Mês: julho 2010 (Página 1 de 7)

I Seminário de Ações Afirmativas da UFRGS – 18 a 20 de agosto de 2010

Data: 18, 19 e 20 de agosto de 2010.

Local: Salão de Festas (segundo andar prédio da Reitoria da UFRGS), Porto Alegre/RS.

Público Alvo: comunidade universitária (discentes, docentes e técnico- administrativos) e sociedade em geral.

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Disciplina eletiva do Instituto de Psicologia: Preconceito e Discriminação – Leituras dirigidas

PSI 02620 Estudos de Psicologia III – Turma B

Preconceito e Discriminação – Leituras dirigidas

Professor Responsável: Henrique Caetano Nardi e Ângelo Brandelli Costa

Horário: Segundas-Feiras – 10:00 as 12:00 – 4 créditos, sendo 2 créditos de módulo a distância

A disciplina iniciará dia 16/08.

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Oportunidade de bolsa de pesquisa sob orientação do Prof. Alcebíades Jr.

Seleciona-se estudante da faculdade de direito, de qualquer semestre, para realizar pesquisa de iniciação científica, sob orientação do Prof. José Alcebíades de Oliveira Júnior, com bolsa remunerada PIBIC/CNPq, para o período compreendido entre 10/08/2010 e 31/07/2011.

Para ser indicado como bolsista, o acadêmico deve: (i) possuir currículo lattes (que pode ser criado no site lattes.cnpq.br); (ii) possuir conta corrente no Banco do Brasil; (iii) não exercer nenhum outro tipo de atividade de pesquisa, extensão, estágio, ou monitoria.

Os interessados devem enviar e-mail para o Prof. Alcebíades até o dia 04 de agosto, através do endereço alcebiadesjunior@terra.com.br.

Aberto concurso para professor de Direito Processual Civil

Inscrições de 26/07/2010 a 09/08/2010.

Direito Processual Civil/Processo Civil

Requisito Específico: Doutorado em Direito

– Classe: Professor Adjunto, nível 1

– Regime de Trabalho: 40 horas

Vagas: 01

Orientações:

Informações: Direito Privado e Processo Civil – (51) 33083322 – dir2@ufrgs.br.

Opinião: Caso do goleiro Bruno – II

por Sami A. R. J. El Jundi*

Concordo com vc que minha posição de princípio pode ser, eventualmente, favorável aos que praticam crimes que não podem ser provados.

Mas o que a história tem mostrado é que, nos casos de impunidade, não é a falta de provas que a produz. É a falta de vontade política,como no caso dos torturadores, pois que costumam deixar extensos rastros de suas práticas, justamente por saber que a mesma política que os autorizou a torturar é a que irá mantê-los impunes. Quando mudam os ventos políticos, as provas vêm à luz e as condenações ocorrem. Nossa luta no Brasil não é para condenar por que “é óbvio”, mas para criar as necessárias condições políticas para leva-los a julgamento, pois que extensas provas existem para ensejar juízos.

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