﻿{"id":2776,"date":"2020-06-16T12:48:56","date_gmt":"2020-06-16T12:48:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/arteversa\/?p=2776"},"modified":"2020-06-16T12:49:58","modified_gmt":"2020-06-16T12:49:58","slug":"em-defesa-da-fogueira-das-caixas-na-educacao-parte-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/arteversa\/em-defesa-da-fogueira-das-caixas-na-educacao-parte-ii\/","title":{"rendered":"Em defesa da fogueira das caixas na Educa\u00e7\u00e3o!  PARTE II"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/arteversa\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/ImagemCarini.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-514\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/arteversa\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/ImagemCarini.jpg\" alt=\"ImagemCarini\" width=\"900\" height=\"685\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/arteversa\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/ImagemCarini.jpg 900w, https:\/\/www.ufrgs.br\/arteversa\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/ImagemCarini-300x228.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><\/p>\n<pre style=\"text-align: center;\">Imagem do acervo da disserta\u00e7\u00e3o de <a title=\"A inf\u00e2ncia no encontro com a arte contempor\u00e2nea\" href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/71274\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Carini Delavald\u00a0<\/a><\/pre>\n<pre style=\"text-align: justify;\"><\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Educa\u00e7\u00e3o em diferentes tempos: antes, durante e depois da pandemia&#8230;\u00a0<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><strong>[1]<\/strong><\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que esperamos da Educa\u00e7\u00e3o? N\u00e3o deveria a Educa\u00e7\u00e3o ser a mola propulsora de mudan\u00e7as no mundo? A for\u00e7a de transforma\u00e7\u00e3o? O impulso pelo novo? O desafio constante ao estabelecido? O fomento permanente \u00e0 curiosidade e aos diferentes olhares? Um campo que acolhe as diferen\u00e7as e as coloca em di\u00e1logo? Uma \u00e1rea em permanente ebuli\u00e7\u00e3o, ciente da imperman\u00eancia da vida e de suas verdades? Uma \u00e1rea de a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica (nunca reduzida \u00e0 partid\u00e1ria), porque sempre em prol de um modelo de sociedade?<em><a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><\/a><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>(&#8230;) Aquela que n\u00e3o tem medo de criar novos caminhos, de recome\u00e7ar.\u00a0Aquela que tem coragem de ser feliz, de brilhar, chamar aten\u00e7\u00e3o, dan\u00e7ar e gargalhar. (&#8230;)\u00a0\u00c9 aquela cujo movimento \u00e9 t\u00e3o verdadeiro e profundo que \u00e9 capaz de sentir em todos os poros a vol\u00fapia dos estados impermanentes da vida (&#8230;)<a name=\"_ftnref2\"><\/a><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/arteversa\/wordpress\/wp-admin\/post-new.php#_ftn2\"><strong>[2]<\/strong><\/a><\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><em><a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais do que nunca, entendo que na Educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o ou tempo para a dualidade \u201celes e n\u00f3s\u201d: somos todas e todos sujeitos do mesmo barco, navegando em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 <em>Ilha Desconhecida<\/em>, de Saramago. Todas e todos aprendendo na carne a vaticina\u00e7\u00e3o de Fernando Pessoa: <em>navegar \u00e9 preciso, viver n\u00e3o \u00e9 preciso<\/em>! Quem somos n\u00f3s, educadoras e educadores, sujeitos pensantes e atuantes nessa\/dessa Educa\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>(&#8230;) Existem momentos em que simplesmente voc\u00ea entra num ponto de bifurca\u00e7\u00e3o, num ponto de mudan\u00e7a, que como num passe de m\u00e1gica lhe transformam. E foi um momento importante que me despertou para novas perguntas e, portanto, novas possibilidades. Foi o pontap\u00e9 inicial para encontrar minha autenticidade, para reencontrar-me. Na \u00e9poca, me perguntei: quem sou? Quem sou em ess\u00eancia? Escrevi: \u2018Sou m\u00faltipla, sou din\u00e2mica, sou conex\u00e3o, sou movimento, sou dan\u00e7a, sou sangue, sou ar, sou intensa, sou leve, sou um pouco de voc\u00ea, das \u00e1rvores e das estrelas; sou \u00e1rida, sou f\u00e9rtil, sou a imensid\u00e3o do mar\u2019 (&#8230;)<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><strong>[3]<\/strong><\/a><\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 nessa imprecis\u00e3o do viver \u2013 ainda mais acirrada nos dias de hoje \u2013 que mora a grande oportunidade de fazer a fogueira das caixas! Por que tentar reproduzir o \u201cvelho normal\u201d? Rompamos barreiras e construamos, todas e todos, um \u201cnovo normal\u201d! N\u00e3o seria essa uma oportunidade \u00edmpar de exercitarmos o \u201colhar estrangeiro\u201d e nos aproximarmos com outros \u00f3culos, por outros \u00e2ngulos, e sob nova \u00f3tica para a Educa\u00e7\u00e3o de maneira geral, e para as escolas e institui\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o infantil de forma particular? Por que isso se mostra t\u00e3o dif\u00edcil para n\u00f3s? Medo de abrir m\u00e3o do estabelecido, mesmo quando sabemos que o estabelecido n\u00e3o se sustenta mais em p\u00e9?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>O que h\u00e1 nessa mala pesada?\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Apenas minha identidade.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Por que tantas coisas?\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Medo de n\u00e3o me encontrar, de n\u00e3o encontrar o que me infinita, trago meu pequeno infinito (&#8230;).<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><strong>[4]<\/strong><\/a><\/em><strong><br \/>\n<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPer\u00edodos sab\u00e1ticos\u201d s\u00e3o espa\u00e7os de tempo comumente destinados a execu\u00e7\u00e3o de um projeto \u2013 uma quebra com o transcurso da vida e a busca de novos caminhos, outras paragens. Assim sendo, que tal assumir que estamos num \u201cper\u00edodo sab\u00e1tico\u201d com as crian\u00e7as em casa, justamente gestando uma nova escola? Gestando uma nova rela\u00e7\u00e3o fam\u00edlia-escola? Gestando uma nova perspectiva do que seja a Educa\u00e7\u00e3o a partir da reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre que sociedade podemos ajudar a formar? Imaginem a fogueira das caixas!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>Deixe que as ideias escapem. H\u00e1 tempos elas tentam. Fazem motim, protestam, mas voc\u00ea as mant\u00eam num padr\u00e3o.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Liberte as ideias. Deixe-as mudarem. Deixe- as mutarem. Metamorfosearem voc\u00ea.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;) N\u00e3o reaja, n\u00e3o emita resposta, n\u00e3o tenha pressa. Nem tudo precisa ser imediato.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>&#8230;(suspiro)\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Calma, aprenda a relaxar, esvaziar a mente (&#8230;) <a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><strong>[5]<\/strong><\/a><\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sob esse prisma, o que podemos fazer j\u00e1?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>(&#8230;) Aceitar minha pequenez talvez signifique desistir de que eu possa ser o motivo da mudan\u00e7a do outro.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;) Aceitar minha pequenez talvez signifique perceber que n\u00e3o posso prender ningu\u00e9m.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;) Lidar com a minha pequenez talvez seja necess\u00e1rio para alcan\u00e7ar a tal grandeza que dizem que carrego e nunca enxerguei. <a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><strong>[6]<\/strong><\/a><\/em><strong>\u00a0<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Que tal, como educadoras e educadores, nos unirmos \u00e0s m\u00e3es e pais em seu cotidiano educativo familiar e buscarmos ajud\u00e1-lxs \u2013 n\u00e3o a torn\u00e1-lxs professoras ou professores, tampouco instigando que desenvolvam grandes habilidades manuais e criem milh\u00f5es de \u201cbrinquedos criativos\u201d (leia-se: iguais aos modelos). Falo de ajudar fam\u00edlias a terem mais presen\u00e7a e inteireza, mais tranquilidade, mais paci\u00eancia&#8230; mais calma e sabedoria para enfrentar o novo e o desconhecido!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>Estava presa, enclausurada h\u00e1 tempos. (&#8230;)\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>O longo tempo virou esse instante. (&#8230;)\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Sinto a liberdade urgir e um deslumbre in des cri t\u00ed vel.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Sim, sou uma borboleta saindo do casulo. Sentindo cada lepis da minha asa pela\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>primeira vez, de uma vez s\u00f3. O que trar\u00e1 de novo? A nova realidade que se molda, um novo mundo que surge. <a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><strong>[7]<\/strong><\/a><\/em><strong><br \/>\n<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Podemos ajudar \u00e0s m\u00e3es e aos pais a perceberem o quanto s\u00e3o importantes para seus filhos e filhas do jeito que s\u00e3o, que certamente est\u00e3o se esfor\u00e7ando para fazer sua melhor vers\u00e3o de m\u00e3e e de pai, e que esse momento junto com as crian\u00e7as pode ser pleno de afeto e coopera\u00e7\u00e3o m\u00fatua. Devemos dizer a elas e eles que estamos juntxs, e que as crian\u00e7as s\u00e3o muito potentes! Que as crian\u00e7as se sair\u00e3o bem. Que elas precisam ter a oportunidade de desenvolver mais e mais sua autonomia, e assim poder\u00e3o assumir mais tarefas em casa e auxiliar no cuidar de si, do outro, da casa, das plantas, dos pets, da comunidade circunvizinha, do planeta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Podemos ajudar \u00e0s m\u00e3es e aos pais a sentirem que tamb\u00e9m ser\u00e3o capazes de ensinar, por meio de suas pr\u00f3prias a\u00e7\u00f5es como exemplo, que podemos ter mais paci\u00eancia, escuta e olhar atentos, empatia, acolhimento e respeito \u00e0s diferen\u00e7as, coopera\u00e7\u00e3o, e amor uns pelos outros&#8230; e assim, <em>infinitaremos<\/em>!!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>(&#8230;) Escrevi os cheiros. Senti os sons. Ouvi o ch\u00e3o. Falei com as \u00e1rvores. E entrei.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Senti nitidamente a transi\u00e7\u00e3o. Minha entrada em outra dimens\u00e3o. (&#8230;)\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Me infinitei&#8230; <a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\"><strong>[8]<\/strong><\/a><\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Podemos ajudar \u00e0s m\u00e3es e aos pais a oportunizarem \u00e0s crian\u00e7as um mais amplo acesso \u00e0 cultura \u2013 m\u00faltipla e plural \u2013, criando uma esp\u00e9cie de curadoria, e disponibilizando essa sele\u00e7\u00e3o feita por n\u00f3s para as crian\u00e7as, em meio a tantas coisas sem qualidade que lhes chegam virtualmente&#8230;<\/p>\n<p>Podemos ajudar \u00e0s m\u00e3es e aos pais a perceberem encantamento nos detalhes, no mi\u00fado, em como as crian\u00e7as aprendem com m\u00ednimas experi\u00eancias, que passam desde os cinco sentidos, \u00e0 simples observa\u00e7\u00f5es de flores em vasinhos, de suas pr\u00f3prias sombras, ou de nuvens pela janela \u2013 como apreciam o muitas vezes n\u00e3o visto por n\u00f3s&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>(&#8230;) Demorei a ver que as armaduras s\u00e3o meu escudo e minha pris\u00e3o. S\u00e3o como um gesso colocado em um bra\u00e7o quebrado que, no in\u00edcio, tem o papel protetor, reparador, mas que quando mantido em um bra\u00e7o j\u00e1 saud\u00e1vel o limita. (&#8230;) <\/em><strong>16<br \/>\n<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Podemos ajudar \u00e0s m\u00e3es e aos pais a n\u00e3o se sentirem s\u00f3s nessa tarefa de educar, e entenderem que, mesmo distantes fisicamente, estamos juntxs \u2013 pois estamos no mesmo barco, lutando por uma sociedade mais justa, inclusiva, igualit\u00e1ria e humana. Podemos dizer- lhes o quanto nos importamos com elas e eles, podemos falar\/escrever\/ouvir sobre assuntos pertinentes, temas que emergem delxs, que a(o)s aflijam&#8230;<\/p>\n<p>Podemos ajudar \u00e0s m\u00e3es e aos pais a manter v\u00ednculos de afetos entre as crian\u00e7as do grupo, e delas com a escola. Assim, podemos centralizar o recebimento de v\u00eddeos e fotos das crian\u00e7as do grupo, e socializar. Podemos cantar para as crian\u00e7as. Podemos contar hist\u00f3rias para elas. Podemos apenas sorrir-lhes. Podemos enviar v\u00eddeos de toda a comunidade escolar dando conta de que estamos bem, e com saudades! Mantermos, juntxs, aceso o brilho nos olhos!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>(&#8230;) Tenho convic\u00e7\u00e3o de que busquei o tempo todo o brilho nos olhos e por essa busca seguirei uma nova estrada. Levo comigo muito do que aprendi at\u00e9 aqui. Sou a curiosidade, a racionalidade, o controle, a exig\u00eancia, o estudo, a excel\u00eancia, o foco, a criatividade, a conex\u00e3o, a observa\u00e7\u00e3o, a loucura, a dedica\u00e7\u00e3o, a sensibilidade, a interfer\u00eancia, a emo\u00e7\u00e3o, o desapego, o empreendedorismo, a vaidade, as sinapses (e tantas outras coisas) que todas essas experi\u00eancias me trouxeram.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Mas quis outras coisas&#8230;\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Me aventurei por novos horizontes, outros paradigmas. Vi o mundo com outras lentes, me fiz novas perguntas, e hoje quero responde-las de outras maneiras. Depois de tantos questionamentos externos, me permiti me questionar&#8230; (&#8230;)<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\"><strong>[9]<\/strong><\/a><\/em><strong>\u00a0<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Quem sabe essas ajudas n\u00e3o sejam melhores do que nos preocuparmos com os \u201cconte\u00fados escolares\u201d?<\/h2>\n<h2>Quando teremos outra chance de reinventar a escola\/institui\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o infantil e revisitar o porqu\u00ea de existir a Educa\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n<h2>Creio que assim ter\u00edamos mais chances de chegarmos ao final desse \u201csab\u00e1tico\u201d mais s\u00e1bia(o)s e irmanada(o)s. Ser\u00e1?<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NOTAS:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Todos os textos em it\u00e1lico, pertencem ao livro \u201cMulheres que Soul\u201d (SC: O Livreiro das Rosas, 2019). A autora, Dani Leite, \u00e9 Doutora em Fisiologia, com P\u00f3s-Doutorado em Farmacologia, e h\u00e1 alguns anos atr\u00e1s trocou esta faceta da cura, por outra, buscando integrar as energias feminina e masculina, ajudando mulheres a se reconectarem consigo mesmas e a se expressarem de forma aut\u00eantica na vida pessoal e profissional \u2013 contato: leitedani@gmail.com<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> <em>Quem \u00e9 ela? <\/em>\u2013 p. 59<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> <em>O mundo das possibilidades <\/em>\u2013 p.78<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> <em>Minha bagagem <\/em>\u2013 p.21<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> <em>Conversa mental <\/em>\u2013 p.44<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> <em>Minha pequenez: reflex\u00f5es sobre a minha arrog\u00e2ncia <\/em>\u2013 p.27<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> <em>Metamorfose <\/em>\u2013 p.79<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> <em>Trilhas a mim <\/em>\u2013 p.92-93<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> <em>Sobre escolhas <\/em>\u2013 p.85-86<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por <strong>Maria Isabel Leite<\/strong>, doutora em Educa\u00e7\u00e3o, pesquisadora e consultora aut\u00f4noma na \u00e1rea de inf\u00e2ncia, educa\u00e7\u00e3o, cultura e forma\u00e7\u00e3o, em espa\u00e7os\/propostas formais e n\u00e3o formais de educa\u00e7\u00e3o. Contatos: relicariosdeideias@gmail.com \u2013 instagram: @relicariosdeideias \u2013 wpp: 21-98850-7296<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagem do acervo da disserta\u00e7\u00e3o de Carini Delavald\u00a0 Educa\u00e7\u00e3o em diferentes tempos: antes, durante e depois da pandemia&#8230;\u00a0[1] O que esperamos da Educa\u00e7\u00e3o? N\u00e3o deveria a Educa\u00e7\u00e3o ser a mola propulsora de mudan\u00e7as no mundo? A for\u00e7a de transforma\u00e7\u00e3o? O impulso pelo novo? O desafio constante ao estabelecido? 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