{"id":2478,"date":"2020-11-04T08:21:31","date_gmt":"2020-11-04T11:21:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biociencias\/?p=2478"},"modified":"2020-11-04T08:21:31","modified_gmt":"2020-11-04T11:21:31","slug":"ja-conhece-o-projeto-tuco-tuco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/biociencias\/ja-conhece-o-projeto-tuco-tuco\/","title":{"rendered":"J\u00e1 conhece o projeto Tuco-Tuco?"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2479\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/biociencias\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/projeto-tuco-tuco-391x318.jpg\" alt=\"\" width=\"391\" height=\"318\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/biociencias\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/projeto-tuco-tuco-391x318.jpg 391w, https:\/\/www.ufrgs.br\/biociencias\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/projeto-tuco-tuco-196x159.jpg 196w, https:\/\/www.ufrgs.br\/biociencias\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/projeto-tuco-tuco.jpg 753w\" sizes=\"(max-width: 391px) 100vw, 391px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Este projeto \u00e9 vinculado a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e vem sendo desenvolvido desde 1996 por alunos de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea das Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas. Ao mesmo tempo que colabora com a forma\u00e7\u00e3o de pesquisadores, amplia o conhecimento sobre\u00a0os roedores fossoriais conhecidos como tuco-tucos.<\/p>\n<p><em>Os tucos-tucos<\/em><\/p>\n<p>Os tucos s\u00e3o roedores que pertencentem ao g\u00eanero\u00a0<em>Ctenomys<\/em>, popularmente conhecidos por este nome devido ao barulho que emitem. Estes animais passam a maior parte da vida sob a superf\u00edcie da terra, vivendo em galerias subterr\u00e2neas. S\u00e3o solit\u00e1rios, ou seja,vive apenas um tuco-tuco por galeria.\u00a0\u00c9 poss\u00edvel encontr\u00e1-los no campos atrav\u00e9s de mont\u00edculos de areia que cobrem as entradas que levam a seus sistemas de galerias subterr\u00e2neas.<\/p>\n<p>A estrutura corporal destes animais reflete as adapta\u00e7\u00f5es ao h\u00e1bito de viver embaixo da terra, como a redu\u00e7\u00e3o da cauda e pavilh\u00f5es auditivos e maior desenvolvimento da musculatura e das unhas.<\/p>\n<p>Eles se alimentam de gram\u00edneas, que cobrem as proximidades das entradas dos t\u00faneis, e de ra\u00edzes. Al\u00e9m de terem um tipo de vida particular e curiosa os tuco-tucos apresentam uma grande varia\u00e7\u00e3o no n\u00famero cromoss\u00f4mico, e por isso s\u00e3o organismos de interesse em estudos sobre evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Atualmente s\u00e3o reconhecidas oito esp\u00e9cies no Brasil, mas uma grande &#8220;confus\u00e3o&#8221; taxon\u00f4mica indica que sejam apenas cinco esp\u00e9cies. Quatro esp\u00e9cies ocorrem apenas no Rio Grande do Sul, sendo que uma delas, C. minutus, estende-se at\u00e9 Santa Catarina, na \u00e1rea litor\u00e2nea.<\/p>\n<p>Por terem um tipo de vida t\u00e3o exclusivo, como a vida subterranea, estes animais sofrem a destrui\u00e7\u00e3o dos campos sulinos (p.ex. para planta\u00e7\u00e3o de soja, arroz e reflorestamento de pinus, ac\u00e1cia e eucalipto) e do litoral (p.ex. para constru\u00e7\u00e3o de casas e cal\u00e7ad\u00f5es na beira da praia).<\/p>\n<p>No site do projeto \u00e9 poss\u00edvel ver cada uma das esp\u00e9cies em detalhes. O site pode ser acessado em <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/projetotucotuco\">https:\/\/www.ufrgs.br\/projetotucotuco<\/a>. No site tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel saber mais sobre a equipe e mais projetos desenvolvidos. Acompanhe o projeto Tuco-Tuco no instagram @projetotucotuco.<\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00f5es extra\u00eddas do site:\u00a0 https:\/\/www.ufrgs.br\/projetotucotuco\/projetotucotuco<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Este projeto \u00e9 vinculado a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e vem sendo desenvolvido desde 1996 por alunos de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea das Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas. Ao mesmo tempo que colabora com a forma\u00e7\u00e3o de pesquisadores, amplia o conhecimento sobre\u00a0os roedores fossoriais conhecidos como tuco-tucos. 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