{"id":1068,"date":"2020-06-25T20:12:37","date_gmt":"2020-06-25T20:12:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/?p=1068"},"modified":"2021-02-05T20:13:16","modified_gmt":"2021-02-05T20:13:16","slug":"roberta-leymah-gbowee-1972","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/roberta-leymah-gbowee-1972\/","title":{"rendered":"Roberta Leymah Gbowee (1972)"},"content":{"rendered":"\n<p>Destacada ativista social na Lib\u00e9ria,&nbsp; foi uma das tr\u00eas pessoas agraciadas com o Pr\u00eamio Nobel da Paz em 2011, junto com sua compatriota Ellen-Johnson&nbsp; Sirleaf e com a iemenita Tawakkol Karman \u2013 destacada defensora dos direitos das mulheres em seu pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Nasceu na regi\u00e3o central da Lib\u00e9ria e aos dezessete anos mudou-se para a cidade de Monr\u00f3via, quando eclodiu no pa\u00eds a Segunda Guerra Civil. Recebeu forma\u00e7\u00e3o como terapeuta e durante o per\u00edodo do conflito trabalhou com acompanhamento &nbsp;e recupera\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as antes recrutadas como meninos-soldados.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela organizou o movimento de mulheres que passou a pressionar a sociedade para o fim da guerra, unificando mulheres de f\u00e9 crist\u00e3 e de f\u00e9 mu\u00e7ulmana em um amplo movimento pela paz.&nbsp; O movimento ganhou grande notoriedade na m\u00eddia internacional, por conter, entre suas formas de a\u00e7\u00e3o, a indica\u00e7\u00e3o de uma greve de sexo como meio para conscientizar os homens a abandonar a viol\u00eancia que assolava a Lib\u00e9ria. O sucesso do movimento contribuiu para as negocia\u00e7\u00f5es de paz que levaram \u00e0 elei\u00e7\u00e3o da presidenta Ellen Johnson-Sirleaf em 2006.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir, ela criou Funda\u00e7\u00e3o Gbowee, cujo foco de a\u00e7\u00e3o \u00e9 a promo\u00e7\u00e3o educacional dos jovens liberianos, em particular as meninas. &nbsp;Participa em f\u00f3runs mundiais para tratar de assuntos de governan\u00e7a global com base na seguran\u00e7a e desenvolvimento em bases solid\u00e1rias, com \u00eanfase no empoderamento feminino.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>AFRICAN Women and Peace Support Group. <strong>Liberian Women Peacemakers<\/strong>: fighting for the right to be seen, head, and counted. Trenton: Africa World Press, 2004.<\/p>\n\n\n\n<p>GBOWEE, Leymah; MYTHERS, Carol. <strong>Guerreiras da paz<\/strong>: Como a solidariedade, a f\u00e9 e o sexo mudaram uma na\u00e7\u00e3o em guerra. S\u00e3o Paulo: Companhia das letras, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>PRASCH, Allison M.. <strong>Maternal bodies in militant protest<\/strong>: Leymah Gbowee and the rhetorical agency of african motherhood.&nbsp;Women&#8217;s Studies in Communication,&nbsp;v. 38, n. 2,&nbsp;p. 187-205,&nbsp;2015.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Destacada ativista social na Lib&eacute;ria,&nbsp; foi uma das tr&ecirc;s pessoas agraciadas com o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 2011, junto com sua compatriota Ellen-Johnson&nbsp; Sirleaf e com a iemenita Tawakkol Karman &ndash; destacada defensora dos direitos das mulheres em seu pa&iacute;s. Nasceu na regi&atilde;o central da Lib&eacute;ria e aos dezessete anos mudou-se para a cidade [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":5931,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"no","_lmt_disable":""},"categories":[1],"tags":[195,307],"modified_by":"ramon","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1068"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1068"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1068\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6218,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1068\/revisions\/6218"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5931"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1068"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1068"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1068"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}