{"id":16855,"date":"2010-03-17T13:45:00","date_gmt":"2010-03-17T16:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/blogdabc\/construcao-da-teia-por-que-nao-cresce\/"},"modified":"2020-03-19T12:00:22","modified_gmt":"2020-03-19T15:00:22","slug":"construcao-da-teia-por-que-nao-cresce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/construcao-da-teia-por-que-nao-cresce\/","title":{"rendered":"A constru\u00e7\u00e3o da teia &#8211; Por que n\u00e3o cresce a participa\u00e7\u00e3o da pesquisa brasileira em redes internacionais"},"content":{"rendered":"<p>Enquanto v\u00e1rias na\u00e7\u00f5es conseguiram ampliar sua produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica feita em colabora\u00e7\u00e3o internacional, os artigos de pesquisadores brasileiros escritos em parceria com estrangeiros estacionaram na casa dos 30% e v\u00eam crescendo, em n\u00fameros absolutos, num ritmo menor do que as colabora\u00e7\u00f5es internas, aquelas que resultam do trabalho conjunto de cientistas da mesma nacionalidade. Essa evid\u00eancia \u00e9 um dos destaques de uma tese de doutorado sobre as redes de colabora\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do pa\u00eds, defendida no ano passado por Samile Vanz, pesquisadora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), sob orienta\u00e7\u00e3o de Ida Stumpf. Samile analisou 49.046 artigos brasileiros publicados em revistas indexadas na base Web of Science, da empresa Thomson Reuters, entre os anos de 2004 e 2006, e constatou que mais de 95% deles baseavam-se em algum tipo de colabora\u00e7\u00e3o. As parcerias dentro do pr\u00f3prio pa\u00eds respondiam por cerca de dois ter\u00e7os dos artigos e registraram estabilidade, com uma ligeira alta: de 69,2% do total em 2004 para 70,1% em 2006. J\u00e1 o n\u00edvel de colabora\u00e7\u00f5es internacionais apresentou uma pequena oscila\u00e7\u00e3o negativa.<\/p>\n<p>A propor\u00e7\u00e3o de artigos brasileiros com pelo menos um autor estrangeiro, que era de 30,8% do total em 2004, foi a 30,1% em 2005 e a 30% em 2006. A estabilidade nesse patamar chamou a aten\u00e7\u00e3o da pesquisadora, num per\u00edodo em que a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica brasileira cresceu a taxas anuais que chegam a 8%, sendo respons\u00e1vel atualmente por 2% da produ\u00e7\u00e3o mundial e 45% da Am\u00e9rica Latina, e pol\u00edticas para ampliar a inser\u00e7\u00e3o internacional foram criadas \u2013 no in\u00edcio dos anos 2000, a Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento do Pessoal de N\u00edvel Superior (Capes) passou a conceder os conceitos mais elevados (6 e 7) apenas a programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o que mantivessem colabora\u00e7\u00f5es internacionais. \u201cO trabalho em colabora\u00e7\u00e3o est\u00e1 crescendo no Brasil e \u00e9 respons\u00e1vel por quase a totalidade da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica indexada, mas as parcerias internacionais oscilam sem conseguir avan\u00e7ar\u201d, conclui Samile Vanz.<\/p>\n<p>A quantidade de artigos escritos em coautoria \u00e9 usada como indica\u00e7\u00e3o da colabora\u00e7\u00e3o cient\u00edfica entre pa\u00edses, institui\u00e7\u00f5es e pesquisadores, ou entre setores (academia, governo e empresas privadas). Embora existam caminhos para ampliar a inser\u00e7\u00e3o internacional da pesquisa que n\u00e3o necessariamente resultam na publica\u00e7\u00e3o de artigos, como o interc\u00e2mbio de alunos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e a participa\u00e7\u00e3o em congressos e workshops, a import\u00e2ncia para a pesquisa brasileira do indicador de coautoria j\u00e1 foi observada em v\u00e1rios estudos. Um deles, publicado em 2006 por Abel Packer e Rog\u00e9rio Meneghini, do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias da Sa\u00fade (Bireme), analisou os artigos brasileiros com mais de 100 cita\u00e7\u00f5es na base Web of Science entre os anos de 1994 e 2003. Constatou-se que 84,3% deles eram fruto de parcerias com outros pa\u00edses. Outro estudo de Rog\u00e9rio Meneghini publicado em 1996 mostrara que artigos resultantes de colabora\u00e7\u00f5es internacionais t\u00eam, em m\u00e9dia, quatro vezes mais cita\u00e7\u00f5es do que os trabalhos que envolvem colabora\u00e7\u00f5es nacionais, os quais, por sua vez, t\u00eam impacto 60% superior aos publicados por um \u00fanico autor.  \u201cO Brasil precisa lutar para que sua pesquisa tenha uma inser\u00e7\u00e3o internacional maior, porque isso dar\u00e1 mais visibilidade \u00e0 sua produ\u00e7\u00e3o e significar\u00e1 o acesso a recursos e equipamentos que n\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis quando se faz pesquisa de forma isolada\u201d, afirma a pesquisadora Samile, cujo trabalho teve a colabora\u00e7\u00e3o de um grupo especializado em bibliometria da China \u2013 ela fez um est\u00e1gio doutoral de um ano num laborat\u00f3rio da Universidade Tecnol\u00f3gica de Dalian, onde aprendeu t\u00e9cnicas de tratamento e an\u00e1lise de dados utilizados na tese.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia ao trabalho colaborativo \u00e9 justificada, segundo a literatura, por m\u00faltiplos fatores, que v\u00e3o desde a necessidade de dividir custos de equipamentos e de se relacionar com pesquisadores de outros campos do conhecimento em estudos interdisciplinares at\u00e9 a amplia\u00e7\u00e3o do acesso a financiamentos e o desejo de aumentar a bagagem acad\u00eamica, conhecer novas metodologias e desenvolver habilidades por meio do contato com quem tem mais experi\u00eancia. O advento da internet e das redes sem fio facilitou o acesso de pesquisadores separados por grandes dist\u00e2ncias. As motiva\u00e7\u00f5es para a colabora\u00e7\u00e3o, diz Samile, n\u00e3o s\u00e3o as mesmas em todos os campos do conhecimento. Na matem\u00e1tica, por ser uma disciplina te\u00f3rica, as parcerias tendem a resultar da necessidade de trocar ideias e debater problemas. J\u00e1 na f\u00edsica a colabora\u00e7\u00e3o \u00e9 fortemente marcada pela necessidade de compartilhar equipamentos custosos, como aceleradores de part\u00edculas.<\/p>\n<p>Os cerca de 30% de colabora\u00e7\u00f5es obtidas pelo Brasil nem de longe representam um dado trivial. \u201cA estabilidade desses n\u00fameros mostra que temos uma comunidade cient\u00edfica consolidada, com grupos fortes em v\u00e1rias \u00e1reas que conseguem caminhar sozinhos\u201d, diz Jacqueline Leta, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que participou da banca da tese de Samile. \u201cUma explica\u00e7\u00e3o poss\u00edvel \u00e9 que a comunidade cient\u00edfica formal, que \u00e9 aquela que celebra as parcerias, est\u00e1 relativamente estabilizada. O que vem crescendo n\u00e3o \u00e9 o n\u00famero de pesquisadores, mas o de estudantes de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, para quem produzir em colabora\u00e7\u00e3o \u00e9 uma tarefa mais dif\u00edcil\u201d, afirma. Segundo Jacqueline, pa\u00edses pequenos tendem a ter \u00edndices de colabora\u00e7\u00e3o muito elevados, o que denota depend\u00eancia de sua comunidade cient\u00edfica. Os 30% do Brasil est\u00e3o acima dos cerca de 25% obtidos pelos Estados Unidos, respons\u00e1veis por mais de um ter\u00e7o de toda a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do planeta. Mas se encontram abaixo de outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, como Chile, Argentina e M\u00e9xico. A Europa vem ampliando seus \u00edndices de colabora\u00e7\u00e3o. Eles chegam a 50% da produ\u00e7\u00e3o, o dobro de duas d\u00e9cadas atr\u00e1s, e foram impulsionados por pol\u00edticas no \u00e2mbito da Uni\u00e3o Europeia de aproxima\u00e7\u00e3o dos cientistas de seus pa\u00edses membros. O n\u00edvel europeu \u00e9 duas vezes maior que o de pa\u00edses como Estados Unidos e Jap\u00e3o, mas o patamar desses pa\u00edses tamb\u00e9m vem crescendo, num sinal de crescente internacionaliza\u00e7\u00e3o da pesquisa.<\/p>\n<p>Lea Velho, professora do Departamento de Pol\u00edtica Cient\u00edfica e Tecnol\u00f3gica da Unicamp, diz que \u00e9 dif\u00edcil avaliar o significado dos 30%. \u201cAinda n\u00e3o existe uma teoria clara capaz de interpretar dados desse tipo\u201d, diz. Mas afirma que o patamar pode ser \u00fatil para refletir sobre os motivos que levam o Brasil a n\u00e3o conseguir elevar esses indicadores. \u201cFaltam est\u00edmulos para que a nossa comunidade cient\u00edfica se relacione mais com o exterior\u201d, ela diz. \u201cDe um lado, deixamos de mandar alunos de doutorado para o exterior, o que era uma fonte potencial de colabora\u00e7\u00f5es no futuro, e passamos a privilegiar os doutorados sandu\u00edche e os p\u00f3s-doutorados l\u00e1 fora, que n\u00e3o geram v\u00ednculos t\u00e3o fortes. De outro, dispomos de um sistema de financiamento que vem oferecendo oportunidades cada vez maiores de bolsas e recursos para projetos aqui mesmo no Brasil. \u00c9 bem diferente do que acontece em outros pa\u00edses, onde a participa\u00e7\u00e3o em redes internacionais e a disputa por recursos do exterior s\u00e3o cruciais para que o pesquisador possa seguir trabalhando\u201d, afirma. Segundo Lea, nos pa\u00edses da Europa \u00e9 fundamental que um pesquisador consiga obter recursos dos programas-quadro da Uni\u00e3o Europeia, baseados em redes. \u201cAs universidades europeias chegam a contratar pessoas para formatar a apresenta\u00e7\u00e3o dos projetos, tal \u00e9 a sua import\u00e2ncia. Aqui no Brasil n\u00e3o h\u00e1 esse tipo de est\u00edmulo para as parcerias.\u201d<\/p>\n<p>A internacionaliza\u00e7\u00e3o da pesquisa brasileira \u00e9 um t\u00f3pico importante da estrat\u00e9gia da  FAPESP, que mant\u00e9m acordos de coopera\u00e7\u00e3o com ag\u00eancias, empresas e\/ou institui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas da  Alemanha, do Canad\u00e1, dos Estados Unidos, da Fran\u00e7a, do M\u00e9xico, de Portugal, do Reino Unido e da Su\u00ed\u00e7a.  Um exemplo \u00e9 o acordo de coopera\u00e7\u00e3o firmado em 2004 com o Centro Nacional de Pesquisa Cient\u00edfica (CNRS) da Fran\u00e7a, voltado para estimular o interc\u00e2mbio de cientistas e a submiss\u00e3o de projetos conjuntos envolvendo pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es paulistas e colegas franceses, que j\u00e1 geraram quatro chamadas de propostas e contemplaram 27 projetos. Em moldes semelhantes, a FAPESP mant\u00e9m um conv\u00eanio com o DFG (Deutsche Forschungsgemeinschaft), principal ag\u00eancia de fomento \u00e0 pesquisa da Alemanha. No ano passado, a Funda\u00e7\u00e3o estabeleceu uma ponte com a pesquisa brit\u00e2nica, ao firmar acordos de coopera\u00e7\u00e3o com os Conselhos de Pesquisa do Reino Unido (RCUK, na sigla em ingl\u00eas) e com  o King\u2019s College London, que se tornou a primeira universidade brit\u00e2nica parceira da FAPESP. Tais acordos ainda v\u00e3o gerar chamadas de propostas. A estrat\u00e9gia de internacionaliza\u00e7\u00e3o da FAPESP inclui tamb\u00e9m trazer cientistas de fora. Por isso, oportunidades de bolsas de p\u00f3s-doutorado s\u00e3o oferecidas em an\u00fancios mensais na revista Nature e tamb\u00e9m no site da funda\u00e7\u00e3o, em portugu\u00eas e em ingl\u00eas. Grandes iniciativas da Funda\u00e7\u00e3o, como os programas Biota, que estuda a biodiversidade paulista, o Bioen, de pesquisa em bioenergia, e o programa de pesquisa sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais, v\u00eam promovendo workshops e semin\u00e1rios com a participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores estrangeiros, a fim de estimular a participa\u00e7\u00e3o dos pesquisadores paulistas em redes internacionais e mant\u00ea-los em contato com o estado da arte mundial em seus campos do conhecimento.<\/p>\n<p>Um dos objetivos do trabalho de Samile foi atualizar o estudo sobre a coautoria, que j\u00e1 havia sido alvo de pesquisas anteriores. Um exemplo \u00e9 o artigo publicado em 2006 na revista Scientometrics pelo h\u00fangaro Wolfgang Gl\u00e4nzel, a brasileira Jacqueline Leta e o belga Bart Thijs, que tra\u00e7ou um panorama da ci\u00ean\u00adcia brasileira na base ISI entre 1999 e 2003, mostrando que o Brasil ostentava o menor percentual de publica\u00e7\u00f5es com pelo menos um parceiro internacional quando comparado a pa\u00edses latino-americanos como Argentina, Chile, M\u00e9xico e Venezuela. Dez anos antes, Jacqueline Leta e Hernan Chaimovich haviam analisado a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica brasileira entre 1981 e 1990 e observaram um aumento no per\u00edodo de 21,6% para 26,7% nas colabora\u00e7\u00f5es internacionais. Esse percentual, por\u00e9m, estabilizou-se a partir de 1993, descolando-se da evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p>Segundo a tese de Samile, as \u00e1reas com maior \u00edndice de parcerias s\u00e3o de geoci\u00eancias, com mais de 50% de artigos em colabora\u00e7\u00e3o internacional, de matem\u00e1tica e de f\u00edsica, com cerca de 40% cada uma. Os Estados Unidos s\u00e3o o parceiro brasileiro mais frequente, com 22% das coautorias. Em seguida, v\u00eam Fran\u00e7a (8,2%), Alemanha e Gr\u00e3-Bretanha (7,3%), It\u00e1lia (4,3%), Canad\u00e1 (4%), Espanha e Argentina (3,8%).  J\u00e1 a an\u00e1lise relativizada desses dados, que leva em conta a compara\u00e7\u00e3o entre os artigos em coautoria com a produ\u00e7\u00e3o total dos pa\u00edses, mostrou, segundo Samile, que os principais parceiros do Brasil s\u00e3o os Estados Unidos e a Argentina. As colabora\u00e7\u00f5es com os Estados Unidos concentram-se em \u00e1reas como medicina cl\u00ednica e experimental, biologia e bioci\u00eancias. No caso da Fran\u00e7a, as \u00e1reas priorit\u00e1rias s\u00e3o a f\u00edsica e a qu\u00edmica. Colabora\u00e7\u00f5es com o Chile se destacam em geoci\u00eancias e ci\u00eancias espaciais (15,7% do total), provavelmente pela participa\u00e7\u00e3o brasileira em cons\u00f3rcios respons\u00e1veis pela constru\u00e7\u00e3o de grandes telesc\u00f3pios em territ\u00f3rio chileno.<\/p>\n<p>Apesar da estabilidade no plano internacional, sobram evid\u00eancias de que o trabalho em rede vem crescendo no pa\u00eds. Os dados da tese mostram que a m\u00e9dia de autores nos artigos brasileiros chegou a 6,3, bem al\u00e9m de uma m\u00e9dia mundial contabilizada no ano 2000, que foi de 4,16. E a tend\u00eancia observada \u00e9 de crescimento: a m\u00e9dia foi de 5,9 autores em 2004, de 6,4 em 2005 e de 6,5 em 2006. Segundo Samile, isso pode ser explicado pela ades\u00e3o da comunidade cient\u00edfica brasileira ao trabalho em coopera\u00e7\u00e3o, assim como pode ser uma resposta dos pesquisadores \u00e0 cobran\u00e7a para publicar mais \u2013 o compartilhamento maior da autoria atenderia a essa demanda.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise da teia de colabora\u00e7\u00f5es internas das 16 institui\u00e7\u00f5es brasileiras com maior produtividade cient\u00edfica revelou a forma\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias redes regionais. As institui\u00e7\u00f5es paulistas, como a USP, a mais produtiva de todas, a Unicamp e a Unesp, formam claramente uma rede. A USP, por exemplo, produziu 1.157 artigos em parceria com a Unicamp e 1.291 com a Unesp. Uma exce\u00e7\u00e3o \u00e9 a Unifesp, que se apresenta, segundo a autora, de forma mais isolada, ainda que compartilhe 730 artigos com a USP. Samile atribui o desempenho das institui\u00e7\u00f5es paulistas aos investimentos realizados em ci\u00eancia no estado de S\u00e3o Paulo. Na Regi\u00e3o Sul, a UFRGS tamb\u00e9m tende a isolar-se, enquanto as federais de Santa Catarina (UFSC) e do Paran\u00e1 (UFPR) formam um grupo que tende a colaborar com a federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar), no interior paulista. Outro grupo de parceiros \u00e9 formado pelas federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de Minas Gerais (UFMG) e a Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz). No Nordeste, h\u00e1 colabora\u00e7\u00f5es frequentes entre as federais do Cear\u00e1 (UFCE) e de Pernambuco (UFPE). Samile Vanz adverte que \u00e9 preciso avan\u00e7ar em s\u00e9ries de dados mais extensas para tirar conclus\u00f5es mais aprofundadas. Ela est\u00e1 engajada nessa tarefa. Seguir\u00e1 analisando os dados sobre a colabora\u00e7\u00e3o na pesquisa brasileira em anos mais recentes.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.revistapesquisa.fapesp.br\/?art=4072&amp;bd=1&amp;pg=2&amp;lg=\">Revista Pesquisa Fapesp<\/a><br \/>\nData: mar\u00e7o 2010<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto v\u00e1rias na\u00e7\u00f5es conseguiram ampliar sua produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica feita em colabora\u00e7\u00e3o internacional, os artigos de pesquisadores brasileiros escritos em parceria &hellip; <a class=\"kt-excerpt-readmore more-link\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/construcao-da-teia-por-que-nao-cresce\/\">Leia mais<\/a>&hellip; <a class=\"kt-excerpt-readmore more-link\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/construcao-da-teia-por-que-nao-cresce\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"kt_blocks_editor_width":"","footnotes":""},"categories":[109],"tags":[],"class_list":["post-16855","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A constru\u00e7\u00e3o da teia - Por que n\u00e3o cresce a participa\u00e7\u00e3o da pesquisa brasileira em redes internacionais - Biblioteca Central da UFRGS<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A constru\u00e7\u00e3o da teia - Por que n\u00e3o cresce a participa\u00e7\u00e3o da pesquisa brasileira em redes internacionais - Biblioteca Central da UFRGS\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Enquanto v\u00e1rias na\u00e7\u00f5es conseguiram ampliar sua produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica feita em colabora\u00e7\u00e3o internacional, os artigos de pesquisadores brasileiros escritos em parceria &hellip; 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