{"id":806,"date":"2020-06-24T01:43:24","date_gmt":"2020-06-24T01:43:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/?p=806"},"modified":"2021-01-28T12:41:50","modified_gmt":"2021-01-28T12:41:50","slug":"angie-elizabeth-brooks-randolph-1928-2007","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/angie-elizabeth-brooks-randolph-1928-2007\/","title":{"rendered":"Angie Elizabeth Brooks-Randolph (1928-2007)"},"content":{"rendered":"\n<p>Diplomata e jurista liberiana, foi a primeira mulher africana a ocupar o posto de Presidenta da Assembleia Geral da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas \u2013 ONU, e a segunda mulher a ocupar este posto. &nbsp;Nasceu em Virginia, condado de Montserrado, na Lib\u00e9ria.&nbsp; Era filha de um ministro batista e teve oito irm\u00e3os. Foi criada por uma costureira vi\u00fava, e frequentou o estudo prim\u00e1rio e secund\u00e1rio em escolas de Monr\u00f3via.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Casou-se ainda na adolesc\u00eancia com Richard A. Henries, que fazia parte de uma proeminente fam\u00edlia de americanos-liberianos, que era vinte anos mais velho que ela, e que mais tarde viria a ser Presidente da C\u00e2mara dos Deputados. Em 1949 ela se formou em Ci\u00eancias Sociais pela&nbsp;Universidade de Shaw, em Raleigh, Carolina do Norte. Tr\u00eas anos depois obteve bacharelado em Direito e um mestrado em Ci\u00eancias Pol\u00edticas pela Universidade de Wisconsin-Madonson, completando o doutorado em Direito Civil pela&nbsp;Universidade de Howard (1967).<\/p>\n\n\n\n<p>Angie Brooks-Randolph foi professora de Direito em tempo parcial na Universidade de Lib\u00e9ria de 1954 a 1958. Na mesma ocasi\u00e3o, tornou-se Representante Permanente da Lib\u00e9ria na ONU, onde grande parte de seu trabalho envolveu a transforma\u00e7\u00e3o de antigos estados coloniais em pa\u00edses independentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1970 assumiu a presid\u00eancia da Assembleia da ONU. Seu mandato de representante terminou em 1977, quando foi nomeada&nbsp;para o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a da Lib\u00e9ria. Ela ocupou este cargo at\u00e9 1980, ocasi\u00e3o em que, com a queda do presidente William Tolbert em decorr\u00eancia de um golpe militar, ela deixou o pa\u00eds. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Angie Elisabeth morreu em Houston, nos Estados Unidos, e recebeu um&nbsp;funeral com honras de Estado na Lib\u00e9ria.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>LUARD, Evan. <strong>A history of the United Nations<\/strong>. London: MacMillan, 1989, v. 2 \u2013 the age of decolonization, 1955-1965.<\/p>\n\n\n\n<p>MORAN, Mary H.. \u201cAngie Elisabeth Brook-Randolph\u201d. In: AKYEAMPONG, Emmanuel K.; GATES JR., Henry Louis (dir). <strong>Dictionary of African Biography<\/strong>. Oxford University Press, 2012, v. 2, p. 07-08.<\/p>\n\n\n\n<p>SELLSTROM, Tor. The Trusteeship Council: decolonization and liberation. In: ADEBAJO, Adekeye (Ed). <strong>From global Apartheid to global village<\/strong>: Africa and the United Nations. Scottsville: University of KwaZulu Natal Press, 2009, p. 107-137.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diplomata e jurista liberiana, foi a primeira mulher africana a ocupar o posto de Presidenta da Assembleia Geral da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas &ndash; ONU, e a segunda mulher a ocupar este posto. &nbsp;Nasceu em Virginia, condado de Montserrado, na Lib&eacute;ria.&nbsp; Era filha de um ministro batista e teve oito irm&atilde;os. Foi criada por uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":5750,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"no","_lmt_disable":""},"categories":[1],"tags":[304,322],"modified_by":"ramon","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/806"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=806"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/806\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5750"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=806"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=806"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=806"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}