{"id":9112,"date":"2020-08-27T10:00:00","date_gmt":"2020-08-27T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/blogdabc\/?p=9112"},"modified":"2020-12-30T16:19:29","modified_gmt":"2020-12-30T19:19:29","slug":"o-paradoxo-diversidade-inovacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/","title":{"rendered":"O paradoxo diversidade\u00ad-inova\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, levantaram dados que demonstram a presen\u00e7a no mundo cient\u00edfico norte-americano de uma contradi\u00e7\u00e3o bastante conhecida no universo corporativo: o paradoxo diversidade-inova\u00e7\u00e3o. O fen\u00f4meno combina duas realidades que soam incongruentes. De um lado, h\u00e1 evid\u00eancias de que ambientes onde trabalham indiv\u00edduos com origens e experi\u00eancias diferentes s\u00e3o mais propensos a produzir conhecimento novo e de impacto. Ao mesmo tempo, os grupos sub-representados que garantem mais pluralidade e capacidade inovativa, como mulheres e minorias raciais, pouco se beneficiam dos ganhos que produzem e n\u00e3o conseguem alcan\u00e7ar o mesmo sucesso na carreira dos grupos majorit\u00e1rios, como os de homens brancos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"538\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140-1024x538.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20083\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140-1024x538.jpg 1024w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140-300x158.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140-768x404.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140-720x378.jpg 720w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140-360x189.jpg 360w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140-840x442.jpg 840w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140-420x221.jpg 420w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140.jpg 1140w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Em um artigo publicado em abril na revista <em>Proceedings of the National Academy of Sciences <\/em>(<em>PNAS<\/em>), os autores observaram que pesquisadores pertencentes a grupos com baixa representa\u00e7\u00e3o no ambiente acad\u00eamico apresentam ideias inovadoras com frequ\u00eancia superior \u00e0 dos colegas vinculados a grupos majorit\u00e1rios. Mas suas ideias sofrem uma esp\u00e9cie de desvaloriza\u00e7\u00e3o e n\u00e3o desfrutam de reconhecimento equivalente ao das apresentadas por grupos com representa\u00e7\u00e3o alta na academia. \u201cDescobrimos um padr\u00e3o problem\u00e1tico: as minorias demonstram talento especial para produzir novidades cient\u00edficas, mas suas descobertas t\u00eam menos impacto\u201d, explicou em um texto publicado na revista <em>Nature<\/em> o soci\u00f3logo Bas Hofstra, estagi\u00e1rio de p\u00f3s-doutorado da Escola de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Stanford, autor principal do artigo.<\/p>\n\n\n\n<p>As conclus\u00f5es s\u00e3o lastreadas pela an\u00e1lise do conte\u00fado de 1,2 milh\u00e3o de teses de doutorado de todas as \u00e1reas do conhecimento defendidas nos Estados Unidos entre 1977 e 2015. Esse descompasso influencia a trajet\u00f3ria profissional dos pesquisadores. De acordo com os autores, as chances das mulheres de ingressar no corpo docente de uma universidade s\u00e3o 5% inferiores \u00e0s dos homens. J\u00e1 entre as minorias raciais, as chances s\u00e3o 25% menores que as de grupos majorit\u00e1rios. O estudo mostrou que essa diferen\u00e7a de probabilidade chega a ser quase tr\u00eas vezes maior quando a compara\u00e7\u00e3o considera apenas os pesquisadores que apresentaram novidades em suas teses.<\/p>\n\n\n\n<p>Os achados n\u00e3o chegam a ser surpreendentes, mas pela primeira vez foi poss\u00edvel generalizar esse tipo de conclus\u00e3o para o conjunto da comunidade acad\u00eamica de um pa\u00eds. Antes, o que havia eram evid\u00eancias pontuais ou estudos de caso. Para alcan\u00e7ar tamanha escala, foi necess\u00e1ria uma abordagem interdisciplinar \u2013 entre os autores do estudo, h\u00e1 soci\u00f3logos, cientistas da computa\u00e7\u00e3o e um linguista \u2013 e a ado\u00e7\u00e3o de uma metodologia original que utiliza ferramentas de aprendizado de m\u00e1quina para analisar e extrair tend\u00eancias de um volume gigantesco de informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Os metadados das teses, como os nomes de alunos e orientadores e as \u00e1reas do conhecimento e institui\u00e7\u00f5es a que eles estavam vinculados, foram cruzados com informa\u00e7\u00f5es de recenseamentos realizados em 2000 e 2010 e com registros da Social Security Administration, ag\u00eancia que administra a previd\u00eancia social dos Estados Unidos. Assim, foi poss\u00edvel inferir informa\u00e7\u00f5es demogr\u00e1ficas sobre g\u00eanero e ra\u00e7a dos estudantes. Tamb\u00e9m foram cotejados os registros da base Web of Science, com mais de 160 milh\u00f5es de artigos, a fim de avaliar se os titulares das teses seguiram carreira acad\u00eamica e tiveram produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o principal desafio foi avaliar o grau de inova\u00e7\u00e3o das teses e o impacto gerado pelas ideias dos doutores. Em geral, estudos dessa natureza buscam identificar trabalhos inovadores analisando a composi\u00e7\u00e3o de suas refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas, pois combina\u00e7\u00f5es n\u00e3o usuais de autores podem ser um sinal de originalidade. Se esses trabalhos recebem muitas cita\u00e7\u00f5es, a chance de que sejam inovadores cresce. A equipe de Stanford, contudo, resolveu criar um novo tipo de indicador, baseado nas caracter\u00edsticas dos conceitos cient\u00edficos empregados nas teses. \u201cO ponto de partida foi uma intui\u00e7\u00e3o, presente na filosofia e na sociologia da ci\u00eancia, de que o conhecimento cient\u00edfico \u00e9 parcialmente caracterizado como uma rede de ideias e conceitos que refletem o que queremos dizer ou compreender\u201d, afirmou Hofstra \u00e0 <em>Nature<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00e9cnicas de processamento de linguagem e de modelagem computacional permitiram identificar termos que representam conceitos cient\u00edficos em milh\u00f5es de documentos. As inova\u00e7\u00f5es foram identificadas por meio da associa\u00e7\u00e3o de pares de conceitos. O estudo deu alguns exemplos simb\u00f3licos de como a estrat\u00e9gia funcionou. Os termos \u201cglioblastoma\u201d e \u201cmolecular\u201d, por exemplo, foram registrados em conjunto pela primeira vez nas teses de doutorado em 1988 e, depois disso, essa liga\u00e7\u00e3o foi detectada 87 vezes. Isso foi o resultado do progresso de uma linha de pesquisa iniciada pelo oncologista Kenneth Kinzler, da Universidade Johns Hopkins, que evidenciou a origem gen\u00e9tica desse tipo raro de tumor. Da mesma forma, os termos \u201cjustificar\u201d e \u201cmasculinidade\u201d, que se repetiram 94 vezes nas teses de doutorado desde 1984, foram propostos em trabalho pioneiro de Londa Schiebinger, professora de hist\u00f3ria da ci\u00eancia em Stanford, que se tornou refer\u00eancia na pesquisa sobre vi\u00e9s de g\u00eanero na academia (<a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/o-genero-da-ciencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>ver<\/em> Pesquisa FAPESP <em>n\u00ba 289<\/em><\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-size: 13.6px;\">Para a cientista pol\u00edtica Elizabeth Balbachevsky, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas da Universidade de S\u00e3o Paulo (FFLCH-USP), h\u00e1 duas formas poss\u00edveis de interpretar esses dados. \u201cO impacto dos conceitos inovadores pode ter sido menor porque a produ\u00e7\u00e3o do conhecimento em algumas \u00e1reas \u00e9 conservadora. Isso acontece em comunidades disciplinares com agendas de pesquisa muito fechadas e autorreferenciadas, que t\u00eam dificuldade de aceitar o que vem de fora\u201d, comenta. \u201cO baixo impacto de artigos com inova\u00e7\u00f5es mais radicais, medidos pelo alto valor distal entre conceitos presentes no trabalho, pode tamb\u00e9m indicar que inova\u00e7\u00f5es que acomodam conceitos muito distantes tenham fragilidades te\u00f3ricas que atrapalham sua recep\u00e7\u00e3o.\u201d Segundo ela, esse problema acontece em algumas pesquisas de car\u00e1ter interdisciplinar, quando a associa\u00e7\u00e3o de teorias de diferentes campos do conhecimento leva a um afrouxamento no rigor do uso desses conceitos. Se for isso, alerta a pesquisadora, a aceita\u00e7\u00e3o mais baixa n\u00e3o seria necessariamente um sinal negativo. \u201cPor outro lado, a conclus\u00e3o do estudo de que trabalhos com igual valor distal produzidos por autores pertencentes aos grupos majorit\u00e1rios t\u00eam maior impacto do que aqueles produzidos por autores provenientes de minorias parece apontar para a presen\u00e7a de um elemento real de preconceito, ou, pelo menos, de resist\u00eancia ao reconhecimento das contribui\u00e7\u00f5es de colegas provenientes desses grupos\u201d, afirma.<\/span>Os conceitos extra\u00eddos das teses foram distribu\u00eddos em um mapa sem\u00e2ntico, que mostrava o quanto s\u00e3o ligados uns com os outros. Em alguns casos, as novidades estavam bem pr\u00f3ximas de conceitos consagrados, aqueles que mobilizavam a maioria dos pesquisadores da disciplina, mas em outras situa\u00e7\u00f5es elas estavam mais afastadas\u2009\u2013\u2009e tinham um \u201cvalor distal\u201d maior. Os autores constataram que, no caso das mulheres, os temas inovadores estavam a uma dist\u00e2ncia grande dos conceitos centrais das disciplinas, o que pode explicar por que foram menos aceitos e geraram menos impacto.<\/p>\n\n\n\n<p>Hofstra diz que pretende aprofundar-se nessa quest\u00e3o e aprender a identificar inova\u00e7\u00f5es cient\u00edficas \u00fateis para distingui-las de ideias novas de qualidade ruim. Em outra frente de pesquisa, o grupo de Stanford busca verificar se inova\u00e7\u00f5es de grupos sub-representados, mesmo demorando para ter reconhecimento, geram retornos de longo prazo ou t\u00eam impacto em \u00e1reas interdisciplinares. H\u00e1, ainda, uma meta adicional: levantar evid\u00eancias que possam ajudar a ampliar a presen\u00e7a desses grupos nas universidades (<em><a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/manual-de-guerrilha-contra-a-desigualdade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ver reportagem<\/a><\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO estudo de Stanford traz quest\u00f5es que n\u00e3o estamos acostumados a discutir no Brasil\u201d, diz o soci\u00f3logo Glauco Arbix, tamb\u00e9m da FFLCH-USP. \u201cOs resultados sinalizam como as ra\u00edzes da sociedade, com seus preconceitos e malhas de poder, penetraram nas estruturas cient\u00edficas.\u201d O pesquisador observa que a universidade brasileira costuma ser vista como diversa, uma vez que h\u00e1 uma base salarial nivelada entre homens e mulheres. \u201cIsso \u00e9 um avan\u00e7o e sinaliza uma diferen\u00e7a importante em rela\u00e7\u00e3o ao que se pratica na sociedade, mas basta olhar as estruturas de comando das universidades ou as ag\u00eancias de fomento para percebermos que n\u00e3o \u00e9 bem assim\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o de Balbachevsky, os resultados do estudo s\u00e3o interessantes tamb\u00e9m para pensar as dificuldades de comunidades cient\u00edficas de pa\u00edses emergentes de modo a fazer sua produ\u00e7\u00e3o ser reconhecida internacionalmente. Ela chama a aten\u00e7\u00e3o, contudo, para o risco de atribuir apenas a preconceitos a dificuldade que os pesquisadores brasileiros t\u00eam de fazer pesquisa de impacto internacional. \u201cIsso pode levar a uma acomoda\u00e7\u00e3o, quando, na verdade, h\u00e1 outros fatores envolvidos, como o baixo grau de exposi\u00e7\u00e3o ao escrut\u00ednio internacional de parte significativa de nossos pesquisadores, ainda bastante isolados.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Observadora atenta de estudos de ci\u00eancia e g\u00eanero, a f\u00edsica Marcia Barbosa, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, pondera que o trabalho de Stanford dialoga com pesquisas feitas no universo corporativo. Uma delas \u00e9 um estudo da consultoria McKinsey, realizado em 2017 com mil empresas de 15 pa\u00edses, segundo o qual aquelas que mais promovem o equil\u00edbrio de g\u00eanero s\u00e3o 21% mais lucrativas do que as que se preocupam pouco com o assunto. \u201cTamb\u00e9m h\u00e1 estudos no campo da psicologia que mostram por que grupos com diversidade conseguem solu\u00e7\u00f5es mais inovadoras. Quando um indiv\u00edduo trabalha com pessoas diferentes dele, faz um esfor\u00e7o adicional para sair de sua zona de conforto e isso amplia a produtividade do grupo. Desenvolve-se uma intelig\u00eancia positiva que cria mecanismos para ganhar mais dinheiro\u201d, afirma Barbosa.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia de que a produ\u00e7\u00e3o de grupos sub-representados \u00e9 desvalorizada, independentemente de seu conte\u00fado, \u00e9 corroborada por diversos trabalhos cient\u00edficos, segundo a f\u00edsica, que cita um estudo publicado em 2012 tamb\u00e9m na revista <em>PNAS<\/em> em que curr\u00edculos de candidatos a uma posi\u00e7\u00e3o de gerente de laborat\u00f3rio foram avaliados por docentes de universidades intensivas em pesquisa dos Estados Unidos. Os nomes atribu\u00eddos aos candidatos \u2013 femininos ou masculinos \u2013 foram inclu\u00eddos aleatoriamente. O resultado \u00e9 que curr\u00edculos id\u00eanticos recebiam avalia\u00e7\u00e3o diferente de acordo com o g\u00eanero \u2013 os homens eram considerados mais competentes e contrat\u00e1veis do que as mulheres \u2013 e o preconceito estava presente at\u00e9 quando o avaliador era uma mulher. De acordo com ela, o estudo de Stanford tem for\u00e7a para se tornar refer\u00eancia ao fornecer dados sobre ci\u00eancia e g\u00eanero utilizando ferramentas de pesquisa que est\u00e3o na fronteira do conhecimento. \u201c\u00c9 animador saber que agora temos acesso a metodologias capazes de produzir evid\u00eancias eloquentes por meio da an\u00e1lise de grandes volumes de dados\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Este texto foi originalmente publicado por <a href=\"http:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/\">Pesquisa FAPESP<\/a> de acordo com a <a href=\"https:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-nd\/4.0\/\"> licen\u00e7a Creative Commons CC-BY-NC-ND<\/a>. Leia o <a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/o-paradoxo-diversidade%e2%80%91inovacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">original aqui<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, levantaram dados que demonstram a presen\u00e7a no mundo cient\u00edfico norte-americano de uma contradi\u00e7\u00e3o &hellip; <a class=\"kt-excerpt-readmore more-link\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":20083,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"kt_blocks_editor_width":"","footnotes":""},"categories":[111],"tags":[],"class_list":["post-9112","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-pesquisa-cientifica"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O paradoxo diversidade\u00ad-inova\u00e7\u00e3o - Biblioteca Central da UFRGS<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O paradoxo diversidade\u00ad-inova\u00e7\u00e3o - Biblioteca Central da UFRGS\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, levantaram dados que demonstram a presen\u00e7a no mundo cient\u00edfico norte-americano de uma contradi\u00e7\u00e3o &hellip; Leia mais\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Biblioteca Central da UFRGS\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/biblioteca.centralufrgs\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2020-08-27T13:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2020-12-30T19:19:29+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1140\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"599\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@bc_ufrgs\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@bc_ufrgs\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"9 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/\"},\"author\":{\"name\":\"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/10bfae1dddf26e5a61ef192be9a395d3\"},\"headline\":\"O paradoxo diversidade\u00ad-inova\u00e7\u00e3o\",\"datePublished\":\"2020-08-27T13:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2020-12-30T19:19:29+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/\"},\"wordCount\":1821,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140.jpg\",\"articleSection\":[\"Pesquisa cient\u00edfica\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/\",\"name\":\"O paradoxo diversidade\u00ad-inova\u00e7\u00e3o - Biblioteca Central da UFRGS\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140.jpg\",\"datePublished\":\"2020-08-27T13:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2020-12-30T19:19:29+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140.jpg\",\"width\":1140,\"height\":599},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O paradoxo diversidade\u00ad-inova\u00e7\u00e3o\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/\",\"name\":\"Biblioteca Central UFRGS\",\"description\":\"Site da Biblioteca Central da UFRGS\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization\",\"name\":\"Biblioteca Central da UFRGS\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/bc-logo-verm-sem-fundo.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/bc-logo-verm-sem-fundo.png\",\"width\":1021,\"height\":1021,\"caption\":\"Biblioteca Central da UFRGS\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/biblioteca.centralufrgs\/\",\"https:\/\/x.com\/bc_ufrgs\",\"https:\/\/www.instagram.com\/bc_ufrgs\/\",\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Biblioteca_Central_da_UFRGS\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/10bfae1dddf26e5a61ef192be9a395d3\",\"name\":\"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2403d35a35451941dd2f4da6b4676cba?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2403d35a35451941dd2f4da6b4676cba?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)\"},\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/author\/priscila\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O paradoxo diversidade\u00ad-inova\u00e7\u00e3o - Biblioteca Central da UFRGS","robots":{"index":"noindex","follow":"follow"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O paradoxo diversidade\u00ad-inova\u00e7\u00e3o - Biblioteca Central da UFRGS","og_description":"Pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, levantaram dados que demonstram a presen\u00e7a no mundo cient\u00edfico norte-americano de uma contradi\u00e7\u00e3o &hellip; Leia mais","og_url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/","og_site_name":"Biblioteca Central da UFRGS","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/biblioteca.centralufrgs\/","article_published_time":"2020-08-27T13:00:00+00:00","article_modified_time":"2020-12-30T19:19:29+00:00","og_image":[{"width":1140,"height":599,"url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@bc_ufrgs","twitter_site":"@bc_ufrgs","twitter_misc":{"Escrito por":"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)","Est. tempo de leitura":"9 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/"},"author":{"name":"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/10bfae1dddf26e5a61ef192be9a395d3"},"headline":"O paradoxo diversidade\u00ad-inova\u00e7\u00e3o","datePublished":"2020-08-27T13:00:00+00:00","dateModified":"2020-12-30T19:19:29+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/"},"wordCount":1821,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140.jpg","articleSection":["Pesquisa cient\u00edfica"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/","name":"O paradoxo diversidade\u00ad-inova\u00e7\u00e3o - Biblioteca Central da UFRGS","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140.jpg","datePublished":"2020-08-27T13:00:00+00:00","dateModified":"2020-12-30T19:19:29+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/068-071_diversidade_292-1-1140.jpg","width":1140,"height":599},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/o-paradoxo-diversidade-inovacao\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O paradoxo diversidade\u00ad-inova\u00e7\u00e3o"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#website","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/","name":"Biblioteca Central UFRGS","description":"Site da Biblioteca Central da UFRGS","publisher":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#organization","name":"Biblioteca Central da UFRGS","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/bc-logo-verm-sem-fundo.png","contentUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-content\/uploads\/bc-logo-verm-sem-fundo.png","width":1021,"height":1021,"caption":"Biblioteca Central da UFRGS"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/biblioteca.centralufrgs\/","https:\/\/x.com\/bc_ufrgs","https:\/\/www.instagram.com\/bc_ufrgs\/","https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Biblioteca_Central_da_UFRGS"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/10bfae1dddf26e5a61ef192be9a395d3","name":"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2403d35a35451941dd2f4da6b4676cba?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2403d35a35451941dd2f4da6b4676cba?s=96&d=mm&r=g","caption":"- Priscila S. Jacobsen (Curadoria)"},"url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/author\/priscila\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9112","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9112"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9112\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20084,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9112\/revisions\/20084"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20083"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9112"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9112"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bibliotecacentral\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9112"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}