{"id":1258,"date":"2020-06-27T15:54:28","date_gmt":"2020-06-27T15:54:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/?p=1258"},"modified":"2021-01-22T19:00:00","modified_gmt":"2021-01-22T19:00:00","slug":"joyce-rovincer-mpanga-1934","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/joyce-rovincer-mpanga-1934\/","title":{"rendered":"Joyce Rovincer Mpanga (1934)"},"content":{"rendered":"\n<p>Nascida como Joyce Masembe, na cidade de Mityana, em Uganda. Pertence a uma fam\u00edlia aristocr\u00e1tica vinculada ao antigo reino de Baganda. &nbsp;Frequentou a Gayaza High School (1947-1952), formou-se na Faculdade de Makerere (1953-1958), e cursou bacharelado em Artes na Universidade de Londres (1958) e Mestrado em Ci\u00eancias em Educa\u00e7\u00e3o na Universidade de Indiana (1962).<\/p>\n\n\n\n<p>Aos trinta e dois anos ela se casou com Andrew Frederick Mpanga, um membro da aristocracia ugandense, conselheiro do rei Mutesa II, o derradeiro rei de Buganda e o primeiro chefe de Estado de Uganda. Esta proximidade com a monarquia teve influ\u00eancia direta sobre a vida de Joyce em 1966, momento em que eclodiu um conflito armado entre os partid\u00e1rios de Mutesa II e do Primeiro Ministro Milton Obote, quando ela e o marido se exilaram na Inglaterra, onde viveram durante seus anos.&nbsp; Do casamento com Andrew ela teve duas filhas.<\/p>\n\n\n\n<p>No retorno a Uganda, atuou como professora e como administradora escolar na d\u00e9cada de 1970, com participa\u00e7\u00e3o no <em>National Service Comission<\/em> (Comiss\u00e3o Nacional de Servi\u00e7os) (1979-1988). Sua notoriedade aumentou em 1988, quando ela se tornou a primeira Ministra das Mulheres em Desenvolvimento de Uganda, sendo depois sucedida por Gertrude Byekwaso.&nbsp; No ano seguinte foi nomeada Ministra de Estado para o Ensino Prim\u00e1rio (1989-1992), vindo igualmente a participar como membro no Parlamento pelo Distrito de Mubende (1996-2001). Nesta posi\u00e7\u00e3o, contribuiu para a reformula\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o de Uganda (1995).<\/p>\n\n\n\n<p>Por sua trajet\u00f3ria, ela tem sido considerada uma das mulheres mais influentes do pa\u00eds, com intensa representa\u00e7\u00e3o dos interesses das mulheres em diversas entidades representativas vinculadas a entidades crist\u00e3s, educacionais e assistenciais. Presidiu o <em>National Council&nbsp; for Women<\/em> (Conselho Nacional para as Mulheres) (1986-1988), e&nbsp; representou as mulheres no Parlamento de Buganda&nbsp; em 2011.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>TRIPP, Aili. <strong>Women and politics in Uganda<\/strong>. Madison: University os Wisconsin Press, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>TRIPP, Aili. \u201cJoyce Rovincer Mpanga\u201d. In: AKYEAMPONG, Emmanuel K.; GATES JR., Henry Louis (dir). <strong>Dictionary of African Biography<\/strong>. Oxford University Press, 2012, v. 4, p. 270-271.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nascida como Joyce Masembe, na cidade de Mityana, em Uganda. Pertence a uma fam&iacute;lia aristocr&aacute;tica vinculada ao antigo reino de Baganda. &nbsp;Frequentou a Gayaza High School (1947-1952), formou-se na Faculdade de Makerere (1953-1958), e cursou bacharelado em Artes na Universidade de Londres (1958) e Mestrado em Ci&ecirc;ncias em Educa&ccedil;&atilde;o na Universidade de Indiana (1962). Aos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":5219,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"no","_lmt_disable":""},"categories":[1],"tags":[],"modified_by":"ramon","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1258"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1258"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1258\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5219"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1258"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1258"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1258"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}