Solicitação de ISBN

 

 

O ISBN (International Standard Book Number, ou Número Internacional Normalizado para Livros) "[...] é um sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país, a editora, individualizando-os inclusive por edição", segundo o site da Agência Brasileira do ISBN.

No Brasil o uso do ISBN é estabelecido de forma obrigatória pela Lei n° 10.753, de 30 de outubro de 2003, que institui a Política Nacional do Livro.

A BIBENF realiza pedidos de ISBN junto à Agência Brasileira do ISBN exclusivamente para publicações de docentes e técnicos-administrativos vinculados a Escola de Enfermagem.

Solicitações devem ser feitas pelo e-mail bibenf@ufrgs.br.

O envio da folha de rosto é obrigatório e ela deve conter as seguintes informações:

- autor(es) ou organizador(es);

- título e subtítulo (se houver);

- edição (se não for primeira edição);

- local de publicação (Porto Alegre);

- editora (Universidade Federal do Rio Grande do Sul);

- ano de publicação.

A solicitação será feita através do sistema on-line da Agência Brasileira do ISBN.

Após a solicitação será cobrada uma taxa, que deverá ser paga pelo responsável pela publicação. Neste link pode ser consultada uma tabela com os preços praticados pela Agência Brasileira. A Biblioteca encaminhará ao responsável o boleto bancário para pagamento da taxa.

Após o pagamento da taxa, o prazo para envio do ISBN é de cerca de cinco dias úteis.

O número gerado utilizará o prefixo editorial da UFRGS, que constará como editora da publicação. Esse prefixo editorial refere-se à própria Universidade, e não à Editora da UFRGS, que possui prefixo próprio.

Neste link podem ser vistos todos os tipos de documentos que recebem ISBN.

Apoio à Pesquisa

A BIBENF oferece serviço de Apoio a Pesquisa, onde você pode obter auxílio para entender melhor as Bases de Dados da área, criar corretamente expressões de busca, entender um pouco melhor sobre metodologia, entre tantas outras dúvidas que você pode ter.

Basta marcar com um de nossos bibliotecários, pode ser pessoalmente ou através do e-mail: bibenf@ufrgs.br

O atendimento também pode ser realizado remotamente, através de solicitação em nossas redes sociais ou Whatsapp (51-3308.5070).

Ficha Catalográfica

Sistema para Geração Automática de Ficha Catalográfica para Teses, Dissertações e TCCs da UFRGS

O Sistema para Geração Automática de Ficha Catalográfica para Teses, Dissertações e TCCs foi desenvolvido pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo* e gentilmente cedido para ser adaptado às necessidades dos alunos dos Programas de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A ficha catalográfica deve constar no verso da folha de rosto de teses, dissertações e TCCs de modo a possibilitar sua representação precisa pelas informações de autor, título, local, data, número de folhas, assunto, etc.

O programa gera a ficha catalográfica, como um arquivo pdf, disponível para download e/ou impressão. Para inserir a ficha no seu trabalho, faça um Print Screen da tela, cole a imagem no Paint ou outro editor de imagens e recorte e cole a imagem no seu trabalho.

O Sistema gera a ficha catalográfica de seu trabalho pelo preenchimento dos campos do formulário.

Veja as instruções de preenchimento aqui.

Ir para gerador de Ficha Catalográfica

Produção Intelectual Docente

ORIENTAÇÕES SOBRE A PUBLICAÇÃO DE PRODUÇÃO INTELECTUAL DOCENTE (PI)

O registro da Produção Intelectual do docente é importante por dois motivos, para disponibilização para a comunidade UFRGS de seu trabalho através da Biblioteca Setorial e/ou Lume e, também de sua função de alimentar o banco de dados de Registro de Atividade Docente (RAD).

É função da Biblioteca Setorial alimentar o sistema com a produção informada pelo docente, é importante lembrar que certificados e outras comprovações ainda que contem para fins de promoção, seu registro não é de competência da biblioteca. Abaixo entenda melhor como se dá o processo, o que é cada produção, e algumas dúvidas frequentes sobre ela:

 

• IMPORTANTE SABER:
o Recursos educacionais como, vídeo aulas, palestras e outros itens de áudio devem ser entregues diretamente ao SEAD para registro;
o Patentes devem ser entregues SEDETEC para registro;
o E-books publicados pela Editora da UFRGS são registrados por ela mesma;
o Por coleta de dados automática, os trabalhos apresentados nos Salões UFRGS são disponibilizados no Lume a partir do “Sistema de Eventos Institucionais”. Desde 2013, estes trabalhos não são mais registrados no SABi.
o Documentos onde o docente não está devidamente identificado como vinculado à UFRGS não são considerados Produção Intelectual (PROPG 2004);
o Produção anterior à entrada na universidade pode ser publicada mas não conta como PI para fins de progressão
o Produção onde o docente identifique vínculo com outra universidade apenas será PI se o vínculo com a UFRGS também estiver explícito no documento;
o A tradução de um documento é considerada produção, independente do mesmo ser um livro, capítulo de livro, artigo de periódico, etc.
o Diversas PIs são recebidas diariamente, não deixe para a última hora para enviar suas produções, pois normalmente há uma fila.

O CPD Atualiza os bancos de dados diariamente, e durante esta atualização conecta os dados do SABi com o RAD do respectivo docente. Por isso o registro pode levar até 24 horas para aparecer n o RAD após estar disponível no SABi.

IMPORTANTE SABER:

  • Recursos educacionais como, vídeo aulas, palestras e outros itens de áudio devem ser entregues diretamente ao SEAD para registro;
  • Patentes devem ser entregues SEDETEC para registro;
  • E-books publicados pela Editora da UFRGS são registrados por ela mesma;
  • Por coleta de dados automática, os trabalhos apresentados nos Salões UFRGS são disponibilizados no Lume a partir do “Sistema de Eventos Institucionais”. Desde 2013, estes trabalhos não são mais registrados no SABi;
  • Documentos onde o docente não está devidamente identificado como vinculado à UFRGS não são considerados Produção Intelectual (PROPG 2004);
  • Produção anterior à entrada na universidade pode ser publicada mas não conta como PI para fins de progressão
  • Produção onde o docente identifique vínculo com outra universidade apenas será PI se o vínculo com a UFRGS também estiver explícito no documento;
  • A tradução de um documento é considerada produção, independente do mesmo ser um livro, capítulo de livro, artigo de periódico, etc.
  • Diversas PIs são recebidas diariamente, não deixe para a última hora para enviar suas produções, pois normalmente há uma fila.

 

Conceituação dos tipos de produção intelectual

veja LIVRO ou PERIÓDICO

Notas, resumidas ou não, das matérias dadas em aula, distribuídas em cópias para conhecimento e uso dos alunos.
Usado também para polígrafo, minicurso, etc.

Fontes:
HOUAISS, Antonio.  Dicionário Houaiss da língua portuguesa.  Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
MOTTA, Valter T.  Normas técnicas para apresentação de trabalhos científicos.  2.ed.  Porto Alegre: Ed. Médica Missau, 2001.

veja  TEXTO DE APRESENTAÇÃO/ENCERRAMENTO

Informações codificadas que só podem ser processadas por computador incluindo tanto os dados armazenados em formato legível por máquina (dados numéricos, material multimídia, sistemas e serviços on-line) quanto os programas (software) para processá-los.

Fontes:
US MARC Format for Bibliographic Data.  Washington: LC, 1994.
MARC 21: formato condensado para dados bibliográficos.  Marília: UNESP, 2000.

Texto editado em revista não-técnico-científica ou jornal de notícias não-especializado, contendo seus elementos identificadores (autor e título), bem como aqueles do periódico onde foi editado (título do jornal/revista, ISSN, data da publicação, volume, número, páginas inicial e final do texto, local de publicação).
Usado também para texto disponibilizado em sites institucionais na Internet.

Fonte: CNPq.  Currículo Lattes.

ESTRANGEIRO ou NACIONAL

Texto com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento. Contém os elementos identificadores do artigo (autor e título), bem como os do periódico onde foi publicado (título, ISSN, volume, fascículo, páginas iniciais e finais do artigo, local de publicação). Publicado em revista técnico-científica ou periódico especializado, divulgada em serviço de indexação e resumo (impresso ou eletrônico) na área de assunto.

Fontes:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.  NBR 6022: apresentação de artigos em publicações periódicas.  Rio de Janeiro, 1990.
CAMPELLO, Bernadete.  Fontes de informação especializada: características e utilização.  2.ed.  Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1993.
CNPq.  Currículo Lattes.

ESTRANGEIRO ou NACIONAL

Texto com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento. Contém os elementos identificadores do artigo (autor e título), bem como os do periódico onde foi publicado (título, ISSN, volume, fascículo, páginas iniciais e finais do artigo, local de publicação). Publicado em revista técnico-científica ou periódico especializado não divulgado em serviço de indexação e resumo (impresso ou eletrônico) na área de assunto.

Fontes:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.  NBR 6022: apresentação de artigos em publicações periódicas.  Rio de Janeiro, 1990.
CAMPELLO, Bernardete.  Fontes de informação especializada: características e utilização.  2.ed.  Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1993.
CNPq.  Currículo Lattes.

  • Texto de caráter monográfico que integra o conteúdo de um livro e que contenha seus elementos identificadores (autor e título), bem como aqueles elementos do livro no todo (título do livro, nº do volume, paginação inicial e final do capítulo, ISBN, organizadores, edição, série, local de publicação e editora).
    Principais divisões do texto de um documento.
    Divisão feita em uma obra, para melhor organizá-la, facilitando sua compreensão. Em geral, os capítulos correspondem a cada um dos grandes temas abordados pela obra.
    Usado também para Introdução quando for o primeiro capítulo da obra, destinado a apresentar o tema, situá-lo no contexto, apresentar os objetivos pretendidos e os métodos para alcançá-los. Usado para obras de autoria coletiva.

    Fontes:
    ANDRADE, Maria Margarida de.  Como preparar trabalhos para cursos de pós-graduação: noções práticas.  3.ed.  São Paulo: Atlas, 1993.
    ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.  NB 69: numeração progressiva das seções de um documento.  Rio de Janeiro, 1987.
    BUONOCORE, Domingo.  Vocabulário bibliográfico.  Santa Fé: Castellvi, 1952.
    CNPq. Currículo Lattes.

Documento que relaciona, de forma organizada, as disciplinas com suas ementas, créditos e carga horária, dos cursos de graduação, pós-graduação e extensão oferecidos pela Universidade.

Documento que relaciona, de forma metódica pessoas, coisas ou itens de uma coleção de obras de arte.
Usado para catálogo de exposições, programa de eventos, programa de concerto, etc.

Fonte: MOTTA, Valter T.  Normas técnicas para apresentação de trabalhos científicos.  2.ed.  Porto Alegre: Ed. Médica Missau, 2001.

Texto que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, com tema único e bem delimitado em extensão. Feito sob a coordenação de um orientador doutor, visa obtenção do título de mestre.

Fonte: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação.  Rio de Janeiro, 2001.

veja TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE MESTRADO PROFISSIONAL

Documento de natureza administrativa, que trata da própria instituição, de sua política interna, procedimentos, finanças e/ou operações de seus membros ou de seus recursos, que retrata o pensamento coletivo da entidade ou que relata a sua atividade coletiva. Usado para manuais de procedimento, projetos, programas e diretrizes de planejamento institucional.
Também usado para documento que apresenta descrição objetiva de fatos, acontecimentos ou atividades seguidas de uma análise rigorosa, com o objetivo de tirar conclusões, prestar contas ou tomar decisões e para relatório administrativo.

Fontes:
RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memória. Catalogação de recursos bibliográficos pelo AACR2R. Brasília: Edição do Autor, 2003.
SALVADOR, Angelo.  Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica.  6.ed.  Porto Alegre: Sulina, 1977.

veja REGULAMENTO ADMINISTRATIVO

veja TEXTO DE APRESENTAÇÃO/ENCERRAMENTO

Encontro entre pessoas, em local combinado, para obtenção de informações, esclarecimentos, opiniões a respeito de determinado assunto. Usado para entrevista gravada ou publicada como parte de um periódico, jornal de divulgação, etc.

Fontes:
HOUAISS, Antonio.  Dicionário Houaiss da língua portuguesa.  Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
LAKATOS, Eva.  Fundamentos de metodologia científica.  2.ed.  São Paulo: Atlas, 1991.

veja  TEXTO DE EXAME DE QUALIFICAÇÃO

veja  PERIÓDICO

CAPÍTULO DE LIVRO
Quando a Introdução for o primeiro capítulo da obra, destinado a apresentar o tema, situá-lo no contexto, apresentar os objetivos pretendidos e os métodos para alcançá-los. Usado para obras de autoria coletiva.

ou

TEXTO DE APRESENTAÇÃO/ENCERRAMENTO
Quando a Introdução for elemento pré-textual da obra, contendo texto de apresentação, justificativa, esclarecimento, indicar fontes consultadas e/ou fazer comentários escritos pelo próprio autor, pelo editor ou por outra pessoa de reconhecida autoridade no tema em estudo. Não se constitui em parte essencial da obra e pode receber um tratamento tipográfico diferente do restante do texto.

Publicação não-periódica que possua ISBN (Número Internacional do Livro) e que contenha os elementos textuais e complementares (editora, cidade de publicação, edição, tiragem, título, coleção ou série, e outros).
Usado também para anais de evento.
Para efeitos de classificação da PI da UFRGS não será considerada a diferenciação apontada na NBR 6029 em relação ao número de páginas da publicação, visto que o fator principal de classificação da PI diz respeito a conteúdo e não forma física.

Fonte: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6029: Informação e documentação. Livros e folhetos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2006.

Cartas, mapas ou similares destes tipos de documentos identificados por seus dados básicos: natureza (aerofotograma, carta, fotograma, mapa, outra), título, ano, técnica, finalidade, área representada.
Usado para mapa, globo, atlas, etc.

Fonte: CNPq.  Currículo Lattes.

Materiais bidimensionais opacos (como originais ou reproduções de arte, quadros de pintura, gravuras, fotografias e desenho artístico).
Usado também para produtos da atividade de desenho técnico ou de expressão gráfica, tais como folder, material em folhas soltas, porta-fólio, certificado, formulário, folha timbrada, atestado, cartão postal, adesivo, pasta, capa de livro/cd, prospecto, diploma, marcador de página, pôster, cartaz, crachá, etc.
Materiais projetáveis com movimento e som como filme cinematográfico e gravação de vídeo ou sem movimento como diafilme, tira de filme, diapositivo e radiografia.
Materiais tridimensionais, fabricados ou modificados por uma ou mais pessoas, à mão ou industrialmente; coisas reais, objetos autênticos ou que se encontram na natureza.
Usado para modelos, jogos, quebra-cabeças, réplicas, esculturas e outros trabalhos artísticos tridimensionais, máquinas, roupas, brinquedos, espécies microscópicas (ou suas representações) e outras espécies emolduradas para visualização, etc.

Fontes:
RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memória. Catalogação de recursos bibliográficos pelo AACR2R. Brasília: Edição do Autor, 2003.
US MARC Format for Bibliographic Data.  Washington: LC, 1994.

 veja  TEXTO DE EXAME DE QUALIFICAÇÃO

Música impressa, manuscrita ou gravada incluindo seus dados básicos de identificação, tais como natureza (canto, orquestra, coral, outra), título, formação instrumental, editora ou gravadora, local de publicação, nº de páginas, nº do catálogo, nº de faixas, duração, características de gravação e de reprodução.

Fontes:
CNPq.  Currículo Lattes.
CÓDIGO de catalogação anglo-americano.  2.ed.  São Paulo: FEBAB, 1983-1985. v.1, cap. 5 e 6.

Documentos que não possam ser classificados em nenhum dos tipos definidos.
Usado para orelha de livro, etc.

Documento constituído de texto ou gravação com o conteúdo integral de palestra proferida sobre um tema cultural ou científico, para uma plateia que possui algum conhecimento ou interesse sobre o assunto abordado. Realizada a convite dos organizadores de um evento.
Usado também para conferência, discurso, aula magna, aula inaugural e outros.
Slides não correspondem a documentos com conteúdo integral.

Fontes:
CESCA, Cleuza. Organização de eventos. São Paulo: Summus, 1997.
HOUAISS, Antonio.  Dicionário Houaiss da língua portuguesa.  Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. 

Patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgados pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação.  Inclui produtos ou processos que atendam aos requisitos de atividade inventiva, novidade e aplicação industrial, bem como objeto de uso prático, ou parte deste, suscetível de aplicação industrial, que apresente nova forma ou disposição, envolvendo ato inventivo, que resulte em melhoria funcional no seu uso ou em sua fabricação.
Para fins de registro de PI UFRGS são classificadas como patente, além das patentes concedidas, os depósitos de pedido de patente feitos no INPI (ou instituição nacional ou estrangeira conveniada com o INPI), mesmo que as patentes ainda não tenham sido concedidas ou tenham sido negadas. 

Fontes:
Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Disponível em: http://www.inpi.gov.br/images/stories/downloads/patentes/pdf/Guia_da_Patente.pdf
UFRGS. Decisão n. 118/2001, Anexo III, alterado pela Decisão n.270/2005.http://www.ufrgs.br/consun/legislacao/documentos/decisao-no-118-2001

Publicação de periodicidade prefixada, cujas unidades são geralmente constituídas por textos de autoria diversa. Possui ISSN e deve conter os elementos constitutivos da publicação quanto a definições, escopo, título, padronização (apresentação gráfica, formato, numeração, legenda bibliográfica) e estrutura.
Usado também para fascículo/número especial de um título de publicação seriada.

Fonte: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6021: apresentação de periódicos.  Rio de Janeiro, 1990.

veja  TEXTO DE APRESENTAÇÃO/ENCERRAMENTO

veja  TEXTO DE APRESENTAÇÃO/ENCERRAMENTO

Conjunto de desenhos arquitetônicos e textos que compõem a representação gráfica e escrita do edifício. Pode constar ainda do projeto arquitetônico a maquete da obra. Em geral é composto de três etapas: o estudo preliminar, o anteprojeto e o projeto de execução.

Fonte: ALBERNAZ, Maria Paula.  Dicionário ilustrado de arquitetura São Paulo: Pró-Editores, 1997-1998.

veja TEXTO DE EXAME DE QUALIFICAÇÃO

Projeto de espaços abertos, prevê o aproveitamento de ambientes externos, como pátios, jardins, quintais e quaisquer outros espaços disponíveis do lado de fora das construções.

Fonte: FEDRIZZI, Beatriz.  Definição de projeto paisagístico. Mensagem recebida por <comissao@cpd.ufrgs.br> em 17 abr. 2003.

Conjunto de desenhos, gráficos, simulações tridimensionais e textos que compõem a representação gráfica e escrita de uma área urbana, incluindo edificações, atividades e uso do solo, espaços abertos, sistemas de tráfego e acessibilidade, sistemas de infraestrutura e sistema de divisão do território em termos de uso privado ou público. De modo geral engloba o processo de criação ou transformação de áreas urbanas, incluindo pesquisas preliminares, e levantamentos, diversas fases de estudos e projetos específicos e de um plano de implementação, determinando ações, ajustes e atividades a serem desenvolvidas ao longo do tempo, tendo em vista a realização do referido projeto.

Fonte: CABRAL, Gilberto Flores.  Definição de projeto urbanístico.  Mensagem recebida por <comissao@cpd.ufrgs.br> em 25 abr. 2003

veja TEXTO DE EXAME DE QUALIFICAÇÃO

veja RESENHA

São materiais educacionais digitais para ensino, aprendizado e pesquisa, disponibilizados de forma livre e licenciados de modo aberto, podendo ser adaptados por terceiros.

Fonte: DUTRA, R.; TAROUCO, L. R. Recursos Educacionais Abertos (Open Educational Resources). RENOTE: revista novas tecnologias na educação, v. 5, n. 1, (2007), Disponível em: http://seer.ufrgs.br/index.php/renote/article/view/14171/8099. Acesso em: 05 fev. 2016.

veja DOCUMENTO ADMINISTRATIVO/DE PLANEJAMENTO

Texto que relata, de maneria concisa, a pesquisa realizada, desde seu planejamento até as conclusões tiradas. Inclui dados como nome do projeto, número de páginas, disponibilidade (restrita ou irrestrita), instituição financiadora, ano, título, autores.
Usado também para capítulo de relatório técnico e de pesquisa.

Fontes:
CNPq.  Currículo Lattes
SALOMON, Délcio.  Como fazer uma monografia.  São Paulo: Martins Fontes, 1997.

Texto elaborado por especialista que sintetiza, analisa e avalia uma obra recém editada, seja um livro, artigo, filme, disco ou outro. O texto combina resumo e julgamento de valor e é precedido pela referência bibliográfica da obra resenhada. Geralmente é publicada em seção especial do periódico, com o título de RevisãoNota de livrosResenha ou Recensão.
Usado também para revisão, resenha crítica ou recensão crítica.

Fontes:
FRANÇA, Júnia Lessa & VASCONCELLOS, Ana Cristina de. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7.ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2004.
SANTOS, Gildenir Carolino & RIBEIRO, Célia Maria. Acrônimos, siglas e termos técnicos: arquivística, biblioteconomia, documentação, informática. Campinas: Átomo, 2003.

Texto que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Elaborado com base em investigação original, representa contribuição real para a especialidade em questão. Feito sob a coordenação de um orientador doutor, visa à obtenção do título de doutor ou similar.
Os documentos denominados tese inaugural (trabalho de conclusão de cadeira do curso de Medicina, feita por aluno que desejava obter o título de Doutor em Medicina) e tese de doutoramento (para diplomar-se no Curso de Graduação da então Faculdade de Medicina de Porto Alegre)  são classificados como produção intelectual e devem ser registrados como TRABALHO DE CONCLUSÃO.

Fontes:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: Trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2005.
MANFROI, Waldomiro Carlos. Rubens Mário Garcia Maciel: filho de Livramento, cidadão do mundo. In: CARVALHAL, Tania Franco (Org.). Rubens Maciel.  Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2003. p. 96.

Trabalho de valor sobre determinado assunto, impresso em tiragem determinada pela instituição de ensino e apresentada como um dos requisitos ao concurso para catedrático ou livre docente.

Fontes:
BRASIL. Decreto n° 19.851, de 11 de abril de 1931. Dispõe que o ensino superior no Brasil obedecerá, de preferência ao sistema universitário… In: NEVES, Carlos de Souza. Ensino superior no Brasil: legislação e jurisprudência federais atualizada até 30/06/1955. Rio de Janeiro: [s.n.], 1955. v.4, p. 176-182.
MOACYR, Primitivo. A instrução e a república: reformas Rivadavia e C. Maximiliano (1911-1924). Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1942. v.4, p.100-104.

Texto que apresenta ou encerra a obra, a justifica, presta esclarecimentos, indica fontes consultadas e/ou faz comentários e/ou advertências escritos pelo próprio autor, pelo editor ou por outra pessoa de reconhecida autoridade no tema em estudo. Não se constitui em parte essencial da obra e pode receber um tratamento tipográfico diferente do restante do texto.
Usado para Apresentação, Editorial, Introdução, Prefácio ou Posfácio quando elementos pré ou pós-textuais do documento, exceto quando se trata de catálogo artístico.

Fontes:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6029: Informação e documentação. Livros e folhetos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2006.
CNPQ. Prefácio, Posfácio. In: Wiki CNPq ajuda. Disponível em: <http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:vSND0N4q0XwJ:ajuda.cnpq.br/index.php/Prefacio_posfacio+&cd=9&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&client=firefox-a>. Acesso em: 22 maio 2013.
EDITORAÇÃO de publicações oficiais.  Brasília: ABDF/Departamento de Imprensa Nacional, 1987.
ROBREDO, Jaime.  Manual de editoração.  2.ed.rev.  Brasília: ABDF, 1988.

Texto que fornece uma apreciação crítica de obra, artista ou evento e é publicado em catálogo de evento/exposição.

Texto apresentado e aprovado em defesa pública, perante banca examinadora, como um dos requisitos para obtenção do título de doutor ou mestre. Nele o autor demonstra sua capacidade crítica, a amplitude e a profundidade do seu conhecimento do tema ou da área escolhida entre aquelas pertinentes à sua linha de pesquisa ou ainda a proposta/plano de pesquisa detalhado da tese/dissertação incluindo objetivos, objeto, métodos, cronograma de execução e financiamento do trabalho.

Fontes:
CFE. Resolução 05/83, Art. 2°, Inciso VI
CEPE/UFRGS. Resolução 12/2007, Art. 27°
Regulamentos dos programas de pós-graduação da UFRGS disponíveis no endereço <www.ufrgs.br/propg/

  • curso de ensino profissional
  • curso de especialização
  • curso de graduação
  • curso de mestrado profissional/Dissertação de mestrado profissional
  • disciplina de doutorado
  • disciplina de ensino profissional
  • disciplina de especialização
  • disciplina de graduação
  • disciplina de mestrado acadêmico
  • disciplina de mestrado profissional

Usado também para trabalho individual, relatório de estágio e documentos históricos, como tese inaugural (trabalho de conclusão de cadeira do curso de Medicina, feita por aluno que desejava obter o título de Doutor em Medicina) e tese de doutoramento (para diplomar-se no Curso de Graduação da então Faculdade de Medicina de Porto Alegre).

Fontes:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro, 2005.
CAPES. Portaria 80/98
CEPE/UFRGS. Resolução 12/2007, Art. 26º

FORA DO PAÍS ou NO PAÍS

Texto com autoria declarada, escrito para uma apresentação oral e publicação nos anais do evento em que foi apresentado, sob a forma de resumo ou texto completo. Contém os elementos identificadores do trabalho (autor, título), bem como aqueles dos anais onde foi publicado (nome do evento, cidade, ano, título dos anais, volume, fascículo, páginas inicial e final do trabalho, ISBN, editora, local de publicação.

Fontes:
ANDRADE, Maria Margarida de. Como preparar trabalhos para cursos de pós-graduação. 3.ed.  São Paulo: Atlas, 1999.
CNPq. Currículo Lattes.

Usado para trabalhos como assessoria, consultoria, parecer, elaboração de pré-projeto ou projeto. Contém os elementos identificadores do trabalho: título, autor, local de publicação, ano, finalidade, natureza (assessoria, parecer, etc.), duração, número de páginas, disponibilidade, instituição financiadora.
Usado também para consultoria, supervisão e revisão técnica de originais para publicação.

Fontes:
CNPq. Currículo Lattes.
ROBREDO, Jaime. Manual de editoração.  2.ed.rev. Brasília: ABDF, 1988.

Documento que apresenta a transladação do escrito de um idioma para o vernáculo, incluindo os dados básicos de identificação: natureza (artigo, livro, outro), título, ano, país, idioma, autor traduzido, título da obra original, ISBN/ISSN, idioma da obra original, editora, local de publicação, nº de páginas, edição, volume, fascículo, série.

Fontes:
CNPq.  Currículo Lattes.
MOTTA, Valter T. Normas técnicas para apresentação de trabalhos científicos.  2.ed.  Porto Alegre: Ed. Médica Missau, 2001.

Apoio à Normalização

A equipe da BIBENF está apta a ajudar você em diversas situações, caso seu problema não esteja listado abaixo, entre em contato para que possamos ajudar.

Os bibliotecários podem auxiliá-lo na localização das normas adequadas ao seu trabalho, bem como em suas aplicações. Entre em contato e agende seu atendimento

A UFRGS possui um convênio com a Target GEDWeb, empresa que disponibiliza normas técnicas. Você pode acessar nos computadores da Universidade ou utilizar através do proxy diretamente em sua casa. Lembre-se, para utilizar o proxy é necessário ser membro da comunidade UFRGS.

Uma opção que facilita a geração de referências e chamadas para citações é site MORE (Mecanismo Online para Referências). Desenvolvido pela UFSC, o usuário preenche uma planilha e gera a referência automaticamente, ele já se encontra atualizado com a última versão da norma, de 2018. É importante conferir as referências geradas com auxílio da própria norma, para ter certeza que seu trabalho está correto.

Outra fonte de dúvidas é a norma para tabelas, a ABNT deixa a critério da norma do IBGE, que você pode acessar abaixo, junto com os demais sites citados, em caso de dúvida venha conversar conosco.

Vancouver é uma norma utilizada normalmente para artigos biomédicos, antes de formatar seu trabalho, pergunte ao professor/orientador qual tipo deve ser utilizado (ABNT ou Vancouver), para evitar frustrações posteriores. 

Vancouver Português Vancouver Original

IMPORTANTE: A Revista Gaúcha de Enfermagem trabalha com a norma em suas referências, com adaptações, portanto, ser você pretende submeter um trabalho para a RGE leia com cuidado as instruções, aqui

O estilo APA foi criado pela Associação Americana de Psicologia (APA, em inglês), assim é exigido, normalmente em revistas da área. A orientação é sempre a mesma, observe bem as normas do local ao qual você deseja submeter seu trabalho, para que não venha a ter que modificar toda a formatação. Confirme com o professor, orientador, com um de nossos bibliotecários.

A USP criou um material explicando o que você precisa saber sobre APA, e lembre-se, muitos lugares não usam apenas a norma, eles criam seus próprios manuais adaptando para a sua realidade.

O vocabulário estruturado e trilíngue DeCS – Descritores em Ciências da Saúde foi criado pela BIREME para servir como uma linguagem única na indexação de artigos de revistas científicas, livros, anais de congressos, relatórios técnicos, e outros tipos de materiais, assim como para ser usado na pesquisa e recuperação de assuntos da literatura científica nas fontes de informação disponíveis na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) como LILACS, MEDLINE e outras.

O DeCS é um vocabulário dinâmico totalizando 30.895 descritores, sendo destes 26.225 do MeSH e 4670 exclusivamente do DeCS. Existem 2032 códigos hierárquicos de categorias DeCS a 1479 descritores MeSH. As seguintes são categorias DeCS e seus totais de descritores: Ciência e Saúde (219), Homeopatia (1.944), Saúde Pública (3.491) e Vigilância Sanitária (828). O número é maior que o total, pois um descritor pode ocorrer mais de uma vez na hierarquia. Por ser dinâmico, registra processo constante de crescimento e mutação registrando a cada ano um mínimo de 1000 interações na base de dados dentre alterações, substituições e criações de novos termos ou áreas.

A UFRGS possui um gerador autoático de Fichas Catalográficas, para os TCCs, teses e dissertações defendidas na Universidade, basta acessar e preencher os campos. Para saber mais sobre a ficha acesse nossa área do menu sobre Ficha Catalográfica

Sugestões de Aquisição

As sugestões devem ser de obras relacionadas às áreas de interesse da Biblioteca (Artes Visuais, História da Arte, Música e Teatro) e disponíveis no mercado editorial. Elas serão avaliadas e, conforme a pertinência, encaminhadas para futura aquisição.

Encaminhe suas sugestões à Biblioteca mediante o preenchimento do formulário abaixo.

Doações

A Biblioteca aceita doação de livros, periódicos, CDs e DVDs de Enfermagem, Saúde Coletiva e outros assuntos de seu interesse, observados os seguintes critérios:

 

  • Os exemplares doados devem estar em bom estado de conservação, sem rasgos, sem páginas faltando ou capa solta, sem manchas ou fungos, sem anotações, sublinhados ou outros danos, e com conteúdo atualizado, com exceção de materiais esgotados;
  • A Biblioteca se reserva o direito de não inserir no acervo itens recebidos via doação, podendo encaminhá-los para outras bibliotecas da UFRGS ou de outras instituições, doá-los para a comunidade acadêmica da Escola de Enfermagem, descartá-los ou devolvê-los para o doador, caso este tenha demonstrado interesse nessa possibilidade.
  • Não são aceitas fotocópias de livros ou outros materiais. CDs e DVDs devem ser originais.
  • Em nenhuma hipótese a Biblioteca aceitará doações que apresentem como condição a criação de coleções especiais dentro do acervo da Biblioteca.
  • Doações enviadas por correio ou deixadas na Biblioteca sem ter havido prévio acordo entre a Biblioteca e o doador estarão sujeitas a todos os critérios acima estabelecidos, incluindo o descarte desses itens, conforme o interesse da Biblioteca.
  • Doações para fins de registro de produção intelectual de docentes e técnico-administrativos do IA também estão sujeitos aos critérios acima estabelecidos.