A Saga de Carlota teve origem em uma peça teatral, lançada em 2017. A ciência como ela é foi criada por Carolina Brito e Márcia Barbosa com o objetivo de discutir os dados sobre o tema “Mulheres na Ciência” usando uma linguagem lúdica, permitindo que o tema fosse discutido não apenas no ambiente acadêmico, mas também em bares e ambientes descontraídos. O texto dramatúrgico, dividido em cinco atos, trazia esquetes ficcionais intercaladas pela discussão sobre as pesquisas e estatísticas relacionadas a cada segmento. A peça foi apresentada em diversos eventos com bastante sucesso, tanto no Brasil quanto em congressos científicos internacionais e foi gravada em estúdio. Há uma  versão em inglês gravada em um congresso de física e outra em libras com legenda

A partir deste projeto e com uma experiência de mais de 10 anos como produtor do podcast de divulgação científica  “Fronteiras da Ciência”, Jeferson Arenzon propôs transformar a peça em uma história contada em podcast. A partir daí, Ricardo Severo e Cristina Bonorino se juntaram à equipe de criadores e roteiristas e surgiu a podfiction.  A ideia foi então selecionada e financiada pelo Instituto Serrapilheira.  

A partir de A Saga de Carlota, pretendemos contribuir para uma transformação na percepção dos ouvintes sobre a necessidade de uma maior diversidade na ciência e elevar o debate sobre machismo, diversidade, assédios sexual e moral a temas científicos que devem ser tratados com base em evidências e com método.  

Passando pela infância e os desafios das pequenas cientistas e suas famílias, assédio de professores e colegas, participação de mulheres na vida política, preconceito na academia, assédio por superiores, diversidade racial, Carlota segue sua trajetória, assim como diversas mulheres que inspiraram a criação desta história. 

 

 

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