-se os elementos ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociedade- cultura: a cultura é entendida como espaço experimental utilizado no estudo do comportamento. A sociedade ideal para Skinner, é aquela que implica um planejamento social e cultural, regido pelas leis da engenharia comportamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecimento: a experiência planejada é considerada a base do conhecimento: este é considerado resultado direto da experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação: a educação deverá transmitir conhecimentos, assim como comportamentos éticos, práticas sociais, habilidades consideradas básicas para a manipulação e controle do mundo/ambiente (cultural, social, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escola: é considerada e aceita como agência educacional que deverá adotar forma peculiar de controle, de acordo com os comportamentos que pretende instalar e manter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensino-aprendizagem: ensinar consiste num arranjo e planejamento de contingências de reforço sob as quais o estudante aprende e é de responsabilidade do professor assegurar a aquisição do comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor ? aluno: o professor teria a responsabilidade de planejar e desenvolver o sistema de ensino-aprendizagem, de forma tal que o desempenho dos alunos seja maximizado, considerando-se igualmente fatores tais como economia de tempo, esforços e custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia: a individualização do ensino surge como decorrente de uma coerência teórico-metodológica. Uma das estratégias é o ensino para a competência que, geralmente, usa o modulo institucional como material de ensino. Também a instrução programada é utilizada e consiste num esquema para fazer efetivo uso de esforços, modelagem e manutenção de comportamentos, de maneira a maximizar os efeitos do esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação: a avaliação está diretamente ligada aos objetivos estabelecidos. Ocorrendo durante o processo, mas também ocorre no final, com a finalidade de se conhecer se os comportamentos finais desejados foram adquiridos pelos alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2)Abordagem Sócio-Cultural&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características gerais: uma das obras referentes a esse tipo de abordagem, que enfatiza aspectos sócio-político-culturais, é a de Paulo Freire, com sua preocupação com a cultura popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homem e mundo: consideram-se aqui ambas as categorias conjuntamente, pois se trata de abordagem interacionista, embora com ênfase no sujeito como elaborador e criador do conhecimento. Na obra de Freire, o homem é o sujeito da educação, mas apesar disso, evidencia-se uma tendência interacionista, já que a interação homem-mundo, sujeito-objeto é imprescindível para que o ser humano se desenvolva e se torne sujeito de sua práxis. Segundo esta abordagem, não existem senão homens concretos, situados no tempo e no espaço, inseridos num contexto sócio-econômico-cultural-político, enfim, num contexto histórico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociedade ? cultura: o homem cria a cultura na medida em que, integrando-se nas condições de seu contexto de vida, reflete sobre ela e dá respostas aos desafios que encontra. Cultura é entendida por Freire...&lt;br /&gt;...todo o resultado da atividade humana, do esforço criador e recriador do homem, de seu trabalho por transformar e estabelecer relações dialogais com outros homens (74,p.41)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecimento: o homem se constrói e chega a ser sujeito na medida em que, integrado em seu contexto, reflete sobre ele e com ele se compromete, tomando consciência de sua historicidade. O processo de conscientização é sempre inacabado, contínuo e progressivo, é uma aproximação crítica da realidade que vai desde formas de consciência mais primitivas até a mais crítica e problematizadora e, consequentemente, criadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação: toda ação educativa deve ser precedida de uma reflexão sobre o homem assim como de uma análise do meio de vida desse homem concreto, a quem se quer ajudar para que se eduque. A ausência desta reflexão implica o risco de adoção de métodos educativos que reduzem o sujeito a objeto. Por outro lado, a falta de uma análise do meio cultural implica o risco de se realizar uma educação pré-fabricada, não adaptada ao homem concreto a quem se destina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escola: a escola para Freire é uma instituição que existe num contexto histórico de uma determinada sociedade. Para que seja compreendida é necessário que se entenda como o poder se constitui na sociedade e a serviço de quem está atuando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensino ? aprendizagem: a pedagogia do oprimido é aquela que tem de ser forjada com ele e não para ele, enquanto homem ou povo, na luta incessante de recuperação de sua humanidade. A verdadeira educação consiste na educação problematizadora, que ajudará a superação opressor-oprimido. Ela objetiva o desenvolvimento da consciência crítica e a liberdade como meios de superar as contradições da educação tradicional (ou bancária) e responde à essência de ser da consciência, que é a sua intencional idade. A dialogicidade é a matriz desta educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor ? aluno: a relação professor-aluno é horizontal e não imposta. Para que o processo educacional seja real é necessário que o educador se torne educando, por sua vez, educador. Haverá preocupação com cada aluno em si, com o processo e não com produtos de aprendizagem acadêmica padronizados. O diálogo é desenvolvido, ao mesmo tempo em que são oportunizadas a cooperação, a união, a organização, a solução em comum dos problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia: o método de Freire implica nas seguintes fases: levantamento do universo vocabular dos grupos; escolha das palavras geradoras; criação de situações existenciais típicas do grupo; criação de fichas-roteiro; debates sobre a seqüência do trabalho; trabalhos em grupos cooperativos; elaboração de textos coletivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação: a avaliação do processo consiste na auto-avaliação e/ou avaliação mútua e permanente da prática educativa por professor e alunos. &lt;br /&gt;"A avaliação é da prática educativa, e não de um pedaço dela" (Freire,1982,p.94)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;3)Abordagem Tradicional&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características gerais: o ensino será centrado no professor, esse tipo de ensino volta-se para o que é externo ao aluno: o programa, as disciplinas, o professor. O adulto é considerado um homem ?acabado?, ?pronto?, e o aluno um ?adulto em miniatura?, que precisa ser atualizado. Saviani sugere que o papel do professor se caracteriza pela garantia de que o conhecimento seja conseguido e isto independentemente do interesse e vontade do aluno, o qual, por si só, talvez, nem pudesse manifestá-lo e suas oportunidades de participação social estariam reduzidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homem: é considerado corno inserido num mundo que irá conhecer através de informações que lhe serão fornecidas e que se decidiu serem as mais importantes e úteis para ele. É um receptor passivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo: a realidade é algo que será transmitido ao indivíduo pelo processo de educação formal. O mundo é externo ao indivíduo e este irá se apossando de uma compreensão cada vez mais sofisticada dele na medida que se confronta com os modelos, com os ideais, com as aquisições científicas, com as teorias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociedade ? cultura: para Paulo Freire este tipo de sociedade mantém um sistema de ensino baseado na ?educação bancária?, ou seja, uma educação que se caracteriza por ?depositar? no aluno os conhecimentos, informações, dados, fatos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecimento: parte do pressuposto que a inteligência ou qualquer outro nome dado à atividade mental seja uma faculdade capaz de acumular/armazenar informações. Ao indivíduo que está ?adquirindo? conhecimento compete memorizar definições, enunciados de leis, que lhe são oferecidos no processo de educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensino-aprendizagem: a ênfase é dada às situações de sala de aula, onde os alunos são ?instruídos? e ?ensinados? pelo professor. A educação subordina-se à instrução, considerando a aprendizagem do aluno como um fim em si mesmo. Ensino caracterizado pelo verbalismo do mestre e pela memorização do aluno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor ? aluno: a relação professor aluno é vertical, sendo que um dos pólos (o professor) detém o poder decisório quanto à metodologia, conteúdo, formas de informação e condução dos objetivos que lhe são externos por serem escolhidos pela escola e sociedade em que vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia: aulas expositivas, sem contribuição do aluno que se limita a escutar. A didática quase se resume em ?dar a lição? e em ?tomar a lição?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação: visa a exatidão da reprodução do conteúdo comunicado em sala de aula através de provas, exames, etc que passam a ter um fim em si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;4)Abordagem Humanista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características gerais: nesta abordagem os enfoques são centrados no sujeito e dá ênfase a relações interpessoais e ao crescimento que delas resulta, centrado no desenvolvimento da personalidade do indivíduo. O professor em si não transmite conteúdo, mas dá assistência, sendo um facilitador da aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homem: é considerado como uma pessoa situada no mundo. É único, quer em sua vida interior, quer em suas percepções e avaliações do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo: a realidade é um fenômeno subjetivo, pois o ser humano reconstrói em si o mundo exterior, partindo de sua percepção, recebendo os estímulos, as experiências, atribuindo-lhes significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociedade ? cultura: a única autoridade necessária aos indivíduos é a de estabelecer qualidade de relacionamento interpessoal. Esta proposta coloca ênfase no processo e não nos estados finais de ser e estaria orientada para a ?sociedade aberta?, na qual uma das características básicas seria a de que os indivíduos assumissem a responsabilidade das decisões pessoais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecimento: a experiência pessoal e subjetiva é o fundamento sobre o qual o conhecimento é construído, no decorrer do processo de vir-a-ser da pessoa humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação: educação centrada na pessoa, já que esta abordagem é caracterizada pelo primado do sujeito. No ensino, será o ?ensino centrado no aluno?. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escola: deverá ser uma escola que respeite a criança tal qual é, e ofereça condições para que ela possa desenvolver-se em seu processo de humanização e possibilite autonomia ao aluno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensino-aprendizagem: baseada na não-diretividade que consiste num conjunto de técnicas que implementa a atitude básica de confiança e respeito pelo aluno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia: as estratégias institucionais assumem importância secundária. Cada educador deve descobrir nos alunos de que forma querem aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação: esta abordagem não utiliza nenhuma padronização de produtos de aprendizagem e defende apenas a auto-avaliação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;5)Abordagem Cognitivista&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Características gerais: investigação dos denominados ?processos centrais? do indivíduo, tais como organização do conhecimento, processamento de informações, estilos de pensamento ou estilos cognitivos, comportamentos relativos à tomada de decisões, etc. Estuda a aprendizagem como sendo mais que um produto do ambiente, das pessoas ou de fatores que são externos ao aluno. Embora se note preocupações com relações sociais, a ênfase dada é na capacidade do aluno de integrar informações e processá-las. Este tipo de abordagem é predominantemente interacionista. Seus principais representantes são Jean Piaget e Jerome Bruner.&lt;br /&gt;Homem e mundo: por ser interacionista, homem e mundo serão analisados conjuntamente, já que o conhecimento é o produto da interação entre eles, entre sujeito e objeto. O indivíduo é considerado como um sistema aberto, em reestruturações sucessivas em busca de um estágio final, nunca alcançado por completo. O ser humano, como todo organismo vital, tende a aumentar seu controle sobre o meio, colocando-o a seu serviço. Ao fazê-lo modifica o meio e se modifica.&lt;br /&gt;Sociedade ? cultura: da mesma forma que a evolução ontogenética ocorre no sentido de uma mobilidade intelectual e afetiva, de um adualismo inicial até a formação do pensamento hipotético-dedutivo, a abertura a todos os possíveis, o desenvolvimento social deve caminhar no sentido da democracia que implica deliberação comum e responsabilidade pelas regras que os indivíduos seguirão. Para Piaget a democracia consistirá em superação da teocracia e da gerontocracia.&lt;br /&gt;Conhecimento: é considerado como uma construção continua. A passagem de um estado de desenvolvimento para o seguinte é sempre caracterizada por formação de novas estruturas que não existiam anteriormente no sujeito. O conhecimento humano é essencialmente ativo.&lt;br /&gt;Para a aquisição do conhecimento, Piaget admite duas fases: &lt;br /&gt;Fase exógena: fase da constatação, da cópia, da repetição;&lt;br /&gt;Fase endógena: fase da compreensão, das relações, das combinações.&lt;br /&gt;Educação: o processo educacional, consoante a teoria de desenvolvimento e conhecimento, tem um papel importante, ao provocar situações que sejam desequilibradoras para o aluno, desequilíbrios esses adequados ao nível de desenvolvimento em que se encontram, de forma que seja possível a construção progressiva das noções e operações, ao mesmo tempo em que a criança vive, intelectual e afetivamente, sua etapa de desenvolvimento. O objetivo da educação não consistirá na transmissão de verdades, informações, demonstrações, modelos, etc, e sim em que o aluno aprenda, por si próprio, a conquistar essas verdades, mesmo que tenha de realizar todos os tateios pressupostos por qualquer atividade real. A educação também é vista como um processo de socialização, que nesta teoria implica equilíbrio nas relações interindividuais e ausência de regulador externo/ordens externas. Esta aquisição pressupõe a cooperação, colaboração, trocas e intercâmbio entre as pessoas.&lt;br /&gt;Escola: a escola deveria começar ensinando a criança a observar. A verdadeira causa dos fracassos da educação formal decorre do fato de se principiar pela linguagem (acompanhada de desenhos, de ações fictícias ou narradas, etc) ao invés de o fazer pela ação real e material. A escola dessa forma deveria dar a qualquer aluno a possibilidade de aprender por si próprio, oportunidades de investigação individual, tentativas, ensaios que uma atividade real pressupõe. Isso implica que a motivação não venha de fora, mas lhe seja intrínseca, da própria capacidade de aprender, para que se torne possível a construção de estruturas do ponto de vista endógeno. As diretrizes que norteariam uma escola piagetiana seriam: trabalho em grupo, diretividade sequencial e consecução de alto nível de interesse pela tarefa. A ênfase seria colocada em atividades como jogos pedagógicos e corporais, leituras, visitas, excursões, discussões, arte, oficinas, teatro, etc.&lt;br /&gt;Ensino ? aprendizagem: o ensino que seja compatível com a teoria piagetiana tem de ser baseado no ensaio e no erro, na pesquisa, na investigação, na solução de problemas por parte do aluno e não em aprendizagem de fórmulas, nomenclaturas, definições, etc.&lt;br /&gt;Professor ? aluno: cabe ao professor criar situações, propiciando condições onde possam se estabelecer reciprocidade intelectual e cooperação ao mesmo tempo moral e racional. Deve evitar rotina, fixação e respostas, hábitos. Sua função consiste em provocar desequilíbrios, fazer desafios. Deve orientar o aluno e conceder-lhe ampla margem de autocontrole e autonomia, levando o aluno a trabalhar o mais independentemente possível.&lt;br /&gt;Metodologia: não existe um modelo pedagógico piagetiano. O que existe é uma teoria de conhecimento, de desenvolvimento humano que traz implicações para o ensino. Daí a proposição de uma didática que considera que o ensino deva tender à construção de operações pelo o aluno, sendo baseado na investigação (atividade intelectual em cujo curso se forma as novas operações). O ambiente no qual o aluno está inserido precisa ser desafiador, promovendo desequilíbrios. O jogo adquire importância fundamental em sua aplicação ao ensino. Tem por objetivo descobrir novas estratégias e cada fase do desenvolvimento é caracterizada por uma conformação única especial, indo desde o jogo individual, o jogo simbólico, o jogo pré-social, ao de regras (social). Cabe ao pedagogo planejar situações de ensino onde os conteúdos e os métodos pedagógicos sejam coerentes com o desenvolvimento integral da criança e não com sua idade cronológica.&lt;br /&gt;Avaliação: o controle do aproveitamento deve ser apoiado em múltiplos critérios, considerando-se principalmente a assimilação e a aplicação em situações variadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MIZUKAMI, Maria das Graças Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo, EPU, 12ª edição, 2001.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-5114365684127228111?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/11/material-para-estudo-da-aula-do-dia.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-6776241541584969810</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 12:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-21T11:04:46.930-02:00</atom:updated><title>Informações sobre PBL</title><description>Olá turma&lt;br /&gt;Como falei a pouco este é o site do Congresso Internacional sobre PBL (Aprendizagem Baseada em Problemas e Metodologias Ativas de Aprendizagem: Conectando pessoas, ideias e comunidades) &lt;a href="http://www.uspleste.usp.br/pbl2010/"&gt;www.uspleste.usp.br/pbl2010/&lt;/a&gt; que ocorrerá no período de 8 à 12 de fevereiro de 2010 na Escola de Artes da Universidade de São Paulo - USP. &lt;br /&gt;No site esta escrito o objetivo: "Este congresso tem dentre seus objetivos desafiar os participantes a refletirem sobre como a Aprendizagem Baseada em Problemas e Metodologias Ativas de Aprendizagem podem melhorar a educação básica e superior, inovando na produção de conhecimentos interdisciplinares e promovendo o intercâmbio de pessoas com diferentes formações acadêmicas e provenientes de realidades socioeconômicas distintas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço e até 4°f, Sônia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-6776241541584969810?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/10/informacoes-sobre-pbl.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-9104690292242830755</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 18:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-14T15:49:58.044-03:00</atom:updated><title>Convite</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://onossocasamento.pt/files/convite_0.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 480px; height: 480px;" src="http://onossocasamento.pt/files/convite_0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Caros Alunos&lt;br /&gt;A professora Elisabeth Lopes convida a todos a assistirem no HCPA - Auditório Baldi, palestra com Emerson Elias Merty - Linhas de Cuidado na Saúde, no dia 26/10/09 das 14h30 às 16h30.&lt;br /&gt;Abraços, Sônia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-9104690292242830755?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/10/convite.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-7779704390605999219</guid><pubDate>Tue, 22 Sep 2009 13:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-22T10:43:46.016-03:00</atom:updated><title>Próxima Aula</title><description>No nosso último encontro ficou definido que continuariamos as leituras dos materiais distribuidos em aula. Os grupos ficaram de enviar por e-mail as escritas realizadas nos grupos. No dia 23 tentaremos realizar a conexão entre as discussões e as leituras feitas. Abraços, Sônia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-7779704390605999219?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/09/proxima-aula_22.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-9098358617817217454</guid><pubDate>Wed, 09 Sep 2009 20:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-09T19:20:32.487-03:00</atom:updated><title>Próxima Aula</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://parazinet.files.wordpress.com/2009/07/assinando-enem.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 294px;" src="http://parazinet.files.wordpress.com/2009/07/assinando-enem.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Caros Alunos&lt;br /&gt;Lembrem de ler e fazer as anotações sobre os textos entregues na aula de hoje. Trataremos na próxima aula de competências. Três alunos ficaram responsáveis em trabalhar as competências utilizando diferentes técnicas de ensino. &lt;br /&gt;Até 4ºf Sônia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-9098358617817217454?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/09/proxima-aula.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-3718912449204603685</guid><pubDate>Sat, 29 Aug 2009 23:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-29T20:52:38.778-03:00</atom:updated><title>Importante</title><description>Caros/as alunos/as&lt;br /&gt;Precisamos que nos mandem um e-mail para criarmos uma lista da turma. Os que mandaram já foram incluímos na nossa lista. Quem não mandar ficará sem as informações que eventualmente forem encaminhadas via e-mail. Abraço, Sônia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-3718912449204603685?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/08/importante.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-8267528840333381030</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2009 20:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-29T20:48:56.881-03:00</atom:updated><title>Organização da Disciplina 2009/02</title><description>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Caros/as Alunos/as&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As temáticas que surgiram nos grupos e estão sendo trabalhadas na sequência abaixo são:&lt;br /&gt;1)Dedicação (duas vezes)&lt;br /&gt;2)Amor/Paixão&lt;br /&gt;3)Motivação&lt;br /&gt;4)Comprometimento (duas vezes)&lt;br /&gt;Próxima Aula (02/10/09): Amor/Paixão&lt;br /&gt;Trazer material sobre a temática&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Calendário:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;6 aulas - sobre as temáticas propostas&lt;br /&gt;7° semana (contar a partir de 26 de agosto): Organização dos grupos para aula prática.&lt;br /&gt;8º Oficina de escrita&lt;br /&gt;9º à 14º aulas: Práticas dos grupos&lt;br /&gt;15° aula: Discussão dos artigos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-8267528840333381030?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/08/organizacao-da-disciplina-200902.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-3241643043529181185</guid><pubDate>Mon, 17 Aug 2009 00:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-16T21:09:27.750-03:00</atom:updated><title></title><description>UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL&lt;br /&gt;FACULDADE DE MEDICINA COMISSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO DA FAMED&lt;br /&gt;FACULDADE DE EDUCAÇÃO&lt;br /&gt;PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃOEM EDUCAÇÃO&lt;br /&gt;Professor Dr.: WALDOMIRO CARLOS MANFROI&lt;br /&gt;Professora Drª.: CARMEN LUCIA BEZERRA MACHADO&lt;br /&gt;Monitora (Professora): SÔNIA REGINA SILVA PEDROSO&lt;br /&gt;Plano de Trabalho Prática Educativa em Saúde - 2009/02&lt;br /&gt;A disciplina visa a qualificar o ensino de Pós-Graduação em Medicina, atender as necessidades dos pós-graduandos em saúde nesta Universidade, quanto:&lt;br /&gt;# ao seu conhecimento e aperfeiçoamento sobre as práticas educativas;&lt;br /&gt;# à criação de espaços de reflexão e debate interdisciplinar a respeito das questões educativas atinentes ao papel social do professor de profissionais da saúde, na sociedade brasileira;&lt;br /&gt;# aos vínculos entre ensino, extensão e pesquisa.&lt;br /&gt;JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;A disciplina atende às solicitações dos pós-graduandos da FAMED/UFRGS, oriundos dos diferentes cursos de graduação da área da saúde, manifestas pelos alunos e ratificadas pelos professores. O caráter de adesão voluntária a esta disciplina busca atender à formação pedagógica necessária à formação dos profissionais da área da saúde e constituir um espaço de discussão das práticas educativas cotidianas que permitem compreendê-las, conhecer as relações entre professores e alunos, presentes nas relações entre professores e alunos, profissionais da saúde e pacientes bem como seus pressupostos teórico-práticos, nos nexos entre princípio educativo e prática pedagógica. A inter/transdisciplinaridade encontra na confluência entre ensino-pesquisa e extensão uma possibilidade concreta de convívio e troca de experiências para possibilitar o produzir novos conhecimentos para a área da educação universitária no Brasil.&lt;br /&gt;OBJETIVOS&lt;br /&gt;Para atender as solicitações dos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS, quanto ao aperfeiçoamento e qualificação pedagógicos (domínio das formas do fazer pedagógicos) no espírito da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e das Diretrizes Curriculares dos cursos da área da saúde, para o trabalho educativo, o presente plano propõe:&lt;br /&gt;# Propiciar aos pós-graduandos da Faculdade de Medicina da UFRGS um espaço de discussão, análise e comunicação das questões relacionadas à Universidade em sua interface com a sociedade brasileira, em perspectiva interdisciplinar, considerada a diversidade de classe social, raça, etnias e culturas;&lt;br /&gt;# Conhecer e compreender a prática educativa e os pressupostos teórico-metodológicos dos educadores universitários quanto aos diferentes conhecimentos envolvidos: em nível institucional, profissional, cotidiano, pessoal, filosófico, científico e de cidadania, ou da razão e do afeto.# Discutir a relação pesquisa / ensino-aprendizagem na prática educativa, considerando as tecnologias disponíveis.&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES&lt;br /&gt;1. Disciplina de Pós-Graduação: Prática Educativa em Saúde&lt;br /&gt;2. Consultoria às diferentes áreas educativas, conforme solicitações dos pós-graduandos.&lt;br /&gt;3. Discussões através do Blogg da disciplina Prática Educativa no endereço: &lt;a href="http://www.ufrgs.br/tramse/med"&gt;http://www.ufrgs.br/tramse/med&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;4. Reuniões de estudo, planejamento e avaliação do Projeto de cada um dos pequenos grupos temáticos que se formarem, sob a coordenação de um dos colegas.&lt;br /&gt;OBS: Marcar hora para reuniões de estudo e/ou planejamento de trabalho, na seguinte disponibilidade: 4ª feira - 14h às 16h ou outro horário a combinar.&lt;br /&gt;CONTATOS por E-mail:&lt;a href="mailto:carmen.machado@ufrgs.br"&gt;carmen.machado@ufrgs.br&lt;/a&gt; ou &lt;a href="mailto:soniapedroso@yahoo.com.br"&gt;soniapedroso@yahoo.com.br&lt;/a&gt; ou &lt;a href="mailto:wmanfroi@hcpa.ufrgs.br"&gt;wmanfroi@hcpa.ufrgs.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Local: A combinar&lt;br /&gt;Fone: 99820786 ou 81777290 PRÁTICA EDUCATIVA EM MEDICINA&lt;br /&gt;Período: 2009/02 -&lt;br /&gt;Horário: 4° feiras, 8h às 10h - aula.&lt;br /&gt;Local: Laboratório de Ensino - 4º andar - Prédio Ciclo Básico/Saúde/ UFRGS&lt;br /&gt;Carga Horária Total (CHT): 60 horas/aula ORGANIZAÇÃO DA DISCIPLINA&lt;br /&gt;A disciplina será oferecida aos alunos dos cursos de Pós-Graduação em Medicina obedecendo às seguintes características:&lt;br /&gt;* Turmas constituídas heterogeneamente por alunos dos diferentes cursos dos Programas de Pós-Graduação em Medicina, procurando incluir o maior número possível de alunos;&lt;br /&gt;* Ênfase na relação ensino - pesquisa, onde cada aluno individualmente realiza pesquisa sobre temática específica na área da educação, em níveis diversificados e troca com os colegas ensinando e aprendendo;&lt;br /&gt;* Atendimento aos temas propostos, a partir das sugestões apresentadas em aula, conforme os interesses da turma, e selecionados em planejamento participativo, neste semestre será discutido na primeira semana de aula. (Sugestões de outros semestres: Ética como eixo articulador dos temas: comunicação e interdisciplinaridade, organização das pessoas e das coisas, Reconhecimento de si, do outro e do coletivo; Formação de &lt;a href="mailto:professor@s"&gt;professor@s&lt;/a&gt; entre a ensinagem e a aprendizagem, além das derivações possíveis. OU, como constituir grupos de trabalho, metodologias ativas e Avaliação formativa; Memória e aprendizagens; Usos de tecnologias informatizadas)&lt;br /&gt;* Registro e discussão por meio eletrônico no acesso ao endereço do "blog", em atividades semanais complementares às realizadas em aula presencial.&lt;br /&gt;AVALIAÇÃO&lt;br /&gt;* Critérios de avaliação:&lt;br /&gt;VF - Veracidade e fidedignidade presente nos trabalhos realizados;&lt;br /&gt;OCC - Objetividade e clareza de linguagem na construção dos textos;&lt;br /&gt;CTA - Consistência teórica e articulação com a prática educativa;&lt;br /&gt;ORTM- Observância nas referências teórico-metodológicas propostas.&lt;br /&gt;* Instrumentos de avaliação:&lt;br /&gt;* Leitura, fichamento e discussão da bibliografia indicada semanalmente por rede,ou presencialmente, bem como de outras referências a serem combinadas com os grupos, relacionadas aos seus interesses de pesquisa;&lt;br /&gt;* Pequenos textos elaborados individualmente em aula e/ou no "blog";&lt;br /&gt;* Planejamento, organização em grupo de vivência de aula com os colegas;&lt;br /&gt;* Artigo com vistas à publicação sobre temas debatidos/trabalhados durante os dois primeiros meses do semestre letivo;&lt;br /&gt;* A presença e participação nas aulas dos colegas como pelo menos 90% de frequência.&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS: Estão já disponibilzadas nas demais páginas, ver por exemplo o Programa dos semestres anteriores no link do mês de março e do mês de agosto. Qualquer outra fonte desde que corretamente citada e passível de localização pública pode ser utilizado. Cronograma: 15 semanas consecutivas de encontros presenciais de 19 de agosto à 02 de dezembro e mais as atividades neste endereço eletrônico, as de escrita fora da sala e as de planejamento das aulas práticas para os colegas!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-3241643043529181185?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/08/universidade-federal-do-rio-grande-do.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-7568099263482997434</guid><pubDate>Wed, 15 Jul 2009 18:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-15T15:19:25.822-03:00</atom:updated><title>Filme ?O nome do Cuidado?</title><description>Filme ?O nome do Cuidado?, um ensaio médico-filosófico sobre a relação entre médico e paciente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;em 6-jul-2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve, será lançado ?O Nome do Cuidado?, filme que trata sobre a relação entre médico e paciente, a partir da interpretação de um texto médico-filosófico interpretado por Walderez de Barros e Oswaldo Mendes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LAPPIS, apoiando a divulgação do filme, entrevistou o idealizador do média-metragem, o Dr. Paulo Rosenbaum. O médico homeopata responde à questões sobre o filme e sobre a saúde e sua representatividade na sociedade atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assista ao trailer do filme e depois não deixe de ler a exclusiva entrevista!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BoletIN -  Em uma das cenas, a personagem vivida por Walderez de Barros reflete sobre a solidão e o grande individualismo presente nos membros da sociedade contemporânea. Como você encara essa tendência e quais as relações que ela tem com a saúde, sobretudo com a homeopatia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Paulo Rosenbaum - Nesta nossa sociedade da informação e relações expressas, a solidão tende a se acentuar dramaticamente, as pessoas vivem mais sós, o número de pessoas que moram sem família segundo os dados do IBGE de 2008 mostram: a tendência explodiu na última década. Isso é mundial. Por outro lado, o individualismo não está só presente nos membros da sociedade, a sociedade é ideologicamente individualista. Isso é: a sociedade ? mesmo num regime mais solidário e participativo ? produz sua ?coesão? em geral às custas de um efeito colateral: a supressão das características pessoais, diluição das unidades irrepetíveis que são os sujeitos individuais. É relativamente simples compreender: para alcançar a média eliminam-se os traços singulares. Há cada vez menos espaço na sociedade para idiossincrasias e as singularidades têm que se adaptar ? sob o preço da exclusão, marginalização ou abandono ? as normas sociais que são comuns à média. A solidão contemporânea é não só um produto da incapacidade de pertencimento, mas também a rejeição ativa de um meio social que discrimina e segrega as diferenças. Não sei se há solução para este paradoxo. Há ademais uma solidão metafísica, o sofrimento existencial para o qual, talvez, não haja cura. Paul Ricouer fala que a miséria é não coincidir consigo mesmo. Acredito nisso. Mas como recuperar estes valores em uma sociedade anômica e sem critérios justos? A homeopatia e as medicinas integrativas são só meras medicinas, certo? Por que deveriam se propor a ser agentes de uma transformação mais ampla? Que pretensão é essa? Qual sociólogo ou filósofo concedeu esta liberdade para a medicina? Mas o fato é que desempenharam um papel social mais amplo do que só eliminar doenças, tentaram desenvolver critérios para avaliar cada singularidade como essenciais à uma melhor compreensão do processo de saúde e doença e até compreender melhor a sociedade. Benoit Mure pode ser sempre citado como alguém com estas preocupações. Gostemos ou não, pelo menos até aqui, a ampliação do horizonte de atuação da medicina foi um projeto derrotado. Que se choquem os puristas, mas há elementos palpáveis que permitem  fazer esta leitura: as áreas não hegemônicas não conseguiram a sustentação, pois nem os médicos que usam as outras racionalidades médicas, as não hegemônicas, se entendem sobre como devem informar à sociedade. Nem sobre os motivos de sua existência, nem quais as novidades que propõem ao resistir ao hardcore das pesquisas padrão-ouro como as únicas que realmente qualificam o que se produz de benefícios. Aliás, a ?resistência? que durante muito tempo foi até bem calibrada para fixar e reafirmar um projeto de pesquisa que ainda estava um tanto frouxo hoje virou justificativa para se manter como uma causa anacrônica. Uma ideologia atrasadíssima que divide o mundo entre alopatia e todo resto. Ela, além de não dialogar bem, acha que deve desafiar a corporação médica ou acusar as indústrias de medicamentos no lugar de trazê-los ao debate. Há dificuldades em ter consensos mínimos para dialogar com a comunidade cientifica e quando o faz paga o preço para executar a desfiguração das características que fundamentam o método. Temos, então, que fazer a pergunta dolorosa: de que vale toda luta pela reafirmação se é para aceitar uma redução que inviabiliza a novidade trazida pela perspectiva de uma prática integrativa, que é, sem ingenuidade nenhuma, um projeto generoso? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BoletIN - Na contemporaneidade, a saúde assumiu a definição de ?não estar doente?, ao invés da definição clássica de ?ser saudável?. Em uma passagem, Oswaldo Mendes questiona o paciente sobre o que ele imagina ao sentir dor. A expressão visual é a explosão de uma bomba, mas como você a definiria em palavras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bomba é uma metáfora cuja idéia foi do diretor do filme o Leo Lama e que o Paulo Prestes Franco captou e inseriu muito bem na película. Ela é eficiente para dizer uma coisa que se reafirma ao longo do filme. Uma bomba é a violência máxima, as vezes indiscriminada, a maioria das vezes irracional, que pode ser a síntese simbólica do estatuto moderno da falta de delicadeza. É a antítese absoluta do cuidado. Só o que vale é produzir ?efeitos? e ?ver? fatos. O testemunho, a narrativa só aparecem e só podem ser validados pelas imagens. Ela tem a força para dizer aos que estão em volta que ele é um alvo. Um alvo da injustiça, um refém da impaciência, um objeto a ser pulverizado. Assim muitas vezes as áreas das ciências da saúde infelizmente objetificam as pessoas que precisam de tratamento. A metáfora tem, neste sentido, uma tripla hermenêutica: destruição da coisa ?doença?, o ?alvo? sofre uma ação indiscriminada contra tudo que está em volta. A bomba, na verdade uma cena de míssil teleguiado atingindo um alvo, também representa a intensidade desesperada do sofrimento, e finalmente uma metáfora para comparar o que às vezes é de difícil verbalização no caldo da pobreza da linguagem. Enfim, a imagem da destruição que, para quem adoece, não faz nenhum sentido. Mais para frente, durante um diálogo, o paciente diz para o médico reagindo a uma generalização que aquilo que ele fala é um problema da sociedade e não da medicina e o médico contesta: ?os problemas da sociedade explodem na cara da medicina?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BoletIN - A homeopatia preza por um atendimento individualizado, dando ao paciente a atenção necessária para que a cura seja obtida com maior qualidade. Em sua opinião, esse tipo de relação entre paciente e médico deveria ser integralizada ou deveria se restringir apenas à homeopatia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o que você entende por ?relação integralizada? for uma relação radical onde o médico capture o estado do doente e o contextualize e a partir desta perspectiva, onde ele pode entrar em sintonia dialógica com quem está cuidando e vice versa, sim. Vice versa, pois a relação dialógica pressupõe que os dois sejam sujeitos na consulta. A homeopatia é uma especialidade que tem esta característica estrutural em sua episteme e por mais que os pesquisadores tentem dissecá-la não é possível emancipar o efeito terapêutico medicamentoso da ação e da força da ação nos rapports terapêuticos. Eles estão casados e condenados a uma fidelidade eterna para desgosto de muitos. É um grande equívoco subestimar o valor da conversação. O atendimento individualizado não é só estar atento e disponível para o sujeito enfermo, mas valorizar as idiossincrasias não só como detalhes positivos para identificar sintomas, mas para compreender e fundir horizontes com o autor dos sintomas. Neste caso a fusão de horizontes é com o paciente. Esta apreensão não é só importante naquele momento já que uma orientação ou aconselhamento sempre poderão ter como base aspectos muito particulares de determinada pessoa. Se a medicina standard pudesse reaprender a ouvir as histórias biográficas e clínicas dos pacientes isso seria um enorme avanço cientifico e institucional. O cuidado se aproximaria de uma prática mais cuidadosa e médicos e pacientes seriam progressivamente desobjetificados e isso, poderia funcionar como uma reformulação geral da própria noção da clínica. Mas isso é só uma esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BoletIN - A escolha do metrô como cenário da interpretação representa a coletividade que é responsável por igualar os cidadãos, oprimindo as características individuais. Em uma cena o paciente grita, desesperadamente, que está passando mal. Enquanto ele demonstra o seu desespero, fica claro que ninguém, entre as muitas pessoas que o cercam, é capaz de ajudá-lo. Em sua opinião, a sociedade carece de solidariedade? Qual a relação desse sentimento com as práticas de saúde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma colocação instigante. De fato o grito da dor é um grito no vazio, além de surdo ele é um grito inoperante. Ele emite seu desespero para quem? Há quem ouça? Há quem cuide? O desamparo é um estado grave; ele é a voz do abandono e da falta de cuidado. Ele é o parente por afinidade da solidão. Por isso ela grita tão alto e insiste em se fazer ouvir. O filme busca acolher e examinar o mal estar. Como disse acima a sociedade não é, por natureza, solidária.  Muito menos o Estado que em geral é violento, repressivo e ao dizer que se preocupa com o cuidar das ?massas? talvez não promova nada além de medidas homogêneas para pessoas com necessidades completamente diferentes, não importa o protocolo aplicado. A epidemiologia está apenas começando a aprender o valor prático da diversidade. Às vezes, a maioria delas, sacrifica-se o individual  em nome de um bem coletivo. Ninguém esta querendo negar o valor da bioestatística nem da eficácia. Por exemplo, não se pode colocar em ônibus públicos bancos individualizados de um modo que cada um seja respeitado no modo como gostaria de se sentar. Mas a ação médica é diferente e os cuidados em saúde precisam de uma atenção que enfoque o modo particular de como a pessoa adoece e se cura. Não é possível a padronização ainda que se possa aceitar os protocolos e suas taxas de eficiência. Isso é só uma faceta da interferência terapêutica. A outra cara da moeda é que se um protocolo de tratamento é eficaz numa indiscriminada aplicação de uma diretriz exitosa sobre determinada patologia, imaginem quão mais eficaz ele seria se pudesse ao mesmo tempo avaliar o impacto geral em cada sujeito e um ajuste fino pessoa a pessoa? Esse é o grande e maior trunfo de uma concepção correta de integralidade. A maneira singular e única com que cada expressa o que só ele pode expressar. Quem sabe assim não teríamos que estar discutindo à exaustão um pleonasmo como ?humanização da medicina?. Decerto há segmentos de pesquisa no mainframe científico que já se ocupam apropriadamente desta questão, mas o percurso é lento e comprido. Como dizia a música: it is a long way!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BoletIN - A cena em que a personagem expressa não querer saber sobre o diagnóstico, seja ele certo ou errado, representa o descaso do indivíduo pelo processo médico, desejando a cura imediata, sem se importar com as causas da doença. Essa é uma tendência geral da sociedade atual? A homeopatia, por possuir uma abordagem voltada para o indivíduo, pode servir de exemplo como solução para essa tendência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se eu leria dessa forma embora essa seja exatamente a riqueza do filme. Um documentário hermenêutico como ?O nome do Cuidado? pretende mostrar que esta fusão se dá com as diferentes perspectivas de quem o vê e assim pode ser mais bem explorada em debates públicos. E esse é nosso esforço. Por sinal nos chamou a atenção para a falta de apoio quase absoluto para esta iniciativa que tivemos que bancar com recursos pessoais e com a ajuda de amigos. Nenhuma associação, universidade ou grupos de pesquisa se engajou no projeto. Não reclamo. Apenas tento mostrar e constatar como uma questão vital como essa está encapsulada e preterida.  O que para mim só aumenta o desejo de divulgar o documentário e partir para uma segunda investigação fílmica. É uma discussão não efetivada e que exatamente por não despertar interesse institucional devemos insistir em discutir ?por que é que causa tanto incomodo este assunto? O que ele suscita? Renunciamos a qualquer denuncismo tosco, para adotar a linguagem da arte, metafórica e poética para dar voz aos problemas. Aplicar centenas de milhões de reais para implantar postos de atendimento, programas de humanização e a regulamentação das medicinas integrativas no estado brasileiro pode não ser o suficiente. Sem uma discussão levada as últimas conseqüências de qual é o tipo de medicina desejável e o que é o mais prioritário e de como está se dando a formação de recursos humanos para esta demanda imensa -- tanto no SUS como na prática médica privada ? e sem ainda levar em consideração o gênero de mal estar que se amplia na sociedade contemporânea não me parece que podemos ir muito longe. Há um momento no filme que o médico diz ?há uma patologia social gigante e parece que as pessoas não percebem que estas coisas também são sintomas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BoletIN - Por fim, o trailer do filme, logo no início, levanta uma pergunta: ?De qual medicina a sociedade precisa??. Você poderia respondê-la? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que é a sociedade que precisa discutir qual medicina deseja. É uma pergunta e ninguém pode ter a pretensão de dar respostas sozinho. Mas tenho uma intuição e é disso que vou falar. Acho que as pessoas pelo menos a maioria não sabe o que é a medicina nem que ela tem várias possibilidades de intervenção. Quem dirá o que são as medicinas de corte integrativo. Se há uma medicina modelo? Se há um modelo que deveria ser hegemônico? Não acredito. Precisamos urgentemente transcender a idéia de que uma fórmula substituirá outra. As várias formas de intervenção fazem sentido e dizem respeito a modelos específicos de culturas e diversidades: étnicas, raciais, religiosas, geográficas. Há, entretanto alguns tópicos genéricos: acredito em levar a idéia para os usuários e consumidores de que é bom um atendimento em que a qualidade da presença esteja em evidência. Uma medicina em que a escuta seja mais generosa e que o paciente não seja objeto passivo, mas sujeito interativo que esteja também presente colocando todos os seus instrumentos à sua própria disposição. Tudo para que se possa alcançar um estado mais próximo da felicidade Um gestor de saúde poderia torcer o nariz e dizer: isso é impossível. Enquanto for médico, ainda posso ? ou desejo -me dar ao luxo de acreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para contatar o Dr. Paulo Rosenbaum, envie um e-mail para rosenbau@usp.br.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-7568099263482997434?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/07/filme-o-nome-do-cuidado.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-5423395743687510821</guid><pubDate>Wed, 10 Jun 2009 18:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-10T16:17:02.248-03:00</atom:updated><title>Trabalhos da Disciplina de Prática Educativa - Turma 2009/01</title><description>&lt;div align="justify"&gt;          As experiências vivenciadas na Disciplina de Prática Educativa em Saúde parecem contribuir para a reflexão de como conduzir, na ocupação de professor, as práticas de ensino que de fato favoreçam a troca de saberes e a construção de novos conhecimentos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Os grupos têm se esforçado muito para tornar a aula dinâmica e diferente do modelo tradicional que preconiza carteiras alinhadas e a transmissão unidirecional dos conteúdos abordados. Além do mais, os temas abordados, de extrema relevância, também auxiliam na percepção de que a transdisciplinaridade e um novo modelo pedagógico é possível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Dentre os assuntos trabalhados podemos citar os seguintes: o papel da mídia na eduação em saúde, a importância de exercício físico em ambientes de trabalho e de uma postura adequada para evitar lesões de repetição, o processo de ensino-aprendizagem do corpo humano e os tabus que enfrentamos para com este assunto e, por fim, uma prática educativa acerca Febre amarela e o conhecimento que os profissionais da saúde têm a respeito para exercerem o papel de educadores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          As dinâmicas utilizadas foram diversas, incluindo desde exposição teórica com power point e vídeos até trabalhos de grupo, discussões de grande grupo e dinâmicas de participação ativa como a dinâmica de exercício e práticas de relaxamento coletivas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Uma das experiências que podemos guardar é, sem dúvida, que o professor desempenha um papel de &lt;strong&gt;"facilitador" na construção dos saberes&lt;/strong&gt;. Dessa forma, a necessidade de diálogo é imprescindível e para tal, o &lt;em&gt;saber ouvir&lt;/em&gt; do professor também se faz, impreterivelmente,  necessário. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          O professor deve saber como conduzir as discussões sem "atropelar" as interlocuções nem mesmo agir de forma arbitrária para demonstrar conhecimento ou superioridade. O professor é ator de extrema importância nesse processo de construção: deve fornecer os recursos, bibliografias e permitir a seus alunos a liberdade de buscar saberes e trocá-los em uma relação que possibilite tal permuta. Uma relação onde se aprenda e ensine como aprender.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Huander Felipe Andreolla&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;10.06.2009&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-5423395743687510821?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/06/trabalhos-da-disciplina-de-pratica.html</link><author>huander.biomedicina@gmail.com (Huander Andreolla)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-3329648753047054637</guid><pubDate>Wed, 03 Jun 2009 19:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-03T16:32:25.389-03:00</atom:updated><title>Prática Educativa em Medicina</title><description>Marlene Coelho da Costa&lt;br /&gt;Prática Educativa em Medicina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Os processos habituais do ensino formal e acadêmico são resultado de uma evolução natural e progressiva das doutrinas pedagógicas, a partir do século XVII, com RATKE (1612), que começou a preocupar-se com os princípios e regras do ensino e com BACON (1620), que salientava a importância da observação, seleção de dados, formulação de hipóteses e generalização para a conquista do conhecimento, caracterizando assim o método indutivo. Em 1637, Descartes, complementando as idéias de Bacon, apresentou quatro princípios ?para guiarem o espírito em busca da verdade?: 1º) não admitir nada como verdadeiro, se não se oferece como evidente (evidência); 2º) dividir cada uma das dificuldades em tantas partes quantas forem necessárias para resolvê-las melhor (análise); 3º) ir do mais fácil e simples ao mais complexo (síntese); 4º) fazer enumeração completa e geral para ter a segurança de não haver omitido nada (comparação). A preocupação de Bacon e Descartes era buscar normas, imprimindo uma ordem nas idéias até então apresentadas, procurando, assim, metodizar o processo de aprendizagem. Em 1657, Comenius lançou as bases para obter-se maior rapidez no ensino, com economia de tempo e energia, tornando conhecido o termo Didático. Comenius valorizava o educando, enfatizando que ''somente fazendo é que se aprende''. Em 1762, Rousseau proclamou a importância do conhecimento da natureza psíquica do educando, chegando, assim, ao conceito de educação; ?O educando é o objeto e o guia da educação?.&lt;br /&gt;Os novos tempos no mundo do trabalho exigem profissionais criativos, dinâmicos, flexíveis e atualizados tecnicamente, aptos para enfrentar desafios colocados no seu cotidiano. Para suprir essa demanda do mercado de trabalho é necessária uma forma de ensinar que articule a experiência pessoal, conhecimentos adquiridos no dia-a-dia, com informações atualizadas, sendo estes elementos que contribuirão na construção do conhecimento e no aprendizado voltado para a solução de problemas.&lt;br /&gt;O desempenho dos alunos é influenciado, em maior ou menor grau, pela formação do professor. A formação não pode ser tratada como um acúmulo de cursos e técnicas, mas, também, como um processo reflexivo e crítico sobre a prática educativa. Para cada concepção pedagógica, a metodologia do ensino assume uma importância característica. A abordagem tradicional utiliza a metodologia baseada na aula expositiva. O professor já traz o conteúdo pronto e o aluno se limita, passivamente, a escutá-lo. O ponto fundamental desse processo será o produto da aprendizagem. A reprodução dos conteúdos é realizada pelo aluno de forma automática. Na abordagem comportamentalista, surge a individualização do ensino como decorrente de uma coerência teórico-metodológica. A apresentação do conteúdo é realizada em pequenos passos, respeitando o ritmo individual de cada aluno. A abordagem humanista não enfatiza métodos e técnicas para facilitar a aprendizagem. Cada professor, por sua vez, deve desenvolver seu estilo próprio para facilitar e desenvolver a aprendizagem dos alunos. A característica básica dessa abordagem é a liberdade que o professor tem no seu agir para que o aluno possa aprender. Na abordagem cognitivista, não existe um modelo a ser seguido, mas, sim, uma teoria de conhecimento, de desenvolvimento humano que traz implicações para o ensino. Uma dessas implicações é que a inteligência se constrói a partir da troca do organismo com o meio. A abordagem sócio-cultural consiste em uma reconstrução da realidade, na qual o professor e o aluno interagem conjuntamente sobre os conteúdos. A característica básica dessa abordagem é que o aluno e o professor devem ser ativos, dialógicos e críticos, criando conteúdos programáticos próprios. Através do desejo de conhecer é buscado o saber real, o saber que envolve informações significativas, tanto para aquele que aprende quanto para aquele que ensina. Isso porque, à medida que o professor e o aluno puderem interagir verdadeiramente, aprendendo e ensinando, o processo ensino-aprendizagem se dará de maneira mais espontânea e prazerosa. &lt;br /&gt;Resgatar o desejo de aprender de alunos e alunas, professores e professoras, em um jogo de troca de lugares de quem ensina e de quem aprende, sem que esses elementos se percam de seu lugar de referência, é uma das possibilidades de humanização da escola, pois é o desejo que nos marca como seres humanos. Sempre se aprende algo, com alguém, que nunca terá vivências idênticas as nossas. &lt;br /&gt;A ação dos atores do processo de ensino-aprendizagem é condição essencial para a sua efetividade, sobretudo a partir do paradigma construtivista. O conhecimento não se situa fora do aluno, algo a ser adquirido por meio da cópia real, tampouco algo que é construído por ele, independente da sua realidade exterior, dos demais colegas e das suas próprias capacidades pessoais. É, antes de tudo, uma construção histórica e social. &lt;br /&gt;O conhecimento só é possível na concretude do dia-a-dia, nas trocas que são estabelecidas no grupo. A aprendizagem ocorre à medida que ocorrem trocas entre sujeitos, o que se evidencia pela linguagem ocorrida no grupo. O saber sistematizado, transmitido pela cultura, é produto da atividade educacional, não é adquirido espontaneamente. A escola é responsável por sistematizar o conhecimento cotidiano do aluno, auxiliando-o na elaboração e sistematização do saber. &lt;br /&gt;Nenhuma instituição de ensino pode se dar ao luxo de descansar sobre êxitos, passados, é preciso inovar constantemente para poder competir e sobreviver.&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;1-CRISTIAN, J GIMENO, A. J. Compreender e transformar o ensino. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 396 p. ilust. ISBN 85-7307-374-8,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-TACHIZAWA, T.; ANDRADE, R. O. B. Gestão de Instituições de Ensino. Rio de Janeiro:&lt;br /&gt;FGV, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- BARCELOS, G. T.; RAPKIEWICZ, C. E. Aplicando um Modelo de Inovação em Serviços no Sistema de Ensino. Anais do XXIII Encontro Nacional de Engenharia de Produção. Ouro Preto, MG, Brasil, 21 a 24 de outubro, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4-BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina.&lt;br /&gt;Brasília, DF: Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5-VENTURELLI, J.; FIORINI, V. M. L. Programas educacionais inovadores em escolas.&lt;br /&gt;Médicas: capacitação docente. Revista Brasileira de Educação Médica, Rio de Janeiro, v. 25, n.3, p. 7-21, set./dez. 2001.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-3329648753047054637?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/06/pratica-educativa-em-medicina.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-2710642977094433595</guid><pubDate>Tue, 19 May 2009 20:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-19T17:07:04.055-03:00</atom:updated><title>Mais comentários</title><description>Professsora, estou enviando o comentário sobre um texto do livro em anexo. Atenciosamente,Daniela Koppe&lt;br /&gt;Texto: A avaliação do aluno da área de saúde.Autora: Maria Luzia Chollopetz da Cunha O texto traz uma reflexão sobre a problemática da avaliação. A autora critica o modelo atual de avaliação baseado na realização de provas escritas objetivas e ressalta a importância de se realizar uma avaliação abrangente, contínua, propiciando diálogo entre  professor e o aluno, permitindo para ambos uma reflexão crítica e construtiva do processo ensino-aprendizagem. Comentário: Acredito que ainda não exista uma forma ideal de avaliação,  o fundamental é que a questão já é alvo de discussões. Sabemos da importância da aproximação e do diálogo entre professores e alunos, mas, na prática, nos deparamos com turmas muito numerosas e professores mal remunerados. O modelo ideal de avaliação deve ser buscado, adaptado a nossa realidade e deve contemplar conhecimento/habilidade técnica e relacionamento médico-paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o intuíto de colocar minha opinião sobre o livro de Prática Educativa em Medicina li alguns capítulos e tirei algumas reflexões:&lt;br /&gt;" Ser um bom professor é algo difícil e acredito que deva ser considerada uma missão. O idealismo de Paulo Freire no livro Pedagogia da Autonomia deve ser o espírito da docência. O professor deve, acima de tudo, ter o espírito limpo de pensamentos e objetivos egoístas. Deve ter a troca de conhecimentos como ideal de vida e estar isento de interresses secundários em relação aos alunos. Como o ser humano dificilmente se comporta assim, cabe um trabalho desde a infância para transformar as pessoas mais altruístas. Sendo professor ou não,  todos nós, devemos estar imbuídos desse espírito na vida em sociedade. Porém, esperamos de nossos mestres nada menos do que isso. O interessante é que todos os conceitos de um professor ideal está presente naqueles mestres que ao longo da nossa vida nos marcaram."&lt;br /&gt;Um abraço,&lt;br /&gt;Rodrigo Lindenmeyer&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-2710642977094433595?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/05/mais-comentarios.html</link><author>noreply@blogger.com (Carmen Lucia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-9179198519089493294</guid><pubDate>Wed, 13 May 2009 17:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-13T15:09:48.723-03:00</atom:updated><title>Caros/as Alunos/as</title><description>Hoje foi feito o Seminário (pré e pós teste) e ficou combinado que na próxima aula os grupos trabalharão nos seus planejamentos (organização do conteúdo; metodologia e avaliação da prática de ensino). Para isso cada grupo tem que trazer o material que irá utilizar (livros, revistas,...) para organizar com os seus colegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As apresentações estão organizadas desse modo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 27 de maio de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 Grupo:Ângela Santos; Rosane Nery; Grace Vidal; Fernanda...;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temática: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cuidando do cuidador&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 3 de junho de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 Grupo:Marlene Costa; Fabrizia Faulhaber; Elisa Martins;  Giovanni Alves ; Maria Letícia Ikeda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temática: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Educação Sexual (HIV e demais doenças transmissíveis)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 10 de junho de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 Grupo:Cristiane Cassol; Camila Becker; Alessandra Werlang;Andrea  Kramer; Silveria Pérez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temática:...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 Grupo: ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temática:...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 17 de junho de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço e até a próxima aula, Sônia Pedroso&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-9179198519089493294?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/05/carosas-alunosas.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-2894225960046856361</guid><pubDate>Wed, 29 Apr 2009 12:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-29T09:44:54.557-03:00</atom:updated><title>Prezados Professores,</title><description>Desculpem o atraso no envio deste material.Segue abaixo um resumo do material que li.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Att,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Andréa Kramer&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aluna: Andréa Sebben Kramer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto: Análise de uma Prática Educativa em Saúde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Sônia Regina Silva Pedroso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;?Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.? Paulo Freire&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta foi a frase que chamou a atenção para este artigo do livro Prática Educativa em Saúde. Nos primeiros parágrafos, a autora comenta sobre a dificuldade dos alunos em compreender a importância da disciplina para a sua formação profissional e sobre o desconhecimento e desvalorização da educação. Acredito que estas indagações provêm do modo como somos educados desde crianças, onde desde então, o professor está na frente e os alunos sentados em suas classes para receber o saber daquele docente. No seu texto, a autora enfatiza (sempre referenciando Paulo Freire) que a ação educativa não deve ser considerada como simples técnica, mas sim como formadora de conhecimentos, atitudes e valores e exige respeito à autonomia e à dignidade de cada pessoa. Também mostra a importância deste tipo de discussão em qualquer campo profissional, pois todos somos aprendizes e educadores ao mesmo tempo, constituindo assim o nosso saber. Acredito que o papel de aprendizes e educadores não está restrito ao espaço físico de uma escola ou universidade, mas ocorre nos mais variados ambientes que proporcionem a troca de saberes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-2894225960046856361?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/04/prezados-professores_29.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-7803455635947712923</guid><pubDate>Tue, 28 Apr 2009 23:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-28T20:58:47.291-03:00</atom:updated><title>Metodologia de ensino</title><description>Lenita Simões Krebs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia. [do gr. metodos, 'metodo', + -log (o) + ia.] S. f.. 1. A arte de dirigir o espírito na investigação da verdade. 2. Filos. Estudo dos métodos e especialmente dos métodos da ciência. &lt;br /&gt;Método. [do gr. metodos, 'caminho para chegar a um fim'.] S. m. 1. Caminho pelo qual se atinge um objetivo. 2. Programa que regula previamente uma série de operações que se devem realizar, apontando erros evitáveis em vista de um resultado determinado (esperado). 3. Processo ou técnica de ensino: método direto. 4. Modo de proceder; maneira de agir; meio.&lt;br /&gt;        Novo Dicionário Aurélio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A metodologia de ensino consiste no estudo dos métodos, no conjunto de técnicas e teorias que são utilizadas para colaborar na formação do aluno. Estuda a melhor maneira de abordar determinados conteúdos e pressupõe o estabelecimento de relações vivas entre quem apresenta o conteúdo e aqueles que o estão recebendo. O método é o processo utilizado para a resolução de um determinado problema, no caso, chegar ao ?saber?. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma direta é possível classificar os métodos empregados pelos professores da seguinte forma: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;? Método prático, ou "aprender fazendo": nesse método o aluno é levado a aprender realizando tarefas idênticas às que serão encontradas na vida real a fim de que este possa repetir tal tarefa, em seu exercício profissional, de modo satisfatório e sem grandes supervisões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;? Método conceitual, ou "aprender a teoria": aqui, o professor transmite um conceito teórico, obrigando o aluno a pensar para adaptar essa teoria na resolução de problemas relacionados com a mesma. Através de exercícios teóricos e práticos, em sala de aula, o professor consolida os conhecimentos dos alunos e as aplicações concretas a serem defrontadas pelos alunos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;? Método simulado, ou "aprender na realidade imitada": método no qual o professor cria um ambiente o mais próximo possível da realidade, para que o aluno resolva os problemas propostos. Este é um dos métodos mais utilizados para ensinar assuntos relacionados com riscos, principalmente de vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;? Método comportamental, ou "aprender por crescimento psicológico": método no qual o professor orienta o aluno a assumir determinado papel, em uma situação hipotética, mas possível de ocorrer na vida profissional. Ao representar esse papel, o aluno expõe o seu comportamento frente a ela, o que permite que ele mesmo constate como reage e, na maioria das vezes com o auxílio do professor, conclua sobre a adequação do seu comportamento ou com as mudanças necessárias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Freire, grande pedagogo da atualidade e respeitado mundialmente, expõe sua opinião sobre método de ensino em uma entrevista: ?Eu preferia dizer que não tenho método. O que eu tinha, quando muito jovem, há 30 anos ou 40 anos, não importa o tempo, era a curiosidade de um lado e o compromisso político do outro, em face dos renegados, dos negados, dos proibidos de ler a palavra, relendo o mundo. O que eu tentei fazer, e continuo hoje, foi ter uma compreensão que eu chamaria de crítica ou de dialética da prática educativa, dentro da qual, necessariamente, há certa metodologia, certo método, que eu prefiro dizer que é método de conhecer e não um método de ensinar?. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As idéias de Paulo Freire surgiram no contexto do Nordeste brasileiro, a partir da década de 1950, onde metade dos 30 milhões de habitantes da região era analfabeta e todas as vivências eram impostas por uma realidade de opressão, imposição, limitações e muitas necessidades. Segundo alguns estudiosos, o fio condutor das idéias pedagógicas de Paulo Freire é a alfabetização visando à libertação integrando o campo cognitivo, o social e o político. Paulo Freire estimula a inserção do educando no seu contexto social e político, na sua realidade, promovendo o despertar para a cidadania plena e a transformação social. É a leitura da palavra, proporcionando a leitura do mundo. A seguinte frase de Paulo Freire ilustra bem seu pensamento: ?Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para concluir, o método de ensino eficaz, seja ele qual for, deve ser motivador, estimular a curiosidade, ensinar como utilizar as informações transmitidas, mas situando sempre o aluno no seu contexto, formando cidadãos conscientes e com senso crítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia consultada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rocha LAG. Jogos de empresa: desenvolvimento de um modelo para aplicação no ensino de custos individuais. http://www.eps.ufsc.br/disserta97/giordano/ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teixeira GJW. Common teaching methods. &lt;br /&gt;http://www.serprofessoruniversitario.pro.br/ler.php?modulo=14&amp;texto=868 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Freire: educar para transformar. [homepage on the internet]. http://www.projetomemoria.art.br/PauloFreire/pensamento/01_pensamento_o%20metodo_paulo_freire.html &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feitosa SCS. Método Paulo Freire: princípios e práticas de uma concepção popular de educação. Dissertação de mestrado defendida na FE-USP (1999).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-7803455635947712923?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/04/metodologia-de-ensino.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-3702459377297791507</guid><pubDate>Mon, 27 Apr 2009 22:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-27T20:01:20.593-03:00</atom:updated><title>Prezados Professores,</title><description>Primeiramente gostaria de me desculpar por não ter comparecido na aula semana passada, mas surgiram uns imprevistos que felizmente foram todos resolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o intuíto de colocar minha opinião sobre o livro de Prática Educativa em Medicina li alguns capítulos e tirei algumas reflexões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ser um bom professor é algo difícil e acredito que deva ser considerada uma missão. O idealismo de Paulo Freire no livro Pedagogia da Autonomia deve ser o espírito da docência. O professor deve, acima de tudo, ter o espírito limpo de pensamentos e objetivos egoístas. Deve ter a troca de conhecimentos como ideal de vida e estar isento de interesses secundários em relação aos alunos. Como o ser humano dificilmente se comporta assim, cabe um trabalho desde a infância para transformar as pessoas mais altruístas. Sendo professor ou não,  todos nós, devemos estar imbuídos desse espírito na vida em sociedade. Porém, esperamos de nossos mestres nada menos do que isso. O interessante é que todos os conceitos de um professor ideal está presente naqueles mestres que ao longo da nossa vida nos marcaram."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodrigo Lindenmeyer&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-3702459377297791507?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/04/prezados-professores.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-9138677022190742346</guid><pubDate>Thu, 23 Apr 2009 00:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-22T21:35:58.526-03:00</atom:updated><title>Seguem outras</title><description>5) Fernanda d' Athayde Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto: Aprendizagem Baseada em Problemas: uma nova visão do processo de aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto ressalta a transformação dos currículos das faculdades de Medicina saindo de um Modelo Pedagógico centrado no professor, baseado na transmissão unidirecional do conhecimento. O aluno apenas recebe passivamente o conhecimento sendo o aprendizado avaliado pela memorização do conteúdo. O programa curricular dos cursos da área da saúde estão em algumas Universidades saindo de uma estrutura estática, pré- estabelecida para um processo de aprendizagem onde é priorizado o ato de aprender em relação ao ato de ensinar, onde o aluno passa a ser o agente ativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aprendizagem baseada em problemas (ABP) baseia-se em princípios construtivistas, através de grupos operativos.O aluno desenvolve sua autonomia buscando sua solução para a resolução do problema, desenvolvendo um raciocínio crítico que facilitará as futuras tomadas de decisões.Esse modelo exige mais do professor que deve ser capacitado para agir como treinador, servindo como modelo, pensando junto com os estudantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo o artigo, fico pensando como fomos condicionados desde pequenos , ao primeiro contato com o professor, a ficar calado, apenas ouvindo o que é ensinado , sem questionamentos, aceitando tudo o que nos é dito como se o professor fosse o único dono do conhecimento. Criticar para quê? Acreditem e pronto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a maioria das escolas mantém o mesmo sistema de ensino fundamentado na figura suprema do professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como então instituir no currículo a ABP e fazer com que os estudantes consigam compreender essa metodologia e aproveitá-la? Como esquecer toda uma vida escolar  onde o estudante era o ser passivo e começar a ser um questionador, buscando soluções para os problemas,trabalhando interdisciplinarmente e em grupos? Eos professores que passaram sua vida dando aulas estruturadas da mesma forma terão que estar dispostos a mudar, a buscar novas formas de ensinar, de comunicar-se com seus alunos aprendendo junto com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar, quebrar paradigmas, modificar uma estrutura pré ?estabelecida , expor-se. Tudo isso torna-se assustador quando não fomos doutrinados para fazer . Todo esse contexto vem trazendo na prática dificuldades na implantação da ABP. Em algumas faculdades de Medicina onde foram adotadas, os cursos tiveram avaliações muito baixas. Talvez a melhor maneira  seja utilizar uma estrutura mista de metodologias, para que o aluno acostume-se a pensar , trabalhar em grupo e assim aos poucos vai deixando para trás suas dificuldades de interagir e defender suas opiniões frente a vida e a profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernanda d? Athayde Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) COMENTÁRIO SOBRE O CAPÍTULO: A AVALIAÇÃO DO ALUNO DA ÁREA DA SAÚDE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação deve ser um processo contínuo e diversificado, de acordo com os objetivos de cada área, porém sempre incentivando o aluno a não se ater apenas a conhecimentos específicos, buscando experiências e trocas de vivências com profissionais de outras áreas da saúde, para que este possa no futuro poder atuar em ambientes multidisciplinares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve ser contínuo e diversificado, pois o aluno deve ser avaliado sobre todos os aspectos teóricos e práticos, não apenas de maneira tradicional, como provas, mas também através de seu amadurecimento na aquisição de novos conhecimentos. Assim, o aluno precisa ser incentivado constantemente para que não apenas escute as informações que lhes são passadas, mas que discuta, que questione, e que através destes questionamentos consiga maturar suas próprias idéias e novas dúvidas, fazendo com que este processo seja uma constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que no Brasil já estejam sendo aplicadas novas maneiras de avaliação nas áreas da saúde, porém a velha e antiga prova ainda reina, limitando os profissionais àquele velho clichê de que o ser humano só funciona sobre pressão. Mas devemos enxergar além do clichê, temos que quebrar paradigmas e saber que com processos avaliativos diferenciados, estaremos exigindo dos profissionais da saúde um conhecimento específico porém com uma visão de vários ?ângulos? (diversificada) de sua profissão e de sua atuação, ou seja,  futuramente será um profissional capacitado a trabalhar em um meio multidisciplinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aluna: Grace Guindani Vidal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) De Giovanni Nardin Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário sobre o artigo: ?PREPARANDO-ME PARA SER MESTRE? pg. 125&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um primeiro momento a autora aborda o tema AVALIAÇÃO e toda a complexidade que consiste essa ação. Avaliar acredito eu, seja uma das tarefas mais difíceis de um professor. Como abordado no artigo: ?Quais critérios? Quando avaliar? Qual padrão de comparação????????????&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que a avaliação não seja um ato estagnado e unidirecional: Aluno executa........ professor avalia.  Acredito na avaliação como um sistema dinâmico, um processo contínuo onde tanto o aluno quanto o professor possam se utilizar do fruto dessa ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Chamou-me atenção o trecho onde ela cita que, ao longo do tempo, a avaliação tem assumido um caráter de cobrança e punição.  Lembro de toda minha trajetória como estudante e identifico esse sentimento. Realmente a avaliação sempre é vista com medo e angustia, e nunca como uma possibilidade de poder exercer o conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         ?O erro é bastante significativo para auxiliar à compreensão do processo avaliativo como construção e não como punição?.  O erro encarado como parte do processo avaliativo também oferece tanto para o professor como ao aluno a reciprocidade intelectual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Quando falamos em avaliar alunos de cursos da área da saúde devemos lembrar-nos de abordar não somente aspectos técnicos, mas também aspectos relacionais e humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         O segundo tema abordado no artigo fala sobre a PAIXÃO DE FORMAR! Na leitura desse trecho fica muito claro que o sucesso desse processo, agora falo do processo de ensinar, depende muito do envolvimento profundo e verdadeira dedicação do professor. Não por ele ser detentor do conhecimento absoluto e ?ponto definitivo  de chegada quando se trata de aprendizagem?, mas por ser uma pessoa assim como aluno capaz de trocar conhecimento facilitando e interagindo no processo ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) Reflexões sobre ?Análise de uma prática educativa em saúde? de Sônia Regina Silva Pedroso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                  Lenita Simões Krebs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No texto, a professora Sônia faz um relato sobre as modificações observadas nos alunos da disciplina de Prática Educativa ao longo das aulas, através das observações e registros feitos na sala de aula e também das discussões realizadas no blog. Inicialmente, os alunos demonstraram desconhecer a importância da disciplina de Prática Educativa, já que tinham uma concepção limitada da educação e a idéia de que dar aulas é fácil bastando possuir o conhecimento técnico sobre o assunto a ser ministrado. Com o decorrer das atividades, a professora percebeu que a disciplina provocou os alunos, levando-os a refletir sobre as suas práticas educativas e a repensar os preconceitos referentes à educação. Percebeu, também, que alguns alunos procuraram se aprofundar nessas questões após o término da disciplina, buscando uma formação mais específica na área da educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o apoio de alguns autores pesquisados, salienta que as qualidades necessárias para sermos educadores podem ser desenvolvidas através de treinamento. Essas qualidades podem ser resumidas como: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Saber ouvir;&lt;br /&gt;    * Competência e habilidade para transmitir os conhecimentos;&lt;br /&gt;    * Capacidade de reconhecer que cada aluno e cada turma são diferentes;&lt;br /&gt;    * Capacidade de estabelecer uma relação de troca com os alunos;&lt;br /&gt;    * Percepção das peculiaridades da atividade que se propõe realizar;&lt;br /&gt;    * Estar preparado para as eventualidades de não dispor dos meios necessários para desenvolver o trabalho conforme planejado, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia que guardei do texto, é que a relação professor-aluno deve ser uma relação dinâmica e de provocação. O aluno deve ter curiosidade ou esta deve ser estimulada pelo professor através da demonstração da importância e da utilização prática do que está sendo discutido. O professor deve ter um bom conhecimento sobre si mesmo, das suas qualidades e limitações para poder explorar ou contornar ou superar as suas características e, assim, poder transmitir os conhecimentos, ouvir e entender as dúvidas dos alunos. Mas, não há o que ensinar se não houver o conteúdo e a formação necessária para poder transmiti-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extrapolando, o professor não é apenas aquele que está em sala de aula, na frente de uma turma de alunos. É também o profissional que está atendendo em consultório ou hospital, conversando com familiares ou pacientes, fornecendo informações sobre a doença em questão ou sobre as formas de prevenção. Aqui ele também está desenvolvendo a prática educativa, informando, conscientizando, estimulando a curiosidade das pessoas envolvidas. E também na sua vida particular, no convívio com a família, ele está observando e transmitindo informações técnicas e exercendo a função de professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9)  Comentário sobre o ?Ciclos de Formação Proposta Político-Pedagógica da Escola Cidadã?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto descreve como  definição de currículo, uma forma de organização para criação do ?sujeito social?. Essa formação é influenciada por todo contexto social onde ela é criada, agrupando todo legado cultural até interesses na esfera econômica, para criação do ?ser? necessário para manutenção do modelo requerido. Então o educador tem além de tudo um papel social .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escola cidadã defendida no texto engloba conceitos que são excluídos do modelo atual de ensino, que tenta respeitar uma perspectiva ?progressista e tranformadora? na transmissão do conhecimento. A forma tradicional de ensino se resume em um algoritmo onde o professor detêm o conhecimento que deve ser impresso em agentes com papel exclusivo passivo. É então defendido, uma estruturação de ensino baseada em ?ciclos de aprendizado?, onde as individualidades seriam respeitadas. O aprendizado seria um contínuo evolutivo, onde a cada etapa concluída, a partir da necessidade de novo enriquecimento, haveria uma progressão, não mais baseada em limites de tempo, mas em resultados alcançados. Com isso, estabelece-se a flexibilidade do aprendizado e retira-se da escola a ?face opressiva?, tentando superar a alta taxa de abandono escolar nas classes populares e a defasagem  idade-série, expressa pelo ?fracasso crônico? desses alunos. Haveriam três ciclos previstos de acordo com as necessidades a serem atingidas em cada fase do desenvolvimento humano (6 aos 10 anos, 10 aos 12 anos e 12 aos 15 anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha opinião, essa elaboração do currículo baseada na criação do ser ?pensante e questionador? esbarra em questões de controle social, abrindo horizontes para reorganização da sociedade. A definição de ciclos de aprendizado, baseado em metas atingidas, é antes de tudo, uma forma de inclusão social. O contexto de cada indivíduo, seria levado em conta e trabalhado, para atingir com maior ou menor tempo uma homogeneidade de conhecimento, não como uma corrida temporal . Mas isso não é interesse da classe pensante e detentora do poder econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ângela Barreto Santiago Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Da mesma autora:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário sobre o capítulo ?Aprendizado baseado em problemas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa nova forma de aprendizado que tem o aluno como peça fundamental e ativa na elaboração do conhecimento é muito atrativa. Com esse modelo, a informação passa a ser buscada e não apenas entregue a um ouvinte que muitas vezes não quer nem ser o receptor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problemas criados a partir de dados reais, são apresentados a um grupo. Inicialmente há uma interpretação conforme a vivência e experiências pessoais na procura da solução mais adequada.Então, lança-se o desafio, da busca da melhor solução possível, conforme a literatura vigente, procurando chegar o mais próximo da verdade que?desvendaria? aquele problema. O professor aqui, tem um papel importante, na organização dos grupos de discussão e na orientação desta busca do apresentado. Uma segunda discussão, agora com o resultado  desta busca individual estabele-se,  e o maior enriquecimento de conhecimentos virá. Com isso, ocorre uma grande integração entre todos, com troca de informações e vivências e o professor acaba também sendo desafiado a sempre se manter atualizado e com domínio quase total do problema, já que os ouvintes agora buscarão o seu conhecimento e a discussão no segundo momento virá de uma grupo conhecedor da temática e não de ouvintes passivos, que poderão aceitar tudo que lhe é passado, sem questionamentos. Essa técnica, acaba caindo no do dito popular de que o mais importante é ?dar uma vara de pescar  e não o peixe já pescado?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse modelo iniciado na Holanda,está se difundindo em algumas faculdades brasileiras como a Universidade de Londrina e UNIFESP. A minha vivência com modelos semelhantes ocorreu em estágios mais avançados da medicina, principalmente no último ano de faculdade, numa fase onde as soluções já aparecem mais fácil pela bagagem já adquirida. Foi uma  forma de aprendizado marcante para mim, mas acho que ficaria difícil se aplicar a todo um curso, essencialmente as fases iniciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ângela B.S.Santos&lt;br /&gt;08.04.2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-9138677022190742346?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/04/seguem-outras.html</link><author>noreply@blogger.com (Carmen Lucia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-7624752574398663428</guid><pubDate>Thu, 23 Apr 2009 00:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-22T21:24:14.836-03:00</atom:updated><title>Finalmente sairam os convites e</title><description>seguem os textos que recebi!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;!) Texto 1 de Cláudia da Costa Silva comenta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mirror (Jair Segal)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor discorre sobre sua experiência enquanto docente, onde se percebe ao mesmo tempo ?imagem?, para os alunos, e ?reflexo?, dos mestres que por ele próprio já haviam passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recorre à literatura da área na tentativa de abrandar suas inquietações quanto aos saberes necessários para desenvolver a tarefa proposta: ser ele próprio um ?mestre?. Cita Freire, que coloca ?da importância que os estudantes percebam as diferenças de compreensão dos fatos, as posições às vezes antagônicas entre os professores na apreciação dos problemas e no equacionamento de soluções?. E se pergunta se esta compreensão é real e possível e, se existe, vem dos próprios alunos ou deve ser instigada pelos professores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor sente-se desafiado pelo convite ?impositivo? de dar sua 1ª aula na companhia da regente da disciplina de Prática Educativa, e se questiona sobre seguir as regras de sua mestra (ser um reflexo fiel) ou criar seu próprio método (tornar-se a sua própria imagem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da responsabilidade de servir como ?instrumento de transmissão de saberes? surgem-lhe diversos questionamentos, sobre as experiências prévias dos alunos, os seus interesses e estilos de aprendizagem, o q seriam eles capazes de aprender?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflete também acerca do método de avaliação, tradicionalmente centrado exclusivamente nos resultados obtidos pelo aluno, método onde o autor não se sente avontade, apesar de reconhecer que a avaliação feita deste modo torna as coisas mais fáceis para o professor. Prefere, por outro lado, a avaliação feita sobre os ?resultados da aprendizagem?, método mais raro, que exige que o docente se fixe mais na aprendizagem e desenvolvimento do educando, colocando-os como o centro de todas as atividades de educador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cita Luckesi, que orienta que o sistema avaliativo deve ser contínuo, considerando não só o desempenho do aluno em trabalhos acadêmicos ou provas, mas aspectos como presença e grau de participação nas aulas. Sugere ainda a abolição de provas com base em perguntas e respostas, e provas finais. Ao invés disso sugere trabalhos escritos, como resultado de pesquisas bibliográficas e de trabalhos de campo e laboratório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação centrada nos resultados é vista pelo autor como um instrumento de poder, muitas vezes usado como um ato penalizador e com a função restrita de estabelecer uma classificação do educando, expressa em termos de aprovação ou reprovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo com o ponto de vista do autor quando ele defende que para a realização de um adequado processo de aprendizagem é preciso compartilhar com o educando os objetivos do processo de ensino, e que a avaliação formativa tem um valor superior ao da avaliação verificadora. Através de um clima de respeito e colaboração, mantendo um compromisso com o objetivo comum, é possível uma atuação docente mais adequada às necessidades de formação do educando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, não acredito em extremismos, e não vejo como ganho a total abolição de técnicas mais tradicionais como ?aulas expositivas? e ?provas baseadas em erros e acertos?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura, sabedoria e experiência de grandes mestres muitas vezes são bem representadas e aproveitadas através de aulas expositivas. Entretanto, por mais brilhante que seja a aula, quem a está ministrando levou muito tempo além dos 45min de aula pra acumular aquelas informações, e se o aluno não se der conta disso pode criar a fantasia de que ?aquela aula? vai ou não ser responsável pela sua aquisição de conhecimentos, e a partir daí achar que pode empregar seu tempo em qualquer outra atividade, que não estudar, através de outros artigos e livros, o mesmo assunto desenvolvido em aula.&lt;br /&gt;Quanto ao tópico ?avaliação?, também não acredito na total abolição de métodos como ?provas baseadas em erros e acertos? ou ?provas finais?. Creio que uma avaliação mais formativa tem muito a contribuir com o crescimento do processo de aprendizagem, e por conseguinte, com a formação do aluno, mas em alguns momentos ainda será necessário nos certificarmos de que o aluno é capaz de desenvolver cálculos que serão uma constante na sua prática profissional diária; ou que ele consegue chegar a determinado diagnóstico; ou que tem capacidade para decidir entre procedimentos distintos qual é o mais adequado ou priorizá-los caso devam ser ambos utilizados. Enfim, acredito que é melhor somarmos métodos, na medida do possível e do mais indicado a cada situação, ao invés de optarmos por uma ideologia mais progressista, em detrimento de métodos que julgamos ultrapassados, mas que ainda podem ter muito a contribuir, se bem empregados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Silveira de Almeida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Envio, anexo, o comentário sobre um texto sobre "currículo", conforme solicitado na última aula. O texto selecionado foi: "A construção do currículo em sala de aula: desafios e possibilidades", dos autores Helena Maria dos Santos Felício (Mestre em Educação, professora da Universidade do Vale do Paraíba) e Ronaldo Alexandre de Oliveira (Doutor em Educação, professor da Universidade do Vale do Paraíba), publicado no periódico "Olhar de professor", Ponta Grossa, 9(2): 327-339, 2006. Obs.: Não consegui enviar ao bolg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana S. de Almeida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção do currículo em sala de aula: desafios e possibilidades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helena Maria dos Santos Felício&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ronaldo Alexandre de Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No artigo ?A construção do currículo em sala de aula: desafios e possibilidades?, os autores discutem os resultados de uma pesquisa que objetiva analisar o processo de construção do currículo em sala de aula, num modelo em que professor e aluno são envolvidos na arquitetura das ações curriculares, favorecendo, continuamente, o exercício da auto-formação, rompendo com a hierarquização do conhecimento e com as relações autoritárias de poder. Desta forma, constatam que existe essa possibilidade com indícios de autonomia e emancipação, uma vez que possibilita a democratização da relação professor-aluno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo de um currículo bem planejado é uma oferta cultural que o sistema educacional possa apresentar aos alunos, dando prioridade às necessidades existentes, favorecendo, continuamente, o exercício da auto-formação com responsabilidade, em que os professores e alunos participam no processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Enviado por Camila Beltrame Becker&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; CURRÍCULO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita de Cassia Cavalcanti Porto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idéia do Autor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Para Freire, o currículo é entendido no sentido amplo que passa necessariamente por uma leitura do mundo. A esse respeito, ele é categórico quando afirma que: ?a leitura do mundo precede a leitura da palavra, da mesma maneira que o ato de ler palavras implica, necessariamente, uma contínua releitura do mundo?. Com isso, ele critica o currículo tradicional centrado em disciplinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Segundo Freire, o currículo padrão, o currículo de transferência é uma forma mecânica e autoritária de pensar sobre como organizar um programa, que implica, acima de tudo, numa tremenda falta de confiança na criatividade dos estudantes e na capacidade dos professores! Porque, em última análise, quando certos centros de poder estabelecem o que deve ser feito em classe, sua maneira autoritária nega o exercício da criatividade entre professores e estudantes. O centro, acima de tudo, está comandando e manipulando, à distância, as atividades dos educadores e dos educandos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Em oposição, ele mostra, com a sua primeira obra Educação como prática da&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;liberdade, a importância de construirmos o currículo a partir do levantamento do universo vocabular, dentro de um contexto cultural situado. Desse modo, ele diferencia a cultura popular da erudita e assim o fazendo, opta pela cultura das classes populares. O currículo, nesta perspectiva, passa a ser organizado a partir da seleção de temas geradores em função da relevância social que estes venham a assumir para um determinado grupo de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Embora não se encontre explicitamente em Freire definição mais elaborada a respeito do currículo, sua obra se acha impregnada do caráter político, histórico e cultural do currículo, assim como faz ressaltar permanentemente a importância de desocultar a ideologia subjacente ao currículo oficial e propõe que se busquem formas de resistência às imposições autoritárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) De outra autora:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo lido:&lt;br /&gt;Considerações reflexivas de um programa de aleitamento materno aplicado na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo relata sobre um programa desenvolvido em escolas,sobre aleitamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;materno,que atingiu 311 escolares da quinta série do ensino fundamental. O objetivo do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;programa foi desenvolver uma postura favorável ao aleitamento materno em crianças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;em fase escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                    Ao ler esse artigo, convenci-me da importância desse tema abordado para&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;jovens escolares e principalmente por ter sido trabalhado em cima de suas próprias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;experiências.Ministério da Saúde e Ministério da Educação deveriam trabalhar juntos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;questões de relevância para a saúde da população através da educação nas escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que todas as ações voltadas para a promoção da saúde são de extrema impor-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tância. Alguns programas isolados são desenvolvidos, como o do artigo lido, porém o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ideal seria que esse e outros assuntos fizessem parte do currículo ogrigatório das es-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;colas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elisa Justo Martins&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-7624752574398663428?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/04/finalmente-sairam-os-convites-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Carmen Lucia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-1876665495273525347</guid><pubDate>Wed, 22 Apr 2009 14:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-22T11:57:57.743-03:00</atom:updated><title>Prática Educativa em Medicina: comentários sobre o texto ?Uso de técnicas de dinâmica de grupo como recurso didático?</title><description>Lenita Simões Krebs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marilene Zimmer, autora do texto em questão, apresenta uma revisão sobre dinâmica de grupo e levanta aspectos muito interessantes sobre essa prática. O homem é um ser que vive em grupo, e essa convivência favorece o aprendizado através da troca de experiências. Cada participante enriquece o grupo com as suas qualidades pessoais, mas também oferece alguns limites indesejáveis, por conta de dificuldades como insegurança, egocentrismo, entre outras. Várias das premissas comentadas pela autora têm como idéia central o ?fazer?, como um meio construir o saber e de internalizar o que foi aprendido.&lt;br /&gt;Partindo dessas duas idéias, ?grupo? e ?fazer?, a dinâmica de grupo se destaca como um método que pode atingir vários objetivos dentro do grupo: integração, autoconhecimento, reflexão, criatividade, melhora da comunicação, recreação, afetividade, treinamento de enfrentamento de situações, etc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-1876665495273525347?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/04/pratica-educativa-em-medicina.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-8905252221551149831</guid><pubDate>Tue, 21 Apr 2009 21:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-21T18:24:17.813-03:00</atom:updated><title>Reflexões sobre ?Análise de uma prática educativa em saúde? de Sônia Regina Silva Pedroso</title><description>Lenita Simões Krebs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No texto, a professora Sônia faz um relato sobre as modificações observadas nos alunos da disciplina de Prática Educativa ao longo das aulas, através das observações e registros feitos na sala de aula e também das discussões realizadas no blog. Inicialmente, os alunos demonstraram desconhecer a importância da disciplina de Prática Educativa, já que tinham uma concepção limitada da educação e a idéia de que dar aulas é fácil bastando possuir o conhecimento técnico sobre o assunto a ser ministrado. Com o decorrer das atividades, a professora percebeu que a disciplina provocou os alunos, levando-os a refletir sobre as suas práticas educativas e a repensar os preconceitos referentes à educação. Percebeu, também, que alguns alunos procuraram se aprofundar nessas questões após o término da disciplina, buscando uma formação mais específica na área da educação.  &lt;br /&gt;Com o apoio de alguns autores pesquisados, salienta que as qualidades necessárias para sermos educadores podem ser desenvolvidas através de treinamento. Essas qualidades podem ser resumidas como:  &lt;br /&gt;? Saber ouvir;&lt;br /&gt;? Competência e habilidade para transmitir os conhecimentos; &lt;br /&gt;? Capacidade de reconhecer que cada aluno e cada turma são diferentes;&lt;br /&gt;? Capacidade de estabelecer uma relação de troca com os alunos; &lt;br /&gt;? Percepção das peculiaridades da atividade que se propõe realizar;&lt;br /&gt;? Estar preparado para as eventualidades de não dispor dos meios necessários para desenvolver o trabalho conforme planejado, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia que guardei do texto, é que a relação professor-aluno deve ser uma relação dinâmica e de provocação. O aluno deve ter curiosidade ou esta deve ser estimulada pelo professor através da demonstração da importância e da utilização prática do que está sendo discutido. O professor deve ter um bom conhecimento sobre si mesmo, das suas qualidades e limitações para poder explorar ou contornar ou superar as suas características e, assim, poder transmitir os conhecimentos, ouvir e entender as dúvidas dos alunos. Mas, não há o que ensinar se não houver o conteúdo e a formação necessária para poder transmiti-lo. &lt;br /&gt;Extrapolando, o professor não é apenas aquele que está em sala de aula, na frente de uma turma de alunos. É também o profissional que está atendendo em consultório ou hospital, conversando com familiares ou pacientes, fornecendo informações sobre a doença em questão ou sobre as formas de prevenção. Aqui ele também está desenvolvendo a prática educativa, informando, conscientizando, estimulando a curiosidade das pessoas envolvidas. E também na sua vida particular, no convívio com a família, ele está observando e transmitindo informações técnicas e exercendo a função de professor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-8905252221551149831?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/04/reflexoes-sobre-analise-de-uma-pratica.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-6120090968633771362</guid><pubDate>Tue, 21 Apr 2009 02:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-20T23:05:42.644-03:00</atom:updated><title>Scaner Convite 1.jpg - Gmail</title><description>&lt;p&gt;Destaque para o colega que muito me honra com sua disponibilidade em conviver, ensinar e ousar junto. Parab?ns pela merecido pr?mio.&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;amp;ik=10b1e40870&amp;amp;view=att&amp;amp;th=120c41435dd1b437&amp;amp;attid=0.2&amp;amp;disp=inline&amp;amp;zw"&gt;Scaner Convite 1.jpg - Gmail&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-6120090968633771362?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/04/scaner-convite-1jpg-gmail.html</link><author>noreply@blogger.com (Carmen Lucia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-8975628773110916210</guid><pubDate>Tue, 21 Apr 2009 00:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-20T21:11:39.159-03:00</atom:updated><title>Disciplina de Prática Educativa em Medicina</title><description>Aluna: Maria Letícia Rodrigues Ikeda&lt;br /&gt;Professores: Dra. Carmem, Dr. Manfroi e Profª Sônia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Textos lidos: Aprendizado Baseado em Problemas- Marcelo Basso de Souza e &lt;br /&gt;Aprendizagem Baseada em Problemas: Uma Nova visão do Processo de Aprender- Jacó Zaslavsky&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário:&lt;br /&gt;Fiquei interessada nestes textos pois eles tem importante relação com o meu trabalho tendo em vista que o Hospital onde trabalho tem um Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva. Certamente os programas de residência são aprendizado baseado em problemas só que com problemas reais e com pessoas já com uma ?bagagem teórica? prévia. Chama atenção a preocupação e a tendência do aprendizado como uma via de mão dupla e não unidirecional, o estímulo ao protagonismo do aluno e o respeito a posição do mesmo não mais passivo e ?receptáculo? de saberes e sim ativo e proporcionando trocas. Quem trabalha em saúde deve, a meu ver, desde sua fase de profissionalização reconhecer no outro sempre uma possibilidade de aprendizado, seja no colega de mesma profissão, um membro da equipe de outra categoria profissional, um paciente/usuário, os familiares ou uma comunidade. A formação dos profissionais com a lógica da aprendizagem baseada em problemas é provocadora, instigante e ?problematizadora?. Também é interessante nos textos observar que esta técnica não invalida a presença e a importância do professor e não destitui o mesmo do seu papel. Trata-se de uma técnica de ensino, de um modelo que redimensiona o papel do professor e desenvolve a autonomia do aluno. Ao tirar tanto aluno quanto professor da zona de conforto que é o tradicional ?dar e receber uma informação? constitui uma excelente estratégia para formação de profissionais realmente capazes de constituirem um sistema de saúde humanizado, resolutivo, solidário e voltado para a sociedade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-8975628773110916210?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/04/disciplina-de-pratica-educativa-em.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-3198768663450446148</guid><pubDate>Mon, 20 Apr 2009 21:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-20T18:02:21.460-03:00</atom:updated><title>Elite paulistana migra dos convênios médicos para o SUS</title><description>A cada cinco atendimentos na rede pública da capital de São Paulo, um paciente é das classes A e B. Os dados são de pesquisa realizada pela Secretaria de Estado da Saúde em 34 unidades estaduais do SUS, no mês de janeiro deste ano, e reportados pelo jornal ?Estado de São Paulo?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;em 13-abr-2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A elite paulistana migrou dos planos de saúde para os hospitais públicos, em busca da alta complexidade muitas vezes disponível só na medicina gratuita, como transplantes. Pesquisa Ibope feita durante o mês de janeiro - encomendada pela Secretaria de Estado da Saúde - avaliou 1.600 pacientes (usuários de 34 unidades estaduais) e identificou que um em cada cinco deles é de famílias classes A e B, ou seja, tem renda mensal superior a R$ 7 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;?O levantamento mostrou que o Sistema Único de Saúde (SUS) está atraindo um novo perfil de pacientes, um público extremamente exigente. Provável reflexo da crise econômica, que tem levado as pessoas a reduzirem os gastos com planos de saúde, o fenômeno pode ser extremamente positivo para o sistema, já que nos leva a aprimora mais os serviços?, avalia Nilson Paschoa, secretário interino de Estado da Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para José Luiz Gomes do Amaral, presidente da Associação Médica Brasileira, a classe média atual perdeu o status de conseguir financiar questões fundamentais como saúde e educação. ?Isso faz com que o SUS precise estar preparado para um público que pressiona e exige qualidade?, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gargalo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 40 milhões de pessoas no País são clientes de operadoras privadas de saúde. Mas as mensalidades cobradas pelos planos costumam deixar de fora procedimentos de ponta, e caros, como hemodiálise (em que a máquina substitui o funcionamento dos rins), tratamentos de câncer, cirurgias no cérebro e no coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Osmar Terra, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, o fato de o SUS acolher a população mais favorecida economicamente, em especial em casos de urgência, faz com que esta parcela tenha acesso ao filão e não ao calcanhar de Aquiles do sistema público. ?Hoje, o grande gargalo de qualidade do sistema é a medicina de média complexidade (a consulta com neurologista e ortopedista, entre outras especialidades) etapas cobertas pelos planos e as que concentraram os maiores problemas - como filas e deficiências de profissionais - na esfera pública?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da medicina de alta complexidade que fica à margem dos convênios médicos, David Uip, atual diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas - unidade que oferece tratamento anti-Aids para todas as classes sociais, diz que os nomes de ?grife? dos médicos que operam no SUS também são atrativos dessa clientela. ?Os grandes baluartes da saúde estão nesses locais?, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vantagens e Desvantagens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As classes A e B têm perfil de pacientes extremamente exigentes, informados e esclarecidos que cobram do serviço público de saúde mais qualidade do atendimento, menos tempo de espera e tratamento humanizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, os planos de saúde já causaram um rombo de R$ 384 milhões nos cofres do Sistema Único de Saúde (SUS). O prejuízo é feito com base nas 347 mil pessoas que, nos últimos oito anos, precisaram recorrer a um hospital público, mesmo tendo convênio particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os serviços mais procurados são: tratamento de câncer e AIDS; cirurgias na cabeça, pescoço e traumas (após acidentes automobilísticos); cirurgias cardíacas e cerebrais; vacinas e transplante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOSPITAIS PESQUISADOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hospital Geral de Guarulhos&lt;br /&gt;Hospital Geral de Pedreira&lt;br /&gt;Hospital Mandaqui&lt;br /&gt;Hospital Ferraz de Vasconcelos&lt;br /&gt;Hospital Geral do Grajaú&lt;br /&gt;Hospital Luzia de Pinho Melo (Mogi das Cruzes)&lt;br /&gt;Hospital Vila Nova Cachoeirinha&lt;br /&gt;Hospital Regional Sul&lt;br /&gt;Hospital Heliópolis&lt;br /&gt;Hospital Geral Itaim Paulista&lt;br /&gt;Hospital de Taipas&lt;br /&gt;Hospital Ipiranga&lt;br /&gt;Hospital Geral de Guaianases&lt;br /&gt;Hospital de Sapopemba (maternidade)&lt;br /&gt;Hospital São Matheus&lt;br /&gt;Instituto Dante Pazzanese&lt;br /&gt;Hospital da Vila Alpina&lt;br /&gt;Hospital Pérola Byington (CRSM)&lt;br /&gt;Hospital de Carapicuíba&lt;br /&gt;Hospital Geral Pirajuçara&lt;br /&gt;Hospital Padre Bento (Guarulhos)&lt;br /&gt;Hospital Vila Penteado&lt;br /&gt;Mário Covas (Santo André)&lt;br /&gt;Hospital Infantil Cândido Fontoura&lt;br /&gt;Hospital de Diadema&lt;br /&gt;Hospital de Itaquaquecetuba&lt;br /&gt;Hospital Brigadeiro&lt;br /&gt;Hospital de Itapecerica da Serra&lt;br /&gt;Hospital Infantil Darcy Vargas&lt;br /&gt;Hospital Geral de Osasco&lt;br /&gt;Instituto de Infectologia Emílio Ribas&lt;br /&gt;Hospital Geral de Itapevi&lt;br /&gt;Hospital Geral Sapopemba&lt;br /&gt;Hospital Geral de Francisco Morato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e matéria de Fernanda Aranda para o jornal ?Estado de São Paulo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-3198768663450446148?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/04/elite-paulistana-migra-dos-convenios.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6626026.post-6559449467982196461</guid><pubDate>Thu, 16 Apr 2009 01:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-15T22:25:10.530-03:00</atom:updated><title>O que é e para que serve currículo?</title><description>Na  aula de hoje os grupos continuaram as discussões sobre a temática Currículo. Foi solicitado que escrevessem O que é Currículo e para que serve?&lt;br /&gt;Os registro dos grupos são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo 1: Raquel Fernandes, Alessandra Rocha, Adriana Almeida, Cláudia Costa Silva e Rodrigo Meyer.&lt;br /&gt;Currículo&lt;br /&gt;Definição: conhecimento selecionado e organizado para ser transmitido-aprendido nas unidades de aprendizagem. Instrumento de racionalização da atividade educativa e seu desenvolvimento depende da qualidade, racionalidade e controle do planejamento.&lt;br /&gt;Função: o objetivo de um currículo bem planejado é no sentido de que se decida a melhor oferta cultural que o sistema educacional possa apresentar aos alunos priorizando as necessidades existentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo 2: Maria Letícia, Cristiane, Daniela, Alessandra e Huander.&lt;br /&gt;O que é grade curricular?&lt;br /&gt;Conjunto de conteúdos/atividades que compõem uma fase específica do aprendizado. Ordenado de forma ascendente para formar um saber de maneira gradativa.&lt;br /&gt;Para que serve uma grade curricular? &lt;br /&gt;Serve para nivelar os indivíduos dentro de uma mesma etapa do processo formativo, sendo um dispositivo facilitador para que se possa estabelecer comparações entre as instituições. Permite a mobilidade acadêmica sem prejuízo dos conteúdos aprendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo 3: &lt;br /&gt;O que é a elaboração de currículo?&lt;br /&gt;Organização do ser social (carga cultural de interesse social).&lt;br /&gt;Para que serve?&lt;br /&gt;Para formar pessoas;&lt;br /&gt;Progressão de conhecimento;&lt;br /&gt;Representação do conhecimento de que a pessoa tem para desenvolver um trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo 4: Leonardo, Matheus, Daniela Koppe e Grace Vidal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é currículo?&lt;br /&gt;Organização da formação de conhecimento e princípios dos profissionais da área da saúde.&lt;br /&gt;Determinação dos conteúdos básicos;&lt;br /&gt;Forma de exposição dos conteúdos;&lt;br /&gt;Prover uma formação humanista, filosófica e científica;&lt;br /&gt;Qualificar o aluno para análise crítica da realidade social (intervenção acadêmica/profissional);&lt;br /&gt;Uniformizar conhecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo 5: Fernanda Rodrigues, Rosane de Nery, Elisa Justo, Marlene Coelho da Costa e Fabrizia Faulhaber.&lt;br /&gt;O que é currículo&lt;br /&gt;É o planejamento e estratégias de ensino dentro de normas pré estabelecidas. Daí contemplar o conteúdo específico de cada disciplina dentro de cada curso. Organiza o conhecimento que o profissional deve seguir. Define o perfil do profissional a ser formado, as habilidades e competências necessárias para que possa atuar na sua área.&lt;br /&gt;Para que serve?&lt;br /&gt;Para nortear professores, alunos e funcionários em relação ao ensino e aprendizado. Serve para determinar o que é fundamental em cada área de ensino. Serve para a compreensão, interpretação, preservação, reforço, fomento e difusão das culturas nacionais e regionais, internacionais e históricas, em um contexto de pluralismo e diversidade cultural.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6626026-6559449467982196461?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fmed%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/med/2009/04/o-que-e-e-para-que-serve-curriculo.html</link><author>noreply@blogger.com (S&amp;amp;ocircnia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>