{"id":2340,"date":"2020-07-03T18:22:02","date_gmt":"2020-07-03T18:22:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/?p=2340"},"modified":"2021-02-01T17:30:31","modified_gmt":"2021-02-01T17:30:31","slug":"rose-dieng-kuntz-1956-2008","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/rose-dieng-kuntz-1956-2008\/","title":{"rendered":"Rose Dieng-Kuntz (1956 \u2013 2008)"},"content":{"rendered":"\n<p>Cientista da Computa\u00e7\u00e3o e especialista em intelig\u00eancia artificial senegalesa, nascida em Dakar. Frequentou a Escola Superior Van Vallenhoven em Dakar e a escola de <em>Concours G\u00e9n\u00e9ral<\/em>, em que conquistou as melhores posi\u00e7\u00f5es em matem\u00e1tica, franc\u00eas e latim, e a segunda em grego (1972). Recebeu uma bolsa para a Grande \u00c9cole Polytechnique de Paris, tornando-se a primeira mulher negra africana a ser admitida naquela prestigiosa institui\u00e7\u00e3o onde obteve o Doutorado em tecnologia da informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo Rose Dieng-Kuntz passou a fazer parte do Instituto Nacional de Pesquisa em Inform\u00e1tica e de Inova\u00e7\u00e3o \u2013 INRIA. Enquanto isso, deu continuidade aos estudos e pesquisas, realizando p\u00f3s-doutorado em Ci\u00eancias da Computa\u00e7\u00e3o na \u00c9cole Nationale Sup\u00e9rieure des T\u00e9l\u00e9communications com uma tese sobre a especifica\u00e7\u00e3o do paralelismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Trabalhou na Digital Equipment e em 1985 estabeleceu uma parceria do INRIA com o Parque Tecnol\u00f3gico franc\u00eas chamado &nbsp;Sophia-Antipolis. Em 1995 foi nomeada chefe do projeto Acacia e permaneceu neste trabalho at\u00e9 a sua morte, em 2008. Como pesquisadora s\u00eanior e diretora deste projeto, desenvolveu m\u00e9todos e ferramentas que se tornaram n\u00e3o apenas o fundamento da pesquisa sobre modelagem e aquisi\u00e7\u00e3o de conhecimento, mas tamb\u00e9m um caminho para a evolu\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o do conhecimento e da sem\u00e2ntica na web.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o seu trabalho ela estimulou toda uma nova gera\u00e7\u00e3o de cientistas e incentivou a educa\u00e7\u00e3o de meninas. Foi uma pioneira que causou um importante impacto na pesquisa sobre intelig\u00eancia artificial, o que a levou a ser agraciada com o Pr\u00eamio Ir\u00e8ne Joliot-Curie para mulheres cientistas em 2005 e de ter recebido a distin\u00e7\u00e3o da Ordem da Legi\u00e3o de Honra&nbsp; francesa em 2006.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>DIENG-KUNTZ, Rose;&nbsp; MATTA, Nada. <strong>Knowledge management and organizational memories<\/strong>. Boston: Kluwer Academic, 2002.<\/p>\n\n\n\n<p>KONAT\u00c9, Dior. \u201cRose Dieng-Kuntz\u201d. In: AKYEAMPONG, Emmanuel K.; GATES JR., Henry Louis (dir). <strong>Dictionary of African Biography<\/strong>. Oxford University Press, 2012, v. 2, p. 199-200.<\/p>\n\n\n\n<p>LE HIR, Pierre. Rose Dieng: un cerveau sans frontiers. <strong>Le Monde<\/strong>, 12\/01\/ 2006: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.lemonde.fr\/planete\/article\/2006\/01\/11\/rose-dieng-un-cerveau-sans-frontieres_729645_3244.html\" target=\"_blank\">https:\/\/www.lemonde.fr\/planete\/article\/2006\/01\/11\/rose-dieng-un-cerveau-sans-frontieres_729645_3244.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>M\u00dcLLER, Heinz J\u00fcrgen; Dieng-Kuntz, Rose.<strong> Computational conflicts<\/strong>: conflict modeling for distributed intelligent systems with contributions by numerous experts. Berlim; Nova Iorque: Springer, 2002.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientista da Computa&ccedil;&atilde;o e especialista em intelig&ecirc;ncia artificial senegalesa, nascida em Dakar. Frequentou a Escola Superior Van Vallenhoven em Dakar e a escola de Concours G&eacute;n&eacute;ral, em que conquistou as melhores posi&ccedil;&otilde;es em matem&aacute;tica, franc&ecirc;s e latim, e a segunda em grego (1972). Recebeu uma bolsa para a Grande &Eacute;cole Polytechnique de Paris, tornando-se a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":5934,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"no","_lmt_disable":""},"categories":[1],"tags":[357,358,322],"modified_by":"ramon","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2340"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2340"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2340\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6058,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2340\/revisions\/6058"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5934"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2340"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2340"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2340"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}