Maior aprovação entre as universidades federais - Foto: Cadinho Andrade
Os alunos do Curso de Ciências Atuariais da Faculdade de Economia (FCE/UFRGS) tiveram o maior nível de aprovação na prova de suficiência do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA). Os resultados da prova, realizada em março, foram divulgados nesta sexta-feira, dia 18. O Instituto é uma sociedade civil sem fins lucrativos, de âmbito nacional, que incentiva a pesquisa na área de Ciências Atuariais.
“O resultado aponta a UFRGS com um percentual de aprovação de 68,42%, com o melhor desempenho entre as Universidades no Brasil que tiveram mais de um aluno inscrito para a realização da prova”, comemora o professor Sérgio Rangel, coordenador da Comissão de Graduação de Ciências Atuariais da UFRGS.
Em segundo lugar, classificaram-se os alunos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com 60%; seguidos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 58,62% e da Universidade de São Paulo (USP), com 54,55% de aprovação. Quinze instituições oferecem o curso de graduação em Ciências Atuariais no Brasil.
O Atuário é o profissional preparado para mensurar e administrar riscos, uma vez que a profissão exige conhecimentos em teorias e aplicações matemáticas, estatística, economia, probabilidade e finanças, transformando-o em um verdadeiro arquiteto financeiro e matemático social capaz de analisar concomitantemente as mudanças financeiras e sociais no mundo.
Entre os motivos para esse destaque nacional, o professor Rangel cita a contratação de professores para o curso nos últimos anos e a realização de estágios dos alunos em seguradoras, fundos de pensão, operadoras de planos de saúde, consultorias, corretoras e bancos, por exemplo.
Para o professor Helio Henkin, diretor da FCE, o momento é de celebração. “Neste ano, já tivemos a satisfação de ver os alunos egressos do curso de Ciências Contábeis se destacaram no último exame de suficiência. Agora é a vez dos alunos de Ciências Atuariais. Isso demonstra a qualidade dos professores e o esforço dos alunos que fizeram por merecer esse destaque nacional”, finaliza Henkin.
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