{"id":7919,"date":"2018-12-20T13:47:07","date_gmt":"2018-12-20T16:47:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/blogdabc\/?p=7919"},"modified":"2018-12-20T13:47:07","modified_gmt":"2018-12-20T16:47:07","slug":"midias-sociais-ampliam-oportunidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/","title":{"rendered":"M\u00eddias sociais ampliam oportunidades"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>Pesquisa internacional mostra que plataformas digitais rompem bolha social ao democratizar experi\u00eancias, compartilhar dicas pr\u00e1ticas e conte\u00fado acad\u00eamico<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas ruas dos grandes centros urbanos, a cena se repete. No metr\u00f4, no \u00f4nibus, nos carros, os brasileiros transitam meio zumbis, olhos pregados na tela do celular, sem prestar muita aten\u00e7\u00e3o ao que acontece ao redor. Hoje 64,7% da popula\u00e7\u00e3o brasileira acima de 10 anos est\u00e1 conectada \u00e0 internet, segundo a \u00faltima Pesquisa por Amostra Nacional de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PNAD). E 62% t\u00eam um smartphone, de acordo com estudo do Google Consumer Barometer, de 2017. Houve um boom de conectividade via celular nos \u00faltimos seis anos \u2013 em 2012, apenas 14% dos brasileiros possu\u00edam telefones desse tipo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNo passado, s\u00f3 tinham acesso \u00e0 internet as classes A e B. Nos anos 1990, por exemplo, isso era coisa de jovem, estudante, branco, nerd e geralmente homem\u201d, conta o antrop\u00f3logo Juliano Spyer, autor de estudo realizado para a University College London (UCL), no Reino Unido, rec\u00e9m-publicado no livro\u00a0<em>M\u00eddias sociais no Brasil emergente \u2013 Como a internet afeta a mobilidade social\u00a0<\/em>(Educ\/UCL Press). \u201cFoi a partir de meados dos anos 2000, por interm\u00e9dio do Orkut, que a rede se popularizou.\u201d No caso do Brasil, a estabilidade pol\u00edtica e o desenvolvimento econ\u00f4mico experimentados nos \u00faltimos 20 anos propiciaram o acesso da popula\u00e7\u00e3o a computadores dom\u00e9sticos e dispositivos m\u00f3veis, como tablets e smartphones.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Intrigado com a populariza\u00e7\u00e3o de ferramentas de acesso \u00e0 internet, Spyer dedicou-se a compreender esse processo. Em abril de 2013, fechou sua casa, em S\u00e3o Paulo, e se mudou para uma vila-dormit\u00f3rio para trabalhadores de baixa renda, com 15 mil habitantes, na Bahia, onde morou at\u00e9 maio de 2014. Para resguardar a identidade dos entrevistados, o pesquisador deu ao local o nome fict\u00edcio de Baldu\u00edno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Antes de iniciar a pesquisa de campo, Spyer e outros oito antrop\u00f3logos passaram sete meses se preparando, sob a orienta\u00e7\u00e3o do antrop\u00f3logo e arque\u00f3logo Daniel Miller, da UCL. Ap\u00f3s revisar a bibliografia correlata ao tema, estabeleceram as principais quest\u00f5es a serem abordadas na investiga\u00e7\u00e3o: a raz\u00e3o do uso das redes sociais, sua utilidade pr\u00e1tica, o grau de interfer\u00eancia na educa\u00e7\u00e3o, o papel pol\u00edtico que desempenham e o qu\u00e3o aproximam \u2013 ou distanciam \u2013 as pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cDepois de seis meses em Baldu\u00edno, eu j\u00e1 estava integrado ao local\u201d, conta Spyer. A partir da\u00ed, o antrop\u00f3logo passou a acompanhar, via Facebook, WhatsApp e tamb\u00e9m fora da internet a vida de 250 pessoas, que espontaneamente se tornaram suas \u201camigas\u201d na rede social. Para aprofundar a pesquisa, 50 delas, de distintos perfis sociais e idades, foram selecionadas de modo a refletir a popula\u00e7\u00e3o local. \u201cN\u00e3o quisemos uma pesquisa s\u00f3 com adolescentes porque o uso da internet por quem tem menos experi\u00eancia on-line n\u00e3o \u00e9 menos relevante\u201d, diz Spyer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Baldu\u00edno, as pessoas ganham a vida trabalhando como faxineiras, motoristas, jardineiras e cozinheiras, principalmente em hot\u00e9is e em outros neg\u00f3cios do polo tur\u00edstico ao norte da cidade de Salvador. \u201cSuas aspira\u00e7\u00f5es de consumo incluem roupas de grifes internacionais, motocicleta, carro e computador. Ali\u00e1s, hoje o computador ocupa, na sala, o lugar f\u00edsico e simb\u00f3lico ocupado antes pela TV, para ser exibido aos amigos e vizinhos\u201d, diz Spyer. \u201cA pesquisa constatou que, na popula\u00e7\u00e3o de baixa renda, saber usar a internet indica que a pessoa faz parte da modernidade e tem uma capacidade de comunica\u00e7\u00e3o mais avan\u00e7ada, caracter\u00edstica de algu\u00e9m que teve alguma forma\u00e7\u00e3o\u201d, explica. \u201cMas, paradoxalmente, a comunica\u00e7\u00e3o digital tamb\u00e9m fortalece redes tradicionais de ajuda m\u00fatua que estavam se diluindo por causa da urbaniza\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A investiga\u00e7\u00e3o levou Spyer a descontruir alguns estere\u00f3tipos sobre o comportamento de usu\u00e1rios da internet que habitam as periferias das cidades brasileiras. Entre eles, o de que viveriam em realidades distintas, uma virtual e outra real. \u201cEm meados dos anos 2000, recebia pacientes no consult\u00f3rio que criavam perfis falsos, completamente diferentes do que eles eram off-line\u201d, recorda a psicanalista Patr\u00edcia Ferreira, p\u00f3s-doutoranda em psicologia cl\u00ednica na Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). \u201cHoje, as postagens mudaram e surgem como a confirma\u00e7\u00e3o do \u2018eu\u2019 que se idealiza ser, a selfie perfeita.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Patr\u00edcia pesquisa a apropria\u00e7\u00e3o pol\u00edtica exteriorizada na ret\u00f3rica das m\u00eddias sociais a partir das manifesta\u00e7\u00f5es de junho de 2013, quando explodiram protestos em todas as capitais do pa\u00eds, inicialmente contra o aumento das tarifas de transporte p\u00fablico. Utilizando ferramentas da psican\u00e1lise, ela realiza o que define como \u201cescuta do coletivo\u201d com informa\u00e7\u00f5es publicadas em perfis e discuss\u00f5es em grupos com posi\u00e7\u00f5es opostas. Apesar de ainda n\u00e3o estar conclu\u00eddo, o estudo tem evidenciado a fun\u00e7\u00e3o \u201cprotetora\u201d da tela, que encoraja os usu\u00e1rios a dizerem o que pensam, quase sempre ignorando a responsabilidade e o efeito das palavras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na localidade pesquisada por Spyer, os jovens indicavam encontrar nas m\u00eddias sociais um meio de se expressar com mais liberdade. \u201cO ambiente virtual \u00e9 pouco monitorado pelos mais velhos. Em geral, os jovens possuem maior escolaridade e sabem usar melhor as m\u00eddias sociais do que seus pais\u201d, diz o pesquisador. \u201cPessoas de todas as idades se encontram no Facebook, mas os mais jovens usam sua maior escolaridade e conhecimento t\u00e9cnico para evitar que sua presen\u00e7a seja monitorada pelos adultos.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Incentivo \u00e0 educa\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nEmbora o senso comum considere as m\u00eddias sociais como uma grande distra\u00e7\u00e3o, Spyer descobriu que elas podem funcionar como incentivo ao aprendizado. \u201cDurante a pesquisa, constatei, por exemplo, que ningu\u00e9m quer passar o vexame de escrever errado em uma postagem no Facebook, para n\u00e3o ser ridicularizado e chamado de \u2018ignorante\u2019\u201d, diz o pesquisador. A partir da\u00ed, todo esfor\u00e7o \u00e9 v\u00e1lido, desde utilizar corretor ortogr\u00e1fico at\u00e9 consultar o Google antes de postar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Professor do programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em educa\u00e7\u00e3o brasileira na Universidade Federal do Cear\u00e1 e coordenador do Grupo LER (Linguagens e Educa\u00e7\u00e3o em Rede), Eduardo Santos Junqueira ressalta que a internet re\u00fane muita informa\u00e7\u00e3o \u00fatil. \u201cCom a ajuda do filho ou do neto, os adultos de baixa renda podem acessar conte\u00fados de qualidade que de outra forma n\u00e3o entrariam em contato.\u201d Junqueira estuda a problem\u00e1tica do uso e a compreens\u00e3o de novas linguagens em rede. \u201cH\u00e1 v\u00eddeos do YouTube, por exemplo, que ensinam a resolver problemas de forma muito concreta, desde como se conserta um computador at\u00e9 como se levanta uma casa\u201d, avalia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Junqueira mapeou pr\u00e1ticas nas quais muitos estudantes de baixa renda, da modalidade educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia (EaD), acessam, consultam e compartilham diversos conte\u00fados audiovisuais disponibilizados na internet que s\u00e3o fundamentais para a aprendizagem e o sucesso deles nas disciplinas cursadas. \u201cN\u00e3o se trata, portanto, de uma mera atividade de socializa\u00e7\u00e3o ou de frui\u00e7\u00e3o cultural de conte\u00fados, mas de um uso pragm\u00e1tico e que traz benesses \u00e0s vidas profissionais e acad\u00eamicas dessas popula\u00e7\u00f5es\u201d, informa Junqueira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os grupos formados por integrantes que n\u00e3o se conhecem muito bem, mas est\u00e3o conectados porque possuem algum ponto em comum \u2013 como trabalho, vizinhan\u00e7a ou col\u00e9gio \u2013, s\u00e3o importantes para ampliar a vis\u00e3o de mundo e as oportunidades, principalmente para as classes menos abastadas. \u201cAo acessar uma rede social existe a possibilidade de se estabelecer conex\u00f5es com pessoas de universos diferentes\u201d, observa o educador. \u201cApesar de n\u00e3o ser uma amizade tradicional, essa rela\u00e7\u00e3o pode gerar capital social e possibilitar o contato com novas ideias, difundindo experi\u00eancias e refer\u00eancias.\u201d Em outras palavras, rompe a bolha de restritos grupos de amizade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEstamos em um processo de digitaliza\u00e7\u00e3o das coisas que est\u00e3o nas ruas\u201d, observa o economista Gilson Schwartz, professor do Departamento de Cinema, R\u00e1dio e TV da Escola de Comunica\u00e7\u00e3o e Artes da USP. Para auxiliar na compreens\u00e3o desse fen\u00f4meno, ele criou as disciplinas de gradua\u00e7\u00e3o introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 iconomia (a economia pol\u00edtica dos \u00edcones) e economia do audiovisual internacional. \u201cA educa\u00e7\u00e3o informal tem de ser encarada como complementar \u00e0 formal\u201d, afirma Schwartz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Encurtando dist\u00e2ncias<\/strong><br \/>\nAo contr\u00e1rio do que muitos receavam, estudos indicam que as redes sociais aproximam as pessoas. \u201cFalar, postar ou enviar v\u00eddeos s\u00e3o formas econ\u00f4micas de manter contato. Basta ter um smart-phone e um sinal, muitas vezes compartilhado ou pirateado\u201d, diz Spyer. \u201cN\u00e3o \u00e9 raro, sobretudo no Nordeste, a migra\u00e7\u00e3o para cidades distantes, onde existe maior oportunidade de emprego. Nesses casos, a internet ajuda a manter a liga\u00e7\u00e3o com a fam\u00edlia, que antes acontecia por cartas ou por telefonemas de longa dist\u00e2ncia.\u201d A ferramenta tamb\u00e9m leva um pouco de tranquilidade \u00e0s m\u00e3es que passam o dia fora de casa, trabalhando. Na pesquisa, evidenciou-se que m\u00eddias sociais como o WhatsApp ajudam os pais a acompanhar e orientar os filhos a dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em regi\u00f5es onde os servi\u00e7os p\u00fablicos s\u00e3o insuficientes, o apoio de amigos, vizinhos e parentes, conectados via redes sociais, tamb\u00e9m pode ajudar a suprir car\u00eancias nas \u00e1reas da sa\u00fade, seguran\u00e7a e educa\u00e7\u00e3o, constatou Spyer. \u201cTodos precisam do apoio da comunidade. \u2018Perdi meu emprego\u2019, \u2018n\u00e3o tenho comida para dar para a fam\u00edlia\u2019, \u2018meu filho est\u00e1 metido com drogas\u2019, \u2018preciso ir ao hospital\u2019. Esses s\u00e3o alguns dos problemas que, muitas vezes, estados e munic\u00edpios n\u00e3o conseguem resolver. Por isso, as tradicionais redes de ajuda m\u00fatua, fundadas no relacionamento de familiares e vizinhos, foram fortalecidas pela possibilidade de comunica\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e barata\u201d, observa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>Para investigar a forma como os internautas enxergam as m\u00eddias sociais, al\u00e9m de Spyer, que estudou o caso brasileiro, os outros oito antrop\u00f3logos seguiram para temporadas em localidades na \u00cdndia, Turquia, Inglaterra, It\u00e1lia, Trinidad, Chile e China \u2013 onde a pesquisa se desenvolveu em duas localidades, uma mais industrializada e outra rural. Todos integravam o projeto de pesquisa denominado Why we post.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As diferen\u00e7as culturais n\u00e3o impediram que padr\u00f5es de comportamento se repetissem em distintos pa\u00edses. Em todas as localidades observou-se, por exemplo, que as m\u00eddias sociais criaram formas mais flex\u00edveis de comunica\u00e7\u00e3o. Se, antes, as rela\u00e7\u00f5es eram privadas \u2013 uma mensagem endere\u00e7ada a um destinat\u00e1rio \u2013 ou p\u00fablicas, postadas nas p\u00e1ginas abertas das redes sociais, agora se tornou poss\u00edvel ter um modelo h\u00edbrido, de relativa privacidade dentro de um grupo controlado por um ou mais moderadores. No per\u00edodo analisado, plataformas mais p\u00fablicas, como as\u00a0<em>timelines<\/em>\u00a0do Facebook, por exemplo, mostraram-se conservadoras, com as pessoas evitando assuntos pol\u00edticos. Em m\u00eddias mais exclusivas, como o WhatsApp, essa fun\u00e7\u00e3o foi mais exercida, justamente pela possibilidade de manter a discuss\u00e3o dentro de um grupo cuidadosamente constitu\u00eddo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os resultados da pesquisa est\u00e3o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ucl.ac.uk\/why-we-post\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">detalhados em 11 livros no site do projeto<\/a>. Estruturados de forma semelhante, evidenciam para o leitor peculiaridades regionais. Na \u00cdndia, integrantes das castas mais baixas preferem as compras pela internet do que no com\u00e9rcio de rua, onde sofrem discrimina\u00e7\u00e3o de vendedores das castas mais altas. Nos centros industriais da China, em que as mulheres constituem a principal for\u00e7a de trabalho, m\u00eddias sociais masculinas revelam homens mais sens\u00edveis do que o esperado pela sociedade chinesa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por enxergarem a internet como um meio democr\u00e1tico de acesso a conte\u00fados, os pesquisadores do Why we post disponibilizaram todos os livros para download gratuito. \u201cNo contexto acad\u00eamico, hoje isso \u00e9 superimportante. H\u00e1 um grande debate sobre a quem pertencem os resultados das pesquisas realizadas com dinheiro p\u00fablico. Todos os nossos livros est\u00e3o licenciados pela Creative Commons. S\u00e3o vendidos em papel, mas est\u00e3o integralmente dispon\u00edveis no formato PDF para serem baixados\u201d, diz Spyer.<\/p>\n<div class=\"box\" style=\"text-align: justify;\">\n<blockquote>\n<p><strong>Inclus\u00e3o digital, mas s\u00f3 para alguns<br \/>\n<\/strong>A falta de infraestrutura nas escolas brasileiras ainda \u00e9 um dos grandes obst\u00e1culos \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel na rede como fonte complementar ao conhecimento oferecido em livros e apostilas. Praticamente todas as escolas urbanas possuem alguma conex\u00e3o, mas quase sempre ela se destina \u00e0s atividades de gest\u00e3o. Dificilmente a internet consegue ser usada pedagogicamente. \u201cEm grande parte das escolas a velocidade da rede \u00e9 baixa, de apenas 2 megabytes por segundo\u201d, diz F\u00e1bio Senne, coordenador de pesquisas do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade de Informa\u00e7\u00e3o (Cetic.br), que publicou recentemente a 8\u00aa edi\u00e7\u00e3o da pesquisa Tecnologias de Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de educa\u00e7\u00e3o, a TIC Educa\u00e7\u00e3o. Com dados de 2017, o estudo \u00e9 uma radiografia da conectividade no universo escolar brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde 2010, o Cetic.br entrevista alunos, professores, coordenadores pedag\u00f3gicos e diretores para rastrear o uso das tecnologias de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o, em escolas particulares e p\u00fablicas do pa\u00eds. Este ano, pela primeira vez os centros de ensino localizados em \u00e1reas rurais foram inclu\u00eddos. A pesquisa ouviu 10.866 alunos do 5\u00ba ao 9\u00ba ano do ensino fundamental e do 2\u00ba ano do ensino m\u00e9dio, al\u00e9m de 957 diretores, 884 coordenadores pedag\u00f3gicos e 1.015 professores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o estudo, atualmente 86% dos alunos usam a rede para pesquisas de trabalhos escolares. Mas apenas 39% fazem esse uso na escola. \u201cAl\u00e9m de problemas de conectividade no ambiente de ensino, os professores necessitam forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para a utiliza\u00e7\u00e3o de conte\u00fados digitais\u201d, diz Senne. \u201cPara serem efetivas, as pol\u00edticas de uso das tecnologias precisam adotar estrat\u00e9gias adequadas de treinamento dos docentes e acesso a recursos educacionais digitais\u201d, avalia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na zona rural, o problema \u00e9 mais grave: apenas 36% das escolas t\u00eam conex\u00e3o e 43% computadores. As discrep\u00e2ncias regionais tamb\u00e9m s\u00e3o grandes. No Sul, 81% das escolas rurais possuem ao menos um computador conectado, enquanto na regi\u00e3o Norte essa porcentagem cai para 18%. Entre as escolas sem conex\u00e3o, 28% dos diretores justificam que os altos custos dos equipamentos tornam a tecnologia proibitiva.<\/p>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<p>Fonte: Texto de Val\u00e9ria Fran\u00e7a para <a href=\"http:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/2018\/11\/19\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/\">Revista Pesquisa Fapesp<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa internacional mostra que plataformas digitais rompem bolha social ao democratizar experi\u00eancias, compartilhar dicas pr\u00e1ticas e conte\u00fado acad\u00eamico Nas ruas &hellip; <a class=\"kt-excerpt-readmore more-link\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/\">Leia mais<\/a>&hellip; <a class=\"kt-excerpt-readmore more-link\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":3627,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"kt_blocks_editor_width":"","footnotes":""},"categories":[123,122],"tags":[],"class_list":["post-7919","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao-cientifica","category-redes-sociais"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>M\u00eddias sociais ampliam oportunidades - Biblioteca Central da UFRGS<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"M\u00eddias sociais ampliam oportunidades - Biblioteca Central da UFRGS\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Pesquisa internacional mostra que plataformas digitais rompem bolha social ao democratizar experi\u00eancias, compartilhar dicas pr\u00e1ticas e conte\u00fado acad\u00eamico Nas ruas &hellip; Leia mais&hellip; Leia mais\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Biblioteca Central da UFRGS\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/biblioteca.centralufrgs\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2018-12-20T16:47:07+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@bc_ufrgs\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@bc_ufrgs\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"12 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/\"},\"author\":{\"name\":\"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/10bfae1dddf26e5a61ef192be9a395d3\"},\"headline\":\"M\u00eddias sociais ampliam oportunidades\",\"datePublished\":\"2018-12-20T16:47:07+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/\"},\"wordCount\":2367,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"\",\"articleSection\":[\"Comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica\",\"Redes sociais\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/\",\"name\":\"M\u00eddias sociais ampliam oportunidades - Biblioteca Central da UFRGS\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"\",\"datePublished\":\"2018-12-20T16:47:07+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#primaryimage\",\"url\":\"\",\"contentUrl\":\"\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"M\u00eddias sociais ampliam oportunidades\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/\",\"name\":\"Biblioteca Central UFRGS\",\"description\":\"Site da Biblioteca Central da UFRGS\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization\",\"name\":\"Biblioteca Central da UFRGS\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/bc-logo-verm-sem-fundo.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/bc-logo-verm-sem-fundo.png\",\"width\":1021,\"height\":1021,\"caption\":\"Biblioteca Central da UFRGS\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/biblioteca.centralufrgs\/\",\"https:\/\/x.com\/bc_ufrgs\",\"https:\/\/www.instagram.com\/bc_ufrgs\/\",\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Biblioteca_Central_da_UFRGS\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/10bfae1dddf26e5a61ef192be9a395d3\",\"name\":\"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2403d35a35451941dd2f4da6b4676cba?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2403d35a35451941dd2f4da6b4676cba?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)\"},\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/author\/priscila\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"M\u00eddias sociais ampliam oportunidades - Biblioteca Central da UFRGS","robots":{"index":"noindex","follow":"follow"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"M\u00eddias sociais ampliam oportunidades - Biblioteca Central da UFRGS","og_description":"Pesquisa internacional mostra que plataformas digitais rompem bolha social ao democratizar experi\u00eancias, compartilhar dicas pr\u00e1ticas e conte\u00fado acad\u00eamico Nas ruas &hellip; Leia mais&hellip; Leia mais","og_url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/","og_site_name":"Biblioteca Central da UFRGS","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/biblioteca.centralufrgs\/","article_published_time":"2018-12-20T16:47:07+00:00","author":"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@bc_ufrgs","twitter_site":"@bc_ufrgs","twitter_misc":{"Escrito por":"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)","Est. tempo de leitura":"12 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/"},"author":{"name":"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/10bfae1dddf26e5a61ef192be9a395d3"},"headline":"M\u00eddias sociais ampliam oportunidades","datePublished":"2018-12-20T16:47:07+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/"},"wordCount":2367,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"","articleSection":["Comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica","Redes sociais"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/","name":"M\u00eddias sociais ampliam oportunidades - Biblioteca Central da UFRGS","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"","datePublished":"2018-12-20T16:47:07+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#primaryimage","url":"","contentUrl":""},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/midias-sociais-ampliam-oportunidades\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"M\u00eddias sociais ampliam oportunidades"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#website","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/","name":"Biblioteca Central UFRGS","description":"Site da Biblioteca Central da UFRGS","publisher":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization","name":"Biblioteca Central da UFRGS","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/bc-logo-verm-sem-fundo.png","contentUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/bc-logo-verm-sem-fundo.png","width":1021,"height":1021,"caption":"Biblioteca Central da UFRGS"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/biblioteca.centralufrgs\/","https:\/\/x.com\/bc_ufrgs","https:\/\/www.instagram.com\/bc_ufrgs\/","https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Biblioteca_Central_da_UFRGS"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/10bfae1dddf26e5a61ef192be9a395d3","name":"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2403d35a35451941dd2f4da6b4676cba?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2403d35a35451941dd2f4da6b4676cba?s=96&d=mm&r=g","caption":"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)"},"url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/author\/priscila\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7919","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7919"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7919\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7919"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7919"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7919"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}