{"id":2266,"date":"2020-07-03T02:17:30","date_gmt":"2020-07-03T02:17:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/?p=2266"},"modified":"2021-01-30T20:01:51","modified_gmt":"2021-01-30T20:01:51","slug":"gladys-may-casely-hayford-1904-1950","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/gladys-may-casely-hayford-1904-1950\/","title":{"rendered":"Gladys May Casely-Hayford (1904-1950)"},"content":{"rendered":"\n<p>Poetisa, dramaturga e artista, &nbsp;nasceu na ent\u00e3o Costa do Ouro, atual Rep\u00fablica de &nbsp;Gana. Era filha do influente casal nacionalista e pan-africanista, Joseph Ephraim&nbsp; e Adelaide Smith Casely-Hayford. Devido a problemas de sa\u00fade, passou a inf\u00e2ncia em viagens de tratamento entre a Inglaterra e a Costa do Ouro, e depois fixou-se em Serra Leoa.&nbsp; Deu in\u00edcio aos estudos na col\u00f4nia e os completou na Europa. Aos dezesseis &nbsp;anos &nbsp;Gladys escreveu seu primeiro poema de destaque, chamado <em>Ears<\/em>. Tamb\u00e9m durante o per\u00edodo de forma\u00e7\u00e3o escolar aprendeu a tocar piano, tornando-se uma excelente pianista e valeu-se de seus talentos para escrever versos e can\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1924, retornou para a \u00c1frica. De in\u00edcio \u00e0 carreira p\u00fablica como jornalista do <em>The Gold Coast Leader<\/em>.&nbsp; Em 1926 &nbsp;foi convidada a dar aulas na escola fundada por sua m\u00e3e, a <em>The Girls Vocational School <\/em>(Escola Vocacional para Meninas),&nbsp;na qual lecionava aulas de folclore africano e higiene pessoal.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante esse per\u00edodo escreveu diversos poemas, m\u00fasicas, pe\u00e7as teatrais e musicais. Em 1927 um dos seus poemas foi publicado no jornal americano <em>The Atlantic Monthly<\/em> obra que ela assinou com o pseud\u00f4nimo de Aqualah Laluah, quando ela recebeu, e recusou, uma vaga para a Faculdade para Mulheres de Radcliffe em Cambridge. Tempos depois, aceitou a vaga &nbsp;oferecida pela Universidade de Columbia.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1948 escreveu uma pequena cole\u00e7\u00e3o de poemas com o nome <em>Take Um So<\/em>. Foi pioneira em escrever \u201cpoemas do tipo evocativo\u201d em l\u00edngua Krio, l\u00edngua falada pelosafro-mesti\u00e7os &nbsp;de Serra Leoa.<\/p>\n\n\n\n<p>Casou-se com Arthur Benoni, com quem teve um filho, e tempos depois se separaram. &nbsp;Ela morreu de mal\u00e1ria em Accra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>CROMWELL, Adelaide. <strong>An african victorian feminist<\/strong>: the life and times of Adelaide Smith Casely-Haiford. Abington: Routledge, 2013 (or. 1986). <strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>HUNTER, Yema L.<strong> An african treasure<\/strong>: in search of Gladys Casely-Hayford, 1904-1950. Acra: Yema Lucilda Hunter, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>HUNTER, Lucilda. \u201cGladys May Casely-Hayford\u201d. In: AKYEAMPONG, Emmanuel K.; GATES JR., Henry Louis (dir). <strong>Dictionary of African Biography<\/strong>. Oxford University Press, 2012, v. 2, &nbsp;p. 42-43.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Poetisa, dramaturga e artista, &nbsp;nasceu na ent&atilde;o Costa do Ouro, atual Rep&uacute;blica de &nbsp;Gana. Era filha do influente casal nacionalista e pan-africanista, Joseph Ephraim&nbsp; e Adelaide Smith Casely-Hayford. 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