Iniciou nas artes visuais com vídeo, em 2005, descrevendo uma série de leituras e sensações. Procura extrair a carga singularmente poética de situações do cotidiano e criar alguns tensionamentos entre realidade e ficção, a partir do ato de apontar a câmera para flertar com acontecimentos fortuitos.
Com a fotografia, revisita o cotidiano, o entorno, as paisagens, com a proposta de ressignificá-los, utilizando, em algumas situações, filtros físicos ou da própria câmera; também registra ambientes e circunstâncias onde a natureza modifica visualmente os espaço;
Desde 2006, participa do coletivo Cine Água, em parceria com o artista Dirnei Prates. Os trabalhos da dupla envolvem propostas em vídeo, fotografia, instalações e organização de mostras em espaços pouco ortodoxos.
Vive e trabalha em Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil.