Transferiu residência para o Brasil por volta de 1940, fixando-se no Rio de Janeiro onde estudou gravura com Carlos Oswald. Apesar de pintor, destacou-se principalmente como gravador, tendo José Roberto Teixeira leite, em sua obra A Gravura Brasileira Contemporânea, acentuando sua “técnica verdadeiramente excepcional”. Apesar disso Steiner se condicionava aos limites de documentarista. Em 1959 fez uma viagem ao Araguaia, da qual resultou uma série de gravuras representando paisagens, flora e fauna da região. Realizou igual pesquisa em viagens ao Xingu, e esteve várias vezes na Europa, onde terminou seus dias.