{"id":1326,"date":"2020-06-27T18:03:36","date_gmt":"2020-06-27T18:03:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/?p=1326"},"modified":"2021-01-28T12:52:25","modified_gmt":"2021-01-28T12:52:25","slug":"charity-kaluki-ngilu-1952","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/charity-kaluki-ngilu-1952\/","title":{"rendered":"Charity Kaluki Ngilu (1952)"},"content":{"rendered":"\n<p>Mulher p\u00fablica queniana, nasceu na cidade de Mbooni, no Distrito de Makueni, na Rep\u00fablica do Qu\u00eania, e seus antepassados pertenciam ao povo Kamba. Estudou na <em>Alliance Gils High School<\/em>. Formou-se em Secretariado e Administra\u00e7\u00e3o no <em>Government Secretarial College, Kianda College<\/em> e no <em>Kenya Institute of Administration for Business<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela come\u00e7ou a carreira profissional como secret\u00e1ria no Banco Central do Qu\u00eania, e como diretora de uma f\u00e1brica de pl\u00e1sticos. &nbsp;Nos anos 1990 ingressou na vida p\u00fablica, no <em>Democratic Party<\/em> (Partido Democr\u00e1tico) e no <em>Social Democratic Party<\/em> (Partido Social Democr\u00e1tico), tendo sido eleita ao parlamento para representar o Distrito de Kitui em 1992 e 1997.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XXI, ingressou no <em>National Party of Kenya<\/em> (Partido Nacional do Qu\u00eania), pelo qual foi eleita ao congresso em 2002, e em 2003 foi designada pelo presidente Mwai Kibaki para ocupar a pasta do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Em sua trajet\u00f3ria, procurou vincular sua imagem aos interesses nacionais e n\u00e3o aos particularismos \u00e9tnicos e sua agenda contempla pontos importantes das reivindica\u00e7\u00f5es femininas, integrando diversos grupos de representa\u00e7\u00e3o das mulheres. &nbsp;Em 2007 ela foi temporariamente presa quando invadiu uma delegacia de pol\u00edcia para pressionar pela liberta\u00e7\u00e3o de uma ativista que tinha sido detida por protestar contra os altos sal\u00e1rios dos membros do parlamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Charity voltou a ser eleita para o congresso em 2007 e no ano seguinte foi indicada como Ministra da \u00c1gua e da Irriga\u00e7\u00e3o (2008-2013), quando se viu envolvida em den\u00fancias de corrup\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m atuou como Secret\u00e1ria do Gabinete de Terras, Moradias e Desenvolvimento Urbano de 2013 a 2015.<\/p>\n\n\n\n<p>Por duas vezes ela concorreu \u00e0 presid\u00eancia do pa\u00eds. Primeiro, em 1997, quando perdeu o pleito para Daniel Arap Moi. Depois, em 2012, nas pr\u00e9vias para as elei\u00e7\u00f5es presidenciais de 2013, mas n\u00e3o encontrou apoio suficiente. &nbsp;Em 2017, todavia, ela concorreu ao governo do Condado de Kitui, derrotando o advers\u00e1rio, Julius Malombe e saindo vitoriosa na elei\u00e7\u00e3o.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>KAMAU, Nyokabi. <strong>Women and political leadership in Kenya<\/strong>: ten cases. Berlim: Heinrich Boll Stiftung, 2010: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/ke.boell.org\/sites\/default\/files\/women_in_leadership_study.pdf\" target=\"_blank\">https:\/\/ke.boell.org\/sites\/default\/files\/women_in_leadership_study.pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>TRIPP, Aili. \u201cCharity Kaluli Ngilu\u201d. In: AKYEAMPONG, Emmanuel K.; GATES JR., Henry Louis (dir). <strong>Dictionary of African Biography<\/strong>. Oxford University Press, 2012, v. 4, p. 450-451.<\/p>\n\n\n\n<p>NZOMO, Maria (Ed.). <strong>Women in politics<\/strong>: challenges of democratic transition in Kenya. Berlim: Heinrich Boll Fondation, 2003.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mulher p&uacute;blica queniana, nasceu na cidade de Mbooni, no Distrito de Makueni, na Rep&uacute;blica do Qu&ecirc;nia, e seus antepassados pertenciam ao povo Kamba. Estudou na Alliance Gils High School. Formou-se em Secretariado e Administra&ccedil;&atilde;o no Government Secretarial College, Kianda College e no Kenya Institute of Administration for Business. Ela come&ccedil;ou a carreira profissional como secret&aacute;ria [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":5775,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"no","_lmt_disable":""},"categories":[1],"tags":[335],"modified_by":"ramon","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1326"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1326"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1326\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5775"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1326"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1326"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1326"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}