The Brazilian Journal of African Studies is now openingsubmissions

RBEA

The Brazilian Journal of African Studies (RBEA) is now opening submissions to the second edition of the Journal, which will be published by the end of 2016. The RBEA is a biannual publication, both in digital and printed format, dedicated to the research, reflection and propagation of original scientific articles concerning the analysis of International Relations, Organizations and Integration, Security and Defense, Political Systems, History, Geography, Economic Development, Social Structures and their Transformations and Schools of Thought.
In this sense, we invite the autors to submit any article or book review related the above-mentioned affairs. Submissions must be original and unpublished and can be submitted in Portuguese, English or Spanish. Publications of undergraduate students and doctoral candidates are accepted, as long as in partnership with an advisor professor, which will appear as the main author of the work.
Submissions must be in accordance with the Author Guidalines available here.
Submissions must be made through the website of the Journal until 15 August.
Any questions can be sent to email rbea.fce@ufrgs.br

18 thoughts on “The Brazilian Journal of African Studies is now openingsubmissions

  1. Prezados organizadores,

    Parabenizo pela proposta da revista, que certamente é uma grande contribuição para o entendimento do Brasil a partir das reflexões dos estudos africanos.
    Sou arquiteta, mestre e doutora em Arquitetura e sinto falta de um tema que possa abarcar filosofia e cultura, das quais haveria possibilidade de participar com artigos a respeito da produção da arquitetura tradicional africana, não somente no que concerne à forma, mas aos processos filosóficos que regem os processos construtivos, relacionados às estruturas de organização social.

    Cordialmente,
    Maria Estela

  2. Grande e ousado empreendimento. Digno de ser levado a sério. Estava faltando para implementar os meios academicos.

  3. Muito Boa tarde: sou doutorando em Historia Defesa e Relações Internacionais no Iscte Academia Militar.Estou fazendo a minha tese, sobre a Guiné .Gostaria de vos submeter um texto que integra a minha tese.
    Cumprimentos

    1. Boa tarde Victor!
      Sou Pedagoga e gostaria se fosse possível trocar informações com você sobre o seu tema que muito me interessa.Muita obrigada. Janinha Rio de Janeiro ( meu Facebook)

    2. Boa tarde Vitor!
      Sou Pedagoga e gostaria se fosse possível trocar informações com você sobre o seu tema que muito me interessa.Muita obrigada. Janinha Rio de Janeiro ( meu Facebook)

  4. Nunca pensaram que os linguistas podem também enriquecer a revista com pesquisas inéditas que descrevem as línguas africanas incluindo variedades do Português dos PALOP’s? Se sim, por favor deem algum espaço para linguistas também! Se nunca pensaram, repensem a vossa atitude!

  5. Sou mestrando e trabalho com História da África e diáspora na América Portuguesa. Consultei o primeiro volume, e vi que constam apenas estudos recentes. Gostaria de saber se a revista também contempla temas voltados para a África no século XVIII.

    Cumprimentos.

  6. Penso apenas, que a ideia de delimitar que um dos autores seja, doutor(a) pode ser um tanto restritivo demais. Ora, os mestres(as) não têm condições de fazer discussões inovadoras em curso, ou ligadas as suas dissertações. Estou prestes a defender meu doutorado. Mas, sinto que esta norma pode fazer com que inusitadas discussões se percam em favor de ter que associar a autoria a um doutor cujo título não determina uma abordagem epistemológica, metodológica e teórica acuradas. Além do que, isso pode interferir para que um autor acabe relacionando sua discussão a alguém tem o título mas pouco venha a contribuir. Vale repensar essa proposta para o futuro. Mas, irei adequar-me a deteminação.

    1. Concordo com o Dayvison, quanto a questão da necessidade envolvendo o título de doutor como norma para publicação. Recentemente conclui um artigo relacionado a interpretação (errônea) do que se lê em Gênesis 9:25, o fatídico episódio em que muitos alegam ter originado uma suposta maldição sobre os africanos. Embora eu não seja doutor, utilizei dos trabalhos de alguns para dar legitimação a minha pesquisa. Respeito a ideia da revista, mas talvez os nobres colegas deveriam repensar essa questão. Forte abraço!

    2. De acordo com o Dayvison. É necessário termos doutores especialistas que se adequam à essa temática. Essensial escolher os melhores para trabalhar nessa proposta, que é, de fato, muitíssimo interessante.

  7. Boa noite,
    Gostaria que o escopo da revista ampliasse para a temática biodiversidade ou sociobiodiversidade Brasil-Africa, pois estudamos uso de plantas medicinais por populações humana na Amazônia e temos muitos relatos de plantas medicinais originárias da África. Seria muito interessante.

  8. Boa tarde, sou Professora de Línguas Portuguesa e Inglesa, meu nome é Maria do Socorro Coêlho Botelho, Mestre em Educação,( Brasil) e Pedagogia Profissional ( Cuba), trabalho no Instituto Federal de Educação Ciências e Tecnologia do Maranhão- IFMA. Sou militante social, estou secretaria executiva do Núcleo de Estudos Afro- Brasileiro e Indiodescendentes-NEABI/IFMA e do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico- Racial do Estado do Maranhão-FEDERMA, sou membro do Movimento Agente de Pastoral de Negros do Brasil- APNs e Líder do Grupo de Pesquisa NEABI/IFMA.Tenho interesse em receber a “Revista Brasileira de Estudos Africanos”

  9. É importante que todos nós brasileiros e brasileiros nos apropriemos das leituras e das obras que nos mostram a nossa verdadeira história brasileira.

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