Domingo, Outubro 29, 2006

:: janda


ECS6-Weber II

Havia feito um texo para a atividade ECS6-Weber. Quando fui publicar a postagem, ela sumiu e não consegui recuperá-la. Detesto fazer as coisas duas vezes. Mas farei. Sei que não vai ficar tão boas quanto a primeira.
Sobre os tipos de dominação, penso que a mais comum é a que se dá por mero costume, do hábito cego de um comportamento inveterado. Fomos educados assim e continuamos a reproduzir esse modelo, como educadores. A dominação que se dá por puro afeto é a mais fiel e duradoura. Também é a mais sutil. Dominador e dominado nem percebem essa relação, às vezes. Mas, o tipo mais comum é a dominaçao que depende de considerações utilitárias de vantagens. Vejo esse tipo de dominação na escola onde trabalho, pois alguns colegas submetem-se a situações descabidas unicamente porque pretendem alguma coisa que depende da boa vontade da direção. Afinal, nem todos têm argumentos intelectuais nem carisma para convencer as pessoas de suas idéias. Quem detém o poder por ocupar o grau mais alto da hierarquia dentro da escola protege-se na dominação legal, burocrática, para deixar as coisas como estão. E tenta convencer a todos que somos apenas servidores ( mas somos educadores, não é?).
Quanto a registrar duas situações dessas relações de poder/hierarquia, fico em dúvida se devo fazê-lo, pois estarei expondo pessoas. Visitarei os blogs dos colegas para ver como fizeram. Por falar nisso nem sempre consigo acessar os blogs. Como devo proceder?


:: ECS6-Weber II


Havia feito um texo para a atividade ECS6-Weber. Quando fui publicar a postagem, ela sumiu e não consegui recuperá-la. Detesto fazer as coisas duas vezes. Mas farei. Sei que não vai ficar tão boas quanto a primeira.
Sobre os tipos de dominação, penso que a mais comum é a que se dá por mero costume, do hábito cego de um comportamento inveterado. Fomos educados assim e continuamos a reproduzir esse modelo, como educadores. A dominação que se dá por puro afeto é a mais fiel e duradoura. Também é a mais sutil. Dominador e dominado nem percebem essa relação, às vezes. Mas, o tipo mais comum é a dominaçao que depende de considerações utilitárias de vantagens. Vejo esse tipo de dominação na escola onde trabalho, pois alguns colegas submetem-se a situações descabidas unicamente porque pretendem alguma coisa que depende da boa vontade da direção. Afinal, nem todos têm argumentos intelectuais nem carisma para convencer as pessoas de suas idéias. Quem detém o poder por ocupar o grau mais alto da hierarquia dentro da escola protege-se na dominação legal, burocrática, para deixar as coisas como estão. E tenta convencer a todos que somos apenas servidores ( mas somos educadores, não é?).
Quanto a registrar duas situações dessas relações de poder/hierarquia, fico em dúvida se devo fazê-lo, pois estarei expondo pessoas. Visitarei os blogs dos colegas para ver como fizeram. Por falar nisso nem sempre consigo acessar os blogs. Como devo proceder?


:: ECS6-Weber II


Havia feito um texo para a atividade ECS6-Weber. Quando fui publicar a postagem, ela sumiu e não consegui recuperá-la. Detesto fazer as coisas duas vezes. Mas farei. Sei que não vai ficar tão boas quanto a primeira.
Sobre os tipos de dominação, penso que a mais comum é a que se dá por mero costume, do hábito cego de um comportamento inveterado. Fomos educados assim e continuamos a reproduzir esse modelo, como educadores. A dominação que se dá por puro afeto é a mais fiel e duradoura. Também é a mais sutil. Dominador e dominado nem percebem essa relação, às vezes. Mas, o tipo mais comum é a dominaçao que depende de considerações utilitárias de vantagens. Vejo esse tipo de dominação na escola onde trabalho, pois alguns colegas submetem-se a situações descabidas unicamente porque pretendem alguma coisa que depende da boa vontade da direção. Afinal, nem todos têm argumentos intelectuais nem carisma para convencer as pessoas de suas idéias. Quem detém o poder por ocupar o grau mais alto da hierarquia dentro da escola protege-se na dominação legal, burocrática, para deixar as coisas como estão. E tenta convencer a todos que somos apenas servidores ( mas somos educadores, não é?).
Quanto a registrar duas situações dessas relações de poder/hierarquia, fico em dúvida se devo fazê-lo, pois estarei expondo pessoas. Visitarei os blogs dos colegas para ver como fizeram. Por falar nisso nem sempre consigo acessar os blogs. Como devo proceder?


:: ECS6-Weber II


Havia feito um texo para a atividade ECS6-Weber. Quando fui publicar a postagem, ela sumiu e não consegui recuperá-la. Detesto fazer as coisas duas vezes. Mas farei. Sei que não vai ficar tão boas quanto a primeira.
Sobre os tipos de dominação, penso que a mais comum é a que se dá por mero costume, do hábito cego de um comportamento inveterado. Fomos educados assim e continuamos a reproduzir esse modelo, como educadores. A dominação que se dá por puro afeto é a mais fiel e duradoura. Também é a mais sutil. Dominador e dominado nem percebem essa relação, às vezes. Mas, o tipo mais comum é a dominaçao que depende de considerações utilitárias de vantagens. Vejo esse tipo de dominação na escola onde trabalho, pois alguns colegas submetem-se a situações descabidas unicamente porque pretendem alguma coisa que depende da boa vontade da direção. Afinal, nem todos têm argumentos intelectuais nem carisma para convencer as pessoas de suas idéias. Quem detém o poder por ocupar o grau mais alto da hierarquia dentro da escola protege-se na dominação legal, burocrática, para deixar as coisas como estão. E tenta convencer a todos que somos apenas servidores ( mas somos educadores, não é?).
Quanto a registrar duas situações dessas relações de poder/hierarquia, fico em dúvida se devo fazê-lo, pois estarei expondo pessoas. Visitarei os blogs dos colegas para ver como fizeram. Por falar nisso nem sempre consigo acessar os blogs. Como devo proceder?



Sexta-feira, Outubro 27, 2006

:: VISITAS


Estou começando a gostar de fazer estas visitas, é muito gostoso comparar nossos pensamentos, refletir sobre os mesmos e admirar trabalhos tão bonitos.Sem contar que estou me animando para tentar inventar ou descobrir meios de explorar mais meu próprio blog.



Quarta-feira, Outubro 25, 2006

:: Por que tornei-me professor? Como vivencio ser professor?


Refletindo sobre os questionamentos acima, me dei conta de como temos capacidade de nos transformar, de nos modificar e acima de tudo, de mudar e melhorar como ser humano.
Foram várias as razões que me fizeram optar pelo magistério como profissão, mas acredito que o desafio de ajudar um outro ser humano a tornar-se melhor, a ser ?mais gente? e a partir daí tornar-se um cidadão ativo na comunidade em que está inserido, foi decisivo nesta escolha.
Acredito que ser professor pode ser algo encantador, partindo do pressuposto de que nós professores não somos os detentores do saber, mas sim somos os mediadores de um processo contínuo que é a aprendizagem. Mas penso também que podemos nos frustrar muito nesta profissão se a escolhermos por um motivo menos importante, pois assim como temos condições de dar a liberdade de expressão e pensamento a um ser humano, podemos na mesma intensidade ferí-lo, podá-lo e torná-lo uma pessoa desacreditada, medíocre, sem esperança e principalmente sem a capacidade de sonhar e lutar por algo melhor. Para isso basta ser um professor mais ou menos e não aquele que quer ser a diferença na vida do seu aluno. Posso afirmar com convicção que estou no grupo que quer fazer a diferença.
Diariamente, ao entrar em contato com meus alunos ou até mesmo com os pais destes, me questiono sobre a minha postura, a minha conduta, etc. E em momentos de estresse (que atualmente são muitos, levando em consideração o número elevado de problemas que surgem nas salas de aula), procuro sempre manter a calma e inverter a posição de papéis, isto é, caso o problema fosse comigo, ou talvez com um filho meu, de que forma eu gostaria que fosse tratado este fato. Parto do princípio de que o diálogo é muito importante, mas a forma de se dialogar, de se falar é mais ainda, pois penso que tudo pode ser dito, desde que se tenha respeito e jeito ao falar.
É claro que o vivenciar de um professor não é cheio só de coisas boas. Há inúmeros problemas de ordem administrativa, pedagógica, etc, mas acredito que o bom profissional dá o melhor de si para sair com a consciência tranqüila de que fez tudo e um pouco mais que estava ao se alcance para solucionar o mesmo.
Com o passar dos anos e adquirindo mais experiência no magistério, posso dizer que os inúmeros problemas trazidos pela crianças e jovens de hoje até a escola são de ordem familiar. Isto é, a família é a base de tudo e se ela vai mal, então o resto todo sofre conseqüências. É por isso que o nosso papel de professor nos dias de hoje vai muito além de ser aquele que possui o conhecimento, ele perpassa muitas barreiras e muitas vezes além de professoras somos um pouco mães, um pouco amigas, avós, enfermeiras, psicólogas etc. Quem é professor compreende muito bem o que quero expressar neste sentido.

meu blog é: sandradani.blogspot.com


:: Criei meu blog...








Colegas e Marcelo,criei meu blog.

Conto com a visita de vocês,com acréscimos...lógico!

http://contoslendaspoesiaspoemas.blogspot.com/

Bjs no coração de todos!Maria da Graça Bataiolli.

A felicidade não está nas palavras,mas sim num simples brilho no olhar.(Luisa Dietrich-Col.Martin Luther)




Terça-feira, Outubro 24, 2006

:: Sou Professora


Quando pequena brincava de aulinha e escrevia com giz, que trazia da escola, na porta do meu quarto.Fui crescendo e esse desejo diminuindo, até que um dia ouvi minha mãe falando que seu sonho era ser professora, mas como ficou grávida aos dezessete anos não conseguirá concluir seus estudos, para ficar comigo.Me emocionei ao ouvi-la e aquela vontade que deixei guardada, que achei que era coisa de criança voltou e com muita força.Posso dizer que hoje passados vinte e dois anos da formatura sou uma profissional que ama o que faz, apesar dos tropeços,dificuldades e da má valorização.Sou feliz, amo meus alunos e me dedico de coração e minha maior satisfação é vê-los escrevendo e lendo no final do ano.
http://claudiadcosta.blogspot.com



Quinta-feira, Outubro 19, 2006






Terça-feira, Outubro 17, 2006

:: Por que me tornei professora e como vivencio ser professor hoje


Penso que de certo modo sempre tive a vocação para ser educadora, além de brincar de professora quando era pequena, eu ensinava as crianças da vizinhança, que levavam presentes para a minha mãe como agradecimento. Também sempre tive gosto pelos estudos, pela aprendizagem e pelo ensinar, a começar pela educação dos meus filhos.
Assim, depois de ser secretária durante muito tempo, descobri que poderia ensinar muitas crianças, assim como ensinei os meus filhos e poderia auxiliar na formação de pessoas tão legais como eles. Isso foi muito importante e decisivo para a minha nova profissão. Então investi no meu sonho e pretendo continuar nesse caminho...
Beijinhos. Dione Pires.
O endereço do meu blog:
http://dionepires.blogspot.com



Segunda-feira, Outubro 16, 2006

:: Sao Leopoldo


Sao Leopoldo

'' A palavra Professor transcende o seu simples significado . Precisamos celebrar este dia tão especial, pois educar é muito mais do que compartilhar conhecimentos, é produzir novo significados para a construção de um futuro repleto de possibilidades e de novas descobertas. ''
Parabéns a todas as colegas por este dia tão especial.
Márcia - São Leopoldo



Domingo, Outubro 15, 2006

:: Dia do Professor


Dizem que hoje é o nosso dia, como se amanhã às '7 e 30' não começasse mais um dia do professor, cheio de todas aquelas coisas que nos fazem acreditar que vivemos centenas de vidas em uma.

Pois, cada hora de cada dia nosso é atravessada por tantas vidas, realidades, sofrimentos, sonhos, ansiedades, entusiasmos, decepções, alegrias, vaidades, medos e ousadias, que é como se vivessesmos mais, não só a parte que nos cabe, mas muito da parte que cabe a tantos outros e outras.

Assim, deixo aqui meu abraço às colegas e aos colegas que comigo se aventuram pela Ilha Desconhecida. Parceiros dos desafios que certamente vamos enfrentar juntos e vencer.

E, como presente, nada de flores ou maçãs virtuais. Deixo para vocês um espaço onde poderão felicitar os colegas hoje e brincar um pouco sempre que quiserem.

Clique aqui >> Profe... cai na prova? >> e deixe o seu recado.



Sexta-feira, Outubro 13, 2006


Por que me tornei professora?
Ser professora foi sonho de criança. Realizei este sonho graças ao sacrifício de meus pais, que pagaram uma escola particular para mim.Minha brincadeira preferida era brincar de ?aulinha? com minhas amigas, onde sempre eu era a professora.Lembro até hoje de minhas professoras, principalmente das séries iniciais, as quais eu imitava em casa e de quem sentia o maior orgulho.Imaginava-me com aquelas roupas, os saltos altos e fazia até os mesmos gestos.Acredito que tornei-me professora por amor às crianças e por vocação, pois não consigo imaginar-me fazendo qualquer outro tipo de trabalho. Sou realizada em minha profissão, pois amo o que faço.



Terça-feira, Outubro 10, 2006

:: Avisos Gerais - semana 3


Como tod@s já sabem, esta é a semana para revisitarmos nossa trajetória, corrigir nosso plano de viagem, verificar a rota e as condições do caminho. Neste sentido, pensamos algumas orientações que podem auxiliar:

1 - Uso de seu blog individual
Gostaríamos de incentivar todas e todos a utilizar o seu blog individual como diário de bordo, além de webfolio da interdisciplina Escola, Cultura e Sociedade (ECS). Registrem seu processo (seus caminhos!) no Curso, compartilhem com seus colegas. Visitem-se, comentem, insiram-se nesta rede que é parte de uma rede maior.

2 - Perfil no Blogger
Ao entrar no Painel onde aparecem o seublog individual e o blog colaborativo da interdisciplina, no lado direito aparece a opção editar perfil. Editem seu perfil, preencham o que desejarem, adicionem uma foto e salvem.

3 - Comentários do Blog
Em nossas andanças verificando e comentando as atividades que vocês fizeram, encontramos diversos blogs com a moderação de comentários ativada. Isto é, o comentário feito precisa ser aprovado pelo dono do blog para que apareça na página. Penso que muit@s usaram esta opção inadvertidamente, pois ela dá bastante trabalho ao dono do blog. É mais fácil excluir um comentário indesejado do que ter de aprovar cada comentário que entra. Assim, solicitamos que vocês entrem em http://www.blogger.com, façam o login e, no painel, cliquem em definições ao lado do nome do seu blog. Na janela que abrir, cliquem em comentários e marquem não na opção ativar moderação de comentários.

Na opção quem pode comentar marquem todos. Vamos deixar espaço e incentivar a formação de rede. Na opção mostrar imagens de perfil marquem sim. Vamos conhecer quem nos comenta.

Na opção, mostrar comentários em janela popup, marquem não. Este é um pedido especial nosso, pois usamos um registro de comentários que não funciona com as janelas popups.

Depois de feitas as alterações, cliquem em salvar configurações e republiquem o seu blog.

4 - Correção / Revisão dos textos
Encontramos alguns textos que necessitam ser revisados em relação à ortografia, concordância e outras regras da língua portuguesa. Nesta nossa semana de retomada, é possível revisar, editar e corrigir o que for necessário. Depois é só republicar.



Segunda-feira, Outubro 09, 2006

:: pead escola, cultura e sociedade


pead escola, cultura e sociedade


:: Marcelo professor...


Mercelo professor...

Por que me tornei professor/a e como vivencio hoje o ser professor/a?

Tornei-me professor em 1992, por ocasião de um convite para ?tapar furo?. Fazia teatro a algum tempo, trabalhava em três grupos diferentes ? Cróton, Geração Bugiganga e Terreira da Tribo (Oi óis aqui otra veis). Estavamos fazendo um trabalho de pesquisa com o Geração Bugiganga em São Leopoldo e a turma de teatro adulta da então Fundação Cultural da cidade ficou sem professora. O responsável pela infantil assumiu a adulta e me indicou pra a turma infantil. Depois do susto, fui trabalhar e pesquisar muito. Nessa trilha pela educação descobri, Ingrid Koudela, Viola Spolin, Maria Clara Machado, Olga Reverbel, Augusto Boal e Paulo Freire... Bom, daí a minha cabeça virou... (risos).
Iniciei meio por acaso, meio empurrado, mas aos poucos fui descobrindo o que a educação pode fazer e como um professor pode ser responsável pela transformação social do país.
Em 1999, dei um passo maior, fui convidado a trabalhar com teatro no Colégio Luterano Concórdia dentro da grade curriculoar, não era projeto extra-classe e nem grupo de escola, era aula, com caderno de chamada, nota, conselho de classe... Aiaiaiai, meu Deus, baita desafio, para quem nunca tinha vivenciado isso, aos poucos fui aprendendo e logo ingressei no curso de magistério e as portas da sala de aula se abriram para um projeto utópico, a transformação do mundo. Em 2003 assumi o cargo de professor na cidade de Dois Irmãos e tudo o que aprendi no teatro, vendo e ouvindo Olga, Boal e Paulo Freire, mesmo bem velhinho, tento debater, contruir e discutir em sala de aula. Tenho objetivo de viver o ensino e não de passar o o conteúdo, brinco, brigo, debato, choro e sorrio com meus alunos, emociono-me quando eles e elas desafiam-me e eu tenho que pensar muito para dar-lhes argumentos convincentes sobre o que foi questionado.



Sábado, Outubro 07, 2006


QUEM SOU E POR QUE ME TORNEI PROFESSORA


"Quem alcança seu ideal, vai além dele"
Friedrich Nietzche


Tarefa difícil. Por quê? Porque não é fácil falar de si mesmo.Ao menos eu acho.
Rubem Alves já nos disse ?Quem somos?...Somos essencialmente, atores. Representando papéis o tempo todo.A alma é o script de uma peça.?

Eu Andréia Nunes, 27 anos, mãe da Ana Carolina de 11 anos, educadora, aprendiz, mulher inquieta, apaixonada pela educação e pelas pessoas, por descobrir a cada momento algo novo, sedenta de aventuras, filha de pai e mãe maravilhosos, irmã mais filha de uma família de 5 irmãos, militante, socialista, amiga, inimiga, alegre, triste, otimista,sonhadora,guerreira, estressada, batalhadora, carente, auto-suficiente, universitária da UFRGS...

Falo de uma representação da alma,Onde a cada espaço que me encontro, visto a máscara e passo para mais uma parte de meu ser.Sou assim, Andréia com uma alma, mas muitas paixões.
A vida nos leva por caminhos surpreendentes.E a minha me trouxe para este, para ser tudo e mais um pouco do que descrevi.

A guerra para uns não é a tristeza que percebemos, mas pode ser sim a aquisição de PODERES, não é posssível que ainda sejamos indiferentes a esta conclusão O bem e o mal estão em tudo e em todos.O que fazemos? Usamos mascaras!


Quando eu enquanto professora desconheço e me nego a perceber que o educando é a sua vida,suas relações,sua situação social,que esta relação, este saber é que fará a diferença da sua aprendizagem...Uso mascara.


Não há nada melhor do que quando sai aquele sorriso de uma criança e ela diz: "Ah Professora, agora eu entendi!" ou quando recebemos aquela cartinha escrita: "obrigado por tudo o que você me ensinou". Só quem vivencia isso pode compreender.


O Brasil precisa de pessoas dispostas a ajudá-lo a erguer-se, precisa de mentes brilhantes, precisa de boa vontade. O Brasil precisa de formação, de orientação, precisa de conhecimento, de ciências, de leitura,de paixão...

A Escola que trabalho em São Leopoldo pode não ser a escola de meus sonhos, mas eu faço a diferença, eu a transformo a cada dia na escola que desejo, com a minha prática, com o meu fazer, nas minhas relações, enfim com a minha postura.

Se o que desejamos é realmente verdadeiro, lutamos para conquista-lo e eu desejo uma educação melhor, uma educação em que os saberes se façam necessários, e o almejado seja alcançado. Saí também no Ilha Desconhecida atrás da ilha desconhecida.
ANDRÉIA NUNES


:: Porque me tornei professora e como vivencio hoje o ser professor?


Me tornei professora por muitos motivos, um deles é por já brincar desde pequena de dar aula. É claro que não é baseado neste que tive essa decisão.
Sou professora por que gosto de trabalhar com seres humanos, apesar de acreditar que isso seja o mais difícil nessa profissão.
Sou prfessora também porque penso que alguém deve fazer algo pela educação e pelo futuro de nosso país.
Vejo que hoje ser professora é uma grande responsabilidade e que com o passar do tempo essa responsabilidade só tende a aumentar, pois hoje já estamos vivenciando o que professoras fizeram a anos atrás através dos cidadãos que estão se formando atualmente.
Hoje eu me sinto muito bem nessa profissão e espero continuar nela por muito tempo e poder fazer a diferença.
http://grasiblog.blogspot.com


:: Por que me tornei professora


Meu nome: Neli Lourdes da Costa, moro em São Sebastião do Cai,e trabalho na EMEI no município de São Vendelino. Eu vejo em a Ilha do desconhecido de José Saramago, um comparativo, com o nosso viver, as nossas conquistas e superações. Em minha infância brincava de aula com meus irmãos, eu sempre era a professora! e tinha minha professora de primário como modelo... mas a vida me levou a outros caminhos. casei-me muito cedo, para dar um lar a meu filho, acomodei-me com ser dona- de- casa, o tempo passou... mais virada em minha vida,sozinha e com 2 filhos para criar e educar, voltei a estudar! e quem sabe agora, apossar-me do modelo idealizado na infância. Fui em busca deste objetivo, obstáculos muitos, as pessoas, os lugares, o mundo havia evoluido e eu não percebi foi difícil! está difícil sim! é alto o preço desta realização. Hoje mais do que antes sito a grande necessidade de ir em busca do conhecimento da tecnologia de abrir novos caminhos, de realizar objetivos. Ser aluna da UFRGS no curso de Pedagogia é realização e orgulho, uma conquista idealizada por anos. Espero de meus professores muita paciência comigo e que daqui a 4 anos eu possa exclamar junto com eles o GRITO DA VITÒRIA!!!
http://nely_nelicosta.blogspot.com



Terça-feira, Outubro 03, 2006

:: como me tornei professora


1) COMO ME TORNEI PROFESSORA?
Acho que como a maioria das meninas , sempre tive vontade de ser professora, sempre brinquei de escolinha, mas nunca tive isso muito claro, sonhava em ser jornalista, mas acho que o destino me levou a ser o que era latente em mim ser educadora e hoje adoro o que faço.



Segunda-feira, Outubro 02, 2006

:: ser professora


Sou a professora Fernanda Beatriz Silva dos Santos.Hoje é dia 29 de setembro de 2006 e vou dizer porque me tornei professora.Em tempos de menina, ainda recordo dos momentos em que me reunia com uma amiga da vizinhança para brincar de "aulinha". Eram muitos papéis a me rodear e muitas idéias a compartilhar. Depois de tanto brincar, minha vontade de lecionar passou.Tentei ser química, mas não fui em frente. Mas isso não foi em vão, pois acabei retornando aos meus sonhos iniciais. Fui fazer magistério. Em 1985 me formei e já em 86 comecei a dar aula. Amo as crianças, e sinceramente, entre elas e eu há uma sintonia muito grande. Sou um pouco "palhaça" e considero isso uma qualidade na minha profissão, já que o lúdico é muito importante para o desenvolvimento dos pequenos. Procuro tratar meus alunos, tendo como inspiração a minha filha. Dou a eles amor, atenção, carinho, faço cobranças, imponho limites, promovo os valores. Desejo a todos saúde, sucesso e felicidade! Ser professora para mim sempre será um desafio, visto que o mundo está em constantes transformações e é preciso adaptar-nos às condições que nos são apresentadas. Como não suporto monotonia, frequentemente procuro desenvolver atividades criativas e motivadoras, para que os alunos percebam que podemos chegar ao mesmo objetivo, ainda que, por caminhos diferentes. Gosto de oferecer-lhes um leque de oportunidades. Acredito no que faço e continuarei acreditando até o momento em que não ver mais sorrisos largos, olhos brilhantes e lábios dizendo: Profe, eu te amo! Eu "tava" com saudade de ti! Hoje ainda, eu não te dei um beijinho!http://febeatrizsantos.blogspot.com




Por que me tornei professora?Primeiro sempre tive vontade de ser professora.Por mim passaram professoras maravilhosas que me ensinaram a amar a educação.Quando criança criança gostava de brincar de escola,era a minha realização .Me sinto responsável por uma parcela da população que são as crianças.Tenho paixão pela construção do conhecimento.Como me vejo sendo professor?Me vejo responsável pelo pelo sujeito,sua dificuldades e diferenças.Às vezes me envolvo emocionalmente com o aluno. Me sinto responsável pelo crescimento de uma nação. E o crescimento de uma nação, depende dos homens que a constitui,depende de seu povo. E nós temos uma parte de responsabilidade sobre as crianças que temos na comunidade escolar.Minha tarefa é propiciar à essas crianças, espaço para que elas descubram coisas novas construindo hipóteses.Procuro evitar preconceitos e rótulos. Oportunizo diferentes experiências de estímulo, dando à aula um clima harmonioso de trabalho.Busco sempre identificar as causas das dificuldades dos alunos. Tento diminuir adistância entre a sociedade e o que a escola propõe.Na medida do possívelprocuramos práticas e recursos pedagógicos mais eficientes.Tenho sempre em mente a contínua reflexãocom o aluno que não aprende.Como vivencio hoje o ser professor?É uma profissão árdua, que exige paciência, dinamismo, atenção,capricho com o trabalho e acima de tudo coragem.Coragem para enfrentar o dia-dia,para enfrentar os problemas. Mas apesar de todas as dificuldades que encontramos no SER PROFESSOR ,há algoextraordinário,o ensinar.O ensinar a aprender.Quão belo é ensinar ,quão belo é aprender.Porque eu aprendo muito com os meus alunos. Porque a beleza do aprender nunca se acabará,a formosura do saber sempre registirá à tudo e a todos.Tudo passará, mas o saber permanecerá para sempre.
silvana maria da silva
http://silvanada-silva.blogspot.com/


:: Meu cotidiano


Me tornei professora porque fui incentivada a ser ,pois na minha família tenho tias e irmãs que escolheram esta profissão.Outro motivo é a paixão que tenho pelo conhecimento ,gosto de aprender ,estudar e saber a origem das coisas.
No dia-a-dia ,me coloco a disposição dos alunos ,planejo minhas aulas como se fosse aluno.Penso sempre em atividades diferenciadas que possam cativar o desejo de aprender.Procuro sempre trabalhar em grupo partindo da vivencia dos próprios alunos.

Cristiane Diel .
http://crisfontana.blogspot.com


:: Atividade 1


Sou a professora Neusa Marlene Siqueira,44 anos,natural do interior de São Luiz Gonzaga,RS,Onde morei com meus pais até meus 14 anos,época do Termino da 8ª série.
Vim para São Leopoldo,cursar magistério no colégio São José.Para meu pai,professora,era uma profissão nobre e também eu queria muito ser professora.No início a adaptação do interior para a cidade foi bastante dificíl,mas todas as dificuldades foram superadas com bastante perssistência.No texto de José Saramago,o homem que queria um barco,também demonstrou bastante perssistência no seus obgetivos.
Casada à 22 anos,mãe de duas filhas,uma com 11 anos e outra com 7 anos de idade.Professora da "Escola Municipal de Ensino Fundamental Senador Salgado Filho" do município de São Leopoldo à 25 anos,escola que fiz o meu estágio e permaneço até hoje,com 44 horas semanais.Já trabalhei com 1ªs até 5ª série. Este ano,no turno da manhã atuo como professora substituta (pré à 8ª série) ,e no turno da tarde como bibliotecária(hora do conto, e pesquisas).
Já durante meu estágio do magistério,percebi o quanto o curso e o que sonhava em relação ao ser professora,era distante da realidade,também,''O Conto da Ilha Desconhecida'' mostra esta distância,no que o homem progetou,o que ele queria e as dificuldades que foram surgindo,como por exemplo:a falta de marinheiros,o mar agitado e a falta de experiência com o ofício.Mas assim como o homem do barco que tinha o sonho de ir em busca de uma ilha desconhecida,e para isso ousou e também teve medo,percebeu que não precisava descobrir novas ilhas,mas sim,explorar as já existentes no mapa.
Quando começei a dar aula,o sonho,ou fantasia que todos os alunos aprenderiam sem dificuldade ao mesmo tempo,todos bem vestidos,bem alimentados,sem carências... ,começou a se desfazer.Aí,já percebi que tinha uma longa caminhada na aprendizagem,na mudança de conceitos e aperfeiçoamento.Apesar de não ter estudado durante todos esses anos,digo formação superior, faculdade,sempre fui em busca de informações,conhecimentos,para melhorar como professora,para estar atualizada em relação as mudanças na educação,nas metodologias,através de colegas,reuniões,palestras,etc...
Quando se trabalha em escola pública de periferia,é comum encontrarmos alunos com as mais variadas carências,que irão influenciar na aprendizagem.Acredito que está cada vez mais difícil de ser professora,parece que os alunos foram tomados por um desinteresse crônico pela escola.Tenho ousadia para sempre procurar inovar,buscar novas alternativas e apostar no diálogo.Tenho medo da sociedade que esta se formando,com a desestrutura familiar,falta de valores e desinteresse pela escola.Gostaria muito de dialogar sobre como despertar um interesse maior dos alunos pela escola,no todo que ela representa na vida de um ser humano.



Domingo, Outubro 01, 2006

:: Quem sou e a Iha Desconhecida


Após realizar reflexões sobre minha pessoa, meu trabalho, meus medos, por que me tornei professora, como vivêncio hoje a tarefa de ser professora , e, no transcorrer da leitura do texto de José Saramago, o conto da Ilha Desconhecida, pude perceber que o conto identifica, ou seja, faz relações com situações que já ocorreram e ocorrem em alguns momentos da minha caminhada de professora, e acredito que o mesmo aconteça com todo professor. Em vários momentos de minha vida me senti numa ilha desconhecida, posso citar como exemplo, o início do ano letivo, quando não sei o que está por vir, as dificuldades, etc., mas o desejo de seguir com meu barco é maior, é mais forte, então luto, vou em busca de soluções, insisto, busco ajuda com os colegas, evito a acomodação, desenvolvo o interesse de descobrir novas maneiras de fazer a diferença, busco adquirir novos conhecimentos. .. No momento, sinto-me como o homen do barco, também em relação ao curso, pois tudo ainda é muito novo para mim, principalmente trabalhar com a tecnologia, a mesma para mim é uma ilha, ainda desconhecida, mas vou conhecê-la, porque não me sinto sozinha nesta ilha e sei que, juntos, o grupo todo, vamos descobri-lo e uns ajudando aos outros, alcançaremos nossos objetivos.


:: por que tornei-me professora?



Desde que me conheço por gente quis ser professora, acho que uma das primeiras palavras que aprendi a falar foi "professora", sempre fui fascinada para transmitir conhecimento às pessoas, adorava brincar de "escolinha" com minha irmã mais nova, fui alimentando esta vontade, quando passei no vestibular, aos dezoito anos, foi uma alegria imensa, pois sabia que meu sonho estava prestes a se realizar e para minha surpresa, um mês depois de ter entrado na faculdade fui convidada para dar aula em uma escola da periferia de São Paulo, foi uma experiência única, aquela escola e os alunos estão e ficarão em minha mémoria pra sempre. Angélica Paulino.


:: Tornei-me professora porque...






Cresci convivendo com o ofício de ser professor. Aminha família tem dezenove educadores, em diferentes áreas, sendo uma dessas pessoas minha mãe. E, ao longo da minha infância, durante o meu "1º Grau", o gosto pela profissão foi aumentando. Pois, sempre percebi a dedicação, a satisfação e a alegria com que minha mãe saía de casa pela manhã e retornava à tarde. Chegada a hora da escolha, não hesitei em nenhum momento, pois tinha certeza que a profissão com que eu mais me identificava era o Magistério.
Felizmente, hoje tenho certeza de que fiz a escolha certa; gosto do que faço e percebo que o primordial nesta profissão é amar o que se faz. Sinto satisfação, principalmente como alfabetizadora, em poder contribuir com a educação de muitas outras pessoas, mas não só com oensino de conteúdos, ainda que obrigatórios, mas também, a educação para a vida em sociedade.
Fabiana Veloso Leal