Domingo, Dezembro 24, 2006

:: Ecs 11


Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Escola, cultura e Sociedade
ESC 11

Grupo F
Cármem da Rosa
Ivete Pinheiro
Marinês de Medeiros
Sônia Mara Homem
Talita Belardo
Vera Prates
Zélia Schreiber

Educação escolar e políticas públicas no Brasil

Primeiramente os alunos de escolas privadas geralmente não enfrentam um grave problema social vivido por muitas crianças matriculadas no ensino público, a subnutrição nos primeiros anos de vida e a ausência de uma estrutura familiar concreta, notavelmente um problema de cunho educativo e principalmente social.

Em seguida podemos retratar a questão administrativa, pois neste campo o setor público deixa muito a desejar em vista das escolas privadas, um caso que serve como exemplo é o de uma escola de Gravataí que funcionou sem eletricidade durante um trimestre inteiro porque os fios de tensão foram roubados, e também os alunos não receberam merenda este ano porque as verbas não foram repassadas.

Outro caso chamaremos de hipocrisia do ensino. Atos como o de aprovar alunos que não estejam realmente preparados denunciam a intenção de ?tapar o sol com a peneira?, em outras palavras, iludir-se. Como cumprir a lei que da ao aluno direito de um ensino de qualidade sem cobrar dele que aprenda? Será que desta forma eles terão condições de competir em um mundo tão competitivo?
Certo dia percebi que muitas mães e avós vem até mim reclamando que quando tinham a idade de seus filhos e netos estavam muito mais ?avançadas?, ilustrando a possível decadência do ensino, isso faz com que nos perguntemos preocupadamente:
Será que nossos alunos conseguirão nos superar?

Tais reflexões certamente são frutos das políticas adotadas por nossos governantes.Como eles tratam a educação no Brasil?
Muitos governantes preferem o povo despreparado para a vida, pois assim eles não desenvolvem seu senso crítico, e os próprios alunos percebem que não precisam participar fielmente do processo educativo,porque já não se faz necessária a aprendizagem para a aprovação.

A política pública em nosso país só irá mudar quando, o sistema se voltar em benefício dos menos favorecidos, seria uma das soluções para tornar menor a desigualdade social, e para isso nós, os professores, não podemos tomar a posição da passividade. A falta de atitude nos faz mergulhar em uma onda de insatisfação acomodada


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