África seu mapa, uma parte de uma triste história.
Ao analisarmos o mapa, pudemos constatar que o fluxo de saída dos escravos foi a partir da costa litorânea do oceano atlântico. Sabemos que o tráfico negreiro foi realizado em conjunto com países árabes e países costeiros da África, pois haviam estabelecido contato com os europeus, mais especificamente Portugueses, Ingleses e Holandeses, em função das relações comerciais estabelecidas com os mesmos.
A diáspora ocorreu durante quatro séculos, e de acordo com o mapa, pudemos montar um o quadro de países envolvidos diretamente na mercantilização de vidas humanas.
Século XVI ? Senegal, Cabinda, Congo, Namíbia e África do Sul.
Século XVII ? Camarões, Guiné Equatorial, Gabão, Angola.
Século XVIII e XIX ? Nigéria, Gana, Togo, Benin, Angola, Namíbia e Moçambique.
?Para conseguir levar as expedições até o fim os exploradores europeus aliavam-se aos comerciantes árabes, que percorriam a África caçando escravos.? (Revista Terra: A saga dos grandes exploradores da áfrica. Outubro 2005, ano 13, nº 162. Ed. Peixes).
A partir destas análises e algumas discussões, pudemos concluir a não existência de uma unidade étnica no Brasil, em função da impossibilidade de sabermos com exatidão a origem de cada afro-descendente, tendo em vista a multiplicidade étnica do continente Africano.
Outro elemento importante para a não sapiência das origens africanas, é devido à queima de arquivos feita por Rui Barbosa logo após a Abolição da Escravatura. (Patrícia Ribeiro e Claudia Krauthein)
A diáspora ocorreu durante quatro séculos, e de acordo com o mapa, pudemos montar um o quadro de países envolvidos diretamente na mercantilização de vidas humanas.
Século XVI ? Senegal, Cabinda, Congo, Namíbia e África do Sul.
Século XVII ? Camarões, Guiné Equatorial, Gabão, Angola.
Século XVIII e XIX ? Nigéria, Gana, Togo, Benin, Angola, Namíbia e Moçambique.
?Para conseguir levar as expedições até o fim os exploradores europeus aliavam-se aos comerciantes árabes, que percorriam a África caçando escravos.? (Revista Terra: A saga dos grandes exploradores da áfrica. Outubro 2005, ano 13, nº 162. Ed. Peixes).
A partir destas análises e algumas discussões, pudemos concluir a não existência de uma unidade étnica no Brasil, em função da impossibilidade de sabermos com exatidão a origem de cada afro-descendente, tendo em vista a multiplicidade étnica do continente Africano.
Outro elemento importante para a não sapiência das origens africanas, é devido à queima de arquivos feita por Rui Barbosa logo após a Abolição da Escravatura. (Patrícia Ribeiro e Claudia Krauthein)

1 Comentários:
Patricia e Claudia, lendo as reflexões de vocês lembrei da "unimultiplicidade" de que fala Tom Zé em uma música sua. Esse é o nosso Brasil, multiplo e mesmo assim uma unidade mestiça; e a África, cada vez mais plural e bela aos nossos olhos de aprendizes.
Parabéns!
Cida
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