{"id":846,"date":"2020-06-24T03:53:38","date_gmt":"2020-06-24T03:53:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/?p=846"},"modified":"2021-01-22T18:50:53","modified_gmt":"2021-01-22T18:50:53","slug":"helen-olajumoke-oyeyemi-1984","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/helen-olajumoke-oyeyemi-1984\/","title":{"rendered":"Helen Olajumoke Oyeyemi (1984)"},"content":{"rendered":"\n<p>&nbsp;Romancista e dramaturga anglo-nigeriana, nasceu em Ibadan e faz parte de uma fam\u00edlia de imigrantes nigerianos na Inglaterra. Cresceu em um bairro multirracial ao sul de Londres desde quando tinha quatro anos de idade.&nbsp; Seu pai trabalhou de vigia enquanto estudava para ser professor, &nbsp;e sua m\u00e3e trabalhou de supervisora no metr\u00f4.<\/p>\n\n\n\n<p>Seu primeiro romance, <em>The Icarcus Girl<\/em> (A garota \u00cdcaro)&nbsp; foi escrita quando ela tinha dezoito anos e estudava para os exames preparat\u00f3rios de ingresso na universidade, equivalente ao vestibular, obra aclamada pela cr\u00edtica em 2005. Estudou ci\u00eancia pol\u00edtica e social na Universidade de Cambridge, per\u00edodo em que escreveu duas pe\u00e7as teatrais e um segundo romance foi conclu\u00eddo meses antes da formatura.<\/p>\n\n\n\n<p>Com obra publicada por importantes editoras, o trabalho de Oyeyemi \u00e9 representativo da terceira gera\u00e7\u00e3o de escritores nigerianos, junto com Chimamanda Adichie, Sefi Atta, Chris Abani, Helon Abila, e outros(as). Algumas de suas obras tem como protagonistas crian\u00e7as imigrantes caribenhas e africanas que cresceram em Londres, motivo pelo qual alguns cr\u00edticos afirmam que ela n\u00e3o poderia ser enquadrada na literatura nigeriana. Ela pr\u00f3pria j\u00e1 disse que n\u00e3o se sente totalmente africana, nem totalmente inglesa. Suas maiores influ\u00eancias s\u00e3o Edgar Allan Poe e Emily Dickinson e alguns estudiosos inserem sua literatura como transnacional, diasp\u00f3rica e &nbsp;multicultural, situando-a &nbsp;ao lado de autoras negras brit\u00e2nicas como Diana Evans e Bernardine Evaristo.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua escrita ecoa as diversas identidades culturais e lugares, incorpora a l\u00edngua yoruba, a religiosidade afro com a mitologia grega e a literatura brit\u00e2nica. Em 2010 a autora participou do Calabash International Literary Festival na Jamaica. Oyeyemi mant\u00e9m um blog chamado <em>Bedtime stories for immigrant kids<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BRYCE, Jane. \u2018Half and Half Children\u2019: third generation women writers and new nigerian novel. <strong>Research in African Literatures<\/strong>, v. 39, n. 2, p. 49-67, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>COOPER Brenda. The middle passage of the gods and the new diaspora: Helen Oyeyemi\u2019s The Opposite House. &nbsp;<strong>Reaserch in African Literatures<\/strong>, v. 40, n. 4, p. 108-121, 2009.<\/p>\n\n\n\n<p>IMMA, Z\u2019Etoile. \u201cHelen Olajumoke Oyeyemi\u201d. In: AKYEAMPONG, Emmanuel K.; GATES JR., Henry Louis (dir). <strong>Dictionary of African Biography<\/strong>. Oxford University Press, 2012, v. 5, p.&nbsp; 67-68.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;Romancista e dramaturga anglo-nigeriana, nasceu em Ibadan e faz parte de uma fam&iacute;lia de imigrantes nigerianos na Inglaterra. Cresceu em um bairro multirracial ao sul de Londres desde quando tinha quatro anos de idade.&nbsp; Seu pai trabalhou de vigia enquanto estudava para ser professor, &nbsp;e sua m&atilde;e trabalhou de supervisora no metr&ocirc;. Seu primeiro romance, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":5183,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"no","_lmt_disable":""},"categories":[1],"tags":[294,291,305,292],"modified_by":"ramon","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/846"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=846"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/846\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5183"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=846"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=846"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/africanas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=846"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}