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Biorrefinarias: uma solução descentralizada

Projeto desenvolvido na UFRGS busca um maior aproveitamento de produtos residuais e o fim das monoculturas
22/12/2017 14:44

Na configuração tradicional das refinarias, uma instalação central é cercada por hectares e hectares de uma monocultura que a abasteça. Assim, escala é sinônimo de rentabilidade – quanto mais plantações de cana-de-açúcar ao redor de uma usina, por exemplo, mais bem suprida esta vai estar para produzir etanol. Entretanto, o Grupo de Intensificação, Modelagem, Simulação, Controle e Otimização de Processos (Gimscop), formado por pesquisadores do Departamento de Engenharia Química da UFRGS, desde 2008 vem trabalhando em uma nova ideia que, segundo eles, está pronta para ser implementada: as biorrefinarias. Instalações menores, descentralizadas e que evitam o monopólio e possibilitam uma maior integração com as produções locais. Para tanto, os professores Marcelo Farenzena, Luciane Trierweiler e Jorge Trierweiler se dedicaram nesses últimos anos a pesquisar formas de aproveitar ao máximo a biomassa residual de diversos cultivos.

A matéria completa pode ser lida no UFRGS Ciência.

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