Quarta-feira, Janeiro 10, 2007


ECS11

Hoje em dia fala-se muito de inclusão social. Quando lemos algo a respeito achamos tudo muito bonito e algo fácil de ser realizado, afinal de contas deixamos nossos pré-conceitos de lado e damos mão à solidariedade participando assim da inclusão social.
Passamos para o lado prático das coisas, aí tudo se torna difícil e complicado, nos deparamos com pessoas, como nós ou eu, que nunca convivemos com pessoas especiais, que precisam de atenção especial, e não sabemos o que fazer, nunca fomos preparados para isso, entendo que a inclusão deve acontecer, mais com melhor preparo para nós profissionais que lhe damos direto com esse ?problema?.
Já o ministério das comunicações pretende, no próximo ano, informatizar as escolas das classes C, D e E da sociedade, isso será muito bom, principalmente para crianças que não têm acesso ao computador em suas residências. Surge-nos outro problema que é a preparação dos profissionais para desempenhar tal tarefa, haja visto, que muitos professores não têm computador em casa e tão pouco sabem manusear a máquina.
O governo federal tem como meta promover a educação infantil a um novo estatuto para que todas as crianças tenham os meios para sua formação intelectual igualmente assegurado.
No texto de A. J. Akkari, diz que ?o desenvolvimento do sistema educativo brasileiro vem sendo marcado por relações conflitantes entre diferentes grupos sociais?, será que isso acontece por falta de orientação dos profissionais, já que somos multiplicadores do conhecimento? Faltando orientação para os profissionais, que não saberão como trabalhar, faltará orientação também para as crianças que farão menos ainda, com isso as classes sociais melhor estruturadas saem na frente no quesito conhecimento, a situação piora um pouco mais no norte e nordeste do país, cujos professores, algumas vezes têm apenas o ensino fundamental incompleto.
Não vou me ater no valor mensal que uma família gasta com seu filho em uma escola da rede particular ou pública, se a educação é para todos deveria, no mínimo, ser igual a todos.
Em Novo Hamburgo a proposta político pedagógica da secretaria da educação é trabalhar a interdisciplinaridade para assim, trabalhar o respeito às diferenças, as trocas entre os iguais e a aceitação da crítica construtiva.
A acessória ao professor consiste em proporcionar-lhe momentos de reflexão e estudo que lhe permite criticar a própria prática. Angélica Paulino


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