Ir para o conteúdo Ir para a navegação

Você está aqui: Página Inicial Notícias Não é só videogame: a violência simbólica de gênero em jogos digitais

Não é só videogame: a violência simbólica de gênero em jogos digitais

Tese de doutorado de pesquisadora da Comunicação da UFRGS busca compreender como acontece a violência simbólica contra mulheres em jogos digitais como o Dota 2 e League of Legends
11/03/2021 10:01

Um estudo da pesquisadora Gabriela Birnfeld Kurtz, em seu doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, analisou a violência simbólica de gênero – e mostrou como ela acontece – nos jogos digitais Dota 2 e League of Legends (LoL). A pesquisa percorreu dois eixos teóricos diretamente ligados: as relações do gênero masculino com o feminino nesses jogos e a definição de jogos digitais e seus sistemas de regras. Gabriela, atualmente professora da PUCRS, categorizou as violências que ocorreram e criou o conceito “violência de jogabilidade-discursiva” a partir da pesquisa. Ela defendeu a tese em 2019 e foi orientada por Raquel da Cunha Recuero.

Os dois jogos que envolvem a tese de doutorado da professora são do gênero MOBA. A sigla vem do inglês “Multiplayer Online Battle Arena”, que significa “arena de batalha online para vários jogadores”, e caracteriza um jogo de estratégia em tempo real. Os jogadores são divididos em duas equipes, geralmente de cinco jogadores cada uma, para que se enfrentem nessa arena. O objetivo é destruir a estrutura principal que está situada na base inimiga (no LoL a estrutura é um grande cristal chamado “nexus”; no Dota II é um trono), e o vencedor é quem fizer isso primeiro – uma espécie de xeque-mate do xadrez.

Confira a matéria completa no UFRGS Ciência.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Av. Paulo Gama, 110 - Bairro Farroupilha - Porto Alegre - Rio Grande do Sul
CEP: 90040-060 - Fone: +55 51 33086000