{"id":34,"date":"2015-03-11T15:08:31","date_gmt":"2015-03-11T18:08:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/?page_id=34"},"modified":"2024-02-28T12:09:12","modified_gmt":"2024-02-28T15:09:12","slug":"projects","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/pt\/projects\/","title":{"rendered":"Projetos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/header_proj.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-66\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/header_proj.jpg\" alt=\"header_proj\" width=\"1700\" height=\"470\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/header_proj.jpg 1700w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/header_proj-300x83.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/header_proj-1024x283.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 1700px) 100vw, 1700px\" \/><\/a><\/p>\n<h2><strong>Processos eco-evolutivos respons\u00e1veis \u200b\u200bpela diversifica\u00e7\u00e3o, diversidade, montagem de assembleias e estrutura\u00e7\u00e3o populacional de vertebrados neotropicais<\/strong><\/h2>\n<p>Nossa pesquisa est\u00e1 orientada para responder \u00e0s seguintes quest\u00f5es: Por que existem tantas e diversas esp\u00e9cies nos tr\u00f3picos? Qual \u00e9 o papel dos processos hist\u00f3ricos e contempor\u00e2neos na diversifica\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o de nicho dos vertebrados neotropicais? Qual \u00e9 o efeito da perda e fragmenta\u00e7\u00e3o de habitat na manuten\u00e7\u00e3o da biodiversidade tropical ao longo do tempo? Nos concentramos principalmente em mam\u00edferos e aves neotropicais (mas tamb\u00e9m em anf\u00edbios, tartarugas marinhas e abelhas!) para compreender os padr\u00f5es de diversidade e diversifica\u00e7\u00e3o e os processos por tr\u00e1s desses padr\u00f5es. \u00c9 no \u00e2mbito deste programa guarda-chuva que a nossa equipe desenvolve os seus trabalhos. Os principais projetos associados s\u00e3o:<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Varia\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica em morcegos neotropicais: processos eco-evolutivos subjacentes \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o ac\u00fastica e aos padr\u00f5es de montagem de assembleias<\/strong><\/p>\n<p>Neste projeto, desenvolvido em parceria com a <a href=\"http:\/\/www.ucr.ac.cr\">UCR<\/a> e com v\u00e1rios colaboradores em todo o neotr\u00f3pico, pretendemos investigar se a varia\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica nos chamados de ecolocaliza\u00e7\u00e3o de morcegos neotropicais n\u00e3o-filostom\u00eddeos \u00e9 uma resposta \u00e0 diferen\u00e7a induzida pelo clima e elucidar os padr\u00f5es de diverg\u00eancia ac\u00fastica em morcegos neotropicais entre diferentes ambientes ac\u00fasticos (regi\u00f5es clim\u00e1ticas) e sua correla\u00e7\u00e3o com a filogenia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/N.-leporinus.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-907 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/N.-leporinus.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"619\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/N.-leporinus.jpg 650w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/N.-leporinus-300x193.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/N.-leporinus-624x402.jpg 624w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Mam\u00edferos do Sul<\/strong><\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul \u00e9 extremamente rico em esp\u00e9cies silvestres de Mammalia, principalmente Carnivora, sendo o estado brasileiro com a maior diversidade de fel\u00eddeos. Utilizando um grande conjunto de armadilhas fotogr\u00e1ficas instaladas em diversas regi\u00f5es do estado, em parceria com <a href=\"http:\/\/www.fzb.rs.gov.br\">FZB\/RS<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.pucrs.br\">PUCRS<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.ua.pt\">UA<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.procarnivoros.org.br\">Pr\u00f3-Carn\u00edvoros<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.wildcru.org\">WildCRU<\/a>, este projeto visa avaliar a diversidade, densidade populacional e padr\u00f5es comportamentais de esp\u00e9cies de mam\u00edferos terrestres de m\u00e9dio e grande porte.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-337\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/gatinho-1024x667.jpg\" alt=\"gatinho\" width=\"960\" height=\"626\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/gatinho-1024x667.jpg 1024w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/gatinho-300x195.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Padr\u00f5es e processos macroecol\u00f3gicos da diversidade de ectoparasitos de morcegos<\/strong><\/p>\n<p>Neste projeto, desenvolvido em parceria com a <a href=\"http:\/\/www.unesc.net\">UNESC<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.uevora.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">U\u00c9vora<\/a>, objetivamos descrever as redes de intera\u00e7\u00e3o entre ectoparasitas e morcegos no neotr\u00f3pico e analisar respostas de poss\u00edveis extin\u00e7\u00f5es entre os dois grupos. Tamb\u00e9m verificaremos se os atributos do hospedeiro - ao n\u00edvel da popula\u00e7\u00e3o e ao n\u00edvel individual - explicam a probabilidade de coloniza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o por novas esp\u00e9cies de parasitas ou a carga parasit\u00e1ria do indiv\u00edduo, respectivamente.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/genetic.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-280 size-full aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/genetic.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"638\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/genetic.jpg 960w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/genetic-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/a><\/p>\n<h2><\/h2>\n<hr \/>\n<p><strong>Evolu\u00e7\u00e3o de nicho e diversifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies: ensinamentos dos morcegos do Novo Mundo<\/strong><\/p>\n<p>Este projeto tem como objetivo avaliar o papel dos componentes dos nichos abi\u00f3ticos e bi\u00f3ticos na evolu\u00e7\u00e3o do nicho e em determinar como as taxas de evolu\u00e7\u00e3o de nicho est\u00e3o relacionadas com a diversifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de morcegos e, em particular, com as taxas de extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies. Este projeto \u00e9 desenvolvido em parceria com <a href=\"https:\/\/www.stonybrook.edu\">SBU<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.ua.pt\">UA<\/a>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-288\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caverna.jpg\" alt=\"caverna\" width=\"960\" height=\"638\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caverna.jpg 960w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/caverna-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Assembleias de morcegos inset\u00edvoros a\u00e9reos do Cerrado, Pantanal e Pampa brasileiros<\/strong><\/p>\n<p>Utilizando m\u00e9todos ac\u00fasticos, buscamos entender como a estrutura da paisagem e da vegeta\u00e7\u00e3o influencia a composi\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies de morcegos, a atividade de forrageamento e a estrutura da assembleia. O nosso objetivo \u00e9 avaliar os efeitos das mudan\u00e7as de habitat sobre a composi\u00e7\u00e3o, a estrutura e a funcionalidade das assembleias de morcegos e, eventualmente, identificar \u00e1reas priorit\u00e1rias para a conserva\u00e7\u00e3o dos morcegos nesses tr\u00eas biomas brasileiros caracterizados por fisionomias abertas. Trabalhamos h\u00e1 muito tempo no Cerrado e no Pantanal brasileiros e, em 2019, iniciamos nosso trabalho no Pampa brasileiro, o menos conhecido e protegido de todos os biomas do pa\u00eds. Aqui, modelaremos a ocupa\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies de acordo com as mudan\u00e7as no uso da terra, resultantes principalmente da agricultura e da pecu\u00e1ria. Nosso estudo contribuir\u00e1 para uma melhor compreens\u00e3o dos padr\u00f5es de distribui\u00e7\u00e3o de morcegos inset\u00edvoros a\u00e9reos e para a defini\u00e7\u00e3o de \u00e1reas importantes para a conserva\u00e7\u00e3o de morcegos nessa regi\u00e3o t\u00e3o negligenciada. Tamb\u00e9m pretendemos desenvolver diretrizes para o monitoramento ac\u00fastico de morcegos em \u00e1reas abertas e para o uso sustent\u00e1vel de terras agr\u00edcolas para conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade. Apoiaremos continuamente a <a href=\"https:\/\/www.sbeq.net\/bioacustica\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Base de dados  brasileira de ultrassons<\/a>\u00a0disponibilizando as nossas grava\u00e7\u00f5es, e apoiando assim a identifica\u00e7\u00e3o futura de morcegos por mais pesquisadores. Tamb\u00e9m estamos desenvolvendo um projeto de divulga\u00e7\u00e3o especialmente dedicado aos morcegos pampa. Descubra mais <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/pt\/events-2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-315 size-full aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/detector.jpg\" alt=\"detector\" width=\"960\" height=\"638\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/detector.jpg 960w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/detector-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Evolu\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica em Phyllostomidae<\/strong><\/p>\n<p>Phyllostomidae, a fam\u00edlia mais diversificada ecologicamente e morfologicamente de todos os mam\u00edferos, passou por diversas mudan\u00e7as no regime de sele\u00e7\u00e3o. Este projeto tem como objetivo estimar a evolu\u00e7\u00e3o da forma, atrav\u00e9s de morfometria geom\u00e1trica, em elementos cranianos e p\u00f3s-cranianos na radia\u00e7\u00e3o de Phyllostomidae, no contexto da paisagem adaptativa, reconstru\u00e7\u00e3o de estados ancestrais e integra\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica. Este projeto \u00e9 desenvolvido em parceria com a <a href=\"http:\/\/www.uricer.edu.br\/site\/\">URI<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.amnh.org\">AMNH<\/a>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-555 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/31_Carollia-perspicillata-300x195.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"623\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/31_Carollia-perspicillata-300x195.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/31_Carollia-perspicillata-768x499.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/31_Carollia-perspicillata-1024x665.jpg 1024w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/31_Carollia-perspicillata-624x405.jpg 624w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/31_Carollia-perspicillata.jpg 1311w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Conserva\u00e7\u00e3o de aves na Mata Atl\u00e2ntica: presente e futuro do desmatamento e das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/strong><\/p>\n<p>A mudan\u00e7a clim\u00e1tica \u00e9 uma das maiores amea\u00e7as \u00e0 biodiversidade global, pois induz a perda de diversidade em diferentes escalas. As aves s\u00e3o bons modelos ecol\u00f3gicos para avaliar impactos na biodiversidade, pois t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o estreita com o habitat e podem ser usadas para identificar habitats priorit\u00e1rios, inclusive em \u00e1reas protegidas. Neste projeto, em parceria com a <a href=\"http:\/\/www.birdlife.org\">Birdlife International<\/a>, investigamos como as aves do bioma da Mata Atl\u00e2ntica, que est\u00e3o amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, s\u00e3o afetadas pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas por meio de uma abordagem em v\u00e1rias escalas: modelando a distribui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies em escala ecorregional para determinar lacunas nos instrumentos de prote\u00e7\u00e3o territorial; analisando a din\u00e2mica populacional de esp\u00e9cies no sul do bioma, afim de detectar tend\u00eancias de decl\u00ednio populacional; avaliando a probabilidade de ocupa\u00e7\u00e3o do habitat a partir de vari\u00e1veis \u200b\u200bcomportamentais e modelando como as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas podem influenciar os atributos individuais das aves.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/surucua.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-913\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/surucua.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"732\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/surucua.jpg 530w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/surucua-300x229.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Consequ\u00eancias gen\u00e9ticas da heterogeneidade de habitats em morcegos tropicais: a influ\u00eancia da ecologia e da hist\u00f3ria evolutiva<\/strong><br \/>\nDiferen\u00e7as na composi\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o e descontinuidades na paisagem podem limitar a dispers\u00e3o dos animais. O conhecimento das caracter\u00edsticas ecol\u00f3gicas e evolutivas que influenciam o fluxo g\u00eanico em morcegos \u00e9 escasso e sub-representa a riqueza ecol\u00f3gica dos quir\u00f3pteros. Junto com as\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ua.pt\">UA<\/a>\u00a0e <a href=\"\/bimalab\/pt\/www.ufms.br\/\">UFMS<\/a>\u00a0Nosso objetivo \u00e9 entender como a heterogeneidade do habitat afeta as assembl\u00e9ias de morcegos e a estrutura gen\u00e9tica das popula\u00e7\u00f5es de morcegos neotropicais. Tamb\u00e9m avaliaremos como as caracter\u00edsticas da paisagem impactam a diversidade gen\u00e9tica neutra e adaptativa em esp\u00e9cies com caracter\u00edsticas ecol\u00f3gicas, fisiol\u00f3gicas, morfol\u00f3gicas e evolutivas distintas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/O.Grunewald-Pantanal-07.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-914\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/O.Grunewald-Pantanal-07.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"631\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/O.Grunewald-Pantanal-07.jpg 862w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/O.Grunewald-Pantanal-07-300x197.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/O.Grunewald-Pantanal-07-768x505.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/O.Grunewald-Pantanal-07-624x410.jpg 624w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Mustelidae: revelando seu papel ecol\u00f3gico na conserva\u00e7\u00e3o dos ecossistemas<\/strong><\/p>\n<p>Os mustel\u00eddeos s\u00e3o de particular relev\u00e2ncia para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade porque geralmente ocupam o topo das cadeias alimentares e vivem numa grande variedade de habitats. Pouco se sabe, no entanto, sobre a ecologia das esp\u00e9cies neotropicais e sobre o seu papel na manuten\u00e7\u00e3o e estrutura\u00e7\u00e3o de redes ecol\u00f3gicas. Neste projeto, em parceria com a UA e a UFRGS, buscamos avaliar o uso espa\u00e7o-temporal do habitat, aspectos demogr\u00e1ficos e o desenvolvimento de metodologias de campo e de laborat\u00f3rio para o monitoramento de popula\u00e7\u00f5es de Mustelidae.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/llongicaudis.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-314 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/llongicaudis.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"634\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/llongicaudis.jpg 650w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/llongicaudis-300x198.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Olhando o lado brilhante da noite: revelando a fauna cr\u00edptica de morcegos no hotspot de biodiversidade do Cerrado<\/strong><br \/>\nO bioma Cerrado \u00e9 um hotspot de biodiversidade altamente impactado por recentes mudan\u00e7as na cobertura da terra. Os morcegos s\u00e3o conhecidos por desempenharem pap\u00e9is cr\u00edticos nos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos do Cerrado, mas o monitoramento das comunidades de morcegos ainda \u00e9 insuficiente e pouco se sabe sobre a diversidade cr\u00edptica desse grupo. Junto com as\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ua.pt\">UA<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.unb.br\">UnB<\/a>, <a href=\"\/bimalab\/pt\/www.ufg.br\/\">UFG<\/a>\u00a0e <a href=\"\/bimalab\/pt\/www.ufrj.br\/\">UFRJ<\/a>\u00a0nosso objetivo \u00e9 desvendar a diversidade cr\u00edptica de morcegos no Cerrado, incorporando an\u00e1lises gen\u00e9ticas usando marcadores mitocondriais e nucleares, bem como usando metodologias taxon\u00f4micas mais tradicionais, aumentando a congru\u00eancia na delimita\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-287 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Cerrado1-300x197.jpg\" alt=\"Cerrado\" width=\"960\" height=\"630\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Cerrado1-300x197.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/bimalab\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Cerrado1.jpg 836w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eco-evolutionary processes responsible for the diversification, diversity, community assembly and population structuring of neotropical vertebrates Our research is oriented toward answering the following questions: Why are there so many and diverse species in the tropics? What is the role of historical and contemporary processes in the diversification and niche evolution of neotropical vertebrates? 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