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Máquinas também erram

Grupo de pesquisa desenvolve algoritmo que possibilita ao usuário impedir comportamentos indesejados da Inteligência Artificial
27/02/2020 11:08

Em nosso dia a dia, fazemos uso constante de tecnologias controladas por Inteligência Artificial (IA). Ela está presente em nossos celulares, em programas de computador, nos diagnósticos e tratamentos médicos, nas seleções de emprego e, mais comumente, nas plataformas digitais, como Netflix e Spotify. A IA processa dados fornecidos direta ou indiretamente pelo usuário, identifica padrões e os utiliza para atingir objetivos e realizar tarefas específicas. No entanto, é possível que, no caminho escolhido para alcançar o resultado, haja discriminação de gênero ou de raça, por exemplo. Questões como essas enquadram os casos de comportamentos indesejados a serem evitados.

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e das universidades americanas de Massachusetts e de Stanford, publicado na revista Science, analisou os possíveis equívocos cometidos pelas IAs e as formas de evitá-los. A partir daí, deu-se a criação dos algoritmos nomeados pelos cientistas como “seldonianos” − em homenagem ao personagem Hari Seldon dos livros do escritor de ficção científica Isaac Asimov. Diferentemente dos algoritmos já existentes, esses funcionam para qualquer tipo de situação e proporcionam maior segurança aos usuários, uma vez que possibilitam a restrição de certos comportamentos da máquina.

Leia a matéria completa no UFRGS Ciência.

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