Domingo, Dezembro 31, 2006

:: Memorial - Sandra Oliveira





Memorial:



Passei no vestibular!!!!!!!!!
E agora...!!?!!
Quem iria imaginar que euzinha, Sandra Oliveira, 46 anos, especial, mãe de dois filhos crescidos, professora há 26 anos, de uma vidinha complicada mas estabelecida, ainda iria enfrentar um vestibular...! Da UFRGS!!!!
E não é que foi!!!
E passei...!
O curso? Pedagogia ? Ensino à distância.
A primeira tarefa comprar um computador. O que eu tinha já estava vencido. Aliás, nem funcionava mais. E para mim era só uma caixa de jogar Paciência.
E vieram as primeiras aulas. Aulas presenciais.
Professores simpáticos. Colegas novas. Burburinho.
E o pânico!!!
Sim! Pânico total e absoluto!
Chegava em casa exausta. Acabada. Muito tensa.
Muitas vezes pensei com os meus queridos, compreensivos e plásticos botões: vou desistir, isto não é pra mim...estas coisas de tecnologia...internet...
Mas só os botões ficaram sabendo disto. E me ouviram calados, confidentes, e também não contaram pra ninguém.
Onde mesmo ficou aquela preguiça de fim de tarde...? Ctrl v...Chimarrão na sombra...? Ctrl v
As novidades foram deletando meu tempo livre e desconfiguraram as horas de preguiça...de conversa...de descanso...
Apresentei-me ao computador, estranho e frio monstro intolerante, totalmente indefesa.
As primeiras atividades foram feitas no susto: pbwiki, all pages, down load, acessa! Pode postar, mas save! Deletou? Imprime! Up load, faz de novo! E espera! Não conecta! Desconectou! Agora configura e entra na página! E espera! É discada! Ah, banda larga dos meus sonhos!
Vamos à trilha! Meu Deus! Uma trilha sem botas de borracha, nem protetor solar. Só os dois indicadores catando milho...feijão...arroz...
Planeja teu tempo!
Este é o mandamento!
E não é que sobram até horas!!
Agora fala da tua escola. Como ela é, onde ela está. Puxa! Como ela é bonita! E como ela mudou desde 86 quando comecei nela! Assim, todos os dias, sabe que nem se repara! E olha quanta coisa falta!
Precisa inserir figura! O quê? Inserir foto! Diminuir foto! Apagou tudo! Procura! Desconfigura!
Entra mais outra disciplina! E vem mais outra, atropelando. E tem mais?
Edit page! Usa o Word! Open Office! Quem sabe no webfolio! Rooda!
Aquela ?profe? diz que podemos bloggar. No meu blog ou no teu?
Então começo a ter TIC?s! Nervosos!!
Quando entraram as outras interdisciplinas comecei a passar mal. Chorava copiosamente, às 2 horas da madrugada, em frente ao insensível monstro ? máquina.
Só que agora não pensava mais em desistir. Nunquinha! ?Nunca de núncaras...?Desafio é desafio!
E entra no fórum lá. Bate papo ali. Lê os comments. Responde. Visita. Colocou tudo no webfolio? Não! Mensagem inserida!
Postagem seja feita, mas é muita coisa pro meu saber, coitado!Iiiiiiih...
Não entrou! Vou add e tc pro professor!
E aí começaram a aparecer os textos. Minhas paixões! Saramago! Paulo Freire! Engels! Marx! Durkheim! Comte! Sócrates! E descobri que de onde a professora acenava com aqueles textos menores, que se lê ? numa sentada?, havia outros textos guardados. Muitos outros textos! E todos os textos que eu tenha tempo de ler nesta e nas próximas encarnações! Que beleza!
Aí a curiosidade pegou. Comecei a vasculhar. Alguns dizem fuçar! Não gosto! Vasculhar parece mais...literário?
Só que o cronograma não dá folga.
E o tempo passa rápido! Como num email. Que nada! Vai ser on line!
Criei meu blog! E ?me achando?, criei um blog pessoal para colocar os textos, crônicas, poesias e contos, que meu lado de atrevimento inspirador se arrisca a escrever.
Mas comecei a visitar os blogs das colegas. Nossa! Quanta maravilha! Que gente aplicada e sabida!
Como meu blog, meu pbwiki, minhas postagens, meus slides, minha página estão ?pobrinhas?...?simplinhas?...
Ah! Mas pensando bem, pra quem só sabia o que eu achava que sabia, já fiz muito progresso! Pensa bem! Nem chamo mais meus filhos pra ligar o computador! Isto é que é progresso!
Formato! Hiperlinko! Salvo! Copio e colo!
Sabe que agora está bem divertido!
A última é o chat! Meio complicado, mas muito divertido. Muito sério e compenetrado. Só eu dizendo bobagens! Ainda bem que o ?profe? entende, que sou deslumbrada, e não me repreendeu! Até conversou comigo! Ou tc...! Xic...!!!!
Aprendi a fazer sozinha muitas coisas.
Tenho email, sei inserir links e figuras, posto meus trabalhos e abro minhas postagens, já falo em conexões e programas e, pasmem, enquanto espero abrir, jogo um Spider e tomo chocolate. Não sou uma expert?
Aprendi também a repensar e refazer, reorganizar e sempre tentar de novo.
Revendo tudo agora sinto que aprendi muita coisa nova e reencontrei muitas certezas perdidas. E estou crescendo! Um metro e cinqüenta e cinco e meio (!) de muito crescimento e aprendizado.
Aprender que se tem muito ainda que aprender é o maior aprendizado ( trocadilho meio bobo, mas muito certo!).
E lá se vai o primeiro semestre. Um pouco atropelado! Talvez meio incompleto! Um tanto inseguro! Mas com toda a certeza muito bem aproveitado.
Sei que é apenas o começo!
E este: apenas, mal empregado, é de uma dimensão eterna!
É o início de uma busca infinita de conhecimento!


:: Sandra Oliveira - Avaliação Final 2


Texto /justifica:



Nome: Sandra Oliveira

Aprendi muito neste semestre.
Todos os trabalhos que fiz foram novidades pra mim devido ao uso das tecnologias.
Foi um período de grandes descobertas, mudanças e releituras.
Nossas primeiras atividades foram no pbwiki, onde escrevemos um pouco da nossa história e iniciamos nossos caminhos pela tecnologia, seguindo a trilha.
Depois construímos nossos blogs onde registramos nossas reflexões, expomos nossas opiniões e conhecemos as opiniões dos colegas.É, sem dúvida um documento do nosso saber.
Acessamos nossos emails onde sabemos das novidades e podemos nos comunicar com os colegas e onde recebemos notícias diretas dos professores e tutores. É onde, as vezes, choramos um pouco também.
Descobrimos tantos recursos e muitas formas de comunicação.
O computador não fazia parte do meu cotidiano e quando queria jogar paciência chamava um dos filhos para ligar a máquina. Este era meu relacionamento com esta tecnologia.
O que mais me impressionou em tudo que aprendi neste semestre foi o webfolio, nossa pasta virtual para guardar nossos trabalhos. Fico vasculhando o meu e os webfolios das colegas e sempre aprendendo.
E preciso citar até mesmo os recursos mais simples como os editores de texto e as maravilhas do PowerPoint.
Fizemos releituras de Saramago, Marx, Durkheim, Paulo Freire, Libâneo...Então descobri o mundo das pesquisas virtuais. Agora estou o tempo todo que tenho em casa lendo no computador. Esta é a parte que mais gostei: as leituras.
Difícil escolher uma produção apenas, porque senti muita dificuldade em concluir meus trabalhos e muito orgulho a cada nova etapa vencida.
Não consigo definir a proporção que todas estas mudanças estão influenciando o meu pensar pedagógico, no meu embasamento teórico e mesmo no meu saber.
Porém o trabalho que escolhi foi a produção do jornal que foi pedido pela interdisciplina em que mais senti dificuldades: TIC?s.
Passei muito tempo pesquisando, coletando material, esquematizando tudo, somando, estabelecendo e na hora de postar não conseguia. Foi literalmente um sofrimento. Neste ínterim tive uma experiência pessoal muito sofrida que se juntou a uma segunda experiência pessoal mais sofrida ainda que foram a falta do meu aparelho que expôs minha vulnerabilidade perante os seres normais e a hospitalização do meu companheiro gerando a angústia da certeza da nossa vulnerabilidade perante a vida.
Foram situações aliadas as dificuldades de conclusão do meu trabalho que constituíram um desafio muito grande.
Sei que todas as vezes que rever meu jornalzinho vou lembrar desta passagem da minha vida e sentir um gosto de superação.
Sem contar que estão ali gravados algumas lembranças dos meus alunos deste ano.
Felizmente dificuldades superadas, mas com certeza deixaram marcas profundas.

Eis aí o meu jornal.

Talvez ele não demonstre o muito que aprendi no pbwiki, no blog, nas viagens da Su, nos caminhos das Tic?s, mas é um marco.



Sábado, Dezembro 30, 2006

:: Documento Testemunho - Maria Eliane Costa da Silva


Documento Testemunho

Escolhi esta produção ?Atividade ECS 9 grupo D ? Educação, Trabalho Infantil e Feminino?: que se encontra no link: http://www.ufrgs.br/tramse/pead/colab/2006/11/ecs9-verso-final.htm, porque achei muito interessante o texto que foi estudado.
Para este trabalho foram formados grupos de estudo.
O meu grupo era o da letra D com colegas do pólo de São Leopoldo.
Algumas colegas do grupo e eu reunimo-nos no pólo para ler o texto e discuti-lo.
Lemos o texto e cada uma colocou suas idéias a respeito do mesmo.
Elaboramos o texto e publicamos no Blog Colaborativo.
Achei importante esta troca de idéias e também de experiências.
No texto era mostrado como a burguesia mandava na classe operária.
O trabalho infantil e feminino era muito utilizado. Com o tempo viram que era necessário combinar trabalho produtivo com a educação.
As crianças passaram a freqüentar escolas, só que muitos professores não sabiam ler e escrever. Na verdade as crianças ficavam o tempo escolar sem fazer nada.
O trabalho das mulheres nas fábricas às vezes fazia com que famílias fossem desfeitas devido ao pouco tempo que tinham para ficara em casa.
Em outras leituras viu-se que ainda hoje existem escolas, principalmente no norte do Brasil, onde os professores não têm formação pedagógica e as condições de trabalho são difíceis. As mulheres em muitos casos são quem sustentam a família. Passado e presente são parecidos.
Escolhi este texto que me mostrou que embora tenha havido avanços na parte da educação e do trabalho há muito ainda a ser melhorado para que as crianças e mos os adultos tenham uma vida justa.


:: Avaliação





:: Avaliação final2- DOCUMENTO TESTEMUNHO



Para apresentar aos colegas, tutoras e professores como documento testemunho, escolhi um trabalho feito para a semana 6 da disciplina de tecnologias de informação na educação, que foi realizado com a ferramenta power point e intitulado : O mundo mudou!
Com certeza este não foi meu melhor trabalho, poso dizer também que se a busca fosse unicamente pela qualidade e quantidade de produções eu citaria o Blog como referência.
Minha compreensão sobre o que foi pedido nesta tarefa de finalização dos trabalhos, foi de que deveríamos escolher algo que representasse além do que foi aprendido, algo que tivesse o poder de representar nossos sentimentos e satisfação com tudo de novo que passamos a viver.
Quando a professora Patrícia propôs a utilização da ferramenta power point, eu já tinha visto apresentações com ele, mas jamais tinha experimentado utilizar. Foi surpreendente, pois é divertido, gostoso, criativo, pode ser usada para fazer muitas coisas, tem bastante orientação e o que mais gostei é a possibilidade de usar som, imagem, efeitos, letras, etc; tudo em um mesmo trabalho, o que facilita a assimilação e torna a apresentação mais humana e pessoal. Neste momento eu decidi realizar esta tarefa, já como um testemunho de tudo que eu tinha visto em outras épocas e outros aprendizados, de medos que estavam sendo superados, da alegria de estar vivendo coisas novas, pensei também na contribuição das gerações passadas ao nosso tempo e nosso compromisso com as gerações futuras, nas qualidades que devemos desenvolver para poder cumprir com nossas responsabilidades sociais em quanto professores e tudo isso sem esquecer o bom humor e o romantismo que sempre carrego na bagagem.
Desta forma, não havia possibilidade de escolher outro trabalho para servir de testemunho, já que este há tempos tinha sido feito exatamente com este intuito.
Espero que todos gostem da apresentação e possam divertir-se com o power point como eu me diverti.


:: Avaliação final1-Memorial descritivo/Salete Schmidt


A tarefa de transformar em documento as reflexões a respeito deste semestre tão especial é algo bastante difícil, principalmente para alguém emotivo como eu. Tudo que adquiri, vivi e aprendi não representa apenas este período, mas sim o principio da realização de desejos e sonhos antigos.
Nunca imaginei estar construindo minha formação acadêmica na UFRGS, mas sempre desejei poder me formar em uma instituição séria e de qualidade. Por várias vezes voltei a faculdade, mas sempre desistia por dificuldades financeiras. Esta é uma das maiores mudanças na minha vida e motivo de muita alegria: a certeza de que minha graduação só dependeria de meu desempenho e responsabilidade, além disso, a alto estima que se adquire ao ingressar em uma universidade importante como a UFRGS nos abre portas.
No que se refere às mudanças em minha vida profissional, também foram muitas principalmente com relação às fontes de pesquisa e as ferramentas tecnológicas que não faziam parte do meu dia-a-dia e após ter iniciado no PEAD passei a manipular com freqüência. Mas o que considero mais relevante na questão das relações de trabalho é a força e o apoio teórico a várias idéias que sempre tive e sempre fiz questão de expor em meu ambiente profissional, mas que nem sempre foram bem aceitas.
Agora, além de poder debater estas idéias com colegas e professores, tendo uma visão mais ampla delas, posso leva-las ao trabalho com maior propriedade, questionando mais e melhor sobre fatos que se tornam costumeiros nas instituições públicas e que todos temos dever de nos colocar contra, mas que nem sempre temos conhecimento e coragem para fazer.
Como já havia mencionado, estar na UFRGS abre portas. Antes eu era vista simplesmente como a rebelde, a do contra. Hoje, quando exponho minhas idéias e digo o porque de meus posicionamentos, sou ouvida com atenção pela direção e muitos até já se arriscam a ficar do meu lado, principalmente quando as questões envolvem legislação.
É incrível como as pessoas não conhecem seus direitos e preferem se omitir e se sujeitar a desmandos, só para não terem que estudar os problemas. Isso é o que me remete a pensar no que mudou em minha visão sobre educação.
Continuo certa de que a educação é o melhor caminho para a solução dos problemas sociais, políticos e éticos do país, porém cheguei a conclusão de que não me basta querer ter uma educação de qualidade, é preciso que eu consiga arrastar o máximo de pessoas comigo. Não que todos precisem pensar como eu, mas pensar sempre é bom. Cheguei a conclusão de que lutar sozinho é mais difícil e desgastante.
Como falei a pouco, minha opinião hoje é mais respeitada e considerada, pois não sou vista apenas como a professora Salete e sim como alguém que está em uma instituição que todos gostariam de estar e onde posso buscar orientação sobre os mais diversos temas, com profissionais muito respeitados. Por isso não estou mais só e os colegas de meu trabalho, por outro lado sentem-se mais seguros em unir-se não apenas a minha fala e sim a uma opinião fundamentada e respeitada até por nossos superiores.
É estranho falar sobre este tema, mas é deste jeito que ocorre em meu ambiente de trabalho e acredito que seja mais ou menos assim em todos os lugares. Isso não significa que tenha me tornado algum tipo de liderança rebelde, mas desde as pequenas coisas, as pequenas soluções partem da representatividade e esta não se faz só e muito menos sem argumentos sérios e fundamentados.
A busca por alianças, reforçar as idéias de grupo e querer conhecer sempre mais, posso dizer que aprimorei bastante no PEAD.
Seria muito comum responder sobre aprendizagem de alunos , o que penso, como acontece ao meu ver. Mas falar sobre aprendizagem a partir do que vivi neste último semestre é bem mais complicado.
Temos mania de achar que aprendizagem só ocorre com alunos, os professores sabem tudo e quando não sabem é porque se esqueceram. Mas a coisa não é bem assim, eu sempre tive dificuldade de trabalhar em grupo e de pedir ajuda.
Hoje, não posso dizer que sou a pessoa mais doce nos trabalhos em grupo, mas tenho trabalhado e me esforçado para alcançar sucesso nas atividades juntamente com meus colegas. Já para pedir ajuda, agora sou campeã! Aprendi a não ter vergonha de minha ignorância, pois enquanto eu pedir ajuda, ela com certeza será passageira.
São tantas coisas pequenas, na maioria óbvias, mas que no meu entendimento fazem a diferença no que penso a respeito de educação, de aprendizagem, de realização pessoal e profissional e das funções sociais de um professor, que tenho certeza melhorou muito e espero continuem melhorando até o final do curso;

- Não basta que eu saiba algo, é preciso que todos possam ter este conhecimento.

- A realização profissional só vem se eu estiver disposta a me empenhar e às vezes pagar o preço por ser uma boa professora.

- Ser um bom profissional é ajudar não só meus alunos, mas todos, inclusive eu mesma, a ter conhecimento da realidade e não de verdades impostas ou porções do real.

- A aprendizagem nem sempre é fácil ou mágica, é preciso estar preparada para as adversidades, sem perder a alegria e o prazer pelo conhecimento.

- O desejo de realização pessoal é como a libido, não se extingue, apenas é saciado momentaneamente, é como uma mola propulsora de nossas realizações. É perda de tempo sofrer com algo que não fizemos corretamente, devemos usar este tempo e experiência para alcançar a satisfação.

- Em todo o lugar, sempre existirão pessoas insatisfeitas com minha forma de pensar ou com minha realização, por tanto, se eu não desejo ser contrariada ou contestada é melhor nem abrir a boca.

- A oposição é algo importantíssimo, seja de nossa parte ou contra nós. Ela faz com que estejamos atentos a pensamentos e ações arbitrarias, contraditórias ou irresponsáveis que muitas vezes podem estar sendo cometidas por nós mesmos.



:: MEMORIAL DESCRITIVO - Avaliaçaõ final 1 - Marcelo


MEMORIAL DESCRITIVO

Avaliação Final 1

By Marcelo Schneider


?Daqui pra frente,
tudo vai ser diferente,
você tem que aprender a ser gente
o seu orgulho não vale nada, nada...
Você tem a vida intera pra viver
e saber o que é bom e o que é ruim
É melhor pensar depressa e escolher
antes do fim...?

Sou da geração do Rock and Roll, da década de 80, vi o Ronk and Rio, pela TV pois ainda minha rebeldia esbarrava em um extremamente tradicional senhor mais velho do que eu, meu pai. Senhor Leopoldo Schneider, muito conhecido em São Leopoldo por sua loja, por seus trabalhos com figurinos e roupas de carnaval. Pois este senhor, junto com a senhora Liria Rangel Schneider é que colocaram no mundo este que vos escreve, já vai tempo, 01 de novembro de 1970, dia de todos os santos, lembram de São Marcelo, santo canonizado em 2132 por seus feitos na educação e na área artística principalmente o teatro, reconhecido pelos milagres que realizou dentro da educação e cultura sem recurso algum e trabalhando com crianças e adolescentes, junto as periferias e seu grupo de teatro ? TEATRO GERAÇÃO BUGIGANGA ? TGB, que sempre acreditaram que o mundo poderia ser muito melhor, muito mais justo, honesto, democrático e socialista.

É claro que não almejo ser santo, nem católico sou, fui batizado luterano, mas minha religiosidade hoje transcende a igrejas específicas, acredito na fé de um povo sofrido e esse povo sofrido o qual me incluo, pois faço parte dele, caso contrario não poderia falar com propriedade dessa realidade. O que quero dizer é que as coisas daqui pra frente serão diferentes. Muito diferentes, já se apresentam assim...

Era um adolescente em 1987 prestes a fazer vestibular na UFRGS, lembro até hoje, fui para casa do meu tio e tia em Porto Alegre. Aquela época o vestibular era em duas etapas e realizado em janeiro, a primeira etapa era geral, 20 questões para cada matéria, e depois específicas, no meu caso que prestava vestibular para publicidade, as provas eram português, história, literatura e inglês, não fui mal nisso, o problema foi as gerais, física por exemplo, das 20 eu acertei um, e a tal de média ponderada me levou a não entrar na UFRGS no final da década de 80...

E é dessa época as minhas preferência musicais que convergem a Paralamas, Legião, Titãs, Cazuza, Cascaveletes do meu amigo Frank Jorge, Kid Abelha... É claro que as festas e reuniões de final de tarde nos ensinaram a conhecer e gostar de clássico da década de 70 e 60, Stones, Beatles, Pink, Led e muita MPB, Elis, o Ministro, Rita Lee, Chico, Jorge Bem e tantos outros...

O Rei Roberto era alguém de quem meu pai gostava, mas a internet através de propaganda do filme Caminho das Nuvens me apresentou uma nova visão e um sentido diferente e descobri a genealidade de Roberto e porque é Rei.

Escute comigo

Daqui pra frente,
tudo vai ser diferente,
você tem que aprender a ser gente
o seu orgulho não vale nada, nada...
Você tem a vida intera pra viver
e saber o que é bom e o que é ruim
É melhor pensar depressa e escolher
antes do fim...

Ele nos mostra um novo amanhã e é isso que se mostra depois de julho de 2006. Um novo caminho, com certeza cheio de realizações, pois em julho eu prestei vestibular para padagogia na UFRGS, no primeiro momento muito mais incentivados por minha companheira de onze anos, Angelita Lucas, presidenta do Sindicato dos professores de São Leopoldo - CEPROL ? e mãe de meu filho, João Marcelo Lucas Schneider, ator, petista e campeão do Mundo pelo colorado. Os dois me incentivaram, me inscreveram e me levaram para fazer a prova. E eu fiz, já no meio da campanha política, lembro que fui almoçar em Novo Hamburgo numa agenda com Zulke, Tarcísio, Rosseto e Olívio, depois voltei pra fazer a prova da tarde.

A apreensão era grande pelo resultado, quando vi meu nome de aprovado caiu a ficha e eu era aluno da UFRGS, exatos 18 anos depois. E isso mudou a minha vida, foi alegria, foi felicidade, foi choro, foi emoção, foi explosão de sentimentos, foi comemoração, em casa, minha família, amigos, meus alunos, todos vibraram e entraram comigo na faculdade. Sonho realizado, sonho de guri. Todo mundo já teve sonhos, eu queria ser para-quedista, eu queria ser jogador, eu queria ser professor...

Acredito que esse momento de ser infância é sagrado e temos que lutar para que ele não se perca, todos já fomos crianças, imagine, você que está lendo, lembra da boneca ou do carrinho, de não escovar os dentes, de se machucar, de pegar o último pedaço de bolo, de esperar ansioso ou ansiosa pela batatinha frita do sábado, pois domingo era churrasco...hahaha. Saiba com toda a certeza que todo mundo teve infância, Maomé já foi criança, Arquimedes, Buda, Galileu e também você e eu. E isso, não podemos esquecer jamais, são momentos únicos, são belezas únicas, são choros, e alegrias, traumas e emoções...Saiba que todo mundo teve medo mesmo que seja segredo, Nietzsche e Simone de Beauvoir, Fernandinho Beira-Mar e mais, antes que tudo acabe é preciso ir em busca dos sonhos mesmo com medo, é preciso arriscar e se aventurar mesmo sem saber onde vai dar, pois saiba que todo mundo vai morrer: presidente, general ou rei, anglo-saxão ou muçulmano todo e qualquer ser humano.

E esse momento mágico de infância se elasticisou até esse ano quando adentrei no primeiro dia de aula no Pólo de São Leopoldo, lá na escola Gusmão Brito, onde eu já havia estado por inúmeras ocasiões, ou por reuniões, ou pelo Seminário do CEPROL, ou por apresentações do TGB, mas agora nada disso era maior que o momento de eu ser aluno da UFRGS, eu era o menino de sete anos feliz com a monareta de natal, era o guri de 11 emocionado, na verdade triste com o resultado da copa de 82, era o adolescente estremecido de medo pelas ruas de Porto Alegre que prestava seu primeiro vestibular, era enfim um menino de 35 anos extremamente feliz e com uma reviravolta na vida sem precedentes.

Em meio a metade do semestre, encaminhando-se os projetos de finais de ano na escola com a terceira série que orientava, início de campanha política, prestes a montar a IV Mostra de Teatro do TGB, aulas sistemáticas com as oficinas à noite e agora aulas na UFRGS. Complicou tudo, desorganizou tudo, apenas não entrei em colapso pois tive mestres na vida que sempre disseram, uma coisa de cada vez e o que for possível hoje, para amanhã fazer o impossível de hoje. E assim o fiz, encarei a minha faculdade como a realização do sonho infantil e a utopia do lutador socialista que sou para que o mundo possa ficar melhor com o meu grão de areia de contribuição.

Já aluno, tive mais surpresas, e a principal dela é que acreditava que o curso a distância seria como os que vejo por todos os lados, leitura e e-mail... Sabe, simples como trocar de camisa. Na primeira aula... Hummmm, na segunda aula HUUUUUUUUUUUMMMMMMMM, depois então entendi o significado de estudar em uma universidade federal. Não é por acaso que a formação de uma universidade federal vale tanto em qualquer lugar e para todas as pessoas.

Os desafios começaram e era preciso tocar em frente, mas como fazer, eram coisas novas e eu já nem tinha tempo. Era preciso correr atrás de tudo... Porém em bate papos nas ruas, nos raros happys, chegávamos a conclusão que era preciso andar devagar porque já tivemos pressa e sempre levar o sorriso, porque já choramos demais ...
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe... Eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei... Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs...
Era preciso conhecer mais, era preciso fuçar no computador, perguntar ao professor, gravar, desgravar, imprimir, postar, ler, escrever, digitar, ajudar, perguntar, enfim, era preciso aventurar-se, era preciso ler o mundo que estava me inserindo, era preciso sentar a sombra da mangueira e contruir o conhecimento não apenas com o graveto na areia, mas com o mouse na tela.
A noite, muito cansado a frente do computador,, na internet discada depois da meia noite para economizar pois o investimento na campanha e na mostra são grandes, era preciso ser apaixonado pela causa...
É preciso o amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder seguir é preciso a chuva para florir. sinto que seguir a vida seja simplesmente conhecer a marcha, e ir tocando em frente como um velho boiadeiro levando a boiada, eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou, de estrada eu sou...

E que estrada. Pela manhã Dois Irmãos, à tarde oficina com o TGB já em São Leopoldo, à noite adultos, nas oficinas ou nas aulas presenciais da UFRGS, todo dia campanha, todo dia ensaio para a mostra, e de manhã, meus pequenos pensadores da Sala Mágica dos Sonhos, terceira série da escola 29 de Setembro esperando a energia do sor.
Vendo-os, todos os dias às 7h25 minutos, podem ter certeza, por mais cansado que estivesse, era o momento de levantar a poeira e seguir em frente, mesmo porque em casa, a pergunta e a força de meu filho que também estava na terceira e sempre tinha uma vontade inibida de ter aula com seu pai, questionava, perguntava e sugeria algo para que as aulas fossem um pouco dele também...
Todo mundo ama... Um dia todo mundo chora, um dia a gente chega, no outro vai embora. Cada um de nós compõe a sua história, e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz, e ser feliz .

E nessa história entro eu, o Marcelo, formalmente o Marcelo Schneider, o Professor Marcelo, o Marcelo do TGB, Marcelo do Teatro, Marcelinho do PT, Marcelo, Celo, ou como ultimamente me sinto mais emocionado: Sor.
O Sor Marcelo virou aluno, virou estudante e se emociona cada vez mais, pois a cada momento aprendo a aprender junto com quem ensino, seja na sala de aula formal, seja na sala de oficina de teatro seja na vida, pois a cada dia se descobre que é com teoria e prática que se ensina, mas só se aprende quando se tem amor pelo que se faz e pelo que se acredita e é disso que quero falar... adivinha onde ela anda, deve estar dentro do peito ou caminha pelo ar, pode estar aqui do lado, bem mais perto que pensamos... A folha da juventude é o nome certo desse amor.

E é para os jovens que falo, não jovens apenas de idades que são o nosso maior objetivo, mas os jovens como eu e minhas colegas que viramos alunos e aprendemos, e mudamos a nossa vida dia a dia, na sala, na família, nas aulas por causa da busca de nosso sonho, de trilhar o caminho da utopia, não sozinhos, mas juntos, juntos em todos os momento, não importando se já podaram seus momentos. desviaram seu destino,
seu sorriso de menino e menina que tantas vezes se escondeu...Mas renova-se a esperança,
nova aurora a cada dia.E há que se cuidar do broto, pra que a vida nos dê flor e fruto
E esse fruto são nossos filhos e nossos alunos sim, mas hoje encontramos uma nova verdade, uma nova idéia, uma nova utopia, esses frutos somos nós também que podemos com nossa crença construir o conhecimento e mudar a lógica do mundo capitalista que exclui a quem não produz o que é riqueza na visão mercadológica. E acredita que podemos ser socialistas, que podemos aprender a distância, que podemos nos formar para poder formar, que nossa experiência vale muito mais do que meia dúzia de livros bem escritos, mas longe da realidade e que somos parte de um todo que acredita que pode e é capaz de construir a paz, a utopia e o caminho que leva a esta utopia. Seja escrevendo, seja digitando, seja apagando as coisas da tela, seja gravamdo em cd e disquete, mandando e-mail, para endereços errados, perdendo tudo que escreveu, mas quando não houver saída, quando não houver mais solução, ainda há de haver saída. Nenhuma idéia vale uma vida Quando não houver esperança, quando não restar nem ilusão ainda há de haver esperança. Em cada um de nós há algo de uma criança. Enquanto houver sol, enquanto houver sol
ainda haverá um coração batendo, um sonho aceso, uma mente pensando, pernas caminhando, haverá coração de estudante para se cuidar da vida. Há que se cuidar do mundo, tomar conta da amizade, alegria e muito sonho espalhados no caminho...Verdes, plantas, sentimento, folha, coração, juventude e fé.


:: MEMORIAL DESCRITIVO - Avaliaçaõ final 1 - Marcelo


MEMORIAL DESCRITIVO

Avaliação Final 1

By Marcelo Schneider


?Daqui pra frente,
tudo vai ser diferente,
você tem que aprender a ser gente
o seu orgulho não vale nada, nada...
Você tem a vida intera pra viver
e saber o que é bom e o que é ruim
É melhor pensar depressa e escolher
antes do fim...?

Sou da geração do Rock and Roll, da década de 80, vi o Ronk and Rio, pela TV pois ainda minha rebeldia esbarrava em um extremamente tradicional senhor mais velho do que eu, meu pai. Senhor Leopoldo Schneider, muito conhecido em São Leopoldo por sua loja, por seus trabalhos com figurinos e roupas de carnaval. Pois este senhor, junto com a senhora Liria Rangel Schneider é que colocaram no mundo este que vos escreve, já vai tempo, 01 de novembro de 1970, dia de todos os santos, lembram de São Marcelo, santo canonizado em 2132 por seus feitos na educação e na área artística principalmente o teatro, reconhecido pelos milagres que realizou dentro da educação e cultura sem recurso algum e trabalhando com crianças e adolescentes, junto as periferias e seu grupo de teatro ? TEATRO GERAÇÃO BUGIGANGA ? TGB, que sempre acreditaram que o mundo poderia ser muito melhor, muito mais justo, honesto, democrático e socialista.

É claro que não almejo ser santo, nem católico sou, fui batizado luterano, mas minha religiosidade hoje transcende a igrejas específicas, acredito na fé de um povo sofrido e esse povo sofrido o qual me incluo, pois faço parte dele, caso contrario não poderia falar com propriedade dessa realidade. O que quero dizer é que as coisas daqui pra frente serão diferentes. Muito diferentes, já se apresentam assim...

Era um adolescente em 1987 prestes a fazer vestibular na UFRGS, lembro até hoje, fui para casa do meu tio e tia em Porto Alegre. Aquela época o vestibular era em duas etapas e realizado em janeiro, a primeira etapa era geral, 20 questões para cada matéria, e depois específicas, no meu caso que prestava vestibular para publicidade, as provas eram português, história, literatura e inglês, não fui mal nisso, o problema foi as gerais, física por exemplo, das 20 eu acertei um, e a tal de média ponderada me levou a não entrar na UFRGS no final da década de 80...

E é dessa época as minhas preferência musicais que convergem a Paralamas, Legião, Titãs, Cazuza, Cascaveletes do meu amigo Frank Jorge, Kid Abelha... É claro que as festas e reuniões de final de tarde nos ensinaram a conhecer e gostar de clássico da década de 70 e 60, Stones, Beatles, Pink, Led e muita MPB, Elis, o Ministro, Rita Lee, Chico, Jorge Bem e tantos outros...

O Rei Roberto era alguém de quem meu pai gostava, mas a internet através de propaganda do filme Caminho das Nuvens me apresentou uma nova visão e um sentido diferente e descobri a genealidade de Roberto e porque é Rei.

Escute comigo

Daqui pra frente,
tudo vai ser diferente,
você tem que aprender a ser gente
o seu orgulho não vale nada, nada...
Você tem a vida intera pra viver
e saber o que é bom e o que é ruim
É melhor pensar depressa e escolher
antes do fim...

Ele nos mostra um novo amanhã e é isso que se mostra depois de julho de 2006. Um novo caminho, com certeza cheio de realizações, pois em julho eu prestei vestibular para padagogia na UFRGS, no primeiro momento muito mais incentivados por minha companheira de onze anos, Angelita Lucas, presidenta do Sindicato dos professores de São Leopoldo - CEPROL ? e mãe de meu filho, João Marcelo Lucas Schneider, ator, petista e campeão do Mundo pelo colorado. Os dois me incentivaram, me inscreveram e me levaram para fazer a prova. E eu fiz, já no meio da campanha política, lembro que fui almoçar em Novo Hamburgo numa agenda com Zulke, Tarcísio, Rosseto e Olívio, depois voltei pra fazer a prova da tarde.

A apreensão era grande pelo resultado, quando vi meu nome de aprovado caiu a ficha e eu era aluno da UFRGS, exatos 18 anos depois. E isso mudou a minha vida, foi alegria, foi felicidade, foi choro, foi emoção, foi explosão de sentimentos, foi comemoração, em casa, minha família, amigos, meus alunos, todos vibraram e entraram comigo na faculdade. Sonho realizado, sonho de guri. Todo mundo já teve sonhos, eu queria ser para-quedista, eu queria ser jogador, eu queria ser professor...

Acredito que esse momento de ser infância é sagrado e temos que lutar para que ele não se perca, todos já fomos crianças, imagine, você que está lendo, lembra da boneca ou do carrinho, de não escovar os dentes, de se machucar, de pegar o último pedaço de bolo, de esperar ansioso ou ansiosa pela batatinha frita do sábado, pois domingo era churrasco...hahaha. Saiba com toda a certeza que todo mundo teve infância, Maomé já foi criança, Arquimedes, Buda, Galileu e também você e eu. E isso, não podemos esquecer jamais, são momentos únicos, são belezas únicas, são choros, e alegrias, traumas e emoções...Saiba que todo mundo teve medo mesmo que seja segredo, Nietzsche e Simone de Beauvoir, Fernandinho Beira-Mar e mais, antes que tudo acabe é preciso ir em busca dos sonhos mesmo com medo, é preciso arriscar e se aventurar mesmo sem saber onde vai dar, pois saiba que todo mundo vai morrer: presidente, general ou rei, anglo-saxão ou muçulmano todo e qualquer ser humano.

E esse momento mágico de infância se elasticisou até esse ano quando adentrei no primeiro dia de aula no Pólo de São Leopoldo, lá na escola Gusmão Brito, onde eu já havia estado por inúmeras ocasiões, ou por reuniões, ou pelo Seminário do CEPROL, ou por apresentações do TGB, mas agora nada disso era maior que o momento de eu ser aluno da UFRGS, eu era o menino de sete anos feliz com a monareta de natal, era o guri de 11 emocionado, na verdade triste com o resultado da copa de 82, era o adolescente estremecido de medo pelas ruas de Porto Alegre que prestava seu primeiro vestibular, era enfim um menino de 35 anos extremamente feliz e com uma reviravolta na vida sem precedentes.

Em meio a metade do semestre, encaminhando-se os projetos de finais de ano na escola com a terceira série que orientava, início de campanha política, prestes a montar a IV Mostra de Teatro do TGB, aulas sistemáticas com as oficinas à noite e agora aulas na UFRGS. Complicou tudo, desorganizou tudo, apenas não entrei em colapso pois tive mestres na vida que sempre disseram, uma coisa de cada vez e o que for possível hoje, para amanhã fazer o impossível de hoje. E assim o fiz, encarei a minha faculdade como a realização do sonho infantil e a utopia do lutador socialista que sou para que o mundo possa ficar melhor com o meu grão de areia de contribuição.

Já aluno, tive mais surpresas, e a principal dela é que acreditava que o curso a distância seria como os que vejo por todos os lados, leitura e e-mail... Sabe, simples como trocar de camisa. Na primeira aula... Hummmm, na segunda aula HUUUUUUUUUUUMMMMMMMM, depois então entendi o significado de estudar em uma universidade federal. Não é por acaso que a formação de uma universidade federal vale tanto em qualquer lugar e para todas as pessoas.

Os desafios começaram e era preciso tocar em frente, mas como fazer, eram coisas novas e eu já nem tinha tempo. Era preciso correr atrás de tudo... Porém em bate papos nas ruas, nos raros happys, chegávamos a conclusão que era preciso andar devagar porque já tivemos pressa e sempre levar o sorriso, porque já choramos demais ...
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe... Eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei... Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs...
Era preciso conhecer mais, era preciso fuçar no computador, perguntar ao professor, gravar, desgravar, imprimir, postar, ler, escrever, digitar, ajudar, perguntar, enfim, era preciso aventurar-se, era preciso ler o mundo que estava me inserindo, era preciso sentar a sombra da mangueira e contruir o conhecimento não apenas com o graveto na areia, mas com o mouse na tela.
A noite, muito cansado a frente do computador,, na internet discada depois da meia noite para economizar pois o investimento na campanha e na mostra são grandes, era preciso ser apaixonado pela causa...
É preciso o amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder seguir é preciso a chuva para florir. sinto que seguir a vida seja simplesmente conhecer a marcha, e ir tocando em frente como um velho boiadeiro levando a boiada, eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou, de estrada eu sou...

E que estrada. Pela manhã Dois Irmãos, à tarde oficina com o TGB já em São Leopoldo, à noite adultos, nas oficinas ou nas aulas presenciais da UFRGS, todo dia campanha, todo dia ensaio para a mostra, e de manhã, meus pequenos pensadores da Sala Mágica dos Sonhos, terceira série da escola 29 de Setembro esperando a energia do sor.
Vendo-os, todos os dias às 7h25 minutos, podem ter certeza, por mais cansado que estivesse, era o momento de levantar a poeira e seguir em frente, mesmo porque em casa, a pergunta e a força de meu filho que também estava na terceira e sempre tinha uma vontade inibida de ter aula com seu pai, questionava, perguntava e sugeria algo para que as aulas fossem um pouco dele também...
Todo mundo ama... Um dia todo mundo chora, um dia a gente chega, no outro vai embora. Cada um de nós compõe a sua história, e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz, e ser feliz .

E nessa história entro eu, o Marcelo, formalmente o Marcelo Schneider, o Professor Marcelo, o Marcelo do TGB, Marcelo do Teatro, Marcelinho do PT, Marcelo, Celo, ou como ultimamente me sinto mais emocionado: Sor.
O Sor Marcelo virou aluno, virou estudante e se emociona cada vez mais, pois a cada momento aprendo a aprender junto com quem ensino, seja na sala de aula formal, seja na sala de oficina de teatro seja na vida, pois a cada dia se descobre que é com teoria e prática que se ensina, mas só se aprende quando se tem amor pelo que se faz e pelo que se acredita e é disso que quero falar... adivinha onde ela anda, deve estar dentro do peito ou caminha pelo ar, pode estar aqui do lado, bem mais perto que pensamos... A folha da juventude é o nome certo desse amor.

E é para os jovens que falo, não jovens apenas de idades que são o nosso maior objetivo, mas os jovens como eu e minhas colegas que viramos alunos e aprendemos, e mudamos a nossa vida dia a dia, na sala, na família, nas aulas por causa da busca de nosso sonho, de trilhar o caminho da utopia, não sozinhos, mas juntos, juntos em todos os momento, não importando se já podaram seus momentos. desviaram seu destino,
seu sorriso de menino e menina que tantas vezes se escondeu...Mas renova-se a esperança,
nova aurora a cada dia.E há que se cuidar do broto, pra que a vida nos dê flor e fruto
E esse fruto são nossos filhos e nossos alunos sim, mas hoje encontramos uma nova verdade, uma nova idéia, uma nova utopia, esses frutos somos nós também que podemos com nossa crença construir o conhecimento e mudar a lógica do mundo capitalista que exclui a quem não produz o que é riqueza na visão mercadológica. E acredita que podemos ser socialistas, que podemos aprender a distância, que podemos nos formar para poder formar, que nossa experiência vale muito mais do que meia dúzia de livros bem escritos, mas longe da realidade e que somos parte de um todo que acredita que pode e é capaz de construir a paz, a utopia e o caminho que leva a esta utopia. Seja escrevendo, seja digitando, seja apagando as coisas da tela, seja gravamdo em cd e disquete, mandando e-mail, para endereços errados, perdendo tudo que escreveu, mas quando não houver saída, quando não houver mais solução, ainda há de haver saída. Nenhuma idéia vale uma vida Quando não houver esperança, quando não restar nem ilusão ainda há de haver esperança. Em cada um de nós há algo de uma criança. Enquanto houver sol, enquanto houver sol
ainda haverá um coração batendo, um sonho aceso, uma mente pensando, pernas caminhando, haverá coração de estudante para se cuidar da vida. Há que se cuidar do mundo, tomar conta da amizade, alegria e muito sonho espalhados no caminho...Verdes, plantas, sentimento, folha, coração, juventude e fé.


:: Documento Testemunho - Avaliação final 2


DOCUMENTO TESTEMUNHO

Avaliação Final 2

By Marcelo Schneider
Marcelotgb

MEU BLOG.

O Blog da disciplina Educação Cultura e Sociedade ? Uma abordagem sociocultural e antropológica é sem dúvida a produção mais significativa dentro do primeiro semestre de aula.

È claro que encontrar Paulo Freire na disciplina de Currículo, descobrir ferramentas como a construção de páginas da web e as primeiras descobertas no Seminário Integrador serão inesquecíveis. Entretanto o Blog abriu uma perspectiva não só de ensino, mas também de vida. Pois através dele aprendi a utilizar mais o computador, descobri teclas, descobri atalhos, links. Descobri e aprendi a me comunicar e a debater via internet mesmo sem estar em um chat, descobri o fórum e através dele construir coletivamente sem ferir o pensamento de minhas companheiras. O Blog mostrou-me que a democracia, a sinceridade e a honestidade podem estar dentro da rede, mas é preciso ser mais pontual com certeza...

As atividades do Blog muitas vezes foram complicadas, desconhecidas, assim como uma ilha. Uma ilha desconhecida que não sabíamos onde se localizava, se lá haviam habitantes, se por ventura, aventuras encontraríamos, ou mesmo se teríamos um barco ou alguém para nos acompanhar nesse barco. Descobrimos que fizemos uma travessia e chegamos até a ilha. A Ilha é muito grande, imensa, talvez maior que o mundo, ou ela seja o próprio planeta, porém deve ser descoberta, desvendada, desmistificada; principalmente desmistificada, pois são muitos os mitos sobre ela, as crenças e as profecias, as histórias e fábulas. Essas crendices sobre a ilha a tornaram assustadora, às vezes assombrada e temos muito medo dela, receio.

Ao nos depararmos com um pequeno riacho não podemos ter medo de atravessar, as pedras estão ali para termos um solo mais firme, e os buracos para estarmos atentos a quando desviarmo-nos do caminho, não cairmos por ai. É certo que terá mata fechada, que terão plantas desconhecidas, que termos fome e não encontraremos comida na primeira árvore, ou a caça será farta, e nem os peixes estarão a espera de nossa vara. É certo que companheiros encontraremos, mas todos também fazem a trilha, a trilha para alcançar os objetivos que foram traçados muito antes de chegar até o rei e pedir o barco, mesmo que pareça distante. Hoje alçamos o vôo e não há como voltar, mais adiante, mais atrás, mais a norte, mais a sul, no monte, no rio, na praia, na mata fechada, cada um descobre a ilha e cada parte descoberta é partilhada e juntos construímos caminhos que são novos conhecimentos que significam uma nova vida para mim, e para quem me rodeia e quem me rodeia além de pássaros e animais da ilha, são pessoas, são gente, são companheiras, e companheiros, são colegas, as vezes calmas, as vezes bravas, as vezes desesperadas, as vezes serenas, somos todos aventureiros e aventureiras em busca de respostas para perguntas que nem sempre sabemos responder. A nossa frente uma vasta floresta para desvendar, ao nosso lado colegas que podem estar tão distante como no final do litoral ou ao lado próximo do morro da asa delta. Como base sólidas iguais a pedras fundamentais, nossos incansáveis lutadores por um mundo melhor que apostam em nossas aventuras, mesmo que a gente as vezes demore para criar coragem em realizar as tarefas, nossas tutoras, nossas mestres e nossos mestres estão ali, apoiando com energia, cobrando com serenidade, corrigindo com sensatez e principalmente comemorando com a alegria de termos dado mais um passo em direção ao infinito mundo do conhecimento que a cada tecla digitada, a cada giro de mouse, a cada janela aberta, a cada programa utilizado, a cada produção realizada, a cada postagem inserida se torna mais ampla, e quando deitamos em um capão a descansar, em nosso rosto a brisa vinda da praia mostra que a ilha já não é tão desconhecida e não precisamos correr freneticamente para o barco, desesperadamente para retornar ao continente.
O barco está ali, que sá em pouco tempo já descobrimos pontes que nos levem mais facilmente aos locais e agora é hora de descansar, é hora de pensar como foi bom realizar e estar realizando sonhos. Pois estar a frente do monitor, encontrando gente de tantos lugares, conhecendo obras, idéias, pensamentos, mestres e um novo mundo é fruto de um passo dos mais largos possíveis é fruto daquilo que acreditamos quando com tenra idade queríamos ser bombeiros e bailarinas, jogadores de futebol e dentistas, hoje somos professoras e professores, somos professores de profissão prontos a desafiar a nós, ao computador e as exigências de nossas professoras e professores, pois também somos alunos, e alunos que é aluno, discute com o professor, briga porque não entende e quando entende faz de conta que não entendeu a razão de tal trabalho e o enfrenta como se fosse a pior coisa do mundo. E sabemos que é assim, pois a história se repete, hoje nós, ontem vocês, amanhã nosso alunos, e todos passarão. Eles passarão, eu passarinho e o ciclo da vida se completa, não sem antes me ver pedagogo formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Dentro de toda esta trajetória e dos trabalhos realizados no Blog, o que mais me chamou a atenção foi trabalhar com os grandes pensadores, filósofos e o ícone que escolhi é Marx. Dentro do trabalho do Blog da disciplina ECS, escolhi a atividade de número 7 que resgata Karl Marx e Friedrich Engls, dois homens do século XIX, que com seu pensamento mudaram a sociedade e influenciam-na até hoje e com certeza vão influenciar para toda a eternidade assim como o fazem Sócrates, Pitágoras, Galileu, Jesus, Julio César, Paulo Freire e tantos outros.

Entretanto, ninguém, como Marx foi tão eloqüente ao tratar das relações sociais em sua época, e ninguém como Marx foi tão contemporâneo em falar sobre a distância entre as relações de trabalho da atualidade, e ninguém como Marx é tão compreendido e ao mesmo tempo, tão incompreendido por seu povo e por quem o discrimina.

É importante ressaltar que ao pregar a igualdade entre os homens ele também fala de mulheres e crianças, ele também elege o trabalho e a educação e sua utopia não é dividir a miséria no mundo e nem que um salvador das pátria nos venha dizer o que fazer, e sim que a partilha humana seja total e real para que o mundo seja humano, seja justo, honesto e feliz, que não haja ninguém com mais e ninguém com menos, que não haja opressores e oprimidos e sim que as pessoas vivam em comunhão com aquilo que faça os seres humanos socialistas como deve ser a vida e a utilização do planeta,o ser humano, ser humano.



Sexta-feira, Dezembro 29, 2006

:: lucianedutra_avaliacaofinal2


DOCUMENTO TESTEMUNHO

Escolhi o texto comentando "Os tipos de dominação legítima", segundo Weber, pois acho que estão intimamente ligadas, com todas as relações humanas, sociais e a manutenção das instituições familiares, educacionais, públicas e privadas no mundo antigo e atual. A escola pública abriga os filhos de uma classe inferior e por isso é obrigatória, gratuita, pois os inferiores através dela continuarão inferiores, subservientes aos detentores do poder, dominantes e superiores. Quando certas bandeiras são levantadas como inclusão social, digital, têm na verdade um cunho político, eleitoreiro, pois precisam dos votos dos inferiores para se manterem no poder, então são apenas palavras vãs desprovidas de ações reais, que realmente transformariam a sociedade e os seres humanos nela inseridos. Mas transformações reais causam inversões de papéis, posturas humanas, sociais e isso corrompe os sistemas de poder vigentes.


:: lucianedutra_documentotestemunho


Estou certo de que não se presta nenhum
serviço a uma pessoa que "vibra" com a religião
quando se esconde dela, como aliás dos demais homens, que seu destino é viver numa época indiferente a Deus e aos profetas. (Max Weber, A ciência como vocação)

DOCUMENTO TESTEMUNHO: MAX WEBER


Segundo Weber existem três tipos de dominação legítima: "Dominação Legal", Tradicional e Carismática. Weber expõe que todas as relações sociais estão baseadas na "dominação, probabilidade de encontrar obediência a uma determinada regra e para que aconteça há uma necessidade de submissão, que depende de interesses, vantagens, inconvenientes, afetos e também pelo próprio "hábito cego" de repetir determinado comportamento.
Nas relações entre "dominantes" e "dominados", a dominação é fundamentada em regras supostamente jurídicas, para que a mesma seja legitimada pelas estruturas sociais vigentes.
A "Dominação Legal" é baseada em estatutos onde a "massa dominante" organiza regulamentos e os "subordinados" obedecem aos regulamentos estabelecidos. Os "dominantes" são superiores, pois de acordo com as regras estabelecidas são competentes para desempenhar tais atividades, para organizar a sociedade. Já os "funcionários" são profissionais, seus serviços se baseiam em contratos, com pagamento apropriado a sua condição de inferior, desempenhando funções fixadas, não devendo envolver-se pessoalmente, precisando estar inserido apenas no âmbito racional, objetivo, técnico e conseqüentemente disciplinado.
A "Dominação Tradicional" se baseia na crença de poderes existentes há muito tempo, tendo como eixo principal à estrutura patriarcal, quem ordena é o "senhor"e quem obedece seus "súditos", fiéis a sua crença no outro. Os outros "servidores", que fazem o elo entre "senhor e súditos", pois dependem da continuidade do papel do primeiro, estão ligados por fidelidade e não competência, como se dá na "dominação legal". Esse tipo de dominação se perpetua pela docilidade e subserviência dos súditos em relação à sabedoria do senhor. A segunda estrutura é a estamental, baseia-se em cargos figurados na competência, assegurando aos seus detentores privilégios, gerando competição por status social, econômico. A separação da patriarcal e estamental é básica para toda a sociologia do Estado da era Pré-burocrática.
A "Dominação Carismática" é baseada na figura do senhor e de seu "carisma" afetivo, intelectual, de discurso. Seus tipos mais puros são a dominação de profetas, heróis, demagogos. O que manda é o "líder", o que acata seu "apóstolo", fiel admirador das qualidades do primeiro e, quando essas são contestadas sua dominação se extingue. O quadro administrativo é estruturado segundo carisma, vocação e não competência não existindo regras instituídas, que servem à tradição, apenas o juízo de valor pessoal, particular e muitas vezes irracional.
A história da sociedade se baseia em papéis de poder, senhores, profetas, portanto superiores; e servos, súditos, inferiores, que obedecem a uma hierarquia pré-estabelecida nas instituições sociais, sejam elas quais forem e em que realidades passadas, presentes ou futuras estejam inseridas.
Abaixo alguns links sobre o autor:


www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-69091998000200003&script=sci_arttext


www.culturabrasil.org/weber.htm


www.terra.com.br/voltaire/cultura/2005/04/02/000.htm


:: lucianedutra_avaliacaofinal1


MINHA TRAJETÓRIA NO PEAD


Durante minha caminhada no curso de Pedagogia à Distância, vivenciei muitos momentos e aprendizagens que contribuíram para minha vida pessoal. Quando li um dos primeiros textos "A ilha desconhecida", do Saramago, que traz uma reflexão profunda sobre o ser humano, suas escolhas e caminhos que trilhará no decorrer da vida. Pensando sobre a vida dos outros, fazemos um balanço da nossa própria vida,onde nos encontramos naquele momento e o que desejamos para o futuro, caminhamos e encontramos questionamentos, às vezes respostas para eles, mas também novos questionamentos, que surgem no decorrer da trajetória.
Na minha prática profissional, as certezas parecem que se tornam incertezas, pois refletimos sobre políticas educacionais e vemos que muitas práticas na educação servem a fins políticos, eleitoreiros e que a falta de qualidade normalmente vinculada à escola pública, propicia a manutenção da pobreza, da exclusão social, política, econômica e intelectual, mantendo cada ser humano dentro de uma classe social criada pelo sistema capitalista, visando separar e limitar os potenciais humanos que todos possuímos.
No nosso último trabalho na disciplina Educação e Tecnologias, pesquisamos sobre a utilização dos computadores na Educação e vimos que a forma como está sendo feita a inclusão digital é um pouco distorcida da realidade. Ela se tornou uma bandeira de propaganda política dos governos, esquecendo da formação do ser humano como um todo, que ele precisa interagir com outras pessoas, que sua aprendizagem se constrói nessa interação e que o computador é apenas uma ferramenta que proporciona diminuir a distância entre realidades e pessoas.
Sei que me apropriei de muitos conhecimentos na minha trajetória no curso e pretendo continuar buscando respostas e novos questionamentos para minha vida pessoal e profissional, mas sei também que à medida que refletimos sobre nossos ideais, objetivos, transformamos nossa própria realidade interna e externamente, provocando mudanças também nos outros.


:: ECS 11 - Texto Inicial - grupo Cê


ECS 11

Texto Inicial


A partir dos textos postados nos blogs e o debate no fórum segue algumas idéias do grupo Cê...

Márcia, Silvana, Marcelo e Carmem.

Desigualdade Educativas..., a partir de A.J. Akkari

A educação como prioridade pública só existirá se for por nós estabelecida como prioridade, caso não nos comprometamos com essa idéia, nada se fará pela educação, pois paliativamente o país já se constróis a 506 anos. E isso é uma das razões para a desigualdade dentro da educação levando-nos a falta de desenvolvimento sócio-político e cultural no país.

É sabido que muitos projetos de leis são idealizados, mas interesses de elites específicas pressionam para que os mesmos não saiam do papel e se saem, são implementados de forma errônea ou pela metade, gerando uma maior desigualdade e disparidade entre o que público e o que é privado na educação brasileira. Visto exemplo disso o grande número de livros didáticos advindos de grupos educacionais privados. Quando não ingerem diretamente nas decisões governamentais em favor do privado e em detrimento do público, as elites tomam verbas essenciais para a educação com serviços e materiais de duvidosa eficácia.

Os números que nos apresentam mostram uma estatística tanto no estudantado como no professorado alarmante, no que tange o conhecimento, formação e a remuneração ambos são de grande distância entre os que atuam na escola pública e na escola particular, sempre com vantagem para quem detém o dinheiro.

É visto que as autoridades fazem pouco, perto do que seria necessário fazer para uma educação melhor no país. E nós cobramos menos ainda e votamos ou deixamos que votem de forma despolitizada.

Uma das conseqüências da política distante do poder público com a educação é a necessidade de projetos como o Alfabetiza Rio Grande e o Brasil Alfabetizando, pois os adultos de hoje, que precisam ser alfabetizados, não o foram pela incompetência de todo o bojo educacional que vai de professores , a administradores e governantes, quando eram crianças.
Uma falha se não fosse uma tragédia da vida brasileira.

A Escola Aberta é outro projeto que tem dois lado, ao mesmo tempo que propicia alternativas para a população carente em seu lazer er conhecimento cultural, leva o voluntariado a um grau de importância que passa a ser quase tão necessário quanto o professor profissional.

A Universidade Aberta do Brasil nos ensina a distância, tem seu lado positivo, pois forma os professores leigos mas ainda sofre o preconceito pala prática de ?á distância?.

E assim se faz a educação...


:: SEMINÁRIO INTEGRADOR



AVALIAÇÃO FINAL 2

MINHA PRODUÇÃO

Cleide Silva


:: Seminário Integrador




Avalidação Final 2


Documento Testemunho


Elizabeth Koch


:: documento testemunho


angelicapaulino2_avaliacaofinal2
Documento testemunho

A produção escolhida por mim que me acrescentou para melhor realização em meu trabalho, foi o último trabalho desenvolvido na interdisciplina Educação e Tecnologia da Comunicação e Informação com o tema! Informática na escola.?
Para mim, este é um tema atual e que muitos professores o negam.
A maioria de nós, que estamos realizando este curso, crescemos brincando com bonecas, carrinho de rollerman, montando nossos próprios brinquedos, agora temos e precisamos conviver com a tecnologia, isto é um passo muito grande. Ao contrário, nossas crianças crescem com brinquedos eletrônicos, com mini-computadores, enfim, convivem com a tecnologia e devido a isto não a temem.
Hoje em dia as pessoas acessam cada vez mais os serviços da Internet, movidos pelo conforto de buscar o que necessitam a qualquer hora, estando em qualquer lugar.
O mundo está mudando rapidamente e a educação precisa acompanhar este ritmo. Dizemos sempre que nossos governantes precisam investir em educação, e têm mesmo, mais isso não é prioridade para eles, nós é que precisamos mudar nosso jeito de lecionar e explorarmos todos os recursos que temos, a mudança começa por nós, isso proporciona aos alunos desenvolver a criatividade, pois é isso que a sociedade está exigindo das pessoas, quem não é criativo não consegue concorrer a um bom emprego.
Essa mudança tem que começar por nós professores e pararmos de sermos retrógrados, sair da mesmice, sem esquecer que o computador não é o único recurso e sim mais um afim de melhorar e atrair mais os alunos, estimulando assim a curiosidade e o poder de argumentação. Angélica Paulino da Silva


:: DOCUMENTO TESTEMUNHO


DOCUMENTO TESTEMUNHO
DE
MAGALI REGINA BORNE

Durante todo o período deste semestre do Curso, nos foi solicitado diversas atividades, muitas das quais já estávamos acostumados como ler, refletir, formas opiniões, mas muitas coisas diferentes também fizeram parte do curso.
Por ser um curso virtual foram precisas muitas descobertas, muitos erros, muitas buscas, entramos por caminhos ainda não percorridos da tecnologia.
Não posso afirmar que era totalmente ?analfabeta? quanto ao uso do computador, simplesmente o usava como um editor de texto, algum joguinho.
Com o curso a primeira coisa a fazer foi entrar na Internet, me senti como o primeiro homem a chegar na Lua,tudo novidade, tudo desconhecido. Mas com o passar do tempo tudo começou a se tornar fácil e rotineiro, com exceção de todas as criatividades necessárias na Interdisciplina da Tecnologia, fizemos jornais, slides, página na Web, em outras disciplinas nos comunicamos através de chats, fóruns, wikistórias, mas o que mais me deslumbrou foi a criação do meu ?blog?. Gente ?Eu?, ?Euzinha? numa página, criada por mim, onde eu entro e obviamente todos os professores,tutores e colegas, mas isto no blog do curso. Mas eu posso ter o meu blog pessoal e é o que farei em breve, o meu diário pessoal e confidencial se eu o assim quiser.
E foi na criação e no desenvolvimento do blog é que acreditei no mundo virtual.
Ele ainda não está completo, tenho algumas coisas a acrescentar, mas eu o trato com muito carinho, procuro colocar lá, apesar de ser do curso. Toda a minha energia para que todos que nele passarem a possam sentir.
Então visite o meu blog:
http://blogmagaliborneblogspot.com




angelicapaulino1_avalicaofinal1

Memorial

Este curso foi um achado em minha vida, estive por algum tempo procurando por um curso que estivesse ao alcance de minhas condições financeiras e felizmente recebia a notícia que esta faculdade iria abrir vestibular par o curso à distância, entrei, não sei se vou conseguir concluir, parte da minha vida foi reformulada. Digo, parte da minha vida, pois não deixo minha vida particular, e isso inclui o curso, afetar minha vida profissional, ou seja, meu compromisso com a escola e com meus alunos.
Sempre tive tudo muito bem organizado em minha vida, com a volta à faculdade, acho que me apavorei um pouco, mesmo assim até a metade do semestre acredito que estive bem, entregando meus trabalhos nos prazos estabelecidos.
Até então não havia tido dificuldades na realização dos trabalhos. Durante o dia tinha meu trabalho normal, quando tinha minhas folgas realizava os trabalhos para, durante a noite, enviá-los. Onde moro não há banda larga, ultimamente tenho pagado muito alto as minhas contas de telefone, então procuro enviar meus trabalhos durante a noite ou final de semana.
Perdi-me, e não sei qual foi à época, quando deu pane em meu computador, fiquei uma semana e meia com trabalhos atrasados e a partir daí não consegui organizar-me mais. Não só pala falta do computador em si, logo que o computador voltou estava começando outra correria, final de ano, elabora prova, corrige prova, elabora recuperação, corrige recuperação, fecha nota, encerra caderno de chama, enfim, disse anteriormente que não posso e não devo deixar minha vida pessoal atrapalhar minha vida profissional. Não quero ser irresponsável com o curso, preferia que não tivesse que optar, gostaria que continuasse tudo como começou, organizadamente, infelizmente por problemas técnicos me desestruturei.
Durante algumas leituras feita para trabalhos de algumas interdisciplinas, comecei a fazer uma releitura em alguns métodos usados em sala de aula, isso significa que por mais experiências que temos, eu tenho dezesseis anos em sala de aula, devemos sempre ?reler? nossos métodos didáticos e pedagógicos e só faremos isso fazendo cursos.
Posso citar um exemplo de mudança de minha parte, estou elaborando aulas com cronogramas para usar com meus alunos na sala de informática, pois, lendo algumas coisas sobre informática na educação, percebi que muito se pode trabalhar na sala de informática.
Penso que este curso não deixa de ser uma reciclagem para quem saiu das cadeiras de uma sala de aula à algum tempo, este é o meu caso, algumas leitura esclarecem algumas dúvidas que estavam adormecidas dentro de nós e nos abre um leque de opções para trabalharmos.
Uma das coisas negativas, ao meu ver, foi o trabalho em grupo, não consegui conceber a idéia de um curso a distância obrigar a realização de um trabalho em grupo, e o pior, exigir que fosse realizado em um dos recursos da Internet e esse recurso não podia ser e-mail, penso que poderíamos nos reunir em uma das aulas presenciais para realizarmos trabalhos em grupo, acredito não ter me saído bem nesse trabalho pois não consegui participar da reformulação do trabalho.
Devido a estes problemas, cheguei a dizer que abandonaria o curso, vou terminar este semestre para ver o resultado final, se conseguir passar por todos esses problemas ilesa acredito que os próximos semestres serão melhores. Angélica Paulino da Silva


:: avaliação final 2 - Juçara Becker - Sem. Integrador


Documento testemunho


Gostaria de esclarecer que foi muito difícil escolher uma atividade que demonstre melhor uma aprendizagem, ou que seja mais relevante para mim.
Todos os trabalhos, aulas e atividades, deste semestre se completaram entre si e aprendi muito.
Bom, mas como temos que optar por uma única atividade, escolho o blog.
Considero uma ferramenta de trabalho extremamente dinâmica, agradável, prática, visual e moderna.
Através do blog temos rápido acesso a todos os trabalhos postados.
Ele permite que o/a aluno/a aprenda e tenha contato com os trabalhos de outros colegas, lendo, comentando, olhando, escutando.
É muito divertido e interessante dar uma passeada lá no Polo de Três Cachoeiras (ou qualquer outro) e visitar o blog de alguma colega.
Ler seus depoimentos, suas reflexões sobre os autores, seus desabafos.
Para mim, o blog é um elo vital dessa corrente de aprendizagem e conhecimento que estamos criando. Estou muito feliz com o meu e convido todos e todas a visitá-lo. Entre em: http://jkbecker.blogspot.com/

Juçara Becker


:: ECS 9 - recuperação II


Oi Pesso@l

Esta atividade é somente para as alunas listadas abaixo, que não realizaram a ECS 9. É uma nova oportunidade de realizar esta atividade que é uma atividade em grupo.

:: Semana 12 / ECS 9 - Marx II

Enfoque temático: Construção de concepções de humano mundo - educação: a perspectiva marxista.

Leitura da Semana:

MARX & ENGELS. Textos sobre educação e ensino. São Paulo: Moraes, 1983. (Haverá um exemplar da obra no polo)

Leitura Complementar:
MARX, Karl ; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. Brasília, DF: Domínio Público, Ministério da Educação, 2006. Disponível em http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000003.pdf. Acesso em 10 jan. 2006.

tema: concepções de humano, mundo e educação.

entrega:
. texto inicial postado no seu blog até 07/01/2007.
. texto final até 12/01/2007



1 - Reúna-se com as colegas e os colegas conforme o grupos especificado abaixo:


Grupo Vermelho
Leila Moutinho
Emilia Peters
Dione Pires
Sandra Werlang
Simone Moura

Textos, considerando a leitura da semana:
Introdução e
O ensino e a educação da classe trabalhadora (p. 79 a 98).

2 - Em grupo:
  • construam uma síntese para o texto determinado;

  • nesta síntese, formulem três ou mais questões relacionando o texto lido com a realidade de suas escolas.


Para construir o texto, vocês deverão utilizar o forum no Rooda: ECS 9 - grupo vermelho

3 - Durante a construção, até 07/01/2007, os grupos devem postar uma versão inicial do texto no blog colaborativo do Polo. Um dos integrantes do grupo faz a postagem, a qual leva: título (versão), nome do grupo, os nomes d@s alun@s que participaram da construção, referências.

4 - A construção do texto deve ser terminada até 12/01/2007 e os grupos devem fazer uma nova postagem no blog colaborativo do Polo (versão final). Um dos integrantes do grupo faz a postagem, a qual leva: título (versão), nome do grupo, os nomes d@s alun@s que participaram da construção, referências.

5 - Finalizando, copiem o link permanente da versão final e divulguem no seu blog individual. Não esqueçam de colocar o grupo e os nomes dos companheiros que participaram.

6 - No Rooda: ao longo da atividade, prossigam debatendo no fórum Durkheim, Weber e Marx. Agreguem às suas contribuições no forum os conhecimentos construídos nas leituras/atividades destas semanas.

Dúvidas? Escreva para sospead@gmail.com e coloque o nome de sua professora no assunto. Detalhes.


:: Documento Testemunho/Cláudia Costa


Documento Testemunho
Foi muito difícil escolher entre as diversas produções realizadas uma que demonstrasse melhor uma aprendizagem, pois todas me realizaram e me levaram a concluir que tenho compacidades foi novidade e vitória, mas por fim cheguei a conclusão que o Jornal feito na inter disciplina Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação foi o que mais me realizou e também fez com que vencesse a barreira que tinha com o computador.
Esse trabalho foi totalmente realizado por mim em casa, só fui ao pólo para postá-lo, pois ainda tenho internet discada, digitei e acrescentei as fotos usando o meu computador velho, foi o máximo.
Foi maravilhoso começar o trabalho tirando fotos em minha escola, depois inseri-las no computador , descobrir e falar do avanço das tecnologias na vida de educandos e educadores.
Nunca paramos para pensar no avanço da tecnologia na vida das pessoas e tampouco nas escolas.Como podemos fazer uso dessas informações? Tive que fazer uma viagem no tempo, claro que muitas tecnologias ditas ultrapassadas são ainda recursos utilizados em escolas que não tem acesso as novas, mas percebi que mesmo com novidades, as pessoas não abandonam as velhas, fazendo uma união entre o velho e novo.
A integração entre eles nos leva a acreditar que tudo que usamos em prol da educação e pela qualidade do ensino é válida.Cláudia Denise Costa


:: Documento Testemunho - Leila M. L. Wasum


DOCUMENTO TESTEMUNHO
O trabalho que escolhi como testemunho de minhas aprendizagens é a atividade da Semana 6 da Disciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e informação, meus slides.
Escolhi este trabalho porque ele resume tudo que aprendi neste semestre. Tem reflexões importantes sobre a educação, assim como mostra a escola onde leciono, nossas tecnologias e minhas companheiras de trabalho, incentivadoras de minha jornada neste curso.
Sem dúvida, todos estes aspectos são muito importantes, mas o principal motivo de escolher este trabalho foi porque nesta disciplina enfrentei meu maior e mais difícil desafio: aprender, conhecer e desenvolver habilidades na área da informática, visto que quando começou este curso eu só sabia fazer o básico no computador ( ligar, desligar, digitar textos ) e nunca tinha entrado na Internet sozinha. Não tinha a menor idéia do que era um portal, um blog, um chat, um link e muito menos como poderia conversar on-line com meus colegas e professores.
Hoje já aprendi na prática o que é inclusão digital e me sinto mais incluída neste mundo virtual. Sei que ainda tenho muito a aprender, mas já superei o medo de errar, pois já constatei que as coisas podem ser corrigidas e melhoradas. Agora sinto necessidade de estar conectada neste novo mundo que me foi apresentado para poder estar em contato com tantas pessoas maravilhosas que conheci e tantos ambientes virtuais com os quais me familiarizei.
Aprendi muitas coisas, revi minhas posturas como pessoa e como educadora, mas especialmente me sinto mais incluída no século XXI por poder participar de um curso universitário que usa como principal ferramenta a tecnologia da informação.




ANDRÉIA NUNES

DOCUMENTO TESTEMUNHO

Com a proposta de escolher uma das minhas produções neste primeiro semestre no curso de pedagogia à distância da Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS, resolvi escolher a atividade que realizei para a interdisciplina Educação e Tecnologias da Informação e da Comunicação.

A atividade tinha como proposta construir um site que apresentasse uma página inicial com link para outras páginas e um texto que falasse sobre educação escolar e políticas educacionais no Brasil.

Escolhi esta atividade entre as outras que realizei, pois penso que ela demonstra muito dos aprendizados que construí durante o semestre e também porque foi a que proporcionou-me maior prazer em realizar.

Com a possibilidade de introduzir meus textos, além da possibilidade de utilização de vários softwares, pude mostrar o que fez com que eu me envolvesse e modificasse meu pensamento quanto ao ensino à distância.

A possibilidade de conhecer novos softwares também foi motivador, pois para realizar esta atividade escolhi trabalhar com o editor SOTHINK HTML 2.5, e como era um programa desconhecido tive que também explorar os seus recursos.

A utilização da Informática é um prazer imenso para mim e uma modificação de conceito quanto as propostas educacionais ligadas as tecnologias da comunicação e da informação.



Quinta-feira, Dezembro 28, 2006

:: Seminário Integrador


Avaliação Final 2

Atividade Escolhida

Nome: Elsa B.P. Martins


:: silvanamichels_avaliaçãofinal2


DOCUMENTO TESTEMUNHO

Minha primeira idéia sobre documento testemunho da minha trajetória no PEAD foi meu BLOG, silvanamichels@blogspot.com, lá realmente está grande parte dos trabalhos desenvolvidos no semestre e também mostra o crescimento que tive durante esse período. Mas, como não teria como apresenta-lo ao meu grupo no próximo encontro do dia 04/01, desisti da idéia.
Entre os outros trabalhos a escolha ficou difícil, pois todos tiveram grande importância para mim. Então optei pela da disciplina de Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação.´
Essa atividade solicitava que produzíssemos um jornalzinho com o enfoque principal nas tecnologias da informação e comunicação na educação atual.
Escolhi esse trabalho porque, apesar de um pouco complicado de fazer, me deu muita satisfação depois de concluído. Além do mais, esse assunto me interessa muito, pois sonho com o dia que poderei trabalhar com meus alunos em um laboratório de informática bem equipado e com internet. E esse assunto esta ligado a minha realidade atual, vivencio essa tecnologia neste momento, fazendo esse curso, pela internet e aprendendo muito.
Esse trabalho alem de mostrar a realidade do laboratório de informática da minha escola, através de uma entrevista com a professora responsável por ele, fala da realidade do município de São Leopoldo, das escolas e dos serviços que o município disponibiliza a sua população via internet.
Nesse jornalzinho aparece também um outro trabalho feito para essa mesma disciplina, um painel de imagens localizando minha escola na comunidade e cidade. E também fotos de alguns pontos de São Leopoldo, dos meus alunos, da minha escola e, na capa, até do meu filho e minha sobrinha usando o computador.
Alem de aprender muito, me diverti fazendo esse trabalho, por isso ele foi escolhido.


Silvana Michels
PEAD São Leopoldo
ATENÇÃO!!
O DOCUMENTO TESTEMUNHO ESTÁ PUBLICADO NO WEBFOLIO DO ROODA.


:: Avaliação Final 2 Anete


DOCUMENTO TESTEMUNHO


A atividade testemunho por mim escolhida pertence à interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação ( TICS ), a mesma se refere às tecnologias na educação, é a atividade da semana 6, Slides.
Todos nós sabemos o quanto às tecnologias são importantes na vida das pessoas, elas fazem parte da nossa rotina movendo o mundo que nos cerca. Por toda parte, onde quer que vamos ou estejamos, as tecnologias estão lá.
Não é mais possível vivermos sem as tecnologias, tudo está em torno da mesma .Existem pessoas que são totalmente dependentes, tornaram-se viciadas, principalmente os jovens. Temos muitos jovens que permanecem horas diante da máquina jogando, conversando. Outras dependem das tecnologias para realizarem seu trabalho.
As crianças parecem nascer sabendo, pois muito pequenas ainda já sabem manusear as diferentes tecnologias, parece terem o mundo digital na ponta dos dedos. Porém, um grande número, de adultos sofre com a inclusão digital, com a tecnologia num todo. Até mesmo um celular, dependendo do grau de complexidade, seu manuseio torna-se complicado. E assim, muitas pessoas sentem ? se excluídas do mundo virtual pelo fato de não acompanharem a evolução da informatização.
Quanto à educação, principalmente na rede pública do Estado, a mesma carece na área da informatização. Enquanto as crianças estão chegando na escola tendo o mundo tecnológico fazendo parte de suas vidas, a escola ainda permanece com o tradicional quadro de giz , caderno e livros didáticos. Estes continuam tendo sua importância, mas é preciso investir urgentemente na educação informatizada. De que forma poderemos promover a educação, preparar os sujeitos para a vida, para o mundo do trabalho se estamos anos luz em atraso em relação as tecnologias.
Desta forma as aulas não são atrativas para os educandos, quando na sua casa eles têm um mundo informatizado e a escola se muito pode oferecer um DVD.
Nós, os professores precisamos ser artistas para termos a atenção, a prontidão e o interesse dos alunos, até porque muitos professores desconhecem a linguagem tecnológica, então nem conseguem dialogar com o aluno sobre o assunto, isto de uma certa forma e dependendo poderá decepcionar o aluno e o professor poderá ser taxado de ignorante, o que não deixa de ser. Portanto, è de suma importância, que nós professores busquemos aprimoramento também nesta área, para que passamos ao menos conversar sobre o assunto, já que não dispomos destes recursos tecnológicos.

Obs:Minha apresentação feita em power point (documento de testemunho) encontra-se no webfólio geral do Rooda.


:: Avaliação final 1 Anete


MEMORIAL DESCRITIVO

Sou a sexta filha de uma família de dez irmãos. Somos seis meninos e quarto meninas.Filha de pequenos agricultores, nasci e cresci num pequeno lugarejo chamado Alfama, no interior de Montenegro, onde meus pais residem até os dias de hoje.
Estudei até a 4ª série do Ensino Fundamental na Escola Municipal Dona Clara Camarão, a mesma situa-se em Alfama.
Ao concluir a 4ª série tinha só dez anos e eu adorava os livros, mas tive que deixar de estudar, porque a escola oferecia e ainda oferece somente ensino até a 4ª série.
Tive que ficar sem estudar, pois morávamos longe da cidade e não havia transporte escolar. Assim, eu e todos meus irmãos tivemos o estudo interrompido ainda no começo de uma, talvez, grande caminhada.
Mas o sonho de estudar e de ser professora não acabou. Eu era triste por não poder dar continuidade aos estudos, mas me realizava quando brincava de aulinha com meus irmãos menores, eu sempre era a professora.
Aos dezessete anos fui trabalhar na cidade e voltei a estudar, concluí o Ensino Fundamental e Médio, hoje reconhecido como Básico. E o sonho que trazia junto comigo não estava realizado, o desejo de ser professora era muito forte.
Em 1992, decidi cursar o curso de Magistério. Então já casada, com dois filhos, fui em busca do meu ideal. Findando o ano de 1995, eu estava me formando professora. O sonho já não era mais sonho e sim realidade.
Iniciava o ano de 1996, mês de janeiro, prestei o concurso público, era a oportunidade, e o sonho de atuar em sala de aula estava bem próximo. Me preparei, estudei muito, e para minha realização fiquei bem colocada no concurso e logo fui nomeada , me tornando professora do ensino da rede pública do Estado, em abril de 1997, iniciando minha atuação docente numa escola de periferia. Foi muita felicidade, enfim realizando meu sonho, podendo dar minha contribuição para a formação dos sujeitos integrantes naquela comunidade escolar. E o tempo passou e a necessidade de aprimoramento aumentando, era o nível superior que estava faltando. Busquei-o, fiz quatro semestres de Pedagogia na Unisinos, mas minha condição financeira não permitiu a continuidade do curso. Portando, o desejo de me aprimorar profissionalmente ficou adormecido, até que um dia, na escola no horário do intervalo, uma colega chegou trazendo a boa nova, o vestibular do curso de Pedagogia a distância na UFRGS, para professores com regência de classe e que ainda não teriam nível superior.
Fiz o vestibular, era um dia de frio intenso, que eu nunca esquecerei. Quando chegou o resultado informando que eu havia sido aprovada, foi só euforia..., e aí então,começou uma nova caminhada, com muito esforço, angústia, satisfação e orgulho.
Ser aluna desta conceituada Universidade é um privilégio, são poucos os que têm esta oportunidade, portanto, para mim é motivo de muito orgulho. Porém, é bem complicado conseguir acompanhar as atividades propostas pelas disciplinas, são muitas leituras, ferramentas tecnológicas, funcionalidades a serem descobertas, exploradas e assimiladas.É muita ?coisa?ao mesmo tempo, e sem falar das atividades realizadas que desaparecem e não mais conseguimos localizar.
Ao mesmo tempo, em que me sinto feliz por estar cursando Pedagogia, tudo que citei como dificuldade anteriormente, produz muita angústia e faz com que eu me desequilibre e perca a serenidade em alguns momentos. O fato de realizar as atividades sem ter certeza de que estão corretas ou se correspondem ao esperado pelos professores, causa muita insegurança.
Eu quero muito continuar no curso, mas continuar neste ritmo, sem saber dominar a tecnologia e consequentemente a linguagem técnica, trabalhando 44 haras semanais, com sinceridade, é muito difícil.
As propostas de estudo foram ótimas, sem sombra de dúvida, mas a nossa realidade é outra. Não era pré - requisito no ato da matrícula, dominar a linguagem técnica e a máquina, logo não é possível sermos comparadas com os estudantes do curso presencial.
Durante o transcorrer deste ano letivo trabalhei com Pré ? Escola e 1ª série. Foi bem difícil conciliar trabalho, estudo e família. Para realizar algumas atividades tive que faltar com o compromisso com meus alunos, na escola, para ir ao Pólo e contar com a ajuda das tutoras. Claro, fico muito grata e compreendo também que o curso foi muito bem elaborado, planejado, mas ficou muito complexo, principalmente para minha realidade, porque saber usar as ferramentas, os espaços virtuais exige uma base, caso contrário a absorção desejada dos conteúdos acaba por não acontecer na sua totalidade.
Por assim ser, minha família ficou em último plano e ficará, caso o curso continue neste ritmo, ela precisará suportar minhas loucuras, meus momentos de desespero, quando ocorrer acúmulo de atividades. Lamento porque acredito na hipótese de quando nos preocupamos com a quantidade podemos estar correndo o risco de perder a qualidade.
Mas tudo passa, penso que logo eu e minha família nos adaptaremos a esta nova realidade, até porque é extremamente necessário o aperfeiçoamento profissional.
O curso, mesmo embora, em algumas tarefas eu tenha ficado um pouco perdida, trouxe grandes contribuições para meu fazer pedagógico em meu dia ? a- dia de sala de aula. As diversas leituras nas diferentes disciplinas deram suporte para que o conhecimento compartilhado ocorresse, pois professor e aluno aprendem juntos Também pude identificar os textos de Weber no ambiente escolar, nas relações inter pessoais, na hierarquia, etc, principalmente aquele que falava sobre dominantes e dominados. E assim, têm muitos outros para citar.
Quando penso em educação, penso como num todo, porque estamos sempre, em qualquer lugar e tempo aprendendo, buscando ensinar e aprender. Naturalmente o ensino oferece conhecimento, fornece saberes. Educação é algo mais profundo tendo entre seus objetivos a passagem da cultura de geração para geração. Em outras palavras, é promover o desenvolvimento das capacidades intelectuais, morais e sociais dos sujeitos. Desta forma é de suma importância identificar, respeitar e valorizar as diferenças e as vivências dos educandos.
No geral, a aprendizagem construída durante o semestre fora bem marcante. Pois, devido às leituras, tarefas, o corre ? corre, o desespero com o computador que não colaborou em determinados momentos, a queixa do marido, dos filhos por não ter tido tempo para eles, enfim, isto tudo contribuiu para que eu compreendesse que tudo é aprendizagem, até mesmo com o erro aprendemos,
Antes de iniciar o curso desconhecia por total o computador, hoje verificando minhas atividades me sinto muito feliz comigo mesma, e só tenho a agradecer aos queridos professores e tutoras. A contribuição destes foi decisiva para que houvesse a transformação e construção do conhecimento até o momento por mim adquirido.

PS. Socorro! ! ! Ainda não sei fazer link! ! !


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Complementação do DOCUMENTO TESTEMUNHO

O trabalho a que me referi no texto está publicado no meu webfólio com o nome apresentação de slides, na interdisciplina de TICs.


:: jandirapetryavaliaçaofinal 2


jandirapetryavaliaçaofinal 2

DOCUMENTO TESTEMUNHO

Escolhi este trabalho para ser apresentado como testemunho do meu encanto com as tecnologias da informação e da comunicação.
Dentre todas as atividades realizadas, penso que me saí melhor nas de TICs. Foram difíceis de serem realizadas, precisei de ajuda, mas também foram as mais bonitas e desafiadoras. Gosto inclusive de revê-las...
Penso também que esta interdisciplina proporcionou uma mudança real e imediata no meu modo de interagir com as pessoas e nas atividades desenvolvidas com os alunos.
Fui muito feliz em 2006 recebendo o prêmio Educador Nota 10. Este projeto teve sucesso usando as TICs, pois foi desenvolvido com o uso da informática para pesquisar dados, para ser apresentado e posteriormente divulgado.
Ele também mostra as dificuldades que tive que superar na execução das atividades solicitadas.
Quando revejo nos slides minha sala de aula e meus alunos, tenho a certeza que só poderia ser feliz dando aula para esta gurizada.
Estou aprendendo a organizar a aprendizagem, a ser mais cuidadosa nos meus pensamentos e mais responsável nas minhas palavras, através das demais interdisciplinas do curso.
Conheci pessoas ou passei a vê-las de maneira sensível, preocupadas em socializar seu conhecimento com quem quiser aprender.
Este semestre foi um grande desafio para mim. Estou contente com meu desempenho, aprendendo junto e tanto quanto meus alunos.
Começo o novo ano na certeza de que já não sou o que era e de que o aprimoramento, seja pessoal ou profissional, traz muita felicidade.
jandirapetryavaliaçaofinal 2


:: ECS 11 - recuperação - Polo de São Leopoldo


Prezad@s

Abaixo o prazo e os grupos para término ou recuperação da ECS 11 para o Polo de São Leopoldo.

Esta atividade é para ser desenvolvida no forum, por meio do debate e da construção conjunta. Assim, estou encaminhando antecipadamente uma forma de recuperação da atividade (ou para conclusão, grupos B e C), com novo prazo, de modo a não comprometer o recesso e as festas. A atividade poderá ser recuperada após o dia 31/12! \o/

Prazo para entrega do texto: 10/01/2007

Grupos:

Grupo B (original) - Aline Leal, Iris, Zilma, Grasiela Birck, Cristiane Diel, Elisabete Neto, Sheila, Cláudia Denise

Grupo C (original) - Silvana Silva, Marcelo, Roseli, Ana Dornelles, Graziela Maus, Carla Maus, Márcia Elisa Martins, Carmen Rovisco

Novo Grupo E - Maria Aparecida Jacques, Angélica Paulino, Fernanda, Neli Costa, Marcia Aparecida Santos, Simone Moura, Sandra Junges

Novo Grupo H - Maria Helena, Sandra Werlang, Tania Dutra, Fabiana, Maria da Graça, Dione, Emilia Peters, Leila Moutinho.

* alguma aluna que não realizou esta atividade e não consta na lista acima, poderá ingressar no Grupo H.

Usem os foruns das letras para debate e construção do texto, conforme a ECS 11:
http://www.ufrgs.br/tramse/pead/2006/01/atividade11.htm

Em relação aos alunos que não participaram do forum (construção do texto), mas que constam no trabalho entregue, gostaria que os grupos verificassem e me informassem, pois estes colegas podem participar destes novos grupos.

Qualquer dúvida: sospead@gmail.com Assunto: ECS 11 suzana

abraço e boa semana!
Suzana
ECS


:: Atividade 11 - EDUCAÇÃO NO BRASIL


No Brasil, a escola ainda é considerada um produto social desigualmente distribuído, com uma divisão de padrões que levam em consideração as características de sua clientela, sexo, classe social, etnia, cultura, entre outros, visando a formação de cidadãos iguais.
O desenvolvimento do sistema educativo brasileiro vem desde o começo do século passado, sendo marcado por períodos de conflitos entre diferentes grupos sociais:
1934 ? 1962: discussões entre católicos e leigos sobre as orientações da política educativa; movimentos progressistas e leigos defendem a escola pública; igreja católica defende as escolas particulares, com concepção religiosa e humanista; introdução do pensamento pedagógico liberal; promulgação da LDB, porém não houve avanços, as comunidades desfavorecidas e a população continuaram fora da escola.
1962 ? 1964: período breve, marcado por lutas sociais, movimentos de educação popular, movimento da educação básica (MEB) e alfabetização de adultos por Paulo Freire.
1964: advento do regime militar, suspensão das campanhas de alfabetização popular, política educativa tecnicista centrada nos conceitos de racionalidade, eficiência e produtividade.
Anos 80: retorno da democracia, democratização do ensino, permanência das crianças desfavorecidas na escola. Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996).
Apesar desta longa história de debates e questionamentos sobre educação, pouco ou quase nada ficou definido. A educação brasileira permanece com um sistema fragmentado.
A qualidade da rede pública depende da política pública desenvolvida no plano municipal, estadual e federal. Comparando-se as escolas particulares a rede pública difere-se, em nossa opinião, apenas nas condições e acesso as inovações e recursos disponíveis, não podendo os mesmos serem considerados pré-requisitos para uma educação de qualidade. A qualidade do ensino depende da forma como os profissionais conduzem seu trabalho e quais objetivos pretendem alcançar.
Muitos programas, leis e movimentos já existem e ainda poderão ser criados, no entanto nenhum terá êxito enquanto não for do interesse das classes dominantes que preferem não formar cidadãos pensantes, atuantes e críticos, em busca de mudanças, pois isto seria inconveniente e poderia atrapalhar seus propósitos.
Diante de todas estas inquietações, cabe a nós educadores promovermos situações em que nossos alunos, tenham oportunidade de praticar suas habilidades para então, exercer sua cidadania, de forma consciente e crítica com o intuito de transformar nossa sociedade.
Aline V. Leal
Fabiana V. Leal
Tânia Dutra


:: semana 12/ECS 11(Denise de Andrade)


Desigualdades Educativas


O Brasil sempre foi um país onde se gerou grandes conflitos,inclusive no sistema educacionais.Apesar de toda essa situação,atualmente há uma baixa real nos níveis de analfabetismo que aqui sempre foi grande.
O que se observa no Brasil é a dualidade existente entre o ensino público e o privado,e isto ocorre de maneira visível no Nordeste do país onde a realidade pública é degradante.O grande contingente de professores despreparados,digo,sem formação específica,è uma das causas que demonstram esta realidade tão crua existente por lá.
Hoje,existe uma porcentagem de vagas aprovado em projeto de lei nas instituições superores para os estudantes de lá.O que prevalece são os estudantes do ensino médio público

Já é de conhecimento geral que o ensino particular se dá apenas para uma pequena parte da população isto não quer dizer que ofereça melhor diversidade ou métodos de aprendizagem eficientes,pelo que se conhece do nosso país,a qualidade não é um dado estrutural nesta rede.
No fórum de defesa do ensino público,defendeu-se vigorosamente,o direito a uma educação de qualidade para todos.
As desigualdades sociais da estrutura educacional aqui no Brasil são tópicos sempre analisáveis.
O governo federal deve investir fortemente na educação pública encontrando saídas reais para alinhá-la a rede particular.
Acredita-se que o crescimento dos salários dos educadores do ensino público haverá, então,uma melhora da qualidade do ensino público.
Toda a população mais favorecidas deveriam participar e atuar de alguma maneira na educação dos menos favorecidos.Aí é que se dá a verdadeira cidadania.
Há sempre grandes transformações acontecendo no sistema educacional brasileiro devido a grande pressão exercida pelas escolas particulares quanto a qualidade do ensino público.
Precisamos acreditar na mudança,acreditar que sempre há tempo de alcançar objetivos reais de crescimento,de progresso,de reflexão para que se dê o ideal na área educacional


:: Semana 12 / ECS 11 - Minhas considerações - Grupo A


O sistema educativo brasileiro pode ser analisado apropriadamente pela dualidade ensino público / ensino particular.
As disparidades entre estados também são flagrantes. Por exemplo, o Nordeste dispõe de uma rede pública particularmente degradada. O número de docentes leigos ( sem formação pedagógica) é um dos indicadores que reflete essa precariedade.
Hoje, em 2006, "já" podemos nos "alegrar" que foi aprovado o projeto de lei que reserva uma porcentagem das vagas nas instituições federais de ensino superior aos estudantes de origem modesta, ou seja oriundos das escolas secundárias públicas.
O debate educativo entre defensores do ensino público e os que apoiam o ensino particular, deve continuar a existir sempre, pois assim, possivelmente poderemos esperar mudanças consideráveis.
O ensino particular beneficia apenas uma pequena minoria da população. E será que é oferecida a essa minoria mais diversidades, realmente? A QUALIDADE NÃO É UM DADO ESTRUTURAL DO ENSINO PARTICULAR NO BRASIL.
O fórum de defesa da escola pública, apoiou fortemente o direito a uma educação de qualidade para todos. E isso deveria ser uma proposta de todos aqueles que estão direta ou indiretamente ligados à educação e que acreditam que todos têm capacidades para aprender com dignidade.
A estrutura de desigualdade do sistema educativo brasileiro e a contribuição da escola para a reprodução das desigualdades sociais, são tópicos de constantes análises.
O governo federal deve investir suficientemente na educação pública, encontrando os financiamentos necessários para estruturá-la conforme a rede particular.
Com o aumento dos salários dos docentes da rede pública, haverá uma remobilização em prol da educação pública.
Os Estados, as regiões e os indivíduos favorecidos devem participar de uma maneira ou de outra da educação dos mais pobres. Essa solidariedade é uma condição necessária para começar a se falar em cidadania.
O sistema educativo brasileiro está sofrendo transformações intensas, devido ao monopólio exercido pelas escolas particulares sobre a qualidade. MAS SEMPRE HÁ TEMPO PARA SE MUDAR!


:: Avaliação final 2 - Raquel Guterres


Documento testemunho
Revi diversos trabalhos realizados neste semestre nas quatro interdisciplinas: Seminário Integrador l, Escola, Projeto Pedagógico e Currículo, Escola, Cultura e Sociedade, Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação.
Após analisar, minha escolha foi o Blog porque é um ambiente que começou a ser construído nos primeiros dias de aula e durante o curso diversas portagens foram realizadas.
Quem observar meu Blog, http://pedagoead.blogspot.com/, vai perceber que nos primeiros dias de aula havia apenas textos, com o tempo aparece minha evolução, pois aprendi a enfeitá-lo com gravuras e por fim, já utilizo links. São recursos fáceis de usar, mas não sabia!
No início das aulas postava no Blog somente os trabalhos solicitados, quando percebi que diversas pessoas ( professora Suzana, professores e colegas de diversos pólos) comentavam o que eu publicava, me interessei mais por este ambiente.
Atualmente, mesmo quando não tem trabalho para postar, dou uma olhadinha se tem novos comentários, vou no Blog das colegas e vejo como estão na realização das atividades e as vezes, deixo meu recado.
O Blog pedagógico propõe uma abordagem diferenciada onde professores e alunos de diversas modalidades de ensino sejam capacitados a serem co-autores de atividades e assuntos que podem ser abordados com alunos ao mesmo tempo que vão criando domínio da ferramenta. Os professores em seus projetos colocam questões críticas para análise que envolvam os alunos a refletir e buscar soluções para resolver problemas buscando autonomia e interação constante entre ambos formando uma teia de novos conhecimentos através da cooperação, ou seja, partilha de novos conhecimentos.
È um ambiente divertido, que aproxima professores e alunos, permitindo refletir sobre as colocações postadas e a troca de experiências.



Quarta-feira, Dezembro 27, 2006

:: Avaliação final - Seminário Integrador I


Meu memorial - Avaliação final 1

Documento Testemunho - Visita a escola (Educação e Tecnologias da comunicação e Informação)

Razões de minha escolha - avaliação final 2

Edilaine Fernanda Velho Guedes - Polo São Leopoldo


:: wikistória


Acabei de participar da wikistória. Achei uma tarefa bastante difícil, no computador. precisei de muita ajuda da colega Ana. Pra falar a verdade, não gostei. Confesso que a atividade não contribuiu; só atrapalhou.O computador trancou várias vezes. Também, ele está ligado desde às 7h 30min da manhã. Ufa.


:: MEMORIAL MAGALI REGINA BORNE PEAD SÃO LEOPOLDO


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA À DISTÂNCIA
INTERDISCIPLINA
SEMINÁRIO INTEGRADOR
TURMA D ? PRIMEIRO SEMESTRE
MAGALI REGINA BORNE

MEMORIAL

REFLEXÕES SOBRE O SEMESTRE NO PEAD

Chegar a UFRGS é um objetivo que muitas pessoas não conseguem alcançar, através do PEAD, nós, algumas professoras da Rede Pública de Ensino, chegamos lá, estamos realizando mais que um objetivo, estamos realizando um sonho e uma necessidade, aliás uma obrigatoriedade exigida pela última LDB, que é a qualificação dos Professores das Séries Iniciais.
Todos que estão fazendo o curso são professores atuantes e com as mesmas dificuldades, mas que vêem o ?educar e o ensinar? como uma missão gratificante e edificante.
Foi com grande expectativa a até medo que me inscrevi para o Vestibular, grande também era a vontade de chegar na Universidade, primeiro por orgulho pessoal e também como demonstração de conquista a uma pessoa que sempre colocou obstáculos no meu crescimento e em segundo porque quer queira, quer não nós precisamos deste canudo para termos um considerável acréscimo no nosso salário e ?estava? em terceiro lugar a mudança em meus conceitos educacionais.
Consegui, superei o vestibular e pude demonstrar a minha capacidade na vida pessoal, começou aí a luta para a adaptação ao mundo virtual, foi duro, desafiador,estressante até, mas estou conseguindo subir, degrau por degrau e chegando, acho que com sucesso, talvez não esplendoroso, mas com sabedoria. Com esta parte superei o primeiro objetivo. O segundo somente daqui a quatro anos. E o terceiro esta se revelando maravilhoso e compensador.
Muitas vezes já escrevi, em trabalhos das Interdisciplinas, que sou uma das mais velhas do grupo,venho de um momento de formação tradicional, todas as mudanças na Educação ocorreram, quando não estava exercendo a função ou quando já estava trabalhando.
Encontrei e encontro ainda dificuldades em me adaptar a todas estas mudanças, mas tenho a certeza que procuro agir sempre pensando no bem do meu aluno, pensando que ele ainda tem um longa jornada de vida, que tudo o que formar agora será a sua conduta de adulto, vivemos em uma sociedade falha, onde hoje somos muito além de professores, somos para muitos tudo o que envolve ?relações humanas emocionais?.
Todas as experiências até agora vivenciadas como Estudante de Pedagogia afetaram os diversos aspectos no meu ?ser? diário. As pessoais são gratificantes, porque me vejo crescendo, me sinto respeitada pelo momento que passo, se bem que, as vezes, quase ?piro? de tantos compromissos que tenho , coisas que incorporei na minha maneira de ser e de agir que não abro mão, mas com o passar do tempo, tudo se interagiu e hoje consigo dar conta de tudo e de todos.
Quanto ao meu trabalho, como escrevi acima, venho me adaptando, me modificando, me integrando ao momento a bastante tempo, mas todas as atividade das Interdisciplinas pedem que relacionemos as nossas experiências do cotidiano e este trabalho me fez relembrar fatos ocorridos, que caíram, alguns, no esquecimento e que servem de solução para outros que estão aparecendo. Buscar na memória está fazendo muito bem, e ainda todas as leituras propostas acrescentam muito, apesar de algumas já serem do conhecimento e o acréscimo das experiências das colegas com seus relatos tem somado muito e tem servido também para relaxar um pouco pois podemos ver que não somos únicas, nem diante das dificuldades.
Olhar para trás, buscar na memória acontecimentos de todo este tempo no faz ver e sentir o quanto nos modificamos, muitas vezes por vontade própria, muitas vezes por imposição do processo, muitas vezes foi certo, outras tantas tivemos que voltar o pensamento e buscar outra alternativa.
Estudando todos estes grandes pensadores, filósofos, seres que dedicaram suas vidas para as mudanças e conquistar, sinto que somos pequenos, mas podemos fazer a diferença. E até posso arriscar que nas crianças de hoje, nas crianças que eu atendo principalmente, só nós é que podemos fazer alguma diferença. Somos um exemplo, temos que ser um exemplo bom para que possamos nos orgulhar das conquistas. O meu eu, o meu pensamento, as minhas vivências estão se modificando, diante de tudo o que estou captando, tudo o que estou tendo como desafio de crescimento, tenho absoluta certeza que muitos serão beneficiados com toda esta aquisição, todas esta reflexão sobre os atos de ?educar?, ?aprender? e ?ensinar?.
Espero realmente que com o passar deste curso muitas coisas sejam acrescentadas no meu cotidiano, que tenhamos muitas, das nossas tantas dúvidas esclarecidas e adaptadas a nossa maneira de agir e reagir com o processo educacional.
Paulo freire ?diz? no seu livro ?Pedagogia da Autonomia? que:
?Na formação permanente dos professores, o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática.É pesando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima.?
Este momento da reflexão é o que busco agora sobre o processo nosso de formação, onde temos que formar, mudar, crescer, reorientar e melhorara prática docente por que é de nós é exigida muita responsabilidade. Responsabilidade esta muito bem descrita nestas duas frases:
?Educar é agir para que cada um atinja a própria plenitude?(Antonio Nóvoa)
?Educar é construir a capacidade de aprender ao longo de toda a vida? (Juan Carlos Tedesco)
Para finalizar, neste semestre tivemos quatro Interdisciplinas que contribuíram muito para a minha formação, cada um no seu grau e no seu momento:
1.SEMINÀRIO INTEGRADOR ? Profª Cíntia e Profº Leonardo, nos , deram as primeiras pinceladas para que entrássemos no mundo virtual de pé direito e nos proporcionaram momentos para que nos acalmássemos diante do que era apresentado e também estão nos proporcionando agora o momento de encerramento do semestre, agora nos deixando nervosos pois estamos sendo avaliados.

2. ESCOLA, PPP E CURRÍCULO- Profª Salete ? Que nos colocou os pés no chão novamente, porque apesar de toda a virtualidade, temos diretrizes, norma e métodos educacionais que não podemos deixar de lado, pois nem tudo é virtual, educação é real.

3. ESCOLA,CULTURA E SOCIEDADE - Profª Susana ? Que nos fez pensar e analisar toda uma trajetória da Educação, nos apresentou ilhas desconhecidas e histórias criadas, quase nos enlouqueceu com os trabalhos de grupo, onde não conseguíamos quase encontrá-los, mas valeu pois com estas buscas não tem lugar no Rooda e no Pbwiki que não tenha ido mexer.

4. EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÂO ? Profª Patrícia da Tic?s que nos deixou com tic?s nervosos para usarmos linda e querida máquina, com quem briguei muito, errei muito, aprendi muito, me controle muito, chorei um pouco e consegui vencer.

E aí está o meu MEMORIAL do meu primeiro semestre, proveitoso, cansativo mas vitorioso.


:: ECS 11


Minha postagem no blog individual está sendo somente agora, pois estou atrasada nesta atividade que tinha esquecido, assim como às vezes esqueço de participar dos foruns. Mas, vamos lá:
Durante muito tempo, o ensino esteve fortemente ligado à igreja católica, pois foi assim que le iniciou no Brasil. Depois, com o advento das escolas públicas, leigas, a igreja católica foi perdendo seus fiéis, inclusive. Agora, preocupada com este fato, tenta impor novamente o ensino religioso cristão nas escolas.De preferência, antes da visita do papa.
Hove também a época do militarismo, quando eu era estudante. A única coisa boa que lembro dessa época foi um investimento na inteligência corporal.
Depois, houve a democratização do ensino, com a oferta de muitas vagas nas escolas públicas.Do ponto de vista quantitativo houve melhorias. mas agora estamos com um grande desafio: melhorar a qualidade do ensino público brasileiro. Existem tentativas em mostrar que o ensino vai bem, obrigada. Mas sabemos que a escola pública também aderiu ao marketing, que antes era privilégio da particular.
Penso que para elevar este nível é preciso investir pesado na formação de professores, elevar sua auto estima, pagando bons salários ao professor público. Outro aspecto que considero importante é sim tirar esta "paulistização" do ensino, embora eu adore São paulo e acho que lá o ensino vai bem. Mas nós, professores gaúchos, sentimos falta sim de livros que sejam editados aqui no estado e que mostrem a nossa realidade, não só política como também geograficamente e historicamente. Assim, quem sabe não diminuiria o monopólio das escolas particulares sobre a qualidade.


:: Avaliação Final 2


Meu testemunho(Denise de Andrade)
Escolhi o slide de minha escola E.M.de Ens.Fund.São João Batista,pois quero mostrar o que acontece dentro de uma escola pequena,acolhedora,onde respeita-se o espaço do professor e dos alunos.Mostro todos os projetos que lá aconteceram durante 2006,o EVAM(espaço virtual de aprendizagem e multimídia)que é o laboratório de informática,os passeios com alunos e professores,o meu projeto onde o teatro e a dança fazem parte e me sinto realizada.Nesta disciplina dos TICs ,me acrescentou um crescimento que nunca imaginei que pudesse adquirir ainda,mas sei que nunca é tarde para nada nesta vida.
No início desta disciplina,estava apavorada com estas questões tecnológicas,pois nunca havia feito nada neste sentido.Comecei a acompanhar os trabalhos realizados no laboratório da minha escola nos meus intervalos das aulas.Me emocionei com anão facilidade das crianças em trabalhar nos computadores,eles me ensinaram muito...cresci
com eles...
As crianças não vêem dificuldades em nada,tudo é tão fácil!!!Tão inocente,o que par mim era o bicho papão para eles,era só um joguinho.
Quando me vi a frente desta atividade,pronto,o mundo veio abaixo>Primeira coisa que pensei,?não vou conseguir?,e a professora do laboratório da minha escola foi de uma paciência enorme comigo e fez eu fazer,levamos 4horas para fazer,depois de pronto achei maravilhoso!!!Eu que fiz,não acredito!!!Que satisfação,me coloquei no lugar dos meus alunos,e senti na pele o que muitas vezes,eles devem sentir!!!Hoje, sou aluna de novo,eu é que estou ansiosa,cheia de dúvidas e expectativas em relação ao meu curo superior.A informática entrou á mil na minha vida,não me deixou escolhas,faz e pronto.
Com esse slide,me sinto mais capaz de superar todas as dificuldades que tenho encontrado ao meu caminhar.


:: Valéria Pereira de Souza 2 Avaliação Final 2 Documento Testemunho


DOCUMENTO TESTEMUNHO
Eu escolhi o meu Slide da escola Coelho Neto da disciplina Tecnologias, porque ficou lindo e mostra a chegada da tecnologia em nossa escola com a inauguração do laboratório de informática, apesar de ainda não termos a internet, mas os alunos já estão podendo ter contato com o computador.
O slide despertou-me interesse porque através dele posso explorar com os alunos diversos recursos de edição de fotos e trabalhos meus como dos alunos, para posteriormente fazermos apresentações para eles, com também para outras pessoas. Também pensei utilizar esse recurso com as turmas, onde eles produziriam com o meu auxílio trabalhos sobre o assunto a serem trabalhados em aula, fazendo apresentação de uma turma para outra. Seria uma maneira de explorar as tecnologias, transformando as nossas aulas tradicionais, de quadro e giz, num modo diferente, mais dinâmico, despertando o interesse dos alunos, onde eles mesmos poderão interagir e apresentar de uma nova forma seus trabalhos. Eu já apresentei um slide editado com as fotos deles numa trilha, eles ficaram encantados, querendo mais.
Através da disciplina de Tecnologias aprendi a explorar e utilizar o computador, seus recursos e a internet, para melhor participar das outras disciplinas, onde aprendi a ir buscar informações sobre os assuntos exigidos, encontrando os textos através dos links e hipertextos, para leituras exigidas como as complementares. Também aprendi a entrar e buscar os diferentes ambientes do rooda, pesquisar os blogs educacionais. Tudo isto foi uma grande conquista para quem não sabia quase nada e utilizava o computador só para digitar os pareceres dos alunos copiando e colando, utilizando o computador como uma simples maquina de escrever. Hoje sou capaz de muito mais, de ir na internet procurar o assunto que preciso, como criar uma página na internet, fazer mural, jornal e slides, o que mais me conquistou, porque através dele posso explorar bastante os meus trabalhos sobre meio ambiente, produzindo slides com as fotos tiradas dos diversos ambientes visitados, como das trilhas, editando com os assuntos para posteriormente apresentar em qualquer lugar meus trabalhos. Estou me sentindo uma grande mestra, onde posso através desse recurso exibir e até dar palestras sobre as trilhas e estudos sobre meio ambiente realizados com os alunos.
Na educação a distancia houve um grande aprendizado onde aconteceu a integração entre alunos, professores e tutoras havendo trocas de experiências e ajudas entre si, quem sabia mais um pouquinho ajudava a outra, até mesmo quem não sabia nada procurava auxiliar as outras colegas criando-se união e solidariedade.
Escolhi o slide porque através dele são vários recursos onde posso demonstrar que houve aprendizagem, podendo ser explorado inclusive nas demais disciplinas, para apresentar as atividades de modo diferente. E através dele demonstro que aprendi a dominar e explorar as diversas possibilidades de uso.

Obs: Apresentação de slide que traz a evidência do meu trabalho descrito acima encontra-se salvo no meu webfolio no rooda da disciplina do Seminario Integrador.


:: Atividade Final-2-ELISANDRA AMARAL



UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO EM LICENCIATURA EM PEDAGOGIA A DISTÂNCIA.
INTERDISCIPLINA ?SEMINÁRIO INTEGRADOR I
TURMA D
PRIMEIRO SEMESTRE
AUTORA ? ELISANDRA AMARAL
MARX , O FILÓSOFO DA REVOLUÇÃO.
Após a entrega execução de atividades do texto ?Marx e Engels?, dei continuidade a leituras e visitação a outros sites especificamente sobre Marx ,o que me renderam um maior aprofundamento,entendimento e mais conclusões acerca de seu pensamento , a seguir relatarei parte deste conhecimento e as razões pelas quais escolhi esta produção.
Marx , através de sua obra deu origem a várias vertentes pedagógicas comprometidas com a mudança da sociedade,acreditava que a função social da educação era combater a alienação e a desumanização . Mas como fazer isto?Aprendendo as competências que são indispensáveis para a compreensão do mundo físico e social , ou seja ,para Marx , a educação participa do processo de transformação das condições sociais ,mas ao mesmo tempo, é condicionada pelo processo,por isso alertava para o risco de as escolas ensinar conteúdos sujeitos a interpretações de ? partido ou de classe ?.
Valorizava a gratuidade da educação , mas não o atrelamento a políticas de Estado o que equivaleria a subordinar o ensino à religião .Marx via na instrução das fábricas ,criadas pelo capitalismo ,qualidade a ser aproveitadas para um ensino transformador ,principalmente o rigor com que encarava o aprendizado para o trabalho . O mais importante no entanto , seria ir contra a tendência ?profissionalizante?, que levava as escolas industriais a ensinar o estritamente necessário para o exercício de uma determinada função .Essa concepção chamada de ?unilateral?, difere da visão de educação ?integral?, porque esta tem um conotação moral e afetiva que para ?Marx,não deveria ser trabalhada pela escola ,mas por ?outros adultos?.
Pode-se concluir então que : na base do pensamento de Marx,está a idéia de que todo mundo se encontra em constante processo de mudança ,e que o motor da mudança são os conflitos resultantes das contradições de uma mesma realidade , o conflito que explica a história é a luta de classes ,pois segundo o filósofo, as sociedades se estruturam de modo a promover os interesses da classe economicamente dominante.Exemplo:no capitalismo a classe dominante é a burguesia ,e aquela que vende sua força de trabalho e que recebe apenas parte do que produz é o proletariado.O marxismo prevê que o proletariado se libertará dos vínculos com as forças opressoras e, com isso ,dará origem a uma nova sociedade .
Resumindo , as idéias de Marx giram em torno do mundo do trabalho,mas há no seu pensamento um foco que se dirige a minha área profissional ,e esta é a razão principal de eu estar aqui fazendo um relacionamento deste pensamento com a realidade educacional que me cerca através dos seguintes questionamentos :
*como é praticada a educação ao meu redor?
*será que ela procura dar condições para que o aluno se desenvolva por inteiro , ou responde apenas aos objetivos limitados pelas circunstâncias?
Vejo a educação ao meu redor nem sempre praticada com o fim de combater a alienação e a desumanização ,principalmente nas práticas onde o ensino é bancário ,pois se o professor só deposita nos alunos os seus conhecimentos que possui e estes não tiverem ligados ao conhecimento por uma motivação ou desafio,ou se ainda não perceberem a importância e a aplicação de tudo que foi transmitido,não haverá interiorização e isso é uma forma de fazer com que os alunos se tornem indivíduos que não saibam analisar,decidir ,planejar,expor suas idéias e ouvir as dos outros,enfim não terão uma participação ativa sobre a sociedade em que vivem,eis claramente a alienação gerada na educação.
A desumanização pode ser combatida se forem trabalhadas adequadamente as exigências e prioridades da sociedade , e aqui meu pensamento interage com de Marx,pois também penso que a escola é o espaço para as relações humanas serem moldadas,e usada para aprimorar valores e atitudes,além de capacitar o indivíduo na busca de informações onde quer que elas estejam,para usá-las no seu cotidiano.
A educação daria condições para o aluno se desenvolver por inteiro se cobrasse e trabalhasse em todas as disciplinas e adaptodos para cada faixa etária os seguintes critérios:
*domínio da leitura , escrita e as diversas linguagens utilizadas pelo homem,pois esta é única forma de inserir o homem na sociedade,todos têm de saber comunicar usando palavras ,números e imagens;
*resolução de cálculos e problemas , que significa fazer contas e tomar decisões ,socialmente , é preciso dar soluções positivas aos problemas e às crises;
*análise , síntese e interpretações de dados , fatos e situações,que são aspectos essenciais para que a pessoa possa expor o seu próprio pensamento,oral ou por escrito,saber lidar com dados ou códigos é a base da participação ativa na sociedade global;
*compreensão do seu entorno social e atuação sobre ele , que significa dar as crianças a oportunidade de atuar como cidadãos;
*recepção crítica dos meios de comunicação , assim a pessoa não se deixará manipular como consumidor e cidadão;
*localização , acesso e bom uso da informação acumulada , é preciso localizar dados e usar as informações para resolver problemas ;
*planejamento trabalho e decisão em grupo , são saberes estratégicos para a democracia,a criança deve aprender a organizar grupos de trabalho,negociar com colegas para definir estratégias e métodos.
e se os educadores trabalharem desenvolvendo o papel de intermediário entre o conhecimento acumulado e a necessidade do aluno , visando e gerenciando situações ?problemas , identificando obstáculos ,analisando e reordenando as tarefas sempre observando os alunos nos seus trabalhos em construção.
Alguns professores e estabelecimentos de ensino direcionam seu trabalho para o fim de formar indivíduos conscientizados , críticos e atuantes , outras apenas responde aos objetivos circunstanciais ,e até com uma tendência a persuadí-los de acordo com interesses políticos.Eu posso me classificar como uma educadora simpatizante e atuante sobre a linha de pensamento de Marx ,porque meus alunos eu ensino e educo para o futuro .Então o solicitação e execução do estudo e conhecimento sobre Marx,venho a proporcionar-me mais um pilar consistente para minha atuação docente.
Enfim, Marx é o suporte para quem acredita que é preciso transformar e revolucionar , fazendo uma educação diferente.


:: Valéria Pereira de Souza1 Avaliação Final 1 Memorial


MEMORIAL
A minha vida pessoal mudou muito após ter feito o vestibular da UFRGS, quase não acreditei que tinha passado, primeiro foi a realização de um sonho de poder voltar a estudar, ter um canudo de graduação para coroar a dedicação e empenho na função do magistério durante todos estes anos de atividade efetiva em sala da aula.
Já tenho há muito tempo escolhida a música com que vou entrar no dia da minha formatura.
O primeiro dia de aula foi com muita empolgação e festa por estar fazendo parte da UFRGS. Sentia-me orgulhosa e feliz.
Mas aos poucos fui caindo na realidade, tudo era muito novo e difícil, me deparei com uma tecnologia que não fazia parte da minha vida. Eu imaginava que o curso a distância, seria estudar fazer algumas atividades e mandar por e-mail, coisa que eu sabia fazer, mas não, tive que aprender na marra a me virar com tantos ambientes novos. Confesso que até chorei de desespero, vendo meu sonho indo por água abaixo.
Precisava de muito mais tempo para dedicar-me ao curso coisa que eu não tinha, pois trabalho quarenta horas e tinha a minha família cobrando atenção, mais a casa para tomar conta. Só sei que tudo embolou no meio do campo. Parei de fazer caminhada e corrida com meu marido no final de tarde, também parei com chimarrãozinho e televisão nem pensar em sentar e assistir programas, salvo quando é um documentário sobre meio ambiente. Contratei uma faxineira para ajudar na limpeza da casa. Com isto consegui mais um pouquinho de tempo, mas mesmo assim a minha família acha melhor eu largar a UFRGS. Porque eles têm medo de que eu possa entrar em depressão novamente. Porque sou muito chorona e fico apavorada quando não consigo dar conta do que tenho para fazer, pois sou muito exigente comigo mesmo, sempre querendo perfeição, não admitindo errar.
Ao passar os meses, e após cada atividade realizada vem à satisfação de ter conseguido realiza-las, como uma mãe coruja, que fica achando lindos, maravilhosos e perfeitos os trabalhos. Sempre querendo mostrar para todos. Minha filha mais velha fica admirada com os meus trabalhos, achando o assunto muito difícil, não entendendo como é que posso gostar, realiza-los e porque escolhi está faculdade.
Mas também vem a preocupação será que vou dar conta das atividades que faltam fazer e que estão atrasadas, não porque gosto de atrasar, mas porque faltou tempo para realizá-las e também houve imprevisto no meio do caminho.
Já na minha vida profissional notei várias mudanças, como por exemplo, nas conversas com as colegas que já tem graduação, muitas vezes eu ficava fora da conversa, pois elas falavam sobre assuntos da faculdade, usando uma linguagem acadêmica. Hoje já me sinto igual, e já dou até um banho nelas sobre informática, blogs educacionais, sobre outros assuntos estudados e etc... Uma vez no conselho de classe elas estavam falando sobre portifólio, eu não sabia o que era, perguntei e elas responderam que era linguagem acadêmica. Outro dia eu cheguei falando em webfólio, foi a minha desforra, e assim outros assuntos sobre as disciplinas e sobre tecnologias que elas não dominam, ficam me olhando e escutando, e eu me achando a tal.
Com os alunos de uma escola ainda não tive oportunidade de usar o laboratório de informática, mas na outra escola consegui fazer um trabalho sobre meio ambiente no laboratório de informática, com o auxilio da professora Rosimary, responsável pelo mesmo. Mas já tenho em mente projetos pro ano letivo de 2007, onde pretendo usar muito os laboratórios de informática das duas escolas. Pois aprendi muito, por incrível que pareça, em tão pouco tempo, mesmo que a duras penas. Já me sinto segura em chegar e usar o computador em qualquer lugar, já não sou mais uma analfabeta em informática, sei que ainda tenho muito que aprender. Sempre estive em busca de informação, procurando aprender sempre mais, estando atualizada para desempenhar minha função de mestre e educadora. Agora com a UFRGS estou vivenciando e aprendendo, sinto que estou encontrando resposta para as minhas buscas e finalmente uma formação adequada e necessária para o bom desempenho docente.
Apesar de ainda não ter uma graduação na minha idade, não foi porque não tinha interesse, foi porque a vida não me deu oportunidades, sempre tive que trabalhar, primeiro para me sustentar, depois para manter a família, até tente, entrei na Unisinos, contando com a ajuda da prefeitura, mas esta ajuda foi tão pouca que tive de desistir, ou era a faculdade ou a manutenção dos meus filhos. No meu pensamento de educadora sempre achei que o professor, tem que estar atualizados buscando informações, como não tinha como fazer faculdade, eu sempre participo de espaços de formação, seminários, cursinhos sobre educação, lendo, pesquisando, tanto é que quando participo de seminário, as pessoas acham que sou graduada em educação ambiental, pela minha fala sobre o assunto.
Estou feliz por esta oportunidade de estar estudando na UFRGS, pena que esta oportunidade não veio quando eu era jovem, mas como minha mãe já dizia nunca é tarde para começar. Só tenho medo de não conseguir vencer os obstáculos.
Através dos conhecimentos que estou adquirindo, ao voltar a estudar, começo a ver o meu aluno de outra forma, estou me colocando no lugar deles, porque muitas vezes, quando se ensina, parece que tudo é muito fácil, porque dominamos o que ensinamos, ficando difícil entender muitas vezes, porque que o aluno não aprende, porque ele tem dificuldades, mesmo que tenhamos levantado o perfil do aluno, muitas vezes não o respeitamos, como deveríamos, dando-lhes mais carga do que possa carregar, esquecendo seus limites, valorizando muitas vezes a quantidade do que a qualidade. Assim estudando e sentindo dificuldades, começo a perceber com é difícil estar do outro lado da moeda.
Estou quase sempre presente no pólo, pois consigo fazer algumas atividades em casa, mas quando surgem dúvidas, não consigo entrar em contato com as tutoras usando A2, assim fica mais fácil realizar as atividades no pólo qualquer dúvida as tutoras estão presentes para ajudar.
As leituras necessárias para a realização das atividades, sempre acrescentaram mais conhecimentos ao que já tenho, ajudando na elaboração dos textos, são de muita ajuda os links e hipertextos colocados pela professoras, com isto facilitou a pesquisa sobre os assuntos em questão. Estes também são mais recursos que aprendi e poderei passar para os alunos.



Terça-feira, Dezembro 26, 2006

:: Avaliação final 2 - trabalho testemunho





Universidade Federal do Rio Grande do Sul

CURSO DE PEDAGOGIA À DISTÂNCIA
INTERDISCIPLINA SEMINÁRIO INTEGRADOR














Memorial





Tânia Maria Bernardon

Turma D - 1º semestre







Passo Fundo, janeiro de 2006.





Minha faculdade



Tudo começou quando tive a idéia de fazer um curso que me desse à oportunidade
de subir de nível, no meu trabalho.Naquele tempo eu pensava em melhorar o meu salário.Procurei algumas faculdades, olhei currículos, e não me entusiasmei.
Eu procurava um curso onde eu pudesse construir conhecimento, os professores soubessem mais do que eu e tivessem a proposição de nós juntos melhorar a minha prática.
Então surgiu a Ufrgs, o ensino à distancia eu fiz vestibular e estou aí.
Meus filhos, os quais eu ouço, de vez em quando, tinham dúvidas.Como eu tinha certeza do eu queria, fui em frente.Neste momento os três estão animadíssimos.Uma das minhas filhas, numa noite que eu estava esperando o ônibus em Porto Alegre, quase meia noite, depois de uma aula presencial em São Leopoldo, um frio de matar,me mandou um recado no meu celular que eu nunca vou esquecer. Mãe você é uma pessoa de valor.Então eu chorei.Eu sempre estive com os meus filhos, sempre impulsionei a se aperfeiçoarem e a resposta deles agora é extremamente positiva.
Minha vida mudou completamente depois do vestibular.uma amiga minha estes dias comentou: como você mudou, está até levantando cedo.Mas era o que eu precisava.estou melhor na escola, faço sugestões,tenho várias idéias e as exponho, minha prática em sala de aula mas também na escola.
Quando começou as aulas presenciais conheci o Léo e a Cíntia e eu vi neles a disposição de nos ajudar.
Começar a conhecer o curso, os colegas, os tutores, a Lisiane foi muito prazeroso para mim.
As atividades como a trilha, abrir página no pbwiki, tentar entender como isso funcionava, eu não sabia porque, mas fiz.Agora entendo.Era os meus primeiros passos dentro do curso, e eu me sentia amparada pelo Léo e a Cíntia, por isso não me senti insegura.
Minhas práticas mudaram, fiz um vôo alto dentro das obras de Durkéim.Weber, Marx, Engels e Paulo Freire, vi como é importante o passado para fazer a mediação dentro da educação.Entendo agora que a apropriação do saber històricamente construído decorre a centralidade da educação enquanto condição imprescindível da própria realização histórica do homem.
Quanto a disciplina Escola, Projeto Pedagógico e Currículo, é a mais cara para mim.Li muito sobre o assunto, todas as leituras sugeridas pela professora, e li mais.A escola e nós professores lidamos com esse currículo que está posto, sempre.Através do projeto pedagógico tentar adaptar mais aos alunos, sua história de vida.
Um terço da população brasileira é constituída de analfabetos.Homens e mulheres trabalhadoras que jamais tiveram a oportunidade de estudar, seja porque não tiveram acesso a escola, seja porque entrando na escola, nela foram discriminados e, ao final de alguns anos dela foram excluídos.ao saírem da escola, entram para a estatística dos ?evadidos?, quando na verdade, além de excluídos fisicamente da escola, excluídos simbòlicamente, pois não tendo aprendido sequer a ler e escrever, foram impedidos de ter acesso ao conhecimento que a escola promete socializar, mas que cumpre a promessa só para alguns.Prepara para o cultivo da poesia, e da arte de vanguarda somente alguns poucos, enquanto a grande maioria, sendo analfabeta, é preparada para tornar-se mais vulnerável à manipulação da televisão, e ver-se condenada às piores oportunidades de trabalho, quando chega a conseguir emprego.
Opor-se ao quadro neoliberal que se instala na América Latina e no Brasil é construir uma escola que, ao contrário de excludente, seja direito de todos e espaço democrático se socialização do saber històricamente produzido.
As escolhas curriculares devem emergir das necessidades coletivas de aprendizagem dos sujeitos e sua deliberação deve ser compartilhada por educadores e educandos em processo participativo de busca de consensos.
Esse novo paradigma, de organização da educação implica uma ruptura epistemológica, que subordina as opções metodológicas ao redimensionamento dos tempos e espaços de aprendizagem, implicando na re-conceptualização do currículo, da relação de educador e educando e da avaliação nos programas de elevação da escolaridade.
Por moldarem toda a experiência social e lhe conferirem o sentido ético de cuidado com a vida, o trabalho e a cultura, são os princípios orientadores da construção cotidiana do currículo em ação.Teremos uma nova realidade, de ensino no Brasil.
Paulo Freire ensinou-nos que a dominação, a agressão e a violência são intrínsecas à vida social e humana. Paulo afirmou que poucos encontros humanos estão isentos de uma certa opressão, qualquer que seja, uma vez que as pessoas devido a raça, classe social e gênero tendem a ser vítimas ou causadoras de opressão.Ele salientou que o racismo, o sexismo e a exploração social são as forma mais evidentes de dominação e opressão, mas também reconheceu que a opressão pode ser gerada em crenças religiosas, filiação políticas, a atitudes face a naturalidade, idade, tamanho e deficiências físicas e intelectuais.Por isso eu acredito que nas nossas mãos de educadores com a prática do diálogo pluridimensional:saber conviver com a diferença; saber aprender-educando através do diálogo entre diferentes, a alegria, a beleza vão acontecer.
Eu li muito, assisti filmes, conheci ambientes que falam de educação, fiz pesquisa, conheci pensadores, dialoguei porque quero me transformar, através deste curso, num educador progressista, e entenderei como diz Paulo Freire que o amanhã não está prefixado inexoravelmente.
Os tutoriais e os ambientes conhecidos na interdisciplna Tic¨s foram de grande valia, para mim.Conheci diversos ambientes e já estou ensinando meus alunos. Escolhi como Documento testemunho, um trabalho no powerPoint, que meus alunos me ajudaram á fazer.No meio de muito entusiamo, fizemos o trabalho e ele está AQUI.











:: MEMORIAL-Avaliação Final-Márcia Martins


MEMORIAL


DOCUMENTO TESTEMUNHO



SEMANA6


:: avaliação 1 Juçara Becker - MEMORIAL


Memorial

Tudo começou quando eu e mais três colegas, da EEEM Prof. Helena Câmara, ficamos sabendo que iria surgir o curso de Licenciatura em Pedagogia a Distância, pela UFRGS.
Começamos a estudar para o vestibular. Durante o intervalo do meio dia, na escola, era uma pra cada lado, lendo, estudando. Aí já começaram as trocas de materiais...

A prova do vestibular, aconteceu em um domingo, muuuito frio, mas era um dia claro, iluminado. Lindo!!!

Alguns dias depois veio o resultado e com ele muita alegria, estávamos na UFRGS.
No dia 24 de agosto, foi nossa primeira aula presencial, muita ansiedade.

A professora Cíntia e o professor Leonardo, (Seminário Integrador) mostraram vídeos e nos apresentaram ao ambiente virtual, onde trabalharíamos. Muitas dúvidas, muitas explicações. Muitas perguntas, muitas respostas.
Para mim cursar o PEAD está sendo excelente, classifico o conhecimento como algo valioso. Sempre gostei de estudar, de ler muitos livros. Sou curiosa!

Em minha vida pessoal, sinto-me orgulhosa por estar estudando. Acredito que todas as pessoas que estudam, principalmente as adultas sentem uma grande auto-estima. Estudar é estar fazendo algo muito bom para nós mesmas.
Todos esses sentimentos e sensações são positivos e geraram uma mudança construtiva em minha vida.

No trabalho, como docente, estou mais tranqüila, até porque sempre fui uma daquelas professoras ?diferentes?, ousadas. Em minhas aulas construímos muitas coisas. Com os estudos percebo que estou no caminho certo.

Através das leituras dos textos de diferentes autores, comecei a ver o mundo com mais clareza. A evolução da sociedade na educação se mostra nítida.

A interdisciplinaridade que o curso apresenta é muito interessante ? Marx ? Weber ? Freire ? Durkheim ? Miguel Arroyo ? Saramago entre outros autores lidos e mais os filmes assistidos foram estudos que se completaram.

As idéias se complementavam. Isso foi muito legal, deu sentido às aulas.

Em minhas vivências sobre a aprendizagem em geral, comecei a ver mais longe. Muitas vezes penso sobre os filósofos, como Marx que já aos 17 anos percebia o mundo de uma maneira diferente.
Pessoas assim devem ter suas obras e idéias divulgadas e conhecidas, devem servir de exemplo para nós educadoras.
Alguns dias depois conhecemos as professoras Suzana Gutierres (Escola, Cultura e Sociedade ? abordagem sociocultural e antropológica), Salete (Escola, Projeto Pedagógico e Currículo) e Patrícia Bassani (Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação

Sobre as atividades....

Desde o primeiro dia fomos incentivadas a trabalhar em grupos, a trocar conhecimentos e experiências. A mostrar nossas escolas, nossos alunos e alunas.
Também fomos apresentadas às tecnologias.

Escrevendo agora, 4 meses depois, fica uma sensação boa. Consigo ver o quanto aprendi. Até agosto deste ano, nunca tinha ouvido falar em wiki, blog, rooda, webfolio. Nos primeiros contatos, me esforcei muito para lembrar das senhas e dos caminhos que deveria fazer, a fim de acessar os ambientes virtuais, onde ocorrem nossas aulas.

Hoje circulo rapidinho pelo ROODA, email, wiki, blog, google. Lendo, postando, capturando imagens, pesquisando, aprendendo.
Ás vezes, fico triste e angustiada por não ter tempo para me dedicar mais.
Como professora, aluna, mãe, filha, namorada, dona de casa, sinto que cada dia deveria ter muito mais do que apenas 24 horas. São muitas demandas.


Nessa corrida contra o tempo, vou realizando as atividades solicitadas, da melhor maneira possível. Com entusiasmo e vontade. Acho que reaprendi a jogar...Estou feliz!!!

Juçara Becker


A maturidade do homem consiste em haver reencontrado a seriedade que tinha no jogo quando era criança. Friedrich Nietzche


:: Semana 12_ECS11 _ Grupo H


TEXTO FINAL - GRUPO H
Refletindo sobre o Sistema Educacional Brasileiro percebemos que há uma disparidade entre as redes de ensino básico, mas principalmente entre o ensino público e o privado, visto que a rede pública não consegue acompanhar a velocidade da rede privada.
Nós, como professores da rede pública somos testemunhas do sucateamento e desvalorização da mesma, que ocasiona uma grande falta de recursos, de estrutura e de recursos humanos. Principalmente nas redes estaduais existe uma defasagem muito grande de recursos e a classe trabalhadora docente é desmotivada pela falta de incentivo e valorização. Mesmo assim, luta constantemente para manter um bom nível educacional e a estrutura básica necessária para o funcionamento das escolas.
Como ter o mesmo nível da rede privada, elitista, normalmente mantida por alguma entidade economicamente privilegiada? Pensamos ser uma utopia muito distante pensar na igualdade entre as duas redes. Seria necessário termos governantes sérios, realmente engajados na vontade de tornar o povo cidadãos cultos, conscientes, com condições de fazerem suas próprias escolhas e lutarem por seus direitos. precisaríamos de políticos que pensassem a nação como um bem coletivo e fizessem de seus recursos verdadeiros meios de melhorar as condições de vida de toda a população e não recursos para encherem o próprio bolso.
Acreditamos que existam muitos interesses políticos e econômicos que mantém o sistema como está. Que os governantes sabem o que deve ser feito para melhorar, mas não conseguem enfrentar os interesses da elite dominante, da qual também fazem parte. O maior exemplo são os livros didáticos, pouco utilizáveis para a nossa realidade, lindos mas cheios de erros e concentrados na cutura da Região Sudeste. Até os livros sobre Porto Alegre são feitos nas editoras de São Paulo. Alguém deve ganhar um lucro exorbitante para produzí-los e outro alguém para mantê-los na listagem do Governo Federal.
Pensamos que todo sistema como está faz parte de uma rede bem estruturada que atende a grandes interesses econômicos, onde a educação pública é colocada em segundo plano como forma de manter as diferenças sociais e assim privilegiar a elite brasileira que continua com a concentração de renda. Os políticos, eleitos por este povo subjugado, poderiam mudar esta realidade mas não o fazem por também priorizarem seus privilégios. É triste pensar que vivemos numa nação gigante, de tanto potencial, mas onde a população é massacrada por maus governantes, que só amenizam seus privilégios quando esta população levanta sua voz.
Temos muitas dúvidas e questionamentos sobre as deficiências de aprendizagem encontradas na rede pública, principalmente nas escolas de periferia. Não queremos acreditar que o fator sócio-econômico tenha tanta relevância no desempenho do aluno, mas infelizmente percebemos a dificuldade dos alunos das classes menos favorecidas. Perguntamos se está ligado ao valor que a família dá para a educação, pois não percebe a escola como uma oportunidade de mudança, ou também às condições físico-intelectuais das crianças. Outro diferencial é que ao longo dos anos a escola pública diminuiu seu nível de exigência como fator de agregar esta comunidade, evitando tantas evasões e altos níveis de repetência.
Nós, professores, temos a incansável tarefa de mostrar aos educandos o valor da educação, a oportunidade que a escola proporciona de mudar sua própria realidade através de uma formação continuada que possibilite uma melhor qualificação individual.

Componentes do grupo:
Leila Maria Linck Wasum
Lisiane Walter Camargo
Nós duas fizemos o trabalho porque não ouve nenhum contato das outras componentes do grupo, nem no fórum nem por e-mail.



Segunda-feira, Dezembro 25, 2006

:: Avaliação Final Viviane Coelho



Avaliação final da interdisciplina Seminário integrador

  1. Memorial
  2. Documento Testemunho


:: Avaliação Final 2



Postagem da atividade para interdisciplina Seminário Integrador

Documento testemunho

Atividade escolhida

Marta R.P. da Silva- Pólo São Leopoldo




Domingo, Dezembro 24, 2006

:: ECS 11 - RELATÓRIO FINAL - GRUPO E


Componentes do grupo: Juçara, Adriana, Daiany, Elisandra, Gisele, Lurdes, viviane



P O L Í T I C A S P Ú B L I C A S

Percebemos que houveram diferentes períodos de lutas em prol da escola pública, porém em todos parece que o menor interesse sempre foi o de educar igualmente o sujeito.

As políticas públicas giram em torno de interesses diferentes do desejo de realmente educar a população. As tentativas contrárias, logo são fortemente abafadas. Com isso a boa educação continua sendo privilégio de poucos.

É ululante que aqueles que tem poder financeiro optarão por escolas particulares para seus filhos, com curso de informática e língua estrangeira. Paralelamente estes alunos tem acesso a academias e outras opções de esporte, bem como a intercâmbios internacionais, melhores estágios, etc.

Absolutamente nada temos contra todo esse pacote educacional, apenas salientamos que não existe política pública que contemple as necessidades dos estudantes de baixa renda e assim continuam as diferenças.

Dessa forma se estreitam as chances da grande maioria, o que mantêm a desigualdade social.

Não tem havido interesses dos governos em desenvolver plenamente o aluno com o dinheiro público.

Políticas públicas no cotidiano da escola e no trabalho do professora

Muito se fala de politicas públicas no Brasil...Que é direito de todos os brasileiros, que forma para o trabalho e estudos futuros, mas se pensarmos bem, que aluno do ensino público consegue passar no vestibular assim que sai do ensino médio?
Qual o preparo que esses alunos tem para ingressar no mundo do trabalho?
Sem falar que é um direito assegurado a educação básica no país, mas quantas mães conseguem matricular seus filhos na educação infantil, e pior, quantas delas sabem que é um direito de seus filhos...
Em nosso país tem muitas leis que norteiam a educação, porém nem todas se cumprem. Em todas as esferas da educação há falhas, desde as desigualdades de salários entre os professores e o nível de educação que os alunos recebem.
Agora com o ensino de nove anos podemos listar poucas escolas que estão preparadas para receber as crianças, muitas nem falam do assunto, a negligência é muito grande, e isso acontece em todo o lugar e se estende no comportamento de alguns professores em suas salas de aula. Uma educação de qualidade tem que ser feitas por todos: governo e sociedade juntos!
Só assim alguma coisa pode mudar...
Presenciamos na mídia inúmeras pesquisas realizadas querendo provar que o ensino público está quebrado.
Avaliam o desenvolvimento de vários níveis, e os resultados realmente são desanimadores. O ponto fundamental é o investimento de recursos financeiros na educação.
Os dados são assustadores, em artigo publicado pela Revista Nova Escola, nov/2006; Luis Carlos de Menezes escreve sobre isso, comparando dados do Brasil com países desenvolvidos, mapeando educação/desenvolvimento econômico vemos que não estamos avançando.

O reflexo de uma sociedade que não investe em educação é aquela que com certeza gastará mais com programas sociais, segurança, frutos de uma falta de base.
Assim como saúde pública inteligente investe em prevenção de doenças, em educação, o enfoque dos recursos, das metodologias deve ser a formação do cidadão e para isso é preciso planejamento, vontade política e capital.


:: ECS 11 = GRUPO G


DESIGUALDADES EDUCATIVAS ESTRUTURAIS NO BRASIL: ENTRE ESTADO, PRIVATIZAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO


GRUPO G

Participantes do grupo: Cleide, Ivanize, Magali Borne, Maria Luiza, Marlene, Tânia Bernardon, Márcia Santos

A Educação no Brasil parte de uma desigualdade social muito aparente e gritante.E esta situação é descrita no texto e podemos considerar a existência de 4 períodos na história:1º) 1934-1962 ? Marcado pela discussão entre católicos e leigos. Os primeiros defendiam uma concepção religiosa e queriam o financiamento público para a educação particular. Os segundos estimavam que a escola pública estivesse apta a dar as mesmas condições educativas para todos. Este primeiro período fez surgia a primeira LDB, este período não constituiu muito avanço na constituição do sistema público de Educação.2º) 1962 ? 1964 ? Movimento de educação Popular- existiu graças a atuação de Paulo Freire e colocou em debate a Educação para Adultos.3º) 1964 e vai até a década de 80, com o regime Militar, era baseado num regime autoritário muito combatido pelos educadores.4º) Começa nos anos 80, quando retorna a democracia e faz retornar à escola os menos favorecidos e surge uma nova LDB em 1996 que está em vigor.Apesar de todas as lutas a diferença entre escolas públicas e particulares continua existindo. Muitos caminhos ainda têm que ser percorridos e muitos tabus e idéias para serem desmistificados e enquanto existirem interesses secundários influenciando a tomada de decisões, interesses políticos e financeiros tende a continuar existindo a desvalorização do processo Educativo.Muito tem se feito, muito tem se discutido e todos os brasileiros esperam que muitos resultados positivos apareçam no setor educacional


IMPLICAÇÕES DAS POLÍTICAS PÚBLICAS NO COTIDIANO DA ESCOLA E NO TRABALHO DO PROFESSOR O cenário brasileiro atual, apresenta uma caracterização preocupante, no âmbito social e educacional.Políticas educacionais que mascaram o sistema educacional e políticas sociais que mascaram a situação econômica do país, enganam e fragilizam a população.Ações da política educacional, que vêm de cima e devem ser acatadas pelas instituições, necessitam de mudanças. Exemplificando:* Parâmetros Curriculares - são elaborados a nível nacional por um grupo que não conhece as realidades escolares, para alunos de diferentes posições sociais e que pertencem a diferentes grupos sociais. Não são consideradas a realidade e a bagagem cultural dos alunos. Além de que, antes de qualquer conteúdo disciplinar, o professor precisa trabalhar assuntos como drogas, prostituição, gangues, fome, miséria, criminalidade, violência, que são visíveis e latentes nas escolas.Estes são problemas sociais, que deveriam ser resolvidos pelos governos e não por educadores dentro de suas salas de aula. A educação sozinha não pode assumir a solução dos problemas sociais.* Livro didático - dentro das escolas, os professores organizam-se para fazer as escolhas, para que cheguem até as mesmas, livros que não foram nem cogitados na relação de preferidos. Claro exemplo de ação política que deve ser modificada.* Bolsa escola - política social implantada como solução para a permanência da criança na escola. AS crianças até ficam na escola, em compensação muitos pais e mães dessas crianças, vêem neste auxílio a sua fonte de renda, não procurando trabalho e vivendo do que deveria ser da criança.* Repasses de verbas para as escolas - tanto o governo federal, quanto o municipal, repassam verbas para que as escolas mantenham sua infra-estrutura, materiais didáticos, de laboratório de informática e outros tantos. Porém, as verbas repassadas representam uma parte muito pequena do que as escolas necessitam. O que acontece então? Direção e professores realizando promoções para arrecadar fundos com o objetivo de manter a escola.* Inclusão - de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases, os alunos com necessidades especiais têm matrícula garantida na rede de ensino. Não sou contra a inclusão, desde que as escolas tenham estrutura para manter dignamente estes alunos na escola. Eu mesma alfabetizei uma aluna com síndrome de Down. Sofri muito para alfabetizá-la, pois não tinha nenhum tipo de ajuda ou apoio e além dela, havia mais vinte e oito alunos. Acho que isto não poderia acontecer. Políticas que devem ser modificadas.* Número de alunos - são estipulados "números", para serem colocados dentro das salas de aula. Alunos não são "números". Como poderemos ter uma educação de qualidade, quando as salas estão lotadas e o professor não pode nem se locomover entre os alunos ou simplesmente fazer um trabalho em grupo? Outra ação política que precisa de acertos.


Educação escolar e políticas públicas no Brasil
Discutir sobre políticas públicas no nosso país é sempre uma questão delicada. Cansados de ver e ouvir tantas barbaridades feitas com o dinheiro público, a crença na melhoria do país através das políticas públicas nos causa muitas descrenças.
O investimento em políticas públicas é fundamental para a diminuição das desigualdades sociais no Brasil. E acredito que a educação seja a base para tudo!
As desigualdades, também presentes na educação, refletem o tipo de sociedade que tem se constituído nosso país, onde o fator econômico ainda é determinante: quem tem mais, investe mais!
Visitando o site do
MEC percebe-se muitos avanços neste campo... Mas analisando dados de regiões distintas do país, comparando com outras realidades, nota-se que ainda temos um grande caminho a percorrer
. , tanto na educação básica quanto no ensino superior.
Na busca por uma educação de qualidade, oportunizando igualdade de condições a todos tem se feito alguns investimentos, que vale a pena refletir sobre as cotas para afrodescedentes, a ampliação do ensino fundamental, a formação de professores, o programa de alfabetização, o PROUNE,... entre outros.




Sábado, Dezembro 23, 2006

:: ECS11-Grupo D


Componentes do grupo D
Raquel, Elizabeth koch, Maria Eliane, Andréia Nines, Jandira, Denise de Andrade, Maria Angélica.

Desigualdades sociais

A questão educacional do Brasil, desde sempre está muito ligada a renda que as famílias possuem. Embora tenha sido escrito em diferentes leis, ao longo do tempo, que todo cidadão brasileiro deve ter acesso a educação isto não acontece no mundo real, pois existe ainda uma parcela muito grande de adultos, jovens e crianças que não foram sequer alfabetizados, ou seja, a escola pública não consegue atender a todos e a escola privada e elitista atende apenas aos que podem pagar.
Quem tem uma situação social econômica favorecida prefere, na maioria das vezes, colocar seus filhos em escolas particulares, mas, as famílias com rendas menores acabam matriculando seus filhos na rede pública.
As famílias das classes médias altas às vezes mandam seus filhos numa escola primária pública, mas os transferem para as redes particulares no secundário, em virtude do vestibular.
Os salários dos docentes da escola pública são inferiores ao da rede privada, os professores da escola privada também se beneficiam de descontos nos custos da escolaridade de seus filhos. Trabalhei em escola particular, matriculei meu filho, é claro que com meus salário não conseguiria mantê-lo na rede privada, isso somente foi possível com os descontos que recebia na mensalidade. (Raquel)
Nas universidades públicas é comum ver alunos de boa condição financeira estudando, isso porque tiveram oportunidade de estudar na rede privada. Quem estudou em escola pública está menos preparado para concorrer a uma vaga em universidade pública.Resultado: elite estudando na universidade pública, pessoas de baixa renda pagando mensalidades de universidade particular, pessoas de baixa renda muitas vezes cursam menos disciplinas no semestre ou trancam a matrícula para voltar a estudar quando tiverem dinheiro, muitos não cursam nível superior.
Existem leis como a LDB que classificam as escolas em federais, estaduais e municipais. Alguns artigos da LDB não são postos em prática, como: valorização dos profissionais da educação escolar, garantia do padrão de qualidade, atendimento gratuito em creches e pré escolas para crianças de 0 a 6 anos ( não tem vagas para todos, eu paguei creche para o meu filho quando era pequeno - Raquel ).
Enquanto as condições não estão em pé de igualdade para todos os estudantes, suponho razoável que ações de proteção a grupos de estudantes mais vulneráveis sejam produzidas, como é o caso (polêmico) da reserva de cotas para estudantes negros em universidades públicas. (Elizabeth).
Para que haja justiça social e que todo brasileiro independente de sua condição financeira tenha direito a educação de qualidade, é necessário entre outras iniciativas: generosos investimentos na educação pública, melhor estrutura física, melhores condições de trabalho e de salário aos educadores, currículos e didáticas atualizados, clareza que somente com educação universalizada e de qualidade o Brasil e todos os brasileiros sairão da situação difícil em que se encontram.
A desigualdade social continuará se não exigirmos nossos diretos como cidadãos e realmente acreditarmos que uma mudança é possível.
Mas como mudar é possível? Apostando na criatividade, participação, no respeito as condições e saberes de cada um, nas práticas pedagógicas e na interação com a comunidade.
Felizmente, em alguns lugares do Brasil, escolas públicas estão mundando a situação ao oferecer educação de qualidade, formando alunos tão bons quanto aos que estudam em colégios particulares.Saiba mais:


http://jornalnacional.globo.com/Jornalismo/JN/0,,AA1393834-3586-605795,00.html


:: ECS 11 - Grupo A


Participantes:
Ana Beatriz Correa Bezerra Parker
Edilaine Fernanda Velho Guedes
Luciane da Silva Dutra
Neusa Marlene Siqueira
Salete Chagas Schmidt
Sandra Nara dos Reis Oliveira
Valéria Pereira de Souza

Políticas Educacionais no Brasil
A mercantilização do ensino vem sendo criticada e denunciada. A escola é um produto de lutas sociais e, como tal, deve ser vista dentro de uma outra configuração em uma nova ordem política e social. Não há necessidade de copiar o modelo ocidental ou europeu de sistema educativo. Talvez se nos preocupássemos em criar um modelo condizente com a nossa realidade e as necessidades de crescimento da nossa soberania enquanto Estado e da nossa cidadania enquanto povo participante das escolhas democráticas de seu país, teríamos um modelo a oferecer aos nossos colonizadores. Vivemos numa sociedade desafiada pela globalização da economia, pela miséria, pela violência, pela impunidade, pela desesperança..., construir uma nova realidade educacional dentro deste contexto não é uma tarefa única dos órgãos governamentais, e sim co-participativa com as instituições de ensino, docentes e toda sociedade. A fragmentação do sistema escolar, gerado pela heterogeneidade das redes de ensino compromete o desenvolvimento social e econômico do país.
Precisamos repensar o sistema educacional brasileiro, pois nosso povo possui características diversas, pois apresentamos aspectos culturais diversos, que nos diferenciam uns dos outros e o grande desafio é contemplar essas diferenças não esquecendo que a educação deve ser inclusiva e não reprodutora de tanta desigualdade social.
Existe no Brasil ainda muita desigualdade social e educacional entre estados e municípios, mas o sistema educacional vem progredindo. As atuais políticas educacionais estabelecem programas que vem ao encontro da necessidade de garantir um ensino de qualidade para todos, respeitando a autonomia das instituições de ensino, nas suas parcerias e na construção do projeto pedagógico.
A formação de professores é um dos programas que merece destaque, pois o professor é um parceiro muito importante na construção de uma nova realidade educacional no país. Quanto maior o comprometimento e conhecimento do professor, maior será a qualidade do ensino.
As discussões e análises da atual estrutura do sistema educativo brasileiro estão tornando-se mais conscientes.
Qualidade na educação: É isso que a escola pública deve ir em busca A baixa qualidade do ensino público está também na baixa qualidade de alguns professores. Hoje o professor tem mais acesso a formação de graduação, um exemplo somos nós nesta faculdade a distância. Basta os professores de escola pública se mexerem e procurarem formação. Os programas estão aí.
A diferença entre a escola pública e particular é sem dúvida a qualidade. A grande maioria dos alunos da escola pública são de classe mais pobre e que não tem sua cultura valorizada no ensino formal e com uma visão bastante restrita sobre o futuro. Sua família é o exemplo. Se em algumas escola um professor exigir um pouco mais do aluno, esta professora sofre com a chateação dos pais, que estão atrás somente da aprovação dos seus filhos, pois hoje para arrumar emprego é necessário um mais estudo e de preferência, algum diploma. O ensino universitário, na maioria dos casos, não faz parte de seus projetos, pois a necessidade de sustento ocupa todo o interesse não só do jovem, mas da família que também precisa desta colaboração.
O professor é peça fundamental para melhoria da qualidade do ensino básico de um país. A formação do educador oportuniza uma nova mentalidade, assegurando práxis pedagógicas que irão fazer toda a diferença na aprendizagem.
A escolha do livro didático pelos docentes que poderia significar um avanço em relação à valorização do ensino público e do papel do professor, vêm apenas favorecer o mercado dominado por um pequeno grupo de editoras. Novamente usa-se a educação para incrementar alguma reação em algum setor econômico. Apesar dos discursos, o Estado brasileiro não parece capaz de operar as mudanças estruturais necessárias para a solução do problema de acesso, permanência e finalização da escolaridade dos mais excluídos. Nenhuma reforma pode funcionar num sistema estruturado em função de atender aos interesses das classes dominantes.
As associações dos educadores das escolas comunitárias no Norte e Nordeste representaram uma força política nos movimentos populares brasileiros. Assim também a experiência educativa do MST, é um exemplo de alternativa prática e possível vê-se nas experiências de municipalidades progressistas.



Sexta-feira, Dezembro 22, 2006

:: ECS 11


Akkari.A.J.Desigualdades educativas estruturais no Brasil: entre estado, privatização e descentralização.n.Educação e Sociedade, ano XXIII, n.74.abril 2001.p.163-189

Visitas a sites do MEC e Secretaria de Educação do RS

Grupo F

Componentes: Anete,Elsa, Marta, Nilsa, Sandra A.e Silvana M.

No Brasil existe muitas diferenças entre o ensino público e privado. A procura pelo ensino privado é sempre por famílias de classes mais abastadas que pensa em oferecer uma educação de mais qualidade para seus filhos pois este acabam por fazer um vestibular e concluindo um curso superior. Com mais preparo conseguem vagas nas universidades públicas. Os que vem de escola pública em contra-partida acabam indo para universidades privadas ou desistem de estudar. Particularmente achamos que o ensino do nosso município, pouco difere das escolas privadas em matéria de conteúdo, principalmente nas séries iniciais, a escola particular oferece melhores condições materiais e mais acesso a atividades culturais. A cobrança também é maior de pais e professores, pois tudo é pago.
O ano de 1996, foi promulgado como a década da educação e trouxe algumas mudanças que afetaram muito o cotidiano escolar. Entre outras a de oferecer o ensino regular a portadores de necessidades especiais, a permanência do aluno na escola e a responsabilidade de todo o ensino fundamental gradativamente para os municípios.
A questão da inclusão, está acontecendo em todas as escolas sem preparo nenhum. Sobrecarrega muito o professor que além de ter que dar conta dos ditos "normais" muitas vezes não sabe como lidar com o aluno especial. Não se faz diferença no número de alunos, nem tem grupo de apoio. Consideramos que inclusão está mal entendida. O fato do aluno frequentar somente a escola regular sem condições para isso pouco lhe acrescenta. Há casos que não é para o ensino regular como no caso do autismo. Quanto a permanência da criança na escola em algumas comunidades até funciona acionar o conselho tutelar, mas pelo nosso debate vimos que na maioria dos casos principalmente onde existe mais situações de risco, de nada adianta o conselho tutelar pois os alunos "desaparecem" da escola.
Outra questão bastante debatida foi a responsabilidade do município por todo o ensino fundamental. Quem passsou ou está passando por esta transição está sentindo que os espaços físicos estão diminuíndo nas escolas, os problemas de brigas aumentaram e as turmas estão cada vez maiores, sem falar na falta de professores na área. Atendemos a mais alunos com menor qualidade de ensino e menos recursos. Para ampliar até as séries finais é necessário mais investimentos para manter a qualidade. Dispensamos como investimento o livro didático que recebemos, pois não está adequado com a realidade em que estamos inseridos. Sua utilidade é como motivação visual e para recortes que muitas vezes transformamos em jogos. Criticamos a política neoliberal, que passa a responsabilidade da educação para terceiros. A educação é responsabilidade do Estado. Acreditamos que parceria com voluntários pode ser uma boa proposta, desde que haja critérios como esta parceria se dará.
Conclusão: As diferenças entre as redes de ensino no Brasil são muitos grandes. É necessário investir de maneira correta para que a escola pública ofereça um ensino de qualidade. Construir mais escolas, oferecer melhores recursos materiais e humanos. Preocupar-se em formar cidadãos oferecedo a igualdade de oportunidades, quem sabe assim diminuiria as diferenças de escolarização entre Norte/Nordeste e Sul/Sudeste e a escola deixaria de reproduzir as diferenças sociais.



Quinta-feira, Dezembro 21, 2006

:: SER PROFESSORA/ESC 10


Colegas e professora!
Conforme publiquei na minha página, fiquei com sentimento muito grande de nada saber e que aprendizado não rima com sofrimento. Ainda não assimilei todo o processo que nos foi solicitado na ESC 10, foi fazendo na teimosia.Não contribui nas histórias apenas inclui meu nome na lista de escritores e fiz meu desabafo. Ainda espero o retorno do que escrevi.Sei que a minha participação não foi das melhores, mas precisava do desabafo para tentar seguir enfrente, tenho esta dificuldade: paralizar em obtáculos.Estou atrasada com todas as outras disciplinas e agora sou obrigada a seguir o caminho.Ainda sobre a questão do ser professora é a melhor profissão do mundo e finalizo com as palavras do mestre Paulo Freire "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender".Quanto mais criticos nos tornamos mais fácil será superarmos a prática da educação bancária.
marcia.anna@yahoo.com.br



Domingo, Dezembro 17, 2006

:: ESC.2


(ESC. 2) Questionário/Respostas.

1) Conforme Émile Durkheim, Stuart Mill coloca a educação em um patamar demasiadamente amplo, muito abrangente. Incluindo até o que independe da vontade do homem. Influindo sobre a nossa inteligência, vontade e tudo aquilo que nós fazemos por nós mesmos e os outros intentam fazer com o fim de nos aproximar da perfeição. No entanto, para Durkheim a educação que realmente interessa é aquela que os adultos exercem sobre as crianças e os adolescentes.Essa sim, convém reservar o nome de educação.

2) Para Kant ?o fim da educação é desenvolver em cada indivíduo, toda a perfeição de que ele seja capaz?. E segundo James Mill, a educação teria por objeto ?fazer do indivíduo um instrumento de felicidade, para si mesmo e para os seus semelhantes?.
O ponto fraco em que ambas definições incorrem, é que elas partem do princípio de que há uma educação ideal, perfeita e própria para todos os homens.Uma educação universal e única. Esquecendo-se que a educação está em constante movimento com o tempo e o meio.Portanto, os argumentos das duas teorias não são consistentes.

3) Segundo Durkheim para definir educação é necessário considerar os sistemas educativos passados e os atuais e tomar seus caracteres comuns e aprender deles. O conjunto desses símbolos irá constituir a definição de educação.

4) De acordo com Durkheim toda educação, a do rico e a do pobre tem por objetivo fixar na consciência dos educandos um conjunto de idéias a respeito da natureza humana, sobre a importância de nossas respectivas faculdades, sobre o direito e o dever, sobre a sociedade e o indivíduo, o progresso, a ciência, arte, etc. Resultando desses fatos o que cada sociedade faz do homem certo e ideial.

5) Segundo o autor, a função ideal a ser suscitada na criança: 1º - dar origem a um certo número de estados físicos e mentais que a sociedade considera como indispensáveis a todos os seus membros; 2º - certos estados físicos e mentais, que o grupo social particular considera igualmente indispensáveis a todos que o formam. A sociedade, em seu conjunto, e cada meio social em particular, é que determinam este ideal a ser realizado.

6) Durkheim concluiu que educação consiste numa socialização metódica das novas gerações. E que em cada um de nós existem dois seres o ser individual e o ser social.E que o fim da educação tem como objeto constituir em cada um de nós esse ser social.
Significa que a educação está interligada pelas gerações, isto é, a educação é acumulada e transmitida através da sociedade de geração para geração através de novas metodologias. Além disso, somos seres individuais, relacionados conosco e com nossa vida pessoal. E também, seres sociais , relacionados a um sistema de idéias que não expressam a nossa personalidade, mas os grupos dos quais fazemos parte, tais como família, religião, clubes, crenças, práticas, profissões, etc. Esse conjunto forma o ser social. Eis aí a obra da educação criar um ser novo.

7) Segundo o autor, na verdade o homem não é humano senão porque vive em sociedade. Bem longe de estarem em oposição, ou de poderem desenvolver-se em sentido inverso, um do outro sociedade e indivíduo são idéias dependentes uma da outra. Desejando melhorar a sociedade, o indivíduo deseja melhorar a si próprio.


:: ESC 9 VERSÃO FINAL/GRUPO AZUL


Componentes do Grupo: Zilma Vitória, Sandra Junges, Neli Costa, Maria Aparecida Santos, Márcia Aparecida Santos, Ana Lúcia Dornelles

Introdução :
O tema educação não ocupou lugar central na obra de Marx. Sua principal preocupação era o estudo das relações sociais e políticas e seu desenvolvimento no processo histórico. A questão educacional encontra-se inevitavelmente enredada em sua obra. Existem alguns textos que Marx, juntamente com Engels, reagiu sobre a formação e o ensino em que a concepção de educação está articulada com o horizonte das relações sócios-econõmicas daquela época. Para Marx homem não é algo dado, acabado. Ele é o processo, ou seja, torna-se homem , a partir de suas condições básicas:ele produz a si mesmo e ao fazê-lo se determina como um ser em transformação.
O que distingue o ser humano dos outros animais, conforme Marx, é o fato dele, num determinado momento da história, começar a produzir os seus próprios meios de existência. O que o ser humano é coincide com '' o que " e como ele produz. Ao contrário de Engels para quem a consciência determina a vida concreta, real, em Marx é a vida concreta e real que determina a consciência. Portanto o que os indivíduos são depende das condições materiais de produção.
Deduz-se destas perspectiva que a compreensão do processo educativo deve-se ao processo pelo qual o ser humano produz a sua exestência, isto é, o processo produtivo, o mundo do trabalho e âmbito das relações. Para está análise é preciso recorrer a situação de divisão, o que permite considerar o grau de desenvolvimento das forças produtivas de uma sociedade. A divisão do trabalho conduz a diferentes interesses ocasionando a até mesmo interesses opostos.O advento da propriedade privada provocou uma mudança desisiva na divisão do trabalho. A partir da divisão do trabalho em trabalho manual e trabalho intelectual surgem outras pontos: Gozo e Trabalho, Produçao e Consumo, Miséria e Opulência. Estes pontos originam um conflito de interesses: o individual x coletivo, o público e o privado.
Marx e Engels apontam as consequências desta divisão:
Fica dada a possibilidade, mais ainda, a realidade de que a atividade espiritual e material, a fruição e o trabalho, a produção e o consumo, caibam a indivíduos diferentes; e a possibilidade de não entrarem estes elementos em contradição reside unicamente no fato de que a divisão do trabalho seja novamnete superado. O caracter edificante do trabalho se desfaz com a economia capitalista; o ser humano passa a representar uma força de trabalho que é vendida aos proprietários aos meios de produção. A vida torna-se, assim , um simples meio de vida. Como consequência terão a alienação denominada por Marx. O ser humano produz objetos que não lhe pertencem.
A educação, na sociedade capitalista, é segundo Marx e Engels, um elemeto de manutenção da hirarquia social. O ensino aparece como instrumento para o conhacimento e também para transformação da sociedade e do mundo. Este é o potencial e o caracter revolucionário da educação. O proletariado, por si não conquista a sua consciência de classe, sua consciência política, justamente pelo fato de ter sido privado desde o início dos meios que lhe permitiriam consegui-ló. Por isto a necessidade de um processo educativo pautado em um projeto político-pedagógico definido e voltado aos interesses da grande maioria excluída. Aí que surge o papel estratégico da escola, dos educadores e intelectuais, os quais, em nosso entender são decisisos para a construção da consciência de classe do trabalhador.
A obra destes autores constitui uma crítica fundamental à concepção burguesa do ser humano e de educação. Estes pensadores interessam-se pelo ser humano real em carne e osso, por seus problemas enquanto vivem em socieadade, visando uma transformação positiva e humanizante. A educação deve vir para confirmar esta construção que não é meramente teórica ou abstrata, mas real e prática.
Na sociedade capitalista contemporânea a educação produz o sistema dominante tanto ideologicamente quanto nos níveis técnico e produtivo. Na concepção socialista, a educação assume um caracter dinâmico, transformador, tendo sempre o ser humano e sua dignidade como ponto de referência.

Referência: http://www.ipv.pt/Milenium25/25-26.htm


:: Para visitar


Nas minhas andanças pelos blogs vou encontrando histórias e reflexões que precisam ser compartilhadas com tod@s.

Por exemplo, leiam a postagem da colega Marta Roseli , do Polo de São Leopoldo, com o título . Deixem seus comentários!

Usem seus blogs assim, como uma voz que pode trazer à público aquilo que fica preso entre os muros da Escola. Uma voz que socializa o que aprende, que coloca o autor como sujeito de seu mundo.



Quinta-feira, Dezembro 14, 2006

:: ECS 9 recuperação Texto inicial Grupo Azul


Sistema de ensino e Divisão do Trabalho



Marx e Engels acreditavam que todo individuo em essencial a classe proletária teria o direito de criar e recriar o seu mundo, mas para isso seria preciso que este sujeito transforme-se a sai mesmo, como sujeitos reflexivos e críticos, sendo assim, a formação sistematizadas aplicada a classe proletária só servia para torná-los individuos prontos a operar máquinas e obedecer a disciplinas rigidas, estabelecida pela hierarquia do poder, sob a regência da minoria dominante a classe burguesa. Com a revolução industrial se tornou necessário a formação de mão de obra destinada ao trabalho fabril, ou seja o modelo de exploração de força de trabalho ganhava força com o respaudo da escola, preparava as crianças e os jovens para a disciplina exigida pelo trabalho mecânico, repetitivo e rotineiro das linhas de produção de fábrica.
A divisão do trabalho nada mais é do que o processo de implantação do modo de produção capitalista, que restringem à consequências individuais e sociais visto que limita o conhecimento, e mutila e reprime o desenvolvimento de faculdades criadoras de cada individuo, fazendo com qeu o mesmo permaneça atrelado as sua condição dentro da cadeira imposta pelo capitalismo que favorece apenas aos que possuem cada vez mais; não existe uma divisão da produção dse maneira igualitária e justa.
Vimos também nas obras de Marx e Engels que a educação está vinculada com a relação sócio-econômica; Marx tinha uma preocupaçãp em introduzir um novo tipo de ensino, unindo o trabalho manual ao individual, pretendia estabelecer as bases de um sistema novo que terminará com a ideologização da ciência e as estruturas familiares e educativas estabelecidas.
O sistema de ensino é entendido assim como uma concreta qualificação da força de trabalho que alacançará seu aproveitamento máximo se conseguir também o ajuste e a integração dos individuos no sistema. Em outras palavras a qualificação da força de trabalho encaminha-se para a produção; a educação ideológica pretende um ajuste ou integração social .
Conforme Marx a relação entre a divisão do trabalho e a educação e o ensino não é uma mera proximidade, nem tampouco uma simples consequência; é uma articulaçao profunda que explica com toda claridade os processos educativos e manifesta so pontos em que é necessário pressionar para conseguir sua transformação, conseguindo não só a emancipação social, mas também, e de forma muito especial e a emancipação humana.

Alunas: Maria Aparecida dos Santos, Neli da Costa e Ana L Dornelles



Quarta-feira, Dezembro 13, 2006

:: Olá pesso@l


Fiquei feliz de encontrar algumas de vocês lá no Polo hoje. Fiquei sabendo da festa na sexta e, se for possível, estarei aí para comemorar com vocês.

O Polo novo ficou muito bom. Espaços amplos, claros e mais tranqüilos. Parabéns.

Sobre o encontro: a presença foi bem reduzida :( Eu fui muito animada para trabalhar algumas coisas com vocês que auxiliariam no uso dos blogs e wikis e, também, para esclarecer dúvidas em relação às atividades em curso e ao fechamento da intersdisciplina.

Porém, o grupo estava bastante ocupado em uma atividade das TICs e resolvemos que a ajuda nesta era a prioridade do momento.

Todavia, socializo com vocês a parte mais prática do que estava previsto para o encontro:


link >> http://docs.google.com/View?docid=afns5phht7d_9c66shj

explorem :) e não deixem de fazer perguntas.

Conhecer é um evento social, ainda que com dimensões individuais.
O que é o diálogo, neste momento de comunicação, de conhecimento, e de transformação social?
O diálogo sela o relacionamento entre os sujeitos cognitivos...

(Paulo Freire e Ira Shor, Medo e ousadia: o cotidiano do professor, 2.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.)



Sexta-feira, Dezembro 08, 2006

:: Texto Final Grupo Azul(SISTEMA DE ENSINO E DIVISÃO DO TRABALHO)


Ao nos determos nas idéias de Marx Engels podemos sintetizar formas bem reais de situações relacionadas diretamente com a educação, pois no contexto a educação está vinculada com a relação sócio-econômica e ela existe onde há redes e estruturas sociais de transferências do saber.
A relação entre sistema de ensino e divisão do trabalho estão incorporadas diretamente pois o homem faz parte desta organização social cultural; quando ele enfrenta, por exemplo, a questão da divisão social do trabalho e do poder, ele começa a viver e pensar como''problema''as formas e processos de transmissão do saber.
O mundo do trabalho o âmbito de suas relações conduz `a diferentes interesses ocasionando até mesmo interesses opostos. A ligação entre ensino e trabalho constitui-se na maneira pela qual o homem sai da alienação crescente, combatendo as condições sociais opressoras. O ensino aparece como instrumento para o conhecimento e também para a transformação da sociedade e do mundo.
O tripé básico da educação para todos é o ensino intelectual, desenvolvimnto fisico e aprendizado proficional polivalente.
Marx Engels não só indicaram frequentmente que o trabalho físico sem elementos spirituais destruia a natureza humana como também que a atividade intelactual a margem do trabalho físico conduz facilmente ao erro de um idealismo artificial e d uma abstração falça.
A obra de Marx e Engels constitui uma crítica fundamental à concepção burguesa do ser humano e da educação. Esses pensadores retratam o ser humano real, em carne osso, por seus problemas enquanto vivem em sociedade, visando uma transformação positiva e humanizante. O sistma educacional e o trabalho estão nesta concepção de transformação que não deve ser teórica ou abstrata, masd real prática.

QUESTÕES RELACIONADAS COM A REALIDADE DA ESCOLA:

+O projeto político pedagógico tem carácter dinâmico transformador?

+O que fazemos para nossos alunos saírem da alienação?

+Hierarquia e poder anida fazem parte da rotina de sala de aula.

+Oportunizamos aos nossos alunos espaços democráticos?

+O sistema educacional ainda condiciona o aluno ao mercado de trabalho.

+Na sala de aula o professor impõem um conteúdo que na maioria das vezes não condiz com a ralidade do aluno.

+O que importa para o sistema é o indice de aprovação, não o aluno como parte integrante mais importante deste mesmo sistema.

A escola está aí tal qual estava a muito tempo atráz; muita coisa realmente mudou, porém ela ainda está em muitos aspéctos estagnada, agregada a valores que não condizem com o mundo em que vivemos, porém toda mudança exige novas posturas, não adianta nos cercarmos de bons pnsadores, d idéias brilhantes de transformações s na prática ainda não as aplicamos de fato.

GRUPO AZUL
COMPONENTES: MÁRCIA APERECIDA SANTOS E ZILMA ROMERO VITÓRIA
marcia.anna@yahoo.com.br
zilmavitoria@yahoo.com.br


:: Texto inicial Grupo azul



Nas obras de Marx e Engels a educação está vinculada com a relação sócio-econômica; seres humanos reais que vivm em socidade e estabelecem relações, para eles a essência do homem é o conjunto das relações sociais.
O homem não é algo dado, acabado. Ele é um processo ou seja, ele produz-se a si mesmo e ao fazê-lo se determina como um ser em transformação.O que distingue o ser humano dos outros animais, conforma Marx é o fato del num determinado momento da história começar a produzir os seus próprios meios de existência. O mundo do trabalho e o âmbito de suas relações conduz a difrentes interesses ocasionando até mesmo interesses opostos.
A educação na sociedade capitalista é segundo Marx e Engels um elemento d manutenção da hirarquia social.
A integração entre ensino e trabalho constitui-se na maneira de sair da alienação crescente reunificando o homem com a socidade. Para Marx e Engels o trabalho não dve ser só físico mas também virtuoso e espiritual.
Grupo AZUL
Componentes: Márcia Aparecida Santos e Zilma Romero Vitória
marcia.anna@yahoo.com.br
zilmavitoria@yahoo.com.br



Quinta-feira, Dezembro 07, 2006

:: Atividade de recuperação referente à ECS 9


Oi Pesso@l

Esta atividade é somente para as alunas listadas abaixo, conforme explicamos no blog da interdisciplina.

:: Semana 12 / ECS 9 - Marx II

Enfoque temático: Construção de concepções de humano mundo - educação: a perspectiva marxista.

Leitura da Semana:

MARX & ENGELS. Textos sobre educação e ensino. São Paulo: Moraes, 1983. (Haverá um exemplar da obra no polo)

Leitura Complementar:
MARX, Karl ; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. Brasília, DF: Domínio Público, Ministério da Educação, 2006. Disponível em http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000003.pdf. Acesso em 10 jan. 2006.

tema: concepções de humano, mundo e educação.

entrega:
. texto inicial postado no seu blog até 14/12/2006
. texto final até 23/12/2006



1 - Reúna-se com as colegas e os colegas conforme os grupos especificados abaixo:

Grupo Azul
Zilma Vitória
Sandra Junges
Neli Costa
Maria Aparecida Santos
Ana Lucia Dornelles

Textos, considerando a leitura da semana:
Introdução e
Sistema de ensino e divisão do trabalho (p. 15 a 26)


Grupo Vermelho
Leila Moutinho
Emilia Peters
Dione Pires
Sandra Werlang
Simone Moura

Textos, considerando a leitura da semana:
Introdução e
O ensino e a educação da classe trabalhadora (p. 79 a 98).

2 - Em grupo:
  • construam uma síntese para o texto determinado;

  • nesta síntese, formulem três ou mais questões relacionando o texto lido com a realidade de suas escolas.


Para construir o texto, vocês deverão utilizar os seguintes espaços no PBwiki do Polo:



3 - Durante a construção, até 14/12/2006, os grupos devem postar uma versão inicial do texto no blog colaborativo do Polo. Um dos integrantes do grupo faz a postagem, a qual leva: título (versão), nome do grupo, os nomes d@s alun@s que participaram da construção, referências.

4 - A construção do texto deve ser terminada até 23/12/2006 e os grupos devem fazer uma nova postagem no blog colaborativo do Polo (versão final). Um dos integrantes do grupo faz a postagem, a qual leva: título (versão), nome do grupo, os nomes d@s alun@s que participaram da construção, referências.

5 - Finalizando, copiem o link permanente da versão final e divulguem no seu blog individual. Não esqueçam de colocar o grupo e os nomes dos companheiros que participaram.

6 - No Rooda: prossigam debatendo no fórum Durkheim, Weber e Marx. Agreguem às suas contribuições no forum os conhecimentos construídos nas leituras/atividades destas semanas.

Dúvidas? Escreva para sospead@gmail.com e coloque o nome de sua professora no assunto. Detalhes.



Terça-feira, Dezembro 05, 2006

:: ECS9-VERSÃO FINAL-SÍNTESE-GRUPO"A".


"ARRUMANDO O TEXTO"

COMPONENTES DO GRUPO "A" :Angélica Paulino, Fernanda Beatriz, Luciane Dutra, Salete Schmidt, Sandra Oliveira, Valeria, Neusa Siqueira, Ana Parker e Edilaine.

GRUPO A - Versão final - SISTEMA DE ENSINO E DIVISÃO DO TRABALHO

lNTRODUÇÃO. Embora Marx e Engels em suas diversas obras, nunca tenham detido-se especificamente a tratar do sistema educacional e suas especificidades, suas observações a respeito da importância da educação como forma de conscientização, mobilização e transformação social eram constantes e contundentes na crítica ao capitalismo.

O poder da educação nunca foi negado por nenhum sistema e por esse motivo, também no sistema capitalista ele tinha função primordial de qualificar a força de trabalho, alcançando o máximo de aproveitamento e proporcionando a integração e o ajuste dos trabalhadores ao sistema.

O ensino e a instrução são os instrumentos de transformação promovendo a emancipação dos indivíduos, libertando-os das condições opressoras em todos os níveis.

Para consolidação desta astuta estratégia, a escola recebe uma nova configuração em suas atividades e tipos de aprendizagem, que torna a alienação da força de trabalho um fato natural, e ela, a responsável pela preparação dos indivíduos para esta sociedade.É verdade também que este período, embora de profundo caráter ideológico e alienador, trouxe consigo a expansão da educação formal, já que até a revolução industrial e o triunfo do liberalismo, a educação que era comumente familiar ou religiosa, a partir deste momento, exigiu-se a institucionalização ,extensão e aprofundamento do aparato escolar.

Marx e Engels propunham gestões não burocráticas, com participação efetiva da população trabalhadora, através de delegados e por sistema de democracia direta. Seria esta, a única forma de reter o desejo capitalista de transformar a educação num mero modelador de criados e assumir sua função de agente de transformação social e emancipação humana.

Marx e Engels não foram políticos pragmáticos ou realistas e nunca escreveram um texto, folheto, livro ou artigo expressamente sobre ensino e educação, e as afirmações que fizeram sobre arte e literatura, dificilmente podem servir para a atual polêmica em torno dos problemas do ensino convertidos.

Marx e Engels querem superar o capitalismo a partir dele mesmo, desenvolvendo suas potencialidades. Para isso, publicaram várias obras com o caráter de reinvidicar ensino gratuito para as crianças, a delimitação do trabalho infantil e feminino, bem como a educação para a classe operária, buscando uma revolução social e antropológica.

SISTEMA DE ENSINO E DIVISÃO DO TRABALHO. A divisão do trabalho e as forças produtivas, geram muitas diferenças sociais em uma nação, seja com relação a outras nações, ou internamente. Pois dividem e colocam em oposição os interesses dos trabalhadores da indústria, do comércio e do campo. Assim como, distanciam os trabalhadores hierarquizando o trabalho.Esta divisão promove a separação dos trabalhos em industrial, comercial e agrícola, segregando o campo e a cidade.

A divisão entre trabalho material e intelectual, torna possível a organização da sociedade capitalista, na esfera familiar e coletiva. A partir dessa divisão surgem então as atividades exclusivas, que cada indivíduo realizará, limitando-o como pessoa.

A divisão separa e subjuga o operário que frustra as suas necessidades intelectuais e o seu crescimento como indivíduo, tornando-o parte de um todo dominado pelos interesses capitalistas.Essa alienação dirige a vontade e a marcha da humanidade.

Através desse desenvolvimento universal das forças produtivas ,que é possível estabelecer um intercâmbio universal entre os homens e deste modo, o fenômeno da "massa privada de propriedade" pode existir em todos os países.

O trabalho é a atividade vital peculiar ao operário. É esta atividade que ele vende a um terceiro, para assegurar seus meios de subsistência necessários.O que ele produz pra si mesmo é o salário.O operário, cujo único recurso é a venda de sua força de trabalho, pertence à classe capitalista.

O trabalho assalariado é uma escravidão, pois o operário vende sua força, já o escravo é vendido com sua força, mas ambos são servos do sistema capitalista. Seja na atividade cooperativa ou manufatura, sua existência beneficia o capital, pois criam um sistema hierárquico entre os trabalhadores, que visa a competição e o lucro. Enquanto competem e buscam lucro, os indivíduos ficam ignorantes quanta à sua condição de explorados, inferiores, tornando-os imbecis e úteis, como animais adestrados.

O trabalho de produção leva o individuo a não pensar, repetir uma mesma tarefas por horas. Um ser que não é impulsionado a pensar não exercita sua inteligência, não cresce como pessoa. Um povo não pensante é fácil de ser dominado.Somente com um sistema de ensino valorizado, estruturalmente e socialmente, é possível o crescimento de uma nação.

Concluímos que ,"Sistema de Ensino e Divisão do Trabalho," é hoje nosso sistema de ensino, que ainda prepara o aluno para a competividade na busca do emprego e da qualificação para o mercado de trabalho, para servir o capitalismo. Apesar de estarem preocupados em desenvolver um sujeito empreendedor, que saiba aprender pensando, formulando hipóteses, criativo e inventor, sabendo descobrir soluções para os problemas que surgirem, estando qualificado para trabalho e ao mesmo tempo sabendo enfrentar novos desafios, exercitando a sua inteligência.

Marx e Engels, eram críticos do modo de produção capitalista, que se caracteriza pela alienação produzida pela exploração. Almejavam uma sociedade transformadora, onde depositavam sua confiança no sistema de ensino e na instrução com instrumento de transformação, onde desaparecesse a divisão do trabalho e a felicidade substituisse a necessidade.

QUESTÕES DE RELAÇÃO DO TEXTO COM A REALIDADE DAS ESCOLAS. As escolas ainda estão muito envolvidas em transmitir conhecimentos direcionados unicamente aos setores técnicos e produtivos.

As gestões democráticas contribuem para a desburocratização e humanização do sistema educacional.

Os saberes do trabalhador são submetido a alienação, por causa de divisão do trabalho, afastando os seus interesses daquilo que ele produz.Relacionando essa alienação a educação, podemos questionar:

-De que forma são desenvolvidos os objetivos curriculares da escola?
- Proporcionamos ao aluno que se desenvolva por inteiro?
-Levamos em consideração a sua realidade e seus interesses, para que possa interagir com seus saberes?
-Nos preocupamos em tornar a escola num espaço prazeroso, para onde o aluno goste de ir?
-Nós professores, oportunizamos o desenvolvimento do pensar em nosso educando?

Levando em consideração que, os nossos alunos precisam de muito motivação para despertar o interesse pelos saberes produzidos pela escola, cabe a nós, professores, conscientizá-los da importância em produzirem saberes e levá-los ao seu melhor aprendizado, para que ele possa intervir nas mudanças da sociedade, caso torne-se necessário.



Segunda-feira, Dezembro 04, 2006

:: Versão Inicial Grupo B



Educação Formação e Trabalho

Não há conhecimento de referências separadas sobre educação e ensino de Marx e Engels, porém, existem análises que surgiram em meio às críticas feitas por eles ao capitalismo. Na realidade falaram em educação pois era um tema inevitável se tratando de igualdade de classes.A temática da educação surge a partir da discussão sobre a divisão do trabalho. As condições materiais do mundo permitem desenvolver de maneira igual uma totalidade de qualidades. Porém, a divisão do trabalho leva o indivíduo a se entregar apenas a uma paixão reprimindo o desenvolvimento de sua s faculdades criadoras..A atividade em sociedade, com os outros, é um modo de apropriação da vida humana.O desenvolvimento local ou universal , a medida que se ultrapassam os limites porque se deixam aprisionar ,depende da evolução e da participação do indivíduo na sociedade. O capitalismo transforma o ?ter? em necessidade primária da vida do indivíduo, transformando-o em um ser egoísta e mais preocupado com o seu bem-estar que com o bem-estar da sociedade como um todo. O capital começa por fazer prisioneiro o progresso histórico e o coloca a serviço da riqueza.Os autores ressaltam que é necessário ?ser? ao invés de ?ter? e que para isso é preciso formar indivíduos integralmente: indivíduos transformadores que pensam, agem, interferem na realidade, fazem a diferença e que pensam no coletivo. Essa seria a forma de Educação para uma sociedade melhor, mais justa e igualitária.Podemos vivenciar claramente a educação capitalista que vivemos. É notável a import ância dada aos estudos e à formação apenas para uma melhor colocação profissional, mesmo que essa colocação não seja efetivamente aquela que traz a realização profissional.Se observarmos os concursos vestibulares percebemos o quanto o ?status? de algumas profissões tornam competidas as vagas a determinados cursos. Diversas vezes o adolescente nem demonstra interesse em ser médico e acaba optando pela Medicina apenas por acreditar na boa remuneração que terá..Podemos ainda perceber, quanto ao ter sobrepondo-se ao ser, o abandono das crianças por seus pais. Os adultos trabalham todo o tempo possível com o argumento de poder dar melhores condições a seus filhos. No entanto o que vemos são crianças cada vez mais carentes de afeto, atenção e carinho familiar.Será que vale a pena passarmos a nossa vida procurando maneiras de ganhar dinheiro para tentar suprir a falta que a nossa presença em casa faz?Ou ainda, as nossas escolas estão realmente preocupadas em formar cidadãos conscientes de seu papel na sociedade e colaborativos com o coletivo?Como começar e o que fazer para que a realização profissional ser mais importante que o status em nossa sociedade?Vale a pena parar para pensar?as idéias não são novas,a realidade é que permanece a mesma!
Grupo B do Pólo de São Leopoldo:
Aline LealCláudia CostaCristiane DielElizabete NetoGrasiela BirkIris DiasSheila de Oliveira
Primeira versão da síntese do texto:Educação, formação e trabalho (p. 27 a 44); MARX & ENGELS. Textos sobre educação e ensino. São Paulo: Moraes, 1983.



Domingo, Dezembro 03, 2006

:: ECS 9 grupo E


Fazendo ligações com o texto lido e nossa atual realidade é fácil perceber o caráter atual das citações lidas. Podemos ainda hoje nos indagar da formação que possuem a maioria de nossos trabalhadores, assim como o interesse que determinadas instituições têm para que seus funcionários se capacitem ou não. Hoje em dia a Eja (Educação de Jovens e Adultos) faz-se presente em larga escala na rede pública, como também em iniciativas particulares de redes privadas. Objetiva a inclusão do trabalhador, proporcionando o ensino que antes lhe foi negado por uma série de empecilhos sociais. Quem, como eu, trabalha esta realidade com adultos/trabalhadores/estudantes diariamente percebe que este é um dos grandes desafios de uma educação mais democrática, centrada nas questões fundamentais do cotidiano. Ora, se simplesmente se transportar o ?ensino? que é desenvolvido no fundamental para o programa Eja, não haverá inclusão e sim exclusão, se não levarmos em conta a bagagem que traz este aluno, já responsável pelo seu próprio sustento, inserido muitas vezes no trabalho de forma informal e por vezes injusta, o impediremos de prosseguir. Sendo a evasão escolar nestas iniciativas o maior problema enfrentado.
Levanto as seguintes questões baseadas na referência lida com nossa atual prática:
Como a escola pública pode auxiliar na inclusão do aluno trabalhador? Como pode adaptar propostas, filosofia e projetos objetivando a educação de jovens e adultos trabalhadores?
Falando em educação pública, a cargo do estado, o que vemos de mais diferente comparada a que está a cargo de instituições privadas? Como sai o aluno preparado para o trabalho de cada uma destas instituições?
Os dogmas religiosos caminharam juntos com a educação por muito tempo, ainda hoje há inúmeras instituições confessionais religiosas? Como vemos a contribuição destas instituições na atual sociedade?
O texto nos fala que o homem é como a máquina, há de ser substituído por outro, quando este se encontra desgastado. No entanto o que mais preocupa atualmente a classe trabalhadora é substituição de homens por máquinas. Já existem estudos e trabalhos direcionados a este tema, que durante a formação profissional colocam diretrizes para que o trabalhador tenha ?poder? sobre a máquina. Como a educação pode auxiliar na integração do trabalhador com as novas tecnologias?



COMPONENTES DO GRUPO E:Adriana: http://dekadrika.blogspot.com/Daiany: http://daianypires.blogspot.comElisandra: http://profelisandra.blogspot.comGisele Dias: http://gibervig.blogspot.comJuçara Becker: http://jkbecker.blogspot.comLurdes Zander:http://lurdeszander.blogspot.com Viviane: http://viviane-vivibizelo.blogspot.com




Foi muito bom este encontro!



Para quem convive com o ritmo dos textos, encontrar o ritmo da presença viva é sempre uma surpresa. Pudemos aprofundar as relações construídas nas trocas virtuais, nos encontros presenciais e mediadas pelos nossos textos (e as nossas imagens e sons!) na rede. Conhecer e reconhecer aqueles que constróem conosco esta caminhada.