﻿{"id":506,"date":"2015-09-01T17:48:58","date_gmt":"2015-09-01T17:48:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/arteversa\/wordpress\/?p=506"},"modified":"2019-12-19T12:10:13","modified_gmt":"2019-12-19T12:10:13","slug":"fischer-deborah-vier-escola-artistas-e-docentes-em-movimento-encontros-entre-arte-contemporanea-e-educacao-2014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/arteversa\/fischer-deborah-vier-escola-artistas-e-docentes-em-movimento-encontros-entre-arte-contemporanea-e-educacao-2014\/","title":{"rendered":"Escola, artistas e docentes em movimento : encontros entre arte contempor\u00e2nea e educa\u00e7\u00e3o, de Deborah Vier FISCHER."},"content":{"rendered":"<p>Esta disserta\u00e7\u00e3o tem como campo emp\u00edrico uma determinada escola da rede privada de Porto Alegre, RS (Escola Projeto), que contempla a arte contempor\u00e2nea em seu curr\u00edculo e que convida artistas a constru\u00edrem esse trabalho em parceria. Como proposta de investiga\u00e7\u00e3o, busca olhar para os movimentos que esse modo de pensar a arte provoca em professoras e artistas visuais que se aventuram para, juntos, viverem a escola e a educa\u00e7\u00e3o, produzindo pensamento e estranhando pr\u00e1ticas naturalizadas e acomodadas pelo tempo e pelo uso. Pensar o estranhamento nas pr\u00e1ticas docentes, instigadas pelas provoca\u00e7\u00f5es da arte contempor\u00e2nea, sugere uma aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0 no\u00e7\u00e3o de discurso, tendo em Michel Foucault o principal referencial te\u00f3rico. Discurso que emerge a partir de conversas e entrevistas com os sujeitos de pesquisa e que s\u00e3o analisadas dentro do campo discursivo que as envolve, neste caso, arte e educa\u00e7\u00e3o. Movimentos e discursos interessam a esta pesquisa, pois atuam no sentido de olhar para as pr\u00e1ticas tidas como m\u00ednimas ou basiquinhas, termo usado por um dos sujeitos de pesquisa, e contribuem para pensar na contram\u00e3o da acomoda\u00e7\u00e3o e da generaliza\u00e7\u00e3o, t\u00e3o presentes no modo como a escola vem se constituindo historicamente. Por tratar da arte e da doc\u00eancia, encontrando pontos de encontro e de conflitos entre os fazeres art\u00edsticos e pedag\u00f3gicos, termos como rigor, cria\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o s\u00e3o analisados desde esses dois pontos de vista. Ao olhar para esses encontros, apostando na possibilidade de exerc\u00edcios de modifica\u00e7\u00e3o, cria\u00e7\u00e3o e compartilhamento, ganha for\u00e7a o conceito de doc\u00eancia artista, apresentado por Luciana Loponte, na rela\u00e7\u00e3o com uma forma\u00e7\u00e3o docente artista, termo que nasce nesta pesquisa e que se refere a uma forma\u00e7\u00e3o contaminada, acompanhada e encharcada pelo contato pr\u00f3ximo com a arte contempor\u00e2nea, capaz de rever as rela\u00e7\u00f5es mais seguras sobre ensinar e aprender, nas artes e para al\u00e9m delas. Desse modo, mais do que buscar resultados ou apontar solu\u00e7\u00f5es, esta disserta\u00e7\u00e3o busca realizar apostas: na doc\u00eancia, com suas d\u00favidas e estranhamentos; na escola, com sua possibilidade de educar sem consola\u00e7\u00e3o; na arte contempor\u00e2nea, com sua abertura para provocar rupturas e para desestabilizar o pensamento. \u00c9, portanto, nos encontros entre doc\u00eancia, escola e arte contempor\u00e2nea que esta escrita desenvolve-se, adquire intensidade e pot\u00eancia.<\/p>\n<p>Leia a disserta\u00e7\u00e3o completa <a href=\"http:\/\/www.lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/108011\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui.<\/a><\/p>\n<p>FISCHER, Deborah Vier. Escola, artistas e docentes em movimento : encontros entre arte contempor\u00e2nea e educa\u00e7\u00e3o, 2014.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta disserta\u00e7\u00e3o tem como campo emp\u00edrico uma determinada escola da rede privada de Porto Alegre, RS (Escola Projeto), que contempla a arte contempor\u00e2nea em seu curr\u00edculo e que convida artistas a constru\u00edrem esse trabalho em parceria. 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