{"id":3158,"date":"2008-09-27T21:15:41","date_gmt":"2008-09-28T00:15:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/?p=3158"},"modified":"2018-01-28T23:44:21","modified_gmt":"2018-01-29T01:44:21","slug":"o-filme-como-patrimonio-da-memoria-coletiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/o-filme-como-patrimonio-da-memoria-coletiva\/","title":{"rendered":"O filme como patrim\u00f4nio da mem\u00f3ria coletiva"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;\"><span class=\"Apple-style-span\">Mini Curso com proje\u00e7\u00e3o de document\u00e1rios (extratos):<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span class=\"Apple-style-span\">O filme como patrim\u00f4nio da mem\u00f3ria coletiva e a pesquisa em acervo f\u00edlmico para constru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria da cidade.<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><span class=\"Apple-style-span\">27 de setembro &#8211; 14hs<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span class=\"Apple-style-span\">Local: Cinema Reden\u00e7\u00e3o<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<blockquote>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">A cidade filmada: o filme como patrim\u00f4nio da mem\u00f3ria coletiva e a constru\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio urbano brasileiro nas narrativas documentais<\/span><\/div>\n<\/blockquote>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span class=\"Apple-style-span\">Profa. Dra. Maria Henriqueta Credy Satt <\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><span class=\"Apple-style-span\">PUCRS<\/span><\/em><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Falar sobre a cidade filmada nos document\u00e1rios, ou mesmo se entregar a essas imagens, \u00e9 ao mesmo tempo fascinante e um desafio. Sempre lembro de uma fala do Edgard Morin que dizia que \u00a0passamos a maior parte do tempo vivendo e n\u00e3o pensando.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">O desafio est\u00e1 em perceber que os document\u00e1rios urbanos s\u00e3o portadores dessa ambig\u00fcidade. Ao mesmo tempo que nos trazem experi\u00eancias cognitivas familiares, j\u00e1 que se oferecem como imagem &#8211; dado fundamental para nosso conhecimento do mundo -, podem nos provocar um estranhamento. O estranhamento do outro, de sua cultura, de sua imagem, de sua l\u00f3gica de mundo. \u00c9 mesmo uma viagem ao mundo do outro, uma viagem xam\u00e2nica e sensorial, \u00a0como sugeriu Da Matta. \u00a0\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">A gente sabe, por experi\u00eancia pr\u00f3pria, que viver nas cidades, nesse s\u00e9culo XXI \u00e9 estar submerso em plurais e ininterruptos fluxos de imagens M\u00eddia, c\u00e2meras, televis\u00e3o, internet, webcams,celulares, c\u00e2meras de vigil\u00e2ncia e tantos outros dispositivos de \u00a0produ\u00e7\u00e3o e veicula\u00e7\u00e3o de imagens que moldam nossa sensibilidade de homens contempor\u00e2neos.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Pode parecer \u00f3bvio demais dizer que pra nossa cultura urbana, a experi\u00eancia de mundo passa, em grande parte, pela imagem mediada, m\u00eddiatica; transformar-se em discurso \u00e1udio-visual, ofertar-se como imagem \u00e9 hoje uma das normas de afirma\u00e7\u00e3o de exist\u00eancia para o mundo e no mundo. Nunca se produziu e se fez circular tantas imagens, vejam o youtube, para citar um dos mais impressionantes exemplos de todos os tempos . Se quis\u00e9ssemos par\u00e1vamos por aqui e s\u00f3 reprocess\u00e1vamos, remont\u00e1vamos, rearranj\u00e1vamos esse vasto patrim\u00f4nio de imagens materiais legados pela humanidade.<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00c9 por a\u00ed tamb\u00e9m que passa a nossa experi\u00eancia de metr\u00f3pole, de cidade, de vida urbana. Uma experi\u00eancia de exacerba\u00e7\u00e3o dos sentidos nos propondo multiplicidades, descontinuidades e desafios constantes \u00e0 nossa forma de durar no mundo, de edificar nossas mem\u00f3rias, e empreender nossa luta contra o tempo, contra o esquecimento e contra a morte. \u00a0( o instante qq que vir\u00e1 O instante. Mem\u00f3ria cheia e a decis\u00e3o de qual instante guardar. Uma outra sele\u00e7\u00e3o)<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">O document\u00e1rio e as pessoas que trabalham com produ\u00e7\u00f5es de imagens se defrontam hoje com esse mundo que j\u00e1 se d\u00e1 como imagem. Um mundo onde cada imagem desliza sobre outra imagem, como escreveu o cr\u00edtico Serge Daney. Um mundo atravessado por uma crescente roteiriza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais, dos roteiros normatizadores que se instalam em todo lugar. \u00a0Como filmar esse mundo? \u00a0 Como falar das cidades que nos habitam? Cidades que se conformam em nossa imagina\u00e7\u00e3o n\u00e3o somente por nossas artes de viv\u00ea-las, mas, sobretudo, por nossa experi\u00eancia mediada pela \u00a0diversidade de tecnologias do imagin\u00e1rio? Como filmar a cidade sem esbarrar em clich\u00eas, em esquemas interpretativos, em f\u00f3rmulas f\u00e1ceis e j\u00e1 t\u00e3o \u00edntimas e incorporadas em nosso dia a dia? A cidade nos chega a partir de tantos filmes, programas de televis\u00e3o, blogs, imagens de telejornais. \u00a0C\u00f3digos do realismo, como diz a Beatriz Jaguaribe, que \u00a0acabam por exercer um poder pedag\u00f3gico sobre a nossa percep\u00e7\u00e3o de realidade, sobre o nosso imagin\u00e1rio de viver nas cidades urbano-contempor\u00e2neas. \u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Portanto, para n\u00f3s produtores de narrativas\u00a0audiovisuais, falar nessa rela\u00e7\u00e3o entre document\u00e1rio e cidade \u00e9 tamb\u00e9m refletir \u00a0 \u00a0sobre as formas de discursos e negocia\u00e7\u00f5es trans-subjetivas que est\u00e3o em jogo, em uma constante negocia\u00e7\u00e3o entre as imagens do mundo, quem filma, como filma, o que filma, quem \u00e9 filmado e quem recebe essas imagens.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Talvez seja importante pensar no documentarista como um sujeito urbano, que partilha e expressa em seus filmes um imagin\u00e1rio comum, atualizando e recriando a mem\u00f3ria da cidade. Essa perspectiva nos traz a dimens\u00e3o do document\u00e1rio habitado pelo esp\u00edrito de fabula\u00e7\u00e3o, de inven\u00e7\u00e3o, de imagina\u00e7\u00e3o.<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Em \u00a0\u201cO ar e os sonhos: ensaio sobre a imagina\u00e7\u00e3o do movimento\u201d, \u00a0bachelard nos fala que a imagina\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a faculdade de formar imagens, mas a faculdade de deformar imagens.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00c9 a partir dessa perspectiva bachelardiana que estamos autorizados a desintegrar o senso comum, de rasgar o roteiro que nos diz que o document\u00e1rio, por filmar o real, tem um car\u00e1ter objetivo, de reprodu\u00e7\u00e3o de um mundo hist\u00f3rico. Ambi\u00e7\u00e3o que, muitas vezes, essas narrativas do real, com suas metas de noticiar e construir a mem\u00f3ria do mundo, nos \u00a0fazem crer.<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Dessa perspectiva os document\u00e1rios urbanos, nosso olhar de documentaristas sobre a cidade, nossas constru\u00e7\u00f5es das cidades documentais seriam ,na esteira da no\u00e7\u00e3o de paisagem de Georg Simmel :<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Pontos de vista est\u00e9ticos e atmosf\u00e9ricos, peda\u00e7os de mundo destacados e \u00a0arrancados de um todo qualquer, \u00a0que ao mundo retornam como imagens.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Ora, sabemos que um ponto de vista nunca \u00e9 objetivo, pois, nos dir\u00e1 Durand, a contempla\u00e7\u00e3o do mundo j\u00e1 \u00e9 ela mesma uma transforma\u00e7\u00e3o. \u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u201cContemplar \u00e9 transformar, pois n\u00e3o podemos separar a imagina\u00e7\u00e3o das imagens concretas. Contemplar \u00e9 acionar nossa a\u00e7\u00e3o imaginante, \u00e9 convocar um enxame de imagens .<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">O document\u00e1rio pensado ent\u00e3o como uma m\u00e1quina simb\u00f3lica de produzir pontos de vista. Todos os pontos de vista imagin\u00e1veis, aqueles do imagin\u00e1rio.<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<blockquote>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Comolli: \u201ca cidade do cineasta tem mais chances de existir nos filmes do que em outros lugares\u201d<\/span><\/div>\n<\/blockquote>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Uma cidade documental (re)inventada simbolicamente nas imagens, constitu\u00edda pelo gesto criador do documentarista em inter-rela\u00e7\u00e3o com as pessoas e lugares que elege como peda\u00e7os de mundo e que ao mundo retornam como imagens. Um peda\u00e7o de mundo que nos olha, segundo Comolli, tomando-nos como sujeitos do olhar, colocando-nos no poder do olhar do outro. Possibilitando a n\u00f3s, espectadores, olhar a cidade atrav\u00e9s do olhar do documentarista, de seu \u201cmundo simb\u00f3lico e criativo\u201d(Ana Rocha e Corn\u00e9lia Eckert).\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Essa cidade documental, portanto, \u00a0\u00e9 modulada por fluxos da ordem da mem\u00f3ria, do imagin\u00e1rio e da imagina\u00e7\u00e3o. Essa tr\u00edade fant\u00e1stica que impregna o gesto cinematogr\u00e1fico, \u00a0os encontros do documentarista-c\u00e2mera com o mundo ao qual se aproxima, as rela\u00e7\u00f5es que se estabelecem entre documentarista e personagens, bem como a inst\u00e2ncia da frui\u00e7\u00e3o do espectador com a obra.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Nessa perspectiva, do document\u00e1rio como representa\u00e7\u00e3o, como express\u00e3o de nossa media\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica com o mundo, gostar\u00edamos de propor que nesse encontro da obra com o espectador, constitui-se um terceiro espa\u00e7o de enuncia\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica (Homi Bhaba). \u00a0Esse espa\u00e7o n\u00e3o \u00e9 nem aquele da narrativa, nem aquele do espectador, mas, sim, um espa\u00e7o que inclui os dois para formar um terceiro: desestabilizador, h\u00edbrido e intersticial. Acreditamos ser nele que as imagens urbanas se conformam e se recomp\u00f5em, mobilizando um lugar onde a narrativa assume sua riqueza sem\u00e2ntica e sua instabilidade de sentidos. Assim, as cidades propostas nesses document\u00e1rios urbanos nascem nesse entre-lugar e se formatam em uma din\u00e2mica fr\u00e1gil, inst\u00e1vel e potente como \u00e9 a imagina\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Eu acredito, portanto, que esses filmes que vamos ver expressam, cada um a seu modo, certa atmosfera do vivido, ao mesmo tempo em suas exibi\u00e7\u00f5es ao p\u00fablico engordam o repert\u00f3rio imagin\u00e1rio do sentimento coletivo da vida urbana.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<blockquote>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">O nosso curso<\/span><\/div>\n<\/blockquote>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Apesar do t\u00edtulo da nossa palestra remeter especificamente aos document\u00e1rios brasileiros, vamos seguir um percurso que passa por algumas tradi\u00e7\u00f5es documentais fundamentais para pensar os diferentes momentos de inscri\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio urbano. E falamos em tradi\u00e7\u00f5es porque embora elas tenham um momento de elabora\u00e7\u00e3o de seus aspectos est\u00e9ticos e conceituais, s\u00e3o atualizadas ainda hoje nos document\u00e1rios contempor\u00e2neos. \u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Pra gente pensar a rela\u00e7\u00e3o entre cinema e cidade vamos tra\u00e7ar um percurso que nos leve do olhar sem corpo do cinema nascente e das vanguardas de 20, passando pelo cinema-corpo que emerge no cinema moderno e chegando, enfim, \u00a0\u00e0 c\u00e2mera-pr\u00f3tese, a c\u00e2mera da m\u00e3o e da palavra, usando a express\u00e3o de Roth. Entre os anos 20 e os anos 60, por\u00e9m, ainda teremos a desilus\u00e3o da guerra e os filmes dos anos 50 que prenunciam as tradi\u00e7\u00f5es inauguradas no cinema de som direto.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">\u00c9 sob essa perspectiva que vamos tentar perceber como se d\u00e1 inscri\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio urbano nos document\u00e1rios que vamos ver hoje.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Um dos pontos, portanto, \u00e9 perceber como essas tecnologias do imagin\u00e1rio suportes de diferentes origens como: pel\u00edcula, v\u00eddeo, digital, webcams, celular \u00a0etc.) \u00a0possibilitaram ao homem urbano expressar o sentimento coletivo de viver nas cidades moderno-contempor\u00e2neas.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Nessa \u201cadequa\u00e7\u00e3o com os movimentos dos homens\u201d e do mundo traduzidas em formas sens\u00edveis e expressivas, as antrop\u00f3logas Eckert e Rocha , em reflex\u00e3o acerca dos desafios de filmar a\/na cidade, prop\u00f5em que a evolu\u00e7\u00e3o da linguagem cinematogr\u00e1fica revela a maneira dos cineastas apreenderem e reformularem criativamente as pulsa\u00e7\u00f5es dos tempos urbanos, bem como de comunic\u00e1-los dramaticamente atrav\u00e9s das est\u00e9ticas cinematogr\u00e1ficas.<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<div><span class=\"Apple-style-span\">Nossa an\u00e1lise e observa\u00e7\u00e3o, portanto, estar\u00e1 voltada para as hist\u00f3rias que esses documentaristas contam e como contam.\u00a0<\/span><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mini Curso com proje\u00e7\u00e3o de document\u00e1rios (extratos): O filme como patrim\u00f4nio da mem\u00f3ria coletiva e a pesquisa em acervo f\u00edlmico para constru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria da cidade. 27 de setembro &#8211; 14hs Local: Cinema Reden\u00e7\u00e3o \u00a0 \u00a0 A cidade filmada: o filme como patrim\u00f4nio da mem\u00f3ria coletiva e a constru\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio urbano brasileiro nas narrativas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3182,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"footnotes":""},"categories":[669],"tags":[670],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3158"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3158"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3158\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3181,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3158\/revisions\/3181"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3182"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3158"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3158"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biev\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3158"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}