{"id":2976,"date":"2016-12-11T01:14:47","date_gmt":"2016-12-11T01:14:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/?p=2976"},"modified":"2023-12-07T21:55:24","modified_gmt":"2023-12-07T21:55:24","slug":"mamute-vale-quanto-pesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/2016\/12\/11\/mamute-vale-quanto-pesa\/","title":{"rendered":"Mamute, vale quanto pesa?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/LOGO-MAMUTE-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-2978 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/LOGO-MAMUTE-2-300x297.jpg\" alt=\"Untitled-1\" width=\"300\" height=\"297\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/LOGO-MAMUTE-2-300x297.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/LOGO-MAMUTE-2-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/LOGO-MAMUTE-2.jpg 567w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/fachada-mamute-foto-Zez\u00e9-Carneiro_3-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-2981 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/fachada-mamute-foto-Zez\u00e9-Carneiro_3-2-300x200.jpg\" alt=\"fachada-mamute-foto-zeze-carneiro_3-2\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/fachada-mamute-foto-Zez\u00e9-Carneiro_3-2-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/fachada-mamute-foto-Zez\u00e9-Carneiro_3-2.jpg 567w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Qual o peso do v\u00eddeo na arte contempor\u00e2nea? Pode ser bem leve se consideradas as poucas gramas de um CD, mas bem pesado se levado em conta todo o equipamento e o pessoal mobilizado para uma videoinstala\u00e7\u00e3o. Essa \u00e9 uma ir\u00f4nica abordagem para enfatizar a import\u00e2ncia e o peso que pode ter o <a href=\"http:\/\/www.estudiogaleriamamute.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Estudiogaleria Mamute<\/a>, focado na produ\u00e7\u00e3o de v\u00eddeo, recentemente criado em Porto Alegre, sob a dire\u00e7\u00e3o de Niura Borges. Sua localiza\u00e7\u00e3o em um pr\u00e9dio de 1925, tombado pelo patrim\u00f4nio, na rua Caldas J\u00fanior, 375, \u00e9 interessante, pois se alocam em uma antiga constru\u00e7\u00e3o as mais recentes tecnologias. Com \u00eanfase <a href=\"http:\/\/www.itaucultural.org.br\/aplicexternas\/enciclopedia_ic\/index.cfm?fuseaction=termos_texto&amp;cd_verbete=3854\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">na videoarte<\/a>, a ideia inovadora desse novo espa\u00e7o de arte na cidade \u00e9 trabalhar com as tecnologias digitais da imagem, voltando-se \u00e0 pr\u00e1tica, \u00e0 pesquisa e \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o desta produ\u00e7\u00e3o.Mamute, vale quanto pesa?<\/p>\n<p>Articulado ao Estudiogaleria, foi criado, tamb\u00e9m, o <a href=\"http:\/\/www.nucleovideors.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">N\u00facleo de V\u00eddeo RS<\/a>, com dire\u00e7\u00e3o geral de Niura Borges, dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Marcelo Gobatto, curadoria geral de Paulo Gomes, tendo como conselheiros Sandra Rey, Ana Maio e Maria Lucia Cattani. O N\u00facleo, que conta com a parceria do Santander Cultural, teve seu lan\u00e7amento realizado na Sala Multiuso, com uma palestra de Hugo Fortes, \u201cImagens da natureza\u201d. O palestrante \u00e9 artista visual, pesquisador, designer e professor na Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes da Universidade de S\u00e3o Paulo (ECA-USP). Como artista pl\u00e1stico, tem participado de in\u00fameras exposi\u00e7\u00f5es, bienais e festivais no Brasil, e no exterior. O N\u00facleo de V\u00eddeo RS se prop\u00f5e a \u201corganizar e representar toda a cadeia produtiva que ainda se enxerga segmentada em pequenos grupos de pesquisadores, artistas visuais, videomakers, produtores, divulgadores entre outros profissionais\u201d. Muita gente trabalha com essas novas m\u00eddias e est\u00e1 se construindo uma cultura do v\u00eddeo, e o projeto do N\u00facleo de V\u00eddeo RS e do Estudiogaleria Mamute \u00e9 fazer parte deste processo dando sua contribui\u00e7\u00e3o para o futuro. O debate, a investiga\u00e7\u00e3o e a experimenta\u00e7\u00e3o s\u00e3o caminhos para o desenvolvimento dessa pr\u00e1tica no meio art\u00edstico local. As inscri\u00e7\u00f5es est\u00e3o abertas aos interessados.<\/p>\n<div class=\"wrap\">\n<div class=\"row-fluid\">\n<div class=\"span12 content-area\">\n<div class=\"container container-fluid block-fix\">\n<div class=\"container-in\">\n<div class=\"span8 pull-left\">\n<div class=\"row-fluid\">\n<div class=\"span12\">\n<div id=\"post-137715\" class=\"post-137715 post type-post status-publish format-standard hentry category-colunas category-maria-amelia-bulhoes tag-arte-contemporanea tag-estudiogaleria-mamute tag-niura-borges tag-nucleo-de-video-rs tag-videoarte\">\n<div class=\"wrap\">\n<div class=\"row-fluid\">\n<div class=\"span12 content-area\">\n<div class=\"container container-fluid block-fix\">\n<div class=\"container-in\">\n<p style=\"text-align: left;\">Percebe-se, ainda hoje, grande dificuldade nas abordagens das produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas que utilizam os meios digitais, em rela\u00e7\u00e3o a demais produ\u00e7\u00f5es de arte contempor\u00e2neas. A cr\u00edtica mais tradicional, na maioria das vezes, alija de seus interesses obras cuja produ\u00e7\u00e3o envolva, preponderantemente, inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, n\u00e3o refletindo sobre as grandes transforma\u00e7\u00f5es na visualidade que esse tipo de produ\u00e7\u00e3o enseja. Parece ignorar que essa produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 se instalou definitivamente no campo das artes visuais e ganha terreno a passos largos, como se pode observar pela presen\u00e7a de fotos digitais interferidas, v\u00eddeos, v\u00eddeos-instala\u00e7\u00f5es e mesmo web arte em feiras, exposi\u00e7\u00f5es e bienais internacionais. No v\u00eddeo digital, evidenciam-se novas possibilidades na abordagem da imagem, como, por exemplo, um mergulho visual que altera a rela\u00e7\u00e3o do espectador com o espa\u00e7o. O desenvolvimento das tecnologias computacionais oportunizou a cria\u00e7\u00e3o de imagens que fogem de uma rela\u00e7\u00e3o direta com a realidade, criando suas pr\u00f3prias refer\u00eancias. \u00c9 poss\u00edvel utilizar na produ\u00e7\u00e3o de v\u00eddeoarte tanto imagens captadas do entorno quanto imagens constru\u00eddas por processos de s\u00edntese em computadores. Em ambos os casos, a fun\u00e7\u00e3o b\u00e1sica do uso de tecnologias digitais \u00e9 provocar novas experi\u00eancias perceptivas e afetivas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Procurando ao mesmo tempo valorizar as especificidades do v\u00eddeo e aproximar estas produ\u00e7\u00f5es do meio art\u00edstico contempor\u00e2neo, Niura Borges e sua equipe encontram na sua pr\u00f3pria pr\u00e1tica uma resposta para a demanda de um espa\u00e7o como o que agora inauguram. A proposta envolve a difus\u00e3o desta produ\u00e7\u00e3o, expondo e comercializando as obras, com c\u00f3pias certificadas e tiragens definidas pelos aristas, a realiza\u00e7\u00e3o de cursos, palestras trocas e experimenta\u00e7\u00f5es na pr\u00e1tica do v\u00eddeo. Este projeto inovador, voltado totalmente aos artistas da arte digital, tem um car\u00e1ter te\u00f3rico-pr\u00e1tico-reflexivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A mostra inaugural do Estudiogaleria, \u201cExposi\u00e7\u00e3o N1 \u2013 Condutores Digitais\u201d, tem curadoria de Paulo Gomes, apresentando trabalhos de Andrei Thomaz (anima\u00e7\u00e3o gerada por software), Maria Lucia Cattani (v\u00eddeo), Hugo Fortes (v\u00eddeo), Marcelo Gobatto (impress\u00e3o digital e v\u00eddeo) e Sandra Rey (videoinstala\u00e7\u00e3o). O conjunto dos trabalhos apresentados oferece ao p\u00fablico um panorama das muitas possibilidades expressivas que a videoarte desenvolve. Essa \u00e9 uma exposi\u00e7\u00e3o que vale a pena ver com calma (\u00e9 poss\u00edvel sentar em frente \u00e0s obras), deliciando-se com cada uma, e dando a elas um momento de recep\u00e7\u00e3o que capte o fluxo de seus discretos movimentos. Um olhar apressado ou desatento dificilmente capta as sutilezas das imagens que com nos fazem perceber e sentir, de diferentes formas, a passagem do tempo.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Maria-L\u00facia-Cattani-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2983\" src=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Maria-L\u00facia-Cattani-2-300x162.jpg\" alt=\"maria-lucia-cattani-2\" width=\"300\" height=\"162\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Maria-L\u00facia-Cattani-2-300x162.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Maria-L\u00facia-Cattani-2.jpg 567w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Maria Lucia Cattani<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Hugo-Fortes.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2984\" src=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Hugo-Fortes-300x224.jpg\" alt=\"hugo-fortes\" width=\"300\" height=\"224\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Hugo-Fortes-300x224.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Hugo-Fortes.jpg 567w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Hugo Fortes<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Sandra-Rey.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2985\" src=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Sandra-Rey-300x217.jpg\" alt=\"sandra-rey\" width=\"300\" height=\"217\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Sandra-Rey-300x217.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Sandra-Rey.jpg 425w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Sandra Rey<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Marcelo-Gobatto.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2986\" src=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Marcelo-Gobatto-300x224.jpg\" alt=\"marcelo-gobatto\" width=\"300\" height=\"224\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Marcelo-Gobatto-300x224.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/artereflexoes\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Marcelo-Gobatto.jpg 567w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Marcelo Gobatto<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: left;\">A quest\u00e3o do tempo e do movimento \u00e9 fundamental na videoarte, desde suas origens nos anos 60, quando essa express\u00e3o art\u00edstica surgiu, com seu car\u00e1ter cr\u00edtico e experimental. Entretanto, foi nos anos 90, com o advento das grava\u00e7\u00f5es digitais, que esta pr\u00e1tica se ampliou e consolidou, dando \u00e0s videoinstala\u00e7\u00f5es uma amplitude de possibilidades atrav\u00e9s de in\u00fameros recursos de proje\u00e7\u00e3o. O car\u00e1ter h\u00edbrido em rela\u00e7\u00e3o ao uso da imagem e \u00e0 linearidade das narrativas adotado pelo v\u00eddeo questiona defini\u00e7\u00f5es de g\u00eanero em rela\u00e7\u00e3o ao cinema e \u00e0 televis\u00e3o. Para quem se interessa pela v\u00eddeoarte e sua hist\u00f3ria, uma boa refer\u00eancia \u00e9 o <a href=\"http:\/\/www.ubu.com\/film\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">site<\/a>, que disponibiliza on-line as mais importantes produ\u00e7\u00f5es do g\u00eanero al\u00e9m de in\u00fameras outras informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Hoje ficou bem mais f\u00e1cil e amplamente difundido o uso das tecnologias digitais de grava\u00e7\u00e3o, com equipamentos acess\u00edveis de grande portabilidade, assim o v\u00eddeo passou a ocupar diferentes ambientes, incorporando-se no cotidiano, atrav\u00e9s de espa\u00e7os como o YouTube. As in\u00fameras possibilidades t\u00e9cnicas e o desenvolvimento das linguagens favoreceram o advento de uma produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 madura e de grande qualidade. Prova disso, em n\u00edvel nacional, s\u00e3o as dezoito edi\u00e7\u00f5es do <a href=\"http:\/\/site.videobrasil.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Festival Internacional de Arte Contempor\u00e2nea V\u00eddeo Brasil<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Muitos artistas fazem do v\u00eddeo um meio expressivo e constroem linguagens pessoais, mas a consolida\u00e7\u00e3o dessa pr\u00e1tica no meio de arte ainda \u00e9 uma tarefa, a ser realizada, mediante a a\u00e7\u00e3o conjunta de artistas propositores e espectadores participantes. As experi\u00eancias que se inauguram em Porto Alegre, com o Estudiogaleria Mamute e o N\u00facleo de V\u00eddeo RS, ampliam as possibilidades participativas, mostrando-se efetivamente como significativos espa\u00e7os para os artistas e tamb\u00e9m para o p\u00fablico. Assim, cada artista, de acordo com seus processos de trabalho e seus objetivos conceituais, pode ali elaborar e discutir suas experi\u00eancias. Ali, tamb\u00e9m, \u00e9 mobilizada a sensibilidade dos espectadores, desafiando-os nessa zona onde imagin\u00e1rio e real se tocam e se cruzam, em busca de uma nova subjetividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Texto publicado originalmente no Jornal Sul 21 em\u00a025\/ago\/2012<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">http:\/\/www.sul21.com.br\/jornal\/mamute-vale-quanto-pesa\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Qual o peso do v\u00eddeo na arte contempor\u00e2nea? Pode ser bem leve se consideradas as poucas gramas de um CD, mas bem pesado se levado em conta todo o equipamento e o pessoal mobilizado para uma videoinstala\u00e7\u00e3o. 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